segunda-feira, 29 de julho de 2013

Fluminense F.C.

Abel Braga deixa o Fluminense

Depois de Depois e dois anos, um mês e 21 dias nas Laranjeiras, o treinador não resistiu à sequência de cinco derrotas seguidas no Campeonato Brasileiro, que culminaram com a entrada na zona do rebaixamento e foi demitido.

O anúncio foi feito em Porto Alegre, após perder de 2 a 0 para o Grêmio e a diretoria  já busca um substituto. Vanderlei Luxemburgo, Ney Franco, Cristóvão Borges e Joel Santana são os nomes cotados.
A delegação tricolor chega ao Rio de Janeiro às 14h30m.

Duas passagens pelo Fluminense
O técnico Abel Braga assumiu duas vezes o Fluminense nos últimos oito anos, a primeira em 2005 e a segunda em junho de 2011, onde permaneceu por mais tempo. No total, Abel dirigiu o time em 217 partidas, com 114 vitórias, 44 empates, 59 derrotas, com aproveitamento 59,29%.
Abelão é o terceiro treinador que mais vezes comandou o Fluminense. Só fica atrás de Ondino Vieira, com 300 partidas, e Zezé Moreira, o recordista, que participou de 424 partidas pelo Fluminense.
O treinador foi campeão Brasileiro em 2012 e disputou duas Copas Libertadores com o time em 2012 e 2013. Nos dois anos, o Tricolor foi eliminado nas quartas de final da competição (para o Boca Juniors em 2012, e para o Olimpia em 2013). Com Abel, o time Tricolor foi campeão Carioca em 2005 e 2012.

Após a rodada de domingo, o Fluminense entrou na zona de rebaixamento (17º colocado) e vai receber o Cruzeiro na próxima quarta-feira, 31/07, às 19h30min, no Maracanã.

Literatura

domingo, 28 de julho de 2013

Juiz de Fora-MG

A nossa Juiz de Fora que não consegue se distanciar de um passado sombrio
Eu fico aqui intrigado e sem saber que caminho Juiz de Fora-MG vai seguir, caminho de uma cidade promissora ou vendo fantasmas tipo: raimundão, ação e roubalheira etc. Porque se esse governo que aí está não der certo, e ainda não deu, esses fantasmas, esses defuntos começam a mostrar a cara, ou melhor, as garras. Morando em bairro de periferia, sem atendimento médico regular (o médico só aparece, quando aparece, uma vez por semana), com transporte coletivo sem horários definidos, valores altíssimos para os padrões de Juiz de Fora e sem ação efetiva do poder público. Em 2012, tivemos eleições (prefeitos e vereadores), em 2014, novas eleições (presidente, senadores, deputados federais, governadores e deputados estaduais), e o que é lamentável nisso tudo, muitos que tomaram posse em 01º de janeiro, ainda não assumiram suas funções. Se não bastassem as presenças dia sim, e no outro também, nas colunas sociais dos "jornais" da província, foram buscar visibilidade em colunas sociais de outras plagas (podem conferir aqui no link: http://diariodepetropolis.com.br/integra.aspx?e=16551&c=00028 ), mas ações drásticas e efetivas como licitação do transporte coletivo urbano, criando o ônibus bairro a bairro, com o articulado ligando Benfica/Retiro, Santa Luzia/Grama, ampliação do restaurante popular, com a criação de no mínimo, mais cinco unidades, retirada dessa promiscuidade, chamada camelô, do centro da cidade. Combate drástico a esse parasita que está dizimando o pouco verde de nossa cidade, o "erva-de-passarinho",.
Criação de novas vias, a saber:
01 - Ponte ligando o Carrefour com a estrada União Indútria;
02 - Fazer a ligação Carrefour/Usina Quatro (estrada União Indústria, passando pelo bairro Graminha);
03 - Fazer a ligação/asfaltamento, de toda avenida Vereador Raymundo Hargreaves, que sai de Francisco Bernardino (Av. JK), passando pelo bairros Milho Branco, Pedra Bonita, acessos a sítios e fazendas da região, Vale dos Lírios, Morro do Sabão e BR 040 (esse acesso facilitaria a entrada e saída de ônibus procedentes do Rio de Janeiro, evitando ter quer ir até o bairro Santa Lúcia;
04 - Ligação da BR 267, no bairro Retiro com a MG 353, no bairro Grama, sem passar pela área central;
05 - Ligação da BR 267, no Passos da Pátria, com a BR 040, em Matias Barbosa, sem passar pela região central;
06 - Asfaltar o acesso ao distrito de Sarandira;
07 - Concluir o teatro Pascoal Carlos Magno;
08 - Incentivar que grandes indústrias saiam do centro, ou região central e passem a funcionar no Distrito Industrial;
09 - Construir um sambódromo, e nele instalar essa "feira livre" de domingo, que já ultrapassou os limites da tolerância, ultrapassou o rio, av Brasil, linha férrea etc;
10 - Fazer o contorno ferroviário. deixando o atual percurso da área central somente para transporte de passageiro;
11 - Duplicar o túnel do bairro Retiro, hoje só cabe um veículo grande com um pequeno;
12 - Duplicar a Alameda Ilva Melo Reis, antigo "Morro da Boiada", local em que começou a cidade;
13 - Construir uma nova ponte sobre o Rio Paraibuna, entre os bairros Parque das Palmeiras e Retiro;
14 - Prolongar a avenida Brasil por toda margem esquerda do Rio Paraibuna, desde o bairro de Santa Terezinha até o bairro da Ponte Preta (não há motivos para protesto dos ambientalistas, já que nesse margem, além de ser brejo, não há árvores de qualidade que necessitem de preservação);
15 - Implantar um teleférico ligando o Parque Halfeld ao Moro do Cristo.

ETC, ETC, ETC....

Saudades das realizações do governo Melo Reis!!!!

Literatura

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Taça Libertadores

Atlético 2 x 0 Olímpia (4 x 3) (24/07/13)
Atlético: Victor; Michel (Alecsandro), Leonardo Silva, Réver e Junior Cesar; Pierre (Rosinei), Josué, Ronaldinho Gaúcho, Diego Tardelli (Guilherme) e Bernard; Jô. Técnico: Cuca.
Olímpia: Martin Silva; Ricardo Mazacotte, Manzur, Hermínio Miranda e Candia; Wilson Pittoni, Benitez, Aranda e Alejandro Silva (Gimenez); Salgueiro (Carlos Baéz) e Bareiro (Ferreyra). Técnico: Ever Hugo Almeida
Arbitragem: Wilmar Rondan, Humberto Clavijo e Eduardo Ruiz, todos da Colômbia.
Cartões amarelos: Bernard, Luan, Benitez, Manzur e Salgueiro.
Cartão vermelho: Benitez
Gols: Jô, 1min, Leonardo Silva, 41min do 2tempo
Público: 56.557 (pagantes), 58.620 presentes
Renda: R$ 14.176,146

Literatura

"Uma Cidade á Beira do Caminho Novo - João Gomes, Palmira, Santos Dumont"

Escrito por Oswaldo Henrique Castello Branco, pai da diretora do Museu de Cabangu, Mônica Castello Branco, a obra traça um relato fiel à trajetória do "Pai da Aviação".

Após a morte de Santos Dumont, ocorrida no Guarujá-SP, em 23 de julho de 1932, lideranças sandumonenses se reuniram em um hotel e fizeram um projeto, que encaminharam ao então governador de Minas, Olegário Maciel, propondo a troca do nome da cidade, de Palmyra para Santos Dumont. O documento foi levado ao governador em mãos e em 31 de julho, o Decreto Estadual 10.447 efetivava a mudança. Era a homenagem maior que Palmyra podia fazer ao seu filho, que nasceu na Fazenda Cabangu, em 20 de julho de 1873, onde é hoje o Museu de Cabangu.

A fazenda estava abandonada e moradores, liderados pelo autor do livro, Oswaldo Henrique Castello Branco, tiveram o cuidado de guardar e preservar os bens que hoje formam o acervo em exposição no museu. Santos Dumont se tornara dono de 46 hectares, por doação do governo, em 1918. Na fazenda, ele foi pecuarista, sem parar de lidar com mecânica. Um exemplo é a fonte central de um lago que construiu, que funciona por gravidade, e um engenho que permitia tomar banhos quentes, uma espécie de precursor dos modernos chuveiros a gás.

Homenagens a Alberto Santos Dumont em sua terra natal e que constam no livro:
Colégio Santos Dumont, Hotel 14 Bis, Restaurante Demoiselle (balão dirigível) e Pousada Vila Dumont. A empresa de transporte urbano tem como símbolo o 14 Bis, que voou pela primeira vez em Paris em 1906, e há réplicas no trevo rodoviário na entrada da cidade e no museu de Cabangu. O prédio da prefeitura tem o nome de Palácio Santos Dumont. Diante dele, no canteiro central da avenida Getúlio Vargas, uma réplica da Torre Eiffel, com um balão dirigível e um busto do inventor com a frase “é meu sonho que se realiza”.

No brasão do município há um 14 Bis sobrevoando as montanhas de Minas. Na letra do hino do município, chamado cidade alada, mais referências: “Nestas plagas risonhas de Minas, sob um céu de estrelas fulgentes, grande gênio de asas flamantes, veio à luz entre serras virentes”.

No livro o autor relata ainda que são atribuídos a Alberto Santos Dumont, inventos como o relógio de pulso, o chuveiro de água quente, a porta de correr e o sapato plataforma, com o qual disfarçava a pequena estatura.

