quinta-feira, 12 de junho de 2014

Copa do Mundo no Brasil

         Brasil x Croácia
Confrontos:
BRASIL 1 X 1 CROÁCIA
Amistoso - 22/05/1996
Vivaldão, Manaus
Gols: Milan Rapaic (CRO) e Sávio (BRA)
BRASIL: Dida,Flávio COnceiçãi (Marcelinho Paulista), Aldair, Alexandre Lopes, ROberto Carlos; Zé Elias, Amaral (Beto), Juninho Paulista, Rivaldo; Luizão e Sávio. Técnico: Zagallo
CROÁCIA: Vedran Runje, Grgica Kovac, Mario Cvitanovic, Srdian Mladinic - Danijel Štefulj (Stjepan Tomaš), Tomislav Rukavina (Jurica Vucko), Mario Cižmek (Ivo Milic), Milan Rapaic (Mario Ivankovic), Ivan Juric - Silvio Maric, Davor Vugrinec (Damagoj Kosic). Técnico: Martin Novoselac.

BRASIL 1 X 1 CROÁCIA
Amistoso - 17/08/2005
Poljud Stadium, Split (Croácia)
Gols: Niko Kranjcar e Ricardinho
BRASIL: Dida, Cafu, Lúcio (Luisão), Juan, Roberto Carlos; Emerson, Zé Roberto (Renato), Kaká (Juninho Pernambucano), Ricardinho (Robinho), Ronaldo (Ricardo Oliveira), Adriano (Julio Baptista). Técnico: Carlos Alberto Parreira
CROÁCIA: Tomislav Butina (Stipe Pletikosa), Stjepan Tomaš (Dario Šimic), Robert Kovac, Josip Simunic - Darijo Srna, Igor Tudor, Niko Kovac (Jurica Vranješ), Niko Kranjcar (Anthony Šeric), Marko Babic - Ivan Klasnic (Boško Balaban), Ivica Olic (Eduardo da Silva). Técnico: Zlatko Kranjcar.

BRASIL 1 X 0 CROÁCIA
Copa do Mundo de 2006
Estádio Olímpico, Berlim
Gol: Kaká
BRASIL: Dida, Cafu, Lúcio, Juan, Roberto Carlos; Emerson, Zé Roberto, Kaká, Ronaldinho Gaúcho; Ronaldo (Robinho) e Adriano. Técnico: Carlos Alberto Parreira.
CROÁCIA: Stipe Pletikosa, Dario Šimic, Robert Kovac, Josip Simunic, Marko Babic - Darijo Srna, Niko Kranjcar, Igor Tudor, Niko Kovac (Jerko Leko) - Ivan Klasnic (Ivica Olic), Dado Pršo. Técnico: Zlatko Kranjcar.
Fonte: www.ge.com.br

Brasil
A Seleção Brasileira é a única a ter participado de todas as Copas do Mundo já realizadas, e é também a maior vencedora do torneio, com 5 taças levantadas (1958, 1962, 1970, 1994 e 2002) e 2 vice-campeonatos (1950 e 1998). Ao todo, o Brasil tem 99 jogos em Copas do Mundo, com 68 vitórias, 16 empates e 15 derrotas, 213 gols-pró e 89 gols-contra. O atleta mais bem-sucedido da Seleção em Copas é Pelé, com 3 títulos (1958, 1962 e 1970). O maior goleador da Seleção em Copas é Ronaldo, com 15 gols marcados.

Campanhas detalhadas de todas as participações da Seleção Brasileira em Copas do Mundo.
I) Copa do Mundo 1930 (Uruguai)
14/07/1930 - Parque Central (Montevideo) - Brasil 1 (Preguinho), Iugoslávia 2 (Tirnanic e Bek)
22/07/1930 - Centenário (Montevideo) - Brasil 4 (Moderato 2 e Preguinho 2), Bolívia 0
Eliminado na primeira fase.

II) Copa do Mundo 1934 (Itália)
27/05/1934 - Luigi Ferraris (Genoa) - Brasil 1 (Leônidas), Espanha 3 (José Iraragorri 2(1p) e Isidro Lángara)
Eliminado na primeira fase.

III) Copa do Mundo 1938 (França)
05/06/1938 - Stade de la Meinau (Strasbourg) - Brasil 6 (Leônidas 3, Romeu e Perácio 2), Polônia 5 (Scherfke II (p) e Wilimowski 4)
Observação: 4 x 4 no tempo normal, Brasil 2 x 1 na prorrogação.
12/06/1938 - Parc Lescure (Bordeaux) - Brasil 1 (Leônidas), Tchecoslováquia 1 (Nejedly (p))
Observação: 1 x 1 no tempo normal, 0 x 0 na prorrogação.
14/06/1938 - Parc Lescure (Bordeaux) - Brasil 2 (Leônidas e Roberto), Tchecoslováquia 1 (Kopecky)
16/06/1938 - Vélodrome (Marseille) - Brasil 1 (Romeu), Itália 2 (Colaussi e Meazza (p))
19/06/1938 - Parc Lescure (Bordeaux) - Brasil 4 (Romeu, Leônidas 2 e Perácio), Suécia 2 (Jonasson e Nyberg)
Terceiro lugar.

IV) Copa do Mundo 1950 (Brasil)
24/06/1950 - Maracanã (Rio de Janeiro) - Brasil 4 (Ademir 2, Jair e Baltazar), México 0
28/06/1950 - Pacaembu (São Paulo) - Brasil 2 (Alfredo II e Baltazar), Suíça 2 (Fatton 2)
01/07/1950 - Maracanã (Rio de Janeiro) - Brasil 2 (Ademir e Zizinho), Iugoslávia 0
09/07/1950 - Maracanã (Rio de Janeiro) - Brasil 7 (Ademir 4, Chico 2 e Maneca), Suécia 1 (Andersson (p))
13/07/1950 - Maracanã (Rio de Janeiro) - Brasil 6 (Ademir 2, Jair, Chico 2 e Zizinho), Espanha 1 (Silvestre Igoa)
16/07/1950 - Maracanã (Rio de Janeiro) - Brasil 1 (Friaça), Uruguai 2 (Juan Schiaffino e Alcides Ghiggia)
VICE-CAMPEÃO.

V) Copa do Mundo 1954 (Suíça)
16/06/1954 - Charmilles (Genebra) - Brasil 5 (Baltazar, Didi, Pinga 2 e Julinho), México 0
19/06/1954 - Olímpico de la Pontaise (Lausanne) - Brasil 1 (Didi), Iugoslávia 1 (Zebec)
Observação: 1 x 1 no tempo normal. 0 x 0 na prorrogação.
27/06/1954 - Wankdorf (Berna) - Brasil 2 (Djalma Santos (p) e Julinho), Hungria 4 (Hidegkuti, Kocsis 2 e Lantos (p))
Eliminado nas quartas-de-final.

VI) Copa do Mundo 1958 (Suécia)
08/06/1958 - Rimnersvallen (Uddevalla) - Brasil 3 (Mazzola 2 e Nílton Santos), Áustria 0
11/06/1958 - Nya Ullevi (Göteborg) - Brasil 0, Inglaterra 0
15/06/1958 - Nya Ullevi (Göteborg) - Brasil 2 (Vavá 2), União Soviética 0
19/06/1958 - Nya Ullevi (Göteborg) - Brasil 1 (Pelé), País de Gales 0
24/06/1958 - Rasunda Solna (Estocolmo) - Brasil 5 (Vavá, Didi e Pelé 3), França 2 (Fontaine e Piantoni)
29/06/1958 - Rasunda Solna (Estocolmo) - Brasil 5 (Vavá 2, Pelé 2 e Zagallo), Suécia 2 (Liedholm e Simonsson)
CAMPEÃO.

VII) Copa do Mundo 1962 (Chile)
30/05/1962 - Sausalito (Viña del Mar) - Brasil 2 (Zagallo e Pelé), México 0
02/06/1962 - Sausalito (Viña del Mar) - Brasil 0, Tchecoslováquia 0
06/06/1962 - Sausalito (Viña del Mar) - Brasil 2 (Amarildo 2), Espanha 1 (Adelardo)
10/06/1962 - Sausalito (Viña del Mar) - Brasil 3 (Garrincha 2 e Vavá), Inglaterra 1 (Hitchens)
13/06/1962 - Nacional (Santiago) - Brasil 4 (Garrincha 2 e Vavá 2), Chile 2 (Toro e Leonel Sánchez (p))
17/06/1962 - Nacional (Santiago) - Brasil 3 (Amarildo, Zito e Vavá), Tchecoslováquia 1 (Masopust)
CAMPEÃO.

VIII) Copa do Mundo 1966 (Inglaterra)
12/07/1966 - Goodison Park (Liverpool) - Brasil 2 (Pelé e Garrincha), Bulgária 0
15/07/1966 - Goodison Park (Liverpool) - Brasil 1 (Tostão), Hungria 3 (Bene, Farkas e Meszóly (p))
19/07/1966 - Goodison Park (Liverpool) - Brasil 1 (Rildo), Portugal 3 (Simões e Eusébio 2)
Eliminado na primeira fase.

IX) Copa do Mundo 1970 (México)
03/06/1970 - Jalisco (Guadalajara) - Brasil 4 (Rivellino, Pelé e Jairzinho 2), Tchecoslováquia 1 (Petras)
07/06/1970 - Jalisco (Guadalajara) - Brasil 1 (Jairzinho), Inglaterra 0
10/06/1970 - Jalisco (Guadalajara) - Brasil 3 (Pelé 2 e Jairzinho), Romênia 2 (Dumitrache e Dembrovschi)
14/06/1970 - Jalisco (Guadalajara) - Brasil 4 (Rivellino, Tostão 2 e Jairzinho), Peru 2 (Gallardo e Teófilo Cubillas)
17/06/1970 - Jalisco (Guadalajara) - Brasil 3 (Clodoaldo, Jairzinho e Rivellino), Uruguai 1 (Luis Cubilla)
21/06/1970 - Azteca (Cidade do México) - Brasil 4 (Pelé, Gérson, Jairzinho e Carlos Alberto Torres), Itália 1 (Boninsegna)
CAMPEÃO.

X) Copa do Mundo 1974 (Alemanha Ocidental)
13/06/1974 - Waldstadion (Frankfurt) - Brasil 0, Iugoslávia 0
18/06/1974 - Waldstadion (Frankfurt) - Brasil 0, Escócia 0
22/06/1974 - Parkstadion (Gelsenkirchen) - Brasil 3 (Jairzinho, Rivellino e Valdomiro), Zaire 0
26/06/1974 - Niedersachsenstadion (Hannover) - Brasil 1 (Rivellino), Alemanha Oriental 0
30/06/1974 - Niedersachsenstadion (Hannover) - Brasil 2 (Rivellino e Jairzinho), Argentina 1 (Brindisi)
03/07/1974 - Westfalenstadion (Dortmund) - Brasil 0, Holanda 2 (Neeskens e Cruijff)
06/07/1974 - Olympiastadion (München) - Brasil 0, Polônia 1 (Lato)
Quarto lugar.

XI) Copa do Mundo 1978 (Argentina)
03/06/1978 - Municipal (Mar del Plata) - Brasil 1 (Reinaldo), Suécia 1 (Sjöberg)
07/06/1978 - Municipal (Mar del Plata) - Brasil 0, Espanha 0
11/06/1978 - Municipal (Mar del Plata) - Brasil 1 (Roberto Dinamite), Áustria 0
14/06/1978 - Parque General San Martín (Mendoza) - Brasil 3 (Dirceu 2 e Zico (p)), Peru 0
18/06/1978 - Gigante de Arroyito (Rosário) - Brasil 0, Argentina 0
21/06/1978 - Parque General San Martín (Mendoza) - Brasil 3 (Nelinho e Roberto Dinamite 2), Polônia 1 (Lato)
24/06/1978 - Monumental de Núñez (Buenos Aires) - Brasil 2 (Nelinho e Dirceu), Itália 1 (Causio)
Terceiro lugar.

