sábado, 22 de fevereiro de 2020

Carnaval 2020

Rio de Janeiro
Das 13 escolas do grupo especial, sete levarão à passarela do samba, críticas contundentes aos dominadores do poder.
-  A Portela defende a causa indígena:
- "Índio pede paz mas é de guerra; Nossa aldeia é sem partido ou facção; Não tem bispo, nem se curva a capitão".
- A Mangueira ataca a violência:
"Favela, pega a visão; Não tem futuro sem partilha; nem messias de arma na mão".
- A Grande Rio prega a tolerância religiosa:
"Pelo amor de Deus, pelo amor que há na fé; Eu respeito seu amém, você respeita meu axé".
- A União da Ilha cita os confrontos:
"Inocentes, culpados, são todos irmãos; Esse nó na garganta vou desabafar; O Chumbo trocado, o lenço na mão". 
- A São Clemente lembra os políticos presos:
"Vazou, deu sururu; Tem marajá puxando férias em Bangu".

No grupo de acesso a Acadêmicos de Vigário Geral trouxe para a avenida o seu "Conto do Vigário":
"Se um dia eu menti, perdão; A Justiça será verdade? Vem pra rua cantar, Brasil; Mostra a farsa pra quem não viu"

Pernambuco
Os bonecos retratados no carnaval de Olinda, três foram vítimas de grosserias: 
o ator americano Leonardo DiCaprio, a primeira dama francesa Brigitte Macron e a ativista sueca GretaThunberg.

Literatura

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

Um nome que fez história na comunicação

Carlos Neto (Carlos Fedóceo) nasceu em Matias Barbosa em 16 de agosto de 1934, pai de seis filhos (um falecido).
Carreira
Radialista (repórter policia), com atuações destacadas nas nas rádios PRB 3, Industrial, Capital, TV Tiradentes e nos jornais Diário Mercantil e Diário da Tarde, todas empresas já extintas. 

Carlos Neto morreu na Santa Cada de Juiz de Fora, vítima de AVC (Acidente Vascular Cerebral), nesta quinta-feira, aos 81 anos, em 18 de fevereiro de 2016, sendo o  corpo velado no cemitério municipal, no Poço Rico e sepultado cemitério Parque da Saudade, no bairro de Santa Terezinha. 

Literatura



"Itabaiana grande - Euclides e Manoel Teles - Dois homens...Duas visões...Uma história e o mesmo destino"
De autoria do escritor e poeta Carlos Mendonça, a obra mostra com documentos, como Euclides Paes Mendonça e Manoel Francisco Teles, popularmente conhecidos na política Sergipana e nordestina como Euclides e Mané Teles, impuseram seus domínios políticos e econômicos em Itabaiana, durante as décadas de 1940, 50 e 60, sendo nesta última, assassinados em praça pública. O livro relata fatos sobre a Itabaiana desse tempo e, ao mesmo tempo, as trajetórias desses dois personagens, desde seus nascimentos, passando por suas adolescências, espírito empreendedor, performance política eleitoral, o processo administrativo, a visão progressista de Euclides em relação ao futuro e o uso da força como forma de dominação. Com relação as suas mortes, o livro traz com exclusividade o que ninguém até hoje discutiu ou tomou conhecimento. Por exemplo, tanto Euclides quanto Manoel Teles não morreram por pendengas locais, mas sim por interesses superiores e alheios ao conhecimento deles e do povo à época. O livro traz ainda minuciosos detalhes do antes, das mortes e do pós, numa trama maquiavélica, inesquecível e não esclarecida até hoje.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

Gente de Expressão

Orlando Duarte (Orlando Duarte Figueiredo) nasceu em Rancharia-SP, em 18 de fevereiro de 1932. Casado com Conceição Duarte, tem quatro filhos e seis netos. 

Rádio
Bandeirantes (duas vezes), Jovem Pan, Trianon e Gazeta, 

TV
Cultura (que dirigiu), Jovem Pan, SBT, Globo, Band e Gazeta.    

Jornal 
A Gazeta Esportiva, A Gazeta, Mundo Esportivo, A Gazeta Esportiva Ilustrada, O Tempo, Última Hora e Diário da Noite.  

Coberturas
Cobriu 14 campeonatos mundiais de futebol, dez jogos olímpicos e todas as Copas do Mundo durante o período entre 1950 e 2006.  

Escritor
Escreveu 32 livros sobre a história e as regras de diversos esportes, conhece 50% do mundo e preencheu 17 passaportes. 

Literatura

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Um nome que fez história na comunicação

Flávio Biscottto (Flávio Raimundo Biscotto) nasceu em Ubá em 31 de agosto de 1928. Filho de João Pedro Biscotto e Marieta de Lucas Biscotto. Foi casado por 60 anos (desde 30 de julho de 1953) com Maria Lúcia de Andrade Biscotto (nascida em Divinésia-MG em 28 de julho de 1932). Pai de cinco filhos: Antonio de Pádua de Andrade Biscotto (médico pediatra), Flávio Andrade Biscotto (médico cardiologista), José Cláudio de Andrade Biscotto (engenheiro civil), Yolanda de Andrade Biscotto (bacharel em direito e bancária) e João Márcio de Andrade Biscotto (bioquímico).

Carreira
Radialista (Locutor esportivo), trabalhou na rádio PRB 3 (foi contemporâneo e amigo de Maurício Menezes, Mário César e outros grandes nomes da comunicação ), foi bancário por 31 anos, no Banco de Crédito Real (CREIDIREAL) e representante do Laboratório CEDABEL.

