quarta-feira, 17 de julho de 2019

Gente de Expressão

Francisco Rezende (José Francisco Nunes) nasceu em Rosal, distrito de Bom Jesus do Itabapoana, no Noroeste Fluminense, em 28 de agosto de 1967. Filho de Antônio Rezende da Fonseca e  Carlota Nunes Rezende. 

Carreira
Jornalista e radialista (locutor esportivo, locutor apresentador e produtor de áudio), trabalhou nas rádios Sul Capixaba FM, de Guaçuí, Fama FM, de Castelo, Itatiaia AM/FM, de Belo Horizonte, Itatiaia AM, de Timóteo, Jovem Pan FM, de Ipatinga, Globo AM, de Ipatinga e Muriaé AM. Atualmente, trabalha na rádio Tropical FM, de Timóteo.
Fez trabalhos eventuais para as rádios: Globo Rio, Gazeta, CBN e Espírito Santo, de Vitória.
Atuando no rádio do Vale do Aço, narrou jogos do Ipatinga nas séries C, B e A, do campeonato Brasileiro, Copado Brasil e campeonato Mineiro.

Literatura

"Fundamentos do Radiojornalismo" 

O livro é um guia prático sobre as ferramentas e técnicas necessárias para a prática de radiojornalismo. É útil a jornalistas iniciantes ou experientes que desejam desenvolver e expandir suas habilidades. Este livro abrange o substrato de todo o conteúdo noticioso no que se refere à elaboração de um texto escrito, bem como ao acompanhamento de entrevistas, reportagens e leitura, trazendo dicas e sugestões. Traça um perfil de toda a prática de trabalho tanto na BBC quanto em rádios comerciais do Reino Unido. Apresenta aspectos técnicos e legais, bem como um capítulo dedicado à produção de programas jornalísticos. Para os estudantes, há preciosas dicas a respeito de como obter um emprego, resvalando no marketing pessoal e no comportamento em entrevistas.

sábado, 13 de julho de 2019

Gente de Expressão

Granger Ferreira (Granger Soares Ferreira) nasceu em São Gonçalo, na região metropolitana do Rio, em 16 de fevereiro de 1981. Filho de Salvador Ferreira da Silva (1935/2018) e Cilme Paiva Soares Ferreira. Casado com Karina de Souza e pai do Kaíque Giovane.

Carreira
Trabalhou nas rádios Record, Continental, Litoral e Cidade e TV Litoral e no portal Ururau. Atualmente, trabalha na TV Record (Campos dos Goytacazes) e é editor do blog www.gfesporte.com.br

Literatura

"Varginha, toda a verdade revelada"

Marco Antônio Petit fez parte como convidado da equipe de ufólogos que investigou o suposto aparecimento do ET na cidade. Segundo ele, até o início do procedimento instaurado pelo Exército, "a verdade era exposta por cada um de nós independentemente de suas possíveis implicações. Após o procedimento, lentamente as coisas começaram a se modificar". Petit defende que uma nave alienígena caiu sobre a cidade naquele dia 20 de janeiro de 1996 e que parte de sua tripulação foi recolhida pelas autoridades.

Gente de Expressão

Estela Torres (Estela Cauri Torres) nasceu em Nova Resende-MG, em 06 de agosto de 1970. Filha de Francisco Torres (1929/2015) e Iolanda Tame Torres. Casadacom o jornalista Lenilson Frezzato.

Formação/Carreira
Formada em jornalismo pela Universidade de Alfenas (Unifenas), em 1995, trabalhou nas rádios Cultura, Universidade e Atenas (Alfenas)  Vanguarda e Melodia (Varginha) e na Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Varginha. Atualmente a jornalista Estela Torres é correspondente no Sul de Minas da Rede Itatiaia de Rádio. Atuou em várias reportagens sobre o caso ET de Varginha, acompanhou a contratação do goleiro Bruno (caso Elisa Samúdio) pelo Boa Esporte e a volta dele para a prisão em Varginha, e as cerimônias de beatificação de Nhá Chica, em Baependi, e padre Vitor, em Três Pontas, eventos que mobilizaram milhares de pessoas.  

sexta-feira, 12 de julho de 2019

Literatura

"ET de Varginha - O ET do Brasil"
Esta obra, escrita por Arlindo Cruz, não é um estudo ufológico do incidente. É uma versão dele, na categoria de ficção romântica, protagonizada por dois jovens, um terráqueo e uma extraterrestre, que se apresenta de forma ingênua e inconsequente. Recontar o Caso como uma estória de amor parece impossível, coisa de lunático. Mas, na visão do autor, tudo aconteceu por amor, e ele expõe porque os ETs estiveram em Varginha, o que os obrigou a se arriscarem tanto no meio de seus habitantes. Desse modo, a estória começa na zona rural de Varginha e depois se destina para sua área urbana. O enredo, no início, é ambientado em meio a uma floresta e um vilarejo de matutos mineiros e nordestinos. Fictício, se passa em 19/01/1996, um dia antes do dia D. Os acontecimentos advindos do envolvimento amoroso entre os dois jovens dessemelhantes permitem que vivam uma jornada de aventura e paixão, enquanto fogem daqueles que estão perseguindo-os- ETs, o exército, o fazendeiro e sua corja. A trama urbana, com o dia D e as peripécias dos jovens em Varginha, foi construída baseada em descrições de testemunhas, reportagens (de TV, revistas e jornais), documentários, relatórios (oficiais ou não), livros de ufólogos e, principalmente, no relato do contato das três garotas com um ET. Todos os fatos ocorrem em 48 horas e são recontados de forma atemporal e sequencial. Tudo está entrelaçado, sem tédio, no romance. Esta obra é recheada de cenas românticas, de muita ação, aventura, suspense e pinceladas de humor.

segunda-feira, 8 de julho de 2019

Gente de Expressão

Pennaforte (José Luiz da Silva Pennaforte) nasceu no bairro de Vila Isabel, no Rio de Janeiro, em 23 de fevereiro de 1956. Filho de José do Egito Mandarino Pennafort (nascido em Santos Dumont em 1932 e falecido no Rio de Janeiro em 2009) e Míriam da Silva Penaforte (nascida no bairro de Rocha Miranda em 1932 e falecida em 1957). Casado com a professora Regina Pennaforte, pai da pedagoga Juliana Pennaforte e avô da Laura.    

