segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Antonio Fernando Eiterer

Morre em Juiz de Fora, aos 63 anos, o radialista Antonio Fernando

O radialista Antonio Fernando morreu na manhã desta segunda-feira, 13/08
O corpo está sendo velado na capela do cemitério de São Pedro, na cidade alta, e o sepultamento está previsto para às 16 horas, na mesma necrópole.

Antonio Fernando Eiterer nasceu em Lima Duarte-MG, em 13 de junho (dia de Santo Antonio) de 1955. Filho de José Eiterer e Amélia Pereira Eiterer, pais de dois filhos (Fernanda Teixeira Eiterer e Bruno Teixeira Eiterer), foi casado com Lúcia Helena de Souza Teixeira. Trabalhou nas rádios Sociedade, Industrial e Capital. Além de produtor e locutor de rádio, foi mestre de cerimônia na prefeitura de Juiz de Fora.  

CONSIDERAÇÕES:
Antonio Fernando foi um dos mais talentosos companheiros que tive o prazer de trabalhar no jornalismo da rádio Capital. Pessoa de fino trato e muita capacidade intelectual, com textos impecáveis.

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Literatura

"O Livro de ouro das Copas"
Quem vê uma Copa do Mundo hoje, com a riqueza de detalhes que temos atualmente, não imagina como seria a cobertura de um Mundial nos remotos anos 30. Afinal, naquela época não existia a TV digital, que só entrou em cena para o Mundial de 2006; nem a rapidez da internet, que apareceu neste cenário apenas a partir de 1998; ninguém dava importância às estatísticas antes de 1990; só em 1974 passou-se a transmitir imagens ao vivo e em cores; ou o replay instantâneo, novidade no Mundial de 1970. Pensando bem, não havia nem a transmissão ao vivo pela TV, que começou em 1954 (e no Brasil só em 1970. Ou sequer a transmissão por rádio, que surgiu em 1938.  Assim, o grande objetivo dessa obra é oferecer a mesma riqueza de informações sobre todas as copas, e da forma mais completa possível. São mais de 700 jogos, cada um deles com sua própria história, o que o torna uma obra única. Em 80 anos de histórias, é fácil verificar por que a Copa do Mundo se tornou o maior espetáculo da Terra.  O livro ainda conta com curiosidades, como Quem são os melhores goleiros da história? E os maiores artilheiros? Quais são as 10 maiores séries invictas? E as 10 maiores viradas? Quais pênaltis perdidos mudaram o rumo das Copas? E os gols contras? Aliás, como surgiram os cartões amarelo e vermelho no futebol? Qual a verdade sobre Ronaldo na Copa de 1998?  Nesta obra, de quase dois quilos de pura informação sobre futebol, Lycio elaborou um conteúdo jamais descrito com tantos detalhes em livros do gênero. Foram 6 anos de pesquisas, análises e compilação de dados, cujo resultado pode ser visto agora numa obra ricamente ilustrada. Prefácio do ex-campeão mundial Tostão.  

Waldir Rodrigues

Morre em Rio Casca-MG, aos 84 anos, o narrador esportivo, Waldir Rodrigues
Morreu na última terça-feira, 07/08, em Rio Casca, na Zona da Mata Mineira, o narrador esportivo Waldir Rodrigues. Waldir morava em Rio Casca, no asilo Padre Antônio Ribeiro Pinto e participava de um programa esportivo, na rádio Extra FM. No rádio mineiro, Waldir Rodrigues foi um dos principais narrados das rádios Itatiaia, Guarani, Inconfidência, Capital e Mineira, de Belo Horizonte e Vanguarda, de Ipatinga.  Em 1959, transmitiu pela rádio Itatiaia, a primeira partida de futebol de uma emissora mineira do exterior. Foi em Buenos Aires, Argentina e Brasil, pela Copa Sulamericana (atual Copa América), com Januário Carneiro (1928/1994) e Osvaldo Faria (1930/2000). Waldir esteve também na Copa de 1962, vencida pelo Brasil, no Chile.
O corpo está sendo velado na capela velórica, em Rio Casca, e o sepultamento está previsto para 14h no cemitério da cidade.
Waldir Rodrigues da Silva, filho de Geraldo Rodrigues da Silvas e Nair Bruno de Oliveira, nasceu na Fazenda São Tomé, em Cordisburgo, região de Sete Lagoas, em 06 de junho de 1934. Foi casado duas vezes, com a primeira esposa, Nilce, teve dois filhos, Márcia e Fernando (engenheiro ambiental em Viçosa-MG) e com a segunda, Fabiana, um, Bruno. Torcedor do Cruzeiro, Waldir tinha bom trânsito nos dois principais clubes da capital. Quando se casou em 1962, na igreja de Lourdes, em Belo Horizonte, o celebrante foi o atleticano, dom Serafim Fernandes de Araújo, e um dos padrinhos foi o presidente do Cruzeiro da época, Felício Brandi (1928/2004).
Colaboração: João Begati, Chico Maia é Álisson Ribeiro

Literatura

"O Negro no Futebol Brasileiro"
Esta é a 5ª Edição de uma obra conhecida por aplausos unânimes. Retornando ao mercado após nove anos de ausência, esta edição traz um Caderno Especial com a trajetória de Mario Filho, assinada pelo neto e jornalista Mario Neto, com fotos e perfis de alguns dos primeiros craques negros e mulatos do futebol brasileiro, com o texto assinado pelo historiador Gilberto Agostino. Este Caderno chega ao final com a história da imagem da capa, do artista plástico Rebolo, que também foi jogador de futebol, e que mostra pioneiramente na arte brasileira uma cena de jogadores em campo: o negro driblando o próprio Rebolo, que se auto-retrata. Bem cuidada, com apuro nos detalhes – ao ponto de trazer reconstituído, como no original, o prefácio de Gilberto Freyre à primeira edição (de 1947), no qual havia lapsos – (supressões de palavras em dois parágrafos) desde a segunda edição (de 1964), a 5ª Edição traz ao público todo o percurso da obra. Assim, nada foi retirado em relação às edições anteriores: além do prefácio de Gilberto Freyre, o texto das orelhas da segunda edição, de Édison Carneiro, o das orelhas da terceira edição (1994), de João Máximo, e mesmo a apresentação do editor da terceira edição podem nela ser encontrados.

