quinta-feira, 21 de março de 2019

Literatura

"Tancredo Neves, o príncipe civil" 
Silencioso nas articulações, estrondoso na tribuna, mestre da conciliação, Tancredo Neves se tornou o símbolo da redemocratização brasileira. Em seus cinquenta anos de vida pública, o político mineiro participou dos momentos mais importantes da história do Brasil. Foi ministro da Justiça de Getúlio Vargas em 1954, apoiando o presidente até o trágico fim. Primeiro-ministro da experiência parlamentarista de João Goulart em 1961. Líder do governo, senador e governador de Minas Gerais. Nos 21 anos de resistência pacífica ao regime militar, costurou a derrocada da ditadura em 1985 aceitando eleger-se presidente, ainda que sob regras não democráticas. Foi internado em estado grave às vésperas de assumir o poder. Sua morte estarreceu a população — “Eles não o deixaram tomar posse”, repetia-se pelas ruas enquanto passava o cortejo fúnebre —, porém seu legado conduziu o Brasil de volta ao caminho da democracia. Além de uma biografia, a obra escrita pelo jornalista Plínio Fraga, é uma grande reportagem sobre a política brasileira.

quarta-feira, 20 de março de 2019

Gente de Expressão

Silva Neto (Eustáquio Silva) nasceu em Belo Horizonte-MG, em 28 de fevereiro de 1947. Filho de Euclides Silva e Maria José da Silva (ambos falecidos), casado com a Zênia epai do Emerson, Helberth e da Kênia. Radialista (locutor esportivo) e representante comercial, ao longo da carreira, Silva Neto trabalhou nas rádios Rural (Muzambinho), Nova Cidade (Juiz de Fora), Aurilândia (Nova Lima), Vanguarda (Ipatinga), Mineira, Inconfidência, Capital, América, Cultura e Rede Gerais (todas de Belo Horizonte).

No convívio profissional, trabalhou ao lado de Tony José, Afonso Alberto, Orlando Augusto, Fernando Rocha  Flávio Ancelmo, Chico Maia, Luiz Carlos Gomes, Jota Luiz, Jairo Anatólio Lima (1928/2009), Alair Rodrigues (1937/2012), Dirceu Pereira de Araújo (1941/2015), Olavo Kafunga (1914/1991), Vilibaldo Alves (1940/1994) e Gil Costa (1944/2006).

Siva Neto é um profissional com uma vasta experiência nacional e internacional, tendo transmitido jogos em  toda América do Sul, Estados Unidos e Japão.

sábado, 16 de março de 2019

Literatura

"Mistério da Fé: A irmandade do Santíssimo Sacramento da Matriz de Santo Antônio de Juiz de Fora (1854 –1962)"

De autoria de Paulo Sérgio Quiossa, a obra literária sobre a história do catolicismo e suas vertentes em Juiz de Fora constitui a conclusão de uma pesquisa para a dissertação de mestrado do autor em Ciência da Religião na Universidade Federal de Juiz de Fora.

A Irmandade do Santíssimo Sacramento se insere no fenômeno das corporações religiosas presentes na Igreja Católica do Brasil desde a época colonial trazida pelos colonizadores portugueses. Tais associações tinham basicamente três objetivos: culto a um santo; auxílio aos confrades na vida e organizar todo o ritual da morte dos mesmos confrades. Assim foi que, na colonização, estiveram presentes diversas irmandades religiosas, incluindo até mesmo, confrarias de escravos.

Em Juiz de Fora, as corporações tiveram início em 1854, com destaque para a Irmandade de Nosso Senhor dos Passos e a Irmandade do Santíssimo Sacramento da Matriz de Santo Antônio (hoje, Catedral Metropolitana). Estas duas foram criadas sob a liderança de homens ilustres da cidade como Henrique Guilherme Fernando Halfeld, José Antônio da Silva Pinto (Barão de Bertioga) e o primeiro vigário da cidade padre Tiago Mendes Ribeiro. 

Gente de Expressão

Paulo Emerich nasceu em Celina, distrito de Alegre, no sul do estado do Espírito Santo em 23 de fevereiro de 1931. Começou, em 1950, como locutor de alto falante e animador de comícios em sua cidade natal. Em 1952, já morando em Carangola-MG, ajudou a inaugurar a rádio Carangola AM, começando ali sua atuação no rádio. Em 1953 voltou ao Espirito Santo, desta feita para atuar na rádio Cachoeiro AM, de Cachoeiro de Itapemirim. Posteriormente, foi para o Rio de Janeiro e trabalhou nas rádios Continental e Relógio. Em 1954 veio para Juiz de Fora para prestar vestibular, e atendendo a um convite de Alceu Nunes da Fonseca(in memoriam), então proprietário da rádio Industrial, foi trabalhar na emissora, posteriormente, se transferiu para a PRB 3, . Formou em Farmácia pela faculdade de farmácia e odontologia da UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora), turma de 1956, tendo o médico Renato de Carvalho Loures (1913/1991) como paraninfo. Na política, Paulo Emerich se elegeu vereador por quatro mandatos, tendo sido presidente da Câmara por quatro vezes e chefe de gabinete, em Belo Horizonte, do então secretário de Interior e Justiça, Silvio Andrade de Abreu Júnior. 

Família
Paulo Emerich tem um filho economista, Paulo Marcos Emerich e uma filha museóloga, Denyse Emerich, os dois do casamento com a radialista Lonir Corrêa Cardoso (1932/2018), um filho autônomo, Bianco Fernandes Emerich, do relacionamento com Aurora Fernandes, que lhe deu os netos Bruno da Silva Emerich e Vitória Carelli Emerich e um filho locutor de rádio e professor de inglês, Gilvan Bernardes Emerich, do casamento com Neuza Maria de Moura Bernardes. Hoje, aos 88 anos, Paulo Emerich vive em Juiz de Fora, com a atual esposa, Maria Augusta Kneipp Emerich, com quem é casado desde 1975.     

Política
Paulo Emerich foi eleito para o primeiro mandato de vereador em 15 de novembro de 1970, com 3.803 votos*, um fenômeno para a época. Foi diplomado em 22 de dezembro de 1970, para o mandato 1971/1972, e foi reeleito por mais três mandatos, 1973/1976, 1977/1982 e 1983/1988. Paulo Emerich, foi em Belo Horizonte, chefe de gabinete do advogado juizforano, Silvio Andrade de Abreu Júnior, na secretaria de Interior e Justiça, durante os governos de Tancredo Neves e Hélio Garcia.

Cidadão Honorário
Em 1964, recebeu o título de Cidadão Honorário de Juiz de Fora, diploma assinado pelo presidente do legislativo municipal, Wilson Coury Jabour, pelo vice, Ignácio Halfeld (1912/1984) e pelo secretário, Amilcar Campos Padovani.