Formação  
Formado em direito pela faculdade Cândido Mendes, campus de Araruama, atua nas áreas trabalhistas e de família.   

Carreira  
Radialista (locutor e publicitário), Pennaforte iniciou carreira na rádio Capital, de Juiz de Fora e trabalhou nas rádios Juiz de Fora AM e FM, apresentando o programa "Clube do Amor", Costado Sol, de Araruama e Cabo Frio (sua atual emissora).    

Atuando no rádio de Juiz de Fora, Pennaforte destaca os companheiros Humberto Zaghetto, Dé França, Cláudio Silva de Carvalho (Cacau), Antonio Dângelo (1946/2014), Antonio Fernando (1954/2018) e Wanor França (1951/2018)). Torcedor do Fluminense e simpatizante da Escola de Samba Beija-Flor, de Nilópolis, Pennaforte, no início da carreira foi repórter esportivo e participou de várias transmissões dos desfiles das escolas de samba de Juiz de Fora.

domingo, 7 de julho de 2019

Copa Scheffer

Criada em 1995 e disputada no campo do campo do Guaporé, na cidade alta, em Juiz de Fora, a competição é uma homenagem  ao jogador ex-jogador  Marinho Scheffer, que morreu aos 27 anos, em 05 de fevereiro de 1993. A competição, com um mês de duração, acontece sempre no início do segundo semestre.

O homenageado
Marinho Scheffer (Osmar dos Santos Scheffer) nasceu em Juiz de Fora em 05 de maio de 1967. No futebol, Marinho Scheffer era volante e atuou nas seguintes equipes:
Tupi (campeão mineiro do interior em 1987), Atlético  Mineiro (taça BH Junior), Santos (taça São Paulo Junior), Fortaleza (campeão cearense pelo Fortaleza), Emelec e Barcelona de Guaiaquil (Equador), Club Atlético River Plate (Argentina),  Altona 93 (Alemanha) e Nacional da Ilha da Madeira (Portugal).

Um nome que fez história na comunicação

Fernando Sasso (Fernando Campos Sasso) nasceu em Oliveira Fortes em 07 de maio de 1936. Na infância, morou na rua Padre Café, esquina com Independência (atual Itamar Franco), no bairro de São Mateus, em Juiz de Fora (no local foi um quartel do Exército, e hoje é um prédio comercial). Narrador e comentarista esportivo, trabalhou na TV Globo Minas e na rádio Itatiaia (Belo Horizonte). O bordão "tá no filó”, marcava o momento do gol. Foi presidente da Ademg, entidade que administrava o Mineirão. Fernando Sasso morreu em Belo Horizonte, aos 68 anos, em 06 de maio de 2005.

sábado, 6 de julho de 2019

Literatura

"Produção de rádio - Um guia abrangente de produção radiofônica"
Este livro é um manual de trabalho que abrange praticamente todos os aspectos da produção de rádio na esfera profissional. Aborda os seguintes tópicos: Produção e edição de noticiários; Preparação e apresentação de entrevistas; Elaboração de roteiros; Produção e apresentação de programas de variedades; Gravação de música; Radioteatro; Locução de comerciais; Avaliação de programas; Métodos operacionais, incluindo as mais recentes técnicas digitais. O autor, apoiado numa prática de mais de trinta anos dirigindo diferentes setores da BBC, inclui diversos exercícios de treinamento, bem, como modelos de roteiros, estudos de casos e exemplos práticos. Trata-se de uma obra clara e acessível, inestimável para estudantes e profissionais da área.

sexta-feira, 5 de julho de 2019

Gente de Expressão

Tadeu Miracema (Ademir Tadeu Gonçalves Rangel) nasceu em Miracema, na região Noroeste do estado do Rio de Janeiro, em 02 de Janeiro de 1967. Filho de Admir Pessanha Rangel, natural de São Francisco de Itabapana-RJ (1930/1989) e Cleia Gonçalves Rangel (nascida em Palma em 1941. Casado com Renata Titoneli Assad e tem uma filha, Lívia Maria

Blogueiro e historiador
Blogueiro por diversão, historiador e apaixonado por leitura, música e colecionador de raridades do do futebol, Tadeu Miracema é editor do Blog www.blogdotadeumiracema.blogspot.com, e por lá conta histórias de conterrâneos e de personalidades que se destacaram em diversos segmentos da sociedade. Ademir destaca que o tema esportivo é muito abrangente e o jogador de futebol do passado tem a sua vida contada em fatos e dados. E ressalta que a história deve servir como instrumento de conscientização dos homens para a tarefa de construir um mundo melhor e uma sociedade mais justa. As informações recolhidas no passado não servirão ao presente se não forem recriadas, questionadas, compreendidas e interpretadas, conclui. 

Literatura

"Brasil: Uma biografia"
Aliando texto acessível e agradável, vasta documentação original e rica iconografia, Lilia Katri Moritz Schwarcz e Heloísa Maria Murgel Starling propõem uma nova (e pouco convencional) história do Brasil. Nessa travessia de mais de quinhentos anos, se debruçam não somente sobre a “grande história” mas também sobre o cotidiano, a expressão artística e a cultura, as minorias, os ciclos econômicos e os conflitos sociais (muitas vezes subvertendo as datas e eventos consagrados pela tradição). No fundo da cena, mantêm ainda diálogo constante com aqueles autores que, antes delas, se lançaram na difícil empreitada de tentar interpretar ou, pelo menos, entender o Brasil. A história que surge dessas páginas é a de um longo processo de embates e avanços sociais inconclusos, em que a construção falhada da cidadania, a herança contraditória da mestiçagem e a violência aparecem como traços persistentes.

Gente de Expressão

Valmir Rodrigues (Valmir Machado Rodrigues) nasceu em Juiz de Fora em janeiro de 1967. Filho de Waldir Rodrigues e Iracema Machado Rodrigues (1934/2016), pai da Vanessa e da Rafaela. 

Carreira
Repórter, apresentador e ator profissional, Walmir Rodrigues trabalhou nas rádios. Em Juiz de Fora: Manchester FM (atual Cidade), Nova Cidade AM (atual Manchester), Solar AM (atual CBN) e FM (Mix), Energia FM (atual Alô) e Catedral FM. Em Brasília: Rede Manchete, rádios Cidade, Transamérica e OK (atual Metrópolis). Em Juiz de Fora TV Alterosa/SBT e Rede Mais/Record.