Flávio Biscotto morreu em Juiz de Fora, aos 84 anos, vítima de um AVC (Acidente Vascular Cerebral), em 11 de agosto de 2013 (dia dos pais e aniversário do filho mais novo, João Márcio e alguns dias após completar 60 anos de casado, em 30 de julho). 
Obs: Flávio Biscotto, de uma família de tricolores, era primo do ex-dirigente do Flamengo, Gerson Biscotto (também nascido em Ubá).

Literatura

Gente de Expressão

Waltinho França (Argemiro Walter França), o "Pontinha da Agulha", nasceu em Caeté, distrito de Juiz de Fora, em 27 de maio de 1948. Filho de Argemiro França* e Maria Luíza Rodrigues França (ambos falecidos), casado com Maria Aparecida, pai da Nelma e do Adad e avô de três netos.

Carreira
Radialista (locutor sertanejo), Waltinho trabalhou nas rádios Solar, Nova Cidade, Manchester e Juiz de Fora AM.

Pontinha da agulha
Foi um bordão criado por ele na hora de anunciar a música, dizendo "está na pontinha da agulha", numa alusão a agulha que movimentava o disco de vinil, o LP. Hoje, computadorizado, seria "no click do mouse"

Músicos
De uma família de músicos (cantores e violeiros), numa prole de 14 irmãos, Waltinho  fez dupla com seus irmãos Osmar* (Osmar e Waltinho), Odomar (Odomar e Waltinho) e Noel (Waltinho e Noel) e cantavam em circos, touradas, exposições agro-pecuárias, festas religiosas. Wantinho é primo do radialista Wanor França (1951/2018), tio da cantora Bruna França e tio do vereador Wagner França. 

Atualmente, fora do rádio, Waltinho continua cantando sucessos do passado em casamentos, batizados e festas familiares.

Obs:
- Argemiro França é Nome de rua no bairro Jardim Esperança.
- Osmar (já falecido), fez dupla com Marinho (Osmar e Marinho), Mazinho (Osmar e Mazinho) e Arantes (Osmar e Arantes). Hoje, seu filho mantém ativa a dupla.

sábado, 15 de fevereiro de 2020

Literatura

 "ANUÁRIO DO FUTEBOL PASSO-FUNDENSE" 

A oitava edição do Anuário do Futebol Passo-Fundense, de autoria do jornalista Lucas Scherer. A obra tem nova capa, novo planejamento gráfico e uma ampliação da página de estatísticas dos clubes. A edição traz o resultado de 183 jogos por 13 competições ou amistosos, com os 102 principais fatos de 2019, além de destacar 287 datas importantes do futebol passo-fundense.  

Um nome que fez história na comunicação

Dirceu Costa Ferreira nasceu em Juiz de Fora, em 21 de agosto 1937. Foi casado com Rosa Zoraida Zanganeli Ferreira e pai de quatro filhos: David Fernando Ferreira, Stela Márcia Ferreira, Oscar Ferreira e Marília Márcia Ferreira.  

Carreira  
Radialista (locutor e comentarista esportivo), com atuações nas rádios PRB 3 e Capital, Contador (perito da justiça do trabalho) e ex-árbitro de futebol da antiga Liga de Desportos de Juiz de Fora (LDJF). 

Ápice
Teve destacada atuação no rádio local atuando no rádio local, ao lado de Jorge Troiano, Wilson Amin (1947/1995) e Antonio Azalim (1935/2002)

Bordão
Quando narrava futebol, Dirceu Costa Ferreira usava a seguinte frase "o tempo perguntou pro tempo, que tempo que o tempo tem", ao informar o tempo e o placar do jogo a cada cinco minutos.    

Sucessor
Seu neto Vítor Roux (Vítor Hugo Ferreira Roux)), filho da Stela Márcia Ferreira, foi o único que seguiu os passos do avô e é operador de áudio.       

Dirceu Costa Ferreira morreu em Juiz de Fora, as 62 anos, em 15 de fevereiro de 2000, sendo sepultado no cemitério Parque da Saudade, em 16/02. 

Literatura



"OS DONOS DA BOLA - O CAMPEONATO CITADINO DE FUTEBOL DE PASSO FUNDO"
A quarta edição do livro sobre a história do Campeonato Citadino de futebol de Passo Fundo, de autoria do jornalista Lucas Scherer, amplia as informações do texto lançado em 2012. As páginas foram editadas para ficar ainda mais fácil para quem quiser imprimir.
Foram corrigidos alguns mandos de campo nos campeonatos citadinos, acrescidas fichas técnicas em algumas decisões e ampliados os resultados de amistosos e de torneios. É a história do Campeonato Citadino como nunca foi contada. Curiosidades, fichas dos jogos decisivos e todos os resultados da competição que dividiu a cidade durante 56 anos 

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

Antonio Zaidan

Morre em Juiz de Fora, aos 79 anos, o ex-vereador Antonio Zaidan
Antonio Zaidan morreu na última quinta feira, 13/02. O corpo será velado e sepultado nesta sexta-feira, 14/02, em Juiz de Fora.

Antonio Zaidan  nasceu em Teixeiras, na região de Ponte Nova, em 19 de outubro de 1940, era médico pediatra (formado na Universidade Federal de Juiz de Fora), advogado (formado na Faculdade Vianna Júnior), professor e político. Foi fundador, diretor e professor no Curso ZAS (Curso de  preparação para vestibulares) e diretor do Hospital Universitário no biênio 1989/1990.