XII) Copa do Mundo 1982 (Espanha)
14/06/1982 - Ramón Sánchez Pizjuán (Sevilla) - Brasil 2 (Sócrates e Éder), União Soviética 1 (Andriy Bal)
18/06/1982 - Benito Villamarín (Sevilla) - Brasil 4 (Zico, Oscar, Éder e Falcão), Escócia 1 (David Narey)
23/06/1982 - Benito Villamarín (Sevilla) - Brasil 4 (Zico 2, Falcão e Serginho), Nova Zelândia 0
02/07/1982 - Sarriá (Barcelona) - Brasil 3 (Zico, Serginho e Júnior), Argentina 1 (Ramón Díaz)
05/07/1982 - Sarriá (Barcelona) - Brasil 2 (Sócrates e Falcão), Itália 3 (Paolo Rossi 3)
Eliminado na segunda fase.

XIII) Copa do Mundo 1986 (México)
01/06/1986 - Jalisco (Guadalajara) - Brasil 1 (Sócrates), Espanha 0
06/06/1986 - Jalisco (Guadalajara) - Brasil 1 (Careca), Argélia 0
12/06/1986 - Jalisco (Guadalajara) - Brasil 3 (Careca 2 e Josimar), Irlanda do Norte 0
16/06/1986 - Jalisco (Guadalajara) - Brasil 4 (Sócrates (p), Josimar, Edinho e Careca (p)), Polônia 0
21/06/1986 - Jalisco (Guadalajara) - Brasil 1 (Careca), França 1 (Platini)
Observação: 1 x 1 no tempo normal, 0 x 0 na prorrogação. Na definição por pênaltis, para o Brasil, Alemão, Zico e Branco converteram, Sócrates e Júlio César perderam; para a França, Stopyra, Amoros, Bellone e Fernández converteram, Platini perdeu. Brasil 3, França 4.
Eliminado nas quartas-de-final.

XIV) Copa do Mundo 1990 (Itália)
10/06/1990 - Stadio delle Alpi (Torino) - Brasil 2 (Careca 2), Suécia 1 (Brolin)
16/06/1990 - Stadio delle Alpi (Torino) - Brasil 1 (Müller), Costa Rica 0
20/06/1990 - Stadio delle Alpi (Torino) - Brasil 1 (Müller), Escócia 0
24/06/1990 - Stadio delle Alpi (Torino) - Brasil 0, Argentina 1 (Caniggia)
Eliminado nas oitavas-de-final.

XV) Copa do Mundo 1994 (Estados Unidos)
20/06/1994 - Stanford Stadium (Palo Alto) - Brasil 2 (Romário e Raí (p)), Rússia 0
24/06/1994 - Stanford Stadium (Palo Alto) - Brasil 3 (Romário, Márcio Santos e Bebeto), Camarões 0
28/06/1994 - Pontiac Silverdome (Detroit) - Brasil 1 (Romário), Suécia 1 (Kennet Andersson)
04/07/1994 - Stanford Stadium (Palo Alto) - Brasil 1 (Bebeto), Estados Unidos 0
09/07/1994 - Cotton Bowl (Dallas) - Brasil 3 (Romário, Bebeto e Branco), Holanda 2 (Bergkamp e Winter)
13/07/1994 - Rose Bowl (Pasadena) - Brasil 1 (Romário), Suécia 0
17/07/1994 - Rose Bowl (Pasadena) - Brasil 0, Itália 0
Observação: 0 x 0 no tempo normal e na prorrogação. Na definição por pênaltis, para o Brasil, Romário, Branco e Dunga converteram, Márcio Santos perdeu; para a Itália Albertini e Evani converteram, Baresi, Massaro e Roberto Baggio perderam. Brasil 3, Itália 2.
CAMPEÃO.

XVI) Copa do Mundo 1998 (França)
10/06/1998 - Stade de France (Saint-Denis) - Brasil 2 (César Sampaio e Boyd contra), Escócia 1 (Collins (p))
16/06/1998 - Stade de la Beaujoire (Nantes) - Brasil 3 (Ronaldo, Rivaldo e Bebeto), Marrocos 0
23/06/1998 - Vélodrome (Marseille) - Brasil 1 (Bebeto), Noruega 2 (Tore André Flo e Rekdal (p))
27/06/1998 - Parc des Princes (Paris) - Brasil 4 (César Sampaio 2 e Ronaldo 2(1p)), Chile 1 (Marcelo Salas)
03/07/1998 - Stade de la Beaujoire (Nantes) - Brasil 3 (Bebeto e Rivaldo 2), Dinamarca 2 (Jorgensen e Brian Laudrup)
07/07/1998 - Vélodrome (Marseille) - Brasil 1 (Ronaldo), Holanda 1 (Kluivert)
Observação: 1 x 1 no tempo normal, 0 x 0 na prorrogação. Na definição por pênaltis, para o Brasil, Ronaldo, Rivaldo, Emerson e Dunga converteram; para a Holanda, Frank de Boer e Bergkamp converteram, Cocu e Ronald de Boer perderam. Brasil 4, Holanda 2.
12/07/1998 - Stade de France (Saint-Denis) - Brasil 0, França 3 (Zidane 2 e Petit)
VICE-CAMPEÃO.

XVII) Copa do Mundo 2002 (Coreia do Sul/Japão)
03/06/2002 - Munsu Cup Stadium (Ulsan) - Brasil 2 (Ronaldo e Rivaldo (p)), Turquia 1 (Hasan Sas)
08/06/2002 - Jeju World Cup Stadium (Seogwipo) - Brasil 4 (Roberto Carlos, Rivaldo, Ronaldinho (p) e Ronaldo), China 0
13/06/2002 - Suwon World Cup Stadium (Suwon) - Brasil 5 (Ronaldo 2, Edmílson, Rivaldo e Júnior), Costa Rica 2 (Wanchope e Rónald Gómez)
17/06/2002 - Kobe Wing Stadium (Kobe) - Brasil 2 (Rivaldo e Ronaldo), Bélgica 0
21/06/2002 - Stadium Ekopa (Shizuoka) - Brasil 2 (Rivaldo e Ronaldinho), Inglaterra 1 (Owen)
26/06/2002 - Saitama Stadium (Saitama) - Brasil 1 (Ronaldo), Turquia 0
30/06/2002 - Estádio Internacional (Yokohama) - Brasil 2 (Ronaldo 2), Alemanha 0
CAMPEÃO.

XVIII) Copa do Mundo 2006 (Alemanha)
13/06/2006 - Olympiastadion (Berlim) - Brasil 1 (Kaká), Croácia 0
18/06/2006 - Allianz Arena (München) - Brasil 2 (Adriano e Fred), Austrália 0
22/06/2006 - Westfalenstadion (Dortmund) - Brasil 4 (Ronaldo 2, Juninho Pernambucano e Gilberto), Japão 1 (Keiji Tamada)
27/06/2006 - Westfalenstadion (Dortmund) - Brasil 3 (Ronaldo, Adriano e Zé Roberto), Gana 0
01/07/2006 - Waldstadion (Frankfurt) - Brasil 0, França 1 (Henry)
Eliminado nas quartas-de-final.

XIX) Copa do Mundo 2010 (África do Sul)
15/06/2010 - Ellis Park (Johannesburg) - Brasil 2 (Maicon e Elano), Coreia do Norte 1 (Ji Yun-Nam)
20/06/2010 - Soccer City (Johannesburg) - Brasil 3 (Luís Fabiano 2 e Elano), Costa do Marfim 1 (Drogba)
25/06/2010 - Moses Mabhida (Durban) - Brasil 0, Portugal 0
28/06/2010 - Ellis Park (Johannesburg) - Brasil 3 (Juan, Luís Fabiano e Robinho), Chile 0
02/07/2010 - Nelson Mandela Bay (Port Elizabeth) - Brasil 1 (Robinho), Holanda 2 (Sneijder 2)
Eliminado nas quartas-de-final.

XX) Copa do Mundo 2014 (Brasil)
12/06/2014 - Itaquerão (São Paulo) - Brasil  x Croácia
17/06/2014 - Castelão (Fortaleza) - Brasil x México
23/06/2014 - Mané Garrincha (Brasília) - Brasil x Camarões.

Croácia
A Croácia jogará sua quarta Copa do Mundo em 2014. Nas três participações anteriores, a melhor campanha foi na estreia, em 1998, quando chegou em terceiro lugar. Ao todo, foram 13 jogos, com 6 vitórias, 2 empates e 5 derrotas, 15 gols-pró e 11 gols-contra. O maior artilheiro da Croácia em Mundiais é Davor Suker (foto acima), com 6 gols, todos marcados em 1998.

I) Copa do Mundo 1998 (França)
14/06/1998 - Stade Félix-Bollaert (Lens) - Croácia 3 (Stanic, Prosinecki e Suker), Jamaica 1 (Robbie Earle)
20/06/1998 - Stade de la Beaujoire (Nantes) - Croácia 1 (Suker), Japão 0
26/06/1998 - Parc Lescure (Bordeaux) - Croácia 0, Argentina 1 (Pineda)
30/06/1998 - Parc Lescure (Bordeaux) - Croácia 1 (Suker (p)), Romênia 0
04/07/1998 - Stade Gerland (Lyon) - Croácia 3 (Jarni, Vlaovic e Suker), Alemanha 0
08/07/1998 - Stade de France (Saint-Denis) - Croácia 1 (Suker), França 2 (Thuram 2)
11/07/1998 - Parc des Princes (Paris) - Croácia 2 (Prosinecki e Suker), Holanda 1 (Zenden)
Terceiro lugar.

II) Copa do Mundo 2002 (Coreia do Sul/Japão)
03/06/2002 - Big Swan Stadium (Niigata) - Croácia 0, México 1 (Cuauhtémoc Blanco (p))
08/06/2002 - Kashima Soccer Stadium (Ibaraki) - Croácia 2 (Ivica Olic e Milan Rapaic), Itália 1 (Vieri)
13/06/2002 - Estádio Internacional (Yokohama) - Croácia 0, Equador 1 (Édison Méndez)
Eliminada na primeira fase.

III) Copa do Mundo 2006 (Alemanha)
13/06/2006 - Olympiastadion (Berlim) - Croácia 0, Brasil 1 (Kaká)
18/06/2006 - Frankenstadion (Nürnberg) - Croácia 0, Japão 0
22/06/2006 - Gottlieb-Daimler-Stadion (Stuttgart) - Croácia 2 (Darijo Srna e Niko Kovac), Austrália 2 (Craig Moore (p) e Harry Kewell)
Eliminada na primeira fase.

IV) Copa do Mundo 2014 (Brasil)
12/06/2014 - Itaquerão (São Paulo) - Croácia x Brasil
18/06/2014 - Arena da Amazônia (Manaus) - Croácia x Camarões
23/06/2014 - Arena Pernambuco (São Lourenço da Mata) - Croácia x México

Observação: Antes de 1998, a Croácia disputou 08 Copas do Mundo (1930, 1950, 1954, 1958, 1962, 1974, 1982 e 1990) como parte integrante da extinta Iugoslávia. Entretanto, a FIFA e a UEFA consideram a Sérvia como única sucessora da Iugoslávia.

FONTE: www.jornalheiros.blogspot.com.br
COLABORAÇÃO: Alexandre Magno Barreto Berwanger

Literatura

“Residência em Psicologia: novos contextos e desafios para a formação em saúde”
Coletânea organizada por Maria Stella Tavares Filgueiras, Gabriela Guerra Gonze e Rosimeire Aparecida Neto Dias Villela e publicada pela Editora Vozes, tem o propósito de mostrar as práticas interdisciplinares na formação de profissionais da psicologia em saúde através de atividades desenvolvidas no seu tempo de estágio chamado de "residência". A formação e a atuação do profissional de psicologia tem seu espaço ampliado e a saúde é um dos espaços privilegiados dessa formação. Aborda os momentos de criação da residência multiprofissional no hospital de referência, a expansão da residência em psicologia hospitalar e da saúde nos Caps (Centros de apoios psico-social), dentre outros.
Fonte: www.ufjf.br

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Emancipação

Dez distritos mineiros podem virar cidade
Se a nova lei for aprovada, Belo Horizonte vai perder 1 milhão de habitantes

A nova lei para criação de municípios no Brasil habilita 10 distritos de Minas Gerais a se transformarem em cidades. Do grupo, oito estão em Belo Horizonte e região metropolitana e dois no Vale do Aço. Os dados são da Associação Mineira de Municípios (AMM). A entidade estima que, caso se concretizem as emancipações, o número de habitantes de Belo Horizonte cairia de 2,4 milhões para 1,4 milhão, com impacto no Fundo de Participação do Municípios (FPM), repassado pelo governo federal. O FPM tem o contingente populacional como um dos critérios para cálculo do valor a ser recebido pelas cidades.

