segunda-feira, 31 de maio de 2010

Juiz de Fora-MG (31-05-1850)

Juiz de Fora é um município brasileiro do estado de Minas Gerais, situado na Zona da Mata Mineira, sendo o quarto maior município do estado, em população, superado apenas por Belo Horizonte, Uberlândia e Contagem, com uma população estimada pelo IBGE para 2009 de 526.706 habitantes. É a 36ª maior cidade do Brasil (segundo o IBGE).

As origens de Juiz de Fora remontam a época do Ciclo do Ouro, portanto confundem-se com a história de Minas Gerais. A Zona da Mata, então habitada pelos índios puris e coroados, foi desbravada com a abertura do Caminho Novo, estrada construída em 1707 para o transporte do ouro da região de Vila Rica (Ouro Preto) até o porto do Rio de Janeiro. Diversos povoados surgiram às margens do Caminho Novo estimulados pelo movimento das tropas que ali transitavam, entre eles, o arraial de Santo Antônio do Paraibuna povoado por volta de 1713.

Em 1850, o arraial de Santo Antônio do Paraibuna foi elevado à categoria de vila, emancipando-se de Barbacena e formando um município. A elevação à categoria de cidade ocorreu quinze anos depois, quando foi adotada a denominação de Juiz de Fora. Este curioso nome gera muitas dúvidas quanto à sua origem. O juiz de fora era um magistrado nomeado pela Coroa Portuguesa para atuar onde não havia juiz de direito. A versão mais aceita pela historiografia admite que um desses magistrados hospedou-se por pouco tempo em uma fazenda da região, passando esta a ser conhecida como a Sesmaria do Juiz de Fora. Mais tarde, próximo a ela, surgiria o povoado. A identidade exata e a atuação desse personagem na história local ainda são polêmicas.

Um personagem de grande importância no município foi o engenheiro alemão Heinrich Wilhelm Ferdinand Halfeld (Henrique Guilherme Fernando Halfeld), que empresta seu nome a uma das principais ruas do comércio local e ao parque situado no centro da cidade, no cruzamento da mesma rua Halfeld e a Avenida Barão do Rio Branco, entre o prédio da Prefeitura Municipal, a Câmara dos Vereadores e o Fórum da Comarca. Halfeld, após realizar uma série de obras a serviço do Estado Imperial Brasileiro, acaba por fixar residência na cidade, envolve-se na vida política, constrói a Estrada do Paraibuna e promove diversas atividades no município, sendo considerado um de seus fundadores.

Pioneirismo e imigração
A partir de 1850, Juiz de Fora passa a vivenciar um processo de grande desenvolvimento econômico proporcionado pela agricultura cafeeira que se expandia pela Zona da Mata mineira. Por iniciativa de Mariano Procópio Ferreira Lage, inicia-se a construção da primeira via de transporte rodoviário do Brasil: a Estrada União e Indústria, com 144 km de Petrópolis a Juiz de Fora, com o objetivo de encurtar a viagem entre a Corte e a Província de Minas e facilitar o transporte do café.

Mariano Procópio Ferreira Lage contrata então 1.193 imigrantes alemães para a construção da estrada e cria um núcleo colonial que, com a finalização das obras da União e Indústria, volta-se para a produção de gêneros agrícolas e dá origem à Colônia D. Pedro II, hoje atual bairro São Pedro. Os colonos fixaram-se também na Vila São Vicente (atual Borboleta) e na Rua Mariano Procópio. Os imigrantes que chegaram a Juiz de Fora vieram em busca de uma melhor condição de vida e, após o fim da construção da estrada, se dedicaram às profissões que praticavam na Alemanha. Os alemães que vieram para Juiz de Fora em 1858 foram os primeiros protestantes a chegar em Minas Gerais.

Entre algumas das realizações culturais da imigração alemã está a vinda das freiras da Congregação das Irmãs de Santa Catarina. Elas vieram para o município em 1900 e fundaram o Colégio Santa Catarina, a fim de instruir as crianças da Colônia Alemã.

Assim, o município foi sede de um dos primeiros curtumes industriais do país, de uma das primeiras cervejarias, de uma das primeiras estações telefônicas, dos primeiros grupos escolares e do primeiro transporte público de Minas Gerais, além da primeira escola de ensino superior de comércio do país, a Academia de Comércio. O comércio também progredia, podendo contar no ano de 1870 mais de 170 estabelecimentos comerciais e de serviços.

No século XIX, Juiz de Fora tornou-se um dinâmico centro econômico, político, social e cultural. Aos poucos, suas funções se ampliam, ganhando ares de município moderno, ponto de confluência da população circunvizinha. Ganha um plano de demarcação e nivelamento de ruas, telégrafo, imprensa, banco, bondes. Em 1889, foi inaugurada no município a primeira usina hidrelétrica de grande porte da América do Sul, a Usina de Marmelos, importante marco do setor elétrico do país e grande impulsionadora da indústria na cidade.

Juiz de Fora é o município mais extenso da Zona da Mata. Totalizando uma área de 1.436,8 km², é formado por 4 distritos: Juiz de Fora, Sarandira, Torreões e Rosário de Minas.

As terras do município encontram-se inseridas na Bacia do rio Paraíba do Sul. A cidade ergue-se às margens de um dos principais afluentes do Paraíba do Sul, o Rio Paraibuna, que corta o município no sentido norte-sul. Outros rios importantes que banham o município são os rios Cágado e do Peixe, afluentes do Paraibuna.

O clima de Juiz de Fora é do tipo tropical de altitude, caracterizado por duas estações bem definidas: uma seca e de menores temperaturas, que se estende de maio a setembro, e outra úmida e de temperaturas mais elevadas, de outubro a abril. A temperatura média anual é de 19,3°C, sendo a média das máximas em torno de 24°C e a das mínimas em torno de 15°C.

O município localiza-se nos contrafortes da Serra da Mantiqueira. O relevo é predominantemente montanhoso, apresentando formações típicas denominadas mar de morros. A altitude do município varia de 467 metros nos fundos de vale até 1.104 metros, estando o centro comercial da cidade a 678 metros de altitude.

A localização de Juiz de Fora é privilegiada, pela proximidade das principais metrópoles do Sudeste brasileiro. Por rodovia, a cidade dista 255 quilômetros da capital Belo Horizonte, 180 quilômetros da cidade do Rio de Janeiro e 480 quilômetros da cidade de São Paulo.

Juiz de Fora é o município mais populoso da Zona da Mata. Possui alto grau de urbanização, residindo cerca de 99% da sua população na área urbana. As mulheres representam 52,4% da população, e os homens 47,6%.
Fonte: WIKIPEDIA
CONSIDERAÇÕES:
 Há historiadores que afirmam que o fundador da cidade foi ANTONIO DIAS TOSTES. Outros atribuem a ele a co-fundação com HENRIQUE HALFELD. Por ser uma cidade pluralista, não só o Juiz era de fora, há por aqui um percentual bastanta elevado de pessoas que vieram de fora, essa tese não se tornou relevante. Não há preocupação com quem foi o fundador e sim, com a existência de Juiz de Fora. Se Juiz de Fora existe, a criação não tem importãcia.

domingo, 30 de maio de 2010

Futebol

Futebol Mineiro
Guarani, equipe de melhor campanha no Módulo II de 2010, fica com o título de campeão, com a vitória sobre o Mamoré na manhã deste domingo, 30/05, no Estádio Waldemar Teixeira de Faria, em Divinópolis, por 3×0.

O Mamoré havia vencido a primeira partida em Patos de Minas por 2×1.

Série D
O Uberaba será, ao lado do Tupi, o representante mineiro na Série D do Brasileiro. Uma semana depois de a CBF divulgar a tabela da competição, com início previsto para 18 de julho, a desistência do Democrata-GV, que estava na chave A7, abriu espaço para o Uberaba, que chegou às quartas de final do mineiro, eliminado pelo Cruzeiro.

A substituição não modifica os adversários do clube do Triângulo que, na primeira fase, enfrentará o América-RJ, clube dirigido pelo Romário e será o adversário na estreia, dia 18, no Uberabão; o Camaçari-BA e um representante do Espírito Santo (Vitória ou Rio Branco, que decidem o Campeonato Capixaba 2010).
Futebol Paraense
Águia supera Papão e fica perto de encerrar tabu de 102 anos.

O Águia está muito próximo de escrever seu nome na história do futebol do Pará. O time de Marabá recebeu o Paysandu e venceu, por 1 a 0, neste domingo, no Estádio Zinho Oliveira, em Marabá, pelo primeiro jogo da grande decisão do Campeonato Paraense. O gol da vitória foi anotado pelo atacante Jales, aos 44 minutos do segundo tempo.

Com o resultado, o Águia depende apenas de um empate para ficar com o título inédito, no próximo domingo, às 16 horas, no Estádio Mangueirão, em Belém. O Papão, por sua vez, terá de vencer por dois gols de diferença. Se vencer por apenas um gols, a disputa vai aos pênaltis.

Fim de uma "era"
O time do Interior tenta acabar com uma hegemonia que já dura 102 anos. Nunca em toda história do Parazão, um clube fora de Belém levantou a taça de campeão estadual. Os maiores campeões do Estado são Paysandu com 43 e Remo, com 42 conquistas.

Logo em seguida aparece a Tuna Luso, eliminada na fase preliminar, com 10 títulos, sendo o último em 1988.

Por fim, o outro time que já levantou o título estadual foi a União Sportiva, que levou as duas primeiras edições, em 1908 e 1910. A melhor campanha do Águia aconteceu em 2008, quando perdeu a decisão para o Remo. Em 2009, o campeão foi o Papão.

Cristo Redentor

Estátua do Cristo Redentor causa polêmica no interior de SP
Réplica terá maior altura que a estátua do Rio de Janeiro.
Obra de R$ 4 milhões divide moradores de Sertãozinho.
 
Na cidade de Sertãozinho, a 333 km de São Paulo, uma obra milionária está dando o que falar entre os moradores. A cidade está construindo uma estátua do Cristo Redentor que vai ser maior do que a que fica no Rio de Janeiro. A obra, que vai custar no total R$ 4 milhões, está parada por falta de dinheiro.
 
Parte do monumento já aparece entre as arvores. Por enquanto, é só um pedestal de concreto. Mas ao lado já há uma amostra do Cristo, que será o maior destaque na paisagem da cidade.

A estátua esta pronta para ser erguida. Ela tem 18 metros de altura e ficará sobre uma base de 39 metros. Ao todo, terá 57 metros – a do Rio de Janeiro tem no total 38 metros – oito de base e 30 da estátua.

O Cristo não é a única semelhança da cidade com o Rio de Janeiro. O município também ousou ao construir uma praia. A água não tem ondas e nem é salgada. Mas a areia é de verdade, levada do litoral do estado.
Fonte: G1

Ferrovia Centro-Atlântica (FCA)


Depois de desativar por três anos a linha tronco da antiga Rede Ferroviária Federal S/A (RFFSA), que liga os portos do Rio de Janeiro e Vitória, passando por Campos, a Ferrovia Centro Atlântica (FCA) vai ser reativada no próximo mês, junho de 2010. A reativação da ferrovia se dará em função das demandas por cargas para a indústria da construção civil. O trem vai transportar cimento, granito e areia entre Cachoeiro do Itaperimim, no Espírito Santo, e Campos, Macaé e a cidade do Rio de Janeiro. A FCA já iniciou a contratação de pessoal, inclusive maquinistas desempregados desde maio de 2007, quando a empresa decidiu paralisar a operação dos trens na antiga linha e demitiu em massa dezenas de ferroviários.

