quarta-feira, 1 de abril de 2020

Literatura

“Histórias que o povo gosta de ouvir"

Organizado por Zâine Baptista Pinto, a obra divulga fatos da realidade mardespanhense registrados no imaginário de um povo. Atende a um projeto “Fazendo histórias”, que busca a revitalização da memória individual, através de um mundo onde o imaginário se faz presente. A personagem central espera contribuir para o registro da memória coletiva, com narrativas que se dirigem à emoção. Deixa um legado de amor, de poesia e de arrebatamento a todos os que se encantam pelo mundo das letras.

Gente de Expressão

Literatura

"A CASA DA VOVÓ: uma biografia do DOI-Codi (1969-1991), o centro de sequestro, tortura e morte da ditadura militar"

O jornalista Marcelo Godoy, com notável experiência nas redações de grandes publicações, dedicou-se por uma década à mais ingrata das tarefas da profissão: fazer falar quem passou a vida se escondendo.Godoy ouviu alguns dos mais ativos agentes da repressão da ditadura militar para contar a história do DOI-Codi (Destacamento de Operações de Informações - Centro de Operações de Defesa Interna) de São Paulo. Criado a partir de uma operação semiclandestina instituída pelo governo, a Oban (Operação Bandeirantes), o DOI-Codi se transformou rapidamente, no início dos anos 1970, no instrumento do regime de exceção para combater as organizações de esquerda. Inicialmente, o alvo foi os grupos que optaram pela luta armada. A doutrina do combate à guerra revolucionária mobilizava os militares no Ocidente do pós-guerra, somada a elementos apreendidos da experiência francesa na Argélia, inspirou a criação do órgão que juntou policiais civis ligados ao Esquadrão da Morte com militares que viam, como primeiro objetivo, eliminar os inimigos. Essa lógica de investigação policial aliada a práticas e hierarquias militares resultou numa máquina de tortura e morte que ultrapassou qualquer limite de humanidade.

terça-feira, 31 de março de 2020

Um nome que fez história na comunicação

Antonio Célio (Antonio Célio Pinto) nasceu em Cruzeiro, no Vale do Paraíba Paulista, em 31 de março de 1939. 

Família
Filho do comerciante Antonio Francisco da Ascenção Pinto (nascido em em Botucatu-SP,  em 10/05/1910 e falecido no Rio de Janeiro-RJ, em 26/09/1987) e da professora Jandyra Grandinetti Pinto (nascida em Cruzeiro-SP, em 06/6/1912 e falecida em Niterói-RJ, em 17/06/1998), casado com Vera Lúcia Leonel Spadini (nascida em Juiz de Fora em 15 de setembro de 1944 e residente em Niterói), pai de três filhos: Luiz Eduardo (engenheiro, residente em Alphaville, Barueri, na grande São Paulo), Simone (nutricionista) e Monique (formada em direito e administração). As filhas são residentes em Niterói. Os três filhos são nascidos em Juiz de Fora.

Juiz de Fora
Ainda criança, com.seus pais, mudou-se para Juiz de Fora, onde foi criado e tornou-se presidente da (UJES) União Juizforana dos Estudantes Secundaristas. 

Carreira
Como a UJES tinha um programa na rádio Industrial, aos 19 anos, foi efetivado como repórter da rádio e, um ano depois, chefe de jornalismo da emissora. Junto com seu irmão, Fernando Sérgio, foi responsável, na inauguração da TV Industrial, canal 10, pela editoração e apresentação do primeiro telejornal TV, emissora na qual trabalhou por oito anos, sendo o âncora do programa "Três perguntas", entrevistando autoridades da cidade e de fora. 

SUNAB/EUA
Paralelamente, por mérito próprio, Antonio Célio também foi funcionário federal no cargo de superintendente da SUNAB (Superintendência Nacional de Abastecimento) em Juiz de Fora. Em 1963 foi convidado pela USIS (United States Information Service) para passar três meses viajando "coast to coast" nos Estados Unidos ao lado de mais três jornalistas de Belo Horizonte (só ele do interior). Por ocasião da morte de Robert Kennedy (1925/1968), ele estava no hotel Ambassador, em Los Angeles, na Califórnia, onde houve o assassinato e, numa época dificílima de comunicação e sob risco pessoal, conseguiu dar em primazia para o Brasil "o furo" do assassinato de senador Americano. Por essa reportagem foi indicado ao prêmio Esso de Jornalismo. 

Rio de Janeiro
Em 1966 Célio, formado em publicidade, mudou-se para o Rio de Janeiro onde foi coordenador de rádio e TV da "Ney Machado Propaganda" e anos depois teve a própria agência. 

Antonio Célio morreu no Rio de Janeiro, aos 69 anos, em 30 de maio de 2008 e foi sepultado (de acordo com seu desejo) no cemitério Parque da Saudade, em Juiz de Fora, em 31 de maio.

Literatura

"Infância Roubada: Crianças atingidas pela Ditadura Militar no Brasil"

O livro reúne 44 testemunhos de filhos de presos políticos, perseguidos, assassinados e desaparecidos durante a ditadura militar (1964/1985) no Brasil. Há, também, depoimentos das mães das crianças atingidas, com impressões sobre como viram a violência a qual seus filhos foram vitimados.

Cada testemunho é acompanhado, ainda, de fotografias, de acervo familiar e arquivos públicos, com o objetivo de resgatar a memória das famílias e a contextualizar o momento histórico, época em que crianças eram fotografadas e fichadas pelos órgãos de repressão. 

Há casos de crianças que, além de fichadas como “subversivos” e “terroristas”, foram banidas do país. Como Ernesto Carlos Dias do Nascimento, com dois anos; Zuleide Aparecida do Nascimento, quatro; Luis Carlos Max do Nascimento, seis, e Samuel Ferreira, nove; que foram banidos do país em 15 de junho de 1970, junto com 40 militantes políticos acusados de terrorismo. O decreto com o banimento foi assinado pelo então presidente Emílio Médici e pelo ministro da Justiça Alfredo Buzaid.

segunda-feira, 30 de março de 2020

Notável Personalidade

Geraldo Santana nasceu na Fazenda Liberdade, no município de Coronel Pacheco, próximo à cidade de Piau-MG, em 30 de março de 1930.