Considerações pós-livro:
- O Restaurante Demoiselle trocou de nome;
- Na administração passada do prefeito Evandro Nery (PT)  foi inaugurada uma estátua em tamanho real, de Alberto Santos Dumont, obra do escultor de Botucatu-SP, Pedro César,  na praça Cesário Alvim, no centro da cidade;
- O slogan da atual administração do prefeito Carlos Alberto Ramos de Faria (PP) é "Prefeitura de Santos Dumont, asas para o desenvolvimento".

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Engenhão

O estádio Olímpico João Havelange, o Engenhão, no bairro de Engenho de Dentro, no Subúrbio do Rio de Janeiro, já tem um projeto definitivo de reforço da cobertura. A solução foi proposta pela empresa alemã SBP, a mesma responsável pelo laudo técnico que, em março deste ano, levou ao fechamento do estádio.

O projeto consiste na instalação de dois cabos estaiados nos lados oeste e leste do estádio, que vão "pinçar" a cobertura, distribuindo a carga das estruturas comprometidas. De acordo com a Empresa Municipal de Urbanização (RioUrbe), o projeto oferece a vantagem da redução do tempo das intervenções no estádio, que poderia ser liberado aos torcedores, atendendo todos os requisitos de segurança.
As obras foram iniciadas em julho, com a elaboração do projeto executivo e montagem do canteiro de obras no Engenhão. Ainda este ano, será realizada a preparação da cobertura e iniciada a instalação do sistema de cabos estaiados. Para o início do próximo ano, está prevista a pré-montagem das bases da cobertura no solo.
Uma vistoria feita em 04 de junho constatou que as estruturas metálicas, como arcos, tirantes e tesouras apresentavam deformações. Estruturas que deveriam ser retas estavam retorcidas e algumas apresentavam calombos chamados de flambagem, considerados danos graves e que colocavam a estrutura em risco.

Literatura

"Histórias de Porto Alegre"
Ilustrado pelas fotos de Beto Scliar – filho do autor e fotógrafo –, "Histórias de Porto Alegre" é formado por textos curtos e leves sobre variadas facetas da cidade – e dos portoalegrenses. 


Este é um livro tanto para quem mora em Porto Alegre quanto para aqueles que simplesmente querem saber um pouco mais sobre a alma porto-alegrense; para quem se interessa por memórias afetivas das principais cidades brasileiras e para aqueles que têm uma queda pela literatura cheia de humor e deleite de Moacyr Scliar. 

Uma viagem sentimental sobre Porto Alegre, e o guia é ninguém menos do que um dos mais ilustres porto-alegrenses: Moacyr Scliar. Além de suas habilidades de exímio escritor – que conferem leveza e sabor aos textos –, de médico especialista em saúde pública, Scliar lança mão de outras menos conhecidas qualidades para melhor perscrutar a alma da sua cidade natal e dos seus conterrâneos. Faz-se um pouco especialista de história da arte, quando o assunto são os prédios históricos e os estilos arquitetônicos da cidade; antropólogo, ao esmiuçar os hábitos – alimentares, sexuais, futebolísticos etc. – dos gaúchos; geógrafo, quando a discussão é sobre o Guaíba – rio, lago, estuário ou o quê?; faz-se lingüista ao comentar as manias do "gauchês" e do "portoalegrês"; um misto de cientista político e historiador ao relembrar o passado político do estado e suas figuras emblemáticas, e faz também as vezes de cozinheiro, ao esmiuçar hábitos alimentares e fornecer a receita de um dos pratos mais típicos dentre os pratos da culinária sulina. Notáveis gaúchos permeiam estas páginas (Elis Regina, Lupicínio Rodrigues, Getúlio, Simões Lopes Neto, Lya Luft, Borges de Medeiros, Erico Verissimo), e outros famosos não-gaúchos, como Albert Camus, Barão de Itararé e Di Cavalcanti, também fazem uma visitinha à capital mais meridional do Brasil. 

Bem ao modo de uma verdadeira viagem sentimental, Scliar percorre os quatro cantos de Porto Alegre acompanhado de Beto Scliar, filho e fotógrafo, autor das fotos do livro. Pai e filho se colocam na posição de habitantes porto-alegrenses, mas com o distanciamento de observadores, o que faz de Histórias de Porto Alegre tão informativo quanto prazeroso de se ler.
Fonte: www.lpm-editores.com.br

Perdas...

José Domingos de Morais (Dominguinhos)
José Domingos de Morais, o Domunguinhos, nasceu em Garanhuns-PE, em 12 de fevereiro de 1941 e morreu em São Paulo-SP, em 23 de julho de 2013. Filho de sanfoneiro e afinador de sanfonas, o mestre Chicão, Dominguinhos aprendeu tocar sanfona aos seis anos de idade, quando ganhou um pequeno acordeão de oito baixos e chegou a se apresentar em feiras livres e portas de hotéis em troca de algum dinheiro junto com seus dois irmãos, com quem formava o trio Os Três Pingüins. Foi instrumentista, cantor e compositor.

Djalma dos Santos (Djalma Santos)
Djalma Santos nasceu em São Paulo-SP, em 27 de fevereiro de 1929 e morreu em Uberaba-MG, em 23 de julho de 2013, atuou no Palmeiras, onde jogou 498 jogos durante nove anos, na Portuguesa, disputou 434 partidas, e no Atlético Paranaense, onde encerrou a carreira..
Disputou mais de cem partidas pela Seleção Brasileira, incluídas as Copas do Mundo de 1954, 1958, 1962 e 1966.
Fonte: www.carlosferreirajf.blogspot.com

Literatura

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Papa Francisco

Durante viagem ao Brasil, Papa saúda presidentes dos países sobrevoadosComo de costume, durante a viagem o Santo Padre enviou mensagens às nações
Durante a viagem ao Brasil, o papa Francisco manteve o costume de seus antecessores e enviou mensagens aos países sobrevoados por sua aeronave, um Airbus A330 da Alitalia.No telegrama encaminhado ao presidente da Itália, Giorgio Napolitano, o Santo Padre destacou que incentivará os jovens de várias partes do mundo presentes na Jornada Mundial da Juventude, no Rio de Janeiro, a serem testemunhas da esperança e construtores da paz. Francisco saudou o presidente e todos os italianos fazendo votos de serenidade e confiança no futuro.
O Papa também enviou telegramas aos presidentes da Argélia, Abdelaziz Bouteflika, Mauritânia, Mohamed Ould Abdel Aziz, e Senegal, Macky Sall, invocando sobre esses povos a abundância de bênçãos divinas.

Fonte: www.uai.com.br 

Literatura

Sky City

Começa construção na China do edifício mais alto do mundo

As obras de construção de um arranha-céu de 838 metros, o Sky City, que se tornará o edifício mais alto do mundo, superando o Burkh Khalifa, em Dubai, já estão em andamento na China.

Após a realização da fundação, o edifício será construído em apenas quatro meses. Assim, a empresa, que calcula o custo da torre em 1,1 bilhão de euros, espera terminá-lo em abril de 2014.

Literatura

Radiodifusão

Rádio e TV

Os ativistas da democratização da mídia mobilizam-se em todo o país para coletar 1,5 milhão de assinaturas e viabilizar o ingresso de projeto de lei por iniciativa popular no Congresso Nacional. A intenção é regulamentar artigos constitucionais que já dispõem sobre os direitos da comunicação e dos cidadãos quanto ao acesso aos conteúdos produzidos pelas emissoras. Além de mexer nos interesses das sete famílias donas dos principais grupos comunicacionais do país, o texto pretende restringir as concessões evitando que religiosos e políticos continuem sendo donos de emissoras de rádio e televisão.

Elaborado pelo Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), o projeto prevê normas apenas para a comunicação eletrônica. Não se trata, segundo o FNDC, de regulamentar internet, revistas digitais ou redes sociais, mas de, especificamente, alterar a distribuição das concessões de rádio e televisão no país. Entre as normas, está previsto que 33% dos canais de rádio e televisão devem ser públicos, sendo metade deste percentual para grupos comunitários. Os canais públicos devem ser independentes de governos, mas as gestões públicas devem criar editais para garantir espaço para os movimentos sociais nas mídias.

O texto também diz que 80% das cidades brasileiras têm que receber o sinal dos canais públicos e comunitários, para garantir a inserção de um novo conteúdo na vida das pessoas.

Questão vital para sobrevivência dos grandes e pequenos grupos de comunicação, a distribuição das verbas publicitárias dos governos e a influência do poder econômico no oligopólio da comunicação também seriam regulamentadas se aprovado o projeto de iniciativa popular da FNDC.

