terça-feira, 21 de janeiro de 2020

domingo, 19 de janeiro de 2020

Literatura

"Correspondentes: Histórias, desafios e aventuras de jornalistas brasileiros pelo mundo"

A obra que reúne mais de cem histórias de jornalistas que foram ou são correspondentes internacionais do grupo Globo. O livro, escrito entre a razão e a emoção, é composto por vinte autores que misturam fato e memória. Caco Barcellos, César Tralli, Edney Silvestre, Ernesto Paglia, Ilze Scamparini, Jorge Pontual, Lucas Mendes, Luís Fernando Silva Pinto, Marcos Losekann, Marcos Uchoa, Pedro Bial, Renato Machado, Ricardo Pereira, Roberto Feith, Roberto Kovalick, Rodrigo Alvarez, Sandra Passarinho, Sérgio Motta Mello, Silio Boccanera e Sônia Bridi compartilham as experiências mais marcantes da carreira, em 49 países. São relatos inéditos, que levam o leitor a viajar no tempo e no espaço, percorrendo mais de quarenta anos de jornalismo da Globo no exterior.

Gente de Expressão

Literatura

"Barbacena, ontem e hoje"

A obra, de autoria de Ângelo Oswaldo Araújo Santos e Doorgal Gustavo Borges Andrada, colaboração de Idinando Borges e Jorge Arnaldo Nascimento e fotografias de Cyro Soares, Paulo Lima, Wagner Rocha de Oliveira e Victor Valério, apresenta um completo registro fotográfico, comparando imagens antigas com atuais, e traz texto inédito de apresentação.

Consta na publicação uma completa cronologia histórica sobre a cidade, elementos que elegem o livro como uma das mais completas referências bibliográficas sobre Barbacena na atualidade. Informações sistematizadas para o conhecimento de todos os moradores do município, e fundamental material para a divulgação de Barbacena no cenário nacional.



Gente de Expressão

Literatura

"Lafayette - Um Jurista do Brasil"

A obra, dividida em duas partes, traz a biografia do Conselheiro Lafayette Rodrigues Pereira (1834-1937).

O livro foi idealizado pelo deputado Lafayette Andrada, descendente do jurista, é fruto de pesquisas e observações das professoras Maria Auxiliadora de Faria e Lígia Maria Leite Pereira, biógrafas e professoras da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

A obra traz, na segunda parte, uma análise crítica da obra jurídica do biografado, intitulada Lafayette Homo juridicus pelo professor de direito da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Paulo Roberto de Gouvêa Medina.

O livro traz fotos históricas, de família e de documentos de Lafayette e a reprodução integral do Vindiciae, texto de Lafayette publicado no Jornal do Commércio em que ele rebate Sylvio Romero na crítica que este escrevera sobre a obra de Machado de Assis.

Biografado
Lafayette Rodrigues Pereira nasceu em 28 de março de 1834, em Queluz, hoje município de Conselheiro Lafaiete, na região Central de Minas. Foi advogado, jornalista, jurista, orador, político, diplomata e conselheiro de Estado. Conselheiro Lafayette morreu no Rio de Janeiro, aos 82 anos, em 29 de janeiro de 1917.

Gente de Expressão

sábado, 18 de janeiro de 2020

Literatura

"Um País Sem Excelências e Mordomias"

Ler este livro é algo obrigatório para todo deputado, senador, ministro, juiz, desembargador, governador, presidente, secretário, prefeito, vereador. E sobretudo para o eleitor. Para ele, é quase um guia de sobrevivência na selva da política brasileira. Claudia Wallin trata da Suécia mas é impossível não pensar no Brasil a cada parágrafo. Com cinismo, cólera, amargura. Ou com esperança. Porque não? Afinal, prova que existem políticos que desconhecem o tratamento de “Excelência”. Que não tem mordomias, não aumentam seu próprio salário, não tem gabinete próprio. Que usam transporte público e não estão na vida pública para fazer fortuna. E que respeitam – e muito o eleitor. Um sistema apoiado em três pilares: transparência, escolaridade e igualdade. Um dia, quem sabe, chegaremos lá. Ler e se envergonhar com estas páginas pode ser o começo.

Gente de Expressão

Literatura

"Julinho Botelho - Um herói brasileiro"

A obra retrata a história, a saga e o destemor de um homem que se consagrou no mundo do futebol com seu imenso talento e a sua fibra gigante, Julinho Botelho (1929-2003). Abriu um caminho, moldou um estilo e criou um novo jogador. Modernizou o futebol taticamente e tornou o ídolo, mais humano. Jogava por amor, no período de maior glória do futebol brasileiro. Atuando pelas equipes da Portuguesa de Desportos, do Palmeiras, da Fiorentina, da Seleção Paulista e da Seleção Brasileira, encantou e deslumbrou platéias do mundo inteiro, com seus dribles, gols e jogadas do mais alto requinte e categoria. Foi um mestre absoluto do futebol e um dos maiores jogadores do mundo em todos os tempos. Com esse livro, Julinho ressurge para o futebol e consequentemente para a eternidade e tem por todos os séculos vindouros a sua biografia retratada em livro.

sábado, 11 de janeiro de 2020

Artista popular

Totonho dos Teclados (Antonio das Graças Pereira) nasceu em Guarani em 1950. Filho Alcides Leopoldino Pereira e Ana Luíza Pereira (ambos falecidos). Músico (cantor e tecladista), com ênfase em MPB, Forró e sertanejo moderno, Totonho dos Teclados se apresenta em aniversários, batizados, casamentos, quermesses.

Literatura

"Jornais Centenários do Brasil"

A obra, de autoria de Hérica Lene, trata dos jornais longevos do Brasil, que atingiram ou ultrapassaram a marca temporal dos 100 anos, e como estão lidando com os desafios da convergência, quais estratégias de sobrevivência vêm lançando mão no atual contexto de crise do jornalismo e busca por novos modelos de negócio de produção da notícia. Toma-se como base a lista da Associação Nacional dos Jornais (ANJ) dos periódicos centenários em circulação no país. A pesquisa, iniciada em 2014 e considera a conjuntura desses impressos até o primeiro semestre de 2019. A metodologia foi pesquisa bibliográfica e entrevistas com os dirigentes dos jornais (diretores, editores ou chefes de redação). Teve como aportes teóricos abordagens sobre memória, história, tradição, jornalismo, temporalidade e convergência cultural e midiática.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

Nome que marcou época na comunicação

Hélcio do Carmo nasceu em Cristino Otoni, em 01º de junho de 1938. Filho de  Orlando do Carmo e Margarida Marques do Carmo. Casado com:Pai de cinco  filhos: Édson, Cláudio, Daniela, Hélcio Júnior e Kika. 
Carreira 
- Radialista (produtor, editor e repórter), iniciou carreira no rádio na década de 1980, na tradicional rádio Correio da Serra, de Barbacena, a convite do saudoso locutor Esportivo Silva Júnior (1954/2002). À partir de 1997, passou a conciliar seu trabalho na rádio Correio da Serra, com a rádio Itatiaia, de Ouro Preto, trabalhando com Antonio Carlos, Gilmar Caldeira e Luiz Carlos Silva. 