As antigas oficinas de vagões e de locomotivas de Macaé e de Campos vão sediar terminais de cargas e funcionarão como armazéns de cimento e embarcadouros de areia. O cimento e o granito vão ter origem em Cachoeiro do Itapemirim, com três destinos distintos: as estações de Campos, Macaé e Venda das Pedras, no município de Tanguá, próximo de Itaboraí, já na Região Metropolitana do Grande Rio.

Pedras de Cachoeiro para Campos, de onde sairá areia
O trem cargueiro vai transportar pedras (britas), blocos de granito e cimento capixaba, da região de Cobiça Leopoldina para atender as demandas das obras no Norte Fluminense e na cidade do Rio de Janeiro. Os trens vão transportar grandes quantidades de pedras, cimento e areia para a reforma e ampliação dos complexos esportivos do Panamericano que vão sediar competições durante a Copa do Mundo, em 2014, e os Jogos Olímpicos em 2016, todas no Rio de Janeiro.

Os trens também vão transportar materiais para a construção do Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro (Comperj), entre os municípios de São Gonçalo e Itaboraí, na região do Grande Rio. Nos terminais de cargas em Campos o trem deixará cargas de cimento e pegará carregamentos de areia extraída no Rio Paraíba do Sul.

Trecho na região já recebeu reparos
A FCA já iniciou no município de Tanguá a construção de um desvio (pequeno trecho de ferrovia) para conduzir da ferrovia principal as cargas de cimento, pedra e areia, até um terminal de cargas que começa a ser construído para atender as obras do Comperj.

No momento equipes de ferroviários trabalham na recuperação da estrada de ferro. Trechos que estavam necessitando de poda de árvores, troca de dormentes e nivelamento da via entre Campos e Macaé já foram corrigidos. No momento a empresa realiza reparos no espaço Campos-Cachoeiro.

Para fazer o reparo no leito da linha, uma locomotiva e vagões tipo HAD (gôndolas) transitam na Linha Campos-Recreio (MG) para buscar pedras que são utilizadas no reparo no trecho da ferrovia.

A composição trafega entre Campos e a Pedreira Itereré em duas ou três viagens por mês para buscar brita. No retorno a Campos, a composição manobra no pátio da antiga Estação de Campos e segue na Linha Tronco Rio-Vitória, que está na fase final dos reparos.
Fonte: www.odiarionews.net (Campos dos Goytacazes-RJ)

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Padre Reginaldo Manzotti

Nascido em 25 de abril de 1970, o Padre Reginaldo Manzotti é natural de Paraíso do Norte, noroeste do estado do Paraná. Ele é o caçula dos seis filhos de uma família de ascendência italiana. Influenciado pela religiosidade de seus familiares, o pequeno Reginaldo Manzotti viu brotar o desejo de seguir a vida sacerdotal, tanto que aos 11 aos de idade ingressou no Seminário dos Freis Carmelitas na cidade de Graciosa (PR).

Concluiu seus estudos e graduou-se em Filosofia e Teologia. Aos 25 anos de idade, Reginaldo Manzotti foi ordenado padre em sua cidade natal. "Onde quer que eu esteja, levarei o seu nome e proclamarei em todos os lugares o seu Santo Escapulário", prometeu o padre ao ser ordenado.

Atuou em paróquias em Curitiba e Paranavaí, mas foram nos cinco anos atuando como pároco na Igreja São José Operário, em Pinhais (PR).

Em 2003, o sacerdote criou a Associação Evangelizar é Preciso, um movimento católico de ação evangelizadora, que hoje conta com milhares de associados de todo o Brasil. Neste mesmo ano foi nomeado Vigário Episcopal da Arquidiocese de Curitiba,tornando-se responsável por 55 paróquias.

Em 2005, o padre assumiu a Paróquia Nossa Senhora do Guadalupe, em Curitiba-PR e é diretor da Rádio Evangelizar AM 1060 (Fundação Champagnat), de Curitiba, e apresenta todos os dias programas de rádio e televisão que são retransmitidos para todo o país. Na internet, o padre conversa diariamente com os internautas em seu Blog, perfis do Orkut e Twitter, além de possuir um canal de vídeos no Youtube. Seu portal na internet recebe 400 mil acessos mensalmente.

É autor de quatro livros de orações, lançou o oito CDs, sendo três discos de ouro, e um DVD ao vivo.
Fonte: http://www.padrereginaldomanzotti.org.br/

Obs: O Padre Reginaldo Manzotti está presente na programação da Rádio Cultura de Santos Dumont-MG:
10h - Experiência de Deus, com o Padre Reginaldo Mazzotti, (segunda/sexta), sábado, de 10:00h às 12:00h.

Futebol

Copa da África
A Seleção Brasileira realizará uma partida amistosa contra Zimbábue na próxima quarta-feira, às 15h30 do horário local, ou seja, às 10h30 do horário de Brasília-DF.

O último amistoso do Brasil será dia 7 de junho, contra a seleção da Tanzânia, antes de estrear no torneio, no dia 15, diante da Coréia do Norte.

Módulo 2 - final
Guarani (Divinópolis) x Mamoré (Patos de Minas)
Domingo - 30/05
Estádio Waldemar Teixeira de Faria (Farião) - 10h30min
A: Cleisson Veloso Pereira (CBF/FMF)
A1: Helbert Costa Andrade (CBF/FMF)
A2: Guilherme Dias Camilo (CBF/FMF)
04ºA: Célio Taylor de Freitas (Liga Local)

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Literatura

Jornalista lança livro sobre a demissão de João Saldanha da seleção brasileira

O livro Quem Derrubou João Saldanha, do jornalista carioca Carlos Ferreira Vilarinho, será lançado no dia 08/06 pela Editora LivrosdeFutebol.Com. O roteiro do livro gira em torno da demissão do técnico da seleção brasileira de futebol João Saldanha, que treinou o time canarinho nas eliminatórias da Copa de 1970.

O livro mostra o engajamento de Saldanha com a política, os anos de militância contra a ditadura militar e os obstáculos que teve que enfrentar para atuar como jornalista e, depois, como técnico da seleção. Quem Derrubou João Saldanha tem prefácio de Márcio Guedes e apresentação de Ivan Cavalcanti Proença.

A obra é o primeiro livro de Vilarinho, que é bacharel em Jornalismo e Direito. Ele já atuou na assessoria de imprensa do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro. Atualmente, publica textos sobre história do futebol brasileiro.

O lançamento do livro será às 19h30, na Livraria Travessa de Ipanema, que fica na rua Visconde de Pirajá, 572, no Rio de Janeiro.
Fonte: Comunique-se

Lenda...

Conta à lenda que, quando Deus liberou o conhecimento sobre como contabilizar receitas e despesas para os homens determinou que aquele "saber" ficaria restrito a um grupo muito selecionado de sábios. Mas, neste pequeno grupo, onde todos se achavam "semideuses", alguém traiu as determinações divinas...

Aí aconteceu o pior!!!!!!........
Deus, bravo com a traição, resolveu fazer valer alguns mandamentos:
01º - Não terás vida pessoal, familiar ou sentimental.
02º - Não verás teus filhos crescer.
03º - Não terás feriado, fins de semana ou qualquer outro tipo de folga.
04º - Terás gastrite, se tiveres sorte. Se for como os demais terás úlcera.
05º - A pressa será teu único amigo e as suas refeições principais serão os lanches, as pizzas e o china in box.
06º - Teus cabelos ficarão brancos antes do tempo, isso se te sobrarem cabelos.
07º - Tua sanidade mental será posta em cheque antes que completes 5 anos de trabalho;
08º - Dormir será considerado período de folga, logo, não dormirás.
09º - Trabalho será teu assunto preferido, talvez o único.
10º - As pessoas serão divididas em 2 tipos: as que entendem de contabilidade e as que não entendem. E o pior.... acharás graça nisso.
11º - A máquina de café será a tua melhor colega de trabalho, porém, a cafeína não te farás mais efeito.
12º - Happy Hours serão excelentes oportunidades de ter algum tipo de contato com outras pessoas loucas como você.
13º - Terás sonhos, com cronograma, e não raro, resolverás problemas de trabalho neste período de sono.
14º - Exibirás olheiras como troféu de guerra.
15º - E, o pior........ inexplicavelmente gostarás de tudo isso...
Colaboração: Joseh Roberto de Miranda

quarta-feira, 26 de maio de 2010

A lista pode ser maior....

01. Saqueia cargas de veículos acidentados nas estradas.
02. Estaciona nas calçadas, muitas vezes debaixo de placas proibitivas.
03. Suborna ou tenta subornar quando é pego cometendo infração.
04. Troca voto por qualquer coisa: areia, cimento, tijolo, dentadura.
05. Fala no celular enquanto dirige.
06. Trafega pela direita nos acostamentos num congestionamento.
07. Para em filas duplas, triplas em frente às escolas.
08. Viola a lei do silêncio.
09. Dirige após consumir bebida alcoólica.
10. Fura filas nos bancos, utilizando-se das mais esfarrapadas desculpas.
11. Espalha mesas, churrasqueira nas calçadas.
12. Pega atestados médicos sem estar doente, só para faltar ao trabalho.
13. Faz " gato " de luz, de água e de tv a cabo.
14. Registra imóveis no cartório num valor abaixo do comprado, muitas vezes irrisórios, só para pagar menos impostos.
15. Compra recibo para abater na declaração do imposto de renda para pagar menos imposto.
16. Muda a cor da pele para ingressar na universidade através do sistema de cotas.
17. Quando viaja a serviço pela empresa, se o almoço custou 10 pede nota fiscal de 20.
18. Comercializa objetos doados nessas campanhas de catástrofes.
19. Estaciona em vagas exclusivas para deficientes.
20. Adultera o velocímetro do carro para vendê-lo como se fosse pouco rodado.
21. Compra produtos pirata com a plena consciência de que são pirata.
22. Substitui o catalisador do carro por um que só tem a casca.
23. Diminui a idade do filho para que este passe por baixo da roleta do ônibus, sem pagar passagem.
24. Emplaca o carro fora do seu domicílio para pagar menos IPVA.
25. Freqüenta os caça-níqueis e faz uma fezinha no jogo de bicho.
26. Leva das empresas onde trabalha, pequenos objetos como clipes, envelopes, canetas, lápis.... como se isso não fosse roubo.
27. Comercializa os vales-transporte e vales-refeição que recebe das empresas onde trabalha.
28. Falsifica tudo, tudo mesmo... só não falsifica aquilo que ainda não foi inventado.
29. Quando volta do exterior, nunca diz a verdade quando o fiscal aduaneiro pergunta o que traz na bagagem.
30. Quando encontra algum objeto perdido, na maioria das vezes não devolve.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Viaduto Márcio Rocha Martins

Motoristas ainda sofrem com perigos do Viaduto das Almas, apesar do novo (foto) está concluído
Nem todo aniversário deve ser comemorado. A construção do novo Viaduto das Almas, iniciada em novembro de 2006 e prevista para ter sido concluída em agosto de 2008, completou três anos e meio este mês. E a obra da variante que o ligará ao km 592 da BR-040, em Itabirito, na Região Central de Minas Gerais, soprará a primeira vela em junho. As duas datas expressam bem a ineficiência do governo federal diante das armadilhas da malha viária do país e mostram o quanto os motoristas e passageiros dos cerca de 15 mil veículos que cruzam o macabro elevado diariamente estão reféns da sorte. O perigo aumenta nos feriados prolongados, quando há o aumento da frota que atravessa a ponte.