Política partidária
Foi vereador em Juiz de Fora pelo PDT (Partido Democrático Trabalhista) nas legislatura 1997/2000. Disputou a vereança nas eleições de 2000, 2008, 2002 e 2016 e em 1998 disputou o cargo de deputado estadual. Ao longo da carreira política, foi filiado atrês partidos: Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), Partido da Frente Liberal (PFL) e Partido Democrático Trabalhista (PDT). 

Literatura

"Paulo Cabral de Araújo - A trajetória de uma voz De Cláudia Araújo"

Quando menino, Paulo Cabral de Araújo já demonstrava vocação para a comunicação e para a vida pública. Nascido em Guaiúba, interior do Ceará, em 1922, dedicou a vida para os canais da imprensa brasileira e para a evolução do pensamento crítico no País. 

A pesquisa e a produção textual foram capitaneadas por Cláudia Lireda Cabral, filha de Paulo, que demorou mais de dois anos no processo de investigação. O comunicador, diretor dos Diários Associados por duas décadas, morreu em Brasília vitimado por uma leucemia. Antes disso, passou pelos principais meios de comunicação brasileiros. Ainda na juventude, trabalhou para a Ceará Rádio Clube, instituição que lhe abriu as portas do mercado. Teve passagens por jornais e outros veículos, além de exercer a função de prefeito de Fortaleza entre os anos de 1951 e 1955.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

Foto histórica

Da esquerda para a direita: Sebastião de Matos Jr, Iná Coelho, Helena Bittencourt (semi-encoberta), José Romeu, Francisco de Assis, Chambica (Rei Momo), Céu Azul Soares e Mário César (Mário Manzolilo de Morais).

Literatura

"Os presidentes: a história dos que mandaram e desmandaram no Brasil, de Deodoro a Bolsonaro" 
O jornalista Rodrigo Vizeu resolveu mergulhar na história do Brasil e traçar um perfil completo de 32 dos 38 presidentes. E assim criou, na Folha de S.Paulo, o podcast Presidente da Semana, que inspirou este livro. Trazendo comentários de especialistas, como José Murilo de Carvalho, Boris Fausto, Lilia Moritz Schwarcz e Heloisa Starling, Vizeu dá vida aos personagens e nos leva a conhecer a própria história do Brasil, marcada por uma dança de cadeiras de oligarcas, militares e populistas em uma frágil democracia.   Rodrigo Vizeu dá uma contribuição de valor inestimável ao resgatar a história dos presidentes da tumultuada república. Seu trabalho é um exemplo de como combinar jornalismo e história na importante missão de ajudar os brasileiros a olhar o passado com o objetivo de entender o presente e preparar a construção do futuro.    O autor nos faz lembrar que um certo presidente não teria sido eleito sem um acordo entre os ricos. E que outro contou com uma ajudinha na imprensa. Teve também o que ganhou poder graças às fake news. E aquele que comprometeu as contas públicas. Sem falar do que atropelou as instituições em nome de uma mítica conexão direta com o povo. Também não lembra que a falta de comunicação de um certo presidente contribuiu para que uma campanha de saúde se transformasse em revolta. E que o autoritarismo de outro levou a torturas e assassinatos.

Gente de Expressão

Ivan Elias (Ivan Elias Hallack)

terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

Literatura

"Os engenheiros do caos: Como as fake news, as teorias da conspiração e os algoritmos estão sendo utilizados para disseminar ódio, medo e influenciar eleições"

"Uma mentira pode dar a volta ao mundo no mesmo tempo que a verdade leva para calçar seus sapatos." Mark Twain

Aos olhos dos seus eleitores, as deficiências dos líderes populistas se transformam em qualidades, sua inexperiência demonstra que não pertencem ao círculo da "velha política", e sua incompetência é uma garantia da sua autenticidade. As tensões que causam em nível internacional são vistas como mostras de sua independência, e as fake News, marca inequívoca de sua propaganda, evidenciam sua liberdade de pensamento. No mundo de Donald Trump, Boris Johnson, Matteo Salvini e Jair Bolsonaro, cada dia traz sua própria gafe, sua própria polêmica, seu próprio golpe brilhante. No entanto, por trás das manifestações desenfreadas do carnaval populista, está o trabalho árduo de ideólogos e, cada vez mais, de cientistas e especialistas do Big Data, sem os quais esses líderes nunca teriam chegado ao poder. É o retrato desses engenheiros do caos que Giuliano da Empoli nos apresenta, através de uma investigação ampla e contundente que vai muito além do caso Cambridge Analytica e remonta ao início dos anos 2000, quando o movimento populista global, hoje em pleno curso, dava seus primeiros passos na Itália. O resultado é uma galeria de personagens variados, quase todos desconhecidos do público em geral, mas que vêm mudando as regras do jogo político e a face das nossas sociedades.

Notável personalidade

Padre Café (Venâncio Ribeiro de Aguiar Café) nasceu em São Miguel e Almas atual cidade de Guanhães, no Nordeste de Minas, em 15 de agosto de 1846. Filho de Bernardo Ribeiro de Aguiar Café e Dina Flores de Macedo.

Vida Eclesiástica
Estudou nos seminários de Diamantina e Mariana e foi ordenado padre, aos 29 anos, em junho de 1873. Em 1880 foi eleito deputado provincial, pelo Partido Liberal, quando a capital do estado era Ouro Preto.