Família
Casado com Doralice Drumnd Santana, em 28 de maio de 1971. Pai de dois filhos: Eliane Drumond Santana, nascida em Juiz de Fora em 16 de março de 1972 e Émerson Drumond Santana, nascido em Juiz de Fora em 06 de abril de 1976. Eliane é casada com Edimar Nogueira de Souza e mãe de duas filhas: Ana Carolina Santana Nogueira de Souza, nascida em Juiz de Fora, em 28 de junho de 1993, e Mariane Cristina Santana Nogueira de Souza, nascida em Juiz de Fora, em 24 de junho de 1997.

Compositor
Geraldo Santana é autor, em parceria com Carlos Odilon e Messias da Rocha, dos hinos do Tupi, Sport e Tupynambás (Juiz de Fora), torcedor do Flamengo (Rio de Janeiro) e Tupynambás (Juiz de Fora), Geraldo tinha uma forte ligação com o Botafogo (Rio de Janeiro), para o qual compôs a música "Avante Botafogo".

Em 1974, foi campeão do carnaval em Juiz de Fora, pela escola de Samba Partido Alto, com o samba-enredo "Chica da Silva, emancipação da mulher brasileira", em parceria com Armando Aguiar, o Mamão.

Geraldo Santana foi homem de personalidade forte, autor de belos sambas, que viveu e morreu pobre, já que dizia  "viver na música, mas não da música". 

Geraldo Santana morreu em Juiz de Fora, aos 81 anos, em 18 de outubro de 2011,

Obs: O escritor Wanderley Luiz de Oliveira escreveu a biografia "Geraldo Santana - Sonho, música e realidade", lançada em março de 2012.

domingo, 29 de março de 2020

Literatura

“Negras Memórias da Princesa de Minas - Memórias e Representações Sociais e Práticas Religiosas de Matriz Africana”

A obra, de autoria da psicóloga Gilmara Santos Mariosa, que foi sua tese de mestrado na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), é uma contribuição para o resgate da memória dos negros em Juiz de Fora e trata da religiosidade do negro fora dos templos onde são desenvolvidas essas práticas.

O cenário escolhido pela autora para o estudo foi o bairro Dom Bosco, antiga Serrinha, em função de fortes indícios de que o local teria abrigado um quilombo e que, bem próximo, havia um cemitério de escravos. O local se caracteriza pela alta concentração da população negra e a autora constatou que as práticas religiosas de matrizes africanas foram, ao longo do tempo, deturpadas e, muitas vezes relacionadas apenas a fatores negativos e demoníacos.


Gente de Expressão

sábado, 21 de março de 2020

Literatura

"A obra poética de João Corrêa Barbosa Júnior"

A obra é uma homenagem da autora, Cecy Barbosa Campos, a seu avô. O livro apresenta um perfil biobibliográfico do poeta e uma coletânea de seus poemas, escritos desde a juventude até o ano de sua morte.

Bernardo Mascarenhas

Literatura

"DOPS - Fui do serviço secreto"

O autor, Arthur Correa Cabral, desde jovem estudante, foi cooptado pelo DOPS para ser um informante sobre a atividade politica estudantil junto a UNE. Depois ingressou na Policia Civil. Designado para o DOPS, trabalhou em várias Seções e no grupo de elite do Serviço Secreto do Departamento. O livro entre outros temas aborda: As operações; Os interrogatórios; Caça a Marighella; Caça a Lamarca; Foro de São Paulo; Homenagem do presidente Bolsonaro ao cel. Ustra entre outros.


domingo, 15 de março de 2020

Ricardo Salvador Estrade Delgado

Morre em Juiz de Fora, as 71 anos, o ex-atleta e treinador do Tupi, Ricardo Uruguaio.

Ricardo Uruguaio morreu na noite de sábado, 14-03, de causa não divulgada. O corpo está sendo velado na capela 01 do cemitério municipal, e o sepultamento previsto para às 15h.

Ricardo Estrade/Ricardo Uruguaio (Ricardo Salvador Estrade Delgado) nasceu em Montevidéu em 21 de dezembro de 1948.

Carreira/atleta
Iniciou carreira no Liverpool de Montevideo em 1964, jogou no San Telmo da Argentina, de 1968 a 1969, no Salus de Montevideo, em 1970, no Fênix de Montevidéu, de 1971 a 1972, no Galícia, da Venezuela, em 1972, no Azoategui da Venezuela, de 1976 a 1977, no Petroleros de Azoategui, de 1978 a 1982, no Tupi de Juiz de Fora de 1982 a 1985 (realizou 71 jogos e marcou 02 gols) e no São José, de São José dos Campos, em 1986. Atuou também no Sport Club Juiz de Fora.

Carreira/treinador
Tupi (Juiz de Fora) em quatro períodos distintos: Em 1985 treinador e jogador (substituiu Luis Alberto nos 04 jogos finais e conquistou o título de campeão mineiro do interior), 1990/1991, 1994 e 1996, num total de 26 partidas; Aymorés (Ubá); América (Três Rios); Goytacaz (Campos) em duas oportunidades, em 1989 e em 2010; Maracaibo (Venezuela), CRB (Alagoas); União Mogi (Mogi das Cruzes) em duas ocasiões, 1994 e 1998; Paraisense (São Sebastião do Paraíso); Valériodoce (Itabira); Villa Nova (Nova Lima); Ypiranga (Manhuaçu), Anápolis (Goiás); São José (São José dos Campos); Social (Cel Fabriciano); Entrerriense (Três Rios), Estudiantes de Mérida (Venezuela); União Hural (Peru); Rolim de Moura (Rondônia) e o Vitória (Espírito Santo).

Literatura

"Roberto Menescal - Um Arquiteto Musical"
O livro, de autoria da jornalista, pesquisadora e historiadora Cláudia Menescal, prima do artista, conta a trajetória do músico, arranjador, compositor e produtor ROBERTO MENESCAL, desde a descoberta de que sua vida estaria sempre ligada a música, passando pelo movimento da Bossa Nova, da qual foi parte extremamente relevante, até os dias de hoje.

