sexta-feira, 3 de julho de 2020

Notável Personalidade

Dr Márcio (José Márcio Machado) nasceu em Passa Vinte, no Sul de Minas, em 19 de março de 1951.
Família
Filho de José Alípio Machado e Neusa Alves Machado, pai de très filhos, Márcio, João Gabriel e Mateus.

Formação
Formando em Odontologia (cirurgião-dentista) pela universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), turma de 1974.

Com consultório no centro de Juiz de Fora e no bairro Jardim Esperança, foi dentista do SESI (Serviço Social da Indústria). Era  torcedor do Flamengo e do Tupi. 

Dr Márcio morreu em Juiz de Fora, aos 67 anos, vítima de câncer, em 03 de julho de 2018. Seu corpo foi sepultado em Passa Vinte, sua cidade natal.   

quinta-feira, 2 de julho de 2020

Gente de Expressão

José de Alencar (José de Alencar Ferreira Chaves) nasceu em Juiz de Fora em 02 de julho de 1943.

Família
Filho de Alencar Ferreira Chaves e Alzira Roberto Chaves (ambos falecidos), foi casado com Dionísia Aparecida Savino Chaves ( falecida), pai de três filhos: Alessandra de Alencar Savino Chaves, Richardson de Alencar Savino Chaves e Patrick de Alencar Savino Chaves.

Carreira
Radialista (Locutor e publicitário), trabalhou nos Diários Associados, rádios PRB-3 e Capital. Na B-3, o programa que o lançou na comunicação foi um programa aos domingos, de 2 às 3 da tarde, chamado "A Juventude Comanda" que foi o primeiro programa exclusivamente para jovens e que agradava jovens e adultos. Este programa recebia os cantores jovens para divulgar seus discos, tipo Roberto Carlos, etc...
Por causa desse ele programa, José Alencar era chamado para ser garoto propaganda de grandes firmas que chegavam à Juiz de Fora, tipo, Ducal. Foi o último programa de auditório de Juiz de Fora. Por causa deste programa foi convidado pelo Mário César para fazer o se "Gostar, peça bis ao Alencar" que foi o maior programa em audiência ( 98%).

Publicitário
Criou e geriu uma das maiores agências de propaganda e publicidade, a Condominium, que foi uma das mais fortes de Juiz de Fora e com muitos clientes em diversos estados do Brasil. 
Na agência José de Alencar já dirigi muita gente famosa tipo Cássia Kiss, Fernanda Montenegro, Os Trapalhões etc, e foi a primeira agência de Juiz de Fora a criar propaganda com desenho animado. 

Nomes relevantes
Ao longo da carreira, trabalhou com:Antonio Carlos Castanon Mattos, Francisco Barbosa ( Barbosinha), Mário César, Mário Simão, Maurício Menezes, Messias de Barros, Natálio Luz, Paulo Emerich, Paulo Lopes, Ismair Zaghetto, Wilson Cid, Antonio Dângelo (1946/2014), Apparício de Vitta (1924/2001), Cláudio Temponi (1932/2005), Flávio Biscotto (1928/2013), Gabriel Gonçalves da Silva (1910/1985), Helena Bittencourt (1929/1992), Helvécio Santos (1935/1974), Iná Coelho (1927/2006), José Carlos de Lery Guimarães (1933/199), José de Barros (1932/2016), Mário Helènio (1925/1995), Nhô Turiba (1903/1972), Padre Wilson Vale da Costa (1920/1965), Randall de Oliveira (1831/1991), Rubens Furtado (1931/2011), Tony Martins (1943/2001) e Wilson Amin de Paula (1947/1995).

quarta-feira, 1 de julho de 2020

Alírio Júnior

Morre em Juiz de Fora, aos 39 anos, o ex-atleta do Tupi, Alírio Júnior

Alírio morreu em sua residência, na manhã desta quarta-feira, vítima de um acidente doméstico.

Alírio Mello do Carmo Júnior nasceu em Guarani, em 21 de agosto de 1980. Filho de Alírio Mello do Carmo e Jozânia Moratório do Carmo. Deixou uma filha: Nycole Baesso Mello do Carmo.

Atleta
Iniciou carreira na base do Tupi, no profissional, foi campeão mineiro do módulo dois em 2001, marcando, de falta, um dos gols do Tupi (o segundo gol) na vitória por 3 x 1, sobre o América de Alfenas e foi vice campeão do módulo dois em 2006.


Notável personalidade

Toledo (Moacyr Toledo) nasceu em Juiz de Fora em 01º de julho de 1932. 

Família
Filho de Carlos Toledo (in memoriam) e Ana Toledo (in memoriam), casado com Adelina da Silva Toledo, tem três filhos, sete netos e um bisneto. 

Atletas
Numa família de desportista, seu filho Paulo Henrique Toledo é professor de Educação Física, foi preparador físico do Tupi. Seu neto, Raphael Toledo é atleta tendo atuado no Tupi e no Novo Hamburgo, do Rio Grande do Sul. É ex-sogro do Júlio Maravilha (ex-zagueiro do Tupi). 