Juiz de Fora
Veio para Juiz de Fora em 1886. Aqui padre Café foi o segundo vigário da cidade (o primeiro foi o padre Thiago Mendes Ribeiro). Em 1891 fundou o jornal "Lar Cathólico".
Padre Café morreu em Juiz de Fora, aos 51 anos, em 08 de janeiro de 1898 e foi sepultado no cemitério municipal de Nossa Senhora Aparecida, no bairro do Poço Rico.

Literatura

"Todas as Mulheres dos Presidentes: a História Pouco Conhecida das Primeiras-damas do Brasil Desde o Início da República"

A história pouco conhecida das primeiras-damas do Brasil desde o início da república, com biografias, perfis, ensaios e trabalhos acadêmicos sobre os presidentes do Brasil. Porém, em 130 anos de república, pouco se pesquisou sobre as primeiras-damas. Com raras exceções, suas histórias foram relegadas a citações em publicações sobre os ilustres maridos. Todas as mulheres dos presidentes joga luz sobre elas e revela que, mesmo limitadas pelos costumes de suas épocas e pela liturgia do cargo, muitas tiveram presença relevante na vida do país. De Mariana da Fonseca a Michelle Bolsonaro, passando por Nair de Teffé, Darcy Vargas, Maria Thereza Goulart, Sarah Kubitscheck, Risoleta Neves, Dulce Figueiredo e Ruth Cardoso, os autores reconstroem a trajetória das 34 primeiras-damas a partir de fatos reveladores, muitos deles apagados pelo tempo.


segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

Notável personalidade

Ângelo Falci nasceu em Jesuânia, na época distrito de Lambari, estância hidromineral do Sul de Minas, em 16 de novembro de 1902. Filho de Francisco Falci (1875/1952) e Maria Luíza Lovisi Falci. Casado com Maria  Lotti Falci (Maroca), prima do marechal Henrique Batista Duffles Teixeira Lott (1894/1984). Pai de três filhos, Amaury Marcelo (1931/1932), Ângelo Eduardo (1933/1977), casado com Lúcia Moreira Falci e Maurício Francisco (1937/2003), casado com Marinha Toledo Falci.

Proprietário da Padaria Central, na parte baixa da rua Marechal Deodoro, presidente e tesoureiro da associação comercial de Juiz de Fora e membro do Rotary Club, do tribunal do júri de Juiz de Fora e filantropo.
Ângelo FaLci morreu em Juiz de Fora, aos 92 anos, em 1994.
Obs: É nome de rua no centro de Juiz de Fora.

Literatura

"Cariocas do brejo entrando no ar - O rádio e a televisão na construção da identidade de Juiz de Fora (1940-1960)."

De autoria dos jornalistas Flávio Lins e Cristina Brandão, a obra apresenta uma pesquisa calcada nas origens da identidade do mineiro habitante de Juiz de Fora que, pela proximidade com o Rio de Janeiro, recebeu a alcunha de "carioca do brejo".

Quando os eletrônicos de Comunicação chegaram à cidade - rádio e depois, a televisão - acentuou-se a proximidade geográfica e identitária entre as duas cidades. As transmissões radiofônicas feitas em Juiz de Fora já revelava a inspiração dos modelos de programas veiculados pela rádio Nacional do Rio de Janeiro.

Criaram-se, na cidade, departamentos de produção radiofônica tal qual fazia-se no centro cultural divulgador de valores sociais e comportamentais que era o Rio de Janeiro. O intercâmbio entre scripts de programas e vindas de artistas cariocas à cidade marcam essa tendência do juizforano a se inspirar na vida praiana e seu carisma.

Mais tarde, quando começam as produções televisivas realizadas, empiricamente, nos anos 1960, com a TV Mariano Procópio, (afiliada dos Diários Associados na cidade) e veiculadas para a região sudeste do país, foi possível traçarmos, nessa pesquisa, um histórico da primeira emissora de TV do interior na América Latina, a partir de informações em jornais, revistas, livros e história oral, abordando especialmente o material telejornalístico produzido, do qual só existem vestígios.

O trabalho realiza investigação documental e entrevistas com profissionais pioneiros do rádio e da televisão em Minas, propondo um resgate da memória audiovisual de Juiz de Fora e o reconhecimento do papel da TV Mariano Procópio na formação da identidade do chamado "carioca do brejo".

O livro torna possível o acesso de todos a uma parte relevante da história da cidade e sua aproximação com as influências culturais e sociais que partiram do grande centro nacional de divulgação de ideias e formação identitárias que foi o Rio de Janeiro, sobretudo depois da chegada do rádio e da televisão, uma vez que ambos estavam entre os principais veículos de comunicação divulgadores de modos de consumo e de comportamento sociais.

domingo, 9 de fevereiro de 2020

Foto histórica

Capa do livro:
"Cariocas do brejo entrando no ar - O rádio e a televisão na construção da identidade de Juiz de Fora (1940-1960).
Da esquerda para a direita: 
Paulo Moreno* (1928/1977), Iná Coelho* (1927/2006), Terezinha Ribeiro (in memoriam), Mário César* e Vivi Campos*.
*Paulo Moreno era o nome artístico de José de Castro Gonçalves, nascido em Santarém, no Oeste do Pará, em 02 de março de 1928. Era ator, dublador e radialista (locutor e apresentador). Morreu no Rio de Janeiro, aos 49 anos, em 1977.
*Iná Coelho nasceu em Tocantins, criada em Piau e trabalhou no rádio de Juiz de Fora (Radioatriz e discotecária) e morreu em Volta Redonda, aos 78 anos, em de 2006.
*Terezinha Ribeiro, só se sabe que é falecida. 
*Mário César, nome artístico do radialista, professor e advogado Mário Manzolilo de Morais, (o único vivo dos cinco).
*Vivi Campos, nome artístico de Vitória Campos. 

