quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Gente de Expressão

Paulo Emerich
Nasceu em Celina, distrito de Castelo, no estado do Espírito Santo em 1931. Começou, em 1950, como locutor de alto falante e animador de comícios em sua cidade natal. Em 1952, já morando em Carangola-MG, ajudou a inaugurar a Rádio Carangola AM, começando ali sua atuação no rádio. Em 1953 voltou ao Espirito Santo, desta feita para atuar na Rádio Cachoeiro AM, de Cachoeiro de Itapemirim. Posteriormente, foi para o Rio de Janeiro e trabalhou nas Rádios Continental e Relógio. Em 1954 veio para Juiz de Fora, atendendo a um convite de Alceu Nunes da Fonseca, então proprietário da Rádio Industrial. Se elegeu vereador por três mandatos, tendo sido presidente da Câmara por quatro vezes. Paulo Emerich tem um filho locutor de FM, Gilvan Bernardes Emerich, do casamento com Neuza Bernardes; um filho economista, Paulo Marcos Emerich e uma filha museóloga, Denyse Emerich, os dois últimos do casamento com a radialista Lonir Corrêa Cardoso (1932/2018). Hoje, aos 87 anos, Paulo Emerich vive em Juiz de Fora, com a atual esposa, Augusta.

Literatura

“Ser tão menino”

A história tem como cenário o povoado de Tebas, distrito de Leopoldina, na Zona da Mata mineira, e por meio dela, o autor, o jornalista Elias Fajardo da Fonseca, radicado no Rio de Janeiro, retrata de forma poética, lírica e e por vezes impiedosa, o cotidiano e o imaginário de seus habitantes.

terça-feira, 11 de setembro de 2018

Amir Paulo

Radialista, sambista, compositor, cantor e poeta, nasceu em Santos Dumont, a "terra do pai da aviação", em 30 de julho de 1954. Foi casado com Odete, é pai de Samir de Paulo, e atualmente, vive com o irmão, Marco Antonio, em Lagoa Santa, na região metropolitana de Belo Horizonte.

Literatura

"Anos 40 - Quando O Mundo, Enfim, Descobriu O Brasil"
Pegue o bonde para um saboroso passei pelos anos 40 no Rio de janeiro (com escalas fundamentais em são Paulo!). Sente confortavelmente e a janela do bonde será uma tela de cinema, onde você verá: o cenário da guerra e da política, curiosidades sobre Getúlio Vargas, o cinema colorido, o maracanã, as peças de Nelson Rodrigues, o início da Kibon e da Coca-Cola, a criação do brigadeiro(!), as roletas girando, os balangandãs de Carmen Miranda, as ondas do rádio e as do mar de Copacabana... E muito, muito mais. Ao chegar na estação, o aroma dos quibes, esfirras e bolinhos de bacalhau o retrato do velho no mesmo lugar mostrando que o Brasil é só aquarela, onde o rei é mono, o je aime vira i Love you e nem um blecaute tira o trilho da Princesinha do Mar. Humor, memórias e acontecimentos curiosos temperam esse roteiro desenhado por Ricardo Amaral.

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Sebastião Alves da Silva (Lambada)

Morreu nesta segunda-feira, 10/09, aos 79 anos, na Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora, Sebastião Alves da Silva, o Lambada. O velório será no cemitério municipal e o sepultamento está previsto para a manhã de terça-feira, 11/09.

Nascido em Belmiro Braga-MG, em 22 de dezembro de 1938, veio ainda criança para Juiz de Fora e foi morar no povoado dos Coqueiros, na Fazenda da Floresta. De lá, se transferiu para o bairro Jardim Esperança, região sudeste da cidade, local em que constituiu família, criando filhos, netos e bisnetos. Na vida profissional, foi motorista da Viação São Cristóvão, de transporte urbano, desde a fundação da empresa até se aposentar.

Literatura

domingo, 9 de setembro de 2018

Dr Carlos Adolpho

Carlos Adolpho de Carvalho Pereira
 03/04/1938 23/02/2015

Graduado em medicina pela Universidade Federal de Juiz de Fora, especialista em dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia e doutor em medicina pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Carlos Adolpho fez parte do corpo clínico da Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora, por 52 anos, tendo sido chefe dos ambulatórios do hospital durante 10 anos e membro da Irmandade Nosso Senhor dos Passos, mantenedora da Santa Casa, por 37 anos. Ele ocupou o cargo de vice-presidente do hospital de 2010 a 2015, e foi também um dos fundadores e presidente da Unimed Juiz de Fora. Membro da Academia Mineira de Medicina de 10/07/1992 a 06/04/2009 e membro da Academia Jurídica de Letras de Juiz de Fora, e publicou dois títulos: a autobiografia “Um tempo que nem passou” (2013), e “Folhas de Figo” (2014), um livro de crônicas.

Literatura

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Jair Messias Bolsonaro

Jair Bolsonaro é atacado e ferido no centro de Juiz de Fora

O candidato do PSL a presidência da república, Jair Bolsonaro foi atacado por um homem, na tarde desta quinta-feira, 06/07, no centro da cidade mineira, que de posse de uma faca atingiu o abdômen do candidato. Jair Bolsonaro foi encaminhado para a Santa Casa de Misericórdia da cidade e segundo a assessoria do hospital, Bolsonaro chegou caminhando, passou por atendimento, foi encaminhado ao centro cirúrgico e seu estado de saúde é estável. O fato se deu no calçadão da rua Halfeld, centro da cidade, quando a comitiva do candidato se deslocava do parque Halfeld para a praça da Estação (praça dr João Penido) para a realização de um comício, previsto para às 18 horas. O agressor, Adélio Bispo de Oliveira, de 40 anos, que é natural de Montes Claros, no norte do estado, foi preso e encaminhado para a sede da Polícia Federal, no bairro Manoel Honório, que  instaurou um inquérito policial para apurar as circunstâncias do fato. 

Tumulto
Mais cedo Bolsonaro causou tumulto na rotina do Hospital Asconcer, que trata de pacientes com câncer, na zona sul da cidade. Um grupo de "seguranças voluntários" criou um cordão de isolamento, impedindo o aceso das pessoas ao hospital, que atende pacientes da zona da mata mineira e de parte do estado do Rio de Janeiro.