Os 3.803 votos, num período em que o colégio eleitoral era, cerca de 50% inferior ao atual, foi uma façanha. Na atual legislatura, com 19 vereadores, Adriano Miranda (PHS), eleito vereador em 2016, com 1.954 votos e Wagner França (PTB), assumiu em fevereiro de 2019, com 1.916 votos. Os demais, ultrapassaram a barreira dos 2 mil votos.

Nascido em Marica-RJ, em 31 de abril de 1903, Alceu Nunes da Fonseca erai radiodifusor. Além da industrial, de Juiz de Fora, dirigiu as rádios Carioca (Rio de Janeiro), Carioca (Feira de Santana-BA), Sul Fluminense (Barra Mansa-RJ), Cachoeiro (Cachoeiro de Itapemirim-ES), Capixaba (Vitória-ES), Ubaense (Ubá) e Barbacena (Barbacena-MG).

Literatura

"O Batuque Afro-brasileiro de Nélson Silva"

De autoria de Osvair Antonio de Oliveira, a obra contribui para uma melhor compreensão do mapa sócio-cultural desenhado na área de Minas Gerais. Tanto se comenta sobre os traços econômicos que deram a Juiz de Fora, em certo período, o título de Manchester Mineira. Pouco se mergulhou, na complexa paisagem humana da cidade e da região.  No livro, temos um breve retrato de Juiz de Fora e a trajetória do batuque afro-brasileiro, de Nélson Silva (1928/1969). Todo repertório musical do batuque afro-brasileiro e os batuqueiros. Há também entrevistas e depoimentos.

Gente de Expressão

Ismair Zaghetto nasceu em Juiz de Fora em 30 de agosto de 1933 (Maternidade Terezinha
de Jesus, no bairro São Mateus). Filho do sapateiro João Zaghetto e de Maria Moreira Zagheto. Seu avô, Camilo Zaghetto, veio da Itália. Casado com Esmeralda de Assis Zaghetto, pai de quatro filhos: Formou-se em Ciências Sociais na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), em 1976, e pós-graduou-se em Cultura e Comunicação na mesma universidade.  Ismair implantou a Fundação Cultural Alfredo Ferreira Lage, a Funalfa, na gestão do ex-prefeito Mello Reis, da qual foi o primeiro superintendente. 

O sociólogo, jornalista, professor e escritor Ismair Zaghetto lecionou sociologia na Faculdade Machado Sobrinho (FCM).

Livros
- Machado Sobrinho: O Guerreiro da Utopia (2009), que fala sobre o professor Antônio Vieira de Araújo Machado Sobrinho;
- Itamar e o bando de sonhadores, sobre a trajetória do ex-presidente. 
“Maria Madalena do Brasil”, (2018),
- “O Almirante e a Bailarina”,
- “Vidas”, 
- "O Código dos Sinos”

sexta-feira, 15 de março de 2019

Literatura

"O Negro - Trabalho, sobrevivências e conquistas", 

O livro, de Rita de Cássia Souza Félix Batista, aborda a história da população negra na região da Zona da Mata Mineira, especificamente, em Juiz de Fora. Segundo a historiografia oficial brasileira, o negro “aparece” nos livros didáticos apenas até 1888, na condição de escravo, instrumento de trabalho, em situação altamente negativada, destituído de direitos de cidadania.

Após a Abolição, o negro “desaparece” da historiografia oficial brasileira, que passou a dar ênfase aos movimentos migratórios e ao grande fluxo de imigrantes e suas famílias. A pesquisa baseou-se em informações coletadas em documentos contidos nos arquivos históricos existentes na cidade e depoimentos colhidos de negros idosos de Juiz de Fora.  

Gente de Expressão

Altino Correia (Altino Oliveira Correia) nasceu em Rio de Contas, no centro-sul da Bahia, em 30 de julho de 1934. Filho de Miguel Pedro Correia (1908/1985) e Alice Amélia Oliveira Correia (nascida em 1913, estando atualmente, com 105 anos de idade), casado com Apparecida, pai da Arlete, Arlene e Anete e avô de 07 netos, 06 meninos e uma menina.

Rádio
Radialista e jornalista, trabalhou nas rádios Presidente Venceslau/AM, de 1949 a 1967, Presidente Prudente AM/FM, de 1968 a 1972.
Trabalhou também nas rádios Globo/Excelsior (São Paulo), e Cidade e  Paulista (Presidente Prudente-SP).
TV
TV Globo em Bauru (03 anos), TV Bandeirantes em Presidente Prudente (08 anos) e Rede Vida de Televisão  (São José do Rio Preto-SP) - Comunicador Voluntário - por 20 anos.

Jornal
Correspondente - Última Hora - Estadão (08 anos), Folha de São Paulo (25 anos), Repórter do JB/Jornal do Brasil (03 anos), Free-lancer do Jornal O Globo (03 anos) e O Imparcial - Repórter (08 anos).

Assessorias de Comunicação
Cia. Elétrica Caiuá; Sabesp, FCT/Unesp (em atividades atualmente).

Altino Correia é tema central de um livro-reportagem produzido por
 Anne Abe, Camilla Saldanha, Nellise Pinheiro e Stephane Melo, quatro formandas em Jornalismo da FACOPP (Faculdade de Comunicações de Presidente Prudente/UNOESTE 2018), com 238 páginas, destacando as matérias de maior repercussão publicadas no decorrer dos últimos 50 anos de jornalismo.

Literatura

"ALTINO - O Repórter do Interior"

A história do jornalista Altino Oliveira Correia, é agora contada­­ no livro reportagem com 11 capítulos escritos e editados por Anne Abe, Camilla Saldanha, Nellise Pinheiro e Stephane Melo, produto da conclusão de curso na Faculdade de Comunicação Social de Presidente Prudente (FACOP), oeste paulista. Em 238 páginas impressas na Editora Midiograf, a trajetória do menino nascido em Rio de Contas, na Bahia, revela sua ousada e pontual atuação na ZYH-7, rádio Presidente Venceslau, e os degraus em seguida galgados nos principais jornais do País e na TV Bandeirantes. A fundamentação da obra ficou por conta de matérias encontradas da época, entrevistas com 22 pessoas e um acervo pessoal de Altino com 554 arquivos, entre jornais, matérias de televisão, etc.

Gente de Expressão

Luiz Carlos Silva, o Lula, nasceu em Ponte Nova-MG, em 19 de julho de 1952. Filho de José Rômulo da Silva e de Maria da Glória de Freitas Silva. Locutor esportivo, Lula "o narrador que faz a cabeça da galera", iniciou carreira em 1972, na rádio Sociedade de Ponte Nova. No Rio de Janeiro, trabalhou na rádio Federal, hoje rádio Manchete, em 1977. De 1978 a 1981, trabalhou na rádio Nacional. De 1981 a 1994, na rádio Globo. Trabalhou na rádio Tupi, por 06 meses. De volta à Globo, ficou até 2002. No grupo Globo, integrou a equipe da CBN. Ao longo da carreira, transmitiu jogos de Copas do Mundo, Copa América, Sul-Americano, fórmula 1, basquete, volei e futsal. Atualmente, é sócio da empresa Sportplus Marketing Esportivo, na cidade do Rio de Janeiro.