O projeto que regulamenta o surgimento de mais municípios no país foi aprovado na noite de quarta-feira pela Câmara dos Deputados. O texto é mais rigoroso que o vetado pela presidente Dilma Rousseff (PT). A nova lei partiu de um acordo depois da decisão. A proposição segue agora para o Senado. Conforme o projeto aprovado, é proibida a criação, incorporação, fusão ou desmembramento de distritos caso isso inviabilize municípios preexistentes. Ainda conforme o texto, as emancipações só poderão ocorrer entre a data de posse do prefeito e o último dia do ano anterior às próximas eleições municipais. Na hipótese de o tempo não ser suficiente, somente depois da posse do novo prefeito poderá ser dado prosseguimento ao processo.

Entre os critérios da lei aprovada pelos deputados está o que determina que as novas cidades deverão ter população igual ou superior a 6 mil habitantes nas regiões Norte e Centro-Oeste; 12 mil no Nordeste; e 20 mil no Sul e Sudeste. No projeto vetado pela presidente, as populações exigidas eram 5 mil, 7 mil e 10 mil, respectivamente.

O presidente da AMM, Antônio Carlos Andrada (prefeito de Barbacena), afirma que os habitantes dos municípios emancipados poderão ter contato maior com gestores municipais. “Ao se criarem novas prefeituras e novas câmaras de vereadores, os moradores da cidade ficam mais próximos dos locais onde as decisões são tomadas. Essa aproximação favorece a participação popular e coloca gestores que conhecem os problemas e os potenciais da região”, afirma, em estudo feito pela entidade sobre o projeto aprovado pela câmara.

Fusão
O novo texto estabelece ainda que, em caso de fusão de municípios, é obrigatório que 3% dos eleitores de cada uma das cidades envolvidas apoiem a realização de plebiscito. No texto vetado pela presidente, a exigência era maior, de 10% dos eleitores. Em caso de rejeição, nova consulta poderá ser solicitada à Assembleia Legislativa somente depois de 12 anos, contra 10 anos da proposta recusada por Dilma Rousseff.

Os cotados em Minas
Distrito/Cidade
Barra Alegre/Ipatinga
Barreiro/Belo Horizonte
Carvalho de Brito/Sabará
Justinópolis Ribeirão das Neves
Lagoa de Santo Antônio/Pedro Leopoldo
Parque Durval de Barros/Ibirité
Parque Industrial/Contagem
São Benedito/Santa Luzia
Senador Melo Viana/Cel. Fabriciano
Venda Nova/Belo Horizonte.
Fonte: www.uai.com.br

Literatura

"Os Santos Mais Populares do Brasil"
O culto aos santos é um dos traços mais característicos do catolicismo e também das nações onde essa religião é predominante. Mas, no caso do Brasil, essa questão ganha novos contornos. Estudar a devoção brasileira a seus santos mais populares coloca qualquer um diante de um universo incrivelmente vasto onde vários fatores se misturam e se completam e é nesse universo que o autor, Sandro Gomes, se viu “perdido” ao escrever Os Santos Mais Populares do Brasil, lançamento da Editora NovaTerra.

Cultura popular, folclore, formação cultural, sincretismo, psicologia e fé se misturam numa fórmula mágica difícil de compreender mas deliciosa de se descobrir à medida em que o autor apresenta sua pesquisa aos leitores de uma maneira leve e descontraída, privilegiando as histórias e os “causos”. Como o próprio autor define: esta obra “é uma grande viagem à alma de nosso povo”.

Sandro Gomes nasceu na cidade do Rio de Janeiro em 1970 e, desde que se graduou em Letras pela UERJ, em 1997, atua na criação, redação e revisão de textos para o mercado editorial, além da experiência em sala de aula. Em "Os Santos Mais Populares do Brasil", sua obra de estreia, o leitor é convidado a ingressar num novo olhar sobre a religiosidade no país, um tema que se enquadra naquilo que é a maior fonte de pesquisa e reflexão do autor: a cultura brasileira.
Fonte: www.editoranovaterra.com.br

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Gente de Expressão

Carlos Alberto de Souza Dias nasceu em Cataguases-MG, em 21 de maio de 1935.

Família
Filho de Astolfo de Souza Dias e Maria de Lourdes Dias. Carlos Alberto é casado com Maria Leonor, pai de cinco filhos e avô de cinco netos. 

Carreira
Trabalhou em Juiz de Fora nas rádios PRB 3, Difusora, Capital e JF, além das rádios Cataguases (onde iniciou carreira), Educadora, de Ubá e Cultura, de Santos Dumont. Cita com orgulho, nomes de expressão com os quais trabalhou: Arlene Brigatto, Glauco Fassheber, Humberto Zaghetto, Maurício Menezes, Souza Mendonça, Adair Mendes (1949/1992), Antônio Dângelo (1946/2014), Apparício De Vitta (1924/2001), Dirceu Costa Ferreira (1937/2000), Gilberto Freire (1945/1994), Hélio Fazolato (1930/2010), João Assis Meira Filho (1922/2008), Tony Martins (1943/2001) e Xavier Pereira (1922/2005). 

Carlos Alberto, que além de locutor noticiarista, foi apresentador de programas e discotecário, tem uma gratidão ao já falecido radialista Gilberto Freire (1945/1994), que em tempos passados, era proprietário da rádio Cultura, de Santos Dumont e o levou para trabalhar na terra do pai da aviação. Ela, a gratidão, segundo Carlos Alberto, foi pela vontade de ajudar do Gilberto Freire, que mesmo sem precisar de mais um funcionário na emissora, o contratou para ajudá-lo, tendo em vista, que ele, Carlos Alberto, se encontrava desempregado.

Gilberto Freire
Gilberto Freire Filho nasceu em João Monlevade-MG, em 26 de maio de 1945. Cresceu na cidade de Caratinga onde trabalhou na Sociedade Rádio Caratinga. Em Juiz de Fora atuou no comércio como barbeiro, depois atuou na rádio e na Tv Industrial, de Geraldo Mendes, atuou nas rádios Capital, Difusora, Nova Cidade, Pio XII e Juiz de Fora. Foi proprietário, por duas vezes, da Rádio Cultura, de Santos Dumont em sociedade com Viterbo Philot e Eyda Philot, e pela segunda vez com Eurico Gade (1940/2013) e Alberto Rihan. Teve sociedade na TV Rodoviária, com Domingos de Almeida Frias. Atuou no mercado publicitários para vários veículos como a TV Globo, TV Tiradentes e TV Pio XII.
Gilberto Freire morreu, aos 49 anos, em 07 de julho de 1994 em um acidente automobilístico na BR 040, próximo a Barbacena.
Colaboração: Gilberto Freire da Paz Neto.

Literatura

"Dali o Joca não perde"
O escritor Victor Kingma conseguiu capturar a essência e transformou os causos que vivenciou, presenciou ou ouviu falar numa obra divertida e transformada em realidade pela sua veia literária.

Foram escolhidos 100 dos melhores causos do autor para demonstrar, em 172 páginas, o misto de paixão e emoção de momentos marcantes do futebol que tomam conta de cada lance, cada passe, cada jogada do esporte mais popular do planeta Terra.

O causo cuja expressão dá nome ao livro é considerado o melhor deles. Já povoou as páginas da coluna do jornalista Renato Maurício Prado, no jornal "O Globo", em 1997.

Nosso país vive com milhares de “Jocas”, “Manés”, “Joãos”, “Zicos” e outros apelidos que damos aos nossos craques e pernas de pau e o leitor vai conhecer um pouco dessas “lendas” da bola na obra de Victor Kingma.
Fonte: www.editoranovaterra.com.br

domingo, 1 de junho de 2014


Morre Marinho Chagas, ex-lateral do Brasil

O ex-jogador Marinho Chagas (Francisco das Chagas Marinho) morreu na madrugada deste domingo, 01/06, , aos 62 anos, em João Pessoa, na Paraíba. O ex-lateral da Seleção Brasileira não resistiu a uma hemorragia digestiva que o fez ser internado às pressas na tarde de sábado, após passar mal durante um evento relacionado à Copa do Mundo na capital paraibana.

Marinho estava na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Estadual de Emergência e Trauma e respirava com a ajuda de aparelhos. Natural de Natal, no Rio Grande do Norte, o ex-jogador estava em João Pessoa para participar de um evento de colecionadores de álbuns de figurinhas.

Um dos maiores nomes do futebol potiguar, Marinho Chagas foi eleito o melhor lateral esquerdo da Copa do Mundo de 1974, vencida pela Alemanha. De características ofensivas, o ex-jogador marcou época na Seleção Brasileira.

Iniciou a carreira no modesto Riachuelo, de Sergipe, em 1967, e logo despertou o interesse do ABC de Natal. Foi negociado ao Náutico em 1970, onde conseguiu maior projeção e acabou sendo negociado ao Botafogo, clube onde obteve maior sucesso, permanecendo em General Severiano entre 1972 e 1976.

Em 1977, acertou sua mudança para o Fluminense, onde ficou durante um ano, se mudando em seguida para os Estados Unidos, e lá, defendeu o New York Cosmos e o Fort Lauderdale Strikes. Retornou ao Brasil em 1981, atuando pelo São Paulo. Passou ainda por Bangu, Fortaleza, América-RN, LA Heat-EUA e Augsburg-ALE antes de encerrar a carreira em 1988.

Literatura

sábado, 31 de maio de 2014

Morre Maurício Torres
Narrador estava internado em São Paulo desde o dia 01º de maio
O apresentador e narrador esportivo Mauricio Torres morreu neste sábado, 31/05, em São Paulo. Internado desde o dia 01º de maio no hospital Sírio Libanês depois de passar mal durante um voo entre Rio de Janeiro e São Paulo, Maurício Torres teve complicações médicas e morreu no início da noite deste sábado.

Maurício Torres carreira na Rádio Globo, nos anos 80, como produtor e, depois, como plantão esportivo, passou pela TV Globo e estava na TV Record desde 2005 e esteve na equipe olímpica da Record nos Jogos de Inverno de Vancouver (2010), nos Jogos Pan-americanos de Guadalajara (2011), na Olimpíada de Londres (2012) e nos Jogos de Inverno de Sochi (2014). Casado com a jornalista Susana Naspolini, Maurício apresentava o "Esporte Fantástico" ao lado de Mylena Ciribelli e Cláudia Reis.

LIteratura

"ROMERITO - Tricolor de Corazón"
A obra é a primeira da coleção “Flu-Memória”, lançada com objetivo de reunir entrevistas inéditas com grandes ídolos tricolores. O encontro ocorreu na Tribuna de Honra do Estádio Manoel Schwartz, em frente ao campo em que ao longo de boa parte dos anos 1980, Romerito treinou lances e jogadas que fizeram a alegria da torcida e entraram para a história do clube.

Além de uma conversa informal e íntima com Don Romero, o livro traz fotos históricas, suas estatísticas pelo Fluminense, linha do tempo de sua carreira, passagem pelo Cosmos, e detalhes polêmicos do paraguaio mais amado das Laranjeiras.