Literatura

"Rede Manchete - Aconteceu, virou história"

A TV Manchete, fundada por Adolfo Bloch, deixou bem claro na história da televisão brasileira que aqui esteve para se transformar em uma grife de televisão de qualidade, de credibilidade, profissionalismo, capricho, criatividade e ousadia. Esteve na busca eterna de seus ideais, na superação dos limites e também acabou abusando, como poderão ver neste livro. Promoveu a cultura e o debate em suas coberturas, mas passou da mais tecnológica emissora do país à que precisava mais urgentemente da renovação dos seus equipamentos. Foi um cometa que passou pela história, contada pelo escritor Elmo Francfort.

domingo, 2 de setembro de 2018

Prainha FC

PRAINHA FUTEBOL CLUBE
Rio Novo-MG.
02/09/1948/02/09/2018  


70 ANOS

Nome: Prainha Futebol Clube
Cidade: Rio Novo-MG
Fundação: 02/09/1948
Cores: Verde e Branco
Mascote: Periquito
Estádio: Murilo de Castro  

sábado, 1 de setembro de 2018

Literatura

"Maria Bonita - Sexo, violência e mulheres no cangaço"
A mulher mais importante do cangaço brasileiro, que inspirou gerações de mulheres, ganha agora sua biografia mais completa e com uma perspectiva feminista. Embora a mitificação da imagem de Maria Bonita tenha escondido situações de constante violência, ela em nada diminui o caráter transgressor da Rainha do Sertão.

Desde os anos 1990, a data de nascimento de Maria Bonita passou a ser celebrada no Dia Internacional da Mulher. Com o tempo, ela transformou-se em uma marca poderosa, emprestando seu nome a centenas de pousadas e restaurantes espalhados pelo Nordeste, salões de beleza, academias de ginástica, cerveja, pizza, assentamento rural, música, bandas de forró e coletivos feministas.

Enquanto a companheira de Lampião viveu, no entanto, essa personagem nunca existiu. A cangaceira que teve a cabeça decepada em 28 de julho de 1938 era simplesmente Maria de Déa: uma jovem de 28 anos que morreu sem jamais saber que, um dia, seria conhecida como Maria Bonita.

Nos anos em que viveu com Lampião e nos subsequentes à sua morte, despertou pouco interesse em pesquisadores ou jornalistas. E foi essa lacuna de informações sobre sua vida e a das outras jovens que viviam com o bando que contribuiu para que se criasse a fantasia de uma impetuosa guerreira, hábil amazona do sertão, uma Joana D’Arc da caatinga. Essa versão romântica e justiceira de Maria Bonita, rapidamente apropriada pela indústria cultural, tornou-se um produto de forte apelo comercial — e expandiu seus limites para além das fronteiras do sertão. Neste livro, Adriana Negreiros constrói a biografia mais completa até então daquela que é, sem dúvidas, a mulher mais importante do cangaço.

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Zé Béttio

Morre em São Paulo, aos 92 anos, ZÉ BÉTTIO, um dos maiores comunicadores sertanejos do Brasil.

O radialista Zé Béttio, morreu, aos 92 anos, na última segunda-feira, 27/08, durante a madrugada, enquanto dormia em sua casa no bairro Horto Florestal, na zona norte de São Paulo. O corpo foi sepultado ainda na segunda-feira no Cemitério do Horto Florestal. De acordo com o filho do radialista, José Homero Béttio, a família atendeu ao pedido da mulher para que o marido fosse enterrado com total discrição, sem a participação da imprensa e do público. 

Nascido em Promissão, no interior de São Paulo, em 11 de janeiro de 1926 e irmão de Arlindo Béttio (1920/1980) e Osvaldo Béttio (1930/2015), Zé Béttio, começou carreira na rádio Difusora, de Guarulhos, passando pelas rádios Cometa e Gazeta e alcançando sucesso nas rádios Globo, Record e Capital. 

Morando na capital paulista, Zé Béttio dividia seu tempo, enquanto a saúde permitiu, entre as fazendas em Garça e Rinópolis, no interior de São Paulo.

Literatura

"Rádio - Teoria e Prática"
Esta obra, escrita por Luiz Artur Ferraretto, apresenta os principais padrões para a produção de conteúdo em um meio que se adapta às novas tecnologias. Do que é o rádio hoje, passando por uma detalhada explanação a respeito da linguagem do meio, ao planejamento da programação e à produção de conteúdos, a obra aborda temas como apresentação e locução, sonoplastia, redação jornalística, produção de conteúdo, reportagens, entrevistas e muito mais.

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Esporte Clube Ribeiro Junqueira

Fundado em 27 de agosto de 1911, o Esporte Clube Ribeiro Junqueira, o Dragão da Zona da Mata é o mais tradicional clube de futebol de Leopoldina. Proprietário do estádio  Guanahyro Fraga Mota, o clube está inativo para o futebol profissional.

                   Time dos sonhos do mestre Telê Santana: 
Em 1942, o ainda menino Telê Santana da Silva (1931/2006), de 11 anos de idade, viu a fabulosa equipe do Ribeiro Junqueira jogar em Leopoldina e nunca mais esqueceu a sua formação: Manganga, Maninho, Batista, Itim, Domício, Quadrado, Vicente, Geraldinho, Daher, Caturé e Elair como uma das melhores que viu jogar, e que se baseou nela para formar a fabulosa Seleção Brasileira da Copa de 82 e o São Paulo Futebol Clube, campeão mundial.
O livro “Fio de Esperança”, que retrata a biografia de Telê Santana, na página 14 fala sobre o E.C Ribeiro Junqueira.

sábado, 25 de agosto de 2018

Literatura

"Tiradentes - Uma biografia de Joaquim José da Silva Xavier"
Enfim, a história completa: Joaquim José da Silva Xavier, O Tiradentes, ganha sua primeira biografia moderna.  Apropriada para os mais diferentes fins desde o começo do período republicano, a figura de Tiradentes adquiriu o status de mito, mas curiosamente não havia ainda uma narrativa histórica que tivesse por centro a sua vida. Um das causas dessa ausência é sem dúvida a parca documentação disponível sobre o “mártir da Inconfidência”.  É de grande dimensão o resultado obtido por Lucas Figueiredo: com recurso a uma pesquisa abrangente em acervos nacionais e estrangeiros, e às descobertas mais recentes da historiografia, o autor reconstitui a trajetória do alferes, desde a sua experiência familiar, os anos de juventude, quando foi mascate, o trabalho no baixo escalão dos oficiais —, enfrentando as engrenagens da burocracia estatal —, o ofício paralelo de tratar (e tirar) dentes, até seu envolvimento na Conjuração Mineira. Em paralelo, descortina-se um retrato vívido das Minas Gerais e do Rio de Janeiro do século XVIII: seus personagens, acontecimentos, e a circulação dos ideais revolucionários.  Deixando para trás as especulações e os relatos fabricados, e unindo verve literária e rigor histórico, este livro é um trabalho ímpar de investigação, que dá a Tiradentes a dimensão humana apagada na formação de sua história.