Por isso, na próxima quinta-feira, quando começa o feriado prolongado de Corpus Christi, motoristas e passageiros que forem atravessar o Vila Rica, nome oficial do Viaduto das Almas, deve redobrar a atenção. Quem passar pelo local verá que o novo elevado está pronto, mas a desejada variante que lhe dará vida ainda é ocupada por operários, tratores e escavadeiras. O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) adiou a inauguração da ponte por seis vezes: de agosto de 2008 para novembro do mesmo ano, para abril de 2009, para dezembro do ano passado, para março de 2010, para este mês e, há poucas semanas, para o fim de junho.

A última mudança ocorreu em razão de um desmoronamento. A terra de uma das montanhas rasgadas pela variante cedeu e jogou toneladas de rochas na pista. Parte do novo asfalto afundou. O Dnit atribuiu o deslizamento ao lençol d’água que corre por baixo da montanha.

O novo viaduto é uma reivindicação antiga de moradores da região, pois suas dimensões são muito mais seguras do que as do atual. O futuro pontilhão terá 460 metros de cumprimento por 21 de largura, mas o grande diferencial é sua construção em linha reta. Já o antigo, de 262 metros de extensão por apenas 9 de largura, apresenta um designer em curva.

A futura ponte será batizada de Viaduto Márcio Rocha Martins (1938/2006), homenagem a um engenheiro mineiro. O apelido Viaduto das Almas não se deve a quantidade de mortos no local. Inaugurado em fevereiro de 1957, a ponte foi batizada assim em alusão ao Córrego das Almas, que corre abaixo do pontilhão. Em 1974, porém, o governo decidiu mudar a certidão de nascimento do elevado para Vila Rica, homenagem ao primeiro nome de Ouro Preto.
Fonte: Portal UAI

Literatura

Câmara edita livro sobre o herói nacional Sepé Tiaraju
Organizado pela 1ª Vice-Presidência e publicado pela Edições Câmara, o livro "Sepé Tiaraju: herói guarani, missioneiro, rio-grandense e, agora, herói brasileiro" resgata a história do índio missioneiro que liderou a resistência dos guarani contra a implantação do Tratado de Madri, em 1750.

A Câmara lança nesta quarta-feira (19) o livro "Sepé Tiaraju: herói guarani, missioneiro, rio-grandense e, agora, herói brasileiro", organizado pela 1ª Vice-Presidência e publicado pela Edições Câmara. O lançamento será às 9h30, no Salão Nobre.

Em setembro do ano passado, o vice-presidente da República, José Alencar, sancionou a Lei 12.032, que inscreveu o nome de Sepé Tiaraju no Livro dos Heróis da Pátria. A Lei teve origem no projeto de lei 5516/05, de autoria do 1º vice-presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS).

O deputado defendeu que Sepé Tiaraju foi um herói ao liderar a resistência dos índios guaranis contra a implementação do Tratado de Madri, em 1750. O deputado ressaltou que o tratado era altamente prejudicial aos índios por obrigá-los a abandonar suas casas e bens.

Sepé Tiaraju
Nascido em um dos aldeamentos jesuíticos dos Sete Povos das Missões, foi batizado com o nome de Joseph. Por ser um bom combatente e estrategista, ficou conhecido como Sepé, "facho de luz", em tupi-guarani. Tornou-se líder das milícias indígenas que atuaram contra as tropas luso-brasileiras e espanholas na chamada Guerra Guaranítica.

Sepé Tiaraju era corregedor da Redução Jesuítica de São Miguel, eleito pelos índios guaranis, quando da assinatura do Tratado de Madri, em 1750, pelo qual os reis de Portugal e Espanha trocavam os Sete Povos das Missões pela Colônia do Sacramento. O Tratado obrigava cerca de 50 mil índios cristãos a abandonarem a terra de seus ancestrais, onde haviam construídos igrejas e fazendas e exerciam a agricultura e a pecuária. Insurgindo-se contra a medida, Sepé liderou a resistência dos índios guarani.

Morreu em 07 de fevereiro de 1756, enfrentando tropas portuguesas e espanholas no local chamado Batovi, hoje cidade de São Gabriel. Três dias depois, 1.500 índios foram trucidados na batalha do Caiboaté.

Livro dos Heróis Nacionais
O nome de Sepé Tiaraju é a 11ª inscrição no Livro dos Heróis Nacionais. A inscrição marcou a passagem dos 250 anos da morte do índio missioneiro. Desde novembro de 2005, Sepé Tiaraju já constava como herói guarani declarado pela Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul.
Colaboração: Denilson Lopes

O Jornalista e o diploma

Entidade pede o fim do registro de jornalista no Ministério do Trabalho
A Associação Brasileira dos Jornalistas (ABJ) protocolou nesta segunda-feira (24/05) uma representação no Ministério Público Federal solicitando o fim do registro de jornalista no Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) é contra.

O presidente da ABJ, Antônio Vieira, informou que o acórdão da decisão do Supremo Tribunal Federal, que decidiu pela não obrigatoriedade do diploma para jornalistas, transforma a exigência de registro inconstitucional e discriminatória. Desde o começo do ano, o ministério tem concedido registro a profissionais sem diploma, mas os classifica como “Decisão STF”.

“Lutamos durante dez anos para ter essa liberdade de exercício profissional. O registro do MTE vai contra a liberdade, é do tempo da ditadura, queremos acabar com ele por causa disso”, analisa Vieira.

A Fenaj se opõe ao término da emissão do registro profissional para jornalistas. Para o presidente da entidade, Sérgio Murillo de Andrade, sem o registro, os profissionais de jornalismo vão perder em capacitação e terão os salários reduzidos.

“O registro foi a única coisa que nos sobrou. Se tirarem o registro é melhor acabar com a profissão de jornalista”, disse Andrade.
Fonte: Comunique-se

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Elimar Cerqueira (Anapolina)

Abril de 1980
Chega ao Serrano mais um atleta em busca de um lugar no elenco profissional. Seu nome é Elimar. Depois de passar por vários testes, é aprovado por Pinheiro. O treinador gosta da versatilidade do jogador, mas não consegue decorar seu nome. A solução encontrada é chamá-lo de Anapolina, o clube goiano de onde Elimar saíra. Era batizado no estádio Atílio Marotti o anti-herói que marcaria seu nome na história do futebol, não por sua técnica e habilidade, mas por tirar de seu clube de coração (Flamengo) a chance de conquistar o inédito tetracampeonato estadual.

A trajetória de Anapolina começa em Cotegipe, distrito de Matias Barbosa (MG). Elimar é o caçula dos quatro filhos de dona Mulata, e o único homem. Ganha do pai o primeiro par de chuteiras aos oito anos de idade. Desde então, vive brigas homéricas com a mãe, que não consegue tirá-lo dos campos de várzea nem mesmo para o almoço e a janta. Elimar continua jogando bola em Matias Barbosa e decide se tornar jogador profissional. Os primeiros passos seriam dados no Sport, de Juiz de Fora.

A sorte do menino Elimar começa a mudar numa pelada. Por acaso, um dirigente do Botafogo passava pela fazenda onde acontecia o jogo e começa a assisti-la. Encantado com a voluntariedade do menino, decide levá-lo para treinar nos juniores do alvinegro. Feito o convite no domingo, Elimar chegaria ao Botafogo numa terça-feira.

Em seu primeiro treino pelo alvinegro, o jovem de Cotegipe parece intimidado. Depois do coletivo, Sebastião Leônidas (o técnico dos juniores do Botafogo) pergunta ao responsável pela descoberta de Elimar: "
-Onde foi que você arrumou isso?!"

Elimar ouviu, e passou dias remoendo aquelas palavras. Treinando em período integral e sem folgas, ganhou a confiança do treinador e foi procurado por um empresário. Empolgado com as promessas de que ganharia Cr$ 7 mil por mês (uma fortuna naqueles dias), assinou o contrato sem lê-lo. Dias depois, quando passaria a profissional, descobriu que o contrato que assinara daria ao empresário direitos absurdos, como metade do valor de seus salários e 30% de suas luvas.

Depois do golpe, Elimar queria desistir do futebol. Antes de deixar o Botafogo, foi procurado por um empresário do futebol goiano, que oferecia (os mesmos) salários de Cr$ 7 mil para que ele jogasse no Rio Verde. E o jogador seguiu escondido para o centro-oeste sem que o "empresário" soubesse.

Do Rio Verde, Elimar saiu e rodou por outros clubes, destacando-se o União de Rondonópolis (MT), e o Anapolina, clube que depois lhe emprestaria o nome. A aventura na região acaba em abril de 1980, quando ele vem para Petrópolis ao encontro de uma namorada. E essa mesma menina que tem a idéia de levá-lo para o Serrano.

Aprovado por Pinheiro, Elimar (a partir de agora, Anapolina) estréia num amistoso contra o Goytacaz. Sua atuação é apagada, mas o Serrano vence por um a zero. Aquela seria a primeira das trinta e cinco partidas que Anapolina disputaria com a camisa do Serrano. E nestes jogos, ele atuou nas mais distintas posições: ponta-esquerda, centroavante, ponta-de-lança, cabeça-de-área, ponta-direita... Um autêntico curinga. E os gols foram poucos: três. Dois em amistosos (seleção do Qatar e Bangu) e apenas um em partidas oficiais. E contra quem?

Contra o Flamengo. O time vinha de um tricampeonato (78, 79 e 79 especial), era o atual campeão brasileiro e tinha Zico, Titã, Adílio, Leandro, Júnior... Vários craques, uma equipe de técnica refinada e futebol incontestável. Depois de perder o primeiro turno para o Fluminense, o time precisava conquistar o segundo turno. E para chegar à final, seria necessário vencer em Petrópolis. O Serrano já estava sob o comando de Luiz Carlos Quintanilha, ex-técnico do América. Naquele campeonato, o Serrano já havia conseguido vencer Botafogo, América, Bangu, e tinha vendido caro as derrotas para Fluminense e Vasco.

O time tinha no gol uma promessa: Acácio, revelado pelo Rio Branco de Campos (e, que futuramente, disputaria a Copa de 1990 pela seleção Brasileira). Uma defesa forte, onde se destacava o lateral-direito Paulo Verdun (que jogaria mais tarde pelo Botafogo). No meio-campo, Israel (vice-campeão brasileiro pelo Bangu em 85), Moreno e Wellington, o responsável pela histórica vitória sobre o Vasco em 79. No ataque, craques como Gilberto, Luiz Carlos, Átila é o ponta-esquerda Bernardo. Este, o principal jogador da equipe no primeiro turno, foi vendido para o Murcia da Espanha.

Com a saída de Bernardo, Oswaldo seria o titular da ponta-esquerda. Mas Anapolina, a terceira opção para a posição, mostrou mais disposição nos treinos e foi escalado para enfrentar o Flamengo. O técnico Luiz Carlos Quintanilha decidiu tirar Átila, que entraria na ponta-direita, e colocar o lateral Humberto com a incumbência de marcar Júnior, o ponto de partida das jogadas do Flamengo. Era o primeiro passo para que a zebra se concretizasse.

E no dia 19 de novembro de 80, uma quarta-feira, "São Pedro" se encarregou do resto. Com a chuva torrencial que caiu à tarde, o gramado estava impraticável à noite. O grande prejudicado seria o Flamengo, time de maior toque de bola. E a torcida também fez a sua parte. Foram colocados à venda quinze mil ingressos. Seis deles foram inutilizados, e os 14.994 restantes foram comprados, num recorde que permanece até os dias atuais.

Aloísio Felisberto da Silva trilaria o apito pouco depois das nove da noite. E a zebra que seria testemunhada por quase quinze mil pessoas estava só começando. Rapidamente, o Serrano começou a imprimir seu ritmo, tendo as primeiras chances de gol. Aos dezenove minutos de jogo, Anapolina toma a bola de Zico no meio-campo e passa a bola para Humberto. O lateral dá a bola ao centroavante Luiz Carlos. O atacante tenta o chute para o gol; a bola resvala em Júnior e tira os zagueiros do Flamengo do lance e Anapolina bate para o gol, sem chances para Raul Plassman.

