domingo, 15 de julho de 2018

Copas do Mundo

Rússia 2018
São 21 edições de Copas do Mundo, em 88 anos, sendo a primeira Copa em 1930 no Uruguai.
Nesse período de 88 anos o mapa-mundi sofreu profundas alterações.

A Fifa conta 79 países que já participaram dos Mundiais, mas seis deles já não existem mais na configuração antiga, tendo sido divididos, absorvidos ou se tornado independentes. E o sétimo deles, o Zaire, também não existe mais com esse nome

Tchecoslováquia (08 Copas) 
O mais bem-sucedido país da história das Copas que deixou de existir --na verdade, se dividiu em dois-- é a Tchecoslováquia, que competiu em oito Mundiais entre 1934 e 1990. O país se tornou independente do Império Austro-Húngaro em 1918 e, durante a Guerra Fria, foi um estado socialista aliado da União Soviética. Sua seleção foi vice-campeã em 1934 e 1962, perdendo as finais para Itália e Brasil, respectivamente --com Pelé machucado,  Garrincha comandou o time bicampeão mundial. Tchecos e eslovacos, marcado por diferenças étnicas, culturais e econômicas, se separaram pacificamente em 1993, após a queda do comunismo. Desde então, a República Tcheca, em 2006, e  e Eslováquia, em 2010, disputaram uma Copa cada uma. A seleção da República Tcheca é considerada pela Fifa como a sucessora da Tchecoslováquia e herdou as marcas de sucesso antiga equipe unificada nas Copas.

Iugoslávia (08 Copas) 
A antiga Iugoslávia jogou oito Copas entre 1930 e 1990 e chegou a duas semifinais, em 1930 e 1962. Depois disso, cinco seleções decorrentes da antiga Iugoslávia jogaram Mundiais: Bósnia (uma vez); Sérvia e Montenegro, Sérvia e Eslovênia (duas vezes cada uma); e Croácia, a mais bem-sucedida, que se classificou para cinco Copas e foi semifinalista em 1998. Macedônia e Kosovo, que não disputaram Copas, também são remanescentes da Iugoslávia.

União Soviética (07 Copas) 
Antecessora da atual seleção Russa, o time soviético nunca foi exatamente uma potência na Copa do Mundo, tendo como melhor resultado a semifinal no Mundial da Inglaterra, em 1966. Mas a URSS foi presença  constante nas Copas entre 1958 e 1990, participando de sete edições. Também consagrou o goleiro Lev Iashin, apelidado de Aranha Negra, que jogou quatro Mundiais. Em 1958, ele foi o goleiro do jogo em que o futuro campeão Brasil  venceu os soviéticos por 2 a 0, na partida que marcou a estreia de Pelé e Garrincha em Copas. Com a queda do regime soviético, em 1991, a Rússia herdou os resultados da URSS, mas perdeu os talentos de outras repúblicas, como a Ucrânia, que chegou às quartas de final em sua única classificação para a Copa, em 2006. Desde então, o melhor desempenho do time russo foi nessa copa de 2018.

Iugoslávia/Sérvia e Montenegro (02 Copas) 
Ao contrário das outras repúblicas que faziam parte da antiga Iugoslávia, Sérvia e Montenegro permaneceram como um mesmo país (e seleção) entre 1992 e 2006, jogando duas Copas nesse período. 

Em 1998, ainda sob o nome Iugoslávia, parou nas oitavas de final; em 2006, foi eliminada na primeira fase perdendo os três jogos, dias depois de Montenegro aprovar, em referendo, sua separação da Sérvia. Dessa maneira, o país jogou a  a Copa de 2006 quando, oficialmente, não existia mais. A atual seleção da Sérvia, eliminada pelo Brasil em 2018, é apontada pela Fifa como a herdeira dos resultados tanto da antiga seleção iugoslava quanto de Sérvia e Montenegro.


Alemanha Oriental (01 Copa) 
A Alemanha Oriental surgiu após a Segunda Guerra Mundial, com o fim do regime nazista, quando o território alemão foi ocupado pelos aliados (EUA, França, Reino Unido e União Soviética) e depois dividido  entre o oeste capitalista e o leste comunista, sob influência da URSS. A seleção oriental conseguiu apenas uma classificação para a Copa, em 1974, com sede justamente na Alemanha Ocidental. E o sorteio ainda teve a proeza de colocar as duas Alemanhas no mesmo grupo na primeira fase. Diante de 60 mil pessoas em Hamburgo, a Alemanha Oriental conseguiu uma vitória histórica por 1 a 0 em cima do time ocidental, que mais tarde seria campeão, mas foi eliminada na f ase seguinte. O regime comunista caiu em 1989 e a Alemanha Oriental acabou "absorvida" pelo governo capitalista do lado ocidental, levando à reunificação do país em 1990. Até hoje a Alemanha Oriental é a única seleção "extinta" da história das Copas, já que ninguém herdou seus resultados nas estatísticas oficiais. 

Índias Orientais Holandesas (01 Copa) 
As Índias Orientais Holandesas eram uma colônia que se tornaria independente em 1949, após a Segunda Guerra Mundial, adotando o nome de Indonésia. Mas, ainda como uma colônia da Holanda, a equipe disputou a Copa de 1938, na França, sendo a primeira representante asiática da história dos Mundiais. 