Nomes relevantes com os quais trabalhou: 
Juiz de Fora: Gil Horta, Sérgio Rodrigues, Alberto Bejani, Francisco Canalli, Márcio Augusto (1945/2012), Carlos Alberto (Casobé), Joelson Jaime (Joe-1963/2012), Liliane Luchin. 
Brasília: Eugênio de Sá, Fred Passajou, Celso Gomes (Dj Celsão-1963/2015), Luiz Carlos Ximenes, Elyvio Blower, Alexandre Medeiros, Luiz Carlos (Lula).  

quinta-feira, 4 de julho de 2019

Literatura

‘’A Arte de Falar’’
O radialista José Dalóia (1933/2018) conta neste livro sua trajetória como jornalista e radialista, passando pelas rádios Tupi, Difusora, Nove de Julho, Excelsior e Marconi. Na rádio Cacique de São Caetano do Sul, foi diretor artístico e depois passou para a rádio Globo, com um dos programas de maior audiência, naquela época, o "Sertanejão". Conviveu e trabalhou com os maiores nomes do rádio como o Francisco Paes de Barros e Osmar Santos, onde escreveu uma homenagem. Neste obra, o autor, descreve, através de sua longa experiência, as teorias e práticas da comunicação falada, dando dicas de leitura, postura e respiração bem como diversos exercícios para melhorar e cuidar da voz.

Gente de Expressão

Ailton Alves (Alton Alves Pereira) nasceu em Galiléia, no Leste de Minas, em 09 de março de 1963. Filho de Jair Alves Pereira (1933/2017) e Luzia Pereira da Silva (1940/2013), é casado com Marlene.

Carreira
Jornalista formado pela Universidade Federal de Juizde Fora (UFJF) trabalhou no Diário Regional, TVE, Tribuna de Minas e Jornal dos Sports.
Ao longo da carreira no jornalismo, Ailton Alves destaca Josino Aragão (1943/2007), Dirceu Costa Ferreira (1937/2000), Wilson Cid, Aníbal Pinto, Ivan Elias, entre outros 

Escritor
"Meus Sonhos São Bastante Razoáveis" (2003)
"A Saga dos Carijós" (2004)
"Cidadão do Mundo" (2005)
"O Professor" (2007).

quarta-feira, 3 de julho de 2019

Literatura

"Antônio Bartolomeu – uma biografia"
Escrito pelo sociólogo Osias Ribeiro Neves e editado pelo Escritório de Histórias, o livro narra a história de Antônio Bartolomeu Barbosa, nascido na Zona Rural de Amparo da Serra, que ao longo da sua trajetória trabalhou firme no comércio, criou, com seu pai, o próprio negócio e faz dele um sucesso com a participação dos irmãos. Entrou para a política com o propósito de ajudar Ponte Nova, cidade de que escolheu para viver.  Elegeu-se prefeito por duas legislaturas e pautou sua vida, em além de cuidar da família e de seus negócios, em prol do outro, atuando em diversos projetos sociais e religiosos da cidade.     


Gente de Expressão

Wagner Augusto (Wagner Augusto Álvares de Freitas) nasceu em Pará de Minas, em 05 de julho de 1967. Filho de Pedro José de Freitas (nascido em 18/05/1942) e Mararia das Graças Álvares Ferreira de Freitas (nascida em 15/10/1945), casado com Janete Brandão da Silva e pai de dois filhos: Laura Brandão Álvares de Freitas (nascida em 08/08/2002) e Wagner Augusto Álvares de Freitas Filho (nascido em 04/04/2004). 
 
Formação:
Graduado em Jornalismo (Fafi-BH) e pós-graduado em História Moderna e do Brasil (Fafi-BH) e Administração Municipal (Fundação João Pinheiro).

TrajetóriaAtuou como comentarista esportivo nas Rádios Capital (AM 570) e Record (FM 90.7) e TV's Horizonte e Rede de Integração Popular, todas as emissoras de Belo Horizonte. Foi assessor de imprensa de vários atletas de futebol, tais como os atacantes Afonso Alves (campeão da Copa América de 2007 pela Seleção Brasileira), Müller e Jussiê, entre outros. Também trabalhou como assessor de imprensa do Villa Nova AC, de Nova Lima-MG, entre 2003 e 2013. Atualmente ocupa o cargo efetivo de Analista Legislativo/Jornalista na Câmara Municipal de Betim. Exerce a função desde 15 de dezembro de 1995 após aprovação em concurso público.
 Livros publicados-  A Obra de Wagner Augusto - Parte I (1995)
- Villa Nova: 100 Anos de Glória em Vermelho e Branco (2008)
- Almanaque do Leão do Bonfim (2011).

Apesar de nascido no interior mineiro (em Pará de Minas), reside em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, desde fevereiro de 1971. Nos momentos de folga costuma descansar em sua casa de campo localizada em Mário Campos. Trabalha no momento em dois projetos literários: a segunda edição do ALMANAQUE DO LEÃO DO BONFIM, que conterá a Ficha Técnica completa dos jogos do Villa Nova de 2011 a 2020, e a história do Campeonato Mineiro, desde 1915.

Literatura

"Ponte Nova Memória e Patrimônio - Um retrato histórico", 
Escrita pelo sociólogo Osias Ribeiro Neves e com 234 páginas, a obra aborda o município de Ponte Nova, por meio de fotos, declarações e história dos seus moradores . O livro é dividido em oito capítulos, iniciando com um passeio pela segunda metade do século XVIII e século XIX com foco na expansão cafeeira da Zona da Mata Mineira, as usinas de açúcar, a chegada do trem em Ponte Nova até os primeiros anos de República no Brasil. Aborda ainda o perfil da cidade nos anos cinquenta, os anos dourados, e também os anos de chumbo, com crise do petróleo, as enchentes e a mobilização para reestabelecer a democracia e a economia.

Gente de Expressão

Ronald Lage nasceu em Carangola-MG, em 19 de setembro de 1967. Filho de António Medeiros dos Santos (falecido em maio de 1990) e Laercia Maria Dutra de Oliveira Santos, que aos 79 anos, vive em Carangola. 


