quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Gente e Expressão

Márcia Pache (Márcia Auciliadora Macedo Pache), nasceu em Corumbá, no Mato Grosso do Sul, em 04 de abril. Filha de Galileu dos Santos Pache (in memoriam) e Ercília Alves Macedo, Márcia é mãe do Vinícius Matheus, Gabriel Galileu e Nevilton Júnior. No jornalismo, iniciou carreira na rádio Difusora, rádio Jornal, TV Pantanal/Afiliada Manchete, TV Descalvados/SBT, todas em Cáceres. TV Centro Oeste /SBT (Pontes e Lacerda-MT), RSTV/Band  (Sapezal-MT) e atualmente, trabalha na Band Mato Grosso, em Cuiabá.  

Estatistica
Em 2010 (28/08), trabalhando na TV Centro-Oeste, em Pontes e Lacerda, Márcia Pache entrou para o quadro estatístico de jornalistas agredidos no exercício da profissão. Fazendo matéria para a TV, a jornalista foi agredida pelo então vereador Kirrarinha (Lourivaldo Rodrigues de Moraes), que, posteriormente, teve seu mandato cassado em função do episódio.Esse fato teve repercussão no Brasil e no exterior.  

Literatura

"101 Atrações de TV Que Sintonizaram o Brasil"
Desde o primeiro beijo transmitido pela Tupi, em 1951, até Avenida Brasil, em 2012, a última novela a hipnotizar o país, a TV brasileira não parou de evoluir. Quase 70 anos depois de sua primeira transmissão, segue emocionando, lançando moda e revelando talentos. Passear pela história da TV brasileira, de seus criadores e suas melhores produções é como reencontrar velhos amigos. As mocinhas e os galãs preferidos estão aqui vilões mais terríveis, também. Os humorísticos, as séries, os programas jornalísticos, os infantis... A jornalista escritora Patrícia Kogut, uma das maiores especialistas no assunto, é quem conduz o leitor ao longo desta rica e fascinante viagem.

Gente de Expressão

Adilson Martins nasceu em Nova Lima, na região Metropolitana de Belo Horizonte, em 14 de agosto de 1969. Filho de Jadir Martins Madureira e Ilma Marçal Madureira, casado com a Cláudia e pai da Emanuelly. Militando no rádio esportivo, trabalhou nas rádios Aurilândia (Nova Lima), Metropolitana (BH), Itatiaia (Timóteo), LBV (BH), Record (BH), Record (SP), Itabira (Itabira), Sucesso (Barbacena), Vanguarda (Ipatinga), Favela (BH) e Transamérica (BH). Atualmente, trabalha na rádio Ita de Itapecerica-MG.
Ao longada carreira, trabalhou com Fiore Gigliotti (1928/2006), Waldir de Castro (1934/2016), Lucélio Gomes, Luiz Carlos Gomes, Cardoso Neto e Luiz Linhares, ,
Paralelo ao rádio, Adilson Martins trabalha em desenvolvimento de software para computadores.

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Literatura

"No ar - A história da notícia de rádio no Brasil"

Este é um livro sobre a história da construção da notícia no rádio brasileiro, abordando as origens e principais transformações pelas quais passou o gênero radiofônico. Os noticiários são os grandes destaques das programações das emissoras e a autora, a jornalista e professora Valci Regina Mousquer Zuculoto analisa seus textos, formatos, linguagens e técnicas empregadas − a teoria e as antigas e atuais práticas no radiojornalismo. Uma publicação original dirigida a pesquisadores, estudantes e a todos aqueles que se interessam pela história do Brasil e da Comunicação, particularmente do Rádio.

Gente de Expressão

Cataldi (José Carlos Cataldidi)  nasceu na cidade do Rio de Janeiro em 18 de dezembro de 1952. Filho de Ary Cataldi (1916/2004) e Nicia Santos Cataldi (1914/2006), casado com Anna e pai de três filhos (Rachel Farah Cataldi, Joanna Farah Cataldi e Ary Cataldi Neto). Jornalista,  radialista e advogado, Cataldi trabalhou nas rádios Nacional Rio (por 35 anos), Tupi Rio, Clube de Coruimbá-MS, Independente de Aquidauana-MS e nas emissoras do SGR (Sistema Globo de Rádio). Foi comentarista jurídico da Rádio Justiça do STF. Na TV, atuou na Record, Manchete e Brasil. Atualmente José Carlos Cataldi é editor do blog www.pensandovoce.blogspot.com e trabalha na Rede Novo Tempo de Televisão; Rede Difusora de Rádio (Pindamonhangaba e Taubaté) e Rede Assim de Rádio.   Grandes nomes Ao longo da carreira, trabalhou com Glauco Fassheber, Cidinha Campos, Ricardo Boechat, Haroldo de Andrade (1934/2008) e Alberto Cury (1926/1998).   Formação Formado em Direito pela Faculdade Metodista Bennett. Fez direito canônico na Arquidiocese do Rio sob orientação da Universidade Gregoriana de Roma. Foi Conselheiro Federal da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), presidente da Comissão Nacional de Direitos Humanos e diretor do Sindicato dos Radialistas do Rio de Janeiro.   Condecorações Cidadão Benemérito do Estado do Rio e das Cidades do Rio de Janeiro, Niterói, Japeri, Paracambi e Taubaté . É detentor das Comendas Tiradentes; Pedro Ernesto; Zenóbio da Costa, e Grã Cruz do Mérito Judiciário.   

Literatura

"Aderbal Ramos da Silva" 

Este livro retrata um pouco da vida e da obra de Aderbal Ramos da Silva,  nascido em 1911, considerado um dos mais influentes políticos de um longo período da história catarinense.Trata-se de uma espécie de inventário do biografado, e um resgate dos múltiplos aspectos que enriqueceram a obra. O escritor e jornalista Moacir Pereira retrata no livro a última e longa entrevista que o Aderbal Ramos da Silva concedeu ao autor, para o jornal "O Estado". Traz também depoimentos de amigos e políticos que conviveram com o homenageado.  