O desempenho foi o esperado para a estrutura do país, numa época em que o futebol era ainda mais centralizado em europeus e sul-americanos. O time caiu por 6 a 0 diante da Hungria, vice-campeã daquela Copa. Como ainda não existia  fase de grupos, essa foi a única partida das Índias Orientais Holandesas em Mundiais. É também a única participação da Indonésia, que nunca mais conseguiu se classificar para a Copa mas aparece nas estatísticas por ter herdado os resultados da antiga colônia.

Zaire (01 Copa) 
A inclusão do Zaire na lista se deve ao fato de o país não existir mais sob esse nome desde sua única participação em Copas, em 1974, na Alemanha. Antes chamada de República Democrática do Congo, a ex-colônia da Bélgica se tornou Zaire em 1971. Em 1997, após uma troca de regimes ditatoriais, o país adotou novamente o nome República Democrática do Congo, que mantéma até hoje.

Primeira seleção da África Subsaariana a se classificar para a Copa, o Zaire perdeu de Escócia, Iugoslávia e Brasil na primeira fase da Copa de 74. A derrota diante dos iugoslavos, pelo elástico placar de 9 a 0, é uma das maiores  goleadas da história dos Mundiais.

Países que podem desaparecer ou surgir para os próximos mundiaias
Reino da Bélgica: Flandes (holandesa), ao norte, com 59% da população, Valônia (francesa), ao sul, com 40% da população e mais 01% da população, a leste, de origem alemã. A capital do Reino, Bruxelas, é bilingue (holandês/francês)

Essa divisão linguística causa conflitos na Bélgica; em Flandres há atualmente um número importante de pessoas querendo se separar da Valónia, não só por motivos de diferença linguística, mas também por causa de incompatibilidade econômica. Alguns querem um federalismo muito avançado, outros a independência e ainda outros querem se unir aos Países Baixos (Holanda).

a cidade de Namur, a capital econômica é Liège, a capital culural é Mons, Charleroi é a capital sociale e Verviers para a água.


Espanha/Catalunha
A Catalunha, região rica no leste da Espanha luta por sua independência e por consequência, sua capital em Barcelona e seu idioma oficial, o Catalão.

Canadá/ Quebec
Canadá (inglês) e Quebec (francês). Com uma possível divisão, o Canadá permanecerá com sua capital em Ottawa, com com 76% do território e Toronto e Vancouver as cidades mais populosas. Já o Quebec, com a capital na cidade de Quebec, ficaria com 24% do território e tendo em Montreal a sua cidade mais populosa..

sábado, 14 de julho de 2018

Literatura



Copas do Mundo

                                A arbitragem brasileira nas Copas
Apenas nas edições de 1934, 1938 e 1958 não tiveram presença de árbitros do Brasil. Com Sandro Meira Ricci, do Brasil, que não conseguiu chegar à final, 14 árbitros no total já apitaram em Mundiais.
O gaúcho Carlos Eugênio Simon é o único a participar de três Copas, tendo arbitrado sete partidas. Os cariocas Arnaldo César Coelho e Armando Marques estiveram em duas edições. O também carioca José Roberto Wright apitou quatro jogos na Copa de 1990 e é o segundo que mais apitou.
Arnaldo César David Coelho e Romualdo Arppi Filho apitaram finais de Copa
Arnaldo apitou a final de 1982  (Itália e Alemanha)  na Espanha e Romualdo, a de 1986 (Argentina e Alemanha), no México.

Árbitros brasileiros nas Copas do Mundo
Árbitro - Mundial - Jogos
Gilberto de Almeida Rêgo - 1930 - três
Alberto da Gama Malcher - 1950 - um
Mário Gardelli - 1950 - um
Mário Vianna - 1950 e 1954 - dois
João Etzel Filho - 1962 - um
Armando Marques - 1966 e 1974 - dois
Ayrton Vieira de Moraes - 1970 - um
Arnaldo César Coelho - 1978 e 1982 - três
Romualdo Arppi Filho - 1986 - três
José Roberto Wright - 1990 - quatro
Renato Marsiglia - 1994 - dois
Márcio Rezende de Freitas - 1998 - dois
Carlos Eugênio Simon - 2002, 2006 e 2010 - sete
Sandro Meira Ricci - 2014 - três
Sandro Meira Ricci - 2018 - três 

Finais
Nestor Pitana, da Argentina, será o árbitro da final (França e Croácia), enquanto Alireza Faghani, do Irã, apitará a disputa pelo terceiro lugar (Inglaterra e Bélgica). A final, que acontece às 12h (de Brasília) deste domingo, 15/07, será o quinto jogo de Nestor Pitana nesta Copa do Mundo. Ele também atuou na abertura do Mundial, na goleada da Rússia sobre a Arábia Saudita, na vitória da Suécia sobre o México na fase de grupos, no empate entre Croácia e Dinamarca nas oitavas de final e na vitória da França sobre o Uruguai nas quartas. Ele será auxiliado por Hernan Maidana e Juan Pablo Belatti, ambos da Argentina, que o auxiliaram também nos outros quatro jogos.

Na disputa pelo terceiro lugar, às 11h deste sábado, 14/07, o árbitro será o iraniano Alireza Faghani, que atuará no Mundial pela quarta vez. Sua estreia foi na vitória do México sobre a Alemanha, na fase de grupos. Ainda na primeira fase, ele apitou a vitória do Brasil sobre a Sérvia e a vitoria da França sobre a Argentina nas oitavas de final. Ele será auxiliado por Reza Sokhandan e Mohamed Mansouri, também do Irã.