Com um relato, ora em “portunhol” ora em “romeritez”, o craque “abriu o jogo” e contou sobre os bastidores de sua disputada vinda para o Fluminense e outros assuntos, como relação com jogadores e dirigentes, vida no Rio de Janeiro, início de carreira, reinado no Brasil e no Paraguai e muito mais.























































































































































quarta-feira, 28 de maio de 2014

Paleontologia

                           Vale dos Dinossauros 
O Vale dos Dinossauros é uma unidade de conservação no estado da Paraíba, criada em 27 de dezembro de 2002 pelo Decreto Estadual N.º 23.832. Um dos mais importantes sítios paleontológicos existentes, onde registra-se a maior incidência de pegadas de dinossauros no mundo.
Compreende uma área de mais 1.730 km², abrangendo aproximadamente 30 localidades no alto sertão da Paraíba, no Nordeste Brasileiro), entre elas os municípios de Sousa (distante 420 km da capital, João Pessoa e com uma população de 68.030 habitantes/IBGE-2010), Aparecida, Marizópolis, Vieirópolis, São Francisco, São José da Lagoa Tapada, Santa Cruz, Santa Helena, Nazarezinho, Triunfo, Uiraúna, Cajazeiras. Os registros mais importantes estão no município de Sousa, distando 7 km da sede do município. O acesso é feito pela PB-391 sentido Sousa/Uiraúna.
Os achados mais importantes estão na Bacia do Rio do Peixe, município de Sousa, a 420 km de João Pessoa. Lá, encontram-se rastros e trilhas fossilizadas de mais de 80 espécies em cerca de 20 níveis estratigráficos. Destacam-se as trilhas das localidades da Passagem das Pedras, onde foram descobertas os primeiros indícios de dinossauros brasileiros, no fim do século XIX.
Em toda a região, encontram-se rastros fossilizados cujo tamanho varia de 5 cm (de um dinossauro do tamanho de uma galinha), até 40 cm, como as pegadas de iguanodonte de 4 toneladas, 5 metros de comprimento e 3 metros de altura. A maioria das pegadas são de dinossauros carnívoros. Uma trilha com 43 metros em linha reta é a mais longa que se conhece no mundo. De acordo com os paleontólogos, esses rastros têm pelo menos 143 milhões de anos.
Existe também (embora em menor quantidade), marcas petrificadas de gotas de chuva, plantas fósseis, ossadas parciais de animais pré-históricos e pinturas rupestres feitas pelos antigos habitantes. Estas últimas localizam-se principalmente no Serrote do Letreiro (em Sousa) e Serrote da Miúda (municípios de São Francisco e Santa Cruz).
As marcas deixadas por esses animais pelo sertão paraibano despertam o interesse de cientistas brasileiros e estrangeiros, atraindo também muitos turistas e curiosos de todo o mundo.

Literatura

"Brasil em jogo: o que fica da Copa e das Olimpíadas?"
Ao conquistar o direito de sediar a Copa do Mundo 2014 e os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos Rio 2016, o Brasil aceitou o desafio de realizar dois megaeventos esportivos globais, que despertam, ao mesmo tempo, paixões e desconfianças. Há argumentos que defendem os eventos como uma janela singular e histórica de oportunidades, mas, longe do consenso, também surgem críticas que consideram tais projetos excludentes, potencializadores da desigualdade social nas cidades-sede e do endividamento público.

A polêmica abre espaço para um amplo debate sobre o que significa para o Brasil sediar os megaeventos esportivos mais simbólicos do mundo na atual conjuntura política, econômica e social. É nesse sentido que a Boitempo Editorial publica a coletânea com contribuições de Andrew Jennings, Luis Fernandes, Raquel Rolnik, Ermínia Maricato, Carlos Vainer, Jorge Luiz Souto Maior, José Sergio Leite Lopes, Nelma Gusmão de Oliveira, Antonio Lassance, Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto, João Sette Whitaker (apresentação) e Juca Kfouri e Gilberto Maringoni (quarta capa).

O livro traz perspectivas variadas sobre o papel contraditório do esporte na sociedade brasileira e na construção da identidade nacional, os impactos urbanísticos e as transformações dos megaeventos esportivos ao longo da história. A coletânea traz ainda uma cronologia detalhada sobre os megaeventos esportivos, desde a origem até os tempos atuais.

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Mobilidade urbana

Laranjal/Palma/Miracema
O ônibus que faz a linha Cataguases-MG/Pádua-RJ, além de Leopoldina-MG, passa por Laranjal, Palma e Miracema (MG-285 e RJ-200), e as três cidades permanecem sem uma rodoviária decente. Miracema é a única que possui, na verdade, uma rodoviária adaptada. O local que já foi estação ferroviária, foi adaptado para rodoviária. Com os adventos atuais, a expressão "mobilidade urbana" está na moda, e é bastante usada. Em se tratando de "mobilidade urbana", não se pode tolerar ônibus intermunicipal, e até, interestadual, trafegando pelas ruas apertadas de Laranjal, Palma e Miracema, para ter acesso aos pontos de parada do veículo. Essa prática cria transtorno para os moradores, atrasa e dificulta as viagens e não traz benefícios.

Locais
- Em Laranjal, a margem direita da BR 116 (Rio/Bahia), sentido Leopoldina/Muriaé é um um local apropriado para a construção da rodoviária.

- Em Palma, vejo o acesso ao centro da cidade, trevo de Barão de Monte Alto, sentido Laranjal/Miracema como um local próprio.

- E em Miracema, vejo na saída para Pádua, próximo a entrada da fazenda Saionara, como ponto ideal para essa merecida e necessária rodoviária.

Estamos em um ano eleitoral e vislumbro, com muito, otimismo essas possibilidades. Mesmo não sendo especialista no assunto, acredito ser obras de baixo custo, compatível com a dimensão populacional das cidades:
Laranjal-MG (6.465-IBGE/2010), Palma-MG (6.545-IBGE/2010) e Miracema-RJ (26.843-IBGE/2010).

Sugestões de nomes:
Laranjal: Terminal Rodoviário Deputado Sérgio Naya,
Palma: Terminal Rodoviário Prefeito Luiz Teixeira,
Miracema: Terminal Rodoviário Professor Luiz Delco.

Literatura

"O réu e o rei - Minha história com Roberto Carlos, em detalhes"
O autor de "Roberto Carlos em detalhes", a biografia do cantor que foi tirada de circulação em 2007, após disputa judicial , Paulo Cesar de Araújo, lançou nesta terça-feira, 20/05, o livro "O réu e o rei" (Companhia das Letras), em que fala sobre a polêmica proibição da obra. O novo trabalho chegou às livrarias sem qualquer campanha de divulgação feita pela editora.

De acordo com a assessoria da editora, jamais houve um caso semelhante, em que uma obra da Companhia das Letras, fundada em 1986, não teve campanha publicitária. A tiragem de "O réu e o rei" (30 mil exemplares), no entanto, é superior à média. Com 528 páginas, o livro tem um título complementar que faz referência à biografia banida: "Minha história com Roberto Carlos, em detalhes".

sábado, 17 de maio de 2014

Transporte de massa

                     Lagoinha/Savassi
A Linha 3 do metrô de Belo Horizonte, cujo projeto foi entregue pelo governo de Minas à Caixa Econômica Federal, terá um trajeto de 4,5 quilômetros em dois níveis e com quatro estações entre a Estação da Lagoinha e a Savassi. Os túneis serão de 15 metros de diâmetro e os trilhos serão implantados em dois andares, de forma que todo o trajeto passe debaixo das ruas e não seja necessário nenhuma desapropriação na região, que é uma das mais valorizadas da cidade.

O projeto prevê a construção de quatro novas estações:
- Praça Sete, entre a Avenida Afonso Pena e a Amazonas;
- Palácio das Artes, na Afonso Pena, em frente ao teatro;
- Estação Tiradentes, na Rua Pernambuco, próximo à Avenida Brasil;
- Savassi, entre as Ruas Pernambuco e Fernandes Tourinho.

Também está planejada a construção de um pátio de operações e manutenção para o metrô, próximo à Estação da Lagoinha, onde haverá a conexão da Linha 3 com a Linha 1.
Fonte: www.uai.com.br

Literatura

"Patrimônio Cultural no Leste Fluminense - História e memória de Itaboraí, Rio Bonito, Cachoeiras de Macacu, Guapimirim e Tanguá"
Pequenas cidades, mas com muita história para contar. E a prova disso é o novo lançamento da EdUERJ, em parceria com a Petrobras, intitulado "Patrimônio Cultural no Leste Fluminense - História e memória de Itaboraí, Rio Bonito, Cachoeiras de Macacu, Guapimirim e Tanguá". Com mais de 500 páginas, o livro apresenta fotos e descrições dos bens culturais desses cinco municípios. É uma viagem ao passado que mostra a importância dessas localidades na construção do Estado do Rio de Janeiro, que entre os séculos XIX e XX era a capital administrativa do país.

O livro é de autoria dos professores da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), Luiz Reznik, Marcia de Almeida Gonçalves, Roberto Conduru e Rui Aniceto Nascimento Fernandes. O projeto foi desenvolvido com a finalidade de valorizar a cultura da região. Além do livro, o projeto produziu também um vídeo-documentário com depoimentos de moradores, que contam suas memórias sobre a localidade; e outros dois livros sobre as oficinas de Educação Patrimonial realizadas em Guapimirim e Cachoeiras de Macacu.

quarta-feira, 14 de maio de 2014

O Goiás em Juiz de Fora-MG

Copa do Brasil – Final – Jogo de Ida
Data: Quinta-Feira, 01 de Novembro de 1990 – ás 21:00 h
Local: Estádio Mário Helênio (Juiz de Fora, MG)
Público: 2. 437 pagantes
Árbitro: Renato Marsiglia (RS)
Cartões Amarelos: Aílton, Zé Carlos, Vítor Hugo, Zanata e Djalminha (Fla); Wilson e Jorge Batata (GO)
Cartões Vermelhos: Fernando (Fla) e Cacau (GO)
Gols: (1-0) Fernando (de Cabeça) aos 16′/2º tempo.

FLAMENGO: Zé Carlos, Aílton, Vítor Hugo, Fernando [Expulso] e Piá (Rogério Lourenço); Marquinhos (Zanata), Júnior, Djalminha e Zinho; Renato Gaúcho e Gaúcho.
Técnico: Jair Pereira.

GOIÁS: Eduardo, Wilson (Cacau), Richard, Jorge Batata e Lira; Wallace, Fagundes e Luvanor; Niltinho, Túlio Maravilha e Dalton.
Técnico: SEBASTIÃO LAPOLA

Obs: As Rádios Capital AM 1030 (Rio de Janeiro) e 1080 (Juiz de Fora), transmitiram o jogo:
Narração: Garcia Jr,
Comentários: Waldir Amaral,
Reportagens: Toni Martins (Flamengo) e Carlos Ferreira (Goiás).
Essa mesma equipe havia transmitido, na semi-final, a vitória do Flamengo sobre o Bahia, por 1 x 0, gol do Ailton.


Literatura

"Oscar Schmidt: 14 Motivos para Viver, Vencer e Ser Feliz"
Escrito pelo jornalista Elias Awad, a obra conta e detalha cada passo dado para que Oscar Schmidt (de 2,05m de altura) alcançasse várias conquistas. Primeiro, entrando para a história do basquete brasileiro e mundial como o maior cestinha da história da modalidade ao registrar 49.737 pontos em 1.615 jogos. A vida de Oscar Schmidt se resume a paixão, dedicação, obstinação e sucesso na vida pessoal e profissional. E que esses atributos sejam suas “armas” para enfrentar e vencer o mais duro adversário: o câncer!

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Copas do Mundo

Brandão: de Taubaté para a Copa de 1938
Brandão foi capitão do Corinthians por dez anos, e conquistou quatro títulos paulistas
Na última quarta-feira, 07/05, o técnico Luiz Felipe Scolari anunciou a convocação da Seleção Brasileira que disputará a Copa do Mundo, no mês que vem.
Felipão garantiu a presença de Luiz Gustavo, volante do Wolfsburg, que se tornou mais um jogador do Vale do Paraíba Paulista a atuar em copas.
Zito (José Eli de Miranda) volante  revelado pelo Taubaté e que foi campeão das Copas de 1958 e 1962 é o mais famoso. Há, no entanto, outro jogador de ilustre participação: o taubateano Brandão, um dos maiores ídolos do Corinthians e jogador da Seleção na Copa do Mundo de 1938.