Gente de Expressão

Rogério Varandas (Rogério Paes Varandas) nasceu em Barbacena em 05 de janeiro de 1952. Filho de Dirceu Ferreira Varandas (1928/1986) e Lygia Paes Varandas. Casado com Merle Ivâni Azevedo Varandas, pai de dois filhos (Flavius Azevedo Varandas e Thiagus Azevedo Varandas). Na comunicação barbacenense, Rogério Varandas trabalhou nas rádios Barbacena AM, Correio da Serra AM e Sucesso FM, nas funções de editor, locutor noticiarista e repórter. Também atuou como diretor de jornalismo na rádio  Fama FM, da cidade de Carandaí, MG. 

Nomes considerados de base no rádio com os quais trabalhou:
Walmick Campos, Sérgio Fernandes, Marinho Luiz da Rocha, Nadyr da Silveira, Marcus Vinícius Moreira Paes, Barbosa Silva, Odecio Reis, José Francisco dos Reis Fortes, Adaulto Ayres Machado, José Antônio Lopes, Cristovam Abranches, Paulo Jorge Barbosa, Rogério Barbosa, Antônio Marcos Pinto, Gê Menezes, Victor Vicency, Jairo César Attademo, Mônica Coelho, Vera Lúcia Gonçalves, Glaucia Lara Resende, Antônio Duarte, José Rubens Albuquerque, Souza Fontes...

Funções paralelas ao rádio:
Atuou na Companhia de Cimento Portland Barroso (Departamento de vendas) com bases funcionais nos municípios de Barroso e Barbacena, de 1972,a 1985. Quando deixou a empresa, passou ase se dedicar, de forma exclusiva, ao rádio, como editor, locutor noticiarista, repórter e gerente operacional de comercial da ABC Rádio e
Televisão Ltda (rádio Sucesso FM).
A partir de 1992, acumulou as funções de radiojornalista com as de Diretor nas áreas de Esporte e Assistência Beneficente da Inspetoria São João Bosco – Colégio Salesianos, em Barbacena.

Responsável pela idealização do projeto: “RADIODIFUSÃO: a história das emissoras de
rádio em Barbacena”, trabalho de pesquisa iniciado em 5 de agosto de 2005, direcionado a trajetória da radiodifusão barbacenense pautado no levantamento de dados, de sentimentos de
coletividade, do bem comum, da amizade e, inevitavelmente, da preservação de uma
coletânea de nomes que perpetuaram a trajetória do rádio em Barbacena.
Destinado a radialistas e jornalistas ou a quem se interesse por este tipo de informação, o
projeto “Radiodifusão” retrata o perfil das rádios Barbacena AM, Correio da Serra AM,
Sucesso FM, Educativa FM e Show FM.

Literatura

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Gente de Expressão

Juarez Sales (Juarez Salles de Almeida Filho), nasceu em Lima Duarte, em 16 de novembro de 1955. Filho de Juarez Salles de Almeida (1931/2001) e Maria dos Reis Salles de Almeida (1932/2011), Casado com Mônica e pai de três filhas (Jupira, Marita e Maria), as três do primeiro matrimônio, com Bartira.  Locutor esportivo e locutor apresentador, trabalhou nas rádios Culturae Serra Azul (Santos Dumont-MG), Agora FM (Três Rios-RJ), Capital (Juiz de Fora), Clube (Inhapim), Caratinga e TV Sistec (Caratinga-MG0. Atualmente, trabalha na rádio Cidade de Caratinga, no Leste de Minas.  Nomes relevantes com os quais trabalhou: José Carlos Cerqueira, Fernando França, J. Baranda, Eymar Santos, Hélio do Carmo, Humberto Zaghetto , Marcos Moreno, Edson Palma, Inácio Novais, Jayme Jr., Marcio Santos, Deivson Fortunato, Januário Pacheco , Rogério Silva, Josué  da Silveira,  Eurico Gade (1940/2013), Tony Martins (1943/2001) e Gilberto Freire (1945/1994).  Profissional  de Educação Física e Desportos formado pela UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora), exerceu várias atividades na área:  professor, coordenador, treinador no esporte especializado (durante 37 anos)..  Atualmente já aposentado. 

 Na politica, foi candidato em três oportunidades: 
- Em 1982 - Prefeito de Santos Dumont (PT), 
- Em 1986 - .Deputado Estadual pelo PT, 
- Em 2012 - Vereador  em Caratinga pelo PMDB.   

Em  Juiz de Fora ainda estudante,  trabalhou no  Colégio Pio Xll  e Casa de recuperação do menor abandonado, através da pela prefeitura da cidade.  Considerações: Os locutores Marcos Moreno e Edson Palma reconhecem que iniciaram na narração esportiva, através de Juarez Sales, em Santos Dumont-MG. 

domingo, 13 de janeiro de 2019

Literatura

"Jorge Amado - uma biografia"
Um dos mais populares autores de todos os tempos, Jorge Amado foi lido com igual satisfação nos cinco continentes. Marcou não só as letras latino-americanas, mas também a politica, os costumes, a TV e o cinema nacional. A primeira, mais completa e atualizada biografia do grande escritor brasileiro Jorge Amado (1912/2001), escrito pela jornalista e historiadora Josélia Aguiar, com acesso exclusivo a documentos de família e cartas de parentes, amigos e outros escritores, além de exaustivas entrevistas e pesquisas no Brasil, na Europa e nos Estados Unidos, o livro retraça a vida emocionante de um dos mais populares escritores universais do século XX. Autor de clássicos brasileiros como "Capitães da Areia", "Jubiabá", "Tieta do Agreste" e "Gabriela, Cravo e Canela", com livros que se tornaram sucesso do cinema e da TV, Jorge Amado tem aqui sua vida - de homem, escritor, político, celebridade - recontada com elegância, precisão e fluência quase romanesca.