sábado, 4 de agosto de 2018

Futebol Mineiro 2018

A Segunda Divisão de 2018  (Módulo 3) será disputada da seguinte forma em três etapas: 
Primeira fase, semifinais e final. 
Na primeira fase, as 13 equipes jogarão em turno único, sendo seis jogos como mandante e seis jogos como visitante, classificando-se para as semifinais as quatro melhores equipes. A partir daí é mata-mata!    Em duelos de ida e volta, o primeiro colocado enfrentará o quarto lugar e o segundo jogará contra o terceiro. Os vencedores das semifinais avançam para a grande decisão. Os clubes de melhor campanha terão a vantagem de jogar a segunda partida em seus domínios. Para definir os vencedores na fase eliminatória, será considerada a soma dos resultados dos jogos. O gol marcado fora de casa não será critério de desempate. Permanecendo a igualdade no placar, a decisão do confronto será através das penalidades máximas.  
Assim como nas últimas edições, a competição será disputada na categoria Sub-23, podendo cada clube inscrever no máximo cinco atletas com idade acima da idade limite. Cada agremiação poderá registrar até 30 atletas. O jogador que atuar por uma equipe não poderá jogar por outra durante a competição.  

Clubes participantes:
Araxá, Athletic (São João Del Rei), Bétis (Ouro Branco), Boston City (Manhuaçu), Coimbra (Belo Horizonte), Minas Boca (Sete Lagoas), Montes Claros, Passos, Patrocinense (Patrocínio), Ponte Nova, Pouso Alegre, União Luziense (Santa Luzia) e Valeriodoce (Itabira).

- Araxá EC (Araxá) - estádio Fausto Alvim, técnico: Rogério Henrique, diretor de futebol: Estéfano Caetano e presidente: Jeferson Leite;
- Athletic Clube (São João del Rey - estádio: Joaquim  Portugal, técnico: Cícero Júnior, auxiliar técnico: Gustavo Marcos Rodrigues “Gustavo Brancão”, gerente: Fábio Mineiro (gerente) e principal reforço: Ademilson (exTupi e Tupynambás).
- Bétis FC (Ouro Branco) - estádio José Mapa Filho e diretor: Lucas Baresi;
- Boston City FC (Manhuaçu) - estádio Juscelino Kubitschek, técnico: Carlos Rossi, dirigentes: Palhinha (Jorge Ferreira da Silva), Renato Valentim e Wanner Dornellas.
- Coimbra Sports (Contagem) - estádio: Arena do Calçado (Nova Serrana);
Minas Boca Futebol (Sete Lagoas) - Estádio Joaquim Henrique Nogueira/Boca do Jacaré;
- Montes Claros EC (Montes Claros) - estádio José Maria Melo, técnico: Marco Antonio Milagres e presidente Joevile Mocelin;
- Passos FC (Passos) - Luciano Lino (técnico), Estádio Gerado Starling Soares,
- Ponte Nova FC (Ponte Nova) - Vai jogar em Governador Valadares;
- Pouso Alegre FC - estádio Gino Maria Rossi, Técnico: Marcelo Albino e presidente: Paulo da Pinta; 
SE Patrocinense (Patrocínio) - estádio: Júlio Aguiar, técnico: Thales Garcia, reforços: Oscar e Didi;  
- União Luziense EC (Santa Luzia) -  estádio Joaquim Henrique Nogueira/Boca do Jacaré (Sete Lagoas);
- Valeriodoce EC (Itabira):estádio Arena São Gonçalo (São Gonçalo do Rio Abaixo), técnico: Roberto Gaúcho, auxiliar técnico: Marcelo Ramos, dirigente: Luizinho, reforços: Cassiano (exTupi, Tupynambás,  Anápolis (GO), Villa Nova, Noroeste, Betinense e União Luziense) e Denilson (ex-Tupi, Tombense, Mamoré, Guarani, Betinense e Ipatinga).
01ª rodada
Sábado, 04 de agosto:
Coimbra x Montes Claros Araxá x Passos Bétis x União Luziense Patrocinense x Minas Boca Pouso Alegre x Athletic  
Domingo, 05 de agosto: 
Boston City x Ponte Nova  

A última rodada da primeira fase está agendada para o dia 13 de outubro (sábado).

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Literatura

"Caratinga 170 anos: Múltiplos Olhares"

Organizado pelo professor Walber Gonçalves de Souza, o livro, que conta com a colaboração de 42 autores, possui 160 páginas e tem ilustração do cartunista Edra. O autor reuniu um grupo de pessoas ligadas à Caratinga para deixar registrado através dos seus olhares um pouco da história da cidade e da sua própria história. A história do município de Caratinga que o livro eterniza é a história das próprias pessoas, que de alguma forma confunde-se com a história da cidade.

sábado, 28 de julho de 2018

Gente de Expressão

Carlos Roberto Sodré nasceu em Visconde do Rio Branco em 31 de agosto de 1964. Filho de Expedito Sodré (1934/2013) e Nelci Gomes Sodré (1944/2009), Casado com Rosilene Pereira Sodré, pai de três filhos, Carlos Roberto Sodré Júnior, Larissa e Laísa. Sodré é radialista, jornalista e professor. Formado em Comunicação Social (jornalismo) pela FAGOC (Fundação Governador Ozanan Coelho), turma de 2010, professor de Ciências Sociais (Filosofia e Sociologia ) na rede estadual de ensino de Minas Gerais. Atualmente, além de ser professor, Sodré é editor do portal Ubá News (www.ubanews.com) e produz a apresenta o noticioso "Em dia com a notícia" da Rádio Educadora de Ubá. Além da Educadora, já trabalho na Ubaense e na Cidade Carinho. Em Visconde do Rio Branco, trabalhou na Rádio Cultura, e em Juiz de Fora, nas Rádios Panorama FM e Energia FM. Seu nome consta no livro "a Enciclopédia do Rádio Esportivo Mineiro" das jornalistas e historiadoras Nair Prata Moreira Martins e Maria Cláudia Santos, que tem capa do jornalista e chargista Son Salvador e prefácios do presidente da Associação Mineira de Cronistas Esportivos (AMCE), Luiz Carlos Gomes e do vice-presidente da Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e Televisão e diretor-presidente da Rede Itatiaia de Rádio, Emanuel Soares Carneiro. Neste sábado, 28 de julho, Sodré tomou posse na Academia Ubaense de Letras, a "Academia Antonio Olinto". 