Literatura

"Raízes Prudentinas Centenárias" 
De autoria do historiador Benjamin Resende, o livro conta com 260 páginas e as crônicas foram desdobradas em 04 ciclos históricos, desde a fundação em 1917 com as memórias de Francisco de Paula Goulart e José Soares Marcondes, considerados pioneiros e colonizadores. 
São momentos de construção: 
O 01º ciclo mostra como Presidente Prudente se estruturou no período dos coronéis da República Velha (1917/1930). 
O 02º ciclo histórico se estrutura no período da Era Vargas (1930/1945) e no período da República Liberal (1946/1964). 
O 03º momento de construção de Prudente se estrutura no período da Ditadura Militar (1964/1985) - do golpe à outorga da Constituição Cidadã de 1988. 
O 04º e último ciclo é representado pelo momento de construção de Prudente que se estrutura no período da Nova República, partindo da outorga da Constituição de 1988, até os dias de hoje.
O Livro chega ao Capítulo 100 com a relação nominal dos Prefeitos eleitos entre 1989 e 2017 e que exerceram seus mandatos executivos. Isto é, desde Paulo Constantino até o atual Prefeito Nelson Roberto Bugalho.

Presidente Prudente
Localizada no oeste paulista, com cerca de 250 mil habitantes e distante 550 km da capital do estado, Presidente Prudente é a principal cidade da região.

Limites
Norte: Flora Rica, Flórida Paulista e Mariápolis; 
Sul: Anhumas e Pirapozinho; 
Leste: Caiabu, Indiana e Regente Feijó; 

Oeste: Álvares Machado, Alfredo Marcondes e Santo Expedito.

Gente de Expressão

Luiz Carlos Silva nasceu em Mariana-MG, em 16 de outubro de 1952. Filho de Agostinho Ângelo Silva (1920/2008) e Adjaria Lúcia Silva (1932/1960). Casado com a Rosanea e pai de três filhos (Rúbia, Rodrigo e Renato), No rádio, nas funções de repórter e plantão esportivo, Luiz Carlos Silva trabalhou nas rádios Imbiara e Cidade, ambas de Araxá. E desde 2000 trabalha na rádio Itatiaia de Ouro Preto.
Ao longo da carreira, já trabalhou com nomes expressivos, do nível de Jorge Eustáquio, Edmilson José, Paulo César, Roberto Pires, Boni Neto, João Felipe Lolli, Gilmar Caldeira, Flávio Almeida e Siloé Araujo (1955/2017).

quinta-feira, 14 de março de 2019

Literatura

"HOMEM DIGNIDADE - Narciso Paulo Michelli – O Político mais autêntico e atuante de Ubá-MG e Região"
Breve relato sobre a trajetória de Narciso Paulo Michelli, um dos políticos mais atuantes e autênticos da Zona Da Mata Mineira, tendo sido 03 vezes Vereador, 03 vezes Prefeito de Ubá e 03 vezes Deputado Estadual mineiro, façanha que pode constar como Record no Guinness Book.  

Apesar da atuante e vitoriosa vida pública, dentro dos princípios cristãos, democráticos e patrióticos, agora aposentado, Narciso é um cidadão de parcos recursos e simples, constituindo um grande exemplo para as gerações futuras.

Gente de Expressão

Joaquim Carlos de Souza nasceu em Tocantins-MG, em 19 de fevereiro de 1949. Contador, professor, escritor, historiador, radialista, técnico agrícola, torcedor do Fluminense e membro das Academias de Letras de Ubá e Tocantins.

Escritor
- Maralonso - Saga, (2019),
- Ubá 160 anos- prefeitos - 1955/2020 (2017)
 - HOMEM DIGNIDADE - Narciso Paulo Michelli – O Político mais autêntico e atuante de Ubá-MG e Região - (2016)
- A Saga de Mário Alonso - O Lampião da Zona da Mata Mineira? (2016)
- Homem inesquecível, empresa inolvidável - Tributo de saudade (2015), 

Literatura

"Maralonso - A Saga'
Este é segundo livro daquele que foi considerado o lampião mineiro, resquício do cangaço da região tocantinense.  Após o sucesso do primeiro livro - "A SAGA DE MÁRIO ALONSO" - o único sobre a história completa deste também considerado como Robin Hood da  zona da mata mineira, o professor Joaquim Carlos de Souza, registra suas lembranças, da sua Tocantins mineira, após 1950, narrando suas saudades garrucheiras, através do seu herói ou poeta de brinquedo, o tocantinildo, que conta a sua concepção de herói e poeta, com sensibilidade, romantismo e nostalgia, narrando os causos do Maralonso, considerado herói para uns e bandido para outros.  Numa segunda parte, o autor, após minuciosa pesquisa, reúne e divulga para o leitor, o Maralonso sob a ótica e opinião de outros autores, apresentando os textos que publicaram sobre este personagem, mito ou lenda desta microrregião da zona da mata mineira.

Gente de Expressão

Francisco Barbosa (Francisco  de Souza Barbosa Júnior) nasceu em Juiz de Fora em 19 de março de 1958. Filho de um cearense e uma mineira, Francisco Barbosa iniciou carreira na rádio Difusora, em Juiz de Fora. Na rádio Sociedade, apresentou o programa "A Caminho De Um Novo Dia". No Rio de Janeiro desde 1981, Francisco Barbosa trabalhou nas rádios Cidade FM, Nacional AM, Del Rey FM, Estácio FM, Carioca AM, Globo FM e AM, e atualmente, trabalha na rádio Tupi AM/FM e teve uma passagem na rádio Sul Fluminense, de Barra Mansa. Barbosinha é irmão da jornalista Denise Barbosa e pai do também jornalista Bruno Torelli. Em 2014 foi candidato a deputado federal pelo PSD/RJ, obtendo 23.807 votos. Ele já havia se candidatado a vereador no Rio, ficando na primeira suplência.

sábado, 9 de março de 2019

Literatura

"Brizola"
Um livro que mostra para as novas gerações o lugar de Leonel Brizola na política brasileira Revivendo grandes momentos da história de Brizola, conseguimos entender o quanto foi fundamental a sua dedicação ao Brasil. Autor de pérolas como “estou pensando em criar um vergonhódromo para políticos sem vergonha” ou “Sou como uma planta no deserto, basta uma única gota de orvalho para me alimentar”, Brizola foi o único político que conseguiu se eleger governador em dois estados: Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. Resistiu à ditadura militar e teve uma imprescindível participação no processo de redemocratização do país. Ao seu lado nessa trajetória estiveram Clóvis Brigagão e Trajano Ribeiro, que agora revisitam seus baús repletos de memórias para contar fatos curiosos da vida política do gaúcho. São pontos de vista de dois companheiros que acompanharam de perto cada detalhe do retorno de Brizola ao Brasil e estiveram juntos na trajetória daquele que até hoje permanece no inconsciente coletivo de muitos brasileiros como um verdadeiro mito.