A torcida explode sem acreditar no que vê. A festa toma conta dos torcedores. Eles estão não só nas arquibancadas, mas também no morro, atrás do placar, nas casas vizinhas ao Estádio Atílio Maroti. E a festa continua até o final da partida, graças à atuação inesquecível de Acácio, que salvou o time nas poucas oportunidades que o Flamengo teve até o apito final. Anapolina escrevia seu nome na história. Mesmo sendo torcedor do Flamengo, fã de Dida e Paulo Henrique, era ele o responsável pelo fim do sonho do tetra rubro-negro.

Junto ao fracasso, vieram as gozações. O muro da Gávea amanheceu pichado com os dizeres: TETRANAPOLINA, misturando o sonho do título inédito com o nome do carrasco que acabara com a ilusão do tetra. O Vasco venceu o segundo turno e decidiu o título com o Fluminense. O tricolor levou a melhor, ganhando na final por um a zero, gol de Edinho numa cobrança de falta.

Depois do gol sobre o Flamengo, Anapolina fez apenas mais uma partida defendendo o Serrano: um empate contra o Americano, em Campos. O anti-herói não fez grande partida, sendo substituído por Ricardo Batata. Seria a sua última partida como profissional. Tinha apenas vinte e sete anos, e trocou os gramados por um bar no Alto da Serra. Pediu reversão de categoria e passou a jogar como amador. Primeiro defendeu o Petropolitano, mas por pressão dos fregueses de seu bar, passou a jogar no Internacional.

O final de seu casamento apressou a volta para seu estado de origem: Minas Gerais. Apesar de nunca ter apertado um único parafuso, conseguiu emprego numa oficina mecânica em Juiz de Fora. Foi nessa mesma cidade que casou-se novamente, e defendeu o Tupynambás como amador. Após quinze anos como mecânico, decidiu voltar para Matias Barbosa, onde hoje transporta leite das fazendas da região para usinas de beneficiamento. E não se separou de seu amor maior: a bola. Todos os domingos, pela manhã, o velho Anapolina (chamado pelos amigos de Cerqueirinha, diminutivo de seu sobrenome) pode ser encontrado no campo do Matiense. Coincidentemente, vestindo camisa azul, a cor do Vets, o time de veteranos que defende.
Fonte: http://www.arquivodeclubes.com/

domingo, 23 de maio de 2010

Metrô-SP

Ao meio-dia de terça-feira, 25/05, entrará em operação o primeiro trecho da linha 4-Amarela do Metrô Paulistano. Com 4,9 km, a linha vai ligar as estações Paulista, na rua da Consolação, e Faria Lima, no largo da Batata, em Pinheiros.

Nos primeiros meses, as estações funcionarão fora do horário de pico, apenas entre 9h e 15h. O período reduzido é adotado para que sejam feitos os ajustes necessários quando o volume de passageiros é menor - o consórcio ViaQuatro, que vai operar o ramal, estima que nesse período cerca de mil pessoas utilizem as duas estações da linha 4. A previsão é de que o horário seja expandido para o padrão de toda a rede até setembro.

Há oito anos, São Paulo não tinha uma nova linha de Metrô. As obras da linha 4 começaram em abril de 2004. A previsão inicial era de que a primeira fase ficasse pronta até 2008. Mas problemas com desapropriações de imóveis e o desmoronamento da estação Pinheiros - em janeiro de 2007, matando sete pessoas - atrasaram as inaugurações.

Após Paulista e Faria Lima, a previsão é de que duas novas estações sejam abertas até novembro: Butantã e Pinheiros. Entre as duas, os trens do Metrô passarão 15 metros abaixo do leito do rio Pinheiros. Até abril de 2011, o governo paulista promete também entregar as estações República e Luz. Por essas seis estações, deverão passar diariamente 700 mil passageiros por dia. Numa segunda etapa, prevista para 2012, haverá ainda as estações Vila Sônia, São Paulo-Morumbi, Fradique Coutinho, Oscar Freire e Mackenzie-Higienópolis.

Raul Gil

Apresentador deixa a Bandeirantes
O apresentador da TV Bandeirantes, Raul Gil, deixa a emissora do Morumbi e ascerta com o SBT. Raul já gravou o último programa na Band. No mercado ja se sabe que o veterano apresentador de programas de calouros vai se transferir para o SBT, não se sabe se antes ou depois da Copa do Mundo. O apresentador e o SBT fecharam contrato e ele deve entrar na programação de sábado na emissora de Silvio Santos.

Raul Gil e o SBT irão dividir meio a meio os custos da produção e os lucros obtidos com publicidade. O programa de Raul Gil deve entrar no lugar de Netinho de Paula, que foi se dedicar à sua candidatura ao Senado.

Quem viabilizou a ida de Raul Gil para o SBT foi o cabeleireiro Jassa, responsável pelos penteados dos dois apresentadores e amigo pessoal de Silvio Santos.

O diretor do Programa de Raul Gil, seu filho Raul Gil Júnior, também continuará no comando da atração.

A direção do SBT já planeja a ida de Raul Gil aos programas de Hebe Camargo, de quem é amigo, e de Marília Gabriela, como forma de veicular sua imagem à nova emissora.

A saída de Raul da Band foi motivada por sua desavença pessoal com o diretor artístico da emissora, Hélio Vargas, de quem é desafeto desde os tempos em que os dois trabalhavam na Record e executivo o tirou do ar com o argumento de rejuvenescer os sábados da emissora, com a criação de O Melhor do Brasil.

Recentemente, Raul Gil causou polêmica ao aposentar os jurados José Messias e Marly Marley, usando o mesmo argumento: de que os dois estavam com idade avançada para as funções.

Aos 72 anos, (São Paulo-SP, 28 de janeiro de 1938), Raul Gil trabalhou em quase todas os canais, exceto na tv Globo.

Literatura


"Um Expresso Chamado Vitória", livro que conta a trajetória do time vascaíno das décadas de 1940 e 1950, será lançado dia 31 de maio de 2010.

Santiago, 1948. Um dos maiores triunfos do futebol brasileiro. Rio de Janeiro, 2010. Escritores lançam "Um Expresso Chamado Vitória". Mas qual a relação dos fatos? 62 anos depois da até então inédita conquista, os cariocas Alexandre Mesquita e Jefferson Almeida contam a trajetória do fabuloso time do Vasco da Gama que conquistou inúmeros troféus e teve como ápice o título de campeão sul-americano, no Chile. Editado pela iVentura, o livro será lançado em 31 de maio de 2010, na Associação Brasileira de Imprensa (ABI).

A obra descreve o caminho do time vascaíno, que ficou conhecido como "Expresso da Vitória", desde sua pré-história, ainda em 1942. Também fala como os craques foram parar em São Januário e como esta equipe fabulosa se formou. E, a partir daí, aprofunda-se ano a ano, jogo a jogo, campeonato a campeonato, conquista a conquista, a partir de 1944, temporada em que os primeiros títulos vieram. Aliás, relembrar torneios, quase sempre esquecidos na hora de se fazer a estatística de conquistas dos clubes, é fundamental para ratificar a verdade dos fatos.

Mas o que sabemos sobre esse time? Que ele foi campeão carioca invicto em 1945, 1947 e 1949? Que foi base da seleção vice-campeã mundial na Copa em 1950? Que foi o primeiro campeão do Maracanã deste mesmo ano? Tudo isso é verdade, mas também é muito pouco para quem foi o melhor time que a cidade do Rio de Janeiro já viu nascer. Para muitos jornalistas especializados e pesquisadores do tema, um conjunto só superado no Brasil pelo Santos na Era Pelé. Definitivamente, não é pouco.
Fonte: netvasco

Ferrovia Príncipe do Grão-Pará

Projeto prevê reativação de via férrea histórica para Petrópolis
Rio de Janeiro e Petrópolis estão próximos de resgatar uma das malhas ferroviárias mais lendárias e bucólicas do Brasil: a Ferrovia Príncipe do Grão-Pará, a primeira do país, que será revitalizada ainda em prazo a ser definido. Interesse não falta. Inaugurada em 19 de fevereiro de 1883, a via férrea que liga a Vila Inhomirim, em Magé, à Rua Tereza, em Petrópolis, está desativada desde 1964, privando adeptos do trem de um dos visuais mais bonitos entre a cidade e a serra.

A reinstalação se dará graças ao projeto de lei nº 2736/2009, do deputado estadual João Pedro Figueira (DEM-RJ). O texto foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa como de relevante interesse turístico e econômico para o Rio. O custo estimado é de R$ 62 milhões.

– É um dos mais belos passeios turísticos do Brasil. Com a Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016, a região receberá mais 600 mil turistas por ano, com empregos diretos para 2 mil pessoas – entusiasma-se João Pedro, presidente da Comissão de Turismo da Alerj.

A Secretaria Estadual de Transportes, que adquiriu 30 novas composições na China por US$ 9 milhões (R$ 162 milhões), é favorável à revitalização da ferrovia. Mas avisa ser inviável ceder novos trens para o trajeto.

– A prioridade é o transporte de trabalhadores, mas podemos ajudar com mão-de-obra especializada como fizemos em Macaé e Angra dos Reis – disse o secretário estadual de Transportes, Sebastião Rodrigues.

Duas etapas
A extensão de toda ferrovia é de 55 quilômetros, sendo 49 da antiga Estrada de Ferro Mauá, que vai da Leopoldina à Vila Inhomirim – e que precisa ser recuperada – mais os seis do plano inclinado da Serra da Estrela até Petrópolis, que não tem sequer trilhos.

– O prefeito de Petrópolis é do PT, partido do Lula. O BNDES e os ministérios dos Transportes e do Turismo vão querer investir no projeto – entende João Pedro.

O prefeito de Petrópolis, Paulo Mustrangi, afirma que o município não tem como bancar o projeto.

– Precisamos de ajuda dos governos estadual e federal. Já tivemos contato com o Ministério do Turismo, que pediu a reavaliação do orçamento – disse Mustrangi.

Nos sites Manifesto Livre e Tudo é Turismo, abaixo-assinados virtuais com mais de mil adesões à revitalização da ferrovia foram encaminhados ao Gabinete Civil da Presidência da República, pleiteando a inclusão do projeto no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Os documentos relatam que, na década de 50, a malha ferroviária do Rio era de 3.800 quilômetros. Em 2003, restavam 1.250, ou seja, perda de 60% em trilhos.

Engenheiro aprova, mas pede cuidados na execução
Ex-diretor do Metrô do Rio, ex-presidente do Departamento de Estradas de Rodagem (DER) e um dos autores do plano ferroviário da cidade de São Paulo, o especialista em engenharia de transportes Fernando MacDowell, adverte sobre os riscos de se manter a malha ferroviária da Ferrovia Príncipe do Grão-Pará, que está desativada há 46 anos.

MacDowell argumenta que, para o empreendimento ser bem sucedido, evitando por em risco a integridade física de seus futuros usuários, será necessária uma avaliação criteriosa de toda a malha, que começa na Estação Leopoldina, no Centro.

– Dificilmente esses 49 quilômetros de malha ferroviária até o pé da serra vão estar em bom estado. Tem que ser feito um estudo multidisciplinar das condições desse material. Sem contar a parte da serra. Antes de serem instalados os trilhos, é obrigatório checar as condições do terreno – alerta o especialista.

Segundo MacDowell, os dormentes de toda essa malha ferroviária têm que estar alinhados, e os trilhos e fixadores, aparelhos que fazem as mudanças de via, precisam ser novos.