Nascido em Taubaté, José Augusto Brandão foi morar ainda jovem em São Paulo. No início da carreira no futebol, jogou no Barra Funda, Juventus e Portuguesa. Mas foi no Corinthians, a partir de 1935, que ganhou destaque.
Brandão foi capitão do alvinegro por dez anos, e conquistou quatro títulos paulistas (tricampeão paulista em 1937, 38 e 39, e campeão em 1941). O meio-campista ganhou o apelido de ‘Mestre’, pela habilidade com a bola nos pés.

“O apelido dele na época já dizia tudo: era simplesmente o ‘Mestre’, um dos maiores ídolos do Corinthians em todos os tempos”, conta o jornalista Celso Unzelte, autor de pesquisas e livros sobre a história do Corinthians

Copa
Com o destaque no meio-campo corintiano, Brandão foi convocado pelo técnico Ademar Pimenta para a Copa do Mundo de 1938, na França.
O capitão alvinegro foi titular em duas partidas, incluindo na vitória por 4 a 2 contra a Suécia, que garantiu ao Brasil o então inédito terceiro lugar em Copas do Mundo.
A seleção de 1938 era comandada pelo Leônidas da Silva, o ‘Diamante Negro’. O atacante, então no Flamengo e que brilharia no São Paulo, marcou sete gols e foi o artilheiro da competição vencida pela Itália.

Representantes
Com Luiz Gustavo, o Vale tem seu quarto representante em Copas do Mundo. Além de Brandão e Zito, o joseense Fidélis foi para a Copa de 1966. Volante titular na conquista da Copa das Confederações, Luiz Gustavo é homem de confiança de Felipão.
Fonte: www.ovale.com.br

Literatura

“Renato — O futebol de discreto charme”
Escrito pelo jornalista João Nunes, o livro da Editora Pontes conta a história do ex-meia, campeão brasileiro em 1978 pelo Guarani e que disputou a Copa do Mundo de 1982 pela Seleção Brasileira. O lançamento será, nesta terça-feira (27), às 19h, no Restaurante Giovanetti, no Cambuí. A entrada é franca.

A biografia se baseia em arquivos da carreira do jogador, além de relatos do próprio Renato e de jogadores e treinadores que conviveram diretamente com ele. A proposta é trazer detalhes da vida do atleta que pouca gente conhece.

O processo de construção do livro aconteceu muito rápido. Bugrino, João Nunes conhecia o ex-meia apenas de longe, quando frequentava as arquibancadas do estádio Brinco de Ouro. O contato direto veio apenas após a ideia do lançamento. Dali em diante, o próximo passo era estudar a fundo a vida e carreira do jogador.

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Jair Rodrigues (1939-2014)

Jair Rodrigues de Oliveira nasceu em Igarapava-SP, região de Ribeirão Preto, em 06 de fevereiro de 1939 e morreu em Cotia-SP, na região Metropolitana de São Paulo, em 08 de maio de 2014.

Pai de Luciana Mello e Jair de Oliveira, Jair Rodrigues foi criado em Nova Europa e São Carlos, ambas no interior de São Paulo..



Literatura

"Caminhando na Estrada de Jesus"

Escrito pelo vigário geral da Catedral Metropolitana de Juiz de Fora, monsenhor Luiz Carlos de Paula, o livro relata em 56 páginas, de maneira simples e objetiva, a viagem que o monsenhor realizou em 2010 para a Terra Santa e à Itália, quando conheceu as cidades de Roma, Assis e Cássia. O religioso, que é natural de Santa Rita de Jacutinga-MG, foi titular da paróquia do Bom Pastor, quando realizou a viagem, que foi transformada no livro.

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Atlético-MG

Paulo Autuori
Paulo Autuori foi o sexto treinador contratado por Alexandre Kalil, no seu mandato como presidente do Atlético. O fraco rendimento apresentado dentro de campo pelo time no início de 2014 faz do agora ex-técnico alvinegro o menos longevo da "era Kalil".

Foram quatro meses e quatro dias desde o anúncio da contratação até esta quinta-feira. A passagem de Autuori foi mais curta até mesmo que a de Emerson Leão, em 2009. Curiosamente, ela acontece exatamente após a saída de Cuca, o mais longevo.

Autuori, inclusive, tem colecionado passagens breves por clubes brasileiros nos últimos anos. Só no ano passado, ele treinou Vasco e São Paulo. Em 2009, não durou muito no Grêmio, assim como aconteceu em 2007, pelo Cruzeiro.

Os treinadores contratados por Kalil:
Emerson Leão: 14/12/2008 a 4/5/2009 (quatro meses e 20 dias)
Celso Roth: 4/5/2009 a 5/12/2009 (sete meses e um dia)
Vanderlei Luxemburgo: 8/12/2009 a 23/9/2010 (nove meses e 15 dias)
Dorival Júnior: 25/9/2010 a 07/08/2011 (10 meses e 11 dias)
Cuca: 8/8/2011 a 21/12/2013 (dois anos, quatro meses e 13 dias)
Paulo Autuori: 20/12/2013 a 24/04/2014 (quatro meses e quatro dias)

Levir Culpi 
O treinador Levir Culpi volta ao Atlético no confronto contra o Grêmio, em Porto Alegre, pelo Campeonato Brasileiro. Nas três que dirigiu a equipe mineira, foram 175 partidas, se tornando o quarto treinador que mais dirigiu o Galo, com 93 vitórias, 38 empates, 44 derrotas e aproveitamento de 60,38%. Só perde para Telê Santana (434), Procópio Cardoso (328) e Barbatana (227).

A primeira passagem de Levir Culpi pelo Atlético foi entre 1994 e 1995. Foi semifinalista do Campeonato Brasileiro, em 1994, sendo eliminado pelo Corinthians, e campeão mineiro no ano seguinte.

Voltou ao clube em 2001. Levou o time a mais uma semifinal do Brasileiro, parando no São Caetano. Em 2002, outra semifinal, agora da Copa do Brasil. Desta vez, a equipe caiu frente ao Brasiliense.

A terceira passagem foi no momento mais delicado da história do Atlético. Em 2006, foi contratado para tirar o time da Série B do Campeonato Brasileiro. Assumiu com o clube na 14ª posição da “Segundona” e conduziu de volta à elite.

Em 2007, levou o Galo a mais uma conquista do Mineiro. Um dia depois de levantar a taça, Levir Culpi anunciou a transferência para o Cerezo Osaka, do Japão. O técnico ficou no futebol japonês até o fim do ano passado.
Fonte: www.uai.com.br

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Literatura

"Histórias da Rua do Pomba" 

O Livro é uma coleção de histórias, transformadas contos em linguagem poética do início do século XX e reúne em uma só obra, contos dos dois primeiros livros da Dona Ruymar Branco Ribeiro (11/09/1913-24/12/2004): "Descargas. Emoções em Alta Voltagem, lembranças em descarga da memória" e "Outras histórias da Rua do Pomba". A homenageada casou-se com Joaquim Branco Ribeiro, em 1939, com o quem teve 3 filhos, Joaquim, Pedro e Aquiles.

terça-feira, 22 de abril de 2014

O Fluminense em Juiz de Fora-MG

02/12/1989 - Juiz de Fora-MG - Estádio Mário Helênio
Campeonato Brasileiro

No dia 02 de dezembro de 1989 Zico fez em Juiz de Fora a sua última partida oficial com a camisa do Flamengo. O goleiro Ricardo Pinto até então, nunca havia sofrido um gol de Zico. Aos 21 minutos do, Zico recebeu a bola próximo à área e deu um drible debaixo das pernas de Donizete Oliveira. Falta, Zico bateu e fez Flamengo 1 x 0. No segundo tempo, antes de ser substituído por Uidemar, Zico deu o passe para Renato Gaúcho marcar o segundo do Flamengo. Zico ainda fez uma festa de despedida em um amistoso entre o Flamengo e a Seleção do Mundo, em fevereiro de 1990. Jogou no Kashima Antlers, do Japão, e na Seleção Brasileira de Beach Soccer. Mas o jogo de Juiz de Fora foi o último em uma competição oficial pelo Flamengo. Um dos vestiários do estádio recebe o nome de Artur Antunes Coimbra, o outro, inexplicavelmente, recebe o nome de Edson Arantes do Nascimento, o Pelé.

Flamengo: Zé Carlos, Josimar, Júnior, Rogério Lourenço e Leonardo (Marcelinho Carioca); Aílton, Luís Carlos e Zico (Uidemar); Renato Gaúcho, Bujica e Zinho. Técnico: Waldir Espinosa
Fluminense: Ricardo Pinto, Carlos André, Edson Mariano, Alexandre Torres e Marcelo Barreto; Vítor Pereira, Donizete Oliveira e Vânder Luís; João Santos (Dedei), Sílvio e Franklin (Marcelo Henrique). Técnico: Telê Santana.
Gols: Zico aos 21 do primeiro tempo, Renato Gaúcho aos 07, Luís Carlos aos 22, Uidemar aos 31 e Bujica aos 43, do segundo tempo.
Árbitro: Aloisio Viug (RJ)
CA: Rogério Lourenço, Júnior, Ailton e Luiz Carlos (Flamengo) e Alexandre Torres e Marcelo Henrique (Fluminense).
Público: 13.783 pagantes
Renda: NCz$ 287.370

EU ESTAVA LÁ:
A rádio Capital de Juiz de Fora transmitiu o jogo: 
Narração: Lúcio Andrade (primeiro tempo) e Jurandi de Oliveira (segundo tempo),
Comentários: Humberto Zaghetto e Randall de Oliveira,
Reportagens: Toni Martins (Flamengo) e Carlos Ferreira (Fluminense),
Plantão: Chico Cícero.

29/07/1999 - Juiz de Fora - Estádio Municipal Radialista Mário Helênio
Amistoso

Tupi - 01 gol de Charlam, de penalti, aos 23` do 1º t,
Fluminense- 01 gol de Odair, de penalti, aos 33`do 2º t
Tupi: Herivelton (Zé Luiz), Serginho (Edvaldo), Marcelo Moraça (Júlio César Tivi), Denilson Pereira e Cacau (Marcelo Araújo); Sérgio Bigode, Anderson, Dáverson (Chem) e Charlam (Juninho); Denilson Pereira (Emílio) e Bebeto (Mauricinho). Tec: Jésus Vieira.
Fluminense-RJ: Gabriel, Paulo César (Carlão), Odair, Emerson (Silvio) e Paulo Roberto (Joel); Marcão, Carlos Alberto (Bruno Reis), Betinho (Flavinho) e Roger (Cléber); Robson e Vinicius (Rodrigo). Tec: Carlos Alberto Parreira. 
A: ?? A1: Jorge Alberto Godoy e A2: Euclides de Lourdes Tote.
Ca: Denilson Pereira, Denilson Batista, Dáverson Bebeto e Chem (Tupi) e Paulo César (Fluminense).
PP: 2.296 torcedores, PN: 415, PT: 2.711, R: 11.135,00 

23/10/1999 - Juiz de Fora - Estádio Municipal Radialista Mário Helênio
Amistoso

Tupynambás 02 gols de Emílio e Reinaldo Maciel
Fluminense-RJ 03 gols de Arinelso, Magno Alves e Marco Brito.
Tupynambás: Sandro, Jaiminho, Sérgio Bigode, Eduardo e Irlan (Poeta); Dário, Bruno (Rafael/Paulo/Genecy), Seginho Portugal e Luizinho (Rodrigo Beligole); Emílio e Reinaldo Maciel. Tec: Alair Piazzi.
Fluminense: Diogo, Flávio, Emerson, Mano (Odair) e Paulo Roberto; Carlos Alberto, Marcão(roberto Brum), Arinelson (Roger) e Yan (Marco Brito); Robson (Júlio César) e Magno Alves (Rogério/Bruno Reis); Tec: Carlos Alberto Parreira.
A: Sérgio Luiz Avelino, A1: Ronaldo dos Santos Oliveira e A2: Euclides de Lourdes Tote.
Ca: Sérgio Bigode, Eduardo e Rafael (Tupynambás) e Mano e Paulo Roberto (Fluminense).