Literatura

"Os Italemães na Terra dos Botocudos"
De autoria de José Eugenio Vieira e Joel Guilherme Velten a obra gigante, com mais de 570 páginas, ricamente ilustrada doumenta a trajetória dos primeiros imigrantes alemães e italianos no estado do Espírito Santo, desde a década de 1840,  em que os imigrantes aqui chegaram, até fatos da atualidade. Eles se estabeleceram no município de Domingos Martins, especificamente na primeira colônia de Santa Isabel, fundada em 1847, e são reconhecidos como força importante no desenvolvimento econômico do Estado e na formação da sociedade brasileira.  O livro conta com fotos, cartas, documentos, mapas, listas de famílias imigrantes, listas e fotos dos pastores luteranos e padres católicos que atenderam as colônias

quinta-feira, 26 de julho de 2018

Mauro Neto.

Morre em Belo Horizonte, aos 78 anos, o ex-repórter esportivo Mauro Neto
Morreu nesta quinta-feira, 26/07, em Belo Horizonte, o radialista Mauro Neto. Nascido em Poços de Caldas, no Sul de Minas, Mauro Neto iniciou carreira na Rádio Difusora de Poços de Caldas, por ocasião da inauguração da emissora, em 1964. Depois de uma passagem no rádio paulista, foi para Belo Horizonte.

Na Rádio Itatiaia, trabalhou por 20 anos, de 1986 a 2006. Foi setorista do América e cobriu torneios internacionais, como Copa do Mundo e Copa América, e conheceu mais de 50 países.

O sepultado está previsto para às 15h30, desta sexta-feira, 27/07, no cemitério Belo Vale, em Santa Luzia, na região Metropolitana de Belo Horizonte.

Literatura

"Histórias Que Vivi Na História"
O mineiro, de Teófilo Otoni, no nordeste do estado, Nilmário Miranda tem muitas histórias para contar. Nas últimas décadas, participou de momentos históricos de Minas e do país. Várias vezes deputado estadual e federal, foi o primeiro titular do Ministério dos Direitos Humanos e, em seu estado, criou e assumiu a mesma pasta. É sobre essas e outras histórias dentro da História que ele fala neste livro cheio de revelações. Nilmário faz um balanço dos avanços e retrocessos das conquistas sociais no Brasil, sobretudo a partir da Constituição "cidadã" de 1988. Destaca a contribuição do PT e de outros partidos de esquerda na redução das desigualdades e da injustiça, mas não deixa de reconhecer erros políticos desses grupos, o que contribuiu para "o golpe parlamentar de 2016". Nilmário aponta os estragos do "governo ilegítimo", como "a erosão do Estado Democrático de Direito" e o "desmanche das conquistas sociais". No entanto, ele não perde a esperança no retorno do pleno Estado de Direito com um novo governo comprometido com a maioria dos brasileiros.

Dia dos avós

Literatura

"Histórias Que A História Não Conta"
Nesta obra, despreocupada com rigores do academicismo, Paulo Nathanael Pereira de Souza nos conta episódios, ações e até idiossincrasias de figuras ilustres, nem sempre encontrados em biografias oficiais. Entre os brasileiros estão José de Anchieta, Duque de Caxias, General Osório, Monteiro Lobato, Ruy Barbosa, Euclides da Cunha, Campos Salles, Maestro Carlos Gomes, Monteiro Lobato, os poetas Menotti Del Picchia, Paulo Setúbal, Cassiano Ricardo e Guilherme de Almeida, além da índia Vanuíre, heroína do Oeste paulista. A figura estrangeira presente é Francis Bacon, de quem Nathanael traça grandes contradições éticas e morais.  Experiente docente e historiador – e um dos mais importantes educadores brasileiros –, o autor reaviva nestes ensaios nosso gosto pelo gênero biográfico, ao valorizar rodapés da História, que têm afinal importância social e cultural e, por que não dizer, nos faz olhar de modo novo e peculiar para cada um dos biografados – bem além da têmpera sob a qual a historiografia os consagrou.

segunda-feira, 23 de julho de 2018

71ª Corrida da Fogueira

                  Resultados da 71ª edição da Corrida da Fogueira
Masculino:
01º - Eberth da Silva Silvério - 22m26s
02º - Francisco Perrout - 23m05s
03º - Gabriel Alberto Silva - 23m08Z
04º - Matheus Moraes Baptista - 23m16s
05º - Albertino Silva Luz - 23m50s
Feminino:01º - Amanda Aparecida de Oliveira - 26m26s
02º - Aline Barbosa Silva Santos - 28m38s
03º - Claudete Nunes - Profit - 30m47s
04º - Noemi Alves da Cruz - 31m07s
05º - Laynara dos Santos - 32m24s

História
A Corrida da Fogueira é realizada pela Secretaria de Esporte e Lazer da Prefeitura de Juiz de Fora e está entre as provas mais tradicionais do país.

Início
Começou em uma festa junina em torno da Fogueira, na década de 1940. Vicente Ferreira dos Santos, teria tido a iniciativa de organizar uma corrida de rua reunindo amigos, com o objetivo de divulgar a festa junina no bairro Mariano Procópio.

Primeira prova
No dia 23 de junho de 1942, 47 atletas deram a largada para a 01ª Corrida da Fogueira, com percurso de 7 km. O vencedor da primeira edição foi Pedro Marciano da Silva, atleta do Mangueira Futebol Clube, da cidade de São João Nepomuceno, com o tempo de 23min58seg. Após a premiação, o atleta vencedor teve a honra de acender a fogueira da festa e isso se perpetuou por várias décadas.  

Feminina
Em 1976, as mulheres começaram a participar do evento e a primeira campeã foi a atleta Sandra Paula Ferreira. 

Famosos (as)
Pedro Zurita (Equatoriano), João da Mata, Ronaldo da Costa, Geraldo Francisco de Assis, Joel Elídio de Faria, José da Conceição, Hélio Oliveira, Eberth da Silva Silvério, Geovane dos Santos, Gilberto Silvestre Lopes, Eberth da Silva Silvério, Márcia Narloch, Viviany Anderson de Oliveira, Cibélia Maria Vasconcelos, Andriléia do Carmo Souza, Érika Maria José Vieira, Roselaine de Souza e Amanda Aparecida de Oliveira.  .

A corrida não foi realizada em cinco oportunidades: 1964, 1980, 1981, 1982 e 1983.