Na Correio da Serra além do Bola Dividida, sucesso de audiência nos anos 90, idealizou e apresentou o programas Terceiro Tempo e Arquibancada Show, levados ao ar pela antiga rádio Show FM, 93,3. 

Colaborou com transmissões esportivas nas rádios Educadora (Coronel Fabriciano), Caratinga, Divinópolis, Itabira e Acaiaca (Itabira).  
Hélcio do Carmo morreu em Barbacena, aos 74 anos, em 06 de outubro de 2012.

Literatura

 "Tormenta - O governo Bolsonaro: Crises, intrigas e segredos"
De autoria da jornalista Thaís Oyama, o livro é um retrato implacável do primeiro ano de Bolsonaro no poder. De uma das eleições presidenciais mais polarizadas da história republicana, sai vitorioso Jair Messias Bolsonaro, ex-capitão do Exército que chegou a defender publicamente a tortura, autor de não mais que dois projetos de lei aprovados ao longo de 27 anos de mandato como deputado e merecedor de apenas três dos 512 votos de seus pares na última vez que tentou se eleger presidente da Casa, em 2017.

A partir de um rigoroso trabalho de pesquisa e reportagem, a autora revela como opera o governo do 38º presidente da República, que forças se digladiam entre as paredes do Palácio do Planalto e de que forma as crenças e os temores, reais e imaginários, de Bolsonaro e de seus filhos influenciam os rumos do país. O livro traz detalhes surpreendentes sobre a crise interna de seu mandato, revelando segredos dos generais que o cercam no Palácio, intrigas que corroem o primeiro escalão do poder e bastidores que não chegaram ao conhecimento público. 

Mais do que mostrar as peculiaridades e a dinâmica do governo de Jair Bolsonaro ― e de nos situar no calendário dos atribulados primeiros 365 dias de sua gestão, a narrativa de Thaís Oyama ajuda o leitor a compreender o ano que passou e a vislumbrar o que nos aguarda.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2020

Copa São Paulo

Começou na última quinta-feira, 02/01, a 51ª edição da Copa São Paulo de futebol júnior. O Tupi de Juiz de Fora, vice campeão mineiro da categoria na temporada passada, vai pela primeira vez em sua história centenária, participar da competição. 

Participantes
Se para o Tupi será a primeira vez, para a Juiz de Fora, não. Quatro ex-atletas nascidos aqui já disputaram a competição: O ex-lateral Edvaldo disputou em 1995, pelo Cruzeiro, o ex-meia Anderson foi campeão com o América-MG, em 1996, o ex-zagueiro Léo Devanir, o Leonardo, disputou em 1998, pelo América-MG e o também ex-zagueiro Fernando Cedrola disputou em duas oportunidades (2006 e 2007), pelo Juventude, de Caxias do Sul. Em 2020, além do Tupi (único do interior do estado), participam América, Atlético e Cruzeiro. O time de Juiz de Fora estreia nesta sexta-feira, 03/01, às 15:15, contra o Bahia, no estádio Ítalo Mário Limongi (Gigante da Vila Industrial), em Indaiatuba, na região de Campinas.

Jogos do Tupi 
03/01 - sex 15:15 - EC BAHIA - BA x TUPI FC - MG 
06/01 - seg 13:00 - EC PRIMAVERA - SP x TUPI FC - MG 
09/01 - qui 13:00 - TUPI FC - MG x EC XV DE PIRACICABA - SP

História
O maior vencedor é o Corinthians, com 10 títulos, em 18 decisões, tendo vencido a 01ª edição, em 1969. O Fluminense vem a seguir com 05 títulos em 07 decisões. São Paulo em 11 decisões, Internacional em 05 e Flamengo em 04, vêem a seguir, com 04 títulos cada. 
O Flamengo não participa da edição 2020.
Palmeiras, Grêmio e Botafogo não possuem títulos na competição.

CONSIDERAÇÕES
Pode ser que outros atletas nascidos na cidade também tenham disputado a competição. 

Literatura

"Por que falhamos – o Brasil de 1992 a 2018"
Cristovam Buarque traz uma reflexão necessária e urgente sobre o período em que os governos de orientação progressista e democrática estiveram no poder, e que terminou com uma guinada conservadora no Brasil. 

Ao escrever na primeira pessoa do plural, o autor assume sua parcela de responsabilidade pelos acontecimentos que atravessaram um quarto de século e legaram um país sem coesão e sem rumo. Como intelectual e militante de esquerda, o autor aponta os erros mais graves desse ciclo histórico.

Com um texto contundente e direto, o autor aponta a frustração da expectativa de que, nesse tempo único na história brasileira, seriam concretizadas as transformações estruturais ansiadas pelo país. Na sua avaliação, a mancha da corrupção e a defesa dos interesses corporativistas ficaram como marcas incômodas desse período.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2020

São Silvestre

Literatura

"A História de Rolando Boldrin: Sr. Brasil"

Rolando Boldrin é uma figura emblemática da cultura popular brasileira. Saído do interiorzão de São Paulo, virou ator de filmes premiados e de novelas acompanhadas no país inteiro e até no exterior, tornou-se compositor, cantor, apresentador e, claro, grande contador de causos. Esta obra, carinhosamente escrita por dois colegas de tv, Willian Corrêa e Ricardo Taira, conta a história da vida intensa e cheia de surpresas de Rolando Boldrin. Pleno de emoção, este livro é a biografia definitiva de um dos maiores artistas deste nosso Brasil.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2019

Cultura inútil...