Gente de Expressão

Carlos Estevam (Antonio Carlos Estevam), nasceu em Volta Redonda, no Sul Fluminense, em 04 de março de 1962. Filho de Terezinha Paulinho Estevam e José Ricardo Estevam, casado com Cristina, pai de cinco filhos (Cristina Silva - Aline - Mozer - Gabriela - Wellerson).  Iniciou carreira em 1985 na Rádio Sul Fluminense de Baŕra Mansa-RJ, trabalhou na Rádio Manchete Rio e atualmente está na  Radio Cidade do Aço FM, de Volta Redonda-RJ.  Inspirado em Jorge Curi (1920/1985), Estevam destaca João Guilherme e Uiara Araújo, os grandes nomes com os quais trabalhou.   Ao longo da carreira profissional, Carlos Estevam realizou transmissões esportivas em todo Brasil pelos campeonatos Brasileiros das séries A - B - C - D, Copa América de 1995 no Uruguai, Jogos Olímpicos de Atlanta, nos Estados Unidos, em 1996,  Copa América na Bolívia em 1997 (Brasil Campeão), transmissão dos jogos eliminatórios da Copa do Mundo no período de 1989 há 2016 em toda America do Sul.  

Literatura

"OS MENINOS DA CAVERNA - O passeio de um sábado à tarde que durou dezoito dias, preocupou o mundo e mobilizou mil pessoas em um resgate quase impossível na Tailândia"
O jornalista Rodrigo Carvalho, autor e correspondente da TV Globo e Globo News, conta a dramática história do resgate do time de futebol juvenil que ficou dezoito dias preso em uma caverna na Tailândia. Os meninos da caverna vai muito além do resgate espetacular, mergulhando na origem dos meninos e visitando o contexto político, social e religioso do país. Traz, ainda, os cenários do sudeste Asiático e destrincha por que o time se tornou um símbolo de solidariedade mundial que foi capaz até de desviar as atenções de uma Copa do Mundo. O autor nos mostra o quão poderoso e transformador é o exercício de se colocar no lugar do outro, não importa se ele está na nossa esquina ou em uma caverna tailandesa. Esta é, sobretudo, uma história de esperança.    

Gentede Expressão

Roberval Antunes nasceu em Governador Valadares, no leste Mineiro, em 02 de janeiro de 1956. Filho da dona Terezinha Antunes, hoje, aos 89 anos, vive em Governador Valadares. Casado com Josiana e pai de quatro filhos (Lourival, Marcela, Josué e Paulinho) e avô de três netas e dois netos (Camile, Maria Luíza e Débora;  Moisés e Miguel).  Roberval começou a a trabalhar na construtora Camargo Corrêa, na construção do metrô, na praça da Sé, em São Paulo. Posteriormente, foi transferido para Belo Horizonte e trabalhou na construção do anel rodoviário da capital mineiro. Ser operário não era sua vocação, mas uma necessidade de momento. Em 1979, Kafunga (Olavo Leite Bastos-1914/1991), ex-goleiro do Atlético o levou para fazer um teste de goleiro no tradicional Villa Nova Atlético Clube, em Nova Lima, na região metropolitana.  Quando José de Matos Coelho que o convidou para trabalhar na Rádio Aurilândia em Novo Lima. Fez um teste na emissora, foi aprovado, e passou a narrar futebol, principalmente, jogos do Villa Nova. .  De Nova Lima, foi para a rádio Cultura, de Linhares, rádio Vanguarda, de Ipatinga, Rádio Itabira, rádio Muriaé, rádio Campista, de Campos dos Goytacazes, rádio 13 de Julho, de Mantena, rádio Ibituruna, de Governador Valadares, rádio Manhumirim, rádio Teófilo Otoni, Rádio Itaperuna e rádio Manhuaçu em três períodos distintos. Foram 17 anos no programa "Alô Cidade" e no departamento de esportes, com Dairton Alves, transmitindo jogos do Ypiranga no campeonato mineiro. O destaque maior ficou por contada transmissão da partida Colo Colo e Cruzeiro, em Santiago, no Chile. Pela rádio Manhumirim, cobriu a posse do presidente Fernando Collor de Melo, em Brasília, em 1989.  Na política, Roberval foi candidato em 2012 a vereador em Manhuaçu, obtendo votos em  todas as urnas, ficando com a primeira suplência, pelo PSB (Partido da Social Democracia Brasileira). Atualmente, preparando para o retorno ao rádio, é o editor do portal do Garotinho (www.portalgarotinho.com.br), um portal de notícias de Manhuaçu e região. Roberval está radicado em Manhuaçu desde 1980.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Literatura

"Um Olhar Sobre o Haiti - Refúgio e migração como parte da história"

O livro, em sua primeira edição no Brasil, é fruto de trabalho de pesquisa realizado por Elizeu de Oliveira Chaves Júnior, sociólogo, mestre em Ciências Sociais na linha de Política Comparada e doutorando também em Ciências Sociais. O livro sistematiza questões do Haiti, principalmente no que concerne ao fenômeno da migração como parte da história do país. Em linguagem acessível e organizado de forma a discutir conceitos centrais.

Gente de Expressão

Kadu Fontana (Carlos Eduardo Fontana Amorim) nasceu em São João Nepomuceno (terra de Heleno de Freitas [1920/1959] e Adil Pimenta), em 01º de agosto de 1967. Filho de Elton Ferreira de Amorim (1935/1995) e Justina Fontana Amorim, pai do Diego, Kadu é jornalista e editor do Portal RKF (www.reporterkadufontana.com), cronista esportivo inscrito na AMCE (Associação Mineira dos Cronistas Esportivos). Atuando no meio rádio, desempenhou trabalho nas rádios Difusora e Cultura (São João Nepomuceno), Cultura (Descoberto) e Cataguases AM. Em paralelo as atividades jornalísticas, foi bancário, gerente de pessoal, comerciante, secretário do Sindivest (Sindicato Patronal das Indústrias de São João Nepomuceno), diretor da Policlínica Regional de São João Nepomuceno.

Literatura

"Mulheres do Brasil, a história não contada"
Mulheres do Brasil – A história não contada resgata a história de mais de 200 mulheres das mais variadas épocas que tiveram suas biografias alteradas, deturpadas ou que simplesmente sequer apareceram nos registros convencionais. 

Depois de desmistificar as figuras dos imperadores D. Pedro I e D. Leopoldina, o escritor e pesquisador Paulo Rezzutti se dedica a mulheres conhecidas ou ignoradas pela história do Brasil: das guerreiras às vilãs, das mulheres do poder a artistas. Também ilumina trajetórias pouco conhecidas de indígenas e negras escravizadas e avança até os dias atuais, com mulheres como Marielle Franco, a vereadora carioca assassinada em março de 2018 por “ousar” não ser invisível.