Literatura

"TV Mariano Procópio e experimentações: os desafios da implementação da TV no interior do Brasil"
A obra, que é uma tese de mestrado da jornalista Lívia Fernandes de Oliveira, faz uma análise da implementação da TV Mariano Procópio em Juiz de Fora/MG, a partir das narrativas veiculadas pelos jornais dos Diários Associados (Diário Mercantil e Diário da Tarde) no município e de profissionais que atuaram no empreendimento do Grupo de Chateaubriand na cidade. O estudo teve como pressuposto teórico a relevância das representações midiáticas e da memória na sociedade, e as relações de poder envolvidas na implantação de uma emissora televisiva. Observou-se que o início da televisão no interior do Brasil foi marcado por disputas políticas, dificuldades financeiras e técnicas, e uma luta para a conquista do público pelas produções locais. 


sábado, 8 de fevereiro de 2020

Um nome que fez história na comunicação

Vanor França (Vanor de Souza França) nasceu em Argirita, região de Leopoldina, em 08 de julho de 1951, filho de Antenor França e Sebastiana de Souza França, era casado com Zilma Supimpa França, pai de 04 filhos, um deles, o também radialista Wanderson França (Dé França).

Carreira
Comunicador sertanejo e torcedor do Botafogo, no rádio Vanor teve passagens destacadas pelas rádios Capital AM e Juiz de Fora AM e FM. De família tradicional de sertanejos, com destaque para Osmar e Mazinho e Waltinho França (Argemiro Walter França), Vanor era, no microfone, um árduo defensor da música raiz.

Vanor França morreu em Juiz de Fora, aos 66 anos, vítima de atropelamento por um ônibus urbano, em 08 de fevereiro de 2018.

Literatura

"Além da lama: O emocionante relato do capitão dos bombeiros que atuou nas primeiras horas da tragédia em Mariana"

De autoria do capitão do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, Leonard Farah, a obra narra as dramáticas 15 primeiras horas de mobilização que tornaram possível o resgate de quinhentos moradores ilhados. O capitão era o comandante do grupo especializado que trabalhou incessantemente na missão de salvar vidas, mesmo sob a ameaça do rompimento iminente de uma segunda barragem, ainda maior que a primeira., no rompimento da barragem da Samarco, em 2015, que ficou conhecida como "a tragédia de Mariana".

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

Gente de Expressão

Mário César (Mário Manzolilo de Morais) nasceu no bairro do Lins de Vasconcelos, do Rio de Janeiro em 05 de dezembro de 1933.. Filho do militar do Exército Mário de Melo Moraes e de Mena Manzolillo Moraes.
Casado, desde 1957, com Nereida de Landa Morais, pai de 04 filhos: Vanessa, Mário César, Kátia e Rosane, tem 08 netos e 01 bisneto.

Carreira
Radialista, advogado e professor universitário, trabalhou na PRB 3, de 1952 a 1987. Foi locutor, radio-ator e diretor de programação. Formado em direito pela antiga Faculdade de Direito de Juiz de Fora, foi professor de "Rádio e TV" na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).

Professor
Na UFJF contribuiu para a formação de inúmeros jornalistas, com destaque para Cristina Brandão, Denise Barbosa, Luiz Storino, Regina Campos.

Literatura

"Stella Matutina: Sonhos e Saudade"

De autoria da escritora e poeta  Angelina Nardy e com capa ilustrada a partir de uma tela do artista Gerson Guedes, a obra, com selo da Gryphon Edições mescla histórias do tradicional colégio e de Juiz de Fora. O livro traz a fatos históricos e curiosidades episódicas de uma instituição de ensino tradicional que atingiu o apogeu e continua desafiando o tempo e suas consequências.







segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

Gente de Expressão

Paulo Lopes (Vicente de Paula Reis Ribeiro) nasceu em Urucânia, na época, distrito de Ponte Nova, na Zona da Mata Mineira, em 03 de fevereiro de 1947. Aos 12 anos ingressou no seminário de Mariana (MG), quando descobre sua verdadeira vocação, a comunicação. 

Carreira
No seminário, dominava as apresentações. Era locutor e líder dos grupos de trabalho. Com isso, seu pai começou a perceber o talento do garoto.  

Juiz de Fora
No rádio, seu primeiro trabalho aconteceu aos 16 anos, na rádio Sociedade de Juiz de Fora. Ele passou num teste e se tornou repórter policial. 

Belo Horizonte
Em 1969, após um convite de Alfredo Raymundo, foi para a rádio Globo, em Belo Horizonte, para apresentar o programa "A Cidade contra o Crime". 

Rio de Janeiro
Em seguida, se mudou para o Rio de Janeiro, onde trabalhou por 15 anos na Rádio Tupi. Lá, começou a fazer um programa destinado mais ao público feminino, e acabou se tornando o "Amigão das Mulheres". Ainda no Rio, trabalhou na rádio Bandeirantes (AM 1.360 kHz). 