Gente de Expressão

Fernando Sérgio (Fernando Sergio Grandinetti Pinto), nasceu em 20 de maio de 1946 em Cruzeiro, no Vale do Paraíba Paulista, e desde os dois anos de idade seus pais, Antonio Francisco da Ascenção Pinto e Jandyra Grandinetti Pinto (já falecidos) mudaram-se para Juiz de Fora, onde foi criado. 
Início da carreira
Em Minas, fez seus estudos e, paralelamente, a convite do radiodifusor Gudesteu Mendes (1930/1976), iniciou-se, em 02 de junho de 1962, nas rádios Difusora e Industrial, na primeira, apresentando um programa de muito sucesso chamado "Chá das Três" e, na segunda, como apresentador do noticiário "Noticiarista T-9, além de ter feito teatro estudantil na cidade e sendo detentor do Premio Municipal de teatro como "melhor autor" em 1970 em diploma assinado pelo então secretário de cultura, Murílio de Avellar Híngel e pelo então prefeito, Itamar Franco (1930/2011), de quem sempre foi amigo. Fernando Sérgio também trabalhou por curto período de tempo na PRB-3, rádio Sociedade de Juiz de Fora. Além de ter tido um programa  chamado " A juventude é assim mesmo" na extinta Industrial de Juiz de Fora, tendo também feito telejornais, sendo editor de um deles e tendo levado o seu grupo teatral para a tv, representando algumas peças no video.  

CarreiraIniciou no dia 2 de junho de 1962, nas rádios Difusora e Industrial (Juiz de Fora)!
Em 1969, após o curso secundário, seguiu para estudar e trabalhar em publicidade em,Belo Horizonte, tendo feito estágio de jornalismo na rádio Itatiaia.
Desde 1970, trabalha na comunicação do Rio de Janeiro, sendo detentor de 21 prêmios ao long da carreira de comunicador.
Aqui alguns deles:
Premio Municipal de Teatro de Juiz de Fora como melhor autor!
Cidadão Benemérito do Estado do Rio de Janeiro (1991)
Comenda 500 anos de Angra dos Reis ( FS dirigiu a rádio de lá em 1992).
Medalha de Mérito do Clube Municipal do Rio de Janeiro.
Prêmio Rotary Club
Prêmio Lions de Comunicação.
Entre outros...

Trajetória no Rio: 1971 - Rádio Continental - redator e noticiarista.
1973- TV Globo, tendo dirigido mais de duas centenas de gravações de comerciais em video.
De 71 até 76, foi coordenador da Publicidade Certa de propriedade do saudoso jornalista Ney Machado.
De 1976 em diante, Sistema Globo de Rádio, rádios: Mundial, tendo lançado o programa "Toca-Toca Mundial", rádio 98 FM ( comunicador da Matina 98), rádo Globo - Locutor de "O Globo no ar" e do "Seu redator chefe", além de comunicador.
1982 - Foi pioneiro na TVS do Silvio Santos apresentando o principal telejornal da emissora, quando esta se transformou na rede SBT.
1983 - Rádio e  TV Manchete,
1984 - Juntamente com Carlos Bianchini, Haroldo de Andrade, Paulo Lopes, Fernando Sérgio inaugurou a rádio Bandeirantes onde foi titular do "Programa Fernando Sérgio" das 16 horas às 19 horas, de segunda às sexta-feira,.
1985- Volta à rádio e TV Manchete,
 Depois de seis meses na Bandeirantes, foi para a  rádio Tupi por um ano.
Sempre convidado, ficou três anos na rádio Tamoio, do Sistema Verdes Mares, no Rio de Janeiro.
Mais alguns anos na rádio Tupi e Fernando Sérgio, depois de ser titular do seu programa de 09 ao meio-dia, foi dirigir a rádio de Angra dos Reis.
Voltou em 1998 para a rádio Manchete, depois para a rádio Globo onde fez as férias do Francisco Barbosa, Clóvis Monteiro,  Luiz de França (1946/2017), entre outros.
De 1989 até 2017 Fernando Sérgio atuou em vários programas que levaram o seu nome, em horários diferentes, mas desde a morte do Collid Filho (1930/2004), assumiu a madrugada da Tupi e por muitos anos deu a ela, segundo o IBOPE, o primeiro lugar de audiência.
Desde 1998 Fernando é proprietário da "FS Propaganda" e da produtora "CasaStudio".
Aposentado há cinco anos, Fernando Sérgio não pára e tem o seu programa de comentários e debates com imagem, de segunda à sexta-feira, no Facebook (Fernando Sergio Grandinetti Pinto ou Fernando Sergio Radialista) , no YouTube.com/ Fernando Sergio e na Rede Mais Esportes.

Fernando Sérgio é casado com a jornalista Samira Valente que é sua sócia e co-produtora dos seus programas e tem cinco filhos: Sergio Henrique, professor de Jiu-Jitsu, faixa preta quarto grau; Chistiano André, promoter que morou oito anos nos Estado Unidos e hoje gerencia um importante restaurante de Niterói; Marcelo "Piui", conhecido empresário em Niterói, Felipe Valente - empresário e Bruno Valente que morou dois anos na Austrália e de volta, é administrador de empresas, trabalhando no grupo Stone. 
Escritor
- 50 anos de comunicação – História, “causos” e Poesias (2012)

Literatura

"Minha vida com meu pai, Leonel Brizola"
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A obra conta em detalhes a vida de Leonel Brizola sob o ponto de vista de seu filho, João Otávio. Não é uma daquelas biografias 'chapa branca', onde sobram elogios. Da forma mais imparcial possível, João revela como era o seu pai no cotidiano. Não perde tempo enumerando suas grandes obras e conquistas - embora tenha orgulho delas. Afinal, o gaúcho foi o único político a se eleger governador por dois estados diferentes: Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. Amado por muitos, odiado por outros, ele é considerado o herdeiro político de dois ex-presidentes do Brasil, Getúlio Vargas e João Goulart. Filho de camponeses pobres dos pampas, Brizola formou-se em engenharia, casou com Neuza Goulart, irmã do ex-presidente, e teve Getúlio como um de seus padrinhos. João Otávio lembra como foram os primeiros anos do pai como político, esmiuçando momentos marcantes como o suicídio de Getúlio e o movimento legalista, liderado por Brizola para empossar Jango na presidência após a renúncia de Jânio Quadros. Íntimo tanto do pai quanto do tio, como nenhum de seus irmãos ou dos filhos de Jango foi, João narra em detalhes os questionamentos que um fazia ao outro. Em especial, conta como foi o golpe militar de 1964 e a tentativa de Brizola, barrada pelo próprio Jango, de retomar o movimento legalista para manter o presidente/cunhado no poder. Emocionante também são os quinze anos da família no exílio, onde, mesmo estando longe de tudo, Brizola continuava ausente da vida dos filhos, sempre pensando em política. A volta ao Brasil, a criação do PDT, o governo no Rio, a candidatura à presidência e a relação com a família Marinho são outros pontos fortes deste livro. Mais do que uma biografia, tem-se um retrato dos últimos sessenta anos do país.