Por tudo isso, o especialista em transporte não acredita que o orçamento estimado para a reativação da Ferrovia Príncipe do Grão-Pará ficará em R$ 62 milhões.

– Acho que não, porque cada quilômetro de malha ferroviária teria de custar em torno de apenas R$ 1 milhão. Acho muito barato – estima. – Muito material teria que ser reaproveitado para ficar só nesse valor, e isso comprometeria o empreendimento na obra.

MacDowell, no entanto, é a favor da revitalização da ferrovia, por considerá-la um patrimônio histórico do país.

– O brasileiro é doido por andar de trem, ainda mais num trajeto bucólico e deslumbrante como aquele pela serra acima – admite ele. – É o tipo do cenário em que valeria até à pena, ao invés de um trem ou uma cremalheira, colocar uma locomotiva daquelas antigas, tipo maria-fumaça, para fazer o trajeto.

Memória JB - Ferrovia democrática
A Ferrovia Príncipe do Grão-Pará transportou desde a nobreza até a plebe. Na viagem inaugural, em 19 de fevereiro de 1883, entre os ilustres passageiros estavam D.Pedro II, imperador do Brasil, e o barão do Rio Branco. Anos depois, um garoto de 17 anos subia a serra de trem para jogar futebol: Garrincha, futuro craque, que morava em Pau Grande, próximo à estação da Vila Inhomirim.

Ele era juvenil do time da Companhia Têxtil América Fabril, onde trabalhava e disputava campeonatos contra o Petropolitano, Serrano e Cascatinha, de Petrópolis. Até Alberto Santos Dumont, o Pai da Aviação, fixou residência em Petrópolis, conhecida até hoje como "a casa encantada". Machado de Assis, Rui Barbosa, Oswaldo Cruz e outras personalidades também subiram a serra via trilhos. Nos concursos de beleza, misses se hospedavam no tradicional Hotel Quitandinha. Por mais de 80 anos a Estrada de Ferro deleitou os passageiros. Até que, em 5 de novembro de 1964, foi considerada economicamente inviável e desativada.
Fonte: http://www.jb.com.br/
Colaboração: Angeline Coimbra e Paulo Clarindo

sábado, 22 de maio de 2010

A MAIORIA ESTÁ COM O DUNGA

Carlos Roberto Sodré*
Ter a maioria. È sempre um bom negocio? Tenho andado por aí, hoje mais do que antes. O que ouço da torcida brasileira são palavras de confiança. Mas uma onda de desconfiança ronda a cabeça de muitos. Quero reiterar, Dunga que sempre estive do seu lado. Na alegria, na tristeza, em casa ou fora eu sempre disse que você tinha crédito comigo.

Depois que assisti às aulas, de filosofia e sociologia, com a professora Maria do Carmo Mello, na Faculdade Governador Ozanam Coelho, aprendi que nem sempre a maioria tem razão. E é aí que o título de minha crônica cai um pouco em contradição, mas tudo bem.

Nas minhas andanças pelas ruas da cidade de Ubá, já observo a torcida canarinho, providenciando a tinta nas cores da Bandeira do Brasil para colorir ruas e sacadas de suas casas e prédio. Esse é o espírito do povo brasileiro, quando o assunto é futebol. Nós, todos nós temos que entender que a Seleção Brasileira de Futebol não vai ganhar sempre. Não tem de ganhar sempre. Esse pensamento de que quando o time ganha o técnico é um gênio, mas quando perde... Dunga foi muitas vezes contestado, mas o que dizer, hoje, da campanha que fez na copa América, por exemplo. Gostei de ver o treinador brasileiro dizer que o seu principal objetivo, no momento que assumiu o cargo, era fazer o atleta brasileiro sentir orgulho, emocionar-se em vestir a camisa do Brasil. Foi o que aconteceu com Gilberto Silva: chorou de lágrimas descerem pelo rosto. Chorou como criança, quando a bola cai no quintal de um vizinho... Aquele com cara de poucos amigos.

Ouvi muitas vezes, e sei que você também ouviu que o Dunga não tinha experiência para dirigir a Seleção Brasileira de Futebol. Ora bolas, até quando vamos deixar a paixão decidir, ao invés da razão? Se fosse assim um professor recém formado nunca poderia lecionar em uma sala de aula; um motorista que acabara de tirar sua CNH, carteira nacional de habilitação, não poderia pegar a estrada. Se o professor foi aprovado é porque teve aproveitamento suficiente; o mesmo acontece com o motorista: se saiu com a carteira nas mãos é porque o examinador sentiu confiança. Sempre tem que ter a primeira vez. Esta é a primeira vez de Dunga. Até aqui o seu aproveitamento é incontestável. Depois, se não ganhar a Copa do Mundo de futebol, alguns irão dizer: Ah, se tivesse levado o Adriano...

No mundial que começa no mês que vem na África do Sul, muitas são as seleções que também almejam o título. Quando se trata de futebol a discussão é longa. Só não podemos esquecer que mesmo durante a disputa do mundial o Brasil continuará tendo seus problemas. É gente roubando o país; crianças fora da escola; gente morrendo nos corredores de hospitais sem atendimento; desigualdades sociais nos quatro cantos do nosso país.

Portanto, quando a bola rolar, esqueçamos dos problemas, mas só durante os noventa minutos. Que o Brasil conquiste o hexa, mas se não der, preserve o Dunga cidadão!
*Carlos Roberto Sodré é Locutor Esportivo

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Futebol

Módulo 2

Mamoré x Guarani
Segunda-feira – 24/05 – 16h
Estádio Bernardo Rubinger Queiroz (Patos de Minas)
A: Renato Cardoso Conceição (CBF/FMF)
A1: Márcio Eustáquio Santiago (FIFA/MG)
A2: Janette Mara Arcanjo (CBF/FMF)
04ºA: Amílton Marques Moreira (Liga Local)

Série D
Representante do Rio Grande do Norte é confirmado

O Potiguar de Mossoró deve ser o representante do Rio Grande do Norte no Campeonato Brasileiro da Série D. Com a desistência do Coríntians, que detinha a vaga e a falta de interesse do Santa Cruz, o "Time Macho" garantiu que irá jogar.

O presidente do clube, Benjamim Machado, afirmou que a vaga é muito importante para o clube, mas ele garantiu que não será fácil conseguir reforços para disputar a competição.

O Potiguar está no Grupo A4, junto com Santa Cruz-PE, Confiança-SE e Murici-AL. Com a tabela divulgada pela CBF a estreia será contra o Confiança, no Estádio Lourival Baptista, em Aracaju, às 16 horas, dia 18 de julho.

Arena do Jacaré-Sete Lagoas-MG

Entorno da Arena do Jacaré (Estádio Joaquim Henrique Nogueira) ainda depende de obras

Provável casa do futebol mineiro no segundo semestre carece de ações da prefeitura
 
Desde a confirmação de Belo Horizonte como uma das sedes da Copa 2014 e, com a consequente reforma do Mineirão, prevista para começar em junho, além das obras de remodelação do Independência, já iniciadas, a Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, foi o estádio escolhido pelo Governo do Estado, em acordo com os clubes, para ser a casa do futebol mineiro nas competições estaduais, nacionais e até internacionais, durante a reformulação do Gigante da Pampulha.

As obras tiveram início em outubro do ano passado e estão próximas de serem concluídas. A arena ganhou contornos modernos, teve a capacidade ampliada e melhores instalações para o público, jogadores e imprensa. O gramado, inclusive, é considerado um dos melhores do país na atualidade.

Entretanto, o acordo previsto para a reforma prevê que as atividades do Estado se restringem ao interior do estádio, portanto, as adequações externas são de responsabilidade da prefeitura de Sete Lagoas. O que não vem acontecendo. De acordo com informações da Associação Amigos do Democrata (AAD), o entorno da Arena não tem recebido a atenção devida do governo municipal.

A inauguração do estádio, pertencente ao Democrata, estava prevista para março deste ano, porém, com os problemas ao redor do local, rodeado por lotes particulares que dificultam o acesso ao torcedor, entre outras falhas estruturais, passou para junho.

Contudo, as alterações necessárias ainda deixam a desejar e, ao que parece, os torcedores mineiros terão mesmo que conviver com essas deficiências durante as partidas, isso, se realmente ocorrerem. O Corpo de Bombeiros declarou que o estádio não será liberado para grandes públicos sem as melhorias na área externa da Arena.

O Governo de Minas, por meio do comitê especial para a Copa de 2014, está ciente da imobilidade do município de Sete Lagoas perante a situação e já cobrou providências ao prefeito Mário Márcio Campolina, conhecido como Maroca.

O projeto estabelece, para solucionar o problema, que deve haver amplos espaços à frente das bilheterias e portões, além de alamedas em todo o entorno do estádio, o que irá colaborar com a segurança do público.

O Executivo estadual liberou cerca de R$ 1 milhão para realização de obras no local, o que não foi suficiente para despertar as autoridades locais para a necessidade de intervenções.

Confira abaixo, algumas intervenções que ainda não foram executadas:
- Retirada de muros próximos às entradas das arquibancadas
- Criação do pátio/estacionamento em frente às entradas das arquibancadas
- Criação de alamedas no contorno do estádio
- Construção de rotatória de acesso ao estacionamento principal
- Manutenções nas vias de acesso ao estádio
- Sinalização completa das vias de acesso ao estádio.
Fonte: Portal UAI

Glauco Fassheber

O Radialista Glauco Fasseheber, voz padrão da Radio Cultura de Santos Dumont , com trabalhos expressivos nas rádios Tamoio, Tupi e Globo, será o entrevistado de hoje, às 17h15, na Rádio Globo do Rio de Janeiro, AM 1220 e FM 89,3.

José Carlos Araújo, o Garotinho, vai ser o entrevistador. Vale a pena conferir, Glauco tem muitas histórias para contar sobre esse importante veículo de comunicação.

Glauco Horta Fassheber
Brasileiro, Casado, Radialista/Jornalista/Publicitário/Mestre de Cerimônias/Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade Estácio de Sá, no Rio de Janeiro, e Empresário. Inicioui a carreira em 1955 na Rádio Industrial de Juiz de Fora, passando posteriormente pelas rádios: Difusora Minas Gerais,ainda em Juiz de Fora; Tamoio, Tupi, Jornal do Brasil e Globo, todas na cidade do Rio de Janeiro. Concomitantemente atuou como Âncora do telejornal Pirelli na antiga TV Rio, na cidade do Rio de Janeiro, como narrador de Cine-Jornais da Atlântida Cinematográfica e como Locutor Oficial da Presidência da República. Durante dois anos consecutivos, apresentoi ao lado de WILLIAM MENDONÇA, o informativo " A VOZ DO BRASIL ". Implantoi as primeiras emissoras em Frequência Modulada, nas cidades de Juiz de Fora, São João Nepomuceno e Carangola, todas na Zona da Mata de Minas Gerais. Em 1990, retorno a Juiz de Fora, atuando na Rádio Pio XII -FM - e TV-Tiradentes, afiliada ao SBT, e finalmente na Rádio Panorama FM, 96,7, pertencente ao grupo OP.COM.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Módulo 2

x
Mamoré (Patos de Minas) e Guarani (Divinópolis) começam a disputa do título de Campeão do Módulo II de 2010 na próxima segunda-feira, 24 de Maio, às 16h, em Patos de Minas.