Existem várias versões e opções:

A mais provável é quarta-feira


X = HOJE
X – 1 = ONTEM (“- 1” Porque hoje (x)  menos um dia é ontem)
X + 1 IGUAL AMANHA (“+ 1″ Porque hoje (x) mais um dia é amanhã)
”Se ontem fosse amanhã”  – está como uma suposição, vamos mudar para uma afirmação > “Ontem é  amanhã”
Logo X – 1 passa a ser X + 1 (Ou seja, ontem agora  tem o valor de amanha ” x+1 ” )
Enfim, ONTEM PASSA Á SER X + 1
Se ontem é X+1, hoje é X +  2
Então temos: SEXTA = X + 2
”hoje seria sexta-feira”, basta voltar dois dias para descobrir o dia que ele falou isso:
x + 2 = Sexta
x + 1 = Quinta
x = Quarta-feira
Então o bêbado disse isso na quarta-feira.

Literatura

"História de contar o Brasil: Um carroção de causos de Rolando Boldrin"

O livro reúne 98 histórias que retratam o universo da tradição oral da cultura do interior do país. O livro pretende trazer toda uma gama de personagens comuns nas cidadezinhas pequenas e na área rural - os desocupados, o moleque, os jogadores de truco, o político, o delegado, o coronel, os compadres, a mocinhas, o unha de fome e vários outros. Alguns causos falam de assombração, de mentirinhas, da "mardita" cachaça e também de um cavalo falante.


Ainda é Natal

Feliz Natal
O estado de Mato Grosso tem cidade de "Feliz Natal". A cidade brasileira em que o espírito natalino não se resume ao último mês do ano está localizada a cerca de 530 km da capital do estado, Cuiabá. O município mato-grossense de Feliz Natal, que tem 13 mil habitantes, conseguiu a emancipação em 1995.

Recebeu este nome após empresários do ramo madeireiro de Sinop enfrentarem dificuldades em voltar de uma expedição pela floresta ao se deparar com um riacho transbordando, no entardecer de 23 de dezembro de 1978.  Impossibilitados de seguir em frente, os empresários pararam perto do riacho para esperar a situação melhorar. No decorrer daquela noite, eles enfrentaram uma forte chuva, o que aumentou o nível do riacho e danificou a estrada.  Com saudades dos familiares e sem ter como retornar para casa, no dia 24 de dezembro os empresários decidiram cumprimentar uns aos outros com a saudação de feliz Natal. 

Alguns anos após o ocorrido, uma comunidade se desenvolveu no entorno do riacho e, em homenagem aos transtornos sofridos por aqueles empresários, foi chamada de Feliz Natal.Com o crescimento e desenvolvimento, a comunidade foi fundada em 12 de agosto de 1989 e emancipada em 17 de novembro de 1995, virou o município de Feliz Natal.

Literatura

"Artistas negros da música popular e do rádio!

Em seu novo livro, Thais Matarazzo resgata as memórias dos cantores negros da música popular, do carnaval de rua e do rádio, esquecidos na poeira do tempo. Enriquece, com esta obra, a memória da música popular brasileira. A autora, com um toque de leveza e originalidade no seu texto, traz a luz interessantes momentos das trajetórias artísticas de Henricão, Vassourinha, Risadinha e Chocolate. Todos nascidos em São Paulo e que ganharam o Brasil através das ondas mágicas do rádio. O livro também contempla as figuras pioneiras do carnaval e do samba da Pauliceia: Dionízio Barbosa, Dª. Sinhá, Argentino Celso Wanderley e Elpídio de Faria. Todos membros de pequenas associações carnavalescas surgidas entre as décadas de 1910 a 1930. Com destaque para o Grupo Carnavalesco Barra Funda, mais conhecido como "Camisa Verde", que completa seu centenário em 2014. São, sem qualquer discussão, figuras das mais impressionantes da música popular brasileira em todos os tempos. São personalidades, como outros tantos que, com sacrifício e heroísmo, lutaram por incrementar a nossa exaltada canção popular. Esses cantores/compositores deixaram significativo acervo a ser resgatado, que necessita de valorização e preservação, para que a memória possa ter papel importante de destaque na literatura e outros estudos, para informação e conhecimento das futuras gerações. O prefácio é assinado pelo radialista e jornalista Jorge Luiz, Rádio Globo - Rio de Janeiro. Participações especiais do pesquisador musical e blogueiro Luiz Amorim e de Marcello Laranja, presidente do Clube do Choro de Santos.

sábado, 21 de dezembro de 2019

Catar 2020

E o Flamengo continua sem MUNDIAL!

E 1981? Foi apenas um jogo de verão no rigoroso inverno do Japão.  Foi torneio? Não. Para ser torneio, precisa ter três o mais participantes.

As novas gerações, os nascidos de 1977, 1978 para cá foram enganados, ludibriados com a frase: "Flamengo é campeão mundial de clubes". Quem não ouvia a frase após uma vitória do Flamengo contra qualquer adversário: 'Estamos rumo a Tóquio".

Só inverdades, porque esse título, patrocinado por uma montadora de automóveis do Japão era uma taça interclubes, disputada pelo vencedor da América do Sul e da Europa. Não podemos omitir que os dois representantes da Argentina na competição foram com times alternativos no rescaldo de um pais devassado pela Guerra das Malvinas, ocorrida em 1980. Além do vexame do Serra Dourada. E o Cobreloa? Sumiu. Ninguém mais viu.

Com esse orçamento (de fonte duvidosa), que representa metade do orçamento do Liverpool, o Flamengo, devo reconhecer, mesmo não sendo essa brantemp que vendiam, superou metas, extrapolou patamares. Mas não podemos esquecer que estamos no Brasil, um país atrasado, com um abismo gigantesco entre pobres ricos. Uma população equivalente a cidade de São Paulo, desempregada. Uma população superior a da cidade de Santos Dumont (50 mil), que morre, vítima do trânsito.

As conquistas do Flamengo em terras tupiniquin não são só por sua decantada  "reorganização financeira", e sim pela mediocridade, falta de gestão, transparência, seriedade e honestidade de de seus adversários. Adjetivos nos quais incluo o clube do qual sou simpatizante, o Fluminense. As denúncias dos bastidores do Internacional e do Cruzeiro, dois gigantes do futebol nacional,  corroboram com as teses aqui citadas e defendidas.

O apoio maciço da grande mídia ao Flamengo (apoio dado em função do seu grande número de torcedor/consumidor) não pode ofuscaras mazelas por aqui existentes. Aqui não é Alemanha com dois clubes (Bayer e Borrússia), Espanha (Real Madrid e Barcelona), França (PSG e mais um, se achar). Aqui é um país de dimensões continentais que não se remete a Rio e São Paulo.