Carreira - atleta (goleiro) - Clubes
Americano e Goytacaz (Campos dos Goytacazes-RJ), Entrerriense (Três Rios-RJ), Barra (Teresópolis-RJ), Tupi (Juiz de Fora-MG), Ipiranga (Manhuaçu-MG), Paysandu (Belém-PA), Vitória (Vitória-ES), Comercial (Alegre-ES)), Estrela do Norte (Cachoeiro de Itapemirim-ES), Castelo (Castelo-ES) e Rio Branco (Cariacica-ES), Jacuipense (Riachão do Jacuípe-BA), Poções (Poções-BA), Fluminense (Feira de Santana-BA), Esportivo (Guaratinguetá-SP), Vilhena (Vilhena-RO), CFA (Porto Velho-RO), e Seleção Mineira de Juniores,  em 1986, ao lado do zagueiro Cléber e do meia Carangolense, Palhinha (Jorge Ferreira da Silva). 

Atletas com os quais jogou
Cléber, Palhinha, Careca (do Cruzeiro), Ailton (do São Paulo), Jorge Luiz,Jean, Teófilo, Evaldo, Vander Luis, Andrade, Caio Cambalhota, Adil, Luiz Carlos Mamão, Geovane, Washington , Manoel Português etc.

Treinadores
Candinho (José Cândido Sotto Maior), Luiz Alberto, Dida (Edvaldo Alves de Santa Rosa), Ilton Chaves, Roberto Basílio, Arnaldo Traspadine, Zuza, Luís Paulo (ponta do Flamengo), Givanildo Oliveira, Caio Cambalhota, Leônidas da Silva e Moacyr Toledo.

Carreira - Jornalismo
Trabalhou na rádio Globo de Porto Velho.
Comentarista na REDETV Rondônia, desde o ano de 2006 e na rádio Capital FM, de Porto Velho, desde o início de 2019.

Além da TV e do rádio, Ronald Lage é professor de base na formação de atletas do R1 Esporte. 


terça-feira, 2 de julho de 2019

Literatura

"Bilinguismo: Utopia ou Solução?" 
De autoria do professor José Passini, lançado pela editora Pontes a obra retrata a necessidade e a importância de conhecer, dominar dois ou mais idiomas e em especial, um idioma universal.  O autor ressalta a necessidade de uma língua internacional cresce na proporção em que se aprimoram os meios de comunicação e de transporte. Se os meios de comunicação e de transporte aproximam os homens, as línguas os distanciam. Hoje pode-se perfeitamente ligar o telefone para o hemisfério oposto e, em poucos segundos, até mesmo sem a intermediação de um telefonista, ter-se, a milhares de quilômetros, um interlocutor que pode não ser aquele que fala uma língua em comum com a pessoa que fez a chamada. Não havendo uma língua em comum, será o mesmo que ninguém respondendo ao telefone.  No relacionamento oficial entre países de línguas diferentes, a situação se torna às vezes extremamente delicada por envolver aspectos relativos à preservação da soberania nacional, a exemplo do que ocorre na Comunidade Européia. 

Gente de Expressão

José Passini nasceu em  Nova Itapirema, distrito de Nova Aliança, no interior Paulista, em 11 de abril de 1926. Filho de Edmundo Passini, falecido em Lins-(SP, em 25 de outubro de 1948 e Victoria Momesso Passini (1904/1988). Pai de cinco filhos: Marcos, Edmundo, Célia, Alexandre e Elisa.

Formação acadêmica
Licenciado em Letras pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), com Mestrado em Língua Portuguesa pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e Doutorado em Lingüística pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Professor universitário, doutor em linguística, escritor e esperantista, ex-reitor da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), de 1990 a 1994 e dirigiu a AME de Juiz de Fora e a revista O Médium. 

Livros publicados
- "Bilinguismo: Utopia ou Solução? 
- "Apontamentos espíritas" 
- "Livros que propositadamente ou não, denigrem o espiritismo" 
- "Espiritismo e Vida" (no prelo).

Aos 93 anos e em plena atividade, o professor José Passini vive em Juiz de Fora e prepara seu quarto livro.

Literatura

"Engenheiro Henrique Guilherme Fernando Halfeld: sua vida, sua obra, sua descendência"


 

sexta-feira, 28 de junho de 2019

Um homem à frente de seu tempo

Wilson de Lima Bastos nasceu em Juiz de Fora, em 07 de agosto de 1915. Era filho de João de Campos Monteiro Bastos e Maria da Conceição Lima Bastos. Professor universitário, advogado, sociólogo, dentista, historiador, escritor e genealogista. Era casado com Almira Augusta Pereira de Araújo Bastos. Pai de 04 filhos: Regina Maria de Araújo Bastos, Priscila Maria de Araújo Bastos, Rachel Maria de Araújo Bastos e Prudente Marcos de Araújo Bastos. De família intelectual, era irmão d e  Sylvia Bastos Barbosa (poetisa).
Wilson de Lima Bastos morreu em Juiz de Fora, aos 83 anos, em em 20 de outubro de 1998.

Obs: Algumas biografias citam o casamento com a poetisa e artista plástica Vera Lima Bastos.

CONSIDERAÇÕES:
O conheci no final da década de 1980 e era sem dúvida, um ser especial. Numa época sem telefone celular, sem internet e mídias sociais, ele conseguiu, com a máquina de escrever e sua inteligência ímpar, fazer diferença e publicar mais de 50 livros. Tinha uma aparência semelhante a Jânio Quadros (1997/1992), embora fosse mais alto.. 

Literatura


"Caminho Novo Espinha dorsal de Minas"


Obra do escritor e historiador Wilson de Lima Bastos (1915/1998)

quarta-feira, 26 de junho de 2019

Um nome que marcou época na comunicação

Gleno Rocha (Gleno Rocha dos Santos) nasceu em Juiz de Fora, em 11 de janeiro de 1956. Formado em Comunicação Social (jornalista) pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) em 1978. Trabalhou nas rádios Industrial e Nova Cidade (Juiz de Fora) e Inconfidência (Belo Horizonte). Foi Assessor parlamentar na capital mineira. Em Juiz de Fora, foi morador na avenida Sete de Setembro e Rei Momo. Casado e pai de dois filhos. Gleno Rocha morreu aos 60 anos, em 13 de julho de 2016, em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte.