Com 62 anos de carreira e oitenta e dois anos de vida, continua atuante em diversos projetos ligados a boa música brasileira. O livro contará com entrevistas inéditas de personagens que com ele conviveram ao longo de sua carreira, assim como depoimentos de familiares e amigos mais próximos. Serão apresentados recortes de jornais, revistas e fotografias ainda não divulgados pela mídia, que faz parte do seu acervo pessoal, organizado e em parte, digitalizado pela autora do livro.

Aparecerão histórias que consolidarão ou exterminarão lendas criadas em torno de vários eventos, personagens e acontecimentos na MPB, ao longo dos anos. Menescal tenta perpetuar a boa música, ensinando e estimulando gente de talento, ciente de que está iniciando um novo ciclo e atento ao que está vindo nessa transformação musical. Sua placidez filosófica destoa um pouco do poder de análise que comanda suas decisões e escolhe seus caminhos na vida. A serenidade que parece envolvê-lo, transparece nas palavras e nos gestos do artista. E a paz de coração é sua meta. Começou a trilhar um caminho descobrindo o respeito e a compaixão que pode ter consigo mesmo. Acreditando que o mar, as plantas, os animais e as pessoas devem ser observados com atenção e humildade. Percebe que a felicidade é bem mais curtida na intimidade com a família, amigos, plantas, animais de estimação e seus sons. Sem preconceitos e aberto ao novo, Menescal é flexível e definitivamente jovem.

quinta-feira, 12 de março de 2020

Édson Schettino

Morre em Além Paraíba, aos 84 anos, o radialista Édson Schettino
Édson Schettino morreu no hospital São Salvador, no final da tarde de quarta-feira, 11/03.O corpo está sendo velado na capela mortuária, eo sepultamento previsto para às 16 horas desta quinta-feira. Schettino deixa esposa e um filho.

Família
Édson Schettino nasceu em Santo Antonio do Aventureiro, na época distrito de Além Paraíba, em 1936. Casado com Ciléia de Souza Schettino e pai do Édson Eduardo de Souza Schettino.

Rádio
Levado para trabalhar na rádio Cultura, em 1954, por Júlio de Paula Brandão, Schettino viveu o ápice do rádio alemparaibano, na gestão de Hélio Fazolato (1930/2010).
Na rádio Cultura (nome escolhido por ele), apresentou o noticiário "Comunicação" e o programa "Almoço a Moda Antiga" com músicas do passado.

Literatura

"O Jogo Sujo da Corrupção"

Neste livro, o jurista Luiz Flávio Gomes (1958/2020) aposta em um Estado republicano, onde a lei deve valer para todos (“erga omnes”). Trata-se do impostergável império da lei. Muito distante do “jeitinho” brasileiro e da morosidade clássica do sistema judiciário, o autor acredita que, dentro da lei e do Estado de Direito, a Lava Jato pode revolucionar a nossa história, gerando profundas mudanças nos nossos costumes e tradições. Neste livro, ele irá apontar caminhos para que o leitor (e o eleitor) também participe da inadiável implosão do sistema político-empresarial corrupto vigente. Implodir o sistema para reconstruir o Brasil.

segunda-feira, 9 de março de 2020

Um nome que fez história na comunicação

Eimar Santos (Eimar dos Santos Villela) nasceu em Nilópolis, na Baixada Fluminense, em 29 de fevereiro de 1938.

Família
Filho de Romualdo Villela e Mariados Santos Villela, casado com Alzira Helena de Oliveira Villela (nascida em Santos Dumont), pai de quatro filhos: Gilcimara, Gilce Helena, Sandra e Eimar Júnior. 

Carreira
Radialista (Locutor esportivo, animador de auditório e apresentador de eventos), trabalhou na rádio Cultura e foi o idealizador da tradicional Copa Cultura de Futebol amador. No rádio, atuou ao lado de Edson Palma, Sandro Leite, Luciano Leite, Marco Evangelista, Adão César (1951/2011), Jorge de Castro (1944/2014), Itamar Vidal (1938/2017), Jurandyr Borges (1927/2010) e outros. 

Além do rádio, Eimar Santos era técnico em telecomunicações na TELEMIG (Telefonia de Minas Gerais).

Eimar Santos morreu em Santos Dumont, aos 51 anos, em 15* de novembro de 1989, sendo seu corpo sepultado no cemitério local.

*15 de novembro de 1989 foi o dia de votação, em segundo turno, para presidente da república, na disputa Collor x Lula e Eimar Santos estava no estúdio da emissora orientando os ouvintes/eleitores em quais seções votar, quando passou mal. Foi socorrido pelo operador de áudio Marco Evangelista e levado ao hospital, quando chegou sem vida, vítima de uma parada cardíaca.

Literatura

Gente de Expressão

Marcos Russo (Marcos Antonio Russo) nasceu em Belo Horizonte em 26 de fevereiro de 1945.

Família
Filho de Fioravante Russo Filho e Geny de Oliveira Russo, casado com Rita Maria de Miranda e pai de cinco filhos: Alexandre, Flávia, Renata, Marco Antonio e Egon.

Carreira
Repórter esportivo, Marcos Russo trabalhou nas rádios Minas, Jornal de Minas, Inconfidência e LBV, TV Record e TV Horizonte, sendo setorista no Cruzeiro, Atlético e América.

Copas do Mundo
Cobriu as Copas de 1994 (EUA) e 1998 (França). 

Ao longo da carreira, trabalhou com Tony José, Mário Savaget, Cardoso Neto, Afonso Alberto, Jota Moreira, Luiz Chaves, Luiz Otávio de Melo Pena, Waldir de Castro (1934/2016), Valdir Rodrigues (1934/2018), Alair Rodrigues (1937/2012), Jairo Anatólio Lima (1928/2009) e tantos outros nomes de relevância do rádio Mineiro. 

Atualmente, residindo em Betim, na grande BH, Marcos Russo apresenta o programa "Minas Mais Esporte" pelas mídias sociais.