Literatura

domingo, 8 de julho de 2018

Jair Siqueira

Morre em Pouso Alegre, aos 82 anos, o ex-prefeito Jair Siqueira
Morreu na manhã deste domingo, 08/07, no Hospital Renascentista de Pouso Alegre, o ex-prefeito da cidade, Jair Siqueira. O corpo será velado na câmara de vereadores e o sepultamento está programado para a manhã de segunda-feira, 09/07.

Jair Siqueira nasceu em Paulistas-MG no dia 30 de junho de 1936, filho de José Cândido Siqueira e de Emília Soares Ferreira. Formado  em direito pela USP (Universidade de São Paulo).Fixou residência em Pouso Alegre, eleito prefeito da cidade por três vezes, sendo eleito nos pleitos de 1988, 1996 e 2004. Em 1994 foi eleito deputado federal. Era casado com Lilian Narbot Siqueira (ex-vereadora do município), com quem teve três filhas.
Tragédia
Na década de 1980 Jair Siqueira assassinou a tiros uma das filhas, na época, com 13 anos, ao confundi-la com um bandido dentro da própria casa. Fernando Soares Pereira, o "Fernando da Gata" era um bandido de alta periculosidade, nascido na cidade de Russas, no interior Cearense e que aterrorizava famílias no sul de Minas e interior Paulista. As pessoas se armavam numa tentativa de se defender do criminoso. Com Jair não foi diferente. Ele, de posse de um revólver, se assustou durante a noite com os movimentos da filha que se lentara para ir ao banheiro. 

Literatura

sexta-feira, 6 de julho de 2018

Parque Estadual Serra Negra da Mantiqueira

Com área total aproximada de 4.203,96 hectares e perímetro de 72,54 quilômetros, o Parque Estadual Serra Negra da Mantiqueira abrange os municípios de Lima Duarte, Olaria, Rio Preto e Santa Bárbara do Monte Verde, localizados ao sul da Zona da Mata.

Parque Estadual de Botumirim

O Parque Estadual do Botumirim está situado no norte de Minas Gerais, abrangendo os municípios de Botumirim e Bocaiúva. A área total aproximada é de 35.682,64 hectares e o perímetro é de 203,80 quilômetros.

Literatura

terça-feira, 3 de julho de 2018

José Márcio Machado

                                  Morre em Juiz de Fora o dentista José Márcio Machado
Morreu na última segunda-feira, 02/07, vítima de câncer, o dentista José Márcio Machado. O sepultamento ocorreu nesta terça-feira, 03/07, em Passa Vinte, no Sul de Minas, sua cidade natal. Formado em Odontologia pela UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora), atendia clientes do SESI (Serviço Social da Indústria) e dos bairros Jardim Esperança, Retiro, Floresta e região. Era torcedor do Flamengo e do Tupi.

CONSIDERAÇÕES;
Perdi um dileto amigo, que não só era o meu dentista, mas também era um bom papo, uma pessoa do bem.

Literatura

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Sebastião de Oliveira Matos

Morre em Juiz de Fora, aos 58 anos, o contabilista Sebastião de Oliveira Matos

Morreu na manhã do último domingo, 01/07, no HPS (Hospital de Pronto Socorro), após ser atropelado por uma moto, conduzida por um adolescente de 17 anos, no bairro Borboleta, Sebastião de Oliveira Matos. O SAMU (Serviço  médico de urgência) prestou o socorro ainda no local do acidente, na rua irmão Menrado, o conduzindo ao HPS,  onde ficou internado e de acordo com a assessoria do Hospital, Sebastião de Almeida Matos morreu por volta das 16h  de domingo. Segundo o boletim de ocorrência, o acidente ocorreu por volta de de 10h, e a mãe do adolescente, que foi apreendido em flagrante, informou que ele teria pegado a chave da moto sem autorização. O corpo foi velado e sepultado no cemitério Parque da Saudade, na tarde desta segunda-feira, 02/07.

domingo, 1 de julho de 2018

Literatura

"São Pedro – O coração da colônia alemã de Juiz de Fora"

O livro, escrito pela jornalista Rita Couto, celebra os 135 anos da Igreja de São Pedro, localizada na cidade alta, e os 160 anos da chegada dos imigrantes alemães e tiroleses a Juiz de Fora, cidade mineira fundada pelo engenheiro alemão Henrique Guilherme  Fernando Halfeld (1797/1873) nas terras de seu sogro, Antonio Dias Tostes (??/1865).

sábado, 30 de junho de 2018

Danilo Bahia

Danilo Lázaro Tadeu Bahia nasceu na cidade de Bambuí (terra de Welington Campos e Fausto Bahia), no centro-oeste mineiro, em 1953. Iniciou carreira na década de 1970 na Rádio Itatiaia de Belo Horizonte. Ainda na década de 1970 se transferiu para o Rio de Janeiro. Na capital carioca, trabalhou nas rádios Nacional, Globo e Tupi. Torcedor do Flamengo, Danilo Bahia sempre foi setorista do clube da Gávea na emissoras em que trabalhou. Danilo Bahia morreu, vítima de câncer, aos 43 anos, em 30 de junho de 1996. Após ser velado na câmara de vereadores de Bambuí, seu corpo foi sepultado no cemitério local.

quinta-feira, 28 de junho de 2018

Literatura

"Biografia das Copas – O Maior Espetáculo da Terra no Rádio, TV e Jornais"