O Paraná, com as conquistas do Atlético está entrando no mapa do futebol. Belo Horizonte (mesmo com esse vexame do Cruzeiro) e Porto Alegre, já fazem parte. Goiás em 2020 terádois representantes.  Salvador, Recife, Fortaleza, Belém não podem ficar forad a Série A do futebol Brasileiro. E com 20 participantes, ficam. Há!Mas na Itália são 20, na Espanha 18. Sim, mas esses países cabem dentro de Minas Gerais e ainda sobra espaço. Aqui é outra cultura, outro mundo.

Literatura

"Eu sou Ricardo Boechat"
O livro traz relatos exclusivos, divertidos, às vezes comoventes não só dos autores, os jornalistas Eduardo Barão e Pablo Fernandez, mas também de dezenas de pessoas que conviveram por anos com o lendário âncora da Band e BandNews FM, o jornalista Ricardo Boechat (1952/2019). 

A obra tem prefácio de Veruska Seibel, viúva com quem o jornalista teve duas filhas. A mãe de Boechat, dona Mercedes, também participa com um texto.




terça-feira, 17 de dezembro de 2019

Tupi (Juiz de Fora)

Alex Nascif (Alexsander Nascif de Barros), nasceu em Juiz de Fora em 04 de setembro de 1987, e completou em 2019 seu 10º clube profissional na carreira, entre as funções de analista de desempenho e auxiliar técnico. No primeiro semestre, pelo América de Natal,  Alex foi o auxiliar técnico de Moacir Júnior (que em 2020 vai dirigir a Portuguesa de Desportos) onde, juntos, conquistaram o título Potiguar sobre o ABC, após quatro anos na fila.

Clubes
Tupi (MG), Nacional (MG), Ferroviária (SP), Tombense (MG), Ipatinga (MG), América (MG), Tupynambás (MG), Cuiabá (MT), Paysandu (PA) e América (RN). 

Literatura

"Ética no Jornalismo"

O jornalismo é irmão siamês da ética e tem como objetivo servir à sociedade. Mas quem faz do jornalismo sua profissão nem sempre se depara com situações em que mocinhos e bandidos são fáceis de reconhecer. às vezes as nuances são mais sutis. Deve o fotógrafo capturar a imagem de uma criança morrendo ou ajudá-la? Qual é a relação possível com a fonte? Até onde ir para conseguir uma manchete? O repórter pode omitir sua identidade para conseguir uma boa informação?
Em ética no jornalismo, Rogério Christofoletti convida o leitor jornalista a se questionar o tempo todo, para que sua atividade não perca a razão de ser. De resto, no exercício cotidiano da cobertura dos fatos que interessam à sociedade, a conduta ética se confunde com a própria qualidade técnica do trabalho. O aprendizado de ética não se limita à sala de aula, mas este é um espaço privilegiado para a discussão do tema. Daí porque este livro ser essencial não apenas para jornalistas, como para estudantes e professores de comunicação.

Gente de Expressão

Literatura

"100 vezes Gauchão – a história centenária de uma paixão"

De autoria dos jornalistas Gustavo Manhago e Cléber Grabauska, com prefácio do ex-árbitro Leonardo Gaciba e produzida pela Editora AGE, a obra conta a história do campeonato gaúcho desde 1919 a 2019. Os grandes times, os craques, os técnicos e os momentos inesquecíveis da mais importante competição do Rio Grande Sul.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

"FANTASMA DO MINEIRÃO"

Da esquerda para a direita
Em pé: Treinador Geraldo Magela Tavares (1927/2015), Manoel, Mauro, Valter (in memoriam), Valdir (in memoriam), Murilo, Dário e o preparador físico Ítalo Paschoal Luiz (1927/2016).
Agachados: João Pires (1941/2013), Moacyr Toledo (1932/2019), Joel, França (in memoriam) e Eurico (in memoriam).
CONSIDERAÇÕES
Tive o privilégio de ser amigo do Magela, João Pires e Toledinho. Com o Magela trabalhei no rádio, ele comentarista, e eu repórter. João Pires, quando presidente e conselheiro do Tupi, sempre rendia uma boa entrevista. Toledinho trabalhando nos estádios de Santa Terezinha e no Municipal. Além de ser amigo de seu filho, o ex-preparador físico do Tupi, Paulo Henrique Toledo. Com Murilo, apesar de não ser um a relação próxima (sou amigo de seu genro, o ex-lateral Edvaldo Alves Vidal), já fiz com ele uma proveitosa matéria. Do professor Ítalo, tenho o privilégio de ser amigo de seu filho, o repórter cinematográfico, Ítalo Cigani Luiz.

Dos 11 titulares, apenas 05 estão vivos:
Manoel, Murilo, Mauro, Dário e Joel

O "dono" da bola
Nas fotos da época, Toledinho, sempre de posse da bola.

Literatura

"Exu - Três séculos de histórias"

De autoria da professora e escritora Thereza Oldam de Alencar, a obra retrata história da cidade de Exu, no interior Pernambucano, desde o nascimento da aldeia Brejo do Exu até os dias atuais. Da cidade natal do Rei do Baião (1912/ ), passando pelo Barão de Exu (1822/1889), antepassado da autora e da heroína Bárbara de Alencar, esta avó do romancista José de Alencar ( ).

A região foi ocupada por fazendas de gado no início do século XVIII, tendo à frente Leonel de Alencar Rego e posteriormente seu filho Joaquim Pereira de Alencar. Após a ocupação, missões jesuíticas viveram na região, onde construíram a capela de Bom Jesus dos Aflitos.

Em 1734, foi criada a freguesia do Senhor Bom Jesus dos Aflitos de Exu. O município foi instalado em 07 de junho de 1885, passando a autônomo em 9 de julho de 1893, em face a lei n. 52, de 03 de agosto de 1892. O primeiro prefeito foi Manoel da Silva Parente. O município teve sua denominação de Novo Exu em 1907 e pelo decreto-lei estadual n 235, de 09 de dezembro de 1938, o município de Novo Exu passou a denominar-se Exu.

O Rei do Baião

Luiz Gonzaga do Nascimento, o Gonzagão, nasceu em Exu*, no noroeste de Pernambuco, em 13 de dezembro de 1912.