Literatura

"A história do Brasil em 50 frases"
De tanto proferi-las, ouvi-las e repeti-las, já temos todas essas frases incorporadas ao nosso vocabulário cotidiano. Menos conhecido é quem disse o quê e também o contexto em que cada sentença foi pronunciada. Os autores deste fabulário brasileiro têm rostos, nomes, inspirações e histórias. Neste livro, as frases célebres servem de ponto de partida para contar, por um ângulo inesperado e revelador, a História de nosso país.

Num texto leve informativo e saboroso Jaime Klintowitz explica, apresenta e convida o leitor a um passeio pelas veredas do Brasil. Um passeio que perpassa a ironia de nossa linguagem, a diversidade de nossa política, as maravilhas de nosso território e as descobertas de nossa literatura. No caminho, o autor oferece encontros com Euclides da Cunha, Fernando Collor de Melo, Jânio Quadros, Juscelino Kubitschek, Dom Pedro I, Pelé, Nelson Rodrigues, Getúlio Vargas, Lula o e muitos outros personagens que contribuíram para construir o mosaico da história brasileira.

Gente de Expressão

Gil Carlos (Carlos Soares de Souza) nasceu em Visconde do Rio Branco, em 21 de agosto de 1958. 

Família
Filho do Sr Manoel e dona Delzina (ambos falecidos), que trabalharam no cultivo da cana de açúcar, em Visconde do Rio Branco, casado com Maria Ângela, pai de quatro filhos: Keila, Lucas, Leonardo e Mateus

Carreira
Radialista (locutor sertanejo), Gil Carlos trabalhou nas rádios RNC, Nova Cidade, Manchester, Capital, Juiz de Fora, Solar e Panorama. Na sua fase áurea na rádio Panorama, fez muito sucesso em Juiz de Fora e região, com a caravana "chão moiado", que reunia um grupo de cantores e fãs e se apresentava em festas e eventos.

PJF
Paralelo ao rádio, Gil Carlos foi servidor concursado (motorista) da Prefeitura de Juiz de Fora.

Literatura

"Portugal e Brasil nos Oceanos da História"
No reinado de Dom Diniz I, uma das ações mais importantes foi a instituição da língua portuguesa como idioma oficial da Corte, em 1927. O português teve início na Galiza e no norte de Portugal, derivado do latim vulgar que foi introduzido no oeste da Península Ib´rica, h´cerca de dois mil anos. Além de Oficializar a língua portuguesa, um dos marcos mais importantes da administração de Dom Diniz I foi a criação da Universidade Portuguesa, no dia primeiro de março de 1290.

A Carta de Pero Vaz de Caminha é o primeiro documento escrito da história do Brasil, considerada pelos historiadores como a certidão de batismo da nova terra, sendo também o marco inicial da obra literária do Brasil. A famosa carta ficou desaparecida por mais de dois séculos, mas, felizmente, foi encontrada intacta, no Arquivo Nacional da Torre do Tombo, em Lisboa, por José Seabra da Silva, em 1973.

sábado, 7 de março de 2020

Um nome que fez história na comunicação

Jurandyr Borges (Jurandyr da Silva Borges) nasceu em Antonio Carlos, região de Barbacena, em 09 de julho de 1927.

Família
Filho de Laudelino da Silva Borges e Benedicta da Silva Borges. Jurandyr era o segundo filho do casal. Os demais são Aracy, a primogênita, Ubirajara (ambos residentes em Santos Dumont), Jurema (residente em Juiz de Fora) e Jacy (in memoriam). Após ficar viúvo, o ferroviário da Estrada de Ferro Central do Brasil (EFCB), casou com a também viúva, Maria Cândida da Silva, que já tinha duas filhas: Maria Silva Xavier (1936/2019) e Terezinha de Jesus Silva (residente em Juiz de Fora). Dessa união nasceram Iracy e Iracema (ambas residentes em Juiz de Fora).

Comunicador
Sempre atuando no rádio, foi locutor da rádio Cultura de Santos Dumont, emissora fundada em 17 de agosto de 1949, com destaque para os programas sertanejos.

Curiosidades
A exemplo do Zé Bettio (1926/2018) no rádio Paulista, que tinha seus animais fictícios: O burro Teimoso e as vacas Fortuna e Mascarada, Jurandyr Borges tinha sua galinha fictícia/imaginária e mesmo já decorridos 10 anos de sua morte a dúvida suscita. Qual era o nome da galinha imaginária (se fosse hoje seria virtual)?: 
Bagnéia, Dagnéia, Magnéiae ou Vagnéia.

Solteiro e sem filhos, Jurandyr Borges morreu, aos 82 anos, no Lar São Miguel (casa de idosos), em Santos Dumont, em 07 de março de 2010.

Obs: A câmara de vereadores aprovou projeto que o homenageou com o nome de rua no bairro Quarto Depósito.

domingo, 1 de março de 2020

Time da Vila do Pipoco/bairro Floresta/Juiz de Fora.

Da esquerda para a direita:
Em pé: Lando (treinador), Alex, Dico, Did, Pato, Alam Endersom (goleiro), Wemerson e Mário.

Agachados: Maurício (massagista), Pomba, Curumim, Cutinga, Fábio Brion, Gilmar e Edmilson.

Literatura

Um nome que fez história na comunicação

Haroldo de Andrade (Haroldo de Andrade Silv)a nasceu em 01º de maio de 1934, em Curitiba-PR. Depois de 45 anos como apresentador do "Programa Haroldo de Andrade", na rádio Globo e uma rápida passagem pela rádio Bandeirantes Rio, o radialista inaugurou sua própria emissora, a antiga rádio Mauá (radio Haroldo de Andrade), em  07 de novembro de 2005.

Um dos mais respeitados radialistas do país, seu programa atingia todo o estado. Seu público era formado por donas de casa, taxistas e operários. Além do noticiário do dia, o programa trazia prestação de serviço, esportes e música.
Segundo Wilson de Andrade Silva, um dos oito filhos, Haroldo de Andrade tinha três paixões na vida: a filha Cristina, o Flamengo e a cidade do Rio de Janeiro.

Haroldo de Andrade morreu no Rio de Janeiro, aos 73 anos, em  01º de março (dia do aniversário da cidade do Rio de Janeiro) de 2008.