Pé-de-Moleque

Surgiu por volta do século XVI com a chegada da cana-de-açúcar à Capitania de São Vicente, trazida pelo navegador Martin Afonso de Sousa. 

Em Piranguinho (cidade do sul de Minas Gerais), o -de-moleque começou a ser produzido de maneira artesanal por volta de meados da década de 1930. 


O Nome -de-Moleque 


Acredita-se em duas versões para a origem do nome deste doce. A primeira delas diz que a própria aparência do doce depois de pronto, tem semelhança com a cor e calos dos pés dos moleques que viviam correndo descalços pelas ruas de terra batida. Já a outra versão, fala das cozinheiras das fazendas que eram assediadas pelas crianças da vizinhança que suplicavam por um pouco de doce enquanto as cozinheiras mexiam seus tachos no preparo da massa. Nestes momentos elas diziam a eles: – Pede, moleque!. 

Independentemente de qual for a verdadeira origem do nome, o mais importante é o fato de que este é um dos doces mais apreciados no país, sendo bastante consumido, principalmente, nas festas juninas e julinas pelo Brasil afora.

sexta-feira, 24 de agosto de 2018

"Fernanda Montenegro: Itinerário fotobiográfico"
Organizada pela própria atriz, a obra reúne imagens que contam a trajetória pessoal e profissional de Fernda Montenegro, que se mistura à memória da dramaturgia nacional. Além de uma seleção de fotos inéditas de seu acervo pessoal, e outras que registram cenas memoráveis ao lado de grandes nomes como Paulo Autran, Sérgio Britto e Nathalia Timberg – muitas acompanhadas de legendas com as impressões de Fernanda –, o leitor terá contato com documentos emblemáticos, artigos e depoimentos de escritores, diretores, críticos de arte, atores e amigos. Há ainda seções especiais dedicadas às diversas premiações recebidas ao longo da carreira e uma comovente homenagem a Fernando Torres, seu companheiro de trabalho e vida.

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Dia do Folclore Brasileiro - 22 de agosto

             FOLCLORE
A palavra “folclore” vem de “folklore”, em inglês, que significa “cultura do povo” ou "aquilo que o povo faz", se originou através de um neologismo que uniu as palavras inglesas folk (que significa “povo”) e lore (que quer dizer “conhecimento”). Esse vocábulo foi criado pelo arqueólogo William John Thoms (1803/1885), que, por meio de carta enviada a um jornal inglês, no dia 22 de agosto de 1846, sugeria que todo o conjunto de tradições, ou “antiguidades” populares, pudesse ser definido por tal palavra.  Anos depois, em 1965, o governo brasileiro, por meio de decreto, instituiu tal data como “Dia do Folclore Brasileiro”, quando celebramos a riqueza de nossa cultua, que inclui crenças, costumes, danças e lendas que só existem no Brasil, como o Carnaval, o Forró, o Saci-pererê ou o Bumba Meu Boi.

BOITATÁ 
Em Tupi-Guarani, Boitatá significa “cobra de fogo”. O personagem é uma grande serpente de fogo que protege os animais e as matas.

BOTO 
Esta maravilhosa lenda nasceu na região amazônica. Segundo a história, o boto cor-de-rosa (ou Uauiará) sai dos rios e se torna um homem bem bonito e atraente.

CUCA 
Citada no título desta reportagem, a Cuca é, muitas vezes, associada ao “bicho papão”, que rapta crianças. Ela é bem temida, mesmo! Além de malvada, tem cara de jacaré. 

CURUPIRA 
Garotinho com cabelos vermelhos e pés virados para trás, o Curupira costuma assobiar, deixar pegadas e enganar inimigos da natureza. Ele é o herói da fauna e da flora!

IARA 
A lenda da “mãe d’água” é de origem tupi. Iara significa “Senhora das Águas”. Trata-se de bela sereia, que, com suas doces canções, atrai pescadores para matá-los.  

MULA SEM CABEÇA
Monstro de nosso folclore brasileiro, a Mula só aparece quando uma mulher namora um padre. Por maldição, ela é transformada em mula.  

SACI-PERERÊ 
Bastante conhecido, o atrevido Saci-pererê é um garoto negro com uma perna só. Ele fuma cachimbo e usa uma carapuça vermelha, cheia de poderes mágicos.   

Literatura

"Migração do rádio AM para FM: Avaliação de impacto e desafios frente à convergência tecnológica”
A elaboração do livro foi coordenada pelas professoras Nair Prata e Nélia Del Bianco e apresenta os resultados de uma pesquisa nacional que busca entender o impacto da migração do rádio AM para o FM no Brasil. A investigação contou com a participação de quase uma centena de pesquisadores de todo o país, que entrevistaram 238 emissoras de rádio migrantes. Os resultados são apresentados em três capítulos do livro. No primeiro, é traçada uma linha do tempo do processo de construção da política pública da migração do AM para o FM. A análise dos resultados da investigação em âmbito nacional está no segundo capítulo. E, por fim, no terceiro capítulo, 77 autores interpretam os dados de cada estado à luz da história da formação do mercado de radiodifusão regional. Participaram da pesquisa os seguintes estados: Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins, além do Distrito Federal.

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Antonio Fernando Eiterer

Morre em Juiz de Fora, aos 63 anos, o radialista Antonio Fernando

O radialista Antonio Fernando morreu na manhã desta segunda-feira, 13/08
O corpo está sendo velado na capela do cemitério de São Pedro, na cidade alta, e o sepultamento está previsto para às 16 horas, na mesma necrópole.

Antonio Fernando Eiterer nasceu em Lima Duarte-MG, em 13 de junho (dia de Santo Antonio) de 1955. Filho de José Eiterer e Amélia Pereira Eiterer, pais de dois filhos (Fernanda Teixeira Eiterer e Bruno Teixeira Eiterer), foi casado com Lúcia Helena de Souza Teixeira. Trabalhou nas rádios Sociedade, Industrial e Capital. Além de produtor e locutor de rádio, foi mestre de cerimônia na prefeitura de Juiz de Fora.  

CONSIDERAÇÕES:
Antonio Fernando foi um dos mais talentosos companheiros que tive o prazer de trabalhar no jornalismo da rádio Capital. Pessoa de fino trato e muita capacidade intelectual, com textos impecáveis.