O livro chega num momento em que a discussão sobre o papel das mulheres na sociedade se intensifica, surpreendendo o leitor ao reapresentar acontecimentos da história do Brasil com as personagens femininas finalmente reinseridas nos papeis de destaque que lhes foram negados pela narrativa oficial.  

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Gente de Expressão

Jar Batista (Jair Batista dos Santos), nasceu em Campos dos Goytacazes, no norte Fluminense em 07 de novembro de 1943 (dia do radialista), e foi registrado em Cariacica, na região metropolitana de Vitória-ES. Filho de Álvaro Batista dos Santos e Maria Gomes Pereira (ambos já falecidos). Casado com Rosália Mieli e pai de quatro filhas, sendo três psicólogas e uma administradora de empresas (Adriana, Cláudia, Flávia e Juliana). Jair iniciou carreira na rádio Cariacica FM, levado por Gerson Camata (1941/2018), na função de locutor anunciador. Trabalhou nas rádios Capixaba AM, Vitória AM e na Espírito Santo AM, de 1984 a 2009. Além de locutor anunciador, Jair foi comentarista esportivo e presidente da Associação dos Cronistas Esportivos Capixabas (ACEC/ES). Ao longo da carreira, trabalhou com Gerson Camata, Horácio Carlos, Rubens Neves, Amaro Neto, Wanderley Alpoin e outros nomes expressivos da imprensa capixaba. Atualmente, aposentado, Jair Batista reside no Jardim Camburi, em Vitória.

Literatura

"Crimes que abalaram o Brasil"
No dia 07 de outubro de 1928, sob a garoa fina do porto de santos, uma simples mala cai do guindaste de um navio que partiria para a Europa. iniciava-se assim um dos mais macabros e misteriosos casos da crônica policial brasileira, que ficou conhecido como o crime da mala. Essa é a primeira das sete histórias reais resgatadas no livro crimes que abalaram o brasil, que a editora globo acaba de lançar. alguns dos crimes que mobilizaram a sociedade brasileira ao longo de meio século são apresentados ao leitor em uma linguagem jornalística eletrizante, que contribui para a reconstituição do clima dos acontecimentos e de sua repercussão na época

quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Gente de Expressão

Valdir Vieira (nome artístico de Valtair da Silva Sousa), nasceu em 19 de fevereiro de 1970 na cidade de Iúna-ES. Filho de Izaías Antônio de Souza (1928/2011) e Maria da Silva Sousa, pai de dois filhos (Thalles Valentim Santana Sousa e Pedro Henrique Valetim Santana Sousa). No rádio, trabalhou na Rádio Iúna FM (Iúna-ES), Rádio Sul Capixaba FM (Guaçuí-ES), Rádio Catuaí AM (Manhuaçu-MG), Rádio Nova Guaçuí FM (Guaçuí-ES), Rádio do Comercio (Barra Mansa (RJ), Rádio Globo (Ipatinga-MG) e Rádio BIG FM (Iúna-ES).

Atualmente trabalha na Rádio Manhumirim AM (Manhumirim-MG). Ao longo da carreira, Valdir Vieira trabalhou com nomes expressivos: Alcísio Mariano; Geraldo Júnior; Elí Aparecida, Cassiano Ruver, Amarildo Paradise, Teógenes Nazaré; Marlon Brant; Luiz Carlos Santana; Luiz Américo; Fernando Fully; Marcos Palácio; Eduardo Satil; Eder Batista Melo, Edson Cardoso; Francisco Resende; Gilson Cunha; João Bosco Rebelo; José Roberto Mendonça; Rogério Carvalho e Alcino Ribeiro.

Atuando no rádio desde 1988, tendo dado os primeiros passos em um serviço de som de rua, na cidade de Iúna, no sul capixaba, ao longo da carreira, desempenhou e ainda desempenha as funções de locutor apresentador, locutor esportivo, locutor noticiarista e repórter. Formado em Administração de Empresas pela UNOPAR (Universidade Norte do Paraná), paralelo as suas atividades no rádio, foi assessor de comunicação e repórter do Jornal e Portal Cidade Agora (Iúna-(ES). O pseudônimo Valdir Vieira, veio em homenagem ao Waldir Vieira da Rádio Globo, falecido em 1985, por sugestão do empresário e radialista Alcísio Mariano.

Literatura

“Os olhos dourados do ódio”  
O autor, José Carlos Oliveira, conta com riqueza de detalhes o caso da “Fera da Penha”, Neyde Maria Maia Lopes, nascida no Rio de Janeiro-RJ, em 02 de março de 1937 e filha de pais mineiros, nascidos em Conceição do Formoso, distrito de Santos Dumont, na zona da mata mineira. Em 30 de junho de 1960, Neyde sequestrou, matou com um tiro na nuca, e colocou fogo no corpo de Tânia Maria, então com quatro anos, e filha do motorista Antonio Couto Araújo, que era casado com Nilza Coelho Araújo, mãe de Tânia. Julgada e condenada, Neyde cumpriu cerca de 15 anos da pena. Atualmente, os pais de Tânia vivem em Inhaúma e Neyde, em Cascadura.

sábado, 5 de janeiro de 2019

Neymar da Silva Santor Jr


Literatura

"CASO DANIELA PEREZ - O crime da novela das oito"

Um caso trágico, mas também inédito: a crônica policial, no mundo, não registra outro igual. Trágico e inédito, mas também explosivo: mexe com as pessoas comuns, aprofunda como nunca a discussão sobre o papel da televisão, provoca reações no governo do Rio de Janeiro, no Congresso e na Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, leva a imprensa abrir um debate sobre a adoção da pena de morte... Um caso como esse merecia virar livro - e virou!   

Leopoldina-MG


terça-feira, 1 de janeiro de 2019

Literatura

"JK Onde Está A Verdade - Serafim Jardim"
Um depoimento de Serafim Jardim aos jornalistas Luiz Carlos Bernardes e Orlando Leite. Em três partes, mostra na primeira as dificuldades vividas por Juscelino desde sua cassação até o exílio e morte, passando pela criação da Frente Ampla, relatando fatos inéditos da mais difícil fase da vida do ex-presidente. A segunda parte traz as incoerências e falhas no processo que apurou a morte de Juscelino; levantamentos inéditos feitos por Serafim Jardim apresentam novos dados a essa que é uma das maiores interrogações da história contemporânea do Brasil. A última parte tem casos de Juscelino jovem e de seu início na política, com depoimentos e fotos também inéditos, contados, entre outros, pelo amigo de infância, José Jardim.