Literatura

"Dicionário Amoroso do Rio de Janeiro"

Sorte de quem pode ter às mãos um guia — ou seria um cicerone? Ou ainda um flâneur? — como Alvaro Costa e Silva para apresentar um Rio de Janeiro que guarda, embora renovado e inovador, muitos traços de um tempo em que viver na cidade era quase sinônimo de estar a dois passos do que se convencionou imaginar um paraíso. No Dicionário Amoroso do Rio de Janeiro o autor nos apura os sentidos, todos eles, do visual — impossível não se render às belezas naturais — ao paladar, experimentado, de preferência, nos balcões de tradicionais botequins.

Alvaro Costa e Silva, jornalista também conhecido como Marechal, sabe o que faz e o que diz quando apresenta uma galeria de personagens e de lugares — de Rubem Braga ao Jardim Botânico, de Aldir Blanc ao Arpoador, de Nelson Cavaquinho ao Cemitério das Polacas, em Inhaúma — embebidos numa cidade que nem mesmo os cariocas ditos da gema sabem que (ainda) existe. Que dirão os outros que ainda não sabem que o Rio de Janeiro vai além do Rio das mídias. Um livro — um guia? Uma miscelânea? Um almanaque? — absolutamente de cunho pessoal mas que, ao mesmo tempo, abre espaço para colaborações especiais de ilustres cariocas — Ruy Castro, Alberto Mussa, Luiz Antonio Simas, Gabriel da Muda, entre outros — que listam suas preferências dentro de suas especialidades. Não desembarque no Tom Jobim ou no Santos Dumont sem ele.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

Gente de Expressão

Sebastião Nery (Sebastião Augusto de Sousa Nery) nasceu em Jaguaquara, na Bahia, em 08 de março de 1932.

sábado, 22 de fevereiro de 2020

Carnaval 2020

Rio de Janeiro
Das 13 escolas do grupo especial, sete levarão à passarela do samba, críticas contundentes aos dominadores do poder.
-  A Portela defende a causa indígena:
- "Índio pede paz mas é de guerra; Nossa aldeia é sem partido ou facção; Não tem bispo, nem se curva a capitão".
- A Mangueira ataca a violência:
"Favela, pega a visão; Não tem futuro sem partilha; nem messias de arma na mão".
- A Grande Rio prega a tolerância religiosa:
"Pelo amor de Deus, pelo amor que há na fé; Eu respeito seu amém, você respeita meu axé".
- A União da Ilha cita os confrontos:
"Inocentes, culpados, são todos irmãos; Esse nó na garganta vou desabafar; O Chumbo trocado, o lenço na mão". 
- A São Clemente lembra os políticos presos:
"Vazou, deu sururu; Tem marajá puxando férias em Bangu".

No grupo de acesso a Acadêmicos de Vigário Geral trouxe para a avenida o seu "Conto do Vigário":
"Se um dia eu menti, perdão; A Justiça será verdade? Vem pra rua cantar, Brasil; Mostra a farsa pra quem não viu"

Pernambuco
Os bonecos retratados no carnaval de Olinda, três foram vítimas de grosserias: 
o ator americano Leonardo DiCaprio, a primeira dama francesa Brigitte Macron e a ativista sueca GretaThunberg.

Literatura

"Carnaval & Samba em Evolução - Na Cidade de São Paulo"

De autoria da historiadora Maria Aparecida Urbano, a obra desenvolve um estudo técnico e histórico do Carnaval e de todo seu contexto que abrange e envolve os desfiles das Escolas de samba e Blocos Carnavalescos Paulistanos. Leva ao conhecimento do leitor, entre outros assuntos e aspectos, as origens do Carnaval no mundo, seu processo de criação e evolução, as formas diferenciadas de comemoração, as manifestações carnavalescas, como a música, fantasia etc. Em particular no Brasil, aborda a influência afro, suas figuras típicas como Rei Momo e Rainha do Carnaval e demais aspectos relevantes das Escolas de Samba, bem como tópicos jurídicos que regulamentam as entidades carnavalescas e sua infra estrutura para a realização dos desfiles.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

Um nome que fez história na comunicação

Carlos Neto (Carlos Fedóceo) nasceu em Matias Barbosa em 16 de agosto de 1934, pai de seis filhos (um falecido).
Carreira
Radialista (repórter policia), com atuações destacadas nas nas rádios PRB 3, Industrial, Capital, TV Tiradentes e nos jornais Diário Mercantil e Diário da Tarde, todas empresas já extintas. 

Carlos Neto morreu na Santa Cada de Juiz de Fora, vítima de AVC (Acidente Vascular Cerebral), nesta quinta-feira, aos 81 anos, em 18 de fevereiro de 2016, sendo o  corpo velado no cemitério municipal, no Poço Rico e sepultado cemitério Parque da Saudade, no bairro de Santa Terezinha. 

Literatura

"Itabaiana grande - Euclides e Manoel Teles - Dois homens...Duas visões...Uma história e o mesmo destino"
De autoria do escritor e poeta Carlos Mendonça, a obra mostra com documentos, como Euclides Paes Mendonça e Manoel Francisco Teles, popularmente conhecidos na política Sergipana e nordestina como Euclides e Mané Teles, impuseram seus domínios políticos e econômicos em Itabaiana, durante as décadas de 1940, 50 e 60, sendo nesta última, assassinados em praça pública. O livro relata fatos sobre a Itabaiana desse tempo e, ao mesmo tempo, as trajetórias desses dois personagens, desde seus nascimentos, passando por suas adolescências, espírito empreendedor, performance política eleitoral, o processo administrativo, a visão progressista de Euclides em relação ao futuro e o uso da força como forma de dominação. Com relação as suas mortes, o livro traz com exclusividade o que ninguém até hoje discutiu ou tomou conhecimento. Por exemplo, tanto Euclides quanto Manoel Teles não morreram por pendengas locais, mas sim por interesses superiores e alheios ao conhecimento deles e do povo à época. O livro traz ainda minuciosos detalhes do antes, das mortes e do pós, numa trama maquiavélica, inesquecível e não esclarecida até hoje.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

Gente de Expressão

Orlando Duarte (Orlando Duarte Figueiredo) nasceu em Rancharia-SP, em 18 de fevereiro de 1932. Casado com Conceição Duarte, tem quatro filhos e seis netos. 