Curiosidades
*Nasceu numa sexta-feira, dia 13 de dezembro de 1912, numa casa de barro batido na Fazenda Caiçara povoado do Araripe, a 12 km da área urbana do município de Exu, extremo noroeste do estado de Pernambuco, cidade localizada a 610 km de Recife. Foi o segundo filho de Ana Batista de Jesus Gonzaga do Nascimento, conhecida na região por ‘Mãe Santana’, e oitavo de Januário José dos Santos do Nascimento. O padre José Fernandes de Medeiros o batizou na matriz de Bom Jesus dos Aflitos, em  Exu em 05 de janeiro de 1920.  Seu nome, Luiz, foi escolhido por ser 13 de dezembro o dia de Santa Luzia, Gonzaga foi sugerido pelo vigário que o batizou, e Nascimento coincidiu por ser dezembro, mês em que o cristianismo celebra o nascimento de Jesus.

Juiz de Fora
Serviu o Exército no antigo RO (Regimento de Obuses) em Juiz de Fora. José Domingos de Morais (1942/2013) era conhecido como Neném do Acordeon e teve seu nome artístico mudado para Dominguinhos, por sugestão de Luiz Gonzaga, aproveitando o segundo nome e numa forma de homenagear o sargento Domingos, que havia ensinado Luiz Gonzaga tocar sanfona no RO. Na sua passagem por Juiz de Fora, firmou parceria com o radialista Romeu Rainho (1929/2017), que o acompanhou por todo país, realizando shows e eventos.

Sucessos
Asa Branca (1947), Seridó (1949), Juazeiro (1948), Forró de Mané Vito (1950) e Baião de Dois (1950).

Luiz Gonzaga morreu no Recife, aos 76 anos, em 02 de agosto de 1989.

Literatura

“Igreja de São João Batista do Araripe, Exu-PE – Sesquicentenário (1868/2018)”

A história de fé da Igreja de São João do Araripe, no município de Exu, no Sertão pernambucano, é contada pela primeira vez em livro, de Thereza Oldam de Alencar. A obra, remonta a trajetória do Barão de Exu, bisavô da autora, que construiu a igreja como pagamento de uma promessa ao santo, e relembra as tradições e festejos até os dias atuais. Thereza escreveu o livro à mão, durante quatro anos de pesquisas e entrevistas.

Contada em 12 capítulos, a história começa com a chegada dos Alencar, vindos de Portugal, ainda no século XVII, e chega ao Barão de Exu, Gualter Martiniano de Alencar Araripe (1822/1889), nas fazendas Araripe e Caiçara. Com o “caos de dor” trazido pela epidemia de cólera no Crato, vizinho a Exu, entre 1862 e 1864, o Barão fez uma promessa a São João, para que a doença não se alastrasse por seu povo. Com a graça alcançada, o fazendeiro iniciou a construção da igreja, inaugurada na véspera do Dia de São João em 1868. Em seu testamento, deixou expresso que seus descendentes cuidassem da igreja.

A autora faz um passeio detalhados sobre esses 150 anos, misturando a história dos Alencar, dos Gonzaga, do município de Exu e do povoado do Araripe. Sua última parte, intitulada “Memorial Idílico do Araripe”, conta com depoimentos de 33 personalidades da região ou que têm uma relação de carinho com o lugar. Entre eles, o jornalista Francisco José e Dominique Dreyfus, biógrafa francesa de Luiz Gonzaga.

O livro tem prefácio escrito pelo advogado Dario Peixoto, filho de Thereza, e orelha da capa escrita pelo ator e humorista piauiense João Claudio Moreno. A contracapa tem autoria do marido da autora, Francisco Givaldo Peixoto de Carvalho, também escritor. E a orelha da contracapa, com perfil biográfico da autora, foi escrito pelo poeta e escritor cearense José Peixoto Júnior.  

A autora 
Thereza Oldam de Alencar é mestra em Educação Básica, formada pelo Colégio Santa Tereza de Jesus, no Crato (CE), e doutora em Letras pela Faculdade de Formação de Professores de Petrolina (PE).
Em 2011, publicou seu primeiro livro “Exu – Três séculos de história”. Condensou, ainda, em livros, memórias de seu pai, Antholiano Ayres Peixoto de Alencar, e de sua mãe, Maria Geralda de Alencar.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2019

Copa do Brasil

Inicialmente a Copa do Brasil foi disputada por 32 clubes, passou a 40 em 1996, o número foi crescendo até chegar em 69 no ano de 2000, vindo a se estabilizar em 64 após 2001, número que se manteve até 2012, disputada pelos 26 estados brasileiros e pelo Distrito Federal. A partir de 2013, passou a ser disputada por 86 equipes, seis delas já classificadas para as oitavas de final e desde 2017 é disputada por 91 equipes. 

Vagas 1
Participam 70 representantes das 27 unidades da federação, escolhidos através dos campeonatos estaduais e/ou de torneios regionais conforme distribuição de vagas para cada unidade da federação.

Vagas 2
19 fixas 
Campeão da Copa do Brasil do ano anterior, campeão, vice, segundo, terceiro, quarto, quinto e sexto colocados da Série A do ano anterior, campeão da Copa do Nordeste do ano anterior, campeão da Copa Verde, os dez classificados através do Ranking da CBF.

Vagas 3
02 variáveis 
Sétimo colocado da Série A, campeão da Série B, campeão brasileiro da Taça Libertadores e campeão brasileiro da Copa Sul-Americana.

Literatura

"Topa Tudo Por Dinheiro: As Muitas Faces do Empresário Silvio Santos"

Mauricio Stycer põe de lado a mitificação e desvenda de forma franca uma figura fascinante, que não se resume a sorrisos largos e aviõezinhos de dinheiro jogados para a plateia. Silvio Santos não é apenas o apresentador de televisão mais popular que a cultura brasileira já conheceu. É também um talentoso empresário, tão sagaz na administração de seus muitos negócios quanto nas alianças políticas que soube costurar por toda a vida. Esse lado de sua trajetória, contudo, sempre ficou à sombra. Comunicador habilidoso, ele criou em torno de si uma mitologia que só fez crescer ao longo dos anos e que contribuiu para um dilema curioso: Silvio é uma das pessoas mais famosas do Brasil, mas ao mesmo tempo uma das menos conhecidas. Desde os primeiros textos publicados a seu respeito, ainda nos anos 1960, até os livros mais recentes, o tom predominante é laudatório, focado nos prodígios de sua personalidade excepcional. O lado menos edificante – as estratégias erráticas do empresário, a subserviência desde sempre ao poder, a relação umbilical com o regime militar, a alergia ao jornalismo independente – nunca foi examinado detidamente. É essa a proposta deste livro.  

segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

Clássico TU-TU

Clássico TU-TU, disputado em Juiz de Fora em 1945

Tupynambás - Chico, Chumbinho, Canhoto, Duda, Lessa, Jair, Nelo, Gastão, Zezé, Waltinho e Caquinho.
Tupi - Florentino, Pescoço, Vavá, Orlando, Tião, Neném, Wilson, Paulo, Garcia, Diógenes e Caturé.
Fonte: Depoimentos de Humberto Zaghetto e Geraldo Santana (1930/2011), na página 127, do livro: "Geraldo Santana - Sonho, música e realidade", (2012), de autoria do escritor Wanderley Luiz de Oliveira.