São Paulo
Após sair da Tupi Rio,  se mudou para São Paulo onde foi trabalhar na rádio Globo. Nesta época, alcançou o seu auge, chegando a ter cerca de 600 mil ouvintes por minuto. Também fez programa na TV. Sua estréia aconteceu no início da década de 1990, quando apresentou por mais de um ano, um programa de variedades no SBT. Em 2000, também comandou um programa de debates na TV Bandeirantes. Em 2001, saiu rádio Globo, ficou dois meses fora do ar até fechar contrato com a Rádio Capital AM (1.040 kHz - São Paulo/SP), de onde saiu no início de 2019.

Londrina
Em 2019 trocou São Paulo pelo Paraná e foi trabalhar na rádio Massa FM de Londrina.

São Paulo
E neste 03 de fevereiro de 2020, data de seu aniversário, Paulo Lopes está de volta ao rádio paulistano, à rádio Capital. Casado pela segunda vez, Paulo Lopes é pai de Alessandra, Ana Paula, Fabiana, Natália e Paulo Henrique. 

Literatura

Um nome que fez história na comunicação

Luiz de França (Luiz Gonzaga França Carneiro) nasceu em  Barbacena-MG, em  03 de fevereiro de 1946.
Carreira
Iniciou carreira na "cidade das rosas", aos 15 anos de idade, na rádio Correio da Serra AM, passou pela rádio Barbacena AM, transmitindo bailes de carnaval e comandando programas de entretenimento. 

Petrópolis
Foi dono da rádio Difusora de Petrópolis com o falecimento de seu tio. 

Rio de Janeiro e São Paulo
Aos 18 anos, participou e venceu o concurso do programa "A Grande Chance", de Flávio Cavalcanti, na TV Tupi, e como prêmio tornou-se locutor da TV Tupi e da Rádio Tupi do Rio de Janeiro. Apresentou programas como Portugal sem Passaporte e Repórter Esso, em substituição a Heron Domingues.   
Trabalhou por 28 anos no grupo Globo, começando como locutor noticiarista e, posteriormente, comandou férias de colegas até assumir seu primeiro programa, o "Show da Noite", em 1983. Em 1985 teve uma rápida passagem pela rádio Globo São Paulo, onde substituiu Eli Corrêa. No mesmo ano, França passou a comandar as tardes da Globo Rio, substituindo Waldir Vieira (que era titular da faixa vespertina e faleceu naquele ano). No ano de 1999 Luiz de França passou a integrar a rádio Tupi do Rio, onde permaneceu até meados de 2007, até sua ida para Rádio Manchete AM 760.
Luiz de França morreu no Rio de Janeiro, aos 71 anos, em 28 de julho de 2017, sendo seu corpo velado e sepultado em Barbacena.

sábado, 1 de fevereiro de 2020

Literatura

"Um País Sem Excelências e Mordomias" 

Ler este livro é algo obrigatório para todo deputado, senador, ministro, juiz, desembargador, governador, presidente, secretário, prefeito, vereador. E sobretudo para o eleitor. Para ele, é quase um guia de sobrevivência na selva da política brasileira. Claudia Wallin trata da Suécia mas é impossível não pensar no Brasil a cada parágrafo. Com cinismo, cólera, amargura. Ou com esperança. Porque não? Afinal, prova que existem políticos que desconhecem o tratamento de “Excelência”. Que não tem mordomias, não aumentam seu próprio salário, não tem gabinete próprio. Que usam transporte público e não estão na vida pública para fazer fortuna. E que respeitam – e muito o eleitor. Um sistema apoiado em três pilares: transparência, escolaridade e igualdade. Um dia, quem sabe, chegaremos lá. Ler e se envergonhar com estas páginas pode ser o começo.

Um nome que fez história na comunicação

Wildemar Aquino (Wildemar Teodoro Aquino, o DJ Cebola) nasceu em Juiz de Fora em 01º de fevereiro de 1988, Cebola era jornalista formado pela faculdade Estácio de Sá, turma de 2012, assessor de imprensa da Secretaria de Transporte e Trânsito, na prefeitura de Juiz de Fora e locutor de rádio. Pessoa de fino trato, Cebola foi aluno na faculdade da professora Tâmara Lis, e devido a sua popularidade, era cortejado por partidos políticos para sair candidato a vereador em 2020. DJ Cebola morreu em Juiz de Fora, aos 31 anos, vítima de câncer no fígado, em 30 de maio de 2019, sendo sepultado no cemitério municipal Nossa Senhora Aparecida, no bairro de Poço Rico, em 31/05.

Obs: A câmara de vereadores de Juiz de Fora aprovou e o prefeito sancionou projeto de lei que denomina uma rua do bairro Centenário, de "Rua jornalista Wildemar Aquino".

quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

Literatura



“Seleção Nunca Vista”  
De autoria do jornalista Antero Greco, a obra trás fotos raras da 01ª concentração da Seleção Brasileira de futebol, durante 11 dias, em Poços de Caldas, no Sul de Minas, em abril de 1958. As imagens mostram os bastidores, o "moderno" treinamento do preparador físico Paulo Amaral, o trabalho do técnico Vicente Feola e dois jogos-treinos com os 33 pré-convocados, entre eles Gylmar (1930/2013), Didi (1928/2001), Vavá (1934/2002), Zito (1932/2015), Bellini (1930/2014), Nilton Santos (1925/2013), Djalma Santos (1929/2013), Pepe, Zagallo e Pelé (aos 16 anos), entre outros. São fotos em preto e branco, do  fotógrafo Antonio Lúcio (1930/2000), garimpadas por sua filha, a jornalista Sílvia Herrera Rodrigues Ramos.