Literatura

"Francisco: O Papa de Todos Nós"
A 13 de março, depois de um conclave de apenas cinco escrutínios, o mundo conheceu um novo pontífice. Jorge Mário Bergoglio. O primeiro bispo de Roma jesuíta, o primeiro latino-americano, o primeiro a escolher um nome para si, que ao longo da história, nenhum outro papa jamais se atrevera a impor a si próprio: Francisco. A profundidade do seu olhar, a forma como saudou a todos na Praça de São Pedro com um espontâneo «boa noite», o permanecer igual a si próprio, simples, preferindo a sua cruz de ferro ao ouro, recusando a murça e os sapatos vermelhos, passando por cima de protocolos oficiais e o facto de iniciar de forma firme e surpreendente um conjunto de reformas necessárias, tocaram o coração de milhões de fiéis. Na primeira e mais atual biografia do papa Francisco, o jornalista vaticanista Andrea Tornielli, que teve a oportunidade de, por diversas vezes, privar com Bergoglio, esboça a personalidade de um homem de Deus, filho de imigrantes, humilde e cordial, que fez da radicalidade evangélica e da mensagem da misericórdia os pilares da sua ação pastoral, num país como a Argentina, atormentado por desequilíbrios sociais e economicos. No relato de uma vida, das suas palavras e das ideias, dos testemunhos e das recordações pessoais do papa Francisco, emergem as chaves para a compreensão da novidade de um pastor capaz de encarnar as necessidades de renovação desde há muito presentes na Igreja universal. Numa entrevista muito recente concedida a Andrea Tornielli, o cardeal Bergoglio apontara a autorreferencialidade, a vaidade e o carreirismo como os males mais graves da Igreja. O início do seu pontificado faz-nos pressagiar um novo caminho, o de uma Igreja missionária e próxima das pessoas. Uma missão que une o papa, o clero e o povo de Deus: fazendo dele o papa de todos nós.

Jornada Mundial da Juventude (JMJ)

A Jornada Mundial da Juventude é um evento religioso criado pelo Papa João Paulo II em 1984 e que pessoas de todo o Mundo, católicas e de outras religiões, sobretudo jovens.
O evento é realizado a cada dois ou três anos, numa cidade escolhida para celebrar a grande jornada. Para cada Jornada, o Papa sugere um tema e durante as JMJ, acontecem eventos como catequeses, adorações, missas, momentos de oração, palestras, partilhas e shows. Tudo isso em diversas línguas e apesar de ser proposta pela Igreja Católica, é um convite a todos os jovens do mundo.

História
ROMA-ITÁLIA 
Ano: 1984, em 15 de abri,
Público: 500 mil,
Tema: "Ano Santo da Redenção: Uma festa de esperança",
Hino: Resta Qui Con Noi [Italiano].

ROMA-ITÁLIA 
Ano: 1986, em 31 de março,
Público: 800 mil,
Tema: "Ano Internacional da Juventude".
Hino: ???

BUENOS AIRES-ARGENTINA 
Ano: 1987, em 11 e 12 de abril,
Público: Um milão e quinhentos mil,
Tema: "Assim conhecemos o Amor que Deus tem por nós e confiamos nesse Amor" (1Jo 4,16),
Hino: Un Nuevo Sol [Espanhol].

Foi a primeira JMJ realizada fora da Europa.

SANTIAGO DE COMPOSTELA-ESPANHA 
Ano: - 1989, de 15 a 20 de agosto,
Público: 600 mil,
Tema: "Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida" (Jo 14,6)
Hino: Somos Los Jóvenes [Espanhol].

A Missa de Encerramento foi realizada no Monte do Gozo.

CZESTOCHOWA-POLÔNIA
Ano: 1991, de 10 a 15 de agosto,
Público: Um milhão e 600 mil
Tema: "Vocês receberam o Espírito que os adota como filhos" (Rm 8,15),
Hino: Abba Ojcze [Polonês, Italiano e Espanhol].

O Papa João Paulo II foi o primeiro Papa a falar em Esperanto. Depois da queda do Muro de Berlim, essa foi a primeira ocasião em que os jovens do Leste Europeu puderam participar, sem restrições, do evento e a Missa de Encerramento foi realizada no Jasna Góra.


DENVER-EUA 
Ano: 1993, de 10 a 15 de agosto,
Público: 900 mil,
Tema: "Eu vim para que tenham Vida, e a tenham plenamente" (Jo 10,10),
Hino: (We Are) One Body [Inglês].

Foi a primeira JMJ realizada na América do Norte, o evento se deu diante das Montanhas Rochosas e a Missa de Encerramento foi realizada no Cherry Creek State Park.

MANILA-FILIPINAS 
Ano: 1995, de 10 a 15 de janeiro,
Público: Cinco milhões e duzentos mil,
Tema: "Assim como o Pai me enviou, também Eu vos envio" (Jo 20,21),
Hino: Tell the World of His Love [Inglês].

Foi a primeira JMJ na Ásia, recorde Mundial de maior público em um encontro com o Papa e a missa de Encerramento realizada no Luneta Park.

PARIS-FRANÇA 
Ano: 1997, de 19 a 24 de agosto,
Público: Um milhão e duzentos mil
Tema: "Mestre, onde moras? Vinde e vereis" (Jo 1,38-39),
Hino: Maître Et Seigneur [Françês].

A Missa de Encerramento realizada no Longchamp Racecourse.

ROMA-ITÁLIA 
Ano:  2000, de 15 a 20 de agosto,
Público: Dois milhões,
Tema: "E o Verbo se fez Carne e habitou entre nós" (Jo 1,14),
Hino: Emmanuel [Italiano,Inglês,Francês,Espanhol].

O Jubileu do ano 2000 converteu-se também no jubileu das Jornadas Mundiais da Juventude, com a Missa de Encerramento realizada no Tor Vergata.

TORONTO-CANADÁ 
Ano: 2002, de 23 a 28 de julho,
Público: 800 mil,
Tema: "Vós sois o sal da terra... Vós sois a luz do mundo" (Mt 5,13-14),
Hino: Lumière Du Monde/Light Of The World [Francês Inglês Espanhol Italiano].

Primeira JMJ no Canadá e última JMJ com a presença do Papa João Paulo II. A Missa de Encerramento foi realizada no Parque Downsview.

COLÔNIA-ALEMAHA 
Ano: 2005, de 16 a 21 de agosto,
Público: Um milhão e duzentos mil,
Tema: "Viemos adorá-Lo" (Mt 2,2),
Hino: Venimus Adorare Eum [Alemão, Latim, Francês, Espanhol, Inglês e Italiano].

Weltjugendtag Köln, em alemão, foi a primeira após a morte do Papa João Paulo II. O evento foi presidido pelo Papa Bento XVI (o alemão Josef  Ratzinger), que fez a primeira viagem internacional do seu pontificado. A Missa de Encerramento foi realizada em Marienfeld.

SYDNEY-AUSTRÁLIA 
Ano: 2008, de 15 a 20 de julho,
Público: 600 mil,
Tema: "Recebereis a força do Espírito Santo, que virá sobre vós, e sereis Minhas testemunhas" (At 1,8),
Hino: Receive The Power [Inglês, Italiano, Espanhol e Francês].

Primeira JMJ na Oceania e segunda no Hemisfério Sul e a Missa de Encerramento realizada no Randwick Racecourse

MADRI-ESPANHA 
Ano: 2011, de 16 a 21 de agosto,
Público: Dois milhões,
Tema: "Enraizados e edificados em Cristo... firmes na Fé" (Cl 2,7)9
Hino: Firmes en la Fe [Espanhol, Inglês, Francês, Italiano, Alemão e Polonês].

Missa de Encerramento foi realizada no Aeroporto de Cuatro Vientos.

RIO DE JANEIRO-BRASIL
Ano: 2013, de 22 a 28 de julho,
Público: Seis milhões (estimado),
Tema: "Ide e fazei discípulos entre todas as nações" (Mt 28,19),
Hino: "Esperança do Amanhecer" (Português).

JMJ retorna à América do Sul depois de mais de duas décadas e será o primeiro encontrado presidido pelo Papa Francisco (Jorge Mario Bergoglio), que realiza sua primeira viagem internacional, após assumir o papado, com a renúncia de Bento XVI. A Missa de Encerramento realizada na Cidade da Fé.

Literatura

"Francisco, o Papa dos Pobres - A vida, a obra e o pensamento do homem que está a abrir os olhos do mundo"

Mario Jorge Bergoglio tem sido um Papa inesperado. A começar na escolha do seu nome, Francisco, em homenagem ao santo de Assis, e na maneira simples e até despojada como tem assumido o cargo de Sumo Pontífice. O seu sorriso, a conversa sempre franca que estabelece com as multidões, como se fosse um velho conhecido, a recusa em seguir o protocolo, a fidelidade que mantém aos hábitos de vida espartanos, levam todos a perguntar: mas quem é este jesuíta que os cardeais escolheram para suceder a Bento XVI? 

O livro do jornalista Paulo Aido procura dar resposta a tudo isso. Quem é o homem que foram buscar ao “fim do mundo” para dirigir os destinos da Igreja? O que pensa ele sobre as questões cruciais que se colocam hoje aos católicos em todo o mundo? O que pensam dele os portugueses?

“Francisco, o Papa dos Pobres”, oferece-nos uma resenha biográfica de Jorge Mario Bergoglio, reúne os textos principais já produzidos pelo Sumo Pontífice desde a sua eleição a 13 de Março, e dá voz a várias personalidades da vida pública, cultural e social portuguesa, que nos ajudam a refletir sobre a personalidade extraordinária deste Papa e sobre os principais desafios que se colocam ao seu pontificado.

domingo, 21 de julho de 2013

Patrimônio histórico

A história comprometida...