Literatura

“Fake News – A liberdade de expressão nas redes sociais na sociedade da informação
Campanhas de Desinformação, Deep Fake e Pós-verdade são alguns conceitos que ganharam força no Brasil nos últimos cinco anos. Todas essas nomenclaturas representam uma evolução do fenômenos das fake news, as famosas notícias falsas que são rapidamente disseminadas na internet. De acordo com laboratório de segurança da PSafe, só em 2018 foram mais de 4,4 milhões de casos de notícias falsas sendo compartilhadas.

E para esmiuçar esses conceitos e avaliar os fenômenos sociológicos que fazem dos brasileiros grandes fomentadores de notícias falsas, o advogado André Faustino, lança o livro, que é fruto de sua dissertação de mestrado e aponta as razões pelas quais as fake news se consolidaram na seara de conteúdos disponíveis na  internet. “Há um protagonismo do indivíduo que no contexto social é indiferente à verdade. Cada qual se apega ao apelo emocional.

domingo, 8 de dezembro de 2019

E o Cruzeiro CAIU...

CAIU pelos dirigentes que teve e tem. 
CAIU pelo time envelhecido que manteve (goleiro de 39 anos, zagueiro de 31 anos, meia de 34 anos e atacante de 36 anos. O jovem de Raniel de 23 anos, não serviu e foi cedido ao São Paulo). 
CAIU por se julgar acima do bem e do mal, no conselho técnico da Série A, achar que o rebaixamento de 4 (20%) não vai atingi-lo, e sim o CSA, CRB, Itapipoca ou cosa parecida. 
CAIU por olhar para o próprio umbigo e ignorar que um campeonato com 22 ou 24 times pode contemplar praças importantes como Belém, por exemplo. 
CAIU porque, no campeonato regional, que seus dirigentes menosprezam e denominam RURALITO, ser ajudado, sem pedir, pelos fracos apitadores. 
CAIU por ter as costas voltadas para o interior do estado e não trazer para cá, jogos importantes, numa forma de renovar a torcida e angariar novos torcedores. 
CAIU porque a exemplo de seu rival, não prestigia treinadores da terra. Nei Franco (de Vargem Alegre), Ricardo Drúbsky (de Belo Horizonte), Moacir Júnior (de Curvelo), Léo Conde (de Piau/Juiz de Fora), Wellington Fajardo (de Leopoldina/São João Nepomuceno), poderiam ser as opções. 
CAIU porque só apostou em medalhões de outras plagas, alguns já superados. E não me venham com o exemplo de Carlos Alberto Silva (1939/2017), porque esse, embora tenha nascido em Bom Jardim de Minas, se notabilizou no futebol paulista. E o rival quando se valia do mineiro Procópio Cardoso, era para se livrar de rebaixamento, jamais para buscar conquistas. E cá prá nós, em 38 rodadas obter 07 vitórias, nem o Ibis!



quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

Literatura

"Padre Bento, o Apostolo da Caridade"  

De autoria de Roberto Machado Carvalho, a obra retrata a vida admirável do padre Bento Dias Pacheco, rico fazendeiro de Itu, no interior paulista, que renunciou a todos os bens materiais, e consagrou-se voluntariamente aos serviços dos pobres leprosos.

Bento Dias Pacheco
Nasceu na Fazenda da Ponte, em Itu, em 17 de setembro de 1819. Filho de Inácio Dias Ferraz e de dona Ana Antônia Camargo. Optou pelo sacerdócio, ordenando-se padre em 1840, aos 21 anos. Em 1869 passou a dedicar-se integralmente aos portadores do mal de Hansen, e passou a morar na Chácara da Piedade, local em que eram segregados os portadores da hansenías.
Padre Bento morreu em Itu, aos 91 anos, em 06 de março de 1911.

terça-feira, 3 de dezembro de 2019

Um nome que marcou época na comunicação

Elvécio Santos (Elvécio Cláudio dos Santos), nasceu em Rio Novo-MG, em 03 de dezembro de 1935. Filho de Gabriel Augusto dos Santos e Adelaide Maria de Jesus. Foi casado com com Liamir Roth dos Santos, pai da jornalista e professora Mary Lúcia dos Santos e do engenheiro elétrico Cláudio José Santos.

Carreira
Radialista (repórter policial, radio-ator, redator e produtor), Elvécio, que era torcedor do Tupynambás e do Vasco da Gama, trabalhou na TV Industrial e nas rádios Industrial e PRB 3 (Juiz de Fora) e Metropolitana (Rio de Janeiro). Na PRB 3, produzia e apresentava o programa "Ronda Policial", no horário de 17:30 às 18 horas..
Elvécio Santos morreu em Juiz de Fora, aos 38 anos, em 24 de julho de 1974.

Obs: A morte se deu por "atropelamento", por um condutor inabilitado, quando saia da rádio, a PRB 3, na época localizada na rua Santo Antonio, centro de Juiz de Fora. Fato que teve grande repercussão na mídia local, em especial nos jornais "Diário da Manhã" e Diário da Tarde", que a exemplo da rádio, pertenciam aos "Diários Associados", de Assis Chateaubriand (1892/1968).

Literatura

"Padre Manuel da Nóbrega - Primeiro Apóstolo do Brasil"

O valoroso Padre Manuel da Nóbrega foi um verdadeiro modelo de pobreza, obediência e caridade. Esse grande missionário jesuíta desempenhou um papel decisivo na formação religiosa do Brasil.

Manuel da Nóbrega
Nasceu em Sanfins do Douro, Alijó, em 18 de outubro de 1517. Filho do desembargador Baltasar da Nóbrega, estudou nas Universidades de Salamanca, na Espanha e de Coimbra, em Portugal, bacharelando-se em direito canônico e filosofia em 1541. A convite do rei dom João III, embarcou na armada de Tomé de Sousa rumo ao Brasil, chegando à Bahia em 29 de março de 1549.
Padre Manoel da Nóbrega, morreu no Rio de Janeiro, aos 53 anos, em 18 de outubro de 1570.