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Literatura

"O Livro de ouro das Copas"
Quem vê uma Copa do Mundo hoje, com a riqueza de detalhes que temos atualmente, não imagina como seria a cobertura de um Mundial nos remotos anos 30. Afinal, naquela época não existia a TV digital, que só entrou em cena para o Mundial de 2006; nem a rapidez da internet, que apareceu neste cenário apenas a partir de 1998; ninguém dava importância às estatísticas antes de 1990; só em 1974 passou-se a transmitir imagens ao vivo e em cores; ou o replay instantâneo, novidade no Mundial de 1970. Pensando bem, não havia nem a transmissão ao vivo pela TV, que começou em 1954 (e no Brasil só em 1970. Ou sequer a transmissão por rádio, que surgiu em 1938.  Assim, o grande objetivo dessa obra é oferecer a mesma riqueza de informações sobre todas as copas, e da forma mais completa possível. São mais de 700 jogos, cada um deles com sua própria história, o que o torna uma obra única. Em 80 anos de histórias, é fácil verificar por que a Copa do Mundo se tornou o maior espetáculo da Terra.  O livro ainda conta com curiosidades, como Quem são os melhores goleiros da história? E os maiores artilheiros? Quais são as 10 maiores séries invictas? E as 10 maiores viradas? Quais pênaltis perdidos mudaram o rumo das Copas? E os gols contras? Aliás, como surgiram os cartões amarelo e vermelho no futebol? Qual a verdade sobre Ronaldo na Copa de 1998?  Nesta obra, de quase dois quilos de pura informação sobre futebol, Lycio elaborou um conteúdo jamais descrito com tantos detalhes em livros do gênero. Foram 6 anos de pesquisas, análises e compilação de dados, cujo resultado pode ser visto agora numa obra ricamente ilustrada. Prefácio do ex-campeão mundial Tostão.  

Waldir Rodrigues

Morre em Rio Casca-MG, aos 84 anos, o narrador esportivo, Waldir Rodrigues
Morreu na última terça-feira, 07/08, em Rio Casca, na Zona da Mata Mineira, o narrador esportivo Waldir Rodrigues. Waldir morava em Rio Casca, no asilo Padre Antônio Ribeiro Pinto e participava de um programa esportivo, na rádio Extra FM. No rádio mineiro, Waldir Rodrigues foi um dos principais narrados das rádios Itatiaia, Guarani, Inconfidência, Capital e Mineira, de Belo Horizonte e Vanguarda, de Ipatinga.  Em 1959, transmitiu pela rádio Itatiaia, a primeira partida de futebol de uma emissora mineira do exterior. Foi em Buenos Aires, Argentina e Brasil, pela Copa Sulamericana (atual Copa América), com Januário Carneiro (1928/1994) e Osvaldo Faria (1930/2000). Waldir esteve também na Copa de 1962, vencida pelo Brasil, no Chile.
O corpo está sendo velado na capela velórica, em Rio Casca, e o sepultamento está previsto para 14h no cemitério da cidade.
Waldir Rodrigues da Silva, filho de Geraldo Rodrigues da Silvas e Nair Bruno de Oliveira, nasceu na Fazenda São Tomé, em Cordisburgo, região de Sete Lagoas, em 06 de junho de 1934. Foi casado duas vezes, com a primeira esposa, Nilce, teve dois filhos, Márcia e Fernando (engenheiro ambiental em Viçosa-MG) e com a segunda, Fabiana, um, Bruno. Torcedor do Cruzeiro, Waldir tinha bom trânsito nos dois principais clubes da capital. Quando se casou em 1962, na igreja de Lourdes, em Belo Horizonte, o celebrante foi o atleticano, dom Serafim Fernandes de Araújo, e um dos padrinhos foi o presidente do Cruzeiro da época, Felício Brandi (1928/2004).
Colaboração: João Begati, Chico Maia é Álisson Ribeiro

Literatura

"O Negro no Futebol Brasileiro"
Esta é a 5ª Edição de uma obra conhecida por aplausos unânimes. Retornando ao mercado após nove anos de ausência, esta edição traz um Caderno Especial com a trajetória de Mario Filho, assinada pelo neto e jornalista Mario Neto, com fotos e perfis de alguns dos primeiros craques negros e mulatos do futebol brasileiro, com o texto assinado pelo historiador Gilberto Agostino. Este Caderno chega ao final com a história da imagem da capa, do artista plástico Rebolo, que também foi jogador de futebol, e que mostra pioneiramente na arte brasileira uma cena de jogadores em campo: o negro driblando o próprio Rebolo, que se auto-retrata. Bem cuidada, com apuro nos detalhes – ao ponto de trazer reconstituído, como no original, o prefácio de Gilberto Freyre à primeira edição (de 1947), no qual havia lapsos – (supressões de palavras em dois parágrafos) desde a segunda edição (de 1964), a 5ª Edição traz ao público todo o percurso da obra. Assim, nada foi retirado em relação às edições anteriores: além do prefácio de Gilberto Freyre, o texto das orelhas da segunda edição, de Édison Carneiro, o das orelhas da terceira edição (1994), de João Máximo, e mesmo a apresentação do editor da terceira edição podem nela ser encontrados.

sábado, 4 de agosto de 2018

Futebol Mineiro 2018

A Segunda Divisão de 2018  (Módulo 3) será disputada da seguinte forma em três etapas: 
Primeira fase, semifinais e final. 
Na primeira fase, as 13 equipes jogarão em turno único, sendo seis jogos como mandante e seis jogos como visitante, classificando-se para as semifinais as quatro melhores equipes. A partir daí é mata-mata!    Em duelos de ida e volta, o primeiro colocado enfrentará o quarto lugar e o segundo jogará contra o terceiro. Os vencedores das semifinais avançam para a grande decisão. Os clubes de melhor campanha terão a vantagem de jogar a segunda partida em seus domínios. Para definir os vencedores na fase eliminatória, será considerada a soma dos resultados dos jogos. O gol marcado fora de casa não será critério de desempate. Permanecendo a igualdade no placar, a decisão do confronto será através das penalidades máximas.  
Assim como nas últimas edições, a competição será disputada na categoria Sub-23, podendo cada clube inscrever no máximo cinco atletas com idade acima da idade limite. Cada agremiação poderá registrar até 30 atletas. O jogador que atuar por uma equipe não poderá jogar por outra durante a competição.  

Clubes participantes:
Araxá, Athletic (São João Del Rei), Bétis (Ouro Branco), Boston City (Manhuaçu), Coimbra (Belo Horizonte), Minas Boca (Sete Lagoas), Montes Claros, Passos, Patrocinense (Patrocínio), Ponte Nova, Pouso Alegre, União Luziense (Santa Luzia) e Valeriodoce (Itabira).