Gente de Expressão

quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

Literatura

"Impactos do Nazismo em Juiz de Fora - Legislação repressiva contra imigrantes alemães durante o estado novo"
O ano era 1942. O colono alemão Alfred Molher vai à delegacia de polícia de Juiz de Fora apresentar denúncia contra o pastor luterano Viktor Schwaner e sua esposa Annelise, responsáveis pelas atividades religiosas da Comunidade Evangélica Alemã na cidade. O clima no país era de que um “perigo alemão” rondava a nação e devia ser combatido a qualquer custo. Segundo o denunciante, o casal de pastores pregava a doutrina nazista durante os cultos e recrutavam jovens para se unir às frentes de batalha germânica na Europa. Foi, então, aberto inquérito policial para apuração da propaganda política denunciada, que acabou por descobrir a atuação de uma filial do partido nazista alemão em Juiz de Fora, e Viktor foi identificado como um de seus líderes. A partir daí se desenrola um intrincado processo criminal que encontra a bandeira Suástica hasteada em pleno altar religioso, além de vários materiais de divulgação das doutrinas de Hitler e culmina com o fechamento da igreja e condenação do casal de pastores de acordo com o Decreto-lei 387 de 1937. Este livro, de autoria de Lucas Henrique Dias Milagres, é dedicado à compreensão do importante e instigante período da História do Brasil e da cidade de Juiz de Fora no contexto da 02ª. Guerra Mundial.

Gente de Expressão

Literatura

“Uma partida histórica – A trajetória do Rei Pelé em Caxias do Sul”

A obra de autoria do historiador carioca Gustavo Côrtes e do professor e radialista gaúcho Tiago Pellizzaro faz um registro da primeira aparição do maior jogador do futebol brasileiro na cidade da Serra Gaúcha. E a única dentro dos gramados. No livro, os autores trazem relatos de atletas e pessoas ligadas ao esporte que vivenciaram o amistoso de 31 de março de 1957, entre o combinado Fla-Ju (Flamengo e Juventude) e o Santos de Pelé, que na época tinha apenas 16 anos e, na temporada seguinte, se tornaria campeão mundial pela Seleção.

O Rei entrou durante os 4 a 1, no Estádio Alfredo Jaconi, no último jogo santista de um giro de amistosos pelo Rio Grande do Sul naquele ano. Ele marcou um dos gols da partida, que faz parte dos 1.282 da sua carreira.

O Santos foi o primeiro grande time brasileiro a atuar em Caxias do Sul. No livro, Côrtes e Pellizzaro ainda recordam as outras passagens de Pelé na cidade, em 1975 e 1995, recontando histórias e relembrando personagens e memórias de cada um dos períodos. 

Gente de Expressão

domingo, 19 de janeiro de 2020

Literatura

"Correspondentes: Histórias, desafios e aventuras de jornalistas brasileiros pelo mundo"
A obra que reúne mais de cem histórias de jornalistas que foram ou são correspondentes internacionais do grupo Globo. O livro, escrito entre a razão e a emoção, é composto por vinte autores que misturam fato e memória. Caco Barcellos, César Tralli, Edney Silvestre, Ernesto Paglia, Ilze Scamparini, Jorge Pontual, Lucas Mendes, Luís Fernando Silva Pinto, Marcos Losekann, Marcos Uchoa, Pedro Bial, Renato Machado, Ricardo Pereira, Roberto Feith, Roberto Kovalick, Rodrigo Alvarez, Sandra Passarinho, Sérgio Motta Mello, Silio Boccanera e Sônia Bridi compartilham as experiências mais marcantes da carreira, em 49 países. São relatos inéditos, que levam o leitor a viajar no tempo e no espaço, percorrendo mais de quarenta anos de jornalismo da Globo no exterior.

Gente de Expressão

Literatura

"Barbacena, ontem e hoje"
A obra, de autoria de Ângelo Oswaldo Araújo Santos e Doorgal Gustavo Borges Andrada, colaboração de Idinando Borges e Jorge Arnaldo Nascimento e fotografias de Cyro Soares, Paulo Lima, Wagner Rocha de Oliveira e Victor Valério, apresenta um completo registro fotográfico, comparando imagens antigas com atuais, e traz texto inédito de apresentação.

Consta na publicação uma completa cronologia histórica sobre a cidade, elementos que elegem o livro como uma das mais completas referências bibliográficas sobre Barbacena na atualidade. Informações sistematizadas para o conhecimento de todos os moradores do município, e fundamental material para a divulgação de Barbacena no cenário nacional.



Gente de Expressão

Literatura

"Lafayette - Um Jurista do Brasil"

A obra, dividida em duas partes, traz a biografia do Conselheiro Lafayette Rodrigues Pereira (1834-1937).

O livro foi idealizado pelo deputado Lafayette Andrada, descendente do jurista, é fruto de pesquisas e observações das professoras Maria Auxiliadora de Faria e Lígia Maria Leite Pereira, biógrafas e professoras da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e tem o prefácio de Paulo Brossard (1924/2015).

A obra traz, na segunda parte, uma análise crítica da obra jurídica do biografado, intitulada Lafayette Homo juridicus pelo professor de direito da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Paulo Roberto de Gouvêa Medina.

O livro traz fotos históricas, de família e de documentos de Lafayette e a reprodução integral do Vindiciae, texto de Lafayette publicado no Jornal do Commércio em que ele rebate Sylvio Romero na crítica que este escrevera sobre a obra de Machado de Assis.