O puxadinho de telhas de amianto e madeira foi construído acima do chafariz de pedra-sabão datado de 1761, em Ouro Preto. É também na antiga capital de Minas que um projeto de construção de túnel rasgando o subsolo próximo ao Centro tricentenário arrepia defensores do patrimônio histórico. Enquanto isso, ônibus de grande porte continuam a circular na rua asfaltada em meio ao casario erguido no Ciclo do Ouro, em Santa Luzia. A confusão de fios dos postes atrapalha a visão da Matriz de Nossa Senhora do Bom Sucesso, em Caeté, erguida em 1757 e cuja planta tem a assinatura de Manuel Francisco Lisboa, pai de Aleijadinho. Já em Congonhas, loteamentos avançam sobre sítios arqueológicos e joias coloniais são pressionadas pela mineração, poluição visual e descaracterização do casario. Seja qual for o endereço, os problemas decorrentes do crescimento urbano refletem a dificuldade de cidades coloniais conviverem com desafios do século 21, pondo em risco seu valioso acervo histórico.

Mas os impasses na antiga Vila Rica estão longe de se restringir ao tráfego de veículos, que se amontoam nas ruas estreitas da cidade patrimônio da humanidade, onde as ladeiras estão tomadas por ocupações irregulares em áreas de risco. Relíquia do século 18, a Igreja Padre Faria, no bairro de mesmo nome, tem sua beleza ofuscada pelos postes de iluminação instalados em frente ao templo, cujos sinos dobraram no dia da morte de Tiradentes, em 21 de abril de 1792. Há mais de oito anos o MP briga na Justiça pela substituição da iluminação. No Bairro Antônio Dias, o exemplo extremo da ocupação irregular avançando sobre o patrimônio: o chafariz da Rua Barão de Ouro Branco, de 1761, está totalmente sufocado por puxadinhos e adaptações nos imóveis vizinhos.

Construída bem rente ao paredão de pedras do monumento, a cozinha e a área de serviço da casa da empregada doméstica Lucimar Bastos, de 57 anos, foi erguida praticamente em cima da estrutura. Os canos ficam à mostra ao lado do chafariz, sem falar nas madeiras que sustentam os cômodos, além das telhas sem padrão, contrastando com a estrutura histórica. Lucimar, que sonha em um dia ter a escritura da casa, conta que a construção foi feita pelo marido
Fonte: www.uai.com.br

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Literatura

 "Camponeses Mortos e Desaparecidos: Excluídos da Justiça de Transição"
Elaborado pelo Projeto Direito à Memória e à Verdade, o livro pretende contribuir para o debate sobre o reconhecimento oficial dos camponeses mortos e desaparecidos em função das diversas formas de repressão política e social no campo, no período 1961-1988.

O livro também presta homenagens aos que morreram lutando pela Reforma Agrária, pelo direito à associação e sindicalização, pelo respeito às leis trabalhistas e pela efetivação dos Direitos Humanos. Estes lutadores e lutadoras têm direito à Memória, à Verdade e à Justiça.
De acordo com o livro, há mortes durante o regime militar e também durante o regime civil. Quatro pessoas foram assassinadas antes do golpe de abril de 1964; 756 foram mortas durante a ditadura (sendo 432 na abertura política após 1979); e 436 após março de 1985, na transição civil (governo Sarney). Segundo o documento, o aumento da violência no campo a partir da distensão e ao longo da chamada Nova República tem a ver com a organização política dos trabalhadores rurais.

Os estados que acumulam o maior número de pessoas assassinadas (lideranças ou não) são o Pará (342 mortes); o Maranhão (149 mortes); a Bahia (126 mortes); Pernambuco (86 mortes) e Mato Grosso (82 mortes). Mais de 96% dos assassinados eram homens.

Grande parte das mortes não ocorreu pelas mãos dos “agentes do Estado” (policiais e militares), 15% do total (177 casos); mas por “agentes privados” (milícias e pistoleiros contratados).

domingo, 14 de julho de 2013

RADIO CONTEMPORANEA LTDA

Radio Record Rio 
A Radio Record do Rio de Janeiro, AM 990 KHZ (RADIO CONTEMPORANEA LTDA) encerrou suas transmissões de uma programação eclética, demitindo lcutores e produtores e passou a retransmitir a "programação" da rede aleluia, um dos braços da iurd.

História
A rádio foi fundada com o nome de Rádio Ipanema AM, e tinha sua sede no prédio 7 da Praça Mauá, o mesmo que abrigava a Rádio Nacional. Uma placa de bronze, ainda hoje fixada na parede externa do prédio, indica que a então Ipanema AM também pertenceu à Radiobrás.
Nos anos 80, após a aquisição da Rádio Copacabana (concessão de São Gonçalo), a iurd adquiriu a AM 990, colocando-lhe o nome Rádio Record na década seguinte.
Em 2006, a rádio mudou o nome para Nova AM, e passou a ser predominantemente musical. Com uma programação de música evangélica, locutores e promoções. A rádio ficou semelhante às FMs 93 FM e Melodia.

A partir de 08 de junho de 2010, passou a se chamar Rádio Record Rio e substituiu a música gospel por sucessos populares, com locução ao vivo e notas jornalísticas.

Literatura

"Os Abutres do Vaticano - O livro que previu a renúncia de um Papa"

A 19 de abril de 2005, o cardeal Ratzinger foi eleito Papa. Mal sabia ele que, como os seus antecessores, iria encontrar um osso duro de roer: o IOR (Instituto para as Obras Religiosas) ou o Banco do Vaticano. Os Abutres do Vaticano revela uma história de mordomos traidores, filtragem de documentos, comissões secretas de espionagem, serviços de espionagem e contraespionagem do Vaticano, prelados que denunciam a corrupção e são imediatamente afastados de São Pedro, lavagem de dinheiro, altos membros da máfia siciliana, um plano para assassinar o Papa, uma adolescente desaparecida e supostamente usada como escrava sexual, uma guerra entre jornalistas e diretores da imprensa católica, um presidente do IOR com medo de ser morto. E, no Estado do Vaticano, a realidade é sempre mais estranha que a ficção.

Projeto "ANJO DA GUARDA"

          Anjo da guarda

Profissional em TI desenvolve sistema que pode salvar bebês esquecidos dentro de carros
Ideia de executivo da área de tecnologia para evitar asfixia de crianças pode ser concretizada em protótipo com equipamento que viria a ser produzido em série

O projeto de lei pode não ter vingado, mas a luta não foi em vão. Preocupado com o grande número de bebês e crianças esquecidos dentro de carro, muitas vezes com desfecho fatal, o profissional em tecnologia da informação Alex Fávaro desenvolveu a ideia de um sistema que evita a morte nessas situações. Criou o projeto de lei Anjo da guarda e precisava de 20 mil votos populares até o mês passado para que o tema entrasse na pauta de votação no Senado. Não deu. Mas o esforço de divulgação de Alex chegou à imprensa e a fornecedores da indústria automotiva, que se interessaram pela ideia. Depois de diversas reuniões, pelo menos uma das vertentes do projeto já pode virar realidade.

A ideia partia do uso de componentes que já existem no mercado. Os sensores de peso – mais comuns nos bancos dianteiros nos modelos que "avisam" quando há um usuário sem cinto de segurança, mas que podem ser facilmente instalados nos traseiros – são a base de tudo. Serviriam, ao contrário da função atual, para enviar um sinal, no momento em que o veículo é desligado, informando a presença de algo (ou alguém) nos bancos traseiros e com os cintos afivelados, já que os cintos também são usados para prender as cadeirinhas ou o bebê conforto na maior parte dos carros. Se a situação permanecer, o projeto Anjo da guarda sugere que o alarme externo dispare, chamando a atenção de transeuntes para a possível presença de criança no carro. Ao mesmo tempo, seria acionado um sensor de temperatura e, se constatados mais de 25 graus, automaticamente seria acionado o sistema de ventilação interna do carro, além de serem abertos os vidros. Mas, cinco minutos depois de disparado o alarme, se ninguém aparecer, independentemente da temperatura, os sistemas de ventilação interna e de abertura dos vidros são acionados de qualquer forma, a fim de permitir a entrada de ar.

VIA CELULAR
Durante a apuração feita pelo caderno Vrum (reportagem publicada em 6 de abril), o engenheiro eletricista com ênfase em eletrônica Ricardo Takahira, gerente de novos negócios da divisão eletrônica da Magneti Marelli, tomou conhecimento do projeto e se interessou pelo assunto. "Poderíamos desenvolver um veículo conceito com essa ideia", disse à época. Por meio da reportagem, Alex e Takahira entraram em contato e iniciaram uma série de negociações. Foi só o primeiro passo. Enquanto diversos veículos de comunicação divulgavam a ideia, Alex passou a buscar apoio em vários setores da indústria. Atualmente, um fabricante de alarmes estuda com interesse a viabilização do projeto, enquanto ele aguarda a conclusão da patente. E a Magneti Marelli, apesar de não mais atuar no desenvolvimento de alarmes, tem como dar corpo ao projeto por meio de um sistema que atuaria via celular.

Com a iminência de concretização da lei que obrigará todos os veículos a saírem de fábrica com rastreadores (polêmica Resolução 245/2007 do Conselho Nacional de Trânsito/Contran que já foi adiada várias vezes), a Magneti Marelli desenvolve um sistema em que poderiam ser ativadas outras funções, além da opção básica de localização do veículo. E uma delas contempla o projeto Anjo da guarda.