Hotel Glória

Hotel Glória, um do maiores bens patrimoniais de Ponte Nova, será revitalizado e transformado em Centro Cultural.    
A Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (CODEMIG) confirmou que atuará no processo de restauração do antigo Hotel Glória, localizado no Centro de Ponte Nova. Com a revitalização, o edifício será sede de um centro cultural que beneficiará a população ponte-novense e de outras cidades da região.  

O Hotel Glória foi inaugurado em fevereiro de 1925 por Sebastião Drummond e Antônio Pinto de Oliveira com o intuito de suprir a necessidade de hospedagem dos viajantes que passavam pela Estrada de Ferro Leopoldina Railway (instalada em 1886). O hotel, um dos mais luxuosos do estado, na época, recebeu como hóspedes importantes personalidades do cenário político e econômico de Minas Gerais, tais como Juscelino Kubitsheck. Segundo o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA).       

Em 1930, o Glória foi confiscado pelo Banco do Brasil devido à falência da empresa Drummond & Pinto, que gerenciava o hotel. Em 1932, foi comprado por Domingos Harmendani, que arrendou as instalações para outros administradores.  A partir da década de 1980, o Hotel Glória começou a perder seu prestígio devido à desarticulação da malha ferroviária. Em 1992, fechou suas portas.   Em 17 de agosto de 1992, o edifício foi tombado como Patrimônio Histórico e Cultural pelo Decreto Municipal nº 2.136/92. Entretanto, o hotel encontra-se em estado de abandono, possuindo graves problemas estruturais devido a ação do tempo e a ausência de reformas.

Literatura

"Laowai - Histórias de Uma Repórter Brasileira na China"
Entre 2005 e 2006, Sônia Bridi e Paulo Zero foram pioneiros na cobertura latino-americana na China. Neste livro, Sônia Bridi conta a vida do casal na China com o filho Pedro - que tinha apenas três anos quando chegaram ao país - durante os dois anos em que permaneceram no outro lado do planeta. O cotidiano, o choque cultural, os bastidores das reportagens, as paisagens, as mudanças aceleradas por que passa o país. Junto com Sônia, Zero e seu filho Pedro, o leitor fará uma longa jornada pelo mais populoso país do mundo. Vai sentir os estranhamentos diante de uma cultura tão diferente e exótica, alternando reações como deslumbramento, surpresa, indignação, carinho, amor e solidariedade.

Perdas de 2018

Nesse momento de festas, lembramos das perdas irreparáveis: 
Brasil  - Carlos Heitor Cony - 05 de janeiro;  - Osvaldo Loureiro - 03 de fevereiro;  - Tônia Carrero - 03 de março;  - Dona Ivone Lara - 16 de abril;  - Agildo Ribeiro - 28 de abril;  - Eloísa Mafalda - 16 de maio;  - Maria Esther Bueno - 08 de junho;  - Zé Béttio - 27 de agosto;  - Beatriz Segall - 05 de setembro;  - Luiz Carlos Fabrini - 27 de setembro;  - Ângela Maria - 29 de setembro;  - Gil Gomes - 16 de outubro;  - Etti Fraser - 31 de dezembro.    Juiz de Fora  - Vanor França - 08 de fevereiro ; Antonio Fernando - 13 de agosto;  - Maurício Gattás Bara - 22 de novembro;  - Carlos Alberto - 27 de novembro;  - José Adriano - 02 de dezembro;  - Eduardo Borges - 12 de dezembro;  - Augusto Costa - 27 de dezembro.

Literatura

"Do golpe ao Planalto – Uma vida de repórter" 
Um dos grandes nomes do jornalismo brasileiro desde meados da década de 1970, Ricardo Kotscho nos oferece aqui suas memórias de 40 anos de profissão - de 1964, ano em que iniciou a carreira num jornal de bairro, até sua saída da Secretaria de Imprensa e Divulgação da Presidência da República, em 2004. Kotscho investigou mordomias do superfuncionalismo público, o Acordo Nuclear Brasil-Alemanha (como correspondente internacional) e publicou importantes reportagens sobre assuntos como, por exemplo, Serra Pelada e construção de Itaipu. "Do Golpe ao Planalto" alia memórias pessoais com boa parte da história recente do Brasil, além de construir uma celebração daquela que é a alma de todo jornalismo: a reportagem. 

segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

Corrida de São Silvestre

Hoje, 31 de dezembro, está completando 24 anos que Ronaldo da Costa, mineiro de Descoberto, venceu a corrida de São Silvestre. Depois dele, só Emerson Iser Bem, em 1997, Marilson Gomes dos Santos em 2003, 2005 e 2010 e  Franck Caldeira em 2006, levaram o Brasil ao ponto mais alto do pódio.

Em 1995 Ronaldo da Costa  obteve a medalha de bronze nos Jogos Pan-americanos de Mar del Plata, na Argentina, nos 10.000 metros. Nos Jogos Olímpicos de Atlanta 1996 também disputou os 10.000 metros mas não passou da preliminar.  Em 1998, venceu a Maratona de Berlim.

Literatura

"Bateau Mouche - Uma Tragédia Brasileira"
Perplexidade e indignação marcaram o primeiro dia de 1989. Na véspera, cerca de 150 pessoas saíram da enseada de Botafogo a bordo do Bateau Mouche IV em direção à praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, para assistir aos fogos de artifício. No caminho, o barco naufragou, matando 55 pessoas. 

Decisões equivocadas, negligência e falta de fiscalização foram alguns dos motivos que levaram o Bateau ao seu trágico destino. O número de mortos só não foi maior porque um iate e uma traineira conseguiram salvar quase cem náufragos. Num meticuloso trabalho investigativo, Ivan Sant’Anna reconstitui as causas do acidente, recuperando as dramáticas histórias daqueles que passaram pelo terrível episódio.