O maior espetáculo da terra nos traz lembranças. Este espetáculo está registrado no rádio, na Tv e nos jornais. E na vida de todos os fanáticos por futebol. Para os apaixonados por essa arte, a vida é feita de ciclos que duram quatro anos. Somos capazes de fazer referências a períodos de nossa vida com base nas Copas do Mundo. Quando você se casou? Ah, eu casei no ano da Copa de 1998. Ah, eu me formei na faculdade no ano em que o Brasil ganhou o Tetra! Pode parecer exagero, mas é a pura verdade. Certamente você tem uma recordação especial de uma Copa do Mundo.  Esta obra, com um texto primoroso do jornalista Thiago Uberreich e ricamente ilustrada, com mais de 150 fotografias, não só resgata a história dos 20 mundiais, mas, também, mexe com a sua memória afetiva e o faz acreditar que o futebol é uma arte e as Copas são o maior espetáculo da terra.

quarta-feira, 27 de junho de 2018

Antônio Dias de Oliveira

Luto
Morre em Rio Pomba, aos 68 anos, o ex-vereador, Antônio Dias de Oliveira

Morreu na última terça-feira, 26/06, em Rio Pomba-MG, o ex-vereador Antônio Dias de Oliveira, o “Toninho Dias”. O corpo está sendo velado na capela mortuária e o sepultado está previsto para esta quarta-feira, 27/06, às 13 horas, no cemitério municipal de Rio Pomba.

Nascido em 22 de julho de 1949, Toninho Dias era produtor rural e morador do Alto do Bom Jardim e foi vereador em Rio Pomba de 1993 a 2016.

Literatura

"Mata! o Major Curió e as Guerrilhas no Araguaia"
Resultado de dez anos de pesquisas em arquivos públicos e particulares, além de diversas viagens à região do Bico do Papagaio (confluência dos rios Araguaia e Tocantins) e de depoimentos de mais de 150 pessoas, Mata! pode ser lido de diferentes maneiras. Entre as numerosas facetas do livro, reportagem, relato histórico, pesquisa antropológica, reflexão política, a mais espetacular é, sem dúvida, seu conteúdo inédito de documentos sobre a Guerrilha do Araguaia (1966/1974). o jornalista Leonencio Nossa, autor de livros como "O rio e Homens invisíveis", teve acesso exclusivo ao lendário arquivo pessoal do major Sebastião Rodrigues de Moura, o Curió, um dos protagonistas da repressão da ditadura militar à guerrilha. O autor revela detalhes das torturas e assassinatos que vitimaram dezenas de pessoas na década de 1970 na região do Araguaia, entre militantes do PC do B (Partido Comunista do Brasil) e simpatizantes locais. Por outro lado, o livro também se deixa ler como um arrebatador panorama histórico do Bico do Papagaio e do sudeste do Pará, que se transformam, a partir do relato do autor, numa espécie de microcosmo dos conflitos sociais e fundiários do país. Mata! percorre quase duzentos anos na história da região, incluindo tragédias recentes como a exploração de ouro em Serra Pelada e os massacres de sem terra, para compor um verdadeiro épico da desordenada ocupação do território amazônico a partir do século XX. 

terça-feira, 26 de junho de 2018

Antonio Jorge Marques

LutoMorreu na última segunda-feira, 25/06, aos 82 anos em Belo Horizonte, o empresário Antonio Jorge Marques 
Antonio Jorge Marques, nascido em Portugal, viveu cerca de 60 anos no Brasil e era radicado em Juiz de Fora. Aqui foi proprietário do tradicionalíssimo restaurante Faisão Dourado da rua Halfeld (hoje, só ficou na lembrança). Foi presidente do sindicato dos Hotéis, Bares e Restaurantes de Juiz de Fora e região. Antonio Jorge era pai do médico psiquiatra e deputado estadual, Antonio Jorge de Souza Marques. O corpo foi velado no cemitério Parque da Saudade, em Juiz de Fora e cremado no crematório da cidade de Matias Barbosa.

Literatura

"Vila Vela - Onde começou o Estado do Espírito Santo"
O município de Vila Velha é o mais antigo do Espírito Santo. Foi ali que começou a história do Estado, quando, em 1535, o português Vasco Fernandes Coutinho desembarcou perto do monte Moreno.  A escolha do nome Vila Nova do Espírito Santo foi motivada pelo dia do desembarque, dedicado pela Igreja Católica à Terceira Pessoa da Santíssima Trindade (o Espírito Santo). O local transformou-se e teve o nome mudado para Vila Velha.  Entre as principais atrações turísticas da cidade está a praia da Costa, uma das mais frequentadas do Estado e apreciada por causa dos calçadões, das ciclovias e dos quiosques. Também em Vila Velha está localizado o morro de Penedo, uma pedra de 136 metros de altura que era o suporte de pesadas correntes que fechavam o canal, barrando a entrada de navios corsários.  É perto dali que fica o convento Nossa Senhora da Penha, a mais importante referência religiosa do Espírito Santo. A obra escrita por Jair Santos, com compilação de Walter de Aguiar Filho.