Gente de Expressão

Edson Oliveira (Edson José de Oliveira), o Edinho Super Star, nasceu na cidade de Escada, na região Metropolitana do Recife, em 29 de maio de 1952. Filho do funileiro Gildo Batista de Oliveira (falecido em 1985) e da bordadeira Lúcia Maria de Jesus (falecida em 1990). Aos dois anos de idade a família mudou-se para Recife, onde viveu até os 26 anos. 

Família/filhos
Pai do  Luciano Jorge Soares de Castro Oliveira (formado em Administração e Ciência Contábeis), do casamento com Maria Esther Soares de Castro (hoje já falecida). Em 1987, da união com Ledalícia Moniz Sodré Pereira (filha do escritor baiano Hélio Moniz Sodré), nasce sua filha Juliana Moniz Sodré Pereira. Com advogada e professora Regina Sthela Pedroso Paschoa, nasceu Pedro Pedroso Paschoa de Oliveira, nascido em 1989.

Estudos
Edson Oliveira fez o curso primário no Instituo Ruy Barbosa em Nova Descoberta, dirigido pelos padres da Igreja Católica. Ingressou na Escola Técnica Federal de Pernambuco (ETFP), onde fez o curso Industrial Básico, o curso de Desenho de Móveis e Arquitetura e o curso de Telecomunicações. 

Rádio de Pernambuco
Aos 19 após o serviço militar ingressou no rádio como profissional, trabalho que já desempenhava desde criança com seu pai. Sua primeira emissora foi a rádio Tamandaré, em seguida se transferiu para rádio Clube de Pernambuco. Foi locutor comercial, apresentador, noticiarista e foi a primeiro Repórter Bandeira Dois, criando uma nova maneira de narração para reportagem policial.  Posteriormente, se transferiu para rádio Olinda, na grande Recife.

TV Globo Recife
Foi locutor de cabine, locutor de chamadas e apresentador do Globinho, Jornal Hoje, Globo Nordeste e o Jornalismo Eletrônico.

Rio de Janeiro
Em meados de 1978 se desligou da TV Globo Pernambuco e da rádio Olinda e mudou-se para o Rio de Janeiro. Trabalhou na rádio América (antiga Vera Cruz) onde recebeu o apelido de Edinho Superstar, Fluminense AM, Federal, Ipanema (Radiobrás), Tamoio, Manchete FM, Manchete AM, TV Manchete, Del Rey (mais tarde rádio Alvorada, hoje Paradiso), Antena 1 (com Eládio Sandoval e Romilson Luiz), Estácio FM, Tupi (onde foi noticiarista, substituindo Aluízio Pimentel. Apresentou Sentinelas da Tupi, o noticiário de hora cheia; e Grande Matutino Tupi com Alberto Cury), Panorama de Nilópolis FM e Tropical FM (São Gonçalo).  

Juiz de Fora
Chega a JF em 1989 e foi trabalhar nas rádios Solar AM e FM, trabalhou nas rádios Farol (hoje Itatiaia), Alvorada, Manchester, Panorama, 107, Tran FM e TV Panorama (locutor de chamadas).

Universidade
É formado Ciências Sociais (sociologia) na UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora), nas modalidades Licenciatura Plena e Bacharelado. 

Cantor
Usando o pseudônimo de Teddy Lee, gravou alguns CDs e fez sucesso com a marchinha de carnaval "Vou Afogar o Ganso". 

Atualmente, fora do rádio tradicional, Edson Oliveira continua residindo em Juiz de Fora, tem se dedicado a música, a pintura e a critica política, através das mídias sociais e do blog www.superstaredinho.blogspot.com

Literatura

"Padre Pio: O Santo do Terceiro Milênio"


Gente de Expressão

Gilberto Barros (Gilberto de Barros Filho) nasceu em Piracicaba-SP, em 03 de dezembro de 1958.  Filho de Gilberto de Barros e Amaysa Regitano e pai do Gilberto de Barros Neto.
Rádio
O apresentador começou a sua carreira na rádio Difusora de Lucélia, interior de São Paulo. Passou por Lins, onde cursou a Faculdade de Engenharia, enquanto trabalhava paralelamente na rádio Clube. Mais tarde, tornou-se apresentador da Globo São Paulo, trabalhando ao mesmo tempo em emissoras de rádio de Bauru (rádio Clube - do grupo Bandeirantes e a rádio Terra Branca - 710). Em 1987, mudou-se para São Paulo, onde foi contratado pela rádio Globo São Paulo, permanecendo até meados da anos 90. Inicialmente, fazia o horário das 15 às 18 horas, posteriormente, foi alçado ao horário nobre, das 05 às 08 horas.
TV
Apresentou na TV Globo o noticiário SPTV e os programas de entretenimento, Disque Record, Cidade Alerta, Leão Livre, Quarta Total e Domingo Show, na TV Record, Boa Noite Brasil, Sabadaço  e A Grande Chance na TV Bandeirantes e Sábado Total, na RedeTV!.

Literatura

segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

A despedida de ZICO

30 anos depois
Data: 02 de dezembro de 1989
Local: Juiz de Fora-MG
Flamengo: Zé Carlos, Josimar, Júnior, Rogério e Leonardo (Marcelinho Carioca); Aílton, Luís Carlos e , Zico (Uidemar); Renato Gaúcho, Bujica e Zinho. Técnico: Waldir Espinosa
Fluminense: Ricardo Pinto, Carlos André, Edson Mariano, Alexandre Torres e Marcelo Barreto; Vítor Pereira, Donizete Oliveira, Wander Luiz e Franklin (Marcelo Henrique); Sílvio e João Santos (Dedei). Técnico: Telê Santana. 
Gols: Zico aos 21 do primeiro tempo, Renato aos 07, Luís Carlos aos 22, Uidemar aos 31 e Bujica aos 43, do segundo tempo.
Árbitro: Aloisio Viug 
CA: Rogério, Júnior, Ailton e Luiz Carlos (Flamengo) e Alexandre Torres e Marcelo Henrique (Fluminense).
Público: 13.783 pagantes
Renda: NCz$ 287.370

EU ESTAVA LÁ:
A rádio Capital de Juiz de Fora transmitiu o jogo: 
Narração: Lúcio Andrade (primeiro tempo) e Jurandi de Oliveira (segundo tempo),
Comentários: Humberto Zaghetto e Randall de Oliveira,
Reportagens: Tony Martins (Flamengo) e Carlos Ferreira (Fluminense),
Plantão: Chico Cícero.