A atriz Yara Amaral, de 52 anos e sua mãe, Elisa, de 73, estavam entre as vítimas fatais. Yara chegou a convidar os filhos para acompanhá-la no passeio, mas, Bernardo e João Mário, de 16 e 14 anos, preferiram passar o Réveillon na casa de amigos.

sábado, 29 de dezembro de 2018

Gente de Expressão

Paulo Roberto Simão nasceu em Juiz de Fora em 25 de fevereiro de 1947. Filho de Mário Simão e Alzira Feres Simão. Paulo é casado com dona Ivonete Simão desde 1985. Ela,  torcedora do Flamengo, e ele, Vascaíno, torcedor da Escola de Samba Acadêmicos do Manoel Honório e simpatizante do Sport Club Juiz de Fora. No rádio esportivo, foi repórter nas rádios Industrial e Super B3, e comentarista nas rádios Capital e Nova Cidade. 

Militando no rádio esportivo de Juiz de Fora, ele destaca o trabalho realizado ao lado de Ivan Costa, João Batista de Paula, Dirceu Costa Ferreira, José Oceano Soares e tantos outros.Habituado a trabalhar em jogos in loco no Maracanã e no Mineirão, Paulo Roberto relembra com muito saudosismo, uma decisão do campeonato Regional, realizada em Visconde do Rio Branco. Na ocasião, o Sport sagrou-se campeão, ao vencer o time do Mário Bouchardet, por 1  0, gol de falta, do zagueiro Jair. No período pós-rádio, ele trabalhou como Assessor de Relações Públicas na Cesama, a companhia de saneamento do município, de 1989 a 2009, de onde saiu aposentado.

CONSIDERAÇÕES: 
Não tive o privilégio de trabalhar na mesma equipe do Paulo Roberto Simão. Sempre encontrávamos em equipes distintas. Mas ao fazer parte da equipe de jornalismo do programa do Márcio Augusto, foi possível constatar toda eficiência do Paulo na assessoria de imprensa. Todas as demandas relativas a água e saneamento que chegavam à emissora, eram, de imediato, providenciada uma solução para cada caso. No rádio esportivo, era um comentarista com vasto conhecimento e uma excelente oratória, Paulo Roberto era do nível de Geraldo Magela Tavares e Dirceu Costa Ferreira 

Literatura

"OS CINEMAS DE RUA DE JUIZ DE FORA - Memórias do Cine São Luiz"
Viabilizada com financiamento da Lei Murilo Mendes de Incentivo à Cultura, mantida pela Prefeitura de Juiz de Fora (PJF) e gerenciada pela Fundação Cultural Alfredo Ferreira Lage (Funalfa), a publicação apresenta detalhada historiografia do antigo cinema São Luiz, realizada por Christina Ferraz Musse, Gilberto Faúla Avelar Neto e Rosali Maria Nunes Henriques, todos ligados ao grupo de pesquisa Comunicação, Cidade e Memória, do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). 

A ideia do livro nasceu da vontade de seus autores de preservar esse importante momento da cultura juizforana para a posteridade, resgatando e registrando a memória do cinema por meio de relatos orais de frequentadores e ex-funcionários, incluindo vasto material de pesquisa em documentos e acervos.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

Claudiney Coelho

Claudiney Coelho (Claudiney de Oliveira Pena) nasceu em  Rio Novo-MG, em 18 de maio de 1947. Torcedor do Vasco da Gama, Claudiney era um artista completo, um shouman, comunicador de primeira linha, humorista e radialista versátil. Tive o privilégio de transmitir vários carnavais de Juiz de Fora ao lado de Claudiney, Tony Martins (1942/2001), Wilson de Almeida (1932/1998) e outros bons companheiros.  Claudiney era casado com a pedagoga Simone Salles e pai de dois filhos, Cristiano e Janusa. No humor, sua criação maior foi "Zé do Morro",  personagem de tanto sucesso no rádio e na tv.
Claudiney Coelho morreu em Juiz de Fora, aos 62 anos, em 05 de maio de 2010.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

Literatura

"José de Melo Carvalho Muniz Freire - Memória do Desenvolvimento"
Obra do historiador professor Estilaque Ferreira dos Santos que procura analisar o projeto político, com forte identificação positivista, construído para incrementar o desenvolvimento do Espírito Santo ainda no século XIX. Nas bases da concepção e implementação desse projeto estava envolvida a figura de Muniz Freire, nome pelo qual ficou conhecido José de Mello Carvalho Muniz Freire. Na polítiva, foi vereador e presidente da Câmara de Vitória, capital do Espírito Santo. Logo após foi eleito deputado provincial em três legislaturas, e em seguida deputado federal. Após a Proclamação da República foi constituinte e deputado federal, governador do Estado (na época, chamado Presidente do Estado) em dois mandatos de quatro anos (1892/1896 e 1900/1904) e também senador por onze anos. O autor mergulha no estudo da formação das elites do Espírito Santo para construir a árvore genealógica de Muniz Freire. Além disso, mostra que o biografado reunia as condições para implementar o projeto das elites capixabas, o de ampliar o desenvolvimento do estado. O professor Estilaque Ferreira dos Santos encontrou os indícios desses interesses na adesão do Espírito Santo à política de imigração do governo imperial. A imigração constituiu-se na pedra angular capaz de promover o comércio de Vitória. Ao longo do texto o autor nos mostra os embates políticos de Muniz Freire e seu grupo de notáveis para implementar esse projeto de desenvolvimento, promovendo o rompimento das amarras que imobilizavam o Espírito Santo.  


Edmo Zarife

Edmo Zarife nasceu em 15 de dezembro de 1940, em Nova Friburgo, na serrana do estado do Rio. Iniciou carreira aos 17 anos, na rádio Sociedade de sua terra natal. Em 1967 foi buscar o seu espaço na capital, incentivado por um tio. Trabalhou nas rádios Tupi, Nacional, Jornal do Brasil e Globo. 