Rádio
Bandeirantes (duas vezes), Jovem Pan, Trianon e Gazeta, 

TV
Cultura (que dirigiu), Jovem Pan, SBT, Globo, Band e Gazeta.    

Jornal 
A Gazeta Esportiva, A Gazeta, Mundo Esportivo, A Gazeta Esportiva Ilustrada, O Tempo, Última Hora e Diário da Noite.  

Coberturas
Cobriu 14 campeonatos mundiais de futebol, dez jogos olímpicos e todas as Copas do Mundo durante o período entre 1950 e 2006.  

Escritor
Escreveu 32 livros sobre a história e as regras de diversos esportes, conhece 50% do mundo e preencheu 17 passaportes. 

Literatura

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Um nome que fez história na comunicação

Flávio Biscottto (Flávio Raimundo Biscotto) nasceu em Ubá em 31 de agosto de 1928. Filho de João Pedro Biscotto e Marieta de Lucas Biscotto. Foi casado por 60 anos (desde 30 de julho de 1953) com Maria Lúcia de Andrade Biscotto (nascida em Divinésia-MG em 28 de julho de 1932). Pai de cinco filhos: Antonio de Pádua de Andrade Biscotto (médico pediatra), Flávio Andrade Biscotto (médico cardiologista), José Cláudio de Andrade Biscotto (engenheiro civil), Yolanda de Andrade Biscotto (bacharel em direito e bancária) e João Márcio de Andrade Biscotto (bioquímico).

Carreira
Radialista (Locutor esportivo), trabalhou na rádio PRB 3 (foi contemporâneo e amigo de Maurício Menezes, Mário César e outros grandes nomes da comunicação ), foi bancário por 31 anos, no Banco de Crédito Real (CREIDIREAL) e representante do Laboratório CEDABEL.

Flávio Biscotto morreu em Juiz de Fora, aos 84 anos, vítima de um AVC (Acidente Vascular Cerebral), em 11 de agosto de 2013 (dia dos pais e aniversário do filho mais novo, João Márcio e alguns dias após completar 60 anos de casado, em 30 de julho). 
Obs: Flávio Biscotto, de uma família de tricolores, era primo do ex-dirigente do Flamengo, Gerson Biscotto (também nascido em Ubá).

Literatura

Gente de Expressão

Waltinho França (Argemiro Walter França), o "Pontinha da Agulha", nasceu em Caeté, distrito de Juiz de Fora, em 27 de maio de 1948. Filho de Argemiro França* e Maria Luíza Rodrigues França (ambos falecidos), casado com Maria Aparecida, pai da Nelma e do Adad e avô de três netos.

Carreira
Radialista (locutor sertanejo), Waltinho trabalhou nas rádios Solar, Nova Cidade, Manchester e Juiz de Fora AM.

Pontinha da agulha
Foi um bordão criado por ele na hora de anunciar a música, dizendo "está na pontinha da agulha", numa alusão a agulha que movimentava o disco de vinil, o LP. Hoje, computadorizado, seria "no click do mouse"

Músicos
De uma família de músicos (cantores e violeiros), numa prole de 14 irmãos, Waltinho  fez dupla com seus irmãos Osmar* (Osmar e Waltinho), Odomar (Odomar e Waltinho) e Noel (Waltinho e Noel) e cantavam em circos, touradas, exposições agro-pecuárias, festas religiosas. Wantinho é primo do radialista Wanor França (1951/2018), tio da cantora Bruna França e tio do vereador Wagner França. 

Atualmente, fora do rádio, Waltinho continua cantando sucessos do passado em casamentos, batizados e festas familiares.

Obs:
- Argemiro França é Nome de rua no bairro Jardim Esperança.
- Osmar (já falecido), fez dupla com Marinho (Osmar e Marinho), Mazinho (Osmar e Mazinho) e Arantes (Osmar e Arantes). Hoje, seu filho mantém ativa a dupla.

sábado, 15 de fevereiro de 2020

Literatura

 "ANUÁRIO DO FUTEBOL PASSO-FUNDENSE" 

A oitava edição do Anuário do Futebol Passo-Fundense, de autoria do jornalista Lucas Scherer. A obra tem nova capa, novo planejamento gráfico e uma ampliação da página de estatísticas dos clubes. A edição traz o resultado de 183 jogos por 13 competições ou amistosos, com os 102 principais fatos de 2019, além de destacar 287 datas importantes do futebol passo-fundense.  

Um nome que fez história na comunicação

Dirceu Costa Ferreira nasceu em Juiz de Fora, em 21 de agosto 1937. Foi casado com Rosa Zoraida Zanganeli Ferreira e pai de quatro filhos: David Fernando Ferreira, Stela Márcia Ferreira, Oscar Ferreira e Marília Márcia Ferreira.  

Carreira  
Radialista (locutor e comentarista esportivo), com atuações nas rádios PRB 3 e Capital, Contador (perito da justiça do trabalho) e ex-árbitro de futebol da antiga Liga de Desportos de Juiz de Fora (LDJF). 

Ápice
Teve destacada atuação no rádio local atuando no rádio local, ao lado de Jorge Troiano, Wilson Amin (1947/1995) e Antonio Azalim (1935/2002)

Bordão
Quando narrava futebol, Dirceu Costa Ferreira usava a seguinte frase "o tempo perguntou pro tempo, que tempo que o tempo tem", ao informar o tempo e o placar do jogo a cada cinco minutos.    

Sucessor
Seu neto Vítor Roux (Vítor Hugo Ferreira Roux)), filho da Stela Márcia Ferreira, foi o único que seguiu os passos do avô e é operador de áudio.       

Dirceu Costa Ferreira morreu em Juiz de Fora, as 62 anos, em 15 de fevereiro de 2000, sendo sepultado no cemitério Parque da Saudade, em 16/02. 