"O sistema de rastreamento é uma tecnologia que já existe. Uma espécie de caixa-preta é colocada em algum ponto escondido do veículo e passa a receber sinais da localização do carro via GPS. No conjunto existe um modem, que envia as informações para um servidor via sistema de celular (GPRS)", lembra Takahira. "Uma das entradas pode estar ligada ao sensor de peso do banco (já calibrado para o peso da cadeirinha, que não seria confundido com o da criança). O rastreador sabe quando o carro é desligado e ‘saberia’ que há algo ou alguém no banco. Então, uma mensagem pode ser enviada não para a central, mas para o smartphone do próprio dono, avisando que o banco de trás está ocupado", explica. Depois de algum tempo – o engenheiro acrescenta que tem que se discutir em cerca de quanto tempo o oxigênio existente dentro do veículo acaba –, outra mensagem poderia ser enviada. Seria, ainda, dada ao motorista a opção de abrir os vidros via smatphone.

"Se o motorista realmente esqueceu alguém ou até mesmo um objeto no banco do carro pode voltar para resgatar. Além disso, pelo smarphone ele teria também a opção de acionar a abertura dos vidros, como sugere o projeto Anjo da guarda. Seria dele o poder de decisão", finaliza Takahira, reafirmando a possibilidade de se fazer, pela Magneti Marelli, um "veículo-demonstração" para o sistema.

OUTRAS 
Além da função Anjo da guarda, o sistema da Magneti Marelli poderia agregar outros benefícios ao sistema, como o envio de informações, via smartphone, avisando, por exemplo, sobre o nível de combustível do carro, confirmando se as portas foram travadas e os faróis apagados etc.

CURIOSIDADE 
Quando criou e disponibilizou o projeto Anjo da guarda para votação, Alex Fávaro usou um canal existente dentro do site do Senado (www.senado.gov.br) no qual qualquer cidadão pode incluir e sugerir ideias. Funciona da seguinte forma: dentro do portal e-Cidadania está o ícone e-Legislação, com a possibilidade de inclusão de propostas de lei, que passa por aprovação (ou não) pelo órgão. Uma vez aprovada a ideia, abre-se o tema para votação e, obtido o número de apoios necessários, a proposta é avaliada pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa, podendo vir a tramitar formalmente no Senado. A proposta de Alex, que precisava de 20 mil votos até 19 de junho, foi a segunda mais votada, com apenas 1.727 votos (a mais votada teve somente 2.306). "Pelo que eu soube depois, até hoje nenhuma ideia chegou a alcançar o número de votos e ir à tramitação", diz Alex. "Essa mobilização não é fácil. No facebook, tive 570 mil visitas somente para visualizar algo sobre o projeto, mas essas pessoas não votaram. De qualquer forma, tudo o que alcancei foi uma vitória".
Fonte: www.uai.com.br

Literatura

"O Segredo da Irmã Lúcia - A emocionante história de amor que mudou o rumo da humanidade"

Em "O Segredo da Irmã Lúcia" , que o cardeal Saraiva Martins considera como imprescindível livro de cabeceira", o leitor tem a síntese dos mistérios de Fátima, a história das Aparições, as orações do Anjo e de Nossa Senhora, o terceiro Segredo e, acima de tudo, os pensamentos da vidente acompanhados de quase uma centena de fotografias, muitas delas inéditas, numa obra escrita por Paulo Aido.

Corrida da Fogueira

A 66ª edição da tradicional Corrida da Fogueira reuniu, segundo os organizadores, cerca de duas mil pessoas na principal avenida de Juiz de Fora, a avenida barão do Rio Branco.

Marcos Vinicius Coelho Ferreira, natural de Resende-RJ e representando a equipe de Matias Barbosa-BMB/Granbery, fez o percurso de 07km, da avenida, entre o trevo do bairro Bom Pastor e a ponte do bairro Manoel Honório, com o tempo de 22min23s, e foi o grande vencedor da 66ª corrida da Fogueira, levando a medalha de ouro.

O juiz-forano Jocemar Fernandes Correa (Saúde Performance), com 22min47s ficou com a medalha de prata e Eberth da Silva Silvério (Vidativa), com 22min59s, vencedor da das provas de 2011 e 2012, ficou com o bronze.

No feminino a vencedora foi Érika Maria José Vieira, que é natural de Barbacena, mas representa Conselheiro Lafaiete, (MRS/Conselheiro Lafayete), com o tempo de 27min43sonde. Em segundo lugar chegou Andriléia do Carmo Souza (Gemacom Tech), com 29min52s, e e em terceiro, Ivani Gomes dos Santos (Gemacom Tech), com 31min20s.


sábado, 13 de julho de 2013

Literatura

"Arqueologia Mecânica - A Arte de Encontrar e Recuperar Preciosidades
"Arqueologia mecânica" é a arte de procurar, encontrar, restaurar, colecionar e comercializar carros antigos e de valor. Neste livro de "autoajuda", como o autor gosta de definir, Rubem Duailibi conta, a partir da sua experiência, como é recuperar os mais incríveis automóveis clássicos.
Com histórias divertidas e inúmeras mensagens positivas, este trabalho mostra como o tempo --que pode ser cruel a ponto de deteriorar preciosidades, e ao mesmo tempo generoso, ao multiplicar o valor de algumas joias automobilísticas-- pode correr a seu favor.
Para alguns, isso é puro lazer. Para outros, trabalho. Para você, ela também pode ser uma opção de diversão ou de renda, mas, de qualquer maneira, para todos os que gostam de carros, sempre será uma paixão e uma fonte de imenso prazer.

Corrida da Fogueira

                                          66ª Corrida da Fogueira
A prova, realizada pela Prefeitura de Juiz de Fora, ocorre neste sábado, 13/07, com largada marcada para as 19:00h, na Praça do Bairro Bom Pastor, zona sul de Juiz de Fora-MG.

Além da prova principal, o evento contará com uma caminhada de 04 km – com largada no mesmo local e horário e chegada no Parque Halfeld.

Programação:
09 às 18 horas - Entrega de kits, na Praça do Bom Pastor
17 às 18h30 - Entrega dos chips
19 horas - Largada
20 horas - Premiação.


Literatura

"Pilotos: Lendas da Fórmula 1"

Para os pilotos de Fórmula 1, Bernard Cahier era um fotógrafo, claro. Mas ele era, acima de tudo, um deles. Bernard não foi apenas uma testemunha privilegiada dos primeiros anos deste esporte. Ele foi seu autor. Suas fotos comprovam os verdadeiros momentos de intimidade compartilhada.
Depois veio Paul-Henri Cahier. A sucessão aconteceu docemente, naturalmente, como se o pai transmitisse seu testemunho ao filho. Assim, todos os pilotos de seis décadas da F1 desfilaram diante das objetivas do pai e do filho Cahier --de Nino Farina, primeiro campeão mundial em 1950, a Fernando Alonso.
A decisão foi cruel: entre tantos, foram escolhidos 72 pilotos lendários, cujos perfis e destinos contam a história da F1. Imperdível para todos os amantes da velocidade!

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Ato Médico

 A lei que regulamenta o exercício da medicina, o chamado Ato Médico, foi sancionado pela presidenta Dilma Rousseff, com vetos. O texto aprovado, que estabelece atividades privativas dos médicos e as que poderão ser executadas por outros profissionais de saúde, está publicado na edição desta quinta-feira, 11/07, do Diário Oficial da União (DOU).

O Artigo 04º, considerado o mais polêmico e que motivou protestos de diversas categorias da saúde, como fisioterapeutas, enfermeiros e psicólogos, teve nove pontos vetados, inclusive o Inciso 01º, que atribuía exclusivamente aos médicos a formulação de diagnóstico de doenças. A classe médica considera que esse ponto era a essência da lei. Já para as demais categorias o trecho representava um retrocesso à saúde. 

Pela lei, ficou estabelecido que caberá apenas às pessoas formadas em medicina a indicação e intervenção cirúrgicas, além da prescrição dos cuidados médicos pré e pós-operatórios; a indicação e execução de procedimentos invasivos, sejam diagnósticos, terapêuticos ou estéticos, incluindo acessos vasculares profundos, as biópsias e as endoscopias. Também será de exclusividade médica a sedação profunda, os bloqueios anestésicos e a anestesia geral.

Já entre as atividades que podem ser compartilhadas com profissões da área da saúde não médicas estão o atendimento a pessoas sob risco de morte iminente; a realização de exames citopatológicos e emissão de seus laudos; a coleta de material biológico para análises laboratoriais e os procedimentos feitos através de orifícios naturais, desde que não comprometa a estrutura celular.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, ressaltou a regulamentação da atividade, mas defendeu a manutenção do "espírito de equipes multiprofissionais, com outros conhecimentos e competências, que são o conjunto das profissões de saúde".

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Literatura

 "Bom dia, pai"

O radialista Haroldo de Andrade Junior lançou lançou pela Editora Espaço Jurídico, o livro "Bom dia, pai", numa homenagem ao radialista e publicitário Haroldo de Andrade (1934-2008). A obra reúne uma coletânea de 82 crônicas consagradas por seu pai, que tratam das mais diversas questões humanas, que se referem a mensagens para a vida diária, ensinamentos não só filosóficos como pedagógicos.

Futebol

Taça Libertadores
Competição antes dominada por argentinos e uruguaios tem supremacia brasileira nas duas últimas décadas.
Com o Atlético, times do país batem o recorde em finais: 32

O Atlético pode ser o 10º time brasileiro a conquistar a Taça Libertadores e dar país 17º título da mais importante competição de clubes das Américas. Se o clube mineiro for o campeão, Brasil, pela primeira vez na história, festejará quatro conquistas consecutivas.