"Brasil-Sil-Sil!"  
Vinheta "Brasil-Sil-Sil!", interpretada por Edmo Zarife, e que é uma marca nacional, foi gravada meio que por acaso. Chegada a época das Eliminatórias da Copa do Mundo de 1970, Waldir Amaral e Mário Luiz pediram à Edmo Zarife e ao técnico de som José Cláudio Barbedo, o Formiga, que fizessem um grito de guerra para levar a Seleção Brasileira à frente. Assim, Edmo Zarife e Formiga ficaram duas horas dentro do estúdio, gravando em uma fita várias frases e bordões. E ouvindo a fita, depois de toda gravada, Formiga, com seu conhecimento no assunto e sua técnica apurada, após ouvir o "Brasil-Sil-Sil!", apontou e disse: "Zarife, é essa!". E assim, nasceu a vinheta "Brasil-Sil-Sil!".

Edmo Zarife morreu aos 59 anos, em 27 de dezembro de 1999, em Niterói, na região metropolitana do Rio e foi sepultado no cemitério de sua querida Nova Friburgo. 

Literatura

'Do Ribeirão do Grama as Margens do Paraibuna"
De autoria do general José Mauro Moreira Cupertino e com ilustrações de Gerson Guedes, o livro conta a história do menino, desde Santo Antônio do Grama, passando pelo colégio dos padres salesianos em Ponte Nova, um período de estudos em Juiz de Fora, até chegar ao Exército, em São Paulo. O general Cupertino transportou para o papel suas experiências vividas ao longo dos anos, com destaques para a missão de paz no Oriente Médio entre 1965 e 1967, o contato com militares de diversas partes do mundo, a ocupação do cargo de assessor de imprensa com dois ministros do Exército, os generais Leônidas Pires Gonçalves ( ) e Zenildo de Lucena ( ), até o encerramento do serviço militar como general comandante da Academia Militar das Agulhas Negras (AMAM), em Resende.

Augusto Costa de Oliveira Vale

Morre em Juiz de Fora, aos 73 anos, o torcedor do Tupi, Augusto Costa de Oliveira Vale
Morreu na madrugada desta quinta-feira, 27/12, na Santa Casa de Juiz de Fora, Augusto Costa de Oliveira Vale. O corpo será velado na capela 05 do cemitério municipal de Juiz de Fora, e o sepultamento está previsto para às 14:30 horas, na mesma necrópole.

Augusto Costa de Oliveira Vale nasceu na cidade Divino, região de Carangola, em 1945. Morador de Juiz de Fora desde 1960. Funcionário aposentado dos Correios e ex-árbitro da Liga de Futebol de Juiz de Fora. Casado com a sra Hebi e pai da Bianca. Augusto é irmão da Madalena Calheiros, e tio do Moisés Calheiros, que foi lateral esquerdo do Tupi.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

Literatura

"Duas Margens do Atlântico: Brasil e Angola"
O livro, de autoria de Márcia dos Santos do Nascimento, demonstra como, em obras poéticas do brasileiro Edimilson de Almeida Pereira e do angolano Ruy Duarte de Carvalho se intersecionam poesia e etnografia. O método utilizado será o comparativo e a análise se localizará no âmbito dos Estudos Culturais. Partindo da questão teórica da autoetnografia, a leitura dos objetos literários incidirá sobre o resgate de elementos, procedimentos e atributos que permitam situar o diálogo entre oralidade e escrita, vendo em tal resgate a força dos ancestrais e um modo de resistência histórico-cultural dos povos de origem africana. Para atingir essa proposição, elege-se, como grande metáfora, o Atlântico e suas duas margens: a brasileira e a angolana.

terça-feira, 25 de dezembro de 2018

John Mills, o pai dos historiadores de futebol


Tão logo passei a me interessar pela história do futebol brasileiro, o primeiro nome que me veio à mente foi o de Charles Miller, esportista brasileiro reconhecido por ser o introdutor do esporte, assim como foi do rugby, em nosso país. Este fato me levou a comprar a edição de sua biografia “Charles William Miller 1894–1994”, publicada em 1996. O texto interessante, fruto de uma pesquisa dedicada e esclarecedora, logo me fez fã do autor, ‘um tal de’ John Mills. Em seu texto, Mills destacou a importância de Charles Miller que ao voltar da Inglaterra, onde fora estudar, trouxera bolas e um livro de regras, fato que contribuiu para que o futebol passasse a ser jogado no país segundo as regras oficiais. Cabe lembrar que antes disso, as partidas tinham apenas carater lúdico e, às vezes, sequer contavam com 11 jogadores de cada lado, tampouco traves. Em 14 de abril de 1895, Charles Miller ajudou a organizar, e atuou na vitória de sua equipe, o São Paulo Railway, por 4 a 2 frente a The Gas Company, naquele que é considerado primeiro jogo oficial de futebol no Brasil. Passaram alguns anos, até que em meados de 2005, tivesse a oportunidade de conhecê-lo pessoalmente. Foi na sede do Clube Atlético São Paulo, o conhecido SPAC (São Paulo Athletic Club), durante o lançamento da segunda edição do livro de sua autoria, agora chamado, “Charles Miller — o pai do futebol brasileiro”. Confesso que estava muito ansioso e quando me deparei com aquele senhor pequenino em estatura mas com um sorriso maior do mundo, me derreti completamente. Era tanta gente na fila que resumi a falar o quanto gostara de seu primeiro livro. Ele agradeceu e me fez a seguinte dedicatória “José Renato, espero que goste desta história “romântica” do football”. Nossa proximidade foi natural e para mim um presente. A partir de 2011 a amizade se intensificou. Contando com a presença de um amigo em comum, Marcelo Unti, passamos a marcar almoços esporádicos na região do centro da cidade de São Paulo e/ou do próprio ‘Clube dos Ingleses’, como é chamada a sede do SPAC. Foi neste tempo, mais precisamente em 2012, que tivemos a oportunidade de trabalharmos junto ao então vereador Floriano Pesaro, na criação da lei municipal 15.522/12 que instituiu 24 de novembro como o “Dia em Memória do Futebol Brasileiro”, e definiu os marcos do futebol brasileiro na capital paulista, entre eles a sede do SPAC, o clube de Charles Miller, fundado em 13 de maio de 1888, e primeiro campeão de uma competição de futebol disputada no Brasil, o campeonato paulista de 1902. Foi nesta época que fiquei sabendo de outras de suas facetas. Assim como seu biografado, John Mills também atuou como atleta no Clube Atlético São Paulo, sendo seu capitão por mais tempo até que o próprio Charles Miller. Em 1988, teve importante papel em prol da vinda da equipe inglesa do Corinthian-Casuals Football Club para jogar diante o clube que acabou por adotar seu nome, o Sport Club Corinthians Paulista, outra paixão de Mills, em partida que chegou a ser transmitida para todo o Brasil. Radicado no Brasil em 1969, Mills era espanhol de Vigo, filho de pai inglês e mãe basca. Esta origem única fez seu coração de torcedor se dividir em quatro, além do Corinthians, Arsenal, Athletic Bilbao (cujo avô foi um dos fundadores) e Juventus de Turim. Conversar com ‘Seo’ Mills era, verdadeiramente, viajar pela história. Sua voz mansa e narrativa detalhada sobre os fatos que vivera, ou que estudara, me dava um orgulho único de poder contar com sua amizade. Por saber que eu também era torcedor do Ceará, “…apesar de são-paulino” como ele costumava ressaltar, às vezes, me enviava mensagens de apoio ao Vozão.  Em julho deste ano, pude encontrá-lo pela última vez, durante um almoço. Assim como fora da primeira vez que o vi, ele me presenteou com um livro sobre o São Paulo Athletic Club e escreveu na dedicatória: “Renato, uma lembrança do SPAC, abraços”. ‘Seo’ Mills partiu para o andar de cima neste último dia 24 de dezembro, véspera de Natal. O velório de John Mills acontecerá neste dia 26 de dezembro, quarta-feira, a partir do meio-dia com o sepultamento as 15:00 no cemitério de Congonhas no Jardim Marajoara em São Paulo.
 