Tupi
Toledo fez parte da história do Tupi, tendo atuado como atleta profissional do Clube, treinador e administrador do estádio Salles Oliveira. No futebol amador, foi campeão regional, dirigindo o Prainha da cidade de Rio Novo e campeão da copa Bahamas, dirigindo o Nos Ball, do bairro Santa Luzia. 

Paralela à vida de desportista, trabalhou no DER (Departamento de Estrada de Rodagem) de Minas Gerais por 37 anos e na administração do estádio Mário Helênio, há mais de 15 anos.
Toledo morreu em Juiz de Fora, aos 87 anos, em 13 de agosto de 2019, sendo seu corpo vela no salão nobre da câmara de vereados, e sepultado no cemitério municipal Nossa Senhora Aparecida.

Foto histórica

O repórter Alisson Ferreira (mineiro de Santana do Jacaré, no Sul de Minas), na extinta rádio Globo de Belo Horizonte, acompanhando a festa do Cruzeiro em 2003, quando o capitão Cris ergueu o troféu.

terça-feira, 30 de junho de 2020

Gente de Expressão

Milton Gama nasceu em  Pontalete, distrito de Três Pontas, no Sul de Minas, em 30 de junho de 1963.
Família
Filho de Vítor José Gama e Maria Aparecida Órfão Gama, casado, desde 19 de maio de 1984, com  Maria Eloisa Mazoti Gama e pai de três filhos: Milton Rafael Gama (técnico em artes gráficas), Mariana Mazoti Gama ( Graduada em Letras pela Universidade Federal de Lavras e professora de Inglês e Português) e Vanessa Mazoti Gama (formada em letras) e avô da Geovana e Giulia.

Carreira
Radialista (locutor esportivo), trabalhou nas rádios Três Pontas AM, Pelicano FM de Três Pontas, Super FM de Coqueiral, Montanhês FM de Campos Gerais, Cultura AM de Alfenas, Difusora AM de Poços de Caldas, Líder FM de Formiga, Rede Mineira de Rádio e TV Cidade de Três Pontas. Atualmente, trabalha na rádio Sentinela FM, de Três Pontas e é narrador esportivo na rádio Clube FM de Varginha, com prioridade para as transmissões dos jogos do Boa Esporte no campeonato mineiro e nas competições nacionais.
Milton Gama é editor do jornal semanário "Correio Trespontano" e do blog www.miltongamameninao.blogspot.com

segunda-feira, 29 de junho de 2020

Foto histórica

ONZE IRMÃOS FUTEBOL CLUBE  
Time do futebol amador do bairro Benfica, zona norte de Juiz de Fora. O Onze Irmãos F.C. era formado por 11 irmãos. Muitos deles moraram ou ainda moram em Benfica e no Bairro Araújo.
São eles: Oscalino, Jadir, César, Helio, Milton, Ary, Homero, Jair, Otávio, Nelson e Hilson. 

domingo, 28 de junho de 2020

Gente de Expressão

Batista Gabriel (João Batista Gabriel) nasceu em Espírito Santo do Pinhal, em 10 de outubro de 1962.

Família
Filho de Augusto Gabriel e Cecília Lucas de Oliveira Gabriel, casado com Cleide Maria e pai do Victor Augusto.

Formação
Formado em Ciências Jurídicas Sociais (advogado) pela FPE (Fundação Pinhalense de Ensino).

Carreira
Radialista (locutor esportivo), iniciou carreira na rádio Clube de Pinhal, depois a convite do repórter Ailton Fonseca, foi para a rádio Piratininga de São João da Boa Vista, posteriormente se transferiu para a rádio Difusora de Mogi Guaçu. Trabalhou na rádio Difusora de Poços de Caldas, rádio Educadora de Campinas (hoje rádio Bandeirantes), rádio Chamonix de Mogi Mirim e rádio Clube de Itapira. Atualmente, trabalha na rádio Difusora de Mogi Guaçu.

Foto histórica

Time do Porto Alegre, de Itaperuna, no Noroeste Fluminense.
Da esquerda para a direita
Em pé: Nelson Pureza, Cláudio Gomes, Almir, Jair, Zé Carlos e Nem;
Agachados: Alexandre, Bel, Alcer Gouvêa, Gilmar e Mauro.

Gente de Expressão

Carlos Augusto (Carlos Augusto de Oliveira, o Guto) nasceu em Juiz de Fora, em 09 de fevereiro de 1962.  

Família 
Filho de Jacy Rodrigues de Oliveira (1925/2007), natural de Carangola-MG e Nilcéa Glória de Oliveira, nascida em Lagoa Dourada-MG, em 31 de julho de 1932 e falecida em Juiz de Fora, aos 87 anos, em 15 de junho de 2020.