Literatura

“Amarílio, Um Democrata” 

A obra, escrita por Sergio Ayres, conta a vida do professor e vereador de Barbacena, Amarílio Augusto de Andrade. Além de um rico acervo fotográfico, a obra inclui também projetos do vereador como a construção do Centro de Atendimento Multiprofissional aos Portadores de Câncer de Barbacena e região. Amarílio Augusto de Andrade está em seu sétimo mandato como vereador. Presidente do Legislativo Barbacenense por 13 vezes. Vice- Prefeito de Barbacena por quatro anos. 

domingo, 22 de julho de 2018

Belmonte e Amaraí

Belmonte (Paschoal Zanetti Todarelli) nasceu em Barra Bonita-SP, em 02 de novembro de 1937 e morreu, aos 34 anos, em Ribeirão Preto-SP,  em 09 de setembro de 1972.
Amaraí  (Domingos Sabino da Cunha) nasceu em Tapiraípe, distrito de Rui Barbosa, ea Bahia, em 11 de outubro de 1940 e morreu em Alfenas, no Sul de Minas, aos 77 anos, em 21 de julho de 2018.
A morte de Belmonte se deu após um acidente automobilístico, ocorrido na estrada, na altura da cidade de Santa Cruz das Palmeiras, quando voltava de um show, na cidade de Itápolis, no oeste paulista.
Maior sucesso
“Saudade de Minha Terra”, um clássico lançado em 1966 e já foi regravada por mais de 160 cantores, como Chitãozinho & Xororó, Milionário & José Rico, Sérgio Reis e Michel Teló.
Outros sucessos
Em oito anos de carreira, eternizou vários sucessos como “Mercedita”, “Pombinha Mensageira”, “A Fronha”, “Desde que Te Vi e Morrendo de Amor”, “Entre Lágrimas”, “Lágrimas da Alma”, “Desventura”, “Te Amarei Toda Vida”, “Capricho do Destino” e “Saudade de Goiás”.

Literatura

"Dossiê As Galvão - As Soberanas Em 70 Anos de Estrada"
De Sapezal Para O Mundo. Os anos 30, no Brasil, foram de grandes mudanças: a Revolução de 1930, com Getúlio Vargas, a Revolução Constitucionalista de 1932, a promulgação da nova Constituição Brasileira, em 1934. A política do café com leite, aliança de São Paulo com Minas Gerais no poder, chegava ao fim, abrindo caminho para tempos duros no Estado Novo, em 1937, ainda com Getúlio Vargas. Nesse cenário, em Ourinhos, interior de São Paulo, um jovem casal, Bertholdo Torres Galvão e Maria Gomes, ambos com sangue de artistas, se unia em 1938. Trabalhavam cantando os sucessos dos maiores cantores do Brasil. O casal teve um primeiro grande momento de encanto em 04 de maio de 1940, quando nasceu uma menina de cabelo loiro e olhos azuis: Mary Zuil Galvão. Risonho e feliz, o bebê trazia o sobrenome da família, Galvão, e o nome de duas rainhas, Mary (da Escócia) e Zuil (da Holanda), o que se mostrou profético: tempos depois, Mary viria a tornar-se, ao lado da irmã Marilene, uma das rainhas da música caipira, numa carreira de sucesso que dura até hoje.

domingo, 15 de julho de 2018

Copas do Mundo

Rússia 2018
São 21 edições de Copas do Mundo, em 88 anos, sendo a primeira Copa em 1930 no Uruguai.
Nesse período de 88 anos o mapa-mundi sofreu profundas alterações.

A Fifa conta 79 países que já participaram dos Mundiais, mas seis deles já não existem mais na configuração antiga, tendo sido divididos, absorvidos ou se tornado independentes. E o sétimo deles, o Zaire, também não existe mais com esse nome

Tchecoslováquia (08 Copas) 
O mais bem-sucedido país da história das Copas que deixou de existir --na verdade, se dividiu em dois-- é a Tchecoslováquia, que competiu em oito Mundiais entre 1934 e 1990. O país se tornou independente do Império Austro-Húngaro em 1918 e, durante a Guerra Fria, foi um estado socialista aliado da União Soviética. Sua seleção foi vice-campeã em 1934 e 1962, perdendo as finais para Itália e Brasil, respectivamente --com Pelé machucado,  Garrincha comandou o time bicampeão mundial. Tchecos e eslovacos, marcado por diferenças étnicas, culturais e econômicas, se separaram pacificamente em 1993, após a queda do comunismo. Desde então, a República Tcheca, em 2006, e  e Eslováquia, em 2010, disputaram uma Copa cada uma. A seleção da República Tcheca é considerada pela Fifa como a sucessora da Tchecoslováquia e herdou as marcas de sucesso antiga equipe unificada nas Copas.

Iugoslávia (08 Copas) 
A antiga Iugoslávia jogou oito Copas entre 1930 e 1990 e chegou a duas semifinais, em 1930 e 1962. Depois disso, cinco seleções decorrentes da antiga Iugoslávia jogaram Mundiais: Bósnia (uma vez); Sérvia e Montenegro, Sérvia e Eslovênia (duas vezes cada uma); e Croácia, a mais bem-sucedida, que se classificou para cinco Copas e foi semifinalista em 1998. Macedônia e Kosovo, que não disputaram Copas, também são remanescentes da Iugoslávia.

União Soviética (07 Copas) 
Antecessora da atual seleção Russa, o time soviético nunca foi exatamente uma potência na Copa do Mundo, tendo como melhor resultado a semifinal no Mundial da Inglaterra, em 1966. Mas a URSS foi presença  constante nas Copas entre 1958 e 1990, participando de sete edições. Também consagrou o goleiro Lev Iashin, apelidado de Aranha Negra, que jogou quatro Mundiais. Em 1958, ele foi o goleiro do jogo em que o futuro campeão Brasil  venceu os soviéticos por 2 a 0, na partida que marcou a estreia de Pelé e Garrincha em Copas. Com a queda do regime soviético, em 1991, a Rússia herdou os resultados da URSS, mas perdeu os talentos de outras repúblicas, como a Ucrânia, que chegou às quartas de final em sua única classificação para a Copa, em 2006. Desde então, o melhor desempenho do time russo foi nessa copa de 2018.

Iugoslávia/Sérvia e Montenegro (02 Copas) 
Ao contrário das outras repúblicas que faziam parte da antiga Iugoslávia, Sérvia e Montenegro permaneceram como um mesmo país (e seleção) entre 1992 e 2006, jogando duas Copas nesse período. 

Em 1998, ainda sob o nome Iugoslávia, parou nas oitavas de final; em 2006, foi eliminada na primeira fase perdendo os três jogos, dias depois de Montenegro aprovar, em referendo, sua separação da Sérvia. Dessa maneira, o país jogou a  a Copa de 2006 quando, oficialmente, não existia mais. A atual seleção da Sérvia, eliminada pelo Brasil em 2018, é apontada pela Fifa como a herdeira dos resultados tanto da antiga seleção iugoslava quanto de Sérvia e Montenegro.