segunda-feira, 25 de junho de 2018

Campeonato Carioca de 1995

Fluminense 3 x 2 Flamengo
25/06/1995
por Gustavo do Amaral Roman*   
A barriga de Renato deixa o Flamengo a ver navios no ano do “sem ter nada” de 1995
Como foi o Campeonato O Carioca de 1995 foi um dos mais emocionantes de toda a história da competição. O Flamengo, no ano do seu centenário, surgia como grande favorito. Afinal, havia se reforçado com jogadores como Branco  e principalmente o baixinho Romário. Eleito o melhor jogador do planeta, o atacante deveria ser mais do que capaz de levar o rubro negro ao título. O Vasco, que a época brigava pelo tetracampeonato, tinha em Valdir Bigode seu principal nome. O Botafogo, contava com os gols de Túlio e com a base do time que seria campeão brasileiro mais tarde naquele ano. E o Fluminense era o patinho feio dos quatro grandes. Pouco se reforçara. Trouxe o zagueiro Lima do  do Sport. E tinha como principais estrelas Renato Gaúcho, Aílton e Djair. A competição foi divida em duas fases. Na primeira, as 16 equipes formaram dois grupos de oito. Jogavam dentro da sua chave, em turno e returno. O vencedor  de cada turno levaria um ponto extra para a fase final. O primeiro colocado de cada grupo faria a final da Taça Guanabara e levaria um ponto extra para o octogonal final. O campeão dessa fase acabou sendo o Flamengo. Num jogo  emocionante, o time da Gávea bateu o Botafogo por três a dois. Com três gols de Romário. No octogonal final parecia que o rubro negro iria disparar para o título. Enquanto ele vencia, os rivais tropeçavam. O Fluminense, por  , por exemplo, foi o único dos grandes que não conquistou nenhum ponto de bonificação. Enquanto o Flamengo já entrava com três e Vasco e Botafogo com um cada, o tricolor começaria do zero. E foi num clássico diante do Vasco que  a sorte tricolor começou a mudar. A equipe tomou o primeiro gol. Empatou. Tomou o segundo. Mas mostrando um espírito vencedor e uma raça até ali não vistas, conseguiu a virada. Era a senha para uma arrancada sensacional. Graças a  a um sólido sistema defensivo. Wellerson estava sem ser vazado a 692 minutos.   

Fluminense 3 x 2 Flamengo   
Local: Maracanã     
Data: 25/06/1995    
Público: 112.285 pagantes.   
120.418 presentes   
Árbitro: Léo Feldman     
Cartões Vermelhos: Sorlei, Lira, Lima e Marquinhos   
Gols:   
Fluminense: Renato Gaúcho, aos 30 e Leonardo, aos 42 do  do 01º tempo.   
Flamengo: Romário, aos 26, Fabinho, aos 32 e Renato, aos 42 do 02º tempo.  
Fluminense: Wellerson, Ronald, Lima, Sorlei e Lira; Marcio Costa, Aílton, Djair e Rogerinho (Ézio); Renato e Leonardo (Cadu). Técnico: Joel Santana.   
Flamengo:  Roger, Marcos Adriano (Rodrigo Mendes), Gelson, Jorge Luiz e Branco; Charles, Fabinho, Marquinhos e William (Mazinho); Romário e Sávio. Técnico: Vanderlei Luxemburgo.  
*Gustavo do Amaral Roman é jornalista e escritor

Literatura

"Palácio Anchieta - Patrimônio Capixaba"
Escrito pelo jornalista e professor José Antonio Martinuzzo, o livro conta a trajetória de 458 anos a sede da governadoria capixaba. A publicação que é bilíngüe - português/inglês tem aproximadamente 400 fotografias, distribuídas em 240 páginas. 

Inicialmente, é feito um panorama político-econômico da trajetória capixaba, tendo em vista a contextualização da história do Palácio Anchieta, que sempre esteve no centro das decisões mais importantes do Estado. Em seguida, inicia-se a série de quatro capítulos dedicados exclusivamente à história do palácio, elaborados de acordo com as principais fases/usos da construção, desde 1551, data da inauguração das dependências originárias, até este 2009, ano da conclusão de sua primeira completa restauração em todos os tempos. 

O livro ainda traz a reprodução de mapas antigos e de dezenas de pinturas que fazem parte do acervo do palácio, assim como fotografias de mobiliário, utensílios e peças históricas. Uma lista com todos os administradores do Estado também está disponível, desde a Colônia.

Anteriormente, havia dois livros sobre o tema: “História do Palácio Anchieta” (1971), de Luiz Serafim Derenzi, e “Palácio Anchieta: De Colégio à Casa da Governadoria” (2000), de Gabriel Bittencourt e Nádia Alcuri Campos.   

sábado, 23 de junho de 2018

Genikson Costa Peçanha (DJ Frango)

Um ano sem DJ Frango

Genikson Costa Peçanha, o DJ Frango, nasceu em Juiz de Fora, em 21 de junho (dia de São Luiz Gonzaga) de 1963. Foi locutor de rádio, operador de áudio e apresentador de shows, bailes e eventos. Trabalhou nas rádios Nova Cidade AM e Panorama FM. DJ Frango morreu aos 54 anos, em 23 de junho de 2017, no HMTJ - Hospital e Maternidade Terezinha de Jesus. Deixou a esposa Carla e a filha Natália.