14/11/1999 - Juiz de Fora - Estádio Municipal Radialista Mário Helênio
Campeonato Brasileiro

Fluminense 1 x 0 Moto Clube
Fluminense: Gabriel, Flávio, Alexandre Lopes, Emerson e Gilson; Marcão, Odair(Carlos Alberto), Arinelson (Roger) e Yan (Marco Brito); Roni e Magno Alves. Técnico: Carlos Alberto Parreira
Moto Clube: Ronílson, Édson Mendes, Gílson, Róbson e Ivan; Marlon, Fernando, Tupã (Viton) e Acácio (Saulo); Sílvio (Helinho) e Théo. Técnico: Maurício Simões
Local: Estádio Municipal de Juiz de Fora
Gol: Yan 10' do 01º t
Cartões amarelos: Alexandre Lopes e Roni
Árbitro: Antônio William Gomes (MG)
Público: 6.000 presentes
Renda: R$ 18.420 (3.387 pagantes)
Neste jogo o Fluminense cumpriu a perda de um mando de campo. 

06/10/2001 - Juiz de Fora-MG - Estádio Mário Helênio
Campeonato Brasileiro

O Fluminense venceu o Botafogo por 2 a 1, em Juiz de Fora, pela Primeira fase do Campeonato Brasileiro 2001, no dia 06/10. Os gols foram de Paulo César e Andjel, para o Fluminense e de Artur, para o Botafogo..
Fluminense: Murilo, Régis, Andre Luis Jancarlos Jorginho (Roberto Brum) Marcão Paulo César Fernando Diniz Sidnei Andjel (Caio) e Magno Alves (Alex Terra). Técnico: Osvaldo de Oliveira.
Botafogo: Wagner, Dênis, Leonardo Inácio, Léo Moura e Ronaldo (Artur); Leandro Ávila, Carlos Alberto, Júnior e Rodrigo; Dodô (Cláudio) e Taílson. Técnico: Paulo Autuori.

EU NÃO ESTAVA LÁ
Estava em Patos de Minas, para transmitir no domingo, 07/10, ao lado do Marcos Silva, o empate do Tupi com o Mamoré, por 1 x 1, pela seletiva mineira para a Série C.

07/10/2001 - Patos de Minas-MG - Estádio Waldomiro Pereira
01ª fase -Grupo H

Mamoré gol de Reinaldo Silva, aos 36`do  02º t.
Tupi gol de Alírio Júnior, aos 24`do  02º t.
Mamoré: Paulo Rodolfo, Paulinho (Clemilson), Henrique, Dentinho e Tiago (Reinaldo Maciel); Júlio César, Robson, Affá e Pael; Reinaldo Silva e Márcio (França); Tec: Reinaldo Lima. 
Tupi: Paulo César, Marcelinho, Anselmo, André Luiz e Moisés (Alírio Júnior); Marcelino, Anderson, Sérgio Alves e Marcinho (Anderson Tôto); Zé Eduardo (Denilson) e Marcelo Soares. Tec: Ademir Fonseca.
A: Luiz Carlos Silva, A1: Juliano Lopes Lobato e A2: Elbert Costa Andrade.
PP: 795 torcedores, R: 3.600,00

30/08/2003 - Juiz de Fora-MG - Estádio Mário Helênio
Campeonato Brasileiro

No dia 30 de agosto, o Fluminense conquistou uma vitória em cima do Grêmio com placar de 2 a 0, em Juiz de Fora, valendo pela fase única do Campeonato Brasileiro de 2003. Os gols foram feitos por Lopes e Marcelo Macedo.
Fluminense: Kléber, César, Zé Carlos, Jancarlos e Junior Cesar; Marcão, Diego Souza, Sidnei e Carlos Alberto (Lopes); Sorato (Zada) e Marcelo Macedo (Jadílson). Técnico: Joel Santana. 
Grêmio: Danrlei, Adriano, Claudiomiro, Baloy e Ânderson Lima (George Lucas); Leanderson, Tinga, Elton (Flávio Dias) e Bruno Neves (Cláudio Pitbull); Marcos Paulo e Carlos Miguel. Técnico: Adilson Batista.
Obs: 
Este jogo marcou a volta do "Danadinho" Maurício Menezes ao rádio de Juiz de Fora, que narrou a partida por uma 
emissora FM de Juiz de Fora, juntamente com outra FM da cidade de Santos Dumont e teve os comentários de José Eduardo Araújo, reportagens de Fernando Luiz Baldioti (Fluminense), Carlos Ferreira (Grêmio) e Plantão de Chico Cícero e Isabel Ramos.
20/03/2013 - Juiz de Fora-MG - Estádio Mário Helênio
Campeonato Brasileiro

O Tupi ficou no empate por 2 a 2 com o Fluminense sub-20 em jogo amistoso realizado na tarde desta quarta-feira, 20/03/2013, no Estádio Mário Helênio, em Juiz de Fora. Os atacantes Rafael Assis e Fábio Penchel marcaram para o Carijó, enquanto o centroavante Jefferson e o zagueiro Wellington fizeram para o Tricolor. 

Tupi: Tadeu (Jordan e Victor Souza); Ryan (Elvis), Ciro Luiz (Filipe Lima), Thales (Flávio) e Alonso (Dieguinho); Maicon Douglas, Maguinho (Assis), Vinicius (Renan) e Ygor (Cassiano); Rafael Assis (Bryan) e Wesley (Fábio).
Fluminense sub-20: Christian; Igor Julião (Ighort), Ygor Nogueira (Wellington), Gustavo Paes e Ronan (Fernando); Marlon (Willian), Luiz Fernando, Biro-Biro (Emerson) e Lucas (Diego); Mateus Regis (Peterson) e Jefferson.

Fred contra o Tupi

28/03/2004 - Juiz de Fora-MG - Estádio Municipal Radialista Mário Helênio,
Campeonato Mineiro do Módulo 1 - última rodada

Tupi 01 - gol de Marinho aos 02`do 01º t
América-MG 02 - gols de Fred aos 12` e Rodrigo, de cabeça, aos 30`do 01º t
Tupi: Paulo César, Serginho (Fortini), Felipe, Leandro Lino e Pimentel; Sérgio Alves, Marcelino, Moisés e Jairo (Samuel); Fabiano Guru e Marinho; Técnico: Wallace Lemos.
América-MG: Lailson, Marce, Carlão, Leandro e Caibí; Fael, Tarcísio, Émerson e Toinzé (Rogério); Rodrigo (Pires) e Fred (Daniel Morais). Técnico: Carlos Alberto Silva.
A: Marcelo Rufino dos Santos, A1: Marco Antonio Martins e A2: Alexandre Santos Conceição.
Ca:Leandro Lino e Pimentel (Tupi) e Carlão e Caibí (América-MG).
PP: 1.704 torcedores,
R: 6.462,00
Obs: Tupi rebaixado

Fabrício Soares contra o Fluminense

29/08/1999 - Nova Lima - Estádio Castor Cifuentes
Campeonato Brasileiro

Villa Nova 2 x 0 Fluminense
Villa Nova: Cláudio, Pablo, Giovani, Fabrício Soares e Vânder; Paulinho, Taú, Cristiano e Edmílson (Marco Aurélio); André e Dé (Nilo). Técnico: Júlio Espinosa
Fluminense: Gabriel, Paulo César, Mano, Alexandre Lopes e Paulo Roberto; Marcão, Roberto Brum, Bruno Reis (Magno Alves) e Rogério (Carlão); Roni e Róbson (Vinícius). Técnico: Carlos Alberto Parreira
Local: Estádio Castor Cifuentes 
Gols: André 10' e Dé 33'
Cartões amarelos: André, Dé, Gabriel, Alexandre Lopes, Carlão
Cartão vermelho: Paulo Roberto
Árbitro: Alfredo dos Santos Leobeling (SP)
Renda: R$ 17.830
Público: 1.874 pagantes
A partida foi interrompida pelo árbitro, após incidentes ocorridos entre a torcida do Fluminense e seus jogadores, além da falta de segurança no Estádio.
Com o ocorrido o Fluminense foi punido com a perda de um mando de campo.


quarta-feira, 16 de abril de 2014

Literatura

"Direto de Paris, coq au vin com feijoada"

Em 224 páginas, o jornalista Milton Blay relata as maiores dificuldades, o dia a dia e algumas coberturas que revelaram os principais acontecimentos em torno da França. Ele vive na capital francesa desde 1978, tendo trabalhado como correspondente da revista Visão, da Folha de S.Paulo e das rádios Capital, Excelsior (depois CBN) e Eldorado e colecionado histórias inusitadas, coberturas marcantes e encontros extraordinários. Ainda atuou como redator-chefe da Radio France Internationale e presidente da Associação da Imprensa Latino-Americana na França.

Futebol

terça-feira, 15 de abril de 2014

Literatura

"Telê e a Seleção de 82 – da Arte À Tragédia"

Quem viveu, não esquece, e quem só ouviu falar, chega a sonhar com uma das seleções que mais encantou o mundo, mas que não foi campeão mundial. O Brasil de 1982 jogava por música e, durante a Copa do Mundo e bem antes dela, chamava a atenção pela volúpia ofensiva e pelas jogadas fantásticas articuladas por craques como Zico, Sócrates e Falcão. Mas como se formou essa equipe? Como foi a preparação e quais foram os percalços enfrentados pelo time na preparação para o Mundial? Tudo isso é contado nessa obra de Marcelo Mora.

domingo, 13 de abril de 2014

Copas do Mundo

Espanha 82
A Copa do Mundo de 1982, na Espanha, está marcada na memória de todo apaixonado por futebol. Não pelo tri da Itália, que fez bela final contra a Alemanha, com apito do brasileiro Arnaldo Cézar Coelho. Muito menos pelo aumento no número de seleções para 24 (com 14 sedes e 17 estádios) ou pelos resultados surpreendentes dos africanos Camarões e Argélia. O que a maioria não esquece mesmo é o encantamento causado pela Seleção Brasileira dirigida por Telê Santana e precocemente eliminada pela Itália. A partida ficou conhecida como Tragédia de Sarriá, numa referência ao estádio de Barcelona, que seria demolido em 1997.

O mineiro Telê Santana assumiu o cargo em 1980, em substituição a Cláudio Coutinho e sob o comando da recém-criada CBF (Confederação Brasileira de Futebol), presidida por Giulite Coutinho. Os primeiros resultados não empolgaram até o Mundialito, torneio disputado no início de 1981, no Uruguai. Os anfitriões derrotaram o Brasil na decisão por 2 a 1. Nas eliminatórias, a Seleção Brasileira não teve dificuldade, já que caiu num grupo com Venezuela e Bolívia e venceu os quatro jogos.

A situação começou a mudar com a excursão à Europa, em maio. O Brasil voltou com três vitórias contra grandes adversários: 1 x 0 sobre a Inglaterra, na primeira derrota dos ingleses para uma seleção sul-americana em Wembley; 3 x 1 diante da França; e 2 x 1 ante a Alemanha Ocidental, em Sttudgard, com o goleiro Valdir Peres defendendo em sequência duas cobranças de pênalti feitas por Breitner. Em julho, a Seleção Brasileira ainda derrotaria a Espanha por 1 a 0, em amistoso na Fonte Nova.

A despedida do país foi com uma goleada por 7 a 0 sobre a Irlanda, na inauguração do Parque do Sabiá, em Uberlândia. Apesar dos bons resultados, a equipe de Telê Santana ainda era alvo de críticas, principalmente pela falta de um ponta-direita nato. Outro problema ocorreu já na Espanha: o atacante Careca, do Guarani, sofreu contusão muscular e teve de ser cortado. Serginho virou titular e Roberto Dinamite foi convocado para o banco.

Na estreia contra a União Soviética, o desempenho ofensivo não escondeu as deficiências da defesa: Valdir Peres falhou no gol de Bal, o zagueiro Luisinho cometeu dois pênaltis não marcados pelo árbitro espanhol Augusto Castillo, e o lateral Leandro não conseguiu parar o ponta Blokhin. No segundo tempo, Sócrates e Éder, com belos chutes de fora da área, viraram o placar. Na partida seguinte, o Brasil começou de novo atrás no placar, mas não teve muito trabalho para chegar à goleada por 4 a 1 sobre a Escócia. Classificada, a Seleção Brasileira poderia poupar jogadores contra a Nova Zelândia, mas Telê repetiu a escalação e a equipe voltou a golear, 4 a 0.