Um triunfo do Galo daria ao futebol mineiro sua terceira estrela nessa galeria de campeões, somando-se às duas obtidas pelo Cruzeiro. No caso, Minas deixaria o Rio de Janeiro para trás, com os feitos isolados de Flamengo e Vasco. Mas ainda assim continuaria atrás de gaúchos (a dupla Gre-Nal tem dois títulos cada) e paulistas (três de São Paulo e Santos e um de Palmeiras e Corinthians).

De qualquer forma, uma disputa que nas três primeiras décadas era dominada por argentinos e uruguaios registra dos anos 1990 para cá uma supremacia brasileira. De 1992 a 2013 – 22 edições, portanto –, apenas em três a decisão não contou com equipes do país: 1996, 2001 e 2004. E duas finais foram entre times brasileiros:
2005 (São Paulo x Atlético-PR) e 2006 (Internacional x São Paulo). E em presenças na decisão, o Brasil supera a Argentina (32 a 31).

A hegemonia nesses 54 anos de Libertadores ainda é argentina, com 23 conquistas, quase um terço delas do Independiente, o maior dos campeões (sete vezes), seguido de perto pelo Boca Juniors (seis). Se der Galo na cabeça na atual edição, o Brasil ficará a seis taças de se igualar aos hermanos. Feito que não parece tão distante se o panorama das últimas décadas continuar se repetindo.

Pela terceira vez na história, o capítulo final da competição terá o Mineirão como palco. O Cruzeiro conquistou o título de 1997 em cima do Sporting Cristal e perdeu o de 2009 para o Estudiantes – a taça de 1976 foi levantada em jogo extra no Estádio Nacional, em Santiago do Chile. A edição de 1977 poderia ter sido a primeira a terminar na Pampulha se a Raposa não vencesse o Boca Juniors e forçasse o terceiro jogo, no qual foi derrotada nos pênaltis, no Centenário, em Montevidéu.

AUMENTO DA REPRESENTAÇÃO 
Nos anos de 1960, apenas o campeão da Taça Brasil (hoje oficializada como Campeonato Brasileiro) representava o país. Em 1963, como o Santos detinha o título e só entrava na segunda fase, o Botafogo também participou da competição. No maior clássico interestadual da história do futebol nacional, o Peixe, de Pelé, eliminou o Bota, de Garrincha. Em 1966, 1969 e 1970, por falta de interesse, não houve time brasileiro na disputa.

A partir de 1981, começaram a participar o campeão e o vice brasileiros. Em 1989, a CBF criou a Copa do Brasil, cujo vencedor passou a se classificar para a Libertadores, juntamente com o campeão nacional. Em 2000, uma terceira vaga foi criada, para o vice-campeão brasileiro. E a partir de 2002 o terceiro e o quarto colocados também foram admitidos.

Nos anos mais recentes, com times do país conquistando o principal título continental, até seis times entraram na mesma edição. Desde 2011 o vencedor da Copa Sul-Americana também passou a ter vaga na Libertadores – mas quando isso ocorreu, no ano passado, com a conquista do São Paulo, quem perdeu lugar foi o quarto colocado no Brasileiro.
Fonte: www.carlosferreirajf.blogspot.com

terça-feira, 9 de julho de 2013

Literatura

“Casa da Moeda do Brasil: 290 anos de História, 1694/1984″
1694 - A Casa da Moeda é fundada em Salvador, Bahia, em um dos ângulos da Praça do Palácio, atual esquina da Rua da Misericórdia com a Ladeira da Praça (Cidade Alta);

1698 - É transferida de Salvador para a Junta do Comércio do Rio de Janeiro, na "casa de pau-a-pique", próximo à Ladeira de São Bento, onde hoje se encontra o Arsenal da Marinha;

1700 - É extinta a CMB no Rio de Janeiro, passando a ocupar o prédio da Antiga Oficina de Recunhagem em Recife, Pernambuco, na Rua Maria Rodrigues, posteriormente Rua da Moeda;

1702 - É extinta a Casa da Moeda em Recife;

1706 - Instalação da nova sede da Casa da Moeda no Rio de Janeiro, no lado sul da Praça do Carmo (atual Praça XV), em frente à Rua Direita (atual Primeiro de Março) e fundos para o Armazém "Del-Rey";

1714 - Retorno para o antigo prédio em Salvador, Bahia;

1724 - Construída a Casa da Moeda de Minas Gerais, em Vila Rica, no Morro de Santa Quitéria (atual Ouro Preto);

1735 - É extinta a Casa da Moeda em Vila Rica;

1743 - Construção do Palácio dos Vice-reis, na "Casa dos Governadores", Largo do Carmo (atual Praça XV), no Rio de Janeiro, onde a Casa da Moeda ocupava o pavimento térreo;

1814 - A sede passa a ser na "Casa do Pássaros", ainda no Rio de Janeiro, no edifício do Real Erário, Rua do Sacramento (atual Avenida Passos);

1830 - É extinta a Casa da Moeda em Salvador;

1868 - A CMB é transferida para a Praça da Aclamação (atual Praça da República), no Rio de Janeiro;

1984 - Transferência para o novo Parque Industrial, no Distrito de Santa Cruz, no Rio de Janeiro.

Moedas Brasileiras

                 A História do Real

Dinheiro no Brasil é um assunto por vezes complexo, o país sofreu durante décadas com diversas crises econômicas e a moeda que sempre desvalorizava-se acabava por ser mudada, consoante o governo que atuava na altura. O brasileiro perdeu muito do seu poder aquisitivo com as constantes trocas de moedas que ocorreram no Século XX, e para quem pensa que o Real “nasceu” em 1994, engana-se. O Real já havia sido unidade de moeda de Portugal entre 1430 até 1911. O uso da palavra real como unidade monetária deriva da palavra real no sentido de realeza. Sendo pela primeira vez registrada por escrito, no sentido monetário, em 1339, durante o reinado de D. Afonso IV de Portugal. Em 1911, Portugal adotou o escudo em subtituição ao real.

O Real foi implementado no Brasil, em 1994, no governo do presidente Itamar Franco, através de seu ministro da fazenda, Fernando Henrique Cardoso, que implementou o chamado Plano Real no país. Até então, o Brasil havia passado por inúmeras trocas de moeda o que levou ao país a uma crise de grandes proporções, onde a inflação alcançou índices de 46,58% ao mês em junho de 1994, época do lançamento da nova moeda. Até o início da circulação do Real (R$), em 1º de julho de 1994, a inflação acumulada foi de 763,12% (no ano) e 5.153,50% (nos últimos 12 meses).

Com o lançamento do Plano Real, Fernando Henrique Cardoso, tornou-se um dos homens mais influentes do Brasil, tornando-se o sucessor presidencial de Itamar Franco, exercendo o cargo de Presidente da República por duas vezes, de 1995 a 2002.
As trocas das moedas:
* Réis (Real) (1500 a 1942)
* Cruzeiro (1942 a 1967)
* Cruzeiro Novo (1967 a 1970)
* Cruzado (1970 a 1989)
* Cruzado Novo (1989 a 1990)
* Cruzeiro (1990 a 1993)
* Cruzeiro Real (1993 e 1994)
* Real (1994 até o presente momento)
Na troca do Cruzeiro Real para o Real, 2.750,00 Cruzeiros Reais passou a valer 1,00 Real. A criação do chamado então ‘Plano Real’ tinha como objetivo controlar a inflação galopante que assolava o país há muitos anos. Aquando da mudança para o Real, um dólar era igual a um real , ou seja, uma excelente valorização do Real, e foi adotado a política do cambio fixo. Porém em meados de 1997, novas crises financeiras assolaram o país, e o cambio voltou a ser flutuante; quer dizer, passou-se a ter uma variação de valorização diária da moeda brasileira.


segunda-feira, 8 de julho de 2013

Literatura

"Rádio, arte e política" 
Este livro vem resgatar o caráter libertário do rádio, desde seu período inicial, nos Estados Unidos, ainda sem regulamentação, até as rádios livres dos anos 1970 e 1980, na Itália, na França e no Brasil. Rádio como meio de ativismo, chave para a construção de uma sociedade mais democrática e plural. Nesse sentido, a inovação estética e a experimentação das linguagens sonoras têm igual caráter revolucionário nas experiências de intelectuais e artistas como Murray Schafer, John Cage, Felix Guattari e outros. Para quem quer se arriscar nesse território, necessário, mas tão escasso na literatura de nossa área, Rádio, arte e política é um guia adequado, que cuidadosamento elaborado pelo professor Mauro Sá Rego Costa.
Fonte: www.eduerj.uerj.br

Cifrão

A História do Cifrão e sua relação com o dinheiro

A representação de um valor em dinheiro vem sempre antecedido por uma representação gráfica que é o símbolo da moeda local como por exemplo no Brasil,o ‘R’ do Real e o  símbolo do cifrão. O símbolo Cifrão é utilizado em alguns países da América do Sul. Muitas pessoas confundem o símbolo Cifrão,  com o símbolo de dólar ‘$‘  que só é cortado por uma linha e é um símbolo usado inicialmente para indicar unidade de pesos ou dólares pelo mundo.

O símbolo do Cifrão surgiu, em meados do século VIII, a invenção foi do então general Táriq-ibn-Ziyád, comandante da invasão árabe da Península Ibérica. Esta invasão comandada por Táriq-ibn-Ziyád, como conta-nos a história não foi nada fácil, tendo o mesmo juntamente com suas tropas partido da Arábia, e percorrido um árduo caminho até a conquista da Península Ibérica. Alguns historiadores dizem que Táriq-ibn-Ziyád partiu da Arábia atravessou o Egito, passou pelos desertos do Saara e da Líbia, Tunísia, Argélia e Marrocos; cruzando o estreito das Colunas de Hércules e chegando, por fim, à Península Ibérica.