Alemanha Oriental (01 Copa) 
A Alemanha Oriental surgiu após a Segunda Guerra Mundial, com o fim do regime nazista, quando o território alemão foi ocupado pelos aliados (EUA, França, Reino Unido e União Soviética) e depois dividido  entre o oeste capitalista e o leste comunista, sob influência da URSS. A seleção oriental conseguiu apenas uma classificação para a Copa, em 1974, com sede justamente na Alemanha Ocidental. E o sorteio ainda teve a proeza de colocar as duas Alemanhas no mesmo grupo na primeira fase. Diante de 60 mil pessoas em Hamburgo, a Alemanha Oriental conseguiu uma vitória histórica por 1 a 0 em cima do time ocidental, que mais tarde seria campeão, mas foi eliminada na f ase seguinte. O regime comunista caiu em 1989 e a Alemanha Oriental acabou "absorvida" pelo governo capitalista do lado ocidental, levando à reunificação do país em 1990. Até hoje a Alemanha Oriental é a única seleção "extinta" da história das Copas, já que ninguém herdou seus resultados nas estatísticas oficiais. 

Índias Orientais Holandesas (01 Copa) 
As Índias Orientais Holandesas eram uma colônia que se tornaria independente em 1949, após a Segunda Guerra Mundial, adotando o nome de Indonésia. Mas, ainda como uma colônia da Holanda, a equipe disputou a Copa de 1938, na França, sendo a primeira representante asiática da história dos Mundiais. 

O desempenho foi o esperado para a estrutura do país, numa época em que o futebol era ainda mais centralizado em europeus e sul-americanos. O time caiu por 6 a 0 diante da Hungria, vice-campeã daquela Copa. Como ainda não existia  fase de grupos, essa foi a única partida das Índias Orientais Holandesas em Mundiais. É também a única participação da Indonésia, que nunca mais conseguiu se classificar para a Copa mas aparece nas estatísticas por ter herdado os resultados da antiga colônia.

Zaire (01 Copa) 
A inclusão do Zaire na lista se deve ao fato de o país não existir mais sob esse nome desde sua única participação em Copas, em 1974, na Alemanha. Antes chamada de República Democrática do Congo, a ex-colônia da Bélgica se tornou Zaire em 1971. Em 1997, após uma troca de regimes ditatoriais, o país adotou novamente o nome República Democrática do Congo, que mantéma até hoje.

Primeira seleção da África Subsaariana a se classificar para a Copa, o Zaire perdeu de Escócia, Iugoslávia e Brasil na primeira fase da Copa de 74. A derrota diante dos iugoslavos, pelo elástico placar de 9 a 0, é uma das maiores  goleadas da história dos Mundiais.

Países que podem desaparecer ou surgir para os próximos mundiaias
Reino da Bélgica: Flandes (holandesa), ao norte, com 59% da população, Valônia (francesa), ao sul, com 40% da população e mais 01% da população, a leste, de origem alemã. A capital do Reino, Bruxelas, é bilingue (holandês/francês)

Essa divisão linguística causa conflitos na Bélgica; em Flandres há atualmente um número importante de pessoas querendo se separar da Valónia, não só por motivos de diferença linguística, mas também por causa de incompatibilidade econômica. Alguns querem um federalismo muito avançado, outros a independência e ainda outros querem se unir aos Países Baixos (Holanda).

a cidade de Namur, a capital econômica é Liège, a capital culural é Mons, Charleroi é a capital sociale e Verviers para a água.


Espanha/Catalunha
A Catalunha, região rica no leste da Espanha luta por sua independência e por consequência, sua capital em Barcelona e seu idioma oficial, o Catalão.

Canadá/ Quebec
Canadá (inglês) e Quebec (francês). Com uma possível divisão, o Canadá permanecerá com sua capital em Ottawa, com com 76% do território e Toronto e Vancouver as cidades mais populosas. Já o Quebec, com a capital na cidade de Quebec, ficaria com 24% do território e tendo em Montreal a sua cidade mais populosa..

sábado, 14 de julho de 2018

Literatura

"Para Onde Vai A Igreja?"
Como a Igreja deve se comportar nos dias de hoje? Que mudanças podemos esperar em sua atuação ao redor do mundo? E qual será o futuro do catolicismo no Brasil e nos quatro cantos do planeta? Neste livro, essas perguntas não são respondidas por nenhum aventureiro nos assuntos internos da Igreja, e sim por cinco cardeais brasileiros que gozam de enorme prestígio entre o clero. Conduzidas por Gerson Camarotti, as cinco entrevistas que compõem esta obra abordam os temas mais controversos da atualidade de maneira direta e sem subterfúgios: papa Francisco, a renúncia de Bento XVI, a corrupção no país, a ordenação de homens casados, os escândalos sexuais entre sacerdotes e bispos, entre muitos outros.

Copas do Mundo

                                A arbitragem brasileira nas Copas
Apenas nas edições de 1934, 1938 e 1958 não tiveram presença de árbitros do Brasil. Com Sandro Meira Ricci, do Brasil, que não conseguiu chegar à final, 14 árbitros no total já apitaram em Mundiais.
O gaúcho Carlos Eugênio Simon é o único a participar de três Copas, tendo arbitrado sete partidas. Os cariocas Arnaldo César Coelho e Armando Marques estiveram em duas edições. O também carioca José Roberto Wright apitou quatro jogos na Copa de 1990 e é o segundo que mais apitou.
Arnaldo César David Coelho e Romualdo Arppi Filho apitaram finais de Copa
Arnaldo apitou a final de 1982  (Itália e Alemanha)  na Espanha e Romualdo, a de 1986 (Argentina e Alemanha), no México.