- Araxá EC (Araxá) - estádio Fausto Alvim, técnico: Rogério Henrique, diretor de futebol: Estéfano Caetano e presidente: Jeferson Leite;
- Athletic Clube (São João del Rey - estádio: Joaquim  Portugal, técnico: Cícero Júnior, auxiliar técnico: Gustavo Marcos Rodrigues “Gustavo Brancão”, gerente: Fábio Mineiro (gerente) e principal reforço: Ademilson (exTupi e Tupynambás).
- Bétis FC (Ouro Branco) - estádio José Mapa Filho e diretor: Lucas Baresi;
- Boston City FC (Manhuaçu) - estádio Juscelino Kubitschek, técnico: Carlos Rossi, dirigentes: Palhinha (Jorge Ferreira da Silva), Renato Valentim e Wanner Dornellas.
- Coimbra Sports (Contagem) - estádio: Arena do Calçado (Nova Serrana);
Minas Boca Futebol (Sete Lagoas) - Estádio Joaquim Henrique Nogueira/Boca do Jacaré;
- Montes Claros EC (Montes Claros) - estádio José Maria Melo, técnico: Marco Antonio Milagres e presidente Joevile Mocelin;
- Passos FC (Passos) - Luciano Lino (técnico), Estádio Gerado Starling Soares,
- Ponte Nova FC (Ponte Nova) - Vai jogar em Governador Valadares;
- Pouso Alegre FC - estádio Gino Maria Rossi, Técnico: Marcelo Albino e presidente: Paulo da Pinta; 
SE Patrocinense (Patrocínio) - estádio: Júlio Aguiar, técnico: Thales Garcia, reforços: Oscar e Didi;  
- União Luziense EC (Santa Luzia) -  estádio Joaquim Henrique Nogueira/Boca do Jacaré (Sete Lagoas);
- Valeriodoce EC (Itabira):estádio Arena São Gonçalo (São Gonçalo do Rio Abaixo), técnico: Roberto Gaúcho, auxiliar técnico: Marcelo Ramos, dirigente: Luizinho, reforços: Cassiano (exTupi, Tupynambás,  Anápolis (GO), Villa Nova, Noroeste, Betinense e União Luziense) e Denilson (ex-Tupi, Tombense, Mamoré, Guarani, Betinense e Ipatinga).
01ª rodada
Sábado, 04 de agosto:
Coimbra x Montes Claros Araxá x Passos Bétis x União Luziense Patrocinense x Minas Boca Pouso Alegre x Athletic  
Domingo, 05 de agosto: 
Boston City x Ponte Nova  

A última rodada da primeira fase está agendada para o dia 13 de outubro (sábado).

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Literatura

"Caratinga 170 anos: Múltiplos Olhares"

Organizado pelo professor Walber Gonçalves de Souza, o livro, que conta com a colaboração de 42 autores, possui 160 páginas e tem ilustração do cartunista Edra. O autor reuniu um grupo de pessoas ligadas à Caratinga para deixar registrado através dos seus olhares um pouco da história da cidade e da sua própria história. A história do município de Caratinga que o livro eterniza é a história das próprias pessoas, que de alguma forma confunde-se com a história da cidade.

sábado, 28 de julho de 2018

Gente de Expressão

Carlos Roberto Sodré nasceu em Visconde do Rio Branco em 31 de agosto de 1964. Filho de Expedito Sodré (1934/2013) e Nelci Gomes Sodré (1944/2009), Casado com Rosilene Pereira Sodré, pai de três filhos, Carlos Roberto Sodré Júnior, Larissa e Laísa. Sodré é radialista, jornalista e professor. Formado em Comunicação Social (jornalismo) pela FAGOC (Fundação Governador Ozanan Coelho), turma de 2010, professor de Ciências Sociais (Filosofia e Sociologia ) na rede estadual de ensino de Minas Gerais. Atualmente, além de ser professor, Sodré é editor do portal Ubá News (www.ubanews.com) e produz a apresenta o noticioso "Em dia com a notícia" da Rádio Educadora de Ubá. Além da Educadora, já trabalho na Ubaense e na Cidade Carinho. Em Visconde do Rio Branco, trabalhou na Rádio Cultura, e em Juiz de Fora, nas Rádios Panorama FM e Energia FM. Seu nome consta no livro "a Enciclopédia do Rádio Esportivo Mineiro" das jornalistas e historiadoras Nair Prata Moreira Martins e Maria Cláudia Santos, que tem capa do jornalista e chargista Son Salvador e prefácios do presidente da Associação Mineira de Cronistas Esportivos (AMCE), Luiz Carlos Gomes e do vice-presidente da Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e Televisão e diretor-presidente da Rede Itatiaia de Rádio, Emanuel Soares Carneiro. Neste sábado, 28 de julho, Sodré tomou posse na Academia Ubaense de Letras, a "Academia Antonio Olinto". 

Literatura

"Os Italemães na Terra dos Botocudos"
De autoria de José Eugenio Vieira e Joel Guilherme Velten a obra gigante, com mais de 570 páginas, ricamente ilustrada doumenta a trajetória dos primeiros imigrantes alemães e italianos no estado do Espírito Santo, desde a década de 1840,  em que os imigrantes aqui chegaram, até fatos da atualidade. Eles se estabeleceram no município de Domingos Martins, especificamente na primeira colônia de Santa Isabel, fundada em 1847, e são reconhecidos como força importante no desenvolvimento econômico do Estado e na formação da sociedade brasileira.  O livro conta com fotos, cartas, documentos, mapas, listas de famílias imigrantes, listas e fotos dos pastores luteranos e padres católicos que atenderam as colônias

quinta-feira, 26 de julho de 2018

Mauro Neto.

Morre em Belo Horizonte, aos 78 anos, o ex-repórter esportivo Mauro Neto
Morreu nesta quinta-feira, 26/07, em Belo Horizonte, o radialista Mauro Neto. Nascido em Poços de Caldas, no Sul de Minas, Mauro Neto iniciou carreira na Rádio Difusora de Poços de Caldas, por ocasião da inauguração da emissora, em 1964. Depois de uma passagem no rádio paulista, foi para Belo Horizonte.

Na Rádio Itatiaia, trabalhou por 20 anos, de 1986 a 2006. Foi setorista do América e cobriu torneios internacionais, como Copa do Mundo e Copa América, e conheceu mais de 50 países.