Literatura

"A Pátria educadora em colapso"
Tão logo inicia seu segundo mandato, no começo de 2015, Dilma Rousseff se depara com uma alarmante crise de governança. Seus opositores, inconformados com a derrota nas eleições, fazem um cerco à presidente. À esquerda, os apoiadores se dispersam, quando não repudiam as restritivas medidas econômicas que o governo busca implantar. É nesse cenário de impasses que o professor de filosofia Renato Janine Ribeiro assume o Ministério da Educação. Intelectual de esquerda, embora não filiado ao PT nem a qualquer outro partido, Janine tem sua nomeação recebida com entusiasmo por boa parte da sociedade, pois ele parece a opção acertada para viabilizar o novo lema do governo, “Brasil, Pátria Educadora”. Nesse livro, o filósofo conta os bastidores de sua experiência no ministério e faz um palpitante relato das esferas do poder e de sua convivência com Dilma Rousseff, “o enigma”, nesse período conturbado, em que a deposição da presidente se avizinhava cada vez mais. O ex-ministro também reflete sobre as causas políticas da derrocada do governo petista e a situação educacional no Brasil, a qual, para ele, reflete séculos de “meticuloso planejamento da desigualdade e da injustiça no país”.

quinta-feira, 21 de junho de 2018

José Francisco Chinelato

Morre em Juiz de Fora, o ex-delegado da Polícia Civil, José Francisco Chinelato
Morreu nesta quinta-feira, 21/06, em Juiz de Fora, aos 65 anos, o delegado aposentado da Polícia Civil de Minas Gerais, José Francisco Chinelato. Ele estava internado na Santa Casa de Misericórdia e o corpo está sendo velado no Cemitério Parque da Saudade, no bairro de Santa Terezinha, e o sepultamento está previsto para esta sexta-feira, 22/06, às 14h30. Filho de Antonio Francisco Chinelato e Júlia das das Dores Piazi Chinelato, deixa esposa (Jussara) e um casal de filhos (Ricardo e Patrícia). Na polícia, serviu, além de Juiz de Fora, em Mar de Espanha e Campo Belo. Descendente de italianos, Chinelato e Piazi, o ex-delegado foi diretor de futebol do Tupi, Tupynambás e Sport. Na política, foi candidato a vereador em dois pleitos. No último, ficou na suplência. Foi diretor da regional Zona da Mata da Adepol (Associação dos Delegados da Polícia Civil de Minas Gerais)

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Literatura

“Ernani Ciuffo, a trajetória de um músico” 

De autoria de Flaviana Polisseni Soares e projeto gráfico de Afonso Rodrigues, a obra é resultado de trabalho acadêmico para o curso de Artes e Design da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e resgata a história e a estética da obra musical de um dos mais importantes compositores de Juiz de Fora, Ernani Ciuffo, considerado no meio musical o “filósofo do samba”.

O livro inclui partituras de composições inéditas, transcritas pela autora, cinco poemas inéditos cujas melodias são desconhecidas, fotografias, além da biografia e a trajetória de vida do compositor e os principais aspectos culturais da época. O CD, que acompanha o livro, reúne dez músicas, sendo quatro inéditas, a gravação original de “Orgia” pelo próprio Ciuffo, em disco de 78 rotações e um vídeo, única imagem existente de Ernani Ciuffo, cantando ao lado de Nilton Santos, o Mestre Cocada e que revelou duas composições inéditas: “Presença e ausência” e “Aprenda a dizer adeus”, ambas com letra de Rubens Vasconcellos e melodia de Ernani Ciuffo. As outras músicas inéditas resgatadas por Flaviana Soares e que compõem o CD são “Despedida” e “Reconhecimento”, ambas com letra de Ernani Ciuffo e melodia de Eugênio Malta. A gravação do disco teve a participação dos músicos Wellington Duarte (arranjos e violão), Júnior (violão), Márcio Gomes (ritmista), Fabricio Nogueira (cavaquinho) e Paulo César “Coração” (voz).

O homenageadoErnani Ciuffo (1919-1993) nasceu em Juiz de Fora, morou na avenida Sete de Setembro, estudou no Instituto Granbery, formou-se em contabilidade e montou uma farmácia em sociedade com Antônio Lessa. Casou-se, em 1946, com Guiomar Silveira e teve duas filhas, Vera Lúcia e Karla Beatriz. Desde criança acompanhava seu pai em eventos musicais e participou ativamente das antigas “batalhas de confete”. Ao lado da família Toschi, de Oceano Soares e de Nilton Santos foi um dos fundadores da Escola de Samba Turunas do Riachuelo. Também ajudou a criar o Grupo Escoteiros Aimorés - o primeiro de Minas Gerais.

A autoraFlaviana Polisseni Soares é graduada em Artes e Design pela Universidade Federal de Juiz de Fora e formada em piano e flauta doce pelo Conservatório Estadual de Música Haidée França Americano. É professora de piano e teclado, no Colégio Santa Catarina e de musicalização, no Colégio Santos Anjos.

Futebol

terça-feira, 19 de junho de 2018

Literatura

"Hugo Chávez, o espectro - Como o presidente venezuelano alimentou o narcotráfico, financiou o terrorismo e promoveu a desordem global" 
O que levou um país rico, dono das maiores reservas de petróleo do planeta e com uma localização estratégica ao maior colapso financeiro e institucional do Ocidente? A destruição da Venezuela é apenas a face mais evidente de uma intrincada rede de organizações políticas e criminosas que foram criadas ou alimentadas por Hugo Chávez como parte de seu sonho de reengenharia global.                   
Neste livro, o jornalista Leonardo Coutinho revela – com base em milhares de páginas de documentos, muitos deles secretos, e mais de uma centena de entrevistas em dez países – como as digitais de Hugo Chávez estão espalhadas em todo o mundo, desde a explosão da violência na América Central e no México até o financiamento de organizações terroristas como o grupo Estado Islâmico.                   
Eleito em 1998 com a promessa de tirar a Venezuela da crise e com o compromisso de conduzir os venezuelanos ao desenvolvimento, Hugo Chávez desperdiçou a fortuna arrecadada durante a bonança petroleira para financiar um modelo de mundo que fosse o seu espelho: caótico e subversivo. Apesar de sua morte, em março de 2013, em decorrência de um câncer, Chávez segue presente “assombrando” o mundo com os efeitos destrutivos de sua combinação de tráfico de cocaína, terrorismo e corrupção. UM legado que o presidente Nicolás Maduro soube herdar e manter, conduzindo o país a um colapso econômico e institucional sem precedentes.