Literatura

"OS DONOS DA BOLA - O CAMPEONATO CITADINO DE FUTEBOL DE PASSO FUNDO"
A quarta edição do livro sobre a história do Campeonato Citadino de futebol de Passo Fundo, de autoria do jornalista Lucas Scherer, amplia as informações do texto lançado em 2012. As páginas foram editadas para ficar ainda mais fácil para quem quiser imprimir.
Foram corrigidos alguns mandos de campo nos campeonatos citadinos, acrescidas fichas técnicas em algumas decisões e ampliados os resultados de amistosos e de torneios. É a história do Campeonato Citadino como nunca foi contada. Curiosidades, fichas dos jogos decisivos e todos os resultados da competição que dividiu a cidade durante 56 anos.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

Antonio Zaidan

Morre em Juiz de Fora, aos 79 anos, o ex-vereador Antonio Zaidan
Antonio Zaidan morreu na última quinta feira, 13/02. O corpo será velado e sepultado nesta sexta-feira, 14/02, em Juiz de Fora.

Antonio Zaidan  nasceu em Teixeiras, na região de Ponte Nova, em 19 de outubro de 1940, era médico pediatra (formado na Universidade Federal de Juiz de Fora), advogado (formado na Faculdade Vianna Júnior), professor e político. Foi fundador, diretor e professor no Curso ZAS (Curso de  preparação para vestibulares) e diretor do Hospital Universitário no biênio 1989/1990.

Política partidária
Foi vereador em Juiz de Fora pelo PDT (Partido Democrático Trabalhista) nas legislatura 1997/2000. Disputou a vereança nas eleições de 2000, 2008, 2002 e 2016 e em 1998 disputou o cargo de deputado estadual. Ao longo da carreira política, foi filiado atrês partidos: Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), Partido da Frente Liberal (PFL) e Partido Democrático Trabalhista (PDT). 

Literatura

"Paulo Cabral de Araújo - A trajetória de uma voz De Cláudia Araújo"

Quando menino, Paulo Cabral de Araújo já demonstrava vocação para a comunicação e para a vida pública. Nascido em Guaiúba, interior do Ceará, em 1922, dedicou a vida para os canais da imprensa brasileira e para a evolução do pensamento crítico no País. 

A pesquisa e a produção textual foram capitaneadas por Cláudia Lireda Cabral, filha de Paulo, que demorou mais de dois anos no processo de investigação. O comunicador, diretor dos Diários Associados por duas décadas, morreu em Brasília vitimado por uma leucemia. Antes disso, passou pelos principais meios de comunicação brasileiros. Ainda na juventude, trabalhou para a Ceará Rádio Clube, instituição que lhe abriu as portas do mercado. Teve passagens por jornais e outros veículos, além de exercer a função de prefeito de Fortaleza entre os anos de 1951 e 1955.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

Foto histórica

Da esquerda para a direita: Sebastião de Matos Jr, Iná Coelho, Helena Bittencourt (semi-encoberta), José Romeu, Francisco de Assis, Chambica (Rei Momo), Céu Azul Soares e Mário César (Mário Manzolilo de Morais).

Literatura

"Os presidentes: a história dos que mandaram e desmandaram no Brasil, de Deodoro a Bolsonaro" 
O jornalista Rodrigo Vizeu resolveu mergulhar na história do Brasil e traçar um perfil completo de 32 dos 38 presidentes. E assim criou, na Folha de S.Paulo, o podcast Presidente da Semana, que inspirou este livro. Trazendo comentários de especialistas, como José Murilo de Carvalho, Boris Fausto, Lilia Moritz Schwarcz e Heloisa Starling, Vizeu dá vida aos personagens e nos leva a conhecer a própria história do Brasil, marcada por uma dança de cadeiras de oligarcas, militares e populistas em uma frágil democracia.   Rodrigo Vizeu dá uma contribuição de valor inestimável ao resgatar a história dos presidentes da tumultuada república. Seu trabalho é um exemplo de como combinar jornalismo e história na importante missão de ajudar os brasileiros a olhar o passado com o objetivo de entender o presente e preparar a construção do futuro.    O autor nos faz lembrar que um certo presidente não teria sido eleito sem um acordo entre os ricos. E que outro contou com uma ajudinha na imprensa. Teve também o que ganhou poder graças às fake news. E aquele que comprometeu as contas públicas. Sem falar do que atropelou as instituições em nome de uma mítica conexão direta com o povo. Também não lembra que a falta de comunicação de um certo presidente contribuiu para que uma campanha de saúde se transformasse em revolta. E que o autoritarismo de outro levou a torturas e assassinatos.

Gente de Expressão

Ivan Elias (Ivan Elias Hallack)

terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

Literatura

"Os engenheiros do caos: Como as fake news, as teorias da conspiração e os algoritmos estão sendo utilizados para disseminar ódio, medo e influenciar eleições"

"Uma mentira pode dar a volta ao mundo no mesmo tempo que a verdade leva para calçar seus sapatos." Mark Twain

Aos olhos dos seus eleitores, as deficiências dos líderes populistas se transformam em qualidades, sua inexperiência demonstra que não pertencem ao círculo da "velha política", e sua incompetência é uma garantia da sua autenticidade. As tensões que causam em nível internacional são vistas como mostras de sua independência, e as fake News, marca inequívoca de sua propaganda, evidenciam sua liberdade de pensamento. No mundo de Donald Trump, Boris Johnson, Matteo Salvini e Jair Bolsonaro, cada dia traz sua própria gafe, sua própria polêmica, seu próprio golpe brilhante. No entanto, por trás das manifestações desenfreadas do carnaval populista, está o trabalho árduo de ideólogos e, cada vez mais, de cientistas e especialistas do Big Data, sem os quais esses líderes nunca teriam chegado ao poder. É o retrato desses engenheiros do caos que Giuliano da Empoli nos apresenta, através de uma investigação ampla e contundente que vai muito além do caso Cambridge Analytica e remonta ao início dos anos 2000, quando o movimento populista global, hoje em pleno curso, dava seus primeiros passos na Itália. O resultado é uma galeria de personagens variados, quase todos desconhecidos do público em geral, mas que vêm mudando as regras do jogo político e a face das nossas sociedades.

Notável personalidade

Padre Café (Venâncio Ribeiro de Aguiar Café) nasceu em São Miguel e Almas atual cidade de Guanhães, no Nordeste de Minas, em 15 de agosto de 1846. Filho de Bernardo Ribeiro de Aguiar Café e Dina Flores de Macedo.