O sepultado está previsto para às 15h30, desta sexta-feira, 27/07, no cemitério Belo Vale, em Santa Luzia, na região Metropolitana de Belo Horizonte.

Literatura

"Histórias Que Vivi Na História"
O mineiro, de Teófilo Otoni, no nordeste do estado, Nilmário Miranda tem muitas histórias para contar. Nas últimas décadas, participou de momentos históricos de Minas e do país. Várias vezes deputado estadual e federal, foi o primeiro titular do Ministério dos Direitos Humanos e, em seu estado, criou e assumiu a mesma pasta. É sobre essas e outras histórias dentro da História que ele fala neste livro cheio de revelações. Nilmário faz um balanço dos avanços e retrocessos das conquistas sociais no Brasil, sobretudo a partir da Constituição "cidadã" de 1988. Destaca a contribuição do PT e de outros partidos de esquerda na redução das desigualdades e da injustiça, mas não deixa de reconhecer erros políticos desses grupos, o que contribuiu para "o golpe parlamentar de 2016". Nilmário aponta os estragos do "governo ilegítimo", como "a erosão do Estado Democrático de Direito" e o "desmanche das conquistas sociais". No entanto, ele não perde a esperança no retorno do pleno Estado de Direito com um novo governo comprometido com a maioria dos brasileiros.

Dia dos avós

Literatura

"Histórias Que A História Não Conta"
Nesta obra, despreocupada com rigores do academicismo, Paulo Nathanael Pereira de Souza nos conta episódios, ações e até idiossincrasias de figuras ilustres, nem sempre encontrados em biografias oficiais. Entre os brasileiros estão José de Anchieta, Duque de Caxias, General Osório, Monteiro Lobato, Ruy Barbosa, Euclides da Cunha, Campos Salles, Maestro Carlos Gomes, Monteiro Lobato, os poetas Menotti Del Picchia, Paulo Setúbal, Cassiano Ricardo e Guilherme de Almeida, além da índia Vanuíre, heroína do Oeste paulista. A figura estrangeira presente é Francis Bacon, de quem Nathanael traça grandes contradições éticas e morais.  Experiente docente e historiador – e um dos mais importantes educadores brasileiros –, o autor reaviva nestes ensaios nosso gosto pelo gênero biográfico, ao valorizar rodapés da História, que têm afinal importância social e cultural e, por que não dizer, nos faz olhar de modo novo e peculiar para cada um dos biografados – bem além da têmpera sob a qual a historiografia os consagrou.

segunda-feira, 23 de julho de 2018

71ª Corrida da Fogueira

                  Resultados da 71ª edição da Corrida da Fogueira
Masculino:
01º - Eberth da Silva Silvério - 22m26s
02º - Francisco Perrout - 23m05s
03º - Gabriel Alberto Silva - 23m08Z
04º - Matheus Moraes Baptista - 23m16s
05º - Albertino Silva Luz - 23m50s
Feminino:01º - Amanda Aparecida de Oliveira - 26m26s
02º - Aline Barbosa Silva Santos - 28m38s
03º - Claudete Nunes - Profit - 30m47s
04º - Noemi Alves da Cruz - 31m07s
05º - Laynara dos Santos - 32m24s

História
A Corrida da Fogueira é realizada pela Secretaria de Esporte e Lazer da Prefeitura de Juiz de Fora e está entre as provas mais tradicionais do país.

Início
Começou em uma festa junina em torno da Fogueira, na década de 1940. Vicente Ferreira dos Santos, teria tido a iniciativa de organizar uma corrida de rua reunindo amigos, com o objetivo de divulgar a festa junina no bairro Mariano Procópio.

Primeira prova
No dia 23 de junho de 1942, 47 atletas deram a largada para a 01ª Corrida da Fogueira, com percurso de 7 km. O vencedor da primeira edição foi Pedro Marciano da Silva, atleta do Mangueira Futebol Clube, da cidade de São João Nepomuceno, com o tempo de 23min58seg. Após a premiação, o atleta vencedor teve a honra de acender a fogueira da festa e isso se perpetuou por várias décadas.  

Feminina
Em 1976, as mulheres começaram a participar do evento e a primeira campeã foi a atleta Sandra Paula Ferreira. 

Famosos (as)
Pedro Zurita (Equatoriano), João da Mata, Ronaldo da Costa, Geraldo Francisco de Assis, Joel Elídio de Faria, José da Conceição, Hélio Oliveira, Eberth da Silva Silvério, Geovane dos Santos, Gilberto Silvestre Lopes, Eberth da Silva Silvério, Márcia Narloch, Viviany Anderson de Oliveira, Cibélia Maria Vasconcelos, Andriléia do Carmo Souza, Érika Maria José Vieira, Roselaine de Souza e Amanda Aparecida de Oliveira.  .

A corrida não foi realizada em cinco oportunidades: 1964, 1980, 1981, 1982 e 1983.

Literatura

“Amarílio, Um Democrata” 

A obra, escrita por Sergio Ayres, conta a vida do professor e vereador de Barbacena, Amarílio Augusto de Andrade. Além de um rico acervo fotográfico, a obra inclui também projetos do vereador como a construção do Centro de Atendimento Multiprofissional aos Portadores de Câncer de Barbacena e região. Amarílio Augusto de Andrade está em seu sétimo mandato como vereador. Presidente do Legislativo Barbacenense por 13 vezes. Vice- Prefeito de Barbacena por quatro anos. 

domingo, 22 de julho de 2018

Belmonte e Amaraí

Belmonte (Paschoal Zanetti Todarelli) nasceu em Barra Bonita-SP, em 02 de novembro de 1937 e morreu, aos 34 anos, em Ribeirão Preto-SP,  em 09 de setembro de 1972.
Amaraí  (Domingos Sabino da Cunha) nasceu em Tapiraípe, distrito de Rui Barbosa, ea Bahia, em 11 de outubro de 1940 e morreu em Alfenas, no Sul de Minas, aos 77 anos, em 21 de julho de 2018.
A morte de Belmonte se deu após um acidente automobilístico, ocorrido na estrada, na altura da cidade de Santa Cruz das Palmeiras, quando voltava de um show, na cidade de Itápolis, no oeste paulista.
Maior sucesso
“Saudade de Minha Terra”, um clássico lançado em 1966 e já foi regravada por mais de 160 cantores, como Chitãozinho & Xororó, Milionário & José Rico, Sérgio Reis e Michel Teló.
Outros sucessos
Em oito anos de carreira, eternizou vários sucessos como “Mercedita”, “Pombinha Mensageira”, “A Fronha”, “Desde que Te Vi e Morrendo de Amor”, “Entre Lágrimas”, “Lágrimas da Alma”, “Desventura”, “Te Amarei Toda Vida”, “Capricho do Destino” e “Saudade de Goiás”.