Carreira 
Radialista (locutor de rádio e TV) Guto trabalhou em Juiz de Fora nas rádios Difusora AM, Manchester FM, Super B3 AM, Capital AM, Solar AM/FM, Globo AM e Catedral FM; TV Industrial, TV Globo e TV Tiradentes. Ao longo da carreira, trabalhou com Gutemberg Gomes, Zé Gute, Cláudio Temponi (1932/2005, José Carlos de Lery Guimarães (1933/1999), José de Barros (1932/2016 ) e outros grandes nomes do rádio em Juiz de Fora. 
Locutor noticiarista de TV e rádio, locutor de cabine, operador de áudio, um autêntico polivalente. 

sábado, 27 de junho de 2020

Foto histórica

Repórter Henrique Alves (Pouso Alegre) entrevistando o treinador Jair Bala.
Jair Bala (Jair Félix da Silva), capixaba de Cachoeiro de Itapemirim em 10 de maio de 1943, torcedor do Botafogo, Bala porque sofreu um tiro acidental quando jogava no Flamengo, jogou no Palmeiras de Ademir da Guia e no Santos de Pelé (entrou na vaga do rei em 1969, no Maracanã, após o milésimo gol) e radicado em Belo Horizonte, com forte identificação com o América.

Literatura

sexta-feira, 26 de junho de 2020

Gente de Expressão

Nilsinho Zanchetta (Nilson Zanchetta Junior) nasceu em Araras-SP, em 10 de maio de 1980. 
Família
Filho de Nilson Zanchetta (in memoriam) e Maria Helena Lala Zanchetta, casado com Clélia Zanchetta e pai da Pietra Eduarda Zanchetta.   

Formação
Radialista formado pelo SENAC ( Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial) e jornalista formado pelo ISCA (Instituto Superior de Ciências Aplicadas), de Limeira.

Carreira
Iniciou carreira na Rádio Clube Ararense, depois, trabalhou na Rádio Fraternidade de Araras,  Jornal Tribuna do Povo, Jornal Lance!, Rede Opinião de TV, Rede Família, Rede VTV Campinas-SP, TVB/SBT, TVB/Record, Rádio Central de Campinas e Portal Futebol Interior.  

Escritor
'Araras e seus craques do Futebol. O volume I" (2007) e o volume II em 2014.  

Atualmente apresenta o Programa Futebol Show na página no facebook e é Diretor de Comunicação da Câmara de Vereadores de Araras, onde apresenta o telejornal, produz release e é o responsável pela publicação de matérias no site do Legislativo.   

Paralelo à comunicação, tem uma empresa de produtos congelados na cidade de Araras-SP, onde a especialidade é bolinho de bacalhau e salgados.

Literatura

terça-feira, 23 de junho de 2020

Um nome que marcou época na comunicação

Alberto Léo (Alberto Léo Jerusalmi) nasceu no Rio de Janeiro, em 10 de outubro de 1950.

Carreira
Locutor esportivo e torcedor do Fluminense, Alberto Léo começou a trabalhar com esporte na televisão em 1980, na TV Bandeirantes, quando da saída de Galvão Bueno. Cinco anos depois, migrou para a TV Manchete. Foi apresentador de TV, locutor e chefiou a editoria de esportes até a extinção da emissora.  Alberto Léo trabalhou, de 2000 a 2016 no setor de jornalismo esportivo da televisão pública, primeiro na TVE e depois na Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e também na rádio Nacional.. 

Escritor
"História do Jornalismo Esportivo na TV brasileira"

Alberto Léo morreu no Rio de Janeiro, aos 65 anos, em 23 de junho de 2016, na Clínica São Carlos, no Humaitá, na zona sul do Rio, em decorrência de câncer, sendo sepultado em 24/06, no cemitério Israelita do Caju.

Literatura

Notável personalidade

Mariano Procópio (Mariano Procópio Ferreira Lage) nasceu em Barbacena, em 23 de junho de 1821.
Família
Filho de Mariano José Ferreira Armond  (nascido em 1779, na fazenda dos Moinhos, em Barbacena) e Maria José de Sant'Ana (filha de Joaquim José de Sant'Ana, nascido em São João del-Rei e Emerenciana de Jesus). Mariano Procópio teve uma única irmã, Maria José Ferreira Armond, que foi casada com seu primo, Honório Augusto Ferreira Armond (Barão de Pitangui, que morreu em Barbacena, em 1866).

Casamento
Casado com Maria Amália Machado Coelho (1834/1914), no Rio de Janeiro, em 1851. Pai de sete filhos, sendo que dois chegaram a fase adulta, Frederico Ferreira Lage (1862/1901) e Alfredo Ferreira Lage (1865/1944), além de Elisa, que morreu aos 15 anos.

Formação
Engenheiro e empreendedor

Juiz de Fora
Fixou residência em Juiz de Fora em 1855, cinco anos após Juiz de Fora se emancipar de Barbacena.

Rodovia União Indústria
Construiu a importante rodovia, a primeira asfaltado no Brasil, ligando Juiz de Fora a Petrópolis, inaugurada em 23 de junho de 1861, com a presença do imperador, Dom Pedro II.