CONSIDERAÇÕES
Publico aqui um depoimento do Gleno para meu livro "Saudade...".  
Eu tenho saudades do...  
"Tempo em que as emissoras de rádio de Juiz de Fora tinham as transmissões esportivas como uma de suas atrações. E mais ainda, da época de ouro da Rádio Nova Cidade, cuja equipe esportiva levou a emissora ao primeiro lugar no Ibope durante três anos, desbancando a Solar, que durante décadas comandou a audiência. No comando, a saudoso Silva Júnior (Moacir da Silva Filho-1954/2002), um magnífico narrador, sempre acompanhado pelo também saudoso Dirceu Buzinari (1937/2006), nos comentários. E lá estava este esse seu amigo, juntamente com o Fernando Luiz Baldioti, o "baleia", nas reportagens, juntamente com os irmãos José Carlos e Luiz Carlos Masson e do Guilherme Henrique, hoje, Guilherme Mendes, que é o responsável pela Comunicação do Cruzeiro Esporte Clube, e que também virou narrador. Outros mais integraram a equipe, com destaque para a melhor dupla de plantão que já vi trabalhar: Jamil Saleme e Marco Antônio Riani e, depois, o Chico Cícero, que parece ser o único remanescente daquela grande equipe em atividade.

terça-feira, 25 de junho de 2019

Literatura

"Rádio: Produção, programação e performance"

O livro, de autoria de Carl Hausman, Learnin Cengage, Lews O'Donnel e Philip Benoit, traz uma abordagem inovadora para o mercado de radiodifusão brasileiro por agregar teoria e prática mescladas às técnicas necessárias para a produção e programação de rádio. Esta obra também reafirma a máxima de que a tecnologia não é um fim em si, mas a ferramenta para a comunicação humana em diversos níveis. Com texto claro e objetivo, os autores trazem a história desse meio considerado “mágico” até nossos dias, tratando do seu desenvolvimento técnico, das primeiras transmissões até o surgimento do podcasting, passando pelo streaming e o rádio HD. Seus capítulos abordam questões específicas sobre as novidades na indústria do rádio; analisa tendências recentes que resultaram em mesas de som “virtuais”; mostra a mudança dos aparelhos de produção, como toca-discos, MDs, CDs, e discute os formatos MP3 e os métodos de reprodução. Trabalha com a produção de comerciais, com exemplos atualizados de scripts e sua integração com outras mídias; trata da produção de notícias e da produção esportiva (externas). Trata das relações entre público e formatos, rádio não comercial, edição eletrônica, produção de programa gravado e ao vivo, e muito mais. 

segunda-feira, 24 de junho de 2019

Gente de Expressão

Antônio Borba nasceu em 15 de novembro de 1939, em Varginha, no Sul de Minas. Filho de Antonio de Assis (Nico) e Laura Borba (Naia), pai de quatro filhos, Fabiana, Marcos, Thaís e Márcio (falecido). 

Carreira
Iniciou carreira artística na década de 1950, na rádio Clube de Varginha. Foi levadio para São Paulo pela dupla Cascatinha e Inhana (Francisco dos Santos-1919/1996 e Ana Eufrosina da Silva -1923/1981). A primeira chance foi no programa César de Alencar (1917/1990), na rádio Record, e acabou contratado por Walter Silva (1933/2009), o "Pica-Pau", para o programa "Toca do Disco". Foi crooner da Orquestra de Enrico Simonetti (1924/1978) e de Sílvio Mazzuca (1919/2003). Estes eram os mais célebres maestros da época. Foi crooner da Orquestra de Georges Henry (1919/2017), da TV Tupi de São Paulo, com quem trabalhou na TV Excelsior com o "Show Antártica no mundo do Som", e cantou no show de apresentação do cantor norte-americano Johnny Mathis (nascido no Texas/EUA, em 30 de setembro de 1935). 

LP
Sua estréia no disco foi em 1966, no ápice da Jovem Guarda, com as músicas "Sozinho" e "Linda Espanhola", pela RCA Víctor, que também o incluiu no álbum "Carnaval Jovem", disco de 1967 que reuniu os principais contratados da gravadora, como Os Incríveis, Vanusa, Waldirene, Nilton César, George Freedman (nascido em Berlim/Alemanha em 1940), e outros.

Troféu
Em 1968, Antônio Borba ganhou o "Troféu Chico Viola", com o disco mais vendido no ano, junto de Roberto Carlos, Erasmo, entre outros. Nesse ano, também participou da Bienal do Samba da TV Record.

Varginha x PenápolisEm 1969, cantou defendendo Varginha no "cidade contra cidade", disputa na TV Tupy, contra a cidade paulista de Penápolis.

FilmografiaParticipou de forma especial no filme "Perigo a Vista" , em 1969, estrelado por Agnaldo Rayol, também participaram Wanderléia, Erasmo Carlos, Jô Soares, Eduardo Araújo, David Cardozo, Ronald Golias (1929/2005) e outros. A trilha musical do maestro Júlio Medaglia.

ExcursõesExcursionou com o cantor Agostinho dos Santos (1932/1973), cantou ao lado de Juca Chaves, tocou com Hermeto Pascoal, e participou do "Encontro Show Samba no Chão", ao lado de Adoniran Barbosa (1910/1982) e Demônios da Garoa. Também excursionou com a orquestra do maestro argentino Carlos Piper.

DiscografiaAntônio Borba começou a carreira artística como cantor romântico. A partir de 1975, passou a dedicar-se à música sertaneja. Em 1978, lançou, pela gravadora Polyfar/Philips, o LP "Antônio Borba", no qual canta músicas como "Você Está Me Perdendo", "Quando Eu Menos Esperar", "Amor Verdadeiro", "Letra do Envelope", "Despertar com Você", entre outras.
Em 1982, gravou, pela Som Livre, o LP "Caboclo Decidido", no qual registrou vários clássicos da música sertaneja, como "Hoje Eu Não Posso Ir", "Do Lado que o Vento Vai", "Caboclo Decidido", "Minas Gerais", "Sonho de Caminhoneiro", "Felicidade de Caboclo", entre outros.
Em 1991, lançou, pela gravadora Master Record, um LP que contou com as participações especiais de Sílvio Brito e, do então jogador do Palmeiras e da Seleção Brasileira, Elzo, seu primo.

ApresentadorTeve Programa de Televisão na TV Cultura, de  Barretos. três músicas para a 25ª Festa do Peão Boiadeiro, de Barretos.
Canto da Terra
Fez parte do projeto "Canto da Terra", ao lado de Téo Azevedo, Deivi Rose, Adalberto Tafuri levado na década de 1980 pela Secretaria de Cultura de São Paulo a várias cidades paulistas..