Cultura...

              Deuses Gregos
Os Deuses Gregos, cultuados pelos antigos habitantes da Grécia, eram representados sob a forma humana e simbolizavam os anseios e temores humanos.
Eles regiam as forças da natureza, comandavam o céu, a terra, o sol, a lua, os rios, o mar, o vento, etc. Os deuses se comportavam como criaturas humanas, ou seja, tinham ciúme, inveja, ódio e amor. Eles eram imortais e estavam dispostos numa hierarquia.
Embora profundamente arraigado no contexto geral da cultura em que se formou, um deus podia como qualquer elemento cultural, passar de um grupo para outro mudando de significado e função, para ajustar-se aos interesses do novo meio social.
Um exemplo são os deuses cultuados na Roma antiga, denominados de deuses romanos, que provinham na sua maioria da Grécia. Esses apenas mudaram de nome quando foram adotados em Roma.
Principais deuses da mitologia grega:
  • Afrodite - deusa da beleza e do amor
  • Apolo - deus da luz
  • Ares - deus da guerra
  • Ártemis - deusa da lua
  • Atena - deusa da sabedoria
  • Deméter - deus da terra fértil
  • Dionísio ou Baco - deus da festa, do vinho e do prazer
  • Éos - deus do amanhecer
  • Eros - deus do amor
  • Hades - deus do submundo
  • Hélios - deus do sol
  • Hermes - deus do vento
  • Hera - deusa dos céus, maternidade e matrimônio
  • Héstia - deusa do fogo
  • Horas - deusa que representavam as estações do ano
  • Mnemósine - deusa da memória
  • Perséfone - rainha do submundo
  • Poseidon - deus dos mares
  • Selene - deusa da lua
  • Têmis - deusa das leis
  • Zeus - deus dos deuses

Literatura

"Jingle E A Alma Do Negócio - A História E As Histórias Das Músicas De Propaganda E De Seus Criadores"
'Quando você tiver qualquer dúvida sobre o que dizer em sua campanha, cante'.  Essa máxima, do publicitário Sérgio Campanelli, traduzperfeitamente a importância dos jingles em propagandas inesquecíveis. Afinal, quem não se lembra do “Quero ver pipoca pular (pipoca com guaraná)” ou do “Café Seleto tem sabor delicioso...”, sem contar a música das lindas crianças dos “mamíferos Parmalat”?   Para entender como o talento desses profissionais consegue transformar a música em uma poderosa ferramenta de comunicação publicitária, Fábio Barbosa Dias empreendeu uma pesquisa inédita em busca da história dos jingles e dos jinglistas que marcaram diversas gerações.  Conheça o processo de criação das mais importantes músicas da história da publicidade brasileira e descubra porque elas ficaram para sempre na cabeça das pessoas. São mais de 150 jingles para você recordar e curtir ouvindo o CD que acompanha esta edição histórica.

Cultura...

                       Alfabeto Grego
Alfabeto Grego, uma adaptação do alfabeto fenício, é um sistema de escrita fonética composto por 24 letras que podem representar vogais e consoantes.
Ele é usado apenas no idioma grego, mas como foi a base da maior parte dos alfabetos existentes no ocidente é comum o mesmo ser utilizado até aos nossos dias.
É o que se pode constatar em ciências como a Astronomia, em que as letras são utilizadas na nomenclatura das estrelas.
No registro arqueológico, as primeiras ocorrências do alfabeto grego aparece em gravações feitas em cerâmicas, cujas as mais conhecidas foram encontrados em Atenas na metade do século VIII a.C. A partir dele tem origem o alfabeto utilizado na língua portuguesa.

segunda-feira, 18 de junho de 2018

Literatura

"Em Nome de Quem? A bancada evangélica e seu projeto de poder" 

Com prefácio de Marina Amaral e orelha de Fernando Molica, neste livro-reportagem, a jornalista Andrea Dip investiga as intricadas estruturas sociais, políticas e místicas que sustentam a escalada das Igrejas Evangélicas ao poder. Com linguagem ágil, apresenta pontos importantes, como a aliança de evangélicos com outros setores conservadores (como a CNBB e o Projeto Escola Sem Partido), o ataque aos direitos de grupos identitários (com as chamadas “cura gay”, “ideologia de gênero” e projetos antiaborto), a ocupação de um espaço deixado pelo Estado e o uso da mídia. Além disso, busca identificar, sem preconceitos, quem são as pessoas que levam adiante o projeto evangélico de poder, como se articulam e em nome de quem levantam suas bandeiras. 