DEPARTAMENTO DE FUTEBOL - NOTA OFICIAL Nº.036/10-DF

O Chefe do Departamento de Futebol da Federação Mineira de Futebol, no uso de suas atribuições legais, torna público com a presente NOTA a TABELA DE JOGOS da FASE FINAL do CAMPEONATO DA PRIMEIRA DIVISÃO DE PROFISSIONAIS – MÓDULO – II - temporada de 2.010, observado o disposto no art. 7º do regulamento do campeonato:

Art. 7º – Nas chaves para se conhecer a posição das equipes poderá ser utilizado o percentual aritmético de aproveitamento (índice técnico).

24/05/10
2ªFeira 16:00
MAMORÉ x GUARANI
ESTÁDIO: BERNARDO RUBINGER QUEIROZ (Patos de Minas-MG)

30/05/10
Domingo 10:30
GUARANI x MAMORÉ
ESTÁDIO: WALDEMAR TEIRA DE FARIA (Divinópolis-MG)

Série D 2010

A CBF divulgou a tabela da segunda edição da Série D do Campeonato Brasileiro, que repetirá a fórmula da temporada passada, com 40 clubes divididos, na primeira fase, em 10 grupos de quatro times.

Dois representantes de Minas aparecem na tabela: Democrata-GV e Tupi-JF.
O  Democrata-GV está na chave A7, ao lado do América-RJ, contra quem estreia dia 18 de julho, no Mammoud Abbas; o Camaçari-BA e um representante do futebol capixaba, ainda a ser definido.
O  Tupi-JF esta na chave A8, ao lado de Madureira, com estreia no dia 18 de julho, no Aniceto Moscoso, o Botafogo, de Ribeirão Preto e o CENE, de Nova Esperança, no Mato Grosso do Sul.
. O Carijó faz sua primeira partida também em 18 de julho, no Estádio Aniceto Moscoso, contra o tricolor suburbano carioca.

Os dois melhores de cada chave avançam à segunda fase, quando começam os confrontos eliminatórios, em ida e volta. Os vencedores e os três melhores derrotados (oito clubes) seguem na luta pelo título, nas quartas de final, seguindo-se semifinais e final, sempre em dois jogos.
Além dos clubes mineiros, outros destaques são o Ceilândia, campeão de Brasília; o Santa Cruz-PE, o Santa Helena, vice-campeão goiano; o Joinville e o Pelotas.

Os grupos:
A1: América-AM, Santana-AP, Baré-RR e um do PA.
A2: Mixto-MT, Villa Aurora-MT, um do AC e outro de RO.
A3: Guarany-CE, Sampaio Corrêa-MA, JV Lideral-MA e um do PI.
A4: Santa Cruz-PE, Murici-AL, Confiança-SE e Corinthians-RN.
A5: Central-PE, Fluminense-BA, Treze-PB e River Plate-SE.
A6: Ceilândia-DF, Anapolina-GO, Santa Helena-GO e Araguaína-TO.
A7: Democrata-MG, Camaçari-BA, América-RJ e um do ES.
A8: Tupi-MG, Cene-MS, Botafogo-SP e Madureira-RJ.
A9: São José-RS, Operário-PR, Joinville-SC e Oeste-SP.
A10: Iraty-PR, Marcílio Dias-SC, Pelotas-RS e Metropolitano-SC.

OBS:
O Tupi pode desistir de disputar a Série D. O Clube tem até amanhã, 21/05, para se manifestar à Federação Mineira de Futebol (FMF) e à CBF. Caso desista, o Tupi deve priorizar a Taça Minas, que garante ao campeão vaga na Copa do Brasil.

Caso a desistência se confirme. a FMF indicará outro representante para a vaga. D. O Villa Nova, de Nova Lima já demonstrou interesse.

CONSIDERAÇÕES:
O "responsável" pela elaboração da tabela na CBF mostra que não conhece o país e colocou o Tupi para viajar 1500 km até Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, para jogar com o CENE. Coisas desses "gênios" que tocam o nosso pobre futebol.

Aqui em Minas a Federação só tem olhos para Atlético e Cruzeiro. Os apitadores também. O Atlético esfregou o regulamento do campeonato de 2010 na cara dela (Federação) e só foi a Teófilo Otoni jogar com o América quando ele quis. Mesmo assim o Atlético hoje comemora a conquista do campeonato denominado por eles de Rural. Foi uma conquista legítima?

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Ficha limpa

Senado aprova projeto ficha limpa por unanimidadeor unanimidade
Projeto que tenta barrar candidato condenado teve 76 votos a favor.
Movimento que fez a proposta deseja que regra valha para esta eleição.

O Senado aprovou nesta quarta-feira (19) o projeto ficha limpa, que impede a candidatura de políticos condenados na Justiça em decisão colegiada em processos ainda não concluídos. Foi mantido o texto aprovado na Câmara. O projeto teve 76 votos a favor, sem votos contrários e abstenções –o presidente do Senado não votou e quatro senadores não compareceram à sessão. O projeto segue agora para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
 
Uma emenda de redação foi acrescentada ao projeto, padronizando expressões no texto. Mesmo com a emenda, que acabou aprovada por 70 votos, também sem votos contrários e abstenções, o projeto não volta à Câmara, porque não altera o mérito, afirmou o senador Demóstenes Torres (DEM-GO).

O Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), que fez a proposta com o respaldo de mais de 1,6 milhão de assinaturas, acredita ser possível aplicar a nova regra já nas eleições deste ano, se Lula sancionar o projeto até 9 de junho.

O texto aprovado na Câmara e mantido integralmente no Senado pelo relator Demóstenes Torres (DEM-GO) proíbe por oito anos a candidatura de políticos condenados na Justiça em decisão colegiada, mesmo que o trâmite do processo não tenha sido concluído no Judiciário. Esse tipo de decisão colegiada acontece, geralmente, na segunda instância ou no caso de pessoas com foro privilegiado.

O projeto prevê ainda a possibilidade de um recurso a um órgão colegiado superior para garantir a candidatura. Caso seja concedida a permissão para a candidatura, o processo contra o político ganharia prioridade para a tramitação.

O texto que sai do Congresso é mais flexível do que o proposto pelo movimento. A ideia inicial era proibir a candidatura de todos os condenados em primeira instância. Atualmente, só políticos condenados em última instância, o chamado trânsito em julgado, são impedidos de disputar eleições.
Fonte: http://www.g1.com.br/

Parreira faz história ao disputar sua sexta Copa

O brasileiro Carlos Alberto Parreira, técnico da África do Sul, vai bater um recorde na história dos Mundiais, com sua sexta experiência no comando de uma seleção nessa competição, uma história iniciada na Copa da Espanha-1982 no banco do Kuwait.

Em 11 de junho, quando a África do Sul enfrentar o México na abertura da Copa, Parreira vai superar o sérvio Bora Milutinovic, que foi técnico de seleções diferentes em cinco edições do Mundial.

Campeão do mundo com o Brasil nos Estados Unidos-1994, quando o Brasil interrompeu uma escrita de 24 anos sem títulos, Parreira será o comandante da seleção anfitriã na primeira Copa disputada no continente africano.

Apesar de ter sido técnico do Brasil em dois Mundiais (além de 1994, também na Alemanha-2006m, quando o país foi elimnado nas quartas de final), o balanço total de Parreira é negativo, já que inclui campanhas ruins com o Kuwait na Espanha-82, com os Emirados Árabes Unidos na Itália-90 e com a Arábia Saudita na França-98.

Agora ele almeja levar a África do Sul a superar pelo menos a primeira fase, o que nunca conseguiu com as três seleções estrangeiras que dirigiu.

Parreira quer conseguir a primeira vitória em uma Copa com uma seleção que não seja o Brasil, já que teve que esperar por seu terceiro Mundial para saber o que era ganhar na competição.

A primeira vitória veio na estreia da Copa de 1994, quando a seleção do Brasil liderada por Romário derrotou a Rússia por 2-0.

Em 2007, ele aceitou o desafio de comandar a África do Sul no primeiro Mundial no continente negro, mas problemas pessoais o levaram a deixar o cargo no ano seguinte, quando foi substituído à frente dos Bafana Bafana pelo compatriota Joel Santana.

Os resultados ruins do sucessor, no entanto, levaram Parreira a retornar ao comando sul-africano em 2009, o que permitirá que dispute seu sexto Mundial como técnico. No entanto, já estava presente no México-70, como um dos integrantes do grupo de preparadores físicos da seleção brasileira comandada por Zagallo que conquistou o tricampeonato.

Com a sexta Copa, Parreira vai superar o sérvio Bora Milutinovic, que disputou cinco: México-1986 à frente da seleção anfitriã, Itália-1990 com a Costa Rica, Estados Unidos-1994 também com o time da casa, França-1998 com a Nigéria e Coreia do Sul/Japão-2002 com a China.
Fonte:  http://www.uai.com.br/

Obs: Parreira fez parte da comissão técnica da seleção Brasileira campeão em 1970 no México. Era um dos preparadores físicos da seleção comandada por Zagallo.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Transporte coletivo urbano

Os letreiros dos ônibus serão padronizados em todo o Brasil. Os novos modelos foram definidos pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e pelo Inmetro. A fiscalização deve começar em julho. Estão obrigados a seguir as regras os ônibus fabricados a partir de 2002.

De acordo com as novas normas, as letras terão que medir 15 centímetros de altura, o que deve permitir ao passageiro enxergar o destino do ônibus a pelo menos 50 metros de distância _o que significa mais ou menos meio quarteirão. Também foram definidas cores para os letreiros. “Para os letreiros de pano, as informações, os caracteres têm de estar na cor verde limão ou amarelo-limão, no fundo preto. Já os letreiros eletrônicos precisam ter os caracteres na cor amarelo âmbar ou branco.

Série C 2010


A Confederação Brasileira de Futebol divulgou nesta segunda-feira a tabela do Campeonato Brasileiro da Série C. O Ituiutaba é o único representante mineiro e irá estrear fora de casa contra o Luverdense-MT, no dia 18 de julho, um domingo, às 19h no estádio Passo das Emas, no Mato Grosso.

A Série C terá 20 clubes participantes distribuídos em quatro grupos com cinco equipes cada. Eles irão se enfrentar em turno e returno, sendo que os dois primeiros colocados passarão de fase. O restante da competição será no formato mata-mata.

O Ituiutaba fará sua estreia, em casa, na segunda rodada, diante do Marília no dia 25 de julho, também um domingo, às 16h, na Fazendinha.

O campeonato começa dia 18 de julho e termina no dia 21 de novembro. (UAI)

Confira os grupos:
Grupo A:
Águia-PA
Fortaleza-CE
Paysandu-PA
Rio Branco-AC
São Raimundo-PA

Grupo B:
ABC-RN
Alecrim-RN
Campinense-PB
CRB-AL
Salgueiro-PE

Grupo C:
Gama-DF
Ituiutaba-MG
Luverdense-MT
Macaé-RJ
Marília-SP

Grupo D:
Brasil-RS
Caxias-RS
Chapecoense-SC
Criciúma-SC
Juventude-RS
Fonte: http://www.uai.com.br/

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Normas, pequenas empresas e notícias enganosas

Antônio Lopes de Sá*
Informar enganosamente é ato que além de ferir a Ética é passível de enquadramento penal.

No presente momento, em relação à área contábil, estamos a viver um momento peculiar e notícias contraditórias criam um ambiente de insegurança, segundo estou podendo constatar pela volumosa informação que recebo.

Pelo mundo afora diversos relatos oficiais (como importante que acaba de ser produzido nos Estados Unidos) acusam duramente a falsidade de registros contábeis homologados por auditores transnacionais, inclusive amparados por "normas".

A dura crise que assola muitos países teve o respaldo de balanços falsos (não fossem dessa natureza e não teriam enganado tanta gente segundo denuncia relatório oficial entregue ao governo norte americano) amparados por "normas" incompetentes para proteger os interesses sociais e econômicos de populações inteiras.