Árbitros brasileiros nas Copas do Mundo
Árbitro - Mundial - Jogos
Gilberto de Almeida Rêgo - 1930 - três
Alberto da Gama Malcher - 1950 - um
Mário Gardelli - 1950 - um
Mário Vianna - 1950 e 1954 - dois
João Etzel Filho - 1962 - um
Armando Marques - 1966 e 1974 - dois
Ayrton Vieira de Moraes - 1970 - um
Arnaldo César Coelho - 1978 e 1982 - três
Romualdo Arppi Filho - 1986 - três
José Roberto Wright - 1990 - quatro
Renato Marsiglia - 1994 - dois
Márcio Rezende de Freitas - 1998 - dois
Carlos Eugênio Simon - 2002, 2006 e 2010 - sete
Sandro Meira Ricci - 2014 - três
Sandro Meira Ricci - 2018 - três 

Finais
Nestor Pitana, da Argentina, será o árbitro da final (França e Croácia), enquanto Alireza Faghani, do Irã, apitará a disputa pelo terceiro lugar (Inglaterra e Bélgica). A final, que acontece às 12h (de Brasília) deste domingo, 15/07, será o quinto jogo de Nestor Pitana nesta Copa do Mundo. Ele também atuou na abertura do Mundial, na goleada da Rússia sobre a Arábia Saudita, na vitória da Suécia sobre o México na fase de grupos, no empate entre Croácia e Dinamarca nas oitavas de final e na vitória da França sobre o Uruguai nas quartas. Ele será auxiliado por Hernan Maidana e Juan Pablo Belatti, ambos da Argentina, que o auxiliaram também nos outros quatro jogos.

Na disputa pelo terceiro lugar, às 11h deste sábado, 14/07, o árbitro será o iraniano Alireza Faghani, que atuará no Mundial pela quarta vez. Sua estreia foi na vitória do México sobre a Alemanha, na fase de grupos. Ainda na primeira fase, ele apitou a vitória do Brasil sobre a Sérvia e a vitoria da França sobre a Argentina nas oitavas de final. Ele será auxiliado por Reza Sokhandan e Mohamed Mansouri, também do Irã.

Literatura

"Segredos do Conclave - Os Bastidores da Eleição do Papa Fancisco"
A obra, escrita pelo jornalista pernambucano, Gerson Camarotti, traz os bastidores da eleição do papa Francisco e a operação do Vaticano para estancar a hemorragia de fiéis na América Latina. Tudo começou com a estarrecedora decisão do papa alemão, Bento XVI de renunciar ao seu pontificado. Isso não ocorria havia seis séculos. O autor aponta na obra as principais motivações da Igreja Católica em eleger um cardeal da América Latina. Camarotti foi o único jornalista no mundo informava em suas matérias que o cardeal Bergolio seria eleito o novo papa.

domingo, 8 de julho de 2018

Jair Siqueira

Morre em Pouso Alegre, aos 82 anos, o ex-prefeito Jair Siqueira
Morreu na manhã deste domingo, 08/07, no Hospital Renascentista de Pouso Alegre, o ex-prefeito da cidade, Jair Siqueira. O corpo será velado na câmara de vereadores e o sepultamento está programado para a manhã de segunda-feira, 09/07.

Jair Siqueira nasceu em Paulistas-MG no dia 30 de junho de 1936, filho de José Cândido Siqueira e de Emília Soares Ferreira. Formado  em direito pela USP (Universidade de São Paulo).Fixou residência em Pouso Alegre, eleito prefeito da cidade por três vezes, sendo eleito nos pleitos de 1988, 1996 e 2004. Em 1994 foi eleito deputado federal. Era casado com Lilian Narbot Siqueira (ex-vereadora do município), com quem teve três filhas.
Tragédia
Na década de 1980 Jair Siqueira assassinou a tiros uma das filhas, na época, com 13 anos, ao confundi-la com um bandido dentro da própria casa. Fernando Soares Pereira, o "Fernando da Gata" era um bandido de alta periculosidade, nascido na cidade de Russas, no interior Cearense e que aterrorizava famílias no sul de Minas e interior Paulista. As pessoas se armavam numa tentativa de se defender do criminoso. Com Jair não foi diferente. Ele, de posse de um revólver, se assustou durante a noite com os movimentos da filha que se lentara para ir ao banheiro. 

Literatura

"O Nobre Deputado -  Relato Chocante (E Verdadeiro) de Como Nasce, Cresce e se Perpetua um Corrupto na Política Brasileira"
A política é movida a dinheiro e poder. Dinheiro compra poder, e poder é uma ferramenta poderosa para se obter dinheiro. É disso que se trata as eleições: o poder arrecada o dinheiro que vai alçar os candidatos ao poder. Saiba que você não faz diferença alguma quando aperta o botão verde da urna eletrônica para apoiar aquele candidato oposicionista que, quem sabe, possa virar o jogo. No Brasil, não importa o Estado, a única coisa que vira o jogo é uma avalanche de dinheiro. O jogo é comprado, vence quem paga mais. Sempre foi assim e sempre será, pois os novatos que ingressam com ilusões de mudança são cooptados ou cuspidos pelo sistema.

sexta-feira, 6 de julho de 2018

Serra Negra da Mantiqueira e Botumirim

Parque Estadual Serra Negra da Mantiqueira

Com área total aproximada de 4.203,96 hectares e perímetro de 72,54 quilômetros, o Parque Estadual Serra Negra da Mantiqueira abrange os municípios de Lima Duarte, Olaria, Rio Preto e Santa Bárbara do Monte Verde, localizados ao sul da Zona da Mata.

Parque Estadual de Botumirim

O Parque Estadual do Botumirim está situado no norte de Minas Gerais, abrangendo os municípios de Botumirim e Bocaiúva. A área total aproximada é de 35.682,64 hectares e o perímetro é de 203,80 quilômetros.

Literatura

"República da Propina" 
Um dos criadores da lei da ficha limpa, o juiz Márlon Reis trabalhou por quase duas décadas no interior do país acompanhando processos eleitorais. Também leu mais de mil sentenças da Justiça Eleitoral, além de estudos internacionais. Essa imersão em histórias de compras de voto e outras fraudes originou este romance que, nas palavras do autor, “não é bem uma ficção; é uma trama baseada num realismo nada fantástico”. O narrador é Cacá Furtado, assessor do deputado federal Cândido Peçanha – que, por sua vez, protagonizou o best-seller O nobre deputado, publicado por Reis em 2014. Em A república da propina, Cacá relata histórias inspiradas em casos reais, como o do prefeito eleito que mandou capangas retirarem a caixa d’água de uma eleitora ao descobrir que ela votara em outro candidato – e se tornou o primeiro político do país a perder um mandato em virtude da compra de um único voto. Ao longo dos anos, Cacá descobre sua vocação: escrutinar almas em busca de favorecimentos. Seja o velho Jonas, disposto a fazer campanha em troca de remédio para impotência, seja o candidato Dinho do Filé, massacrado nas urnas depois de se recusar a presentear sua comunidade, todos fazem Cacá perceber que a dignidade sempre está à venda. É tudo uma questão de saber o preço de cada um.

terça-feira, 3 de julho de 2018

José Márcio Machado

                                  Morre em Juiz de Fora o dentista José Márcio Machado
Morreu na última segunda-feira, 02/07, vítima de câncer, o dentista José Márcio Machado. O sepultamento ocorreu nesta terça-feira, 03/07, em Passa Vinte, no Sul de Minas, sua cidade natal. Formado em Odontologia pela UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora), atendia clientes do SESI (Serviço Social da Indústria) e dos bairros Jardim Esperança, Retiro, Floresta e região. Era torcedor do Flamengo e do Tupi.