Programas de tv, 
Apresentou/cantou nos programas apresentados por Fausto, Silva, Gugu Liberato, Rolando Boldrin, Sílvio Brito, Lima Duarte, Flávio Cavalcanti (1923/1986), Chacrinha (1917/1988), Inezita Barroso (1925/2015), Hebe Camargo (1929/2012) e e outros., 

Atualmente, é editor do blog cantorantonioborba.blogspot.comtrabalha no projeto "Brasil Café na TV" e continua fazendo shows. 

Literatura

"Produção de rádio"


De autoria de Robert Mcleish, o livro é um amplo e minucioso manual sobre como fazer rádio. Vai da descrição das características próprias do meio aos diversos formatos e tipos de programas, passando pela produção de comerciais e por processos, de avaliação dos trabalhos radiofônicos. O livro contém uma análise atualizada da força e das fraquezas do rádio e de como o domínio desses fatores pode ajudar em critérios de seleção e produção de programas.

Gente de Expressão

Paulo Barbosa (Paulo Sérgio Barbosa) nasceu em Cachoeiro de Itapemirim, no Sul do Espírito Santo, em 06 de abril de 1969. Filho de Manoel Gomes da Silva e Maria Barbosa da Conceição (ambos falecidos). Casado com Marcela Magalhães Barbosa (natural de Tombos), pai de três filhos (Edson Junior da Silva Barbosa, Mário Sérgio Paula Barbosa e Gentil Alves de Souza Neto)

Carreira no futebol
Foi centro-avante nas divisões de base do time do Estrela do Norte, de Cachoeiro de Itapemirim, e que segunda sua contagem, chegou a marcar 57 gols numa mesma temporada.
Admirador de Romário quando jogava, Telê Santana (1931/2006) e torcedor do Vasco da Gama, Estrela do Norte e Tombense.

Carreira na comunicação
Iniciou carreira de radialista (repórter) em 1987, na sua terra natal, na rádio Cachoeiro AM 1210 Khz, ao lado do narrador capixaba, Luiz Carlos Santana. Ainda em Cachoeiro, trabalhou na rádio Diocesana. Em Minas, trabalhou na rádio Educativa, de Faria Lemos. Desde 2009 Paulo Barbosa com a equipe "bola cheia" transmite os jogos do Tombense pelas rádios Integração, de Tombos e Mais FM, de Carangola. A equipe "Bola Cheia" conta também com Fábio Rocha (comentarista), Carlos Bianchine (plantonista) e Luiz Amaral e Hércules Freitas (repórteres).

Literatura

 "Eldorado, a Rádio Cidadã"
Depois de estudar música em Nova York, o jornalista João Lara Mesquita voltou ao Brasil para assumir a rádio Eldorado, de sua família, que dirigiu entre 1982 e 2003. É essa história, sobre a sua gestão, que João conta no livro o que se passou nos bastidores da Eldorado. Há capítulos engraçados, como o de seu encontro em um elevador com Adoniran Barbosa; capítulos hilários, como o do chá de cadeira para falar com um possível patrocinador; capítulos que mostram os bastidores das notícias, como o da entrevista com Pedro Collor de Mello e o do jantar na casa de Paulo Maluf; capítulos que mostram derrapadas, como o do anúncio antecipado da morte de Tancredo Neves; capítulos que falam sobre a cobertura do raly Paris-Dakar, do Prêmio Cara-de-Pau, da campanha pela despoluição do rio Tietê. E um capítulo emocionado, que põe um ponto final na história, quando a família Mesquita é substituída no Grupo Estado por uma administração profissional e João se despede dos companheiros que com ele faziam a rádio.

sábado, 22 de junho de 2019

Um nome que fez história na comunicação

Erci Ayala (Erci Aparecida Martinelli de Lima Ayala), nasceu em Tambaú-SP, em 10 de março de 1945. Era radialista, pedagoga, apresentadora de televisão (trabalhou nas principais emissorasde São Paulo), orientadora educacional e professora de psicologia social, atuando na recuperação de alcoólatras e toxicômanos. Foi deputada estadual pelo PMDB entre 1987 e 1991. Eleita para a Constituinte com 37.176 votos, concentrados na sua maioria em sua cidade natal, priorizou sua atuação política na luta pela prevenção e recuperação do consumo de álcool e drogas e também contra a caça. Participou como efetiva das comissões do Poder Executivo e de Sistematização e como suplente das comissões de Administração Pública e da Ordem Econômica e Social. Autora do livro "Por Favor Conte uma Historia".Erci Ayala morreu no hospital Duprat, em São Paulo-SP, aos 55 anos, em 15 de junho de 2000. O corpo foi velado no salão nobre da ALESP (Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo) e sepultado em 16/06, no cemitério municipal de Tambaú.

Literatura

"O Meu melhor - 100 crônicas de incentivos"
Uma das mais bem sucedidas escritoras brasileiras, Martha Medeiros completa 25 anos escrevendo crônicas semanalmente – publicadas por jornais em todo o país. Fazer sucesso neste tipo de escrita é algo raro no Brasil. Mas Martha tem o dom de encantar e instigar; de questionar e inspirar. Tem milhares de leitores fieis que a tratam como uma amiga, uma pessoa da família. O poder da crônica é justamente oferecer um papo onde quem lê se sente íntimo de quem escreve. 

Para celebrar este aniversário, ela selecionou as 100 crônicas de maior sucesso em toda a sua carreira. A maioria das colunas é sobre relacionamentos – amorosos e consigo mesmo. Alguns desses textos viralizaram na internet – como “Uma oração para os novos tempos”, escrito em 2013 e que ganhou as redes em 2018. Há textos que foram equivocadamente atribuídos a outros escritores, outros costumam ser citados em palestras e muitos fizeram diferença na vida de pessoas. Entre eles estão: “O mulherão”, “A melhor versão de nós mesmos” e “A morte devagar” – conhecida nos países latinos como “Muere lentamente” e nos países de língua inglesa como “Die slowly.

E há também alguns textos inéditos. No último, “A sério”, que encerra este livro, ela escreve: “Somos um grão de areia, daqui a alguns anos nem seremos mais lembrados, a não ser que tenhamos sido generosos, agradáveis e tivermos repartido nosso conhecimento.” Com certeza, Martha Medeiros será lembrada por muitas e muitas gerações.