Mariano Procópio morreu em Juiz de Fora, aos 50 anos, em 14 de fevereiro de 1872.

Obs: É nome de bairro, rua e museu em Juiz de Fora.

Fonte: Livro "Mariano Procópio Ferreira Lage - Sua Vida, Sua Obra, Descendência, Genealogia", de Wilson de Lima Bastos (1915/1998), editado em 1991.

Literatura

sábado, 20 de junho de 2020

Foto histórica

          Dois nomes que fizeram história no futebol de Juiz de Fora  
Ítalo Paschoal Luiz (1927/2016)  e Geraldo Magela Tavares (1927/2015)
Professor Ítalo era o preparador físico e o Magelao treinador do time do Tupi que fez história

Literatura

sexta-feira, 19 de junho de 2020

Estádio Salles Oliveira - 88 anos (19/06/1932)

Sob a presidência de Francisco de Salles Oliveira, o atual estádio do Tupi foi inaugurado em 19/06/1932, no bairro de Santa Terezinha.
Amistoso - Tupi 1 x 1 Vasco
Gols: Bianco (Tupi) e Russinho (Vasco).
Tupi: Pascoal (Armando), Nariz e Belozzi; Caiana, Lima e Magalhães; Vavá, Miro, Lage, Bianco e Nery. 
Vasco: Marques, Domingos e Itália; Tinoco, Mamão e Lino; Baiano, Paschoal, Russinho, Mário Mattos e Santana.

Salles Oliveira (Francisco de Salles Oliveira) era advogado, professor, jornalista e político.

Tupi
Foi presidente do Tupi de 1927 a 1934.

Vereador
Foi vereador e presidente da câmara no biênio 1936/1937.

O Vasco era presidido por Cyro Aranha, nascido em Alegrete, no Rio Grande do Sul, em 15 de abril de 1901, filho de Euclides Egídio de Sousa Aranha (1864/1929) e Luísa de Freitas Vale Aranha e irmão do chanceler Osvaldo Aranha (1894/1960) e do ex-ministro Luís Aranha (1902/1978). Foi casado com Nair Vasconcelos Aranha, com quem teve três filhos. Na presidência do Vasco, foi responsável por montar o time conhecido como "Expresso da Vitória". 

quinta-feira, 18 de junho de 2020

quarta-feira, 17 de junho de 2020

Notável personalidade

João Pires (João Carlos Pires), nasceu em Juiz de Fora, em 21 de junho de 1941.

Família
Casado com Selma Bagno Pires, pai de quatro filhos: João Carlos Pires Júnior, César Bagno Pires (in memoriam), Jean Pierre Bagno Pires e Jefferson Cássio Bagno Pires e avô de três netos.

Carreira-atleta
Ponta-direita, atuou no Tupi (Juiz de Fora), no Comercial (Ribeirão Preto) e na Portuguesa de Desportos (São Paulo).

Era empresário e vice-presidente do Tupi, tendo sido presidente do clube no biênio 91/92.

João Pires morreu, aos 71 anos, em 17 de junho de 2013, vítima de acidente automobilístico na BR 040, próximo à cidade de Petrópolis. O corpo foi velado no Palácio Barbosa Lima, sede da Câmara de Vereadores de Juiz de Fora e sepultado no cemitério Parque da Saudade, no bairro de Santa Terezinha, em 18/06.

Literatura

segunda-feira, 15 de junho de 2020

Notável personalidade

Tancredo Naves (Tancredo Antonio Naves) nasceu em 03 de dezembro de 1936, em Romaria, na época, distrito de Monte Carmelo, no Alto Paranaíba.

Família
Casado com Ester Carneiro Naves (irmã de Januário e Emanuel Carneiro) e pai de dois filhos: Marcos André Carneiro Naves e Christiano Carneiro Naves.

Formação
Formado em direito e sociologia

Carreira - rádio
Trabalhou nos Diários Associados (rádio Guarani), Itatiaia e Inconfidência

Político
Foi diretor-administrativo do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), entre 1963 a 1969. Presidiu a Administração de Estádios de Minas Gerais (ADEMG), de 1984 a 1986, e foi deputado estadual de 1987 e 1991. Naves licenciou-se da Assembleia Legislativa para assumir a secretaria de Estado de Esportes, Lazer e Turismo no governo 
e foi presidente da rádio Inconfidência em 2015, no governo Fernando Pimentel.

Agronegócio
Foi produtor rural em Bom Despacho após se aposentar como bancário, em 2005, e ministrou palestras sobre jornalismo e esportes por todo o Brasil.

Tancredo Naves morreu,  aos 83 anos, em decorrência de um Acidente Vascular Cerebral (AVC), na madrugada do último sábado, 13/06, no Hospital Madre Tereza, em Belo Horizonte.