CONSIDERAÇÕES;
Perdi um dileto amigo, que não só era o meu dentista, mas também era um bom papo, uma pessoa do bem.

Literatura

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Sebastião de Oliveira Matos

Morre em Juiz de Fora, aos 58 anos, o contabilista Sebastião de Oliveira Matos

Morreu na manhã do último domingo, 01/07, no HPS (Hospital de Pronto Socorro), após ser atropelado por uma moto, conduzida por um adolescente de 17 anos, no bairro Borboleta, Sebastião de Oliveira Matos. O SAMU (Serviço  médico de urgência) prestou o socorro ainda no local do acidente, na rua irmão Menrado, o conduzindo ao HPS,  onde ficou internado e de acordo com a assessoria do Hospital, Sebastião de Almeida Matos morreu por volta das 16h  de domingo. Segundo o boletim de ocorrência, o acidente ocorreu por volta de de 10h, e a mãe do adolescente, que foi apreendido em flagrante, informou que ele teria pegado a chave da moto sem autorização. O corpo foi velado e sepultado no cemitério Parque da Saudade, na tarde desta segunda-feira, 02/07.

domingo, 1 de julho de 2018

Literatura

"São Pedro – O coração da colônia alemã de Juiz de Fora"

O livro, escrito pela jornalista Rita Couto, celebra os 135 anos da Igreja de São Pedro, localizada na cidade alta, e os 160 anos da chegada dos imigrantes alemães e tiroleses a Juiz de Fora, cidade mineira fundada pelo engenheiro alemão Henrique Guilherme  Fernando Halfeld (1797/1873) nas terras de seu sogro, Antonio Dias Tostes (??/1865).

sábado, 30 de junho de 2018

Danilo Bahia

Danilo Lázaro Tadeu Bahia nasceu na cidade de Bambuí (terra de Welington Campos e Fausto Bahia), no centro-oeste mineiro, em 1953. Iniciou carreira na década de 1970 na Rádio Itatiaia de Belo Horizonte. Ainda na década de 1970 se transferiu para o Rio de Janeiro. Na capital carioca, trabalhou nas rádios Nacional, Globo e Tupi. Torcedor do Flamengo, Danilo Bahia sempre foi setorista do clube da Gávea na emissoras em que trabalhou. Danilo Bahia morreu, vítima de câncer, aos 43 anos, em 30 de junho de 1996. Após ser velado na câmara de vereadores de Bambuí, seu corpo foi sepultado no cemitério local.

quinta-feira, 28 de junho de 2018

Literatura

"Biografia das Copas – O Maior Espetáculo da Terra no Rádio, TV e Jornais"

O maior espetáculo da terra nos traz lembranças. Este espetáculo está registrado no rádio, na Tv e nos jornais. E na vida de todos os fanáticos por futebol. Para os apaixonados por essa arte, a vida é feita de ciclos que duram quatro anos. Somos capazes de fazer referências a períodos de nossa vida com base nas Copas do Mundo. Quando você se casou? Ah, eu casei no ano da Copa de 1998. Ah, eu me formei na faculdade no ano em que o Brasil ganhou o Tetra! Pode parecer exagero, mas é a pura verdade. Certamente você tem uma recordação especial de uma Copa do Mundo.  Esta obra, com um texto primoroso do jornalista Thiago Uberreich e ricamente ilustrada, com mais de 150 fotografias, não só resgata a história dos 20 mundiais, mas, também, mexe com a sua memória afetiva e o faz acreditar que o futebol é uma arte e as Copas são o maior espetáculo da terra.

quarta-feira, 27 de junho de 2018

Antônio Dias de Oliveira

Luto
Morre em Rio Pomba, aos 68 anos, o ex-vereador, Antônio Dias de Oliveira

Morreu na última terça-feira, 26/06, em Rio Pomba-MG, o ex-vereador Antônio Dias de Oliveira, o “Toninho Dias”. O corpo está sendo velado na capela mortuária e o sepultado está previsto para esta quarta-feira, 27/06, às 13 horas, no cemitério municipal de Rio Pomba.

Nascido em 22 de julho de 1949, Toninho Dias era produtor rural e morador do Alto do Bom Jardim e foi vereador em Rio Pomba de 1993 a 2016.

Literatura

"Mata! o Major Curió e as Guerrilhas no Araguaia"
Resultado de dez anos de pesquisas em arquivos públicos e particulares, além de diversas viagens à região do Bico do Papagaio (confluência dos rios Araguaia e Tocantins) e de depoimentos de mais de 150 pessoas, Mata! pode ser lido de diferentes maneiras. Entre as numerosas facetas do livro, reportagem, relato histórico, pesquisa antropológica, reflexão política, a mais espetacular é, sem dúvida, seu conteúdo inédito de documentos sobre a Guerrilha do Araguaia (1966/1974). o jornalista Leonencio Nossa, autor de livros como "O rio e Homens invisíveis", teve acesso exclusivo ao lendário arquivo pessoal do major Sebastião Rodrigues de Moura, o Curió, um dos protagonistas da repressão da ditadura militar à guerrilha. O autor revela detalhes das torturas e assassinatos que vitimaram dezenas de pessoas na década de 1970 na região do Araguaia, entre militantes do PC do B (Partido Comunista do Brasil) e simpatizantes locais. Por outro lado, o livro também se deixa ler como um arrebatador panorama histórico do Bico do Papagaio e do sudeste do Pará, que se transformam, a partir do relato do autor, numa espécie de microcosmo dos conflitos sociais e fundiários do país. Mata! percorre quase duzentos anos na história da região, incluindo tragédias recentes como a exploração de ouro em Serra Pelada e os massacres de sem terra, para compor um verdadeiro épico da desordenada ocupação do território amazônico a partir do século XX. 

terça-feira, 26 de junho de 2018

Antonio Jorge Marques

LutoMorreu na última segunda-feira, 25/06, aos 82 anos em Belo Horizonte, o empresário Antonio Jorge Marques 
Antonio Jorge Marques, nascido em Portugal, viveu cerca de 60 anos no Brasil e era radicado em Juiz de Fora. Aqui foi proprietário do tradicionalíssimo restaurante Faisão Dourado da rua Halfeld (hoje, só ficou na lembrança). Foi presidente do sindicato dos Hotéis, Bares e Restaurantes de Juiz de Fora e região. Antonio Jorge era pai do médico psiquiatra e deputado estadual, Antonio Jorge de Souza Marques. O corpo foi velado no cemitério Parque da Saudade, em Juiz de Fora e cremado no crematório da cidade de Matias Barbosa.