Gente de Expressão

Léo Peixoto (Leonardo Ferreira Peixoto) nasceu em Juiz de Fora em 06 de julho de 1973. Filho de Geraldo Braz Peixoto (1932/2007) e Ivonete Xavier Ferreira. Casado com Sheila Pereira de Souza e pai do Peterson Chaiben Portes Peixoto. 

Carreira
Léo Peixoto é radialista (apresentador de rádio e tv), trabalhou na TV Tiradentes/SBT, TV Band Minas, TV Plural, TVE Juiz de Fora, Grupo Solar e RCW TV. Léo destaca Josino Aragão (1943/2007), César Romero, Mônica Mendes, Edgar Ribeiro (são incontáveis, estes os representarão) no elenco dos grandes nomes com os quais trabalhou.  
Atualmente dirige sua empresa própria de publicidade e eventos, a Designer Apresentações, apresenta o programa TV Personalidades na WEB TV e é editor do blog www.leopeixotoinforma.blogspot.com.

Literatura

"Suburbanas memórias"
Mais do que contar pequenas histórias, o livro do médico clínico e filósofo, Ivan Frias, transmite ao leitor os cheiros e as cores do subúrbio: a terra levantada, a poeira das ruas, as calçadas irregulares e a melancolia do tempo que passa. As personagens ganham vida, como no conto “Zé Padeiro”, que comunica sentimentos de injustiça e raiva reprimida no peito do protagonista, fazendo o leitor se colocar na sua pele; e até se confundir na barbárie de seu ato. A mesma identificação se passa no conto “Anormal”, quando nos vemos naquela sala de aula, torcendo pelos alunos, com igual sentimento de espanto pelo autoritarismo do professor, que ensina sem amor, apenas para cumprir o protocolo.

Ferrovia e suas curiosidades

Você sabe como foi criado a logo da RFFSA (Rede Ferroviária Federal S/A)?  
Foi através de um concurso público instituído em 1966, cujos trabalhos foram entregues no período de 31 de março a 15 de setembro de 1966.  
Quanto à premiação foram definidos os seguintes valores (em cruzeiros):  
01° lugar - Cr$ 300.000;   02° lugar - Cr$ 200.000;   
03° lugar - 100.000.  
Dos 334 trabalhos apresentados, quantidade considerada surpreendente, foram selecionadas 10 propostas visando definição do vencedor. A vencedora do concurso a então estudante Leiko Hama, aluna do primeiro ano de arquitetura da Faculdade de Arquitetura Mackenzie/ São Paulo, O segundo lugar foi conquistado por Joaquim Redig, aluno da Escola Superior de Desenho Industrial da Guanabara, e o terceiro coube ao aluno Artur Carlos Messina, também da Faculdade Mackenzie.  
Segundo seu memorial Descritivo, o trabalho partiu de um elemento comum e predominante no tráfego ferroviário, ou seja, a figuração de um A.M.V. (desvio) definindo uma variante, constituindo-se num visual dos mais recorrentes nas vias férreas, além de transmitir noções de desejável dinamismo à primeira vista.

quinta-feira, 20 de junho de 2019

Literatura

"A Trajetória do Poder : De Cesário Alvim a Aécio Neves"

O leitor encontrará neste livro uma história completa sobre governantes mineiros durante toda a República, desde 1889 até a história recente. Por isto mesmo, a obra de Milton Reis (1929/2016) veio preencher um vazio enorme na bibliografia mineira e serve como referência permanente e utilíssima a alunos, professores e jornalistas, de consulta política e histórica.


terça-feira, 18 de junho de 2019

Gente de Expressão

Tony José (Antonino José Gonçalves Correia), nasceu em Curvelo, na região Central de Minas, em 30 de junho de 1949. Filho de Raimundo Corrêa da Silva e Leonora Gonçalves Corrêa (ambos falecidos). Viúvo, pai de três filhos: Marcelo, Regina e Leandro.        

Carreira     

Tony José, "o gigante da notícia" trabalhou no interior de Minas, nas rádios Clube (Curvelo), Portal (Corinto), Princesa (Lagoa Formosa) e Sucesso (Divinópolis), e em Belo Horizonte, nas rádios Jornal de Minas (atual rádio América), Atalaia, Inconfidência e Itatiaia e na TV Horizonte.         

No auge da carreira, na rádio Inconfidência, cobriu a Copa do Mundo de 1986, no México. E na "gigante do ar", trabalhou ao lado de Jairo Anatólio Lima (1928/2009), Alair Rodrigues (1937/2012), Waldir de Castro (1934/2016), Luiz Otávio de Melo Pena, Luiz Chaves, Mário Savaget, Marcos Russo, Cardoso Neto, Jota Moreira e tantos outros.          


Hoje, aposentado, Tony José vive em Piúma, no litoral do Espírito Santo.

Literatura

"Dona Beja - A Feiticeira do Araxá"
ANNA JACINTHA DE SÃO JOSÉ, a DONA BEJA, nasceu no ano de 1800, sendo filha de MARIA BERNARDO DOS SANTOS e de pai desconhecido, na zona rural, no lugar denominado de "Grotas de Pains", no município de FORMIGA, no centro-oeste de Minas, sendo registrada e batizada na cidade de FORMIGA, conforme atestam os documentos de batistério da época. 

MUDANÇA PARA ARAXÁ            
Quando contava com apenas 05 anos de idade, em 1805, por motivos ignorados pelos historiadores, sua mãe, MARIA BERNARDO, muda-se para uma cidade na região do SERTÃO DA FARINHA PODRE, precisamente para a cidade de ARAXÁ, levando consigo a pequena ANNA JACINTHA. 

A VIDA EM ARAXÁ            
Em ARAXÁ, ambas se instalaram e residiram, durante muitos anos, num casarão que se localizava bem perto da Igreja Matriz. Aqui a menina cresce e se desenvolve, passando toda a sua infância e adolescência.  

EXTREMA BELEZA            
DONA BEJA, em plena puberdade, com apenas 15 anos de idade, adolescente ainda, já era possuidora de uma enorme e extrema beleza, a qual chamava a atenção de todos. Naqueles idos tempos, os fedelhos que a "namoricavam" disputavam-na, a tapa, para ver com quem ela ficaria.  