Após este grande feito, e a conquista do território ibérico, Táriq-ibn-Ziyád mandou cunhar moedas para comemorar a conquista, tendo de um dos lados sido cunhado uma linha sinuosa, em forma de “S”, representando o longo e tortuoso caminho percorrido para alcançar o continente europeu. Cortando essa linha sinuosa mandou colocar, no sentido vertical, duas colunas paralelas, representando as Colunas de Hércules, significando a força, poder e a perseverança da empreitada.

O partir daí símbolo difundiu-se por todo o mundo e passou a ser utilizado como símbolo monetário/dinheiro em praticamente todo o mundo. Infelizmente existem poucas fontes acerca desta história onde se possa aprofundar mais, entretanto todas as citações feitas ao famosos símbolo cifrão referem-se ao corajoso e destemido general Táriq-ibn-Ziyád!

Literatura

"Túlio de Lemos e seus admiráveis roteiros - rádio, arte e política"

Numa série sobre profissões, não se esperem episódios sobre médicos, engenheiros ou advogados. Mas sim bombeiros, lixeiros, condutores de bonde e gente de outras ocupações modestas, Roteiros de rádio como esses foram escritos por Túlio de Lemos nos anos quarenta e cinquenta do século passado, Seu autor foi uma das mais importantes figuras do rádio e da TV. Seus admiráveis roteiros são o objeto de estudo deste livro, de autoria de Irineu Guerrini Junior.
Fonte: www.multimidia.com.br

Futebol

Botafogo tem prejuízo de R$ 41 mil com clássico na Arena Pernambuco, que foi o  maior prejuízo do clube nesse Brasileiro.
Botafogo 1 x 0 Fliminense
Público pagante:  7.882 torcedores
Público não pagante: 1.787
Público total:  9.669.
Renda b ruta: R$ 368.550

O principal motivo para que o Botafogo tivesse prejuízo na partida (apesar do maior público do clube no Brasileiro) foi a taxa de aluguel da Arena Pernambuco, que foi de R$ 270 mil reais. Além disso, o clube carioca teve como principais despesas a taxa paga à Federação Estadual do Rio de Janeiro (R$ 36.855) e a confecção de ingressos (R$ 26 mil). Além disso, a Federação Pernambucana de Futebol (FPF) embolsou R$ 18.475,50 com o clássico.

Somadas, as despesas da partida chegaram a R$ 410.015,24, contra R$ 368.550 da renda bruta.

Se o Botafogo lamenta o prejuízo financeiro na Arena Pernambuco, o Náutico não tem do que reclamar do seu primeiro jogo oficial no estádio. Isso porque a renda líquida do clube pernambucano na partida contra a Ponte Preta foi de R$ 423.866,69, mais que a soma da renda líquidas dos dois jogos nos Aflitos, contra Vitória (R$ 137.447,84) e Portuguesa (R$ 181.581,69).
Vale lembrar que, como parceiro do consórcio que administra o estádio, o Náutico não paga a taxa de aluguel da Arena, mas divide a renda com os administradores da praça esportiva.

Náutico 1 x 3 Ponte Preta
Público pagante: 19.414
Renda bruta: R$ 469.420

Série C
Santa Cruz 1 x 0 Cuiabá
Público pagante: 18.550 torcedores
Renda: R$ 214.110,00

sábado, 6 de julho de 2013

Literatura

"Holocausto brasileiro, genocídio: 60 mil mortos no maior hospício do Brasil"

Livro relata atrocidades sofridas por pacientes do Hospital Colônia de Barbacena
“Senhor Deus dos desgraçados!/ Dizei-me vós, Senhor Deus!/ Se é loucura ... se é verdade/ Tanto horror perante os céus...”. Esses versos do poema “O navio negreiro”, do poeta baiano Antônio de Castro Alves (1847-1871), bem poderiam ter sido inspirados nas histórias de milhares de brasileiros deserdados que por diversos motivos – alcoolismo, epilepsia, prostituição, homossexualismo e perda da virgindade, entre outros “desvios” – foram diagnosticados como doentes mentais e encarcerados no Hospital Colônia de Barbacena, de onde a maioria nunca mais saiu.

Construído no início do século 20 no interior mineiro, calcula-se que naquele hospício morreram cerca de 60 mil pessoas entre 1930 e 1980. Elas viviam em condições degradantes, comparadas às de campos de concentração nazistas.

Os corpos dos pacientes, às vezes sem identidade e despidos de qualquer dignidade, eram enterrados em valas comuns ou lucrativamente vendidos a faculdades de medicina, entre elas a da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Quando o “mercado” saturava, cadáveres eram dissolvidos em ácido lá mesmo no pátio do hospital, na frente dos internos. Assim, ossadas podiam ser comercializadas.

Pacientes andavam nus, comiam em cochos como animais e dormiam entre touceiras de capim, pois um médico decidiu que assim seria melhor. Calcula-se que cerca de 16 internos morriam por dia. Crianças se misturavam a adultos, mulheres eram estupradas. Castigos físicos e choques eram a “terapia”. A expressão “trem de doido”, atribuída a Guimarães Rosa, nasceu ali. Em 1933, o escritor e médico morou em Barbacena, onde via chegarem vagões lotados de pacientes da colônia. A cena está no conto “Soroco, sua mãe sua filha”, publicado no livro "Primeiras estórias", e lembra a forma como nazistas conduziam judeus para os campos de concentração.

Em 1979, o psiquiatra italiano Franco Basaglia, pioneiro na luta antimanicomial, visitou Barbacena. Sem meias palavras, declarou: “Estive hoje num campo de concentração nazista. Em lugar nenhum do mundo presenciei uma tragédia como essa”.

Toda essa história de horror, cujas feridas não cicatrizaram, o Estado jamais veio a público pedir desculpas aos sobreviventes e a suas famílias, é contada de forma emocionante em "Holocausto brasileiro", livro da jornalista Daniela Arbex. Formada pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e repórter especial do jornal "Tribuna de Minas", de Juiz de Fora, ela conta que a ideia surgiu em 2009, durante uma entrevista com o psiquiatra José Laerte da Silva Barbosa (ex-vereador e atual secretário de saúde de Juiz de Fora-MG). O médico lhe mostrou o livro "Colônia", publicado pelo governo de Minas, que trazia fotos do Hospital Colônia de Barbacena feitas em 1961, por Luiz Alfredo, para uma série de reportagens da revista "O Cruzeiro".

“Fiquei impactada quando deparei com aquelas imagens. E me perguntei, estarrecida, por que nem eu nem ninguém da minha geração ignorava o que ocorrera em Barbacena, tão perto de Juiz de Fora”, diz Daniela. Ela decidiu escrever a respeito, mas de uma forma diferente: queria recontar a história a partir do olhar dos sobreviventes da tragédia.

A jornalista começou a visitar Barbacena, entrou em contato com funcionários e ex-funcionários do hospital colônia. Para a pesquisa foram fundamentais conversas com especialistas como o psiquiatra mineiro Ronaldo Simões Coelho. No fim da década de 1970, quando chefiava o Serviço Psiquiátrico da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), ele foi um dos primeiros médicos a ter coragem de denunciar o que ocorria em Barbacena. Perdeu o emprego por isso.

“Entrevistei também outro psiquiatra, Francisco Paes Barreto. Em 1966, no início da ditadura militar, ele teve coragem de fazer a primeira denúncia pública contra Barbacena. Por causa disso, acabou processado pelo Conselho Regional de Medicina (CRM)”, informa Daniela Arbex.

Daniela fez entrevistas com ex-pacientes, de quem ouviu histórias de arrepiar. Antônio Gomes da Silva permaneceu calado por 21 dos 31 anos em que passou internado, pois ninguém lhe perguntou se sabia falar. Outra interna, depois de grávida, começou a passar fezes no corpo para que ninguém se aproximasse dela ou maltratasse o bebê. Outras mulheres fizeram como ela. Pouco adiantou, pois os recém-nascidos costumavam ser arrancados dos braços das mães, assim como fizeram os militares durante a ditadura argentina, nos anos 1970.

Atualmente, informa Daniela Arbex, cerca de 170 pacientes continuam internados “como crônicos” no Centro Hospitalar Psiquiátrico de Barbacena (CHPB). Mas a instituição vive história diferente depois de ser transformada em hospital regional, oferecendo várias especialidades médicas.

“No entanto, por incrível que pareça, ainda sobrevivem no Brasil modelos de segregação como o do antigo hospital colônia. Além disso, estamos às voltas com a internação compulsória, que, na prática, pode ser a reedição de abusos disfarçada de política pública”, adverte Daniela Arbex.

Porões da loucura
Em 1979, o repórter Hiram Firmino foi o segundo jornalista a ter acesso às dependências internas do Hospital Colônia de Barbacena. Publicada no jornal "Estado de Minas", a série Os porões da loucura, com fotos de Jane Faria, chocou o Brasil, ganhou o Prêmio Esso e escreveu importante capítulo da luta antimanicomial travada no país.