Tão questionável é o que está a ocorrer que em marchas e contra marchas o IASB que se apresenta como absoluto no assunto (embora não o seja) faz e desfaz regulamentações, como a que acabou de realizar em 11 de maio corrente em retificações ao "Valor Justo".

Como se não bastassem os males referidos no momento procuram impor às empresas de menor dimensão o modelo denominado como "internacional", esse que é alvo de tantas duras críticas.

Carece, todavia, de respaldo legal a obrigatoriedade de implantar nas pequenas e médias empresas os padrões denominados "Internacionais de Contabilidade".

Não existe, igualmente, obrigatoriedade legal de implantação desse padrão sequer nas sociedades anônimas que não estejam com ações no mercado de capitais e que não possuam grande dimensão.

Tudo o que se tem veiculado sobre tal obrigatoriedade é informação enganosa posto que só a lei obrigue e tal lei não existe.

O padrão adotado por algumas entidades oficiais não tem qualquer força de lei.

Ademais, as sociedades menores, geralmente limitadas, não possuem obrigação de exibir suas escritas para serem fiscalizadas, a não ser pelos agentes fazendários ou por ordem judicial.

Portanto, ninguém pode fiscalizar (a não ser ao arrepio da lei) quem implanta as referidas normas e muito menos qualquer entidade pública possui poder para punir as empresas que não implantarem as referidas (não há nenhum dispositivo de lei que isso imponha às empresas de pequena e média dimensão).

Alegar que as tais normas são vantajosas para as empresas é outra questão a ponderar, pois, as referidas comprometem a realidade, além de abrirem portas a um subjetivismo que é absolutamente contrário ao interesse de uma gestão racional.

Acabei de produzir em livro o que isso bem esclarece: um já editado e lançado esta semana pela Juruá - NORMAS INTERNACIONAIS e FRAUDES EM CONTABILIDADE e outro que está no prelo: ANÁLISE CONTÁBIL GERENCIAL.

As duras críticas que mundialmente são feitas ao padrão do IASB, hoje em voga no Brasil sob forte pressão de interesses diversos de grupos, são egressas de autoridades de tal qualidade intelectual que não deixam dúvidas sobre os muitos defeitos das referidas normas.

As normas referidas, além de contrariarem a lei, implantarem burocracia inútil, possuírem vernáculo de deficiente, serem contraditórias e plenas de erros em matéria científica, geram custos maiores e inúteis para as pequenas e médias empresas.

Sérios problemas poderão ter os que desobedecendo ao estabelecido no Código Civil Brasileiro (não revogado) adotarem as normas do IASB (entidade privada estrangeira).

A leitura do livro que acabo de editar e ao qual me referi fornece amplos argumentos ao profissional para que evite os aborrecimentos que poderá vir a ter em razão de aplicar os aludidos procedimentos nas empresas de pequena e média dimensão.

Às milhares de consultas que me são feitas, cumprindo minha responsabilidade ética profissional, respondo simplesmente aos colegas e universitários que "cumpram a lei", no caso o Código Civil Brasileiro que regula a questão das escritas contábeis das sociedades de menor dimensão.

As notícias que têm sido difundidas quase sempre pelos mesmos veículos, sobre a implantação das normas nas pequenas e médias empresas, insinuando seja obrigatória a adoção, não citam leis para dar-lhes credibilidade.

Nem poderiam citar, sob pena de falsidade informativa, pois, não há uma só lei que imponha tal coisa, mas, há lei que regula, sim, o que deve ser adotado, ou seja, o Código Civil Brasileiro, esse que não segue as denominadas normas internacionais de Contabilidade.

*Antônio Lopes de Sá é Doutor em Ciências Contábeis pela Faculdade Nacional de Ciências Econômicas da Universidade do Brasil, Rio de Janeiro, 1964; Doutor em Letras, H.C., pela Samuel Benjamin Thomas University, de Londres, Inglaterra, 1999. Administrador, Contador e Economista, Consultor, Professor, Cientista e Escritor. Vice Presidente da Academia Nacional de Economia (Brasil), Vice Presidente da Academia Brasileira de Ciências Contábeis, membro de honra do International Reserarch Institute de New Jersey, Prêmio Internacional de Literatura Cientifica, autor de 176 livros e mais de 13.000 artigos editados internacionalmente.
Fonte: http://www.lopesdesa.com.br/

Coisas de Minas

Dicionário de mineiro...

Pratentáintendêirrídimáidaconta...
VALAPENARQUIVÁ PRUDIA CÔCEFÔNI MINAS

Apresentações :
Cuméquecêchama? = Qual o seu nome?
Doncêé? = De onde você é?
Oncêmora = Onde você mora?
Proncêvai? = Pra onde você vai?
Cêéfiidiquem? =Você é filho de quem?

Cumprimentos :
Djia! = Bom dia
Tardji! = Boa tarde
Noitchi! = Boa noite
Dêsabençôi (ou Dêstibençôi)(tibençôi) = Que Deus te abençôe, meu Filho(a). Vai com Deus!

Pedindo Informações:
Proncovô? = para onde que eu vou?
Oncêtá? = aonde você está?
Quanscusta? = quanto custa?
Prônostam'ínu? = para onde nos estamos indo?
É logali? = é logo ali? (distância referente a 100 quilômetros mais ou menos podendo chegar a 150)
Epassaqui? = ele passsa aqui?
Qui trem é esse = o que é esse objeto?
Cessaciessionbspasnassavás? (escreve-se: Cê-ças'sses'onz-pass'avas?)(em versão avançada, Essonbspassaváss?) = você sabe se esse ônibus passa na Savassi?
Ondéopondiônz? = aonde é o ponto de ônibus?
Cantazóra? = 'quantas horas?' (em português: 'quanto atrasado estou?').
É firme? = É filme?
Contáujogu? = Qual o placar do jogo?

Lugares:
Tidiguerra = tiro de guerra
Pondiônz = ponto de onibus
Ponditács = ponto de táxi
Berádurii = beirada do rio
Meidapráss = meio da praça
Dibádaponti = de baixo da ponte
Trádaserra = atrás da serra
Ruditráis = rua de trás
Rudumêii = rua do meio
Alííí ou pertim = depois de 2 ladeiras, 7 esquinas, 20 curvas, 5 ônibus, mais 6 quarteirões, 100 passos, você chega. O equivalente a um tirimdiguerra (tirinho de guerra).
Bádapônti = debaixo da ponte

Fazendo Compras:
Quânquié ? = quanto custa?
Déreár = Dez Reais
Baratim = (deixa ver se eu adivinho quanto esse otário está disposto a pagar)
Lidilêit = litro de leite
Kidicár = kilo de carne
Masstumá = massa de tomate
Vidiperfumi = vidro de perfume
Iscôdidente = escova de dente
Cadizopô = caixa de isopor
Bô di'mií = Bolo de milho
Carin heim?! = muito caro
Doisácu tá bão! = vou levar dois saquinhos
Inbrúa dôsdôci quivôlevá = embrulha dois doces pra eu levar
Táquantu-u-abóbrão? = qual o preço dessa abóbora grande?

A família:
miafía = minha filha
meutíi = meu tio
meusubrim = meu sobrinho
miamuié = minha esposa
miamiga = minha amante
miavó = minha avó

O Tempo :
trudia ou ôtrudia = esses dias (ex: cumpádi manér teve aqui trurdia)
Antônti ou Antchiônti = antes de ontem
Transantônte = há três dias atrás
Quincantônte = há cinco dias atrás
Ansdiônti = antes de ontem
Séssetembro = sete de setembro
Sêsquivêm = sexta que vem
Quióração = Que horas são?
Quatódatárdi = Quatro horas da tarde
Tá cum jeidichuva = (cansei dessa conversa besta e vou embora)
Quánahora = quase na hora
Górinhamêis = Agora mesmo
Góracêdu = Agora cedo
Tardanoiti = Tarde da Noite
Meiidiimêi = Meio-Dia e Meia

Então veja na prática um mineirim daquêis prosiano:
Trudia, achu qui era antonti ou ansdionti ou era sápassado? Minto. Nu séssetembru passado, lembrei argóra! Bão, quióração? Tá cum jeidichuva, quánahora, dexoí, sêsquivem eu vórto e nóis proseia mais um cadim.

Conversa informal:
Nilsin meu fii vem cumê miii!! = A mãe chamando o filho para comer milho
Ê trem bão = Gostei disso
Vai cagá di morro abaixo pra vê a bosta rolá = A pior e mais definitiva ofensa que se pode dizer a uma pessoa
Nóssinhora = nossa senhora ('Núss', em minerês avançado...)
Crédeuspai = meu Deus!
Vixxxxxxx = Interjeição mineira de concordância ou espanto.
Doidimais = doido demais
Ondjéquieutô = onde eu me encontro por favor, estou meio perdido hoje...
Pópoun-poquin = pode colocar mais um pouco...
Óiuchero = olha o cheiro
Óssócêvê = olhe só para você ver
Tissodaí = tira isso daí
Cê num some não = pode tirar o cavalinho da chuva OU 'o que que esse imbecil tá achando que é?'
Fiédazunha = Xingamento equivalente ao de baixo
Uai = interjeição mineira de espanto: uai é uai, uai!
Nó = Nossa Sinhora, Mãe do Céu, Ave Maria!
Nú = Nossa Senhora Aparecida do Perpétuo Socorro
Nusga = Nossa Senhora Aparecida do Perpétuo Socorro Mãe de Deus e dos Pecadores
Né = Não é mesmo?
Mémo = Mesmo
Bão tamém! = com certeza, concordo com você OU ENTÃO 'deixa eu ficar quieto para ninguém ver que eu falei besteira'.
Bóra? = vamos embora?
sucêfôeuvô = se você for eu vou
tô atráis docê = vai primeiro, que vou depois
Bóra! = e lá vamos nós!
Faiznão = Não faça isso.
Padaná = idem ao anterior
HU! Viádu! = Oi amigo!
Nuss! Meu sirvíss foi uma peleja danada! = Nossa! Meu trabalho foi muito difícil.
Pixii! = Silêncio ou atenção
Cárcaqui! = Clique aqui
...pracarái' = Adverbio 'Muito'. Por exemplo: Muito feio = feipracarái
Obichopegâno' = adjetivo. Alguma qualidade que a pessoa quer usar mas ignora o nome ou esqueceu ou sabe mas usa assim mesmo pra dar mais intensidade. Exemplo: O Zidane é obixopegâno.
lógdicara = já no início
Ê! = Olá!
Cuméqsevai?' = Como vai você?
xôcabádicopiá?' = Me deixa acabar de copiar?
vamu picá mula?' = Vamos embora que isso está ficando muito chato

Dentro de casa
Dentdapia = dentro da pia
Tapuraí = procura que você acha, seu preguiçoso
Badapia = debaixo da pia
Tradaporta = atras da porta
Badacama = debaixo da cama
Dentduforn = dentro do forno
cimadacama = encima da cama
ladiládapia = do lado de lá da pia
Nucandicádasalaó = no canto de cá da sala, veja aí!
Ó! = Veja!