Literatura

"Dossiê As Galvão - As Soberanas Em 70 Anos de Estrada"
De Sapezal Para O Mundo. Os anos 30, no Brasil, foram de grandes mudanças: a Revolução de 1930, com Getúlio Vargas, a Revolução Constitucionalista de 1932, a promulgação da nova Constituição Brasileira, em 1934. A política do café com leite, aliança de São Paulo com Minas Gerais no poder, chegava ao fim, abrindo caminho para tempos duros no Estado Novo, em 1937, ainda com Getúlio Vargas. Nesse cenário, em Ourinhos, interior de São Paulo, um jovem casal, Bertholdo Torres Galvão e Maria Gomes, ambos com sangue de artistas, se unia em 1938. Trabalhavam cantando os sucessos dos maiores cantores do Brasil. O casal teve um primeiro grande momento de encanto em 04 de maio de 1940, quando nasceu uma menina de cabelo loiro e olhos azuis: Mary Zuil Galvão. Risonho e feliz, o bebê trazia o sobrenome da família, Galvão, e o nome de duas rainhas, Mary (da Escócia) e Zuil (da Holanda), o que se mostrou profético: tempos depois, Mary viria a tornar-se, ao lado da irmã Marilene, uma das rainhas da música caipira, numa carreira de sucesso que dura até hoje.

domingo, 15 de julho de 2018

Copas do Mundo

Rússia 2018
São 21 edições de Copas do Mundo, em 88 anos, sendo a primeira Copa em 1930 no Uruguai.
Nesse período de 88 anos o mapa-mundi sofreu profundas alterações.

A Fifa conta 79 países que já participaram dos Mundiais, mas seis deles já não existem mais na configuração antiga, tendo sido divididos, absorvidos ou se tornado independentes. E o sétimo deles, o Zaire, também não existe mais com esse nome

Tchecoslováquia (08 Copas) 
O mais bem-sucedido país da história das Copas que deixou de existir --na verdade, se dividiu em dois-- é a Tchecoslováquia, que competiu em oito Mundiais entre 1934 e 1990. O país se tornou independente do Império Austro-Húngaro em 1918 e, durante a Guerra Fria, foi um estado socialista aliado da União Soviética. Sua seleção foi vice-campeã em 1934 e 1962, perdendo as finais para Itália e Brasil, respectivamente --com Pelé machucado,  Garrincha comandou o time bicampeão mundial. Tchecos e eslovacos, marcado por diferenças étnicas, culturais e econômicas, se separaram pacificamente em 1993, após a queda do comunismo. Desde então, a República Tcheca, em 2006, e  e Eslováquia, em 2010, disputaram uma Copa cada uma. A seleção da República Tcheca é considerada pela Fifa como a sucessora da Tchecoslováquia e herdou as marcas de sucesso antiga equipe unificada nas Copas.

Iugoslávia (08 Copas) 
A antiga Iugoslávia jogou oito Copas entre 1930 e 1990 e chegou a duas semifinais, em 1930 e 1962. Depois disso, cinco seleções decorrentes da antiga Iugoslávia jogaram Mundiais: Bósnia (uma vez); Sérvia e Montenegro, Sérvia e Eslovênia (duas vezes cada uma); e Croácia, a mais bem-sucedida, que se classificou para cinco Copas e foi semifinalista em 1998. Macedônia e Kosovo, que não disputaram Copas, também são remanescentes da Iugoslávia.

União Soviética (07 Copas) 
Antecessora da atual seleção Russa, o time soviético nunca foi exatamente uma potência na Copa do Mundo, tendo como melhor resultado a semifinal no Mundial da Inglaterra, em 1966. Mas a URSS foi presença  constante nas Copas entre 1958 e 1990, participando de sete edições. Também consagrou o goleiro Lev Iashin, apelidado de Aranha Negra, que jogou quatro Mundiais. Em 1958, ele foi o goleiro do jogo em que o futuro campeão Brasil  venceu os soviéticos por 2 a 0, na partida que marcou a estreia de Pelé e Garrincha em Copas. Com a queda do regime soviético, em 1991, a Rússia herdou os resultados da URSS, mas perdeu os talentos de outras repúblicas, como a Ucrânia, que chegou às quartas de final em sua única classificação para a Copa, em 2006. Desde então, o melhor desempenho do time russo foi nessa copa de 2018.

Iugoslávia/Sérvia e Montenegro (02 Copas) 
Ao contrário das outras repúblicas que faziam parte da antiga Iugoslávia, Sérvia e Montenegro permaneceram como um mesmo país (e seleção) entre 1992 e 2006, jogando duas Copas nesse período. 

Em 1998, ainda sob o nome Iugoslávia, parou nas oitavas de final; em 2006, foi eliminada na primeira fase perdendo os três jogos, dias depois de Montenegro aprovar, em referendo, sua separação da Sérvia. Dessa maneira, o país jogou a  a Copa de 2006 quando, oficialmente, não existia mais. A atual seleção da Sérvia, eliminada pelo Brasil em 2018, é apontada pela Fifa como a herdeira dos resultados tanto da antiga seleção iugoslava quanto de Sérvia e Montenegro.


Alemanha Oriental (01 Copa) 
A Alemanha Oriental surgiu após a Segunda Guerra Mundial, com o fim do regime nazista, quando o território alemão foi ocupado pelos aliados (EUA, França, Reino Unido e União Soviética) e depois dividido  entre o oeste capitalista e o leste comunista, sob influência da URSS. A seleção oriental conseguiu apenas uma classificação para a Copa, em 1974, com sede justamente na Alemanha Ocidental. E o sorteio ainda teve a proeza de colocar as duas Alemanhas no mesmo grupo na primeira fase. Diante de 60 mil pessoas em Hamburgo, a Alemanha Oriental conseguiu uma vitória histórica por 1 a 0 em cima do time ocidental, que mais tarde seria campeão, mas foi eliminada na f ase seguinte. O regime comunista caiu em 1989 e a Alemanha Oriental acabou "absorvida" pelo governo capitalista do lado ocidental, levando à reunificação do país em 1990. Até hoje a Alemanha Oriental é a única seleção "extinta" da história das Copas, já que ninguém herdou seus resultados nas estatísticas oficiais. 