Gente de Expressão

Paulo Lopes (Vicente de Paula Reis Ribeiro) nasceu em Urucânia, na época, distrito de Ponte Nova-MG, em 03 de fevereiro de 1947. Aos 12 anos, por influência do pai, se tornou seminarista, na cidade histórica de Mariana-MG, quando descobre sua verdadeira vocação, a comunicação. No seminário, dominava as apresentações. Era locutor e líder dos grupos de trabalho. Com isso, seu pai começou a perceber o talento do garoto e aceitou sua desistência do Seminários, aos 14 anos de idade. No Rádio, seu primeiro trabalho aconteceu aos 16 anos, na Rádio Sociedade AM, 1010 khz, em Juiz de Fora-MG. Ele passou num teste e se tornou repórter policial. Em 1969, levado por Alfredo Raymundo, que dirigia as rádios Globo Rio e BH, ao passar por Juiz de Fora, o ouviu na rádio Sociedade, foi para a rádio Globo, em Belo Horizonte-MG), onde ficou em primeiro lugar com o programa "A Cidade contra o Crime". Em seguida, se mudou para o Rio de Janeiro, onde trabalhou por 15 anos, primeiro na rádio Globo e depois, na rádio Tupi. Lá, começou a fazer um programa destinado mais ao público feminino, e acabou se tornando o "Amigão das Mulheres". Ainda no Rio, trabalhou na rádio Bandeirantes (AM 1.360 kHz). Após sair da Tupi (RJ), se mudou para São Paulo onde foi trabalhar na rádio Globo. Nesta época, alcançou o seu auge, chegando a ter cerca de 600 mil ouvintes por minuto. Também fez programa na TV. Sua estréia aconteceu no início da década de 1990, quando apresentou por mais de um ano, um programa de variedades no SBT. Em 2000, também comandou um programa de debates na TV Bandeirantes. Em 2001, saiu da rádio Globo e foi para a rádio Capital AM 1040, ficando lá até 2018. Casado pela segunda vez, Paulo Lopes é pai de Alessandra, Ana Paula, Fabiana, Natália e Paulo Henrique.

quinta-feira, 7 de março de 2019

Literatura

“Criação da Faculdade de Medicina de Juiz de Fora e da UFJF: Um recorte na nossa história”  

Escrito pelo médico e professor aposentado da faculdade de medicina da UFJF José Carlos de Castro Barbosa (1933/2019), um dos 18 primeiros alunos do curso de medicina em Juiz de Fora. O livro destaca a presença entre os formandos, o médico e empresário Juracy de Azevedo Neves e uma única mulher, da turma de 1958. Os formandos tiveram como paraninfo o presidente da república da época, o médico mineiro Juscelino Kubitscheck de Oliveira (1902/1978), que veio do Rio de Janeiro para a solenidade. Juscelino, em 23 de dezembro de 1960 assinou decreto criando a UFJF, que encampou a faculdade de medicina. Os médicos Mozart Geraldo Teixeira, Paulo Japiassu Coelho, João Felício Fernandes Júnior e Gil Horta, esses e outros profissionais pertenceram ao primeiro quadro docente da Faculdade de Medicina de Juiz de Fora.

Gente de Expressão

Sousa Mendonça (Edvar de Sousa Mendonça) nasceu em Cataguases-MG, em 14 de maio de 1946. Filho de José Balbino Furtado de Mendonça (Juca Furtado) e Maria de Sousa Mendonça. Viúvo de Maria das Graças Mendonça, com quem teve o filho Edvar de Sousa Mendonça Júnior, avô de três netos: Edvar de Sousa Mendonça Neto, Eric de Cássio Mendonça e Otávio Mendonça. Há 25 anos, é casado com Sheila Satilana Vieira Mendonça. Radialista, Sousa Mendonça iniciou carreira em 1959, na rádio Cataguases AM (ZYM 3 - AM 580 - depois mudou para 550 - a voz da liberdade), emissora fundada pelo advogado e político Pedro Dutra (in memoriam) em 12 de maio de 1947. Sousa Mendonça trabalhou na rádio Cataguases por 36 anos e foi seu gerente durante 22 anos. Após a gestão de Pedro Dutra, a emissora teve seu controle acionário assumido pelo empresário alemparaibano, Hélio Fazolato (1930/2010), e posteriormente, passou para o empresário Ivan Müller Botelho, criador do Grupo Multisom de Comunicação. Após deixar o Grupo Multisom, fundou a sua própria emissora, a rádio Brilho FM 104,9 e o Clube Brilho (casa de eventos).  Ao longa da carreira, Sousa Mendonça destaca trabalhos realizados ao lado de Hélio Fazolato dos Reis Rodrigues  (1930/2010), Carlos Alberto de Souza Dias (1935/2018), José do Carmo da Silva (Gomes), Tarcísio Carvalho.  Seu pai, Juca Furtado é nome de rua no bairro Sol Nascente, em Cataguases.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Literatura

"EM BRANCO NÃO SAI - Um olhar semiótico sobre o jornal impresso diário"
Obra é uma inovadora e provocativa análise do jornalismo moderno, se valendo do rigoroso instrumental fornecido pela semiótica, esse livro foi originalmente escrito como Dissertação de Mestrado em Comunicação e Semiótica, defendida pelo autor, o jornalista sorocabano, Djalma Luiz Benette, na PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo).  É pioneiro no campo da pesquisa em comunicação, ao recorrer a elementos de área do conhecimento para o desvendamento da atividade e da produção jornalística e das suas imbricações com o universo da indústria cultural.

Gente de Expressão

David Rangel (David José Rangel Valle de Paz) nasceu em Nova Friburgo-RJ, em 19 de março de 1970. Filho de David Fernandez Valle de Paz (1929/2002) e Maria Aparecida Rangel Valle de Paz, casado com Denise Peixoto e pai da Aline Peixoto Valle de Paz (atriz) e do David Lucas Peixoto Valle de Paz (ator). 
Radialista de sucesso, David Rangel trabalhou nas rádios: Tupi FM, Tupi AM,  98 FM, Manchete AM e  Globo AM e FM. Ao longo da carreira, trabalhou com Juarez Getirana (Gegê da Patrulha da Cidade), Antônio Carlos, Clóvis Monteiro, José Carlos Araújo, Luiz Penido, Alexandre Ferreira, Washington Rodrigues, Fernando Sérgio, Collid Filho e tantos outros. Empresário, gestor da "David Rangel Produções", e de volta para Nova Friburgo, David Rangel trabalha na rádio Sucesso FM, 88,1, das 20 às 22 horas (www.sucessofm.com.br).