Literatura

"Vila Vela - Onde começou o Estado do Espírito Santo"
O município de Vila Velha é o mais antigo do Espírito Santo. Foi ali que começou a história do Estado, quando, em 1535, o português Vasco Fernandes Coutinho desembarcou perto do monte Moreno.  A escolha do nome Vila Nova do Espírito Santo foi motivada pelo dia do desembarque, dedicado pela Igreja Católica à Terceira Pessoa da Santíssima Trindade (o Espírito Santo). O local transformou-se e teve o nome mudado para Vila Velha.  Entre as principais atrações turísticas da cidade está a praia da Costa, uma das mais frequentadas do Estado e apreciada por causa dos calçadões, das ciclovias e dos quiosques. Também em Vila Velha está localizado o morro de Penedo, uma pedra de 136 metros de altura que era o suporte de pesadas correntes que fechavam o canal, barrando a entrada de navios corsários.  É perto dali que fica o convento Nossa Senhora da Penha, a mais importante referência religiosa do Espírito Santo. A obra escrita por Jair Santos, com compilação de Walter de Aguiar Filho.

segunda-feira, 25 de junho de 2018

Campeonato Carioca de 1995

Fluminense 3 x 2 Flamengo
25/06/1995
por Gustavo do Amaral Roman*   
A barriga de Renato deixa o Flamengo a ver navios no ano do “sem ter nada” de 1995
Como foi o Campeonato O Carioca de 1995 foi um dos mais emocionantes de toda a história da competição. O Flamengo, no ano do seu centenário, surgia como grande favorito. Afinal, havia se reforçado com jogadores como Branco  e principalmente o baixinho Romário. Eleito o melhor jogador do planeta, o atacante deveria ser mais do que capaz de levar o rubro negro ao título. O Vasco, que a época brigava pelo tetracampeonato, tinha em Valdir Bigode seu principal nome. O Botafogo, contava com os gols de Túlio e com a base do time que seria campeão brasileiro mais tarde naquele ano. E o Fluminense era o patinho feio dos quatro grandes. Pouco se reforçara. Trouxe o zagueiro Lima do  do Sport. E tinha como principais estrelas Renato Gaúcho, Aílton e Djair. A competição foi divida em duas fases. Na primeira, as 16 equipes formaram dois grupos de oito. Jogavam dentro da sua chave, em turno e returno. O vencedor  de cada turno levaria um ponto extra para a fase final. O primeiro colocado de cada grupo faria a final da Taça Guanabara e levaria um ponto extra para o octogonal final. O campeão dessa fase acabou sendo o Flamengo. Num jogo  emocionante, o time da Gávea bateu o Botafogo por três a dois. Com três gols de Romário. No octogonal final parecia que o rubro negro iria disparar para o título. Enquanto ele vencia, os rivais tropeçavam. O Fluminense, por  , por exemplo, foi o único dos grandes que não conquistou nenhum ponto de bonificação. Enquanto o Flamengo já entrava com três e Vasco e Botafogo com um cada, o tricolor começaria do zero. E foi num clássico diante do Vasco que  a sorte tricolor começou a mudar. A equipe tomou o primeiro gol. Empatou. Tomou o segundo. Mas mostrando um espírito vencedor e uma raça até ali não vistas, conseguiu a virada. Era a senha para uma arrancada sensacional. Graças a  a um sólido sistema defensivo. Wellerson estava sem ser vazado a 692 minutos.   

Fluminense 3 x 2 Flamengo   
Local: Maracanã     
Data: 25/06/1995    
Público: 112.285 pagantes.   
120.418 presentes   
Árbitro: Léo Feldman     
Cartões Vermelhos: Sorlei, Lira, Lima e Marquinhos   
Gols:   
Fluminense: Renato Gaúcho, aos 30 e Leonardo, aos 42 do  do 01º tempo.   
Flamengo: Romário, aos 26, Fabinho, aos 32 e Renato, aos 42 do 02º tempo.  
Fluminense: Wellerson, Ronald, Lima, Sorlei e Lira; Marcio Costa, Aílton, Djair e Rogerinho (Ézio); Renato e Leonardo (Cadu). Técnico: Joel Santana.   
Flamengo:  Roger, Marcos Adriano (Rodrigo Mendes), Gelson, Jorge Luiz e Branco; Charles, Fabinho, Marquinhos e William (Mazinho); Romário e Sávio. Técnico: Vanderlei Luxemburgo.  
*Gustavo do Amaral Roman é jornalista e escritor

Literatura

"Palácio Anchieta - Patrimônio Capixaba"
Escrito pelo jornalista e professor José Antonio Martinuzzo, o livro conta a trajetória de 458 anos a sede da governadoria capixaba. A publicação que é bilíngüe - português/inglês tem aproximadamente 400 fotografias, distribuídas em 240 páginas. 

Inicialmente, é feito um panorama político-econômico da trajetória capixaba, tendo em vista a contextualização da história do Palácio Anchieta, que sempre esteve no centro das decisões mais importantes do Estado. Em seguida, inicia-se a série de quatro capítulos dedicados exclusivamente à história do palácio, elaborados de acordo com as principais fases/usos da construção, desde 1551, data da inauguração das dependências originárias, até este 2009, ano da conclusão de sua primeira completa restauração em todos os tempos. 

O livro ainda traz a reprodução de mapas antigos e de dezenas de pinturas que fazem parte do acervo do palácio, assim como fotografias de mobiliário, utensílios e peças históricas. Uma lista com todos os administradores do Estado também está disponível, desde a Colônia.

Anteriormente, havia dois livros sobre o tema: “História do Palácio Anchieta” (1971), de Luiz Serafim Derenzi, e “Palácio Anchieta: De Colégio à Casa da Governadoria” (2000), de Gabriel Bittencourt e Nádia Alcuri Campos.