Geografia
Arfena = Alfenas
Baité = Abaeté
Beagá ou Belzonti = Belo Horizonte
Beraba = Uberaba
Berlândia = Uberlândia
Birité = Ibirité
Bitiúra = Ibitiúra de Minas
Bóirdamata = Borda da Mata
Boncesso = Bom Sucesso
Brazía = Brasília
Braziidimins Brasília de Minas
Brazóps = Brasópolis
Cambuquirrr = Cambuquira - Cidade que tem a meió árga minerá cum gáis du Brasil e dasámérica UAI!!
Carmóps = Carmópolis
Chão Vermei = Alterosa
Contagedasabróba = Centro de Contagem
Conselei Lafaeti = Conselheiro Lafaiete
Divinóps = Divinópolis
Fernandóps = Fernandópolis (in SumPaulu - duladindi Turama)
Monsclars = Montes Claros
Mãossú = Manhuaçu
Or'finu = Ouro Fino
O'preto = Ouro Preto
Padiminas = Patos de Minas
Patinga = Ipatinga
Paraisóps = Paraisopolis
Colaboração: Glauco Fassheber

Passione

'Passione' estreia com time estelar e trama que promete reviravolta

Fernanda Montenegro, Tony Ramos e Irene Ravache dividirão as cenas.
Carolina Dieckmann diz que texto do autor Silvio de Abreu é 'orgasmo'.

Promete ser um novelão: escalação estelar, ambientação na Itália e em São Paulo, e uma trama que promete uma grande reviravolta. Assim é "Passione", de Silvio de Abreu, que começa nesta segunda-feira (17), às 21h, contando a saga de Bete Gouveia (Fernanda Montenegro), empresária bem sucedida que descobre, momentos antes de o marido morrer, que o seu filho primogênito (Tony Ramos), que ela pensava ter perdido, não só está vivo como mora na Itália.

A trama vai transitar por gêneros característicos do autor Silvio de Abreu: policial e a comédia, como ele já fez em “Belíssima”, por exemplo. O novelista adiantou ainda que a trama vai mudar completamente na metade, lá pelo capítulo 100.

Elenco de peso
Além de Fernanda e Tony, estão também Mauro Mendonça, Aracy Balabanian, Francisco Cuoco, Irene Ravache, Vera Holtz, Maitê Proença, Reynaldo Gianecchini, Mariana Ximenes, Carolina Dieckmann, Rodrigo Lombardi e Larissa Maciel, entre muitos outros. Diversas gerações do primeiro time da TV Globo juntas.

Quatro núcleos
A trama se divide em quatro núcleos, explicou Abreu. O núcleo da família Gouveia, encabeçado por Fernanda Montenegro, que é dona de uma metalúrgica; da Itália, com Tony Ramos, como Totó; o do Rei do Lixo, Olavo da Silva (Cuoco), que é casado com Clotilde, ou simplesmente Clô (Irene Ravache); e o da Ceagesp, onde trabalha Candelária, ou Candê (Vera Holtz).
Fonte: www.g1.com.br

domingo, 16 de maio de 2010

Módulo 2

Guarani 1 x 1 Poços de Caldas
Gols: Johnatan, aos 43'2T (Guarani); Diogo, aos 44'2T (Poços de Caldas)
Funorte 1 x 1 Tombense
Gols: Thiago, aos 27'2T (Tombense), Marcelino, aos 43'2T (Funorte).
Mamoré 1 x 0 Itaúna
Gol: Evandro, aos 43'1T (Mamoré)
Formiga 1 x 0 URT
Gol: Daniel aos 38'2T (Formiga).

Depois de 12 anos uma equipe de Montes Claros pode disputar a primeira divisão. O último foi o Montes Claros em 1998. O Funorte empatou com o Tombense e conquistou a vaga. Marcelino (José Marcelino Gonçalves Neto), mineiro de Cataguases e revelado pelo Tupi marcou o gol da classificação do time do Norte de Minas. O técnico classificado é José Maria Pena. Ditinho e Cafu são outros conhecidos do Funorte.

Público: 2.285 pagantes

Guarani Esporte Clube (fundado em 20/09/1930) e Funorte Esporte Clube (fundado em 03/03/2007).

Módulo 2


Última rodada

Chave A
Mamore x Itaúna
Funorte x Tombense

Mamoré (Patos de Minas)
O time de Patos precisa vencer o Itauna e recuperar os pontos perdidos no tribunal para retornar ao módulo 1. O Mamoré foi punido com a perda de sete pontos, por ter escalado o jogador Vitinho de forma irregular contra o Tombense e o Funorte.

Funorte (Montes Claros)
O Funorte recebe a Tombense, no estádio José Maria Melo, em Montes Claros, e se vencer e houver uma vitória do Itaúna sobre o Mamoré por uma diferença de dois gols, o Funorte garante o acesso à primeira divisão do futebol mineiro. Se isso acontecer, será a quarta equipe de Montes Claros a alcançar este feito. As anteriores foram: Casimiro de Abreu, Ateneu e Montes Claros.

Classificação:
Chave A
01º Mamoré - 08 pontos,
02º Funorte - 06 pontos,
03º Itaúna - 06 pontos,
04º Tombense - 05 pontos.
Última rodada

Chave B
Guarani x Poços de Caldas
Formiga x URT

Guarani (Divinópolis)
Se classifica com o empate. Se subir, vai manter a tradição de descer e subir com facilidade. Não permacendo por muito tempo na mesma divisão.

Poços de Caldas
Se vencer leva a classificação. Se subir, será a segunda equipe de Poços no Módulo 1, a outra é  a Caldense.
Classificação:
01º Guarani - 10 pontos, 
02º Poços  - 09 pontos,
03º URT - 06 pontos,
04º Formiga - 04 pontos.

Política

Dilma tem 38% dos votos contra 35% de Serra, diz Vox Populi

Números divulgados neste sábado pelo instituto Vox Populi revelam que a campanha presidencial se mantém equilibrada. Na pesquisa estimulada, na qual a lista de candidatos é apresentada aos eleitores, Dilma Rousseff (PT) aparece com 38% das intenções de votos, contra 35% de José Serra (PSDB). A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos. Portanto, PT e PSDB aparecem tecnicamente empatados.

A terceira colocada, Marina Silva (PV), tem a preferência de 7% dos eleitores. Os votos brancos e nulos somam 8% e 14% não responderam ou não souberam responder.

PT e PSDB governam juntos 55 cidades Polarização da campanha presidencial entre Dilma Rousseff e José Serra contrasta com a realidade de cidades brasileiras onde as prefeituras são comandadas pelos dois partidos

Diferentemente do que ocorre no plano federal, em 55 cidades brasileiras petistas e tucanos partilham as prefeituras e trocam juras de lealdade para enfrentar a campanha presidencial. Nesses municípios, a lógica política local passa a léguas das direções nacionais das legendas. Aliados em torno de objetivos comuns, as polêmicas composições entre PT e PSDB nas prefeituras facilitam o trânsito político em todas as esferas de governo e, não importa quem vença o confronto nas urnas de outubro, será garantido aos gestores dependentes de verbas federais o acesso privilegiado aos cofres da União.

Minas tem a maior parceria entre petistas e tucanos

Entre todos os estados, Minas Gerais apresenta o maior número de governos “híbridos”: dos 55 casos de administrações que têm PT ou PSDB como prefeito e vice-prefeito, 24 são mineiros. A febre da composição local entre os adversários nacionais se tornou mais aguda depois que, em 2008, o então prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel (PT), e o governador Aécio Neves (PSDB) defenderam uma coligação em torno da candidatura do hoje prefeito Márcio Lacerda (PSB).

Aliança no país
PREFEITOS DO PSDB COM VICE DO PT
ESTRELA DO NORTE (GO)
SÃO MIGUEL DO PASSA QUATRO (GO)
VICENTINÓPOLIS (GO)
AÇAILÂNDIA (MA)
CAROLINA (MA)
FORMOSA DA SERRA NEGRA (MA)
PALMEIRÂNDIA (MA)
ARANTINA (MG)
BOCAIÚVA (MG)
BOM REPOUSO (MG)
ITAMONTE (MG)
MARTINS SOARES (MG)
MENDES PIMENTEL (MG)
PEQUI (MG)
RIO PRETO (MG)
SÃO GERALDO (MG)
SÃO JOÃO NEPOMUCENO (MG)
VEREDINHA (MG)
PARANAÍTA (MT)
APARECIDA (PB)
LAGOA DE ITAENGA (PE)
NOVO ORIENTE DO PIAUÍ (PI)
NATIVIDADE (RJ)
CANTÁ (RR)
GUAPIARA (SP)
LUZINÓPOLIS (TO)
TAIPAS DO TOCANTINS (TO)

PREFEITOS DO PT COM VICE DO PSDB
CAMAÇARI (BA)
CRUZ DAS ALMAS (BA)
CURAÇÁ (BA)
LAURO DE FREITAS (BA)
CASTELO (ES)
BELO ORIENTE (MG)
CONGONHAS (MG)
CORDISBURGO (MG)
GUAPÉ (MG)
IBIRACATU (MG)
LEME DO PRADO (MG)
MANHUMIRIM (MG)
NAQUE (MG)
RECREIO (MG)
RUBELITA (MG)
SÃO FÉLIX DE MINAS (MG)
UBÁ (MG)
VIEIRAS (MG)
POMBAL (PB)
SÃO GONÇALO DO GURGUÉIA (PI)
SEBASTIÃO BARROS (PI)
UNIÃO (PI)
IPANGUAÇU (RN)
CANDIOTA (RS)
SAPIRANGA (RS)
DIONÍSIO CERQUEIRA (SC)
SÃO JOÃO DO SUL (SC)
PEDRA MOLE (SE)
Fonte: http://www.uai.com.br/

sábado, 15 de maio de 2010

Literatura

Livro do escritor Victor Kingma em versão virtual.
O livro A Oficina do Tião Sapateiro, do escritor Victor Kingma já pode ser lido em versão virtual, no endereço: www.livro-virtual.org

Disponibilizar livros em versões virtuais é uma tendência para o futuro, onde a leitura pode ser feita de diferentes meios, através da Internet.

Resumo do livro:
Narra os acontecimentos e costumes de uma época, tendo como cenário uma pequena oficina de consertos de calçados, ponto de encontro da rapaziada do bairro onde o autor morava em Juiz de Fora, nos anos 60 e 70. A sabedoria do velho sapateiro e o convívio com personagens marcantes que freqüentavam a oficina, o inspiraram a escrever o livro.

Outras obras do autor:

O Esteio de Braúna
Contar histórias é uma arte, e o mineiro, em especial, sabe como ninguém contar as histórias e causos de sua terra e dos personagens tão interessantes que formam as suas "gentes".

Victor Kingma, em O Esteio de Braúna, não foge à regra, nos presenteando com mais essa envolvente trama. Daí o convite para mergulhar na leitura, ser apresentado e se apaixonar por tantas histórias e personagens inesquecíveis.

Da Frísia à Mantiqueira
"Da Frísia à Mantiqueira” narra a saga de João Kingma, um imigrante holandês, que, muito jovem, cheio de sonhos e disposição para o trabalho, chegou ao Brasil, no início do século passado.

Poderia ser uma história parecida com a de tantos outros imigrantes, que, vindos de várias partes do mundo, ajudaram a construir a grandeza do Brasil, pelos quatro cantos do nosso país. Poderia, não fosse João Kingma, o meu avô, o que aumenta muito a minha responsabilidade.

Por vários momentos hesitei em escrevê-lo, achando ser muita pretensão de minha parte, um simples contador de histórias, dissertar sobre uma figura tão extraordinária.

Foi muito difícil, mas prazeroso. Espero que nas páginas que compõem esse livro, eu possa ter conseguido chegar até o leitor um pouco da trajetória vitoriosa desse homem, exemplo de pioneirismo, trabalho e dignidade.

É a minha homenagem, e da família Kingma, no ano que comemoramos 100 anos de sua chegada ao Brasil.

O nome do livro é um elo entre a Frísia, sua província de origem, na Holanda, e Mantiqueira, o pedacinho das Minas Gerais, lugar que o acolheu tão bem.