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Juiz de Fora nas copas

Copa do Mundo

Juiz de Fora tem tradição com representantes nas Copas do Mundo. Maurício Menezes, na condição de narrador esportivo e coordenador de esportes, esteve em quatro edições, 1982 na Espanha, 1986 no México, 1994 nos Estados Unidos e 1998 na França. O Danadinho também esteve em cinco edições da Copa América de Seleções:  1989 no Brasil; 1993 no Equador; 1995 no Uruguai; 1997 na Bolívia e 1999 no Paraguai.
Os repórteres fotográficos Benito Maddalena e Wilson de Carvalho também são veteranos em coberturas internacionais. Benito, jornalista formado pela Faculdade Estácio de Sá, foi credenciado para a Copa dos Estados Unidos de 1994, esteve na Copa da França em 1998, na África do Sul em 2010, cobriu o mundial de clubes do Corinthians do Japão em 2012. Wilson, que em Juiz de Fora, além de repórter fotográfico, é proprietário da imobiliária Globo Imóveis, também tem várias coberturas internacionais e se prepara para cobrir a fase final da Copa da Rússia. As coberturas de eventos do Wilson devem ser transformadas em livro em breve.
Tiago Domingos, nascido em São José dos Campos, no vale do paraíba paulista, é jornalista formado na UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora) e quando aqui estudava, esteve na Copa da Alemanha em 2006.  

Literatura

"Franz Hill – Diário de um Imigrante Alemão"
De autoria do historiador e professor Alexandre Müller Hill Maestrini, a obra conta a história do alemão Franz Hill (1824/1881), seu tetravô, que chegou ao Brasil em 1858. O autor conta a trajetória do tetravô, que deixou a terra natal, na região de Frankfurt, junto com a esposa, três filhos (eles teriam mais dois no Brasil) e o sogro, além de outros amigos alemães e suas respectivas famílias. A partida de Wendelsheim se deu em 01º de abril de 1858, e eles partiram do porto de Hamburgo seis dias depois.  A chegada a Juiz de Fora, então Cidade do Parahybuna, aconteceu pouco mais de dois meses depois, há exatos 160 anos. Se instalaram, inicialmente no bairro Borboleta, e, posteriormente, no bairro Fábrica. Franz Hill morreu aos 57 anos, em  28 de dezembro de 1881.

Copa do Mundo 2026

Copa do Mundo de 2026, com 48 seleções, será disputada nos EUA, México e Canadá
Copa com 48 seleções (16 grupos com 03 seleções) - 80 jogos 

Em janeiro de 2017, em Kuala Lumpur, na Malásia, o Conselho da FIFA votou, por unanimidade, na expansão para 48 seleções. O torneio começará na fase de grupos consistindo em 16 grupos com 03 seleções cada, os dois melhores de cada grupo avançam para a fase final, o mata-mata, iniciando pelos Dezesseis-Avos de Final, com 32 seleções. O número de jogos aumentará de 64 para 80, mas o número de partidas jogadas pelos finalistas continua sendo 7, o mesmo como era com as 32 seleções, mas um jogo da fase de grupos atual será substituído por mais um jogo no mata-mata. O torneio será realizado em 32 dias, a mesma quantidade atual.

As 41 cidades de EUA, Canadá e México candidatas a sedes da Copa 2026 já possuem estádios

Estados Unidos
Atlanta (Mercedes-Benz Stadium, 75.000 lugares)
Baltimore (M&T Bank Stadium, 71.008 lugares)
Birmingham (Legion Field, 71.594 lugares)
Boston (Gillette Stadium, 66.829 lugares)
Charlotte (Bank of America Stadium, 75.525 lugares)
Chicago (Soldier Field, 61.500 lugares)
Cincinnati (Paul Brown Stadium, 65.515 lugares)
Cleveland (FirstEnergy Stadium, 67.895 lugares)
Dallas (Cotton Bowl, 92.100 lugares)
Dallas (AT&T Stadium, 105.000 lugares)
Denver (Sports Authority Field, 76.125 lugares)
Detroit (Ford Field, 65.000)
Houston (NRG Stadium, 72.200 lugares)
Indianapolis (Lucas Oil Stadium, 70.000)
Jacksonville (EverBank Field,  82.000 lugares)
Kansas City (Arrowhead Stadium, 76.416 lugares)
Las Vegas (Raiders Stadium, 72.000 lugares)
Los Angeles (Los Angeles Memorial Coliseum, 93.000 lugares)
Los Angeles (City of Champions Stadium, 100.000 lugares)
Los Angeles (Rose Bowl, 90.888 lugares)
Miami (Hard Rock Stadium, 65.326 lugares)
Minneapolis (U.S. Bank Stadium, 66.200 lugares)
Nashville (Nissan Stadium, 69.143 lugares)
New Orleans (Mercedes-Benz Superdome, 76.468 lugares)
New York/New Jersey (MetLife Stadium, 82.500 lugares)
Orlando (Camping World Stadium, 65.000 lugares)
Philadelphia (Lincoln Financial Field, 69.596 lugares)
Phoenix (University of Phoenix Stadium, 73.000 lugares)
Pittsburgh (Heinz Field, 68.400 lugares)
Salt Lake City (Rice-Eccles Stadium, 45.807 lugares)
San Antonio (Alamodome, 72.000 lugares)
San Francisco/San Jose (Levi’s Stadium, 75.000 lugares)
Seattle (CenturyLink Field, 72.000 lugares)
Tampa (Raymond James Stadium, 75.000 lugares)
Washington (FedEx Field, 82.000 lugares)
Canadá
Edmonton (Commonwealth Stadium, 56.302 lugares)
Montreal (Stade Olympique, 61.004 lugares)
Ottawa (TD Place Stadium, 24.000 lugares)
Regina (Mosaic Stadium, 30.048 lugares)
Toronto (BMO Field, 30.000 lugares)
Vancouver (BC Place, 54.500 lugares)
México
Guadalajara (Estadio Chivas, 45.364 lugares)
Cidade do México (Estadio Azteca, 87.000 lugares)
Monterrey (Estadio Rayados, 52.237 lugares)