Literatura

"Roberto Marinho"
Uma história do século XX, na trajetória de um brasileiro que foi testemunha e protagonista de momentos decisivos na vida do país.  Para fazer o que classifica como "a maior reportagem que já realizei", Pedro Bial mergulhou em cerca de 4.000 documentos, atravessando o período que vai de meados do século XIX até o início do XXI: pedaços frágeis de papel amarelado pelo tempo, relatórios e informes secretos de governos, correspondência pessoal e profissional de 70 anos de atividade jornalística, além de cartas íntimas e esboços feitos por Roberto Marinho para as memórias que morreu sem escrever.  Complementando esse cipoal de informações, em cerca de 170 horas de gravações, quase 70 entrevistas de personagens que participaram direta ou indiretamente da vida de Roberto Marinho, de seus parentes a presidentes da República, funcionários e companheiros de imprensa. Todo esse fascinante labirinto foi percorrido pelo autor para compor essa envolvente narrativa.  Com esse livro, você está prestes a entrar na intimidade de Roberto Marinho, um dos brasileiros mais importantes do século XX, que construiu o maior império de comunicações do Brasil. Fique à vontade, leitor, esta história é dedicada a você.

Gente de Expressão

Antonio Edson “Tonicão” (Antonio Edson Marques), nasceu em Amercana-SP, em 18 de junho de 1946. Filho de Theodoro Marques (1919/1994)  e Julia do Nascimento Marques (1922/2002). Casado com Sueli e pai do Emerson, Carlos Eduardo e Heder.

Ao longo da vitoriosa carreira no rádio, trabalhou ao lado de Osmar Santos, Fausto Silva, Roberto Carmona, Henrique Guilherme, Oswaldo Maciel, Juarez Soares, Reinaldo Costa, Braga Júnior, Fiori Gigliotti (1928/2006), Ênnio Rodrigues (1935/2013), Loureiro Junior (1935/2012), Carlos Aymard (1934/1989), Luiz Augusto Maltoni (in memoriam) e Darcy Reis (in memoriam).

Carreira
Iniciou em 1965 na Rádio Clube de Americana trabalhando como colaborador e participando do programa esportivo da emissora com boletins diários “Na toca do Dragão” cobrindo as atividades do Vasco da Gama, do bairro Conserva, clube na época integrantes da 03ª divisão do campeonato paulista. Esse apelido “Dragão” foi dado por Antonio Edson e é lembrado até hoje. 

Em 1968 foi contratado pela Radio Brasil, de Santa Bárbara d’Oeste como Assistente de Direção, apresentador dos programas “Festival de Brasas” e “Calouros da Brasil” (este exclusivo para crianças), apresentador do “Jornal da Brasil” e apresentador e repórter esportivo do programa “Radar nos Esportes” além de reportagens nos jogos do União Barbarense.

Em 1970 depois de rápida passagem pela Rádio Vanguarda de Sorocaba, ingressou na Rádio Clube de Americana apresentando o programa diário “Rancho do Tonico” das 05h00 às 07h00 da manhã, de segunda à sexta-feira. Esse programa se tornou famoso por “ajudar a cidade acordar mais cedo”. Naquela época as tecelagens trabalhavam a todo vapor em Americana os operários acordavam cedinho ouvindo o programa alegre e descontraído. A Rádio Clube era a única na cidade na época. 

Em 1975 iniciou carreira de narrador esportivo na Radio Clube de Americana, substituindo seu amigo Jota Junior (hoje famosos narrador de TV) transmitindo jogos do Esporte Clube Vasco da Gama na “Segunda Divisão” de profissionais, e depois do AEC (Esporte Clube Americana) nos campeonatos de 1976/77. Na Rádio Clube narrou corridas de kart e Hóquei sobre Patins do Rio Branco, uma das principais equipes da modalidade, na época. 

Em meados de 1977 narrou jogos do Internacional de Limeira para as emissoras Educadora e Jornal, ambas de Limeira.

Em novembro do mesmo ano foi contratado pela Radio Brasil de Campinas cobrindo jogos da Ponte Preta e Guarani, inclusive narrou o título de Campeão Brasileiro do bugre (1978) e posteriormente acompanhou o time campineiro na Copa Libertadores da América, quando iniciou suas viagens internacionais. 

Em 1979, destacado como o melhor narrador esportivo de Campinas foi contratado pela Rede Bandeirantes de Rádio para trabalhar na Radio Educadora (hoje Band Campinas). Acumulou funções comandando a equipe esportiva da Rádio Cultura FM de Americana (hoje Vox 90).  

Em 1980 a convite do Sistema Globo de Rádio assinou contrato com a equipe de Osmar Santos passando a trabalhar nas rádios Globo AM e Excelsior AM, ambas de São Paulo. Na época a equipe do “Pai da Matéria” era a maior audiência do rádio esportivo do país. Nesse período trabalhou em duas Copas do Mundo (Espanha e México).

Em 1987 estreou na Radio Bandeirantes de São Paulo como narrador titular ao lado de Fiori Gigliotti transmitindo os principais clássicos paulista. Nessa emissora iniciou nas transmissões de F1 e Basquetebol. Acompanhou a brilhante carreira de Ayrton Senna (automobilismo) e as seleções masculinas e femininas do basquete brasileiro em torneios nacionais e internacionais. Transmitiu jogos e apresentou programas esportivos na extinta Rádio São Paulo, pertencente ao grupo Bandeirantes. Na ocasião trabalhou em mais duas Copas do Mundo (Itália e Estados Unidos). Pela Bandeirantes recebeu vários troféus de destaque no interior de São Paulo. Ganhou em 1993 o cobiçado “Bola de Ouro” no Rio de Janeiro como narrador paulista.

Em 1995 ingressou na Radio Capital de São Paulo, na formação da equipe de Eder Luiz. 

Em 1997 com o sucesso do trabalho na Rádio Capital, toda equipe de Eder Luiz foi contratada pela Band FM e a emissora foi a pioneira nas transmissões esportivas em FM. Na Band FM trabalhou na Copa da França. 

Em 2001 toda equipe da Band FM passou para a Rede Transamérica FM. Foi nessa época que Antonio Edson ganhou o carinhoso apelido de “Tonicão”, o “caipira de Americana” por sempre divulgar as coisas de sua cidade natal e do seu time de coração, o Rio Branco. Na Rede Transamérica trabalhou nas Copas: (Coréia do Sul/Japão, Alemanha, África do Sul e Brasil em 2014. 

Em 2016 deixou o rádio paulistano para em 2017 ingressar na rádio Central de Campinas, onde está até hoje.

09 COPAS DO MUNDO  
1982 (Espanha) - 1986 (México) - 1990 (Itália) - 1994 (Estados Unidos) –1998 (França) - 2002 (Coréia/Japão) - 2006 (Alemanha) - 2010 (África do Sul) – 2014 (Brasil).

TRABALHOS PARALELOS  
Além do rádio paulistano comandou várias equipes esportivas em emissoras do interior do Estado de São Paulo: 
Americana: Rádio Cultura FM, Rádio Azul Celeste AM, Rádio Noticias FM, TV Carioba, TV Americana e Rádio Você AM;
Jundiaí: Dumont FM, Difusora AM e Cidade AM;
Sorocaba: Rádio Cacique.