“Na realidade, Hiram foi o grande porta-voz dos pacientes da colônia. A partir de suas reportagens, os porões de Barbacena começaram a ser abertos”, explica Daniela Arbex. O documentário Em nome da razão, de Helvécio Ratton, rodado naquele mesmo ano, também chamou a atenção para as crueldades praticadas na instituição mineira.
Fonte: www.uai.com.br

Futebol

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Literatura

"Loucuras de um publicitário"
Lula Vieira é figurinha carimbada do mundo da publicidade. Lula conhece todo mundo e as histórias mais incríveis envolvendo seu métier. Seu repertório e estilo são únicos, como atesta um privilegiado e extenso grupo de amigos, que vêm se deliciando com os causos e cases que Lula conta como ninguém. Agora, com "Loucura de um publicitário", essas histórias viraram saborosas crônicas, destinadas a divertir um público mais amplo e enriquecer o impagável anedotário da propaganda nacional.

Lula revela, sem jamais perder o timing, o que significa ser um publicitário em tempo integral. As campanhas, os vexames, os ícones, os egos, os clientes e os bastidores da publicidade. Imagine a cena: comportadas donas de casa são convidadas para assistir a um novo comercial de sabão em pó, mas, por pequena falha técnica, acabam vendo um filme pornográfico dos mais cabeludos. Ou quando o próprio Lula, seis whiskies e uma garrafa de vinho na cabeça, dorme durante uma apresentação na De Beers, em Londres, e acaba trancado no prédio de alta segurança. Bom-humor é o que não falta nesses textos. Divertimento - confia o autor - é sempre um bom negócio.

Futebol

Literatura

"Na Saga dos Anos 60"
Carlos Olavo da Cunha Pereira, jornalista e ativista político, narra em "Na Saga dos Anos 60" o combate à ditadura em três países da América do Sul.

Editor de "O Combate", jornal de Governador Valadares (MG) que denunciava abusos e corrupção de policiais, foi caçado pelo Estado, obrigado a deixar a família e passou a viver na clandestinidade.

Pereira adotou vários nomes e disfarces. Com o aumento da repressão, refugiou-se na Bolívia, país onde viveu como exilado político. O golpe militar boliviano fez com que ele voltasse ao Brasil, durante a presidência de Costa e Silva (1967-69).

Em pouco tempo, o jornalista saiu do país, rumo ao Uruguai. Viveu entre os uruguaios por dez anos até ser preso pelas autoridades na Operação Condor.

A renúncia de Jânio Quadros (1917-92), em 1961, provocou uma crise política que, mais tarde, culminaria com o golpe militar e os anos de ditadura (1964-85).

Em dezembro de 1968, Ato Institucional nº 5 (AI-5), quinto decreto emitido pelo regime militar brasileiro após o golpe, marca o aumento da repressão política. Mais de uma década depois, em 1979, a Anistia começa a trazer exilados políticos de volta ao Brasil.

Essas duas décadas que marcaram a história do país e da américa-latina são narradas em "Na Saga dos Anos 60" por um de seus protagonistas.
Fonte:  www.livraria.folha.com.br

Copas do Mundo

Argentina e Uruguai planejam sediar em conjunto Copa de 2030
Caso se concretize, evento ocorrerá exatamente nos 100 anos do Mundial.

Os presidentes das associações de futebol da América do Sul foram unânimes ao apoiarem a intenção de candidatura conjunta de Argentina e Uruguai para sediarem a Copa do Mundo de 2030. Em 2014 o evento voltará ao continente Sulamericano, com a realização da Copa no Brasil.

Além da Copa no Brasil, mais dois países já foram escolhidos para os anos de 2018 e 2022. São eles: Rússia e Catar, respectivamente. Para o evento de 2016, Chin a e Colômbia já demonstraram interesse.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Literatura

"ENEM - 30 Propostas Inéditas de Redação e 10 Lições de Gramática Prática"
Este livro, escrito pelas professoras Nilcilea Peixoto e Marta Monteiro Vieira B. Barone, se destaca pelo seu ineditismo em relação à preparação para a prova de Redação do ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio), pois tem como objetivo permitir que o aluno conheça a Declaração Universal dos Direitos Humanos e desenvolva redações, considerando algumas possibilidades de desenvolvimento de propostas, e como cada um desses direitos pode vir presente numa proposta de redação.
Fonte: www.allprinteditora.com.br

Futebol

                  Flamengo em Brasília
Com dificuldades na negociação pelo Maracanã e ainda sem uma local fixo para mandar seus jogos na disputa do Campeonato Brasileiro, o Flamengo “adotou” uma nova casa para os próximos meses. O clube da Gávea fechou um acordo para mandar mais seis jogos no estádio Mané Garrincha, em Brasília.

Além dos confrontos contra Coritiba, neste fim de semana, Vasco, dia 14/07 e no returno, e Asa de Arapiraca, pela pela 3ª fase da Copa do Brasil, no dia 17/07, o time carioca jogará contra Botafogo, Atlético-MG, Portuguesa, São Paulo, Grêmio e Vitória na capital federal.

Com isso, o Flamengo ficará, pelo menos, até o início de setembro sem atuar no Rio de Janeiro. A última partida do rubro-negro na capital fluminense ocorreu em 06 de abril, ainda pelo Campeonato Carioca, contra o Duque de Caxias.

A opção por Volta Redonda não está entre as prioridades do Flamengo. O estádio Raulino de Oliveira foi opção no Campeonato Carioca, mas não entra no planejamento da diretoria para a competição nacional. Neste Brasileiro, a equipe utilizou o estádio de Juiz de Fora-MG, em jogo que teve desempenho ruim e perdeu por 2 a 0 para a Ponte Preta. Já havia jogado em Juiz de Fora pela Copa do Brasil, quando venceu o Campinense por 2 x 1. Em seguida, partiu para Florianópolis e amargou nova derrota: 1 a 0 para o Náutico.

CONSIDERAÇÕES
Enquanto isso, Juiz de Fora-MG, apesar do esforço do secretário Francisco Canalli, fica de fora da festa e pelo visto, não vai receber jogos de apelo. Tudo isso, por conta da ganância da federação mineira, que já não bastante "organizar' um fraco campeonato, só tendo olhos para Cruzeiro e Atlético, virando as costas para os clubes do interior, no ápice de sua ganância, quis ter uma participação considerada elevada no montante da renda, com o que o Flamengo não concordou. Ela, federação, presta mais esse desserviço ao interior do estado. Sorte de Brasília, que além de possuir um estádio padrão Fifa, vai poder preserciar grandes eventos.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Literatura

"Pensadores que Inventaram o Brasil" 
Antes de assumir uma cadeira no Senado Federal, em 1983, e assim efetivamente iniciar uma trajetória política culminada por dois mandatos presidenciais consecutivos, o sociólogo e professor Fernando Henrique Cardoso militou no debate público sobretudo por meio de intervenções na imprensa escrita, que o tornaram conhecido fora do âmbito universitário. Já então considerado um dos mais brilhantes intelectuais de sua geração, formada na USP sob a égide do marxismo na década de 1950, o autor (com Enzo Faletto) do influenteDependência e desenvolvimento na América Latina (1969) publicou em 1978 uma série de textos na extinta revista Senhor Vogue, em que apresentava a vida e a obra de intérpretes-chave do Brasil, como Euclides da Cunha, Sérgio Buarque de Holanda e Gilberto Freyre. Esses artigos, revistos e alterados pelo autor, formam um dos núcleos deste livro, devotado aos intelectuais brasileiros que forjaram a visão de FHC sobre o país, sua identidade e suas grandes questões.
Outros textos, mais recentes, são inéditos na forma em que são publicados agora. Entre estes estão ensaios sobre Joaquim Nabuco, Gilberto Freyre e Raymundo Faoro. O último foi escrito especialmente para o volume; os outros dois serviram de base para conferências, respectivamente, na Academia Brasileira de Letras em março de 2010 e na Feira Literária Internacional de Paraty (Flip) em agosto do mesmo ano. Os demais capítulos compõem-se de introduções para a edição de livros de alguns autores, discursos ou homenagens prestadas que foram posteriormente enfeixados em livros.

Nos dezoito textos, FHC dialoga com seus mestres sobre os temas recorrentes que unificam o volume: o embate entre Estado e sociedade civil, o legado da colonização, as vicissitudes da democracia, os entraves ao desenvolvimento econômico, a promoção da justiça social. Mas além da fina análise dos textos, sempre feita com grande verve narrativa, o ex-presidente contextualiza obras e autores, muitas vezes tratando do impacto pessoal que os últimos lhe causaram. De fato, em alguns casos, se trata de afinidades não somente intelectuais: por circunstâncias geracionais e entrecruzamento de vida, FHC se beneficiou do contato direto com vários dos autores cujas obras comenta no livro. É o que ocorre com Florestan Fernandes, de quem foi aluno e assistente antes de serem colegas e vizinhos de rua, assim como com Antonio Candido, também professor e mais tarde colega. Ou ainda Celso Furtado, com quem dividiu uma casa em Santiago nos breves meses em que o grande economista trabalhou na Cepal depois do golpe de 1964, e Caio Prado, que a exemplo de Florestan e Sérgio Buarque fez parte da banca de doutorado do futuro presidente, e com ele conviveu no final dos anos 1950 e início da década seguinte, quando era o inspirador da Revista Brasiliense, com a qual FHC colaborava, sem falar nas desventuras de militância ao redor do Partidão.
Pensadores que inventaram o Brasil é assim leitura obrigatória para entender as visões que deram forma às tentativas clássicas de explicação do país, e um convite a refletir sobre a relevância dessas análises ante os desafios do futuro.
Fonte: www.companhiadasletras.com.br