- O goleiro Ricardo Pinto até então, nunca havia sofrido um gol de Zico. Aos 21 minutos do primeiro tempo, Zico recebeu a bola próximo à área e deu um drible debaixo das pernas de Donizete Oliveira. Falta, Zico bateu e fez Flamengo 1 x 0. No segundo tempo, antes de ser substituído por Uidemar, Zico deu o passe para Renato Gaúcho marcar o segundo do Flamengo. 
- Zico ainda fez uma festa de despedida em um amistoso entre o Flamengo e a Seleção do Mundo, em fevereiro de 1990. Jogou no Kashima Antlers, do Japão, e na Seleção Brasileira de Beach Soccer. Mas o jogo de Juiz de Fora foi o último em uma competição oficial pelo Flamengo. Um dos vestiários do estádio recebe o nome de Artur Antunes Coimbra, o outro, inexplicavelmente, recebe o nome de Edson Arantes do Nascimento.  

Literatura

quinta-feira, 28 de novembro de 2019

Antonio Isair da Silva

Morre em Juiz de Fora, aos 78 anos, o poeta e escrito Antônio Isair
Morreu nesta quinta-feira, 28-11, o poeta e escritor Antonio Isair da Silva. O corpo está sendo velado na igreja metodista do bairro São Mateus, e o sepultamento previsto para sexta-feira, 29-11, às 10 oras, no cemitério municipal de Juiz de Fora. 

Nascido em Itamarati de Minas em 19 de agosto de 1941, Antonio Isair foi criado em Cataguases e no início da década de 1980 veio para Juiz de Fora. Aqui, foi editor do jornal "O Poeta" e escritor, com lançamentos de dois livros de poesias, patrocinados pela Lei Murilo Mendes de incentivo a Cultura, "Meninos dos Arrozais" (2013) e "Quando chega a musa" (2015).

Formado em Historia pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Carangola (FAFILE), Antonio Isair foi representante Comercial, fundador da Casa do Poeta Belmiro Braga de Juiz de Fora e membro da Academia Granberyense de Letras e Artes, da Academia de Letras da Manchester Mineira e da Academia Jurídica de Letras de Juiz de Fora.

Literatura

“Dançando às margens dos trilhos” 

A jornalista Malu Guilhermino revolve o baú de histórias de seu pai, Raul Lopes, para levar a público, em 282 páginas, relatos de alguns dos principais acontecimentos do país e do mundo sob a ótica de um homem de muitos talentos, que se tornou um atento observador dos fatos políticos, econômicos e sociais de seu tempo.

A partir de conversas de fim de tarde na casa do pai, no Bairro Bom Pastor, sempre regadas a risadas, revelações, café e outras delícias, ela traz à tona a forma peculiar como ele enfrentou seus percalços, dando a volta por cima e se transformando em um dos fundadores do Instituto Histórico e Geográfico de Juiz de Fora.

A obra tem prefácio do jornalista, escritor e sociólogo, Ismair Zaghetto, que acompanhou Malu durante o período compreendido entre o final dos anos 1970 e meados da década de 1990, nas redações dos jornais “Diário da Tarde” e “Tribuna de Minas”, além de ter convivido com Raul Lopes no Colégio Machado Sobrinho. Lá, ele o viu se transformar em um conceituado professor e a conquistar prestígio no meio acadêmico até ser reconhecido como um dos mais influentes educadores de Juiz de Fora e região.

quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Um nome que marcou história na comunicação

Carlos Alberto (Carlos Alberto de Souza Dias) nasceu em Cataguases-MG, em 21 de maio de 1935, filho de Astolfo de Souza Dias e Maria de Lourdes Dias. Carlos Alberto era casado em segundas núpcias com Maria Leonor, pai de cinco filhos e avô de cinco netos. 

Carreira
Trabalhou em Juiz de Fora nas rádios PRB 3, Difusora, Capital e JF AM, além das rádios Cataguases (onde iniciou carreira), Educadora, de Ubá e Cultura, de Santos Dumont. Citava com orgulho, nomes de expressão com os quais trabalhou: Maurício Menezes, Glauco Fassheber, Humberto Zaghetto, Arlene Brigatto, Souza Mendonça, Aparício de Vitta (1924/2001),Tony Martins (1943/2001), Antonio Dângelo (1948/2014), Adair Mendes (1949/1992), Hélio Fazolato (1930/2010), Dirceu Costa Ferreira (1937/2000), Gilberto Freire (1945/1994) e João Assis Meira Filho (1922/2008). Carlos Alberto, que além de locutor noticiarista, foi apresentador de programas e discotecário.

Gratidão
Era grato ao radialista Gilberto Freire (1945/1994), que, quando era proprietário da rádio Cultura de Santos Dumont e o levou para trabalhar na terra do pai da aviação. Ela, a gratidão, segundo Carlos Alberto, foi pela vontade de ajudar do Gilberto Freire, que mesmo sem precisar de mais um funcionário na emissora, o contratou para ajudá-lo, tendo em vista, que ele, Carlos Alberto, se encontrava desempregado. 

Carlos Alberto morreu, aos 83 anos, no Hospital Monte Sinai, em Juiz de Fora, em 27 de novembro de 2018 e foi sepultado no cemitério de Cataguases, em 28/11.  

Literatura

"Os parceiros do Rio Bonito"
De autoria de Antonio Cândido (1918/2017), a obra analisa as relações entre literatura e sociedade e partiu de uma pesquisa sobre a poesia popular do Cururu. As investigações começaram em 1947 e terminaram apenas em 1954, tendo sido feitas de forma intermitente. Para montar o trabalho, Antonio Cândido trabalhou por períodos curtos em Piracicaba, Tietê, Porto Feliz, Conchas, Anhembi, Botucatu e Bofete. Em Bofete, morou num agrupamento rural cerca de vinte dias, de fevereiro a março de 1948 e, de novo, quarenta dias, de janeiro a fevereiro de 1954.

Terminado em setembro de 1954, este trabalho foi apresentado como tese de doutoramento em Ciências Sociais à Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo onde Antonio Cândido foi, durante dezesseis anos, Assistente de Sociologia II. Depois da defesa e da aprovação da tese, o texto foi deixado de lado por alguns anos pelo autor que tinha a esperança de poder melhorá-lo. Isso acabou não acontecendo e o livro reproduziu a tese tal como foi apresentada, salvo correções que não alteraram o sentido geral.