Biografado
Lafayette Rodrigues Pereira nasceu em 28 de março de 1834, em Queluz, hoje município de Conselheiro Lafaiete, na região Central de Minas. Foi advogado, jornalista, jurista, orador, político, diplomata e conselheiro de Estado. Conselheiro Lafayette morreu no Rio de Janeiro, aos 82 anos, em 29 de janeiro de 1917.

sábado, 18 de janeiro de 2020

Gente de Expressão

Literatura

"Julinho Botelho - Um herói brasileiro"
A obra, de autoria de Luciano Ubirajara Nassar, retrata a história, a saga e o destemor de um homem que se consagrou no mundo do futebol com seu imenso talento e a sua fibra gigante, Julinho Botelho (1929-2003). Abriu um caminho, moldou um estilo e criou um novo jogador. Modernizou o futebol taticamente e tornou o ídolo, mais humano. Jogava por amor, no período de maior glória do futebol brasileiro. Atuando pelas equipes da Portuguesa de Desportos, do Palmeiras, da Fiorentina, da Seleção Paulista e da Seleção Brasileira, encantou e deslumbrou platéias do mundo inteiro, com seus dribles, gols e jogadas do mais alto requinte e categoria. Foi um mestre absoluto do futebol e um dos maiores jogadores do mundo em todos os tempos. Com esse livro, Julinho ressurge para o futebol e consequentemente para a eternidade e tem por todos os séculos vindouros a sua biografia retratada em livro.

sábado, 11 de janeiro de 2020

Artista popular

Totonho dos Teclados (Antonio das Graças Pereira) nasceu em Guarani em 1950. Filho Alcides Leopoldino Pereira e Ana Luíza Pereira (ambos falecidos). Músico (cantor e tecladista), com ênfase em MPB, Forró e sertanejo moderno, Totonho dos Teclados se apresenta em aniversários, batizados, casamentos, quermesses.

Literatura

"Jornais Centenários do Brasil"
A obra, de autoria de Hérica Lene, trata dos jornais longevos do Brasil, que atingiram ou ultrapassaram a marca temporal dos 100 anos, e como estão lidando com os desafios da convergência, quais estratégias de sobrevivência vêm lançando mão no atual contexto de crise do jornalismo e busca por novos modelos de negócio de produção da notícia. Toma-se como base a lista da Associação Nacional dos Jornais (ANJ) dos periódicos centenários em circulação no país. A pesquisa, iniciada em 2014 e considera a conjuntura desses impressos até o primeiro semestre de 2019. A metodologia foi pesquisa bibliográfica e entrevistas com os dirigentes dos jornais (diretores, editores ou chefes de redação). Teve como aportes teóricos abordagens sobre memória, história, tradição, jornalismo, temporalidade e convergência cultural e midiática.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

Nome que marcou época na comunicação

Hélcio do Carmo nasceu em Cristino Otoni, em 01º de junho de 1938. Filho de  Orlando do Carmo e Margarida Marques do Carmo. Casado com:Pai de cinco  filhos: Édson, Cláudio, Daniela, Hélcio Júnior e Kika. 
Carreira 
- Radialista (produtor, editor e repórter), iniciou carreira no rádio na década de 1980, na tradicional rádio Correio da Serra, de Barbacena, a convite do saudoso locutor Esportivo Silva Júnior (1954/2002). À partir de 1997, passou a conciliar seu trabalho na rádio Correio da Serra, com a rádio Itatiaia, de Ouro Preto, trabalhando com Antonio Carlos, Gilmar Caldeira e Luiz Carlos Silva. 

Na Correio da Serra além do Bola Dividida, sucesso de audiência nos anos 90, idealizou e apresentou o programas Terceiro Tempo e Arquibancada Show, levados ao ar pela antiga rádio Show FM, 93,3. 

Colaborou com transmissões esportivas nas rádios Educadora (Coronel Fabriciano), Caratinga, Divinópolis, Itabira e Acaiaca (Itabira).  
Hélcio do Carmo morreu em Barbacena, aos 74 anos, em 06 de outubro de 2012.

Literatura

"Tormenta - O governo Bolsonaro: Crises, intrigas e segredos"

De autoria da jornalista Thaís Oyama, o livro é um retrato implacável do primeiro ano de Bolsonaro no poder. De uma das eleições presidenciais mais polarizadas da história republicana, sai vitorioso Jair Messias Bolsonaro, ex-capitão do Exército que chegou a defender publicamente a tortura, autor de não mais que dois projetos de lei aprovados ao longo de 27 anos de mandato como deputado e merecedor de apenas três dos 512 votos de seus pares na última vez que tentou se eleger presidente da Casa, em 2017.

A partir de um rigoroso trabalho de pesquisa e reportagem, a autora revela como opera o governo do 38º presidente da República, que forças se digladiam entre as paredes do Palácio do Planalto e de que forma as crenças e os temores, reais e imaginários, de Bolsonaro e de seus filhos influenciam os rumos do país. O livro traz detalhes surpreendentes sobre a crise interna de seu mandato, revelando segredos dos generais que o cercam no Palácio, intrigas que corroem o primeiro escalão do poder e bastidores que não chegaram ao conhecimento público. 

Mais do que mostrar as peculiaridades e a dinâmica do governo de Jair Bolsonaro, e de nos situar no calendário dos atribulados primeiros 365 dias de sua gestão, a narrativa de Thaís Oyama ajuda o leitor a compreender o ano que passou e a vislumbrar o que nos aguarda.