Outras atividades
Mestre de Cerimônias, Colunista e Palestrante.

Literatura

"As Incríveis Histórias do Futebol" 
Como Pelé gostaria de ter feito o seu milésimo gol? Qual foi o fato místico ocorrido na noite que antecedeu a conquista do título paulista pelo Corinthians diante da Ponte Preta, após 23 anos de jejum? Quem foi o jogador que, vaiado por mais de 200.000 pessoas em pleno Maracanã ao substituir Garrincha na Seleção, saiu de campo sob aplausos após exuberante exibição? Ao longo carreira no jornalismo esportivo, Roberto Avallone (1947/2019) vivenciou e colecionou histórias. O livro é o resultado dessa experiência, uma memória-viva do esporte mais amado do planeta, referência literária a todos aqueles que cultuam a história daquele que, introduzido aos gramados tupiniquins por Charles Miller, fora chamado de football. Revisite gerações de nosso futebol, aventure-se por inéditos contos de bastidores, histórias intrigantes, personagens marcantes, esquadras inesquecíveis, seleções quase imbatíveis.

sábado, 23 de fevereiro de 2019

Gente de Expressão

Paulo Roberto (Paulo Roberto Caldeira Brant) nasceu em Pirapora-MG, em 30 de abril de 1955. Filho de Júlio Hermínio Caldeira Brant (1927/1962) e Newiltina Brito Caldeira (1925/2017), pai da Raquel, Vivian, Náthalia e Douglas. Formado em  Administrador de Empresas, é radialista (comentarista esportivo) e ex-atleta profissional. Atleta de futebol, Paulo Roberto atuou no Cruzeiro, de Belo Horizonte, de 1972 a 1976 (com um período de empréstimo ao ESAB, de Contagem-MG), no América de São José do Rio Preto, de 1977 e 1978, na Caldense, de 1978 a 1983 (em 1982 esteve emprestado ao Primavera, de Indaiatuba-SP). Paulo Roberto encerrou a carreira atuando pela Paraisense, de São Sebastião do Paraíso-MG, em 30 de novembro de 1983. No rádio, trabalhou nas rádios Cultura e Difusora, de Poços de Caldas. Atualmente, trabalha na rádio Mantiqueira FM e na TV Poços. No rádio, atuou ou ainda atua com, Lázaro Walter Alvisi, Afonso Celso, André Luiz, Aílton Fonseca, Hugo Botelho, Odinei Ribeiro, Mário Savaget e  Marco Antônio de Carvalho.

Literatura

"Associação Atlética Caldense - História e Glórias"

De autoria do escritor Hugo Pontes, a obra conta a história da Caldense, a "veterana" de Poços de Caldas, desde a sua fundação, em 07 de setembro de 1925, passando pelo título mineiro de 2001.

Gente de Expressão

André Luiz (André Luiz Juliano) nasceu em Mogi Mirim-SP, em 02 de julho de 1958. Filho de Avelino Juliano Júnior (1921/2009) e Beatriz Ramos Juliano (1940/2015). André Luiz é jornalista e radialista (locutor esportivo), tendo trabalhado nas rádios Cultura e Alvorada (Mogi Mirim-SP), Cidade (Jundiaí-SP), Piratininga (São João da Boa Vista-SP), Cultura/CBN, Bandeirantes e Central (Campinas-SP), Jornal (Limeira-SP), Cultura e Difusora (Poços de Caldas-MG), TV Poços e TV Plan (Poços de Caldas-MG).  Atualmente, é locutor esportivo na rádio Mantiqueira FM, de Poços de Caldas-MG. André Luiz, que é ex-militar da Aeronáutica e ministra palestras sobre o rádio, destaca os trabalhos realizados ao lado de Antonio Edson (Tonicão), Antonio Sola e Jota Júnior. 

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Literatura

"110 Anos de Imprensa Poços-caldense"
O autor, Hugo Pontes conta a historia do "Correio de Poços", lançado em 15 de agosto de 1889 e que foi o primeiro de um total de 240 títulos que foram publicados na cidade ao longo dos últimos 110 anos. Os leitores conhecerão os mais variados tipos de imprensa: a política, a operária, a religiosa, a humorística, a literária e mais recentemente, a noticiosa.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Gente de Expressão

Ailton Fonseca nasceu em Caldas, no Sul de Minas, em 02 de dezembro de 1951.Filho de José Ribeiro da Fonseca (1922/2004) e Maria Izabel Gonçalves Fonseca (1925/2007). Casado com a Eunice e pai do Rodrigo, Rogério e Ronaldo. Ailton Fonseca é jornalista, radialista, com destaque na função de repórter esportivo. Iniciou carreira na rádio Piratinga de São João da Boa Vista-SP, tendo atuado nas rádios Cultura (Mogi Mirim-SP), Cultura e Difusora (Poços de Caldas-MG), Clube (Pouso Alegre), TV União (São João da Boa Vista-SP), TV Poços e TV Plan (Poços de Caldas-MG) e TV Libertas (Pouso Alegre-MG). Atualmente, trabalha na rádio Mantiqueira FM, de Poços de Caldas-MG. Ao longo da trajetória no jornalismo, trabalhou com Luís Roberto Demúcio, Lázaro Procópio, Octávio Muniz (Tatá Muniz), Mário Savaget, Hugo Botelho e André Luiz (seu colega de transmissões esportivas na rádio Mantiqueira FM). Atuou na função de Relações Públicas da empresa Aero Jato Cruzeiro.

Literatura

“Pensar bem nos faz bem! 
Em quatro volumes, a obra traz pequenas reflexões sobre grandes temas, elaboradas pelo filósofo e escritor Mario Sergio Cortella. Os textos são baseados nas falas diárias do autor na rádio CBN e trazem o olhar da Filosofia sobre temas do quotidiano. 
- O primeiro volume fala sobre Filosofia, Religião, Ciência e Educação. 
- O segundo fala sobre Família, Carreira, Convivência e Ética. 
- O terceiro fala sobre Fé, Sabedoria, Conhecimento e Formação. 
- E o quarto volume fala sobre Vivência Familiar, Vivência Profissional, Vivência Intelectual e Vivência Moral.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Gente de Expressão

Ederaldo Poy (Ederaldo Cornia) nasceu em Araras-SP, em 29 de junho de 1969. Filho de Rivaldo Cornia (1929/1985) e Nair Prone Cornia, casado com a Luciane e pai da  Vitória. Ederaldo Poy é  jornalista, radialista e servidor público concursado. Ao longo da carreira, trabalhou nas rádios Clube AM, Tropical FM, Rural FM, Araras FM, em Araras (SP); Central AM, Brasil AM e Bandnews FM, em Campinas (SP);  Cultura AM, de Poços de Caldas (MG); Rádio Expressão FM, em São Paulo (SP); e Rádio Cultura AM, de Leme (SP). Atualmente, trabalha nas rádios CBN-Campinas (SP) e Cidade AM-Araras (SP) . Com relação aos nomes relevantes com os quais trabalhou, ele prefere não citar para não esquecer de ninguém, ou cometer injustiças, mas lembra com orgulho dois ex jogadores: Zenon (Zenon de Souza Farias) e Basílio (Valdeci Basílio da Silva).