As quartas de final eram disputadas em quatro grupos de três seleções, e o Brasil ficou junto de Itália e Argentina. Foram nove dias de intervalo até a partida contra os hermanos, que, derrotados no duelo com os italianos no primeiro jogo, precisavam da vitória para continuar com chances de classificação. Os argentinos começaram pressionando, mas a Seleção Brasileira não demorou a abrir o marcador, com Zico.

Pelo empate O craque Maradona não conseguiu se destacar, e o Brasil ampliou com gol de Serginho no segundo tempo. Pouco depois, Júnior fez o terceiro, confirmando a vitória. Somente aos 44min, depois da expulsão de Maradona por atingir Batista com um pontapé, a Argentina diminuiu com Ramon Díaz. A Seleção Brasileira jogaria pelo empate contra a Itália pela vaga na semifinal. Para “facilitar”, os italianos estavam num clima ruim, com briga entre jogadores e imprensa.

O técnico Telê Santana não admitia alterar a maneira de jogar para segurar o empate. A Seleção também teve dificuldade ao enfrentar forte marcação homem a homem. Gentile, por exemplo, não desgrudou de Zico até rasgar sua camisa dentro da área, em pênalti não marcado pelo árbitro Abraham Klein, de Israel. Para complicar, logo aos 5min Paolo Rossi marcou para a Itália. O primeiro empate também não demorou: Sócrates, aos 12min. Aos 25min, depois de erro de passe de Cerezo, Paolo Rossi colocou a Azzurra novamente à frente.

O Brasil empatou mais uma vez somente aos 27min do segundo tempo, depois que Paulo Isidoro substituiu Serginho. Falcão fez o segundo gol brasileiro. Mas em seguida, em nova falha defensiva, Paolo Rossi marcou o terceiro gol italiano, em lance em que Júnior pediu impedimento quando ele mesmo dava condições ao atacante adversário. O zagueiro Oscar quase fez o gol da classificação, aos 44min, mas a vitória italiana se confirmou e o futebol saiu derrotado com a eliminação de uma equipe que tinha como essência a arte com a bola nos pés.

Personagem
Falcão

Catarinense de Abelardo Luz, Paulo Roberto Falcão era um dos pilares da equipe. Vendido à Roma em 1980, o volante, revelado pelo Internacional, não foi às eliminatórias nem aos primeiros amistosos de 1982 porque não era liberado pelos italianos. Mas tinha vaga garantida na estreia, com Cerezo suspenso. Na sequência, Telê manteve os dois e tirou Paulo Isidoro. “A qualidade individual era o diferencial, mas a serviço do coletivo. Os jogadores entenderam que a melhor maneira de usufruir da qualidade técnica era jogar coletivamente”, comentou em seu livro "Brasil, o time que perdeu a Copa e conquistou o Mundo". Na Espanha, Falcão, com 28 anos, marcou três gols, contra Escócia, Nova Zelândia e Itália.


Você sabia?
Em campo, um xeque intruso

No jogo França 4 x 1 Kuwait, em Valladolid, em 21 de junho, o xeque Fahid Al-Ahmad Sabah, chefe da delegação do Kuwait, desceu da tribuna de honra e invadiu o campo após o quarto gol francês, marcado por Giresse. Ele alegava ter ouvido um apito indicando impedimento no lance e ordenou que a equipe, comandada por Carlos Alberto Parreira, deixasse o campo. O árbitro soviético Miroslav Stupar voltou atrás, mas a França tornou a marcar, com Bossis. A Fifa suspendeu Stupar e multou o xeque em míseros US$ 11 mil.

Massacre de 10 a 1, o recorde
A maior goleada da história das Copas ocorreu em gramados espanhóis. Em 15 de junho, em Elche, Hungria e El Salvador estreavam no Grupo C. A Seleção Húngara não tinha a mesma força da equipe de 1954, mas chegou facilmente aos   10 a 1. No primeiro tempo, foram três gols: Nyilasi, Poloskei e Fazekas. Na etapa final, Toth, Fazekas, Szentes, Nyilasi e Kiss, três, completaram o massacre. Kiss tornou-se o primeiro reserva a fazer três gols em um jogo de Copa. Apesar da goleada, a Hungria não se classificou.

Uma trave fora das medidas
Na estreia do Brasil contra a União Soviética, em 14 de junho, uma das traves do Estádio Ramon Sánchez Pizjuán, em Sevilla, estava 2,5cm abaixo dos 2,44m de altura estipulados pela regra. O erro foi descoberto no dia seguinte por um ex-goleiro iugoslavo. O estádio só voltou a ser usado na semifinal, entre Alemanha x França, com a trave na altura correta.

O mais velho a erguer a taça
O goleiro italiano Dino Zoff tornou-se o jogador mais velho a conquistar uma Copa. Ele tinha 40 anos e 133 dias quando a Azzurra derrotou a Alemanha por 3 a 1, na final, em 11 de julho, no Santiago Bernabéu, em Madri. O brasileiro Arnaldo Cézar Coelho apitou. Como capitão   da equipe, Zoff teve a honra de erguer   a taça, depois de recebê-la das mãos do rei da Espanha, Juan Carlos.

A campanha
14/06    Brasil 2 x 1 União Soviética – Sevilla – Primeira fase
    Gols: Bal 34 do 1º, Sócrates 29 e Éder 43 do 2º
18/06    Brasil 4 x 1 Escócia – Sevilla – Primeira fase
    Gols: Narey 18 e Zico 33 do 1º, Oscar 3, Éder 18 e Falcão 42 do 2º
23/06    Brasil 4 x 0 Nova Zelândia – Sevilla – Primeira fase
    Gols: Zico 28 e 31 do 1º, Falcão 19 e Serginho 25 do 2º
02/07     Brasil 3 x 1 Argentina – Barcelona – Quartas de final
    Gols: Zico 11 do 1º, Serginho 21, Júnior 30 e Ramon Diaz 44 do 2º
05/07    Brasil 2 x 3 Itália – Barcelona – Quartas de final
    Gols: Paolo Rossi 5, Sócrates 12 e Paolo Rossi 25 do 1º, Falcão 27 e Paolo Rossi 29 do 2º
FONTE: www.uai.com.br

Literatura

"Brasil, o time que perdeu a Copa e conquistou o Mundo"

A Seleção Brasileira de 1982, comandada por Telê Santana e formada por alguns dos maiores craques brasileiros de todos os tempos, como Zico, Sócrates e Falcão, encantou o mundo na Copa da Espanha e se transformou em referência de técnica e talento para o futebol atual. Este livro, escrito por Paulo Roberto Falcão, reconta a história daquele time, pela ótica dos seus principais protagonistas.

sexta-feira, 11 de abril de 2014

AM/FM

De acordo com Miniistério das Comunicações, 80% das emissoras AM solicitaram mudança para a faixa FM

Restante dos radiodifusores podem fazer pedido de migração até novembro

O Ministério das Comunicações divulgou que cerca de 80% das rádios AM de todas as regiões do país solicitaram ao Ministério das Comunicações autorização para migrar para a faixa de FM. O MiniCom recebeu um total de 1.386 pedidos de migração, em um universo que engloba 1.781 emissoras em todo o Brasil. Os dados fazem parte do balanço das sessões públicas realizadas em todas as capitais desde o dia 24 de março.

A adesão à proposta do Ministério das Comunicações foi alta na maioria dos Estados. No Pará e no Amapá, todas as rádios que operam em ondas médias apresentaram requerimentos. São Paulo, o Estado com mais emissoras AM (274, no total), registrou 237 pedidos. Mato Grosso do Sul, com 55 estações, teve 51 pedidos.

Das 108 emissoras AM de Santa Catarina, 100 delas pediram a migração. No Paraná, onde existem 180 rádios AM, o número de pedidos chegou a 162. Os requerimentos atingem mais de 80% no Rio de Janeiro, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Paraíba, Alagoas, Pernambuco, Acre, Roraima, Tocantins, Goiás e Mato Grosso.
Os radiodifusores que solicitaram a migração receberão um número de protocolo, para acompanhar a tramitação dos seus pedidos.

A partir de agora, a Anatel realizará estudos de viabilidade técnica em cada unidade da federação para determinar se há espaço para a migração de todas as emissoras interessadas em cada município. Nos casos em que não haja espaço no espectro, a agência deverá analisar a necessidade de uso da faixa estendida de FM (de 76 MHz a 88 MHz), que deve ser liberada com a digitalização da TV.

Os canais 5 e 6, que hoje são ocupados por canais analógicos de TV, serão desocupados e destinados à FM. Hoje, as FMs são sintonizadas na faixa de FM 87.9 a FM 107.9. Com a liberação dos canais, essa frequência será estendida de FM 76 a FM 107.9.

As entidades que não participaram das sessões públicas ainda podem enviar os requerimentos para o MiniCom até o dia 10 de novembro. Mas, nesse caso, o pedido só vai ser analisado depois que a Anatel concluir os estudos de viabilidade técnica naquele Estado.

A migração das rádios AM para a faixa de FM foi autorizada no fim do ano passado pelo decreto 8.139. O objetivo da medida, que atende a uma antiga demanda de radiodifusores, é permitir a continuidade da operação dessas emissoras na nova faixa, já que o sinal das estações AM vem caindo em qualidade devido ao crescimento das cidades, além de não ser acessível em dispositivos como celulares e tablets ou mesmo em aparelhos de recepção mais modernos.

O Ministério das Comunicações ainda está tabulando as emissoras que fizeram o pedido e deve divulgar uma lista em breve.
FONTE: www.tudoradio.com

Literatura

"Manual do Correspondente Internacional na Era Digital”
O professor do Departamento de Jornalismo do Centro de Comunicação e Expressão (CCE) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Antonio Claudio Brasil Gonçalves, lançou o livro “Manual do Correspondente Internacional na Era Digital”, pela editora Ciência Moderna, do Rio de Janeiro (RJ).
O livro é resultado do curso de Jornalismo Internacional, ministrado pela primeira vez na Universidade em 2011, e que teve Antonio Brasil como um de seus docentes. O Manual incrementa a produção intelectual da Universidade – constituindo-se em um instrumento de pesquisa e referência na formação dos futuros jornalistas – e, por meio dele, beneficia-se não apenas o curso de jornalismo da UFSC, mas os de todo o país.
Este é o primeiro manual produzido no Brasil que busca explicar como trabalha o correspondente internacional, com destaque para as novas possibilidades como o uso da tecnologia digital. Por meio de entrevistas, reportagens e artigos, o Manual do Correspondente busca descrever o ambiente e as situações encontradas por um profissional que decide por esse campo da carreira jornalística.
Outro assunto abordado são as consequências da popularização da internet e outras ferramentas digitais, que trouxeram tanto oportunidades como dificuldades para o mercado jornalístico.

QUEM SOU EU?

Nesta altura da vida já não sei mais quem sou...
Vejam só que dilema!!!

Na ficha da loja sou CLIENTE, no restaurante FREGUÊS, quando alugo uma casa INQUILINO, na condução, PASSAGEIRO, nos correios, REMETENTE, no supermercado, CONSUMIDOR.
Para a Receita Federal CONTRIBUINTE, se vendo algo importado,CONTRABANDISTA.
Se revendo algo, sou MUAMBEIRO, se o carnê tá com o prazo vencido INADIMPLENTE, se não pago imposto, SONEGADOR.
Para votar, ELEITOR, mas em comícios, MASSA , em viagens, TURISTA , na rua, caminhando, PEDESTRE, se sou atropelado, ACIDENTADO, no hospital, PACIENTE. Nos jornais viro VÍTIMA, se compro um livro, LEITOR, se ouço rádio, OUVINTE.
Para o Ibope sou ESPECTADOR, para apresentador de televisão, TELESPECTADOR, no campo de futebol, TORCEDOR.
Se sou rubronegro, SOFREDOR.
Agora, já virei GALERA.
Se trabalho de carteira assinada, sou COLABORADOR e, quando morrer... uns dirão... FINADO, outros .....DEFUNTO, para outros ... EXTINTO, para o povão ... PRESUNTO.
Em certos círculos espiritualistas serei ...DESENCARNADO, evangélicos dirão que fui ...ARREBATADO.