Literatura

sábado, 13 de junho de 2020

13 de junho - Dia de Santo Antonio

Santo Antonio de Lisboa, cidade em que teria nascido em 15 de agosto de 1195 (não há precisão na data), ou de Pádua, cidade italiana (Pádova em italiano ou Padoa, em Venetto) em que morreu em 13 de junho de 123. 
Batizado na igreja católica com o nome de Fernando.
De Lisboa ou de Pádua, Antonio ou Fernando, é o padroeiro de Juiz de Fora, no Sudeste Mineiro, de Santo Antonio de Pádua, no Noroeste Fluminense, e de tantas outras cidades brasileiras.

Literatura

Luís Fortes Bustamante e Sá - O Juiz de Fora

Luiz Fortes de Bustamante e Sá, filho de Antônio Fortes Bustamante e de Angélica Maria de Sá, naturais da vila de Ourem, em Portugal. Casou-se em 1704, em Portugal, com Luíza Maria Xavier da Fonseca (nascida em 1677).

Carreira
Advogado formado em Coimbra em 1700, foi nomeado Juiz de Direito em São Francisco do Cacem, em Portugal. Veio para o Brasil em 1711 e foi ser Juiz no Rio de Janeiro. Naquele tempo os Juízes portugueses eram chamados de "juiz de fora". Ele era um desses juízes. O Bacharéis Brasileiros quando nomeados Juízes, eram simplesmente Juízes, sem o "de fora", porque eram daqui. Quando corsários Holandeses invadiram o Rio de Janeiro e exigiram um "resgate" para saírem de lá, o Dr. Bustamante intermediou as negociações e abocanhou boa parte do resgate, mais da metade. 

Prisão
Descoberto, foi destituído do cargo, condenado a quatro anos de prisão em Marzagão, na África, além de ter de devolver o dinheiro e bens dos quais se apropriou, ainda foi multado em 400 mil réis. Subornou o carcereiro e fugiu para esta cidade, instalando-se na casa, cuja foto se estampa em seu comentário. Mas lá ele tinha uma "hospedaria", que na verdade servia para encobrir o seu negócio escuso: comprava diamantes do Arraial do Tijoco (atual Diamantina) e ouro de Vila Rica (atual Ouro Preto). Por aqui ficou muito anos nessa atividade. Depois foi para Lagoa Dourada, aonde também possuía terras. Tinha parentes no Governo, por isso aqui ficou tranquilamente sem ser molestado. O povo passou a chamar a pousada de: "pousada do Juiz de Fora". 

Fonte livro "Juiz de Fora e Seus Pioneiros: do Caminho Novo à Proclamação", de Jair Lessa-Editora: UFJF

sexta-feira, 12 de junho de 2020

quarta-feira, 10 de junho de 2020

Um nome que marcou época na comunicação

Randall de Oliveira nasceu em em Juiz de Fora, em 10 de junho de 1931.

Família
Filho de Sebastião Alves de Oliveira e Odette Baptista de Oliveira. Foi casado com a radio-atriz Gilca Moreira de Oliveira.

Carreira
Radialista (locutor e comentarista esportivo), pianista e cirurgião-dentista, trabalhou na rádio Capital.
Randall de Oliveira morreu em Juiz de Fora, aos 60 anos, em e 14 de julho de 1991.
Obs: É nome de rua no Parque Guadalajara, na região do bairro Aeroporto.

Literatura

terça-feira, 9 de junho de 2020

Notável personalidade

Sagrado Lamir David nasceu em Bicas em 09 de junho de 1934.

Formação
Formado médico em 17 de dezembro de 1958, na primeira turma de médicos da FAMED (Faculdade de Medicina), atual UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora).

Escritor
Muito Prazer!... Quais São os Seus Sintomas?;
Palavra e Ação: Crônicas, Artigos, Diálogos;
De Goethe a Macunaíma Isto é Hollywood!;
O Amargo Preço da Igualdade;
Maquiavel e os Sem-terra;
Marx & Cristo Em Cuba;
Arruda no Planalto.
Momento Eterno;

Literatura

segunda-feira, 8 de junho de 2020

Um nome que marcou época na comunicação

Helena Bittencourt nasceu em Coimbra-MG, região de Viçosa, em 08 de junho de 1929.
 
Família  
Filha de Benjamín Bittencourt e Aida Espíndola Maciel Bittencourt, foi casada com Wilmar Magalhães Von Randow (nascido em 07 fevereiro 1930)  e mãe de duas filhas, a farmacêutica Cristina Bittencourt e Luíza Helena.   

Carreira  
Radialista (apresentadora de programas e entrevistadora), trabalhou nas rádios Industrial, PRB-3 e Capital. De 1952 a 1955 trabalhou na TV Rio (atual TV Record), canal 13, no Rio de Janeiro.    

Eventos  
Foi apresentadora de eventos no Círculo Militar, Pró-Música, Raffa's e outros clubes da época.    Miss  Em  maio de 1950, aos 20 anos de idade, foi eleita miss do centenário de Juiz de Fora.    
Política  
Foi vereadora em Juiz de Fora de 1971 a 1974,  Foi secretária de cultura no governo Mello Reis (1977/1982).  
Obs: Foi a segunda mulher a ocupar uma cadeira no palácio Barbosa Lima. A primeira foi Vera Faria de Medeiros Ribeiro (1917/2018). Foi a primeira radialista eleita vereadora em Juiz de Fora. Na condição de mulher, foi a única.    
Helena Bittencourt morreu em Juiz de Fora, aos 62 anos, em 11 de janeiro de 1992.    