Índias Orientais Holandesas (01 Copa) 
As Índias Orientais Holandesas eram uma colônia que se tornaria independente em 1949, após a Segunda Guerra Mundial, adotando o nome de Indonésia. Mas, ainda como uma colônia da Holanda, a equipe disputou a Copa de 1938, na França, sendo a primeira representante asiática da história dos Mundiais. 

O desempenho foi o esperado para a estrutura do país, numa época em que o futebol era ainda mais centralizado em europeus e sul-americanos. O time caiu por 6 a 0 diante da Hungria, vice-campeã daquela Copa. Como ainda não existia  fase de grupos, essa foi a única partida das Índias Orientais Holandesas em Mundiais. É também a única participação da Indonésia, que nunca mais conseguiu se classificar para a Copa mas aparece nas estatísticas por ter herdado os resultados da antiga colônia.

Zaire (01 Copa) 
A inclusão do Zaire na lista se deve ao fato de o país não existir mais sob esse nome desde sua única participação em Copas, em 1974, na Alemanha. Antes chamada de República Democrática do Congo, a ex-colônia da Bélgica se tornou Zaire em 1971. Em 1997, após uma troca de regimes ditatoriais, o país adotou novamente o nome República Democrática do Congo, que mantéma até hoje.

Primeira seleção da África Subsaariana a se classificar para a Copa, o Zaire perdeu de Escócia, Iugoslávia e Brasil na primeira fase da Copa de 74. A derrota diante dos iugoslavos, pelo elástico placar de 9 a 0, é uma das maiores  goleadas da história dos Mundiais.

Países que podem desaparecer ou surgir para os próximos mundiaias
Reino da Bélgica: Flandes (holandesa), ao norte, com 59% da população, Valônia (francesa), ao sul, com 40% da população e mais 01% da população, a leste, de origem alemã. A capital do Reino, Bruxelas, é bilingue (holandês/francês)

Essa divisão linguística causa conflitos na Bélgica; em Flandres há atualmente um número importante de pessoas querendo se separar da Valónia, não só por motivos de diferença linguística, mas também por causa de incompatibilidade econômica. Alguns querem um federalismo muito avançado, outros a independência e ainda outros querem se unir aos Países Baixos (Holanda).

a cidade de Namur, a capital econômica é Liège, a capital culural é Mons, Charleroi é a capital sociale e Verviers para a água.


Espanha/Catalunha
A Catalunha, região rica no leste da Espanha luta por sua independência e por consequência, sua capital em Barcelona e seu idioma oficial, o Catalão.

Canadá/ Quebec
Canadá (inglês) e Quebec (francês). Com uma possível divisão, o Canadá permanecerá com sua capital em Ottawa, com com 76% do território e Toronto e Vancouver as cidades mais populosas. Já o Quebec, com a capital na cidade de Quebec, ficaria com 24% do território e tendo em Montreal a sua cidade mais populosa..

sábado, 14 de julho de 2018

Literatura

"Para Onde Vai A Igreja?"
Como a Igreja deve se comportar nos dias de hoje? Que mudanças podemos esperar em sua atuação ao redor do mundo? E qual será o futuro do catolicismo no Brasil e nos quatro cantos do planeta? Neste livro, essas perguntas não são respondidas por nenhum aventureiro nos assuntos internos da Igreja, e sim por cinco cardeais brasileiros que gozam de enorme prestígio entre o clero. Conduzidas por Gerson Camarotti, as cinco entrevistas que compõem esta obra abordam os temas mais controversos da atualidade de maneira direta e sem subterfúgios: papa Francisco, a renúncia de Bento XVI, a corrupção no país, a ordenação de homens casados, os escândalos sexuais entre sacerdotes e bispos, entre muitos outros.

Copas do Mundo

                                A arbitragem brasileira nas Copas
Apenas nas edições de 1934, 1938 e 1958 não tiveram presença de árbitros do Brasil. Com Sandro Meira Ricci, do Brasil, que não conseguiu chegar à final, 14 árbitros no total já apitaram em Mundiais.
O gaúcho Carlos Eugênio Simon é o único a participar de três Copas, tendo arbitrado sete partidas. Os cariocas Arnaldo César Coelho e Armando Marques estiveram em duas edições. O também carioca José Roberto Wright apitou quatro jogos na Copa de 1990 e é o segundo que mais apitou.
Arnaldo César David Coelho e Romualdo Arppi Filho apitaram finais de Copa
Arnaldo apitou a final de 1982  (Itália e Alemanha)  na Espanha e Romualdo, a de 1986 (Argentina e Alemanha), no México.

Árbitros brasileiros nas Copas do Mundo
Árbitro - Mundial - Jogos
Gilberto de Almeida Rêgo - 1930 - três
Alberto da Gama Malcher - 1950 - um
Mário Gardelli - 1950 - um
Mário Vianna - 1950 e 1954 - dois
João Etzel Filho - 1962 - um
Armando Marques - 1966 e 1974 - dois
Ayrton Vieira de Moraes - 1970 - um
Arnaldo César Coelho - 1978 e 1982 - três
Romualdo Arppi Filho - 1986 - três
José Roberto Wright - 1990 - quatro
Renato Marsiglia - 1994 - dois
Márcio Rezende de Freitas - 1998 - dois
Carlos Eugênio Simon - 2002, 2006 e 2010 - sete
Sandro Meira Ricci - 2014 - três
Sandro Meira Ricci - 2018 - três 

Finais
Nestor Pitana, da Argentina, será o árbitro da final (França e Croácia), enquanto Alireza Faghani, do Irã, apitará a disputa pelo terceiro lugar (Inglaterra e Bélgica). A final, que acontece às 12h (de Brasília) deste domingo, 15/07, será o quinto jogo de Nestor Pitana nesta Copa do Mundo. Ele também atuou na abertura do Mundial, na goleada da Rússia sobre a Arábia Saudita, na vitória da Suécia sobre o México na fase de grupos, no empate entre Croácia e Dinamarca nas oitavas de final e na vitória da França sobre o Uruguai nas quartas. Ele será auxiliado por Hernan Maidana e Juan Pablo Belatti, ambos da Argentina, que o auxiliaram também nos outros quatro jogos.

Na disputa pelo terceiro lugar, às 11h deste sábado, 14/07, o árbitro será o iraniano Alireza Faghani, que atuará no Mundial pela quarta vez. Sua estreia foi na vitória do México sobre a Alemanha, na fase de grupos. Ainda na primeira fase, ele apitou a vitória do Brasil sobre a Sérvia e a vitoria da França sobre a Argentina nas oitavas de final. Ele será auxiliado por Reza Sokhandan e Mohamed Mansouri, também do Irã.