Vida Eclesiástica
Estudou nos seminários de Diamantina e Mariana e foi ordenado padre, aos 29 anos, em junho de 1873. Em 1880 foi eleito deputado provincial, pelo Partido Liberal, quando a capital do estado era Ouro Preto.

Juiz de Fora
Veio para Juiz de Fora em 1886. Aqui padre Café foi o segundo vigário da cidade (o primeiro foi o padre Thiago Mendes Ribeiro). Em 1891 fundou o jornal "Lar Cathólico".
Padre Café morreu em Juiz de Fora, aos 51 anos, em 08 de janeiro de 1898 e foi sepultado no cemitério municipal de Nossa Senhora Aparecida, no bairro do Poço Rico.

Literatura

"Todas as Mulheres dos Presidentes: a História Pouco Conhecida das Primeiras-damas do Brasil Desde o Início da República"

A história pouco conhecida das primeiras-damas do Brasil desde o início da república, com biografias, perfis, ensaios e trabalhos acadêmicos sobre os presidentes do Brasil. Porém, em 130 anos de república, pouco se pesquisou sobre as primeiras-damas. Com raras exceções, suas histórias foram relegadas a citações em publicações sobre os ilustres maridos. Todas as mulheres dos presidentes joga luz sobre elas e revela que, mesmo limitadas pelos costumes de suas épocas e pela liturgia do cargo, muitas tiveram presença relevante na vida do país. De Mariana da Fonseca a Michelle Bolsonaro, passando por Nair de Teffé, Darcy Vargas, Maria Thereza Goulart, Sarah Kubitscheck, Risoleta Neves, Dulce Figueiredo e Ruth Cardoso, os autores reconstroem a trajetória das 34 primeiras-damas a partir de fatos reveladores, muitos deles apagados pelo tempo.


segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

Notável personalidade

Ângelo Falci nasceu em Jesuânia, na época distrito de Lambari, estância hidromineral do Sul de Minas, em 16 de novembro de 1902. Filho de Francisco Falci (1875/1952) e Maria Luíza Lovisi Falci. Casado com Maria  Lotti Falci (Maroca), prima do marechal Henrique Batista Duffles Teixeira Lott (1894/1984). Pai de três filhos, Amaury Marcelo (1931/1932), Ângelo Eduardo (1933/1977), casado com Lúcia Moreira Falci e Maurício Francisco (1937/2003), casado com Marinha Toledo Falci.

Proprietário da Padaria Central, na parte baixa da rua Marechal Deodoro, presidente e tesoureiro da associação comercial de Juiz de Fora e membro do Rotary Club, do tribunal do júri de Juiz de Fora e filantropo.
Ângelo FaLci morreu em Juiz de Fora, aos 92 anos, em 1994.
Obs: É nome de rua no centro de Juiz de Fora.

Literatura

"Cariocas do brejo entrando no ar - O rádio e a televisão na construção da identidade de Juiz de Fora (1940-1960)."

De autoria dos jornalistas Flávio Lins e Cristina Brandão, a obra apresenta uma pesquisa calcada nas origens da identidade do mineiro habitante de Juiz de Fora que, pela proximidade com o Rio de Janeiro, recebeu a alcunha de "carioca do brejo".

Quando os eletrônicos de Comunicação chegaram à cidade - rádio e depois, a televisão - acentuou-se a proximidade geográfica e identitária entre as duas cidades. As transmissões radiofônicas feitas em Juiz de Fora já revelava a inspiração dos modelos de programas veiculados pela rádio Nacional do Rio de Janeiro.

Criaram-se, na cidade, departamentos de produção radiofônica tal qual fazia-se no centro cultural divulgador de valores sociais e comportamentais que era o Rio de Janeiro. O intercâmbio entre scripts de programas e vindas de artistas cariocas à cidade marcam essa tendência do juizforano a se inspirar na vida praiana e seu carisma.

Mais tarde, quando começam as produções televisivas realizadas, empiricamente, nos anos 1960, com a TV Mariano Procópio, (afiliada dos Diários Associados na cidade) e veiculadas para a região sudeste do país, foi possível traçarmos, nessa pesquisa, um histórico da primeira emissora de TV do interior na América Latina, a partir de informações em jornais, revistas, livros e história oral, abordando especialmente o material telejornalístico produzido, do qual só existem vestígios.

O trabalho realiza investigação documental e entrevistas com profissionais pioneiros do rádio e da televisão em Minas, propondo um resgate da memória audiovisual de Juiz de Fora e o reconhecimento do papel da TV Mariano Procópio na formação da identidade do chamado "carioca do brejo".

O livro torna possível o acesso de todos a uma parte relevante da história da cidade e sua aproximação com as influências culturais e sociais que partiram do grande centro nacional de divulgação de ideias e formação identitárias que foi o Rio de Janeiro, sobretudo depois da chegada do rádio e da televisão, uma vez que ambos estavam entre os principais veículos de comunicação divulgadores de modos de consumo e de comportamento sociais.

domingo, 9 de fevereiro de 2020

Foto histórica

Capa do livro:
"Cariocas do brejo entrando no ar - O rádio e a televisão na construção da identidade de Juiz de Fora (1940-1960).
Da esquerda para a direita: 
Paulo Moreno* (1928/1977), Iná Coelho* (1927/2006), Terezinha Ribeiro (in memoriam), Mário César* e Vivi Campos*.
*Paulo Moreno era o nome artístico de José de Castro Gonçalves, nascido em Santarém, no Oeste do Pará, em 02 de março de 1928. Era ator, dublador e radialista (locutor e apresentador). Morreu no Rio de Janeiro, aos 49 anos, em 1977.
*Iná Coelho nasceu em Tocantins, criada em Piau e trabalhou no rádio de Juiz de Fora (Radioatriz e discotecária) e morreu em Volta Redonda, aos 78 anos, em de 2006.
*Terezinha Ribeiro, só se sabe que é falecida. 
*Mário César, nome artístico do radialista, professor e advogado Mário Manzolilo de Morais, (o único vivo dos cinco).
*Vivi Campos, nome artístico de Vitória Campos.