Obs: É nome de rua no bairro Carlos Chagas, zona norte de Juiz de Fora.

CONSIDERAÇÕES
A conheci no final da década de 1980, na rádio Capital, localizada na rua da Laguna, 438, no bairro Jardim Glória.
A Capital que na época tinha Arlene Brigatto, Edson Ribeiro, Humberto Zaghetto, Adair Mendes (1949/1992) Antonio Azalim (1935/2002), Antonio Dângelo (1946/2014), Antonio Fernando (1955/2018), Aparício de Vitta (1924/2001), Carlos Alberto (1935/2018), Carlos Neto (1934/2016) e Tony Martins (1943/2001) como seus principais nomes.



domingo, 7 de junho de 2020

Literatura

“Criação da Faculdade de Medicina de Juiz de Fora e da Universidade Federal de Juiz de Fora: um recorte na nossa história”

De autoria do médico e professor José Carlos de Castro Barbosa, a obra registra a trajetória da criação da Faculdade de Medicina e sua incorporação à Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). O autor mantém sua relação com a Faculdade de Medicina desde o ano de 1953 até sua aposentadoria como professor, em 1988. Além disso, desde 2006, ele participa do Departamento de História da Medicina, da Sociedade de Medicina e Cirurgia de Juiz de Fora, que promove congressos e apresentação de trabalhos.

Faculdade de Medicina (FAMED).
Foi criada em 1952, iniciou primeira turma com 25 acadêmicos em 1953 dos quais 18 (17 homens e uma mulher) se formaram em 1958,

sexta-feira, 5 de junho de 2020

Notável Personalidade

Ítalo Paschoal (Ítalo Paschoal Luiz) nasceu em Juiz de Fora em 15 de fevereiro de 1927 e foi registrado em 05 de junho do mesmo ano.

Família
Filho do italiano Paschoal Luiz e Mariada Carmo Paschoal Luiz. Casado com Maria José Cigani Luiz (1929/2011) e pai de cinco filhos: Paschoal Antônio Cigani Luiz, Márcia Cigani Luiz, Tânia Mara Cigani Luiz, Italo Cigani Luiz e Rosângela Cigani Luiz.

Carreira
Professor de Educação física no Clube Ginástico e no Colégio São José e preparador físico do Tupi, Sport, Tupynambás e Seleção Mineira. No Tupi na época de Geraldo Magela Tavares (1927/2015), João Pires (1941/2013) e Moacyr Toledo (1932/2019), fez parte da equipe vencedora que ficou conhecida como "Fantasma do Mineirão".

Escritor
Autor de cinco livros sobre ginástica/educação física.

Ítalo Paschoal morreu em Juiz de Fora, aos 89 anos, em 12 de março de 2016.



Literatura

"Caetité - Pequena e ilustre"

quarta-feira, 3 de junho de 2020

Foto histórica

Na década de 1980 nos estúdios da rádio Capital de Juiz de Fora.
Da esquerda para a direita:
Anderson Stehling (advogado), Antonio Dângelo (radialista) e Carlos Ferreira (radialista).
Antonio Dângelo (Antonio Mateus Dângelo) nasceu em São João del-Rei-MG, em 21 de setembro de 1946 e morreu em Juiz de Fora, aos 67 anos, em 20 de fevereiro de 2014

terça-feira, 2 de junho de 2020

Literatura

"Terra Incógnita"

O livro de contos do engenheiro nascido em Brazópolis e radicado em Campinas, Marcos Faria Gomes, é um conjunto de dez contos que atravessam momentos históricos diversos e se inspiram na tradição de contadores de "causos". Centrado nas paisagens e costumes da Serra da Mantiqueira, o livro apresenta ao leitor o cenário cultural regional, atraindo o interesse daqueles que valorizam a cultura brasileira. 

BRAZÓPOLIS OU BRASÓPOLIS ?

Com Z ou S ? 