E pensar que um dia já fui mais EU!!!.

Atribuida a Luiz Fernando Veríssimo.

Literatura

“É Tetra! – a conquista que ajudou a mudar o Brasil” 
Vinte anos depois da conquista do tetracampeonato de futebol pela
seleção brasileira, um mineiro, Michel Costa, e um carioca, André
Rocha, resolveram entrar em campo de mãos dadas, como a seleção
daquela época, com o livro “É Tetra! – a conquista que ajudou a mudar
o Brasil”, da Editora Via Escrita.

Os autores tiveram a ideia de um projeto que estuda uma das
seleções mais desacreditadas da história. Uma equipe que poderia ter
jogado melhor, mais bonito, mais ousado, mais brasileiro. Mas, talvez,
teria perdido a força. Para não arriscar o tetra, Parreira optou por
ousar pouco. Deu certo. Ainda que pudesse jogar mais, não teve time
melhor naquela Copa.

André e Michel destrincham a seleção, os rivais, os jogos, o Mundial.
A viagem por aquele já distante 1994 é uma leitura imperdível. Passam
pelos meandros do Plano Real. Sofrem com a morte de Ayrton Senna.
Cutucam as eleições  presidenciais. E, mais do que tudo, entram de
cabeça naquele inesquecível verão americano, no qual o talento
brasileiro transformou o oval em redondo.

Com participações de Lédio Carmona, Mauro Beting e Paulo Vinícius
Coelho, a dupla está pronta para ter a obra entre as mais procuradas.
Como em 1994, o resultado final é o mesmo: um trabalho campeão.

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Futebol

Os VEXAMES do Flamengo
A eliminação para o Leon do México, em pleno Maracanã, com gols de Arizala, aos 21'/1ºT (0-1); André Santos, aos 29'/1ºT (1-1); Boselli, aos 30'/1ºT (1-2); Alecsandro, aos 34'/1ºT (2-2); Peña, aos 37'/2ºT (2-3), fortalece o rol de vexames do Flamengo, diante de 53.230 pagantes.

A derrota para o América do México por 3 a 0, em 08/05/2008, em um Maracanã com 50 mil rubro-negros, e a conseqüente eliminação da equipe da Taça Libertadores, entra para a lista dos maiores vexames da centenária história do Clube de Regatas do Flamengo. A tragédia ocorreu em um dia que prometia ser de festa, três dias depois da conquista do 30º título carioca e com homenagens ao treinador Joel Santana, que se despedia (voluntariamente) do clube.

Um outro vexame do clube também ocorreu em um dia que seria de comemoração: a derrota por 6 a 0 para o Botafogo em 15 de novembro de 1972, pelo Campeonato Brasileiro, dia do aniversário do clube. Com três gols de Jairzinho. Um de letra. Uma derrota que foi lembrada pelos alvinegros nos clássicos contra os rubro-negros durante 19 anos, quando o time comandado por Zico devolveu o placar no Campeonato Carioca de 1981.

Outro vexame histórico do Flamengo não ocorreu diretamente contra o Botafogo, mas teve o Alvinegro como 'coadjuvante'. Na penúltima rodada da Taça Guanabara de 1968, o Flamengo empatou sem gols com o forte time do Botafogo (Gérson, Jairzinho, Roberto, Paulo César Lima, todos campeões mundiais dois anos depois no México). Com isso, precisava 'apenas' empatar com o Bonsucesso, na rodada final, para ser campeão. Após até ter dado até volta olímpica antecipada, os atletas rubro-negros foram vítima da confiança exagerada (algo que se repetiu 40 anos depois no mesmo Maracanã, contra o América-MEX) e perderam por 2 a 0. Descrente em um tropeço rubro-negro, o Botafogo havia enviado seus jogadores para uma excursão. E eles tiveram que voltar às pressas para decidir o título em um jogo extra. Resultado: Bota 4 a 1.

Outro desastre rubro-negro ocorreu diante de um time também sem tradição. Em 1980, o Flamengo brigava pelo, até hoje inédito, tetracampeonato carioca para o clube. A expectativa da torcida do Flamengo era grande, já que o time havia conquistado o Campeonato Brasileiro daquele ano. Mas após vencer o Estadual em 1978 e 79 (dois torneios foram realizados naquele ano), a equipe foi a Petrópolis (Região Serrana do Rio) e perdeu para o Serrano por 1 a 0, gol de Anapolina. A derrota tirou as possibilidades de o Flamengo ser campeão naquele ano. O título ficou com o Fluminense.

Quinze anos depois, o Tricolor foi responsável, não por um vexame, mas por uma tristeza marcante para o clube da Gávea. No ano do centenário, o Flamengo contava com Romário no elenco (o melhor jogador do mundo na época) e um dos melhores treinadores do Brasil, Vanderlei Luxemburgo. O Rubro-Negro chegou à última rodada do hexagonal decisivo precisando de um empate com o Fluminense para ficar com o título. Depois de estar perdendo por 2 a 0, conseguiu o empate, mas sofreu um gol histórico: a dois minutos do fim, Renato Gaúcho fez, de barriga, e o Tricolor venceu o jogo final do Carioca de 1995 por 3 a 2, impedindo o grande rival de comemorar o título em seus 100 anos.

Pelo Campeonato Carioca de 1997, o Flamengo teve um time de Joel Santana como carrasco. Na última rodada do primeiro turno da competição, o Rubro-Negro precisava de uma vitória sobre o Botafogo para disputar o título da Taça Guanabara contra o próprio Alvinegro, classificado por antecipação. Joel escalou um time só com reservas e sequer ficou no banco. Mesmo com Romário e Sávio em campo, quem brilhou foi o botafoguense Renato, autor do gol da vitória por 1 a 0.

Neste século, o grande vexame rubro-negro foi a derrota na decisão da Copa do Brasil de 2004, diante do Santo André. Apesar do adversário ter conseguido eliminar rivais de peso, como Atlético-MG e Palmeiras, a confiança rubro-negra no título era enorme. E aumentou após um empate por 2 a 2 no jogo de ida, em São Paulo. Igualdade sem gols ou por 1 a 1 eram suficientes para o Flamengo levantar a taça. Em 30 de junho, o time paulista, com jogadores desconhecidos, calou o Maracanã lotado e venceu por 2 a 0, tirando um título dado como certo pela maioria dos torcedores do Flamengo. Tão certa como a classificação para as quartas-de-final da Libertadores-2008 após a goleada de 4 a 2 no estádio Azteca no jogo de ida..

Literatura

"Libertadores, Paixão que Nos Une"

Escrito pelo jornalista Nicholas Vital, o livro se propõe a contar a história completa do mais tradicional torneio de futebol interclubes das Américas. A obra, publicada em português e espanhol, tem o prefácio do jornalista Sérgio Xavier, foi editada pela Cultura Sustentável, conta a história da competição de forma abrangente, com infográficos e fotos inéditas e depoimentos de ídolos que disputaram o torneio.

terça-feira, 8 de abril de 2014

Alameda Ilva Mello Reis

Quatro pessoas ficaram feridas em um acidente, na manhã de segunda-feira, 07/04, na Alameda Ilva Mello Reis, entre os bairros Santo Antônio e Jardim Esperança, na altura do bairro Terras Altas, Zona Sudeste de Juiz de Fora. Um caminhão-baú com placa de São João Nepomuceno-MG e que transportava detergentes e amaciantes, tombou em uma curva, sendo atingido por uma Brasília, com placa de Juiz de Fora, que também descia a via. Quatro pessoas ficaram feridas e foram socorridas e encaminhadas ao Hospital de Pronto Socorro (HPS). Parte da carga de que era transportada pelo caminhão ficou espalhada na pista, ao lado do veículo e homens do Corpo de Bombeiros jogaram serragem na pista para conter o vazamento dos produtos e de óleo do caminhão. O  trecho é proibido para caminhões com mais de 4,5 toneladas, embora não tenha fiscalização regular dos órgãos competentes. A alternativa para os veículos pesados é a antiga estrada União e Indústria, que tem pista simples, sem acostamento e com pouco visibilidade e que possui um túnel sob a ferrovia e uma ponte entre os bairros Retiro e Parque das Palmeiras, de mão-única.

CONSIDERAÇÕES:
A solução para a Alameda é a construção de uma TERCEIRA PISTA, desde a escola municipal Olinda de Paula Magalhães, no bairro Jardim Esperança, até o bairro Santo Antonio. Com a construção da TERCEIRA PISTA, certamente, muitas curvas hoje existentes, serão eliminadas e os veículos de baixa velocidade circularão por ela, deixando as pistas principais, livres. A via tem uma movimentação intensa de veículos que da acesso a vários bairros de Juiz de Fora e cidades da região. O ideal seria desviar o traçado da BR 267 (que necessita de TERCEIRA PISTA) na altura da fazenda Passos da Pátria, com ligação com a BR 040, em Matias Barbosa, retirando com isso, o movimento intenso de caminhões, do perímetro urbano de Juiz de Fora.



quinta-feira, 3 de abril de 2014

Literatura

 “Advocacia em Tempos Difíceis”
O ano de 2014 marca os 50 anos do golpe que derrubou o presidente João Goulart e instituiu uma ditadura militar no Brasil. O período de 1964 a 1985, os chamados “anos de chumbo”, sob o viés da advocacia, é o tema do livro “Advocacia em Tempos Difíceis”, uma iniciativa do projeto “Marcas da Memória” da Comissão de Anistia, coordenado pelos professores Paula Spieler (FGV DIREITO RIO) e Rafael Mafei Rabelo Queiroz (DIREITO SP).

O livro “Advocacia em Tempos Difíceis” tem por objetivo analisar as estratégias jurídicas utilizadas por advogados de presos políticos durante o período da ditadura militar, de 1964 a 1985. Coordenado pelos professores Paula Spieler (FGV DIREITO RIO) e Rafael Mafei Rabelo Queiroz (DIREITO SP), o livro conta com 34 entrevistas, do Ceará ao Rio Grande do Sul, e teve apoio da Comissão de Anistia do Ministério da Justiça.

"As entrevistas revelaram que o habeas corpus, apesar de extinto formalmente com a adoção do AI-5, continuou a ser utilizado por muitos advogados, com o próprio nome ou sob a denominação de ‘petição’, tendo sido extremamente importante nos casos de desaparecidos políticos", explicou Paula Spieler.

Outro agravante do período era que as instituições do Estado estavam sob o domínio do poder repressivo, o que tornava o trabalho do advogado dificultoso e arriscado.

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“Coragem: A advocacia criminal nos anos de chumbo”
A obra, organizada por José Mentor Guilherme de Mello Neto, lista 161 nomes de advogados(as) que atuaram em favor da democracia no Brasil, entre os anos de 1960 e 1980. Nas cerca de 200 páginas, uma sequência de relatos e imagens de 86 dos(as) homenageados(as), que resgatam as experiências profissionais, casos de destaque, situações pitorescas, dificuldades e análises da conjuntura política à época.

Há também na publicação inédita pronunciamentos de alguns dos advogados, realizados em solenidades de homenagens propostas por José Mentor (então vereador, em 4/12/1998; e já deputado federal, em 4/12/2003) e artigos escritos por advogados criminalistas em nome de parentes.

O livro reúne em cerca de 200 páginas uma sequência de relatos e um mosaico de fotos de criminalistas, relaciona 161 nomes de advogados e advogadas que atuaram pela democracia no período entre 1960 e 1980.

Ao completar 50 anos do golpe militar de 1964, o deputado federal José Mentor (PT-SP) e a OAB-SP fazem uma homenagem aos profissionais da advocacia que agiram em uma época em que os direitos fundamentais sofreram graves violações.

O livro traz experiências profissionais relatadas por meio de crônicas dos advogados que atuaram na defesa de militantes políticos opositores à ditadura militar (1964 e 1985), casos de destaque, situações pitorescas, dificuldades e análises da conjuntura política à época – Aldo Lins e Silva, Rosa Cardoso, Evandro Lins e Silva, Sepúlveda Pertence, Idibal Pivetta, Heleno Fragoso, José Carlos Dias, Luís Eduardo Greenhalgh.

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