Repórter/locutor
No rádio começou como setorista e repórter esportivo por quase 10 anos para depois chegar a narrador, foi uma longa jornada. Ederaldo Poy vai para o jogo como se fosse o primeiro. Cada jornada tem um sabor especial. É pura paixão pela transmissão esportiva e pelo rádio.  

Outras atividades
Foi guarda-mirim (office boy) num escritório agrícola (escritório do Sylvio Roberto Baggio e José Abílio Baggio), bancário (banco Bradesco), operário na empresa Nestlé e atualmente, é servidor público concursado do SAEMA (Serviço de Água e Esgoto do Município de Araras-SP).

Poy
Tomou emprestado o sobrenome Poy do ídolo são-paulino José Poy (1926/1996), apesar de ser corinthiano. Tinha muita simpatia e respeito pelo argentino e achava forte o nome Poy. 

Literatura

"Carmem Costa, uma cantora do Rádio"
A memória brasileira se enriquece com a história de Carmem Costa (1920/2007), contada pelo jornalista João Carlos Viegas. Cantora cuja personalidade marcou os versos de "Eu sou a outra", canção resposta da mulher vítima de preconceitos por amar um homem casado. Intérprete angustiada de "Ronda', música da mulher procurando seu homem perdido no submundo paulistano. Ou a mulher que, por pouco, não deixa escapar o nome do amor proibido em 'Quase'. A história de Carmem Costa é um patrimônio da música brasileira, e é também a história de Chico Alves, Dalva de Oliveira, Mirabeau, Chacrinha e tantos que conviveram com ela. Carmem Costa conheceu o sucesso na Rádio Nacional, andou pelos Estados Unidos, cantou na noite da Bossa Nova no Carnegie Hall. Carmen Costa (Carmelita Madriaga), que nasceu em Trajano de Moraes, em 05 de julho de 1920 e morreu no Rio de Janeiro, aos 86 anos, em 25 de abril de 2007.

Gente de Expressão

João Carlos Viegas (João Carlos Viegas Fernandes) nasceu no Rio de Janeiro em 27 de abril de 1954. Filho de Dulcinéa e Maurílio, casado com a  Ana, pai da Júlia e do Eduardo. João Carlos Viegas é radialista, jornalista,  professor e escritor. Atuando no rádio e na TV, trabalhou nas rádios Bandeirantes, Manchete, Globo e Rede Globo de Televisão. Na sua trajetória, trabalhou com Paulo Giovanni, Paulo Lopes, Antônio Carlos, José Carlos Araújo, Mário Esteves, David Rangel, Marco Aurélio, Aldenora Santos, Haroldo de Andrade (1934/2008), Edmo Zarife (1940/1999), Luiz de França (1945/2017), Chico Anysio (1931/2012), Giuseppe Ghiaroni (1919/2008), Haidée Fernandes (in memoriam), Leila Miranda (in memoriam), Honório de Souza (in memoriam), Batista Rodrigues (in memoriam) e Nélson Batinga (in memoriam). 

Outras atividades
Professor de português e literatura e assessor de imprensa. 

Livros publicados
- “Carmem Costa, uma cantora do Rádio” (biografia),  
- “ Segura essa, J.D.Salinger!” (melhor romance no Prêmio Literário Cidade de Manaus, 2006 e publicado em Portugal pela Chiado Editora),  
- “O Terceiro Cúmplice” (romance),  
- “O segredo dos nomes”(romance)
- “Um sábado depois do fim do mundo” (romance).

João Carlos Viegas é editor do blog www.joaocarlosviegas.com.br e trabalha no romance “Caso Joana D’Arc”.

domingo, 17 de fevereiro de 2019

Literatura

"Cativos na Liberdade: Hipocrisia e Farsa nas Relações de Trabalho" 
Obra do advogado e professor Marilton Velasco e com prefácio de dom Luciano Mendes de Almeida (1930/2006), faz uma revisão crítica de todos os institutos que se acercam do trabalho: carteira de trabalho, FGTS, seguro-desemprego, greve, sindicato, fiscalização, entre outros, mostrando como as relações de trabalho estão falidas no Brasil. Tece também considerações sobre a reforma da legislação trabalhista. O autor relata a falta de humanismo, farsa e hipocrisia, que contribuem para que 60% da mão-de-obra brasileira esteja na clandestinidade. Apresenta sugestões de mudanças no sistema laboral, visando condições mais justas e humanas para o trabalhador brasileiro. 

Gente de Expressão

Mário Savaget (Mário Hermes Savaget Paiva) nasceu em Bambuí, terra de Danilo Baía (1953/1996) e Fausto Bahia, em 22 de julho de 1958. Pai da Michele, Graziele, Carolle, Nicole e do advogado e engenheiro Dan Ribeiro de Assis Paiva. Locutor esportivo filiado à AMCE (Associação Mineira dos Cronistas Esportivos), Mário Savaget é editor do jornal Opção Regional e trabalhou nas principais emissoras de rádio de Belo Horizonte. No interior de Minas, trabalhou em Nova Lima, Ouro Preto, Itaúna, Passos, Poços de Caldas e no interior Paulista, trabalhou com Ailton Fonseca, na rádio Cultura, de Mogi Mirim. Atualmente, trabalha na rádio Minas, de Divinópolis, narrando jogos no Mineirão e Independência.

sábado, 16 de fevereiro de 2019

Literatura

"Brasil, país do passado?"
A obra, organizada por Lígia Chippini, Antonio Dimas e Berthold Zilly, é uma reflexão coletiva sobre os destinos do Brasil, tendo como ponto de partida o clássico Brasil, país do futuro, escrito em 1941 por Stefan Zweig em seu exílio tropical.  Os autores fazem aqui um inventário das principais ideias de Antonio Callado (1917/1997), Betinho (1935/1997), Darcy Ribeiro (1922/1997), João Antônio (1937/1996), Paulo Francis (1930/1997) e Paulo Freire (1921/1997), seis intelectuais que tiveram em comum uma imensa militância teórica e prática contra a ditadura, mas que tomaram rumos os mais diversos na chamada abertura democrática.

Gente de Epressão

Ana Karina Veiga nasceu em Santos Dumont, a terrado pai da aviação, em 29 de agosto de 1979. Filha de  João Veiga é Silvia Veiga, é mãe dos gêmeos Ana Yasmine e Mohame
Ana Karina é jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), professora formada em magistério pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e advogada, formada na Fundação Educacional São José de Santos Dumont (FESJ). Ela, que já residiu na cidade do Cairo, no Egito, é professora da prefeitura de Ewbank da Câmara  e advogada militante em Santos Dumont.