por João Armando Braz de Faria*

O distrito de Vargem Grande passou a Vila, desmembrando-se de Itajubá em 1901, com o nome de Vila de São Caetano da Vargem Grande. Em 1909 passou a se chamar VILA BRAZ, em homenagem ao grande batalhador pela emancipação de nossa terra, e sua figura mais ilustre da política local, o Coronel Francisco BRAZ Pereira Gomes. Em 1923, pela Lei Estadual nº 843, a vila passou a cidade, com o nome de BRAZÓPOLIS, com "Z". Entretanto, pouco depois de 1950, alguns órgãos federais e estaduais passaram a grafar o nome de Brazópolis com "s", sem que houvesse uma lei específica, para este fim, da Assembléia Legislativa do Estado de Minas Gerais, a quem compete a alteração do nome das cidades mineiras. Mesmo a Assembléia Mineira, para alterar o nome de uma cidade, necessita que no corpo da lei esteja claramente definido que: "o topônimo de Brazópolis passa para Brasópolis", o que não aconteceu até hoje. Sendo assim, o nome oficial de Brazópolis é com "z". A alegação de que o nome deveria atender à regra ortográfica, de caráter federal, onde a letra com som de "z" entre duas vogais deve ser grafada com "s", não é de aplicação automática em nome de cidade, visto que caberia à Assembléia Legislativa aplicar tal regra se assim achasse cabível. Em 04/08/1967, a Lei Municipal nº 131/67 procedeu a alteração do nome da cidade para Brasópolis, com "S", esquecendo-se de que o nome (hoje sobrenome) emprestado à cidade era, sempre foi e sempre será, BRAZ, com "Z". Assim, a Lei Municipal nº 371/97 de 25/09/1997, resgatando a tradição, restabeleceu o nome original de BRAZÓPOLIS, com "Z".
*João Armando Braz de Faria é membro da ABLH (Academia Brazopolense de Letras e História).

segunda-feira, 1 de junho de 2020

Literatura

"Forças Armadas e política no Brasil"
O autor, o historiador José Murilo de Carvalho nos apresenta um livro amplo e rico. Diferente de muitos acadêmicos que já despejam sua opinião (muitas vezes preenchida de senso comum), o autor evita análises pessimistas na nova introdução que trata da presença das Forças Armadas na sociedade desde o ano da primeira edição do livro e na política, à partir do atual governo.

José Murilo de Carvalho pondera em seus argumentos e utiliza fatos para comprovar o caráter de mudança presente entre os militares desde a Redemocratização. Do ponto de vista político, o autor prova que não há interesse por parte desse grupo, tão mal interpretado, à direita e à esquerda.

Nos capítulos seguintes, o autor reproduz os textos da primeira edição, tratando da presença das Forças Armadas na República e em diversos acontecimentos desse período histórico. Um livro único na historiografia brasileira.


Gente de Expressão

domingo, 31 de maio de 2020

Literatura

“Francisco Cupello - A saga de um vencedor” 

De autoria de Mário Pellegrini Cupello, coautoria de Elizabeth Santos Cupello e selo da Editar Editora, a obra relata a trajetória de vida de Francisco Cupello, criador do Cine Glória de Valença em 1938, do Cine Glória de São João del-Rei em 1947, e do Circuito Cinematográfico Glória, com o qual possuiu 40 cinemas no Brasil.





sábado, 30 de maio de 2020

Um absurdo

ABSURDO é o que está acontecendo aqui na província num ano de eleição municipal.

A cidade faz aniversário e alguns políticos (as) abonados (as) financeiramente usam da prerrogativa de pagar-contratar publicidade na mídia local parabenizando a cidade pela data, numa clara, evidente campanha antecipada.

Teoricamente, nada ilegal. O condenável é que esses (as) são pessoas com cargos eletivos ou com filiação partidária e apesar da pandemia, estamos num ano eleitoral. A cidade não faz aniversário só em 2020. Fez em anos anteriores e eles (as) não apareceram, e se apareceram, foi com o mesmo propósito. Isso me faz acreditar no adágio popular de que "eleição não é santa, mas às vezes, faz milagre". Essa prática tira a isonomia que o processo eleitoral recomenda. Reconheço que a legislação eleitoral avançou, mas ainda precisa ser aperfeiçoada.

O artigo  5º da Constituição Federal preconiza que "Todos são iguais perante a lei...", mas aqui em terras tupiniquim alguns são mais iguais.
Cabe aqui ressaltar que à luz do direito, "aquilo que não é proibido, presume-se que seja permitido", não havendo ilegalidade nessas práticas.

Literatura

“Viçosa do Ceará: Política e Poder” 

A obra, de autoria do historiador Eônio Fontenele, é um relato histórico que aborda a evolução política de Viçosa do Ceará, desde a chegada dos franceses à Ibiapaba, em 1590, até os dias atuais. O texto é marcado pelas curiosidades, trazendo quase todos os resultados eleitorais verificados na cidade desde a redemocratização de 1945 até a eleição de 2012. Destaca-se ainda a lista dos prefeitos municipais, vice-prefeitos e dos vereadores de Viçosa ao longo dos anos. Como resultado de anos de pesquisas, o autor destaca os acirramentos políticos que marcaram a vida da cidade onde nasceu Clóvis Beviláqua (1859-1944), como a sangrenta Tragédia da Tabatinga em 1878, a atuação do Monsenhor José Carneiro da Cunha (um dos idealizadores da construção, em 1938, da Igreja do Céu), as lutas pelo poder verificadas entre PSD e UDN (nos idos dos anos 1950 e 1960), o comício de Juscelino Kubitschek (na campanha eleitoral de 1955), além da existência de duas bandas de música (a ‘Democrata’ e a ‘Marreta’), cada uma associada a uma facção política.

terça-feira, 26 de maio de 2020

Notável personalidade

Tony Tornado (Antonio Viana Gomes) nasceu no Mirante do Paranapanema, no Oeste Paulista, na época distrito de Presidente Prudente, em 26 de maio de 1930.