RAPTADA E VIOLENTADA            
A história registra que, certa tarde, no ano de 1815, encontrava-se em ARAXÁ o Ouvidor Geral da Comarca, de nome DR. JOAQUIM INÁCIO SILVEIRA, quando o mesmo a viu passar, a cavalo, e ficou fascinado e impressionado pelos encantos e pela beleza daquela jovem que ele avistara. Apesar de ela ter apenas 15 anos de idade, DONA BEJA já era uma mulher feita, possuindo um formoso corpo de mulher e um lindo rosto. Fascinado e enlouquecido, contando com a participação de seus empregados, DOM JOAQUIM a raptou, levando-a para sua residência, onde, nesta mesma noite, ela foi violentada.  

PROTESTOS E RECLAMAÇÕES             
Ao tomar conhecimento de tal tragédia, sua mãe, MARIA BERNARDO, foi reclamar com as autoridades locais, mas, como aqueles acontecimentos, naqueles tempos, eram até corriqueiros e normais, principalmente quando fosse cometido por alguém da nobreza e o agredido fosse de origem mais humilde, tudo ficava na mesma. Então, aconselhada pelas autoridades locais, sua mãe ficou sabendo que o GOVERNADOR DE GOIÁS era inimigo número 1 de JOAQUIM INÁCIO, e fez a sua queixa para ele. E para castigá-lo, ele assinou um decreto desmembrando os territórios de DESEMBOQUE e ARAXÁ, que pertenciam a GOIÁS, mas que, a partir daquele decreto, passavam a pertencer a MINAS GERAIS, e assim foi realizada a mudança, para a alegria de todos os moradores desta região. Esta foi a participação, mesmo indireta, que teve DONA BEJA na anexação, em Minas Gerais, dos julgados municípios do DESEMBOQUE E ARAXÁ, que antes pertenciam a GOIÁS. 

MUDANÇA DE ARAXÁ E FALECIMENTO             
Passados alguns anos, DONA BEJA transfere a sua residência para o local denominado de VILA DA BAGAGEM, que depois passou a se chamar ESTRELA DO SUL. Neste município, viveu por muitos anos, lá ficando até seus últimos dias de vida, vindo a falecer no ano de 1874, aos 74 anos de idade.

Um nome que fez história na comunicação

Siloé Araújo (Siloé de Araújo Estrela), nasceu em  Ipameri, estado de Goiás, em 03 de janeiro de 1955. Filho de João Paulo de Araújo (1912/1995) e Galiana Estrela de Araújo (1921//2008). Pai de Rodrigo Ramos Estrela (Representante comercial), Adriano Ramos Estrela (Fotógrafo) e de Daniela Ramos Estrela (Fotógrafa), do casamento com Diana, e de Marcella Lamounier Reis de Araújo (Administradora e contadora) e Raphaella Lamounier Reis de Araújo (Engenheira civil e corretora de transações imobiliárias), do casamento com Maria Aparecida Reis.

Carreira
Radialista, locutor esportivo, iniciou carreira na rádio Xavantes de Ipameri, em 1977. Em 1986, mudou-se para a cidade mineira de Araxá, na região do Alto Paranaíba. Em Minas, passou a trabalhar na rádio Cidade de Araxá, como locutor esportivo, transmitindo jogos do Araxá Esporte Clube. trabalhou também nas rádios Imbiara e Sucesso (Araxá) e Princesa, de Lagoa Formosa, com base em Patos de Minas.

Torcedor do Atlético Mineiro e do Araxá Esporte Clube, galo e ganso, Siloé Araújo conseguia, através de suas locuções, transmitir ao ouvinte, fortes emoções que aconteciam durante uma partida de futebol. Dono de uma voz inconfundível e emocionante, também trabalhou como locutor de rodeio na Expo-Araxá e Expo-Coro.

Em 1998, trabalhou na campanha do então candidato a prefeito de Araxá, Olavo Drumond, que após a eleição, o nomeou secretário de Turismo do município. Além de radialista, era cerimonialista e promotor de eventos.  

Siloé Araújo morreu na Santa Casa de Araxá, aos 61 anos, em 02 de janeiro de 2017. Seu corpo foi sepultado no cemitério São João Batista, em Araxá, em 03 de janeiro.   

Literatura

"O Colecionador de Histórias - Uma viagem pelo mundo dos projetos e empreendedores"
Este livro apresenta uma deliciosa coleção de histórias de pessoas, do Brasil e da Europa. Gente idealista, sonhadora e empreendedora, que cultiva sonhos como se fossem plantas e as rega todos os dias com o suor de seu trabalho, para que possam florescer e ter sua colheita repartida com todos. Uma coleção de histórias selecionadas a dedo pelo jornalista Luis Humberto França, mineiro de Araxá, com o objetivo de fazer o leitor se inspirar e também deixar sua marca solidária no espaço onde vivem e convivem. Que essas histórias possam gerar outras, ainda mais belas e ainda mais transformadoras.

segunda-feira, 17 de junho de 2019

Gente de Expressão

José Cunha (José Rodrigues da Cunha) nasceu em Pedra do Anta*, então distrito de Teixeiras, em 16 de setembro de 1940. Filho de José Rodrigues da Cunha e Ana Guerra Cunha. Radialista (Locutor esportivo), escritor e compositor, iniciou carreira aos 14 anos de idade, na rádio Sociedade de Ponte Nova. Trabalhou nas rádios Itatiaia (Belo Horizonte), Bandeirantes (São Paulo), Nacional, Tupi e Tamoio (Rio de Janeiro), SBT, TV Educativa e TV Tupi (Rio de Janeiro). De volta a Ponte Nova, trabalhou na rádio Montanhesa, TV Educar e revista Guarapiranga News..

Escritor
- A Rádio, a TV e o Futebol no meu tempo (1998),
- Os maiores nomes da Rádio e da TV no Século XX.

História - Pedra do Anta
Em 1829 surgiu o povoado de Anta, que fazia parte do município de Mariana. Posteriormente o povoado passou a pertencer a Ponte Nova. Em 1843 foi elevado a categoria de distrito, com o nome de São Sebastião de Pedra do Anta, pertencendo politicamente ao município de Viçosa.  Permaneceu como distrito de Viçosa até 1938, quando passou a pertencer ao município de Teixeiras, desmembrado de Viçosa.  A Lei nº 2.764 de 30 de dezembro de 1962, elevou o distrito a município, com o nome de Pedra do Anta, com sua emancipação política e administrativa.