Família
Filho de pai guianense (vivo aos 108 anos) e mãe brasileira, foi casado com a atriz Arlete Sales e tem um filho ator e cantor, Lincoln Tornado.Rio de 

Janeiro
Aos 11 anos de idade, mudou-se para o Rio de Janeiro, foi morador de rua, vendedor de amendoim e engraxate.

Estados Unidos
Morou em Nova York e lá, conheceu Tim Maia (1942/1998) e cantaram juntos para o público latino.

Carreira
Tony iniciou sua carreira artística nos anos 60 com o nome artístico de Tony Checker, dublando e dançando no programa "Hoje é dia de Rock" de Jair de Taumaturgo (1920/1970. 

Cantor
A bordo de músicas como “Podes crer, amizade”, “Deus negro” e “BR-3”, com a qual ele venceu o V Festival Internacional da Canção, em 1970, Tony Tornado se apresenta quarta-feira no Teatro Riachuelo, no Rio. Aos 89 anos de idade, mesmo depois de uma operação na cabeça do fêmur, o cantor — uma das referências da cultura negra e black no Brasil — ainda encara a vida com entusiasmo, humor e veemência quando necessário, com a vitalidade e o humor de quem se sabe privilegiado pelo DNA: seu pai está vivo e lúcido aos 108 anos .  

Ator
Fez novelas e filmes, com destaque para o personagem Gregório Fortunato, do seriado "Agosto", inspirado na obra do escritor juizforano Rubem Fonseca (1925/2020) e exibido pela TV Globo em 1993.

Literatura

"Os Onze: O STF, seus bastidores e suas crises"

Um completo relato sobre a atuação do principal tribunal do país, do Mensalão ao governo Bolsonaro. Desde o julgamento da ação penal 470, mais conhecida como Mensalão, o Supremo Tribunal Federal viu-se no centro do debate nacional. Seus integrantes se tornaram amplamente conhecidos e, também por isso, passaram a usar a opinião pública como fundamento para seus votos. Nos turbulentos anos de uma das maiores crises políticas e econômicas que o país já viveu, o protagonismo a que foi alçado o tribunal criou um conjunto novo de desafios. O jornalista Felipe Recondo, especialista na cobertura do STF, acompanha e analisa o cotidiano do Supremo há mais de uma década. Luiz Weber estuda o funcionamento do tribunal e analisa os movimentos e forças políticas que interagem com o STF. Ao longo de anos, os dois realizaram centenas de entrevistas para escrever Os onze: O STF, seus bastidores e suas crises. O livro traz histórias que permitem descrever os contornos, causas e consequências dos grandes casos que envolveram o tribunal, incluindo o recente e polêmico inquérito sobre fake news aberto por Dias Toffoli e comandado por Alexandre de Moraes. Onze é o número de ministros do Supremo, que atuam como “onze ilhas”. A expressão foi cunhada pelo ex-ministro do STF Sepúlveda Pertence e se consolidou como chave de interpretação para o funcionamento do tribunal, com a proliferação de decisões monocráticas e a sucessão de embates internos. Num momento em que o STF se vê sob o ataque de expoentes do governo federal e de militantes nas redes sociais, entender as dinâmicas da última instância do poder judiciário é mais importante do que nunca.

segunda-feira, 25 de maio de 2020

Foto histórica

   Tupynambás de Juiz de Fora em 1981
Em pé: Pedro Paulo, Evailton, Conceição, Julinho, Valdir Chaves e Afonso
Agachados: Santana, Mauro,Wagner,Getúlio e Tadeu.

Literatura

“Tanques e Togas: O STF e a ditadura militar”

De autoria do jornalista Felipe Recondo e organizado pela historiadora Heloísa Starling, a publicação é dedicada exclusivamente ao papel do Supremo Tribunal Federal nos anos de chumbo. Ao estudar um dos momentos mais sombrios da história dessa instituição, o autor contribui para que se entenda como o frágil Supremo dos primeiros anos da República veio a se transformar no superpoderoso STF dos dias de hoje. O golpe de 1964 recebeu imediatamente o apoio do então presidente do Supremo Tribunal Federal brasileiro, Ribeiro da Costa. Nos anos seguintes, a Constituição foi substituída por atos de exceção e garantias fundamentais foram suspensas, dando lugar a prisões políticas, cassações, tortura, censura, desaparecimentos e mortes. Como garantidores da Constituição, os ministros do Supremo nunca determinaram a abertura de inquéritos para atribuir responsabilidades nem confrontaram abertamente os militares. Poderiam fazê-lo? Estavam dispostos a fazê-lo? Tinham instrumentos ou liberdade para tal? Essas são algumas das questões que Recondo procura responder baseando-se em correspondências, petições, pareceres e acórdãos de julgamento, além dos diários do ministro do Supremo Aliomar Baleeiro.