*José Renato Sátiro Santiago é consultor e professor

Literatura

"Milton Ferretti Jung: Gol, Gol, Gol, um grito inesquecível na voz do rádio"
O rádio ainda é um veículo de comunicação que cativa as pessoas, pois faz companhia e mexe com o imaginário. A obra, da jornalista Kátia Hoffmann, faz uma homenagem a Milton Ferretti Jung, que, com sua locução impecável, reunia famílias em torno do rádio para se informarem por meio do Correspondente Renner. Mas é também exemplo de aventura incrível pela vida deste ícone do rádio desde o começo, com sua primeira narração improvisada, passando por uma juventude transviada, até a trajetória de sua carreira como locutor de notícias e narrador de futebol. Os guaibeiros, como são conhecidos carinhosamente os ouvintes da Rádio Guaíba, não foram esquecidos. Ao final de cada capítulo, há depoimentos escritos por eles que relatam o amor pela emissora. 

Mário Helênio

Mário Helênio de Lery Santos nasceu em Juiz de Fora, em 22 de maio de 1925. Filho de Jarbas de Lery Santos (1896/1962) e Dalila Brito Santos. Casado com Aparecida Lourdes Curci de Lery Santos e pai de Mário Augusto de Lery Santos. Sobrinho de Phintias Caiafa Guimarães (1902/1961) e Maria da Conceição de Lery Guimarães, era primo dos jornalistas José Carlos de Lery Guimarães (1933/1999) e Heitor Augusto de Lery Guimarães.

Formado em direito pela faculdade do Instituto Granbery, na imprensa de Juiz de Fora, foi cronista esportivo, tendo trabalhado  no jornal "Diário Mercantil" e nas rádios Tiradentes, Industrial e Sociedade, nesta, de 17 de março de 1956 a 25 de dezembro de 1995.

Homenagens
- Em 1984 um admirador de Juiz de Fora deu o nome de Mário Helênio a seu filho, que posteriormente, veio a ser jogador de futebol;
- Em 1996, o estádio de futebol de Juiz de Fora, inaugurado em 30 de outubro de 1988, passou a ser denominado "estádio municipal radialista Mário Helênio", atendendo a um projeto de lei do vereador Gilberto Vaz de Melo e sancionada pelo prefeito Custódio Matos. 
- Em 2014, um grupo de jornalistas da UFJF (Universidade Federal de Juizde Fora), lançou o livro “Mário Helênio: a história do Cronista Esportivo mais Jovem do Brasil”;   
- Em 2016 a vida profissional do cronista foi tema do TCC da jornalista Mônica Taísse, na Faculdade Estádio de Sá.

Mário Helênio morreu em Juiz de Fora, aos 70 anos, em 25 de dezembro de 1995.

domingo, 23 de dezembro de 2018

Literatura

"Pedro Nava no divã"
Fruto do talento literário da autora, a psicopedagoga Rosângela Xavier Rossi, somado à sua experiência como psicoterapeuta, a obra mistura ficção e fatos concretos da vida de Nava que, no livro, é levado ao consultório para uma conversa com a autora. Construído sob a forma de diálogo, o livro reconta a biografia do escritor assinalando, da infância à maturidade, os traços de personalidade que o conduziram ao fim trágico: o suicídio.  

A trajetória pessoal e profissional de Pedro Nava, escritor e médico juiz-forano, ganha uma nova perspectiva. E para compor as falas de Nava, Rosângela usou como fonte justamente as obras do autor juizforano, marcadamente memorialísticas e autobiográficas. Livros como “Baú de Ossos” (1972), “Balão Cativo” (1973), “Chão de Ferro” (1976) e “Beira Mar” (1978) serviram de base.  

Além disso, a ferramenta de análise usada para traçar o perfil do escritor foi a psicanálise junguiana. Esse tipo de abordagem trata as questões profundas da psique em interseção com a Filosofia Clínica. De acordo com a autora, é possível perceber que a alma de Nava era a de um homem angustiado, sensível, observador dos fenômenos da vida e da natureza humana. 

sábado, 22 de dezembro de 2018

Volta Redonda-RJ

Volta Redonda é uma cidade do interior, ao pé da Colina. Tem uma Bela Vista, Verdes Vale e um Belo Horizonte. É moradia do Senhor Dom Bosco, um ilustre fazendeiro. Pra chegar lá é só atravessar uma Ponte Alta. Tem muitos bairros, já perdi a conta de quantos são: Sessenta, 207 ,208 ou 249… Ah, sei lá! É cercada por um Vale Verde e muito arborizada com Coqueiros, Laranjal, Limoeiro, Cajueiro e nos fundos da Fazendinha tem um Eucaliptal. A cidade é dividida em Vilas Rica, Vila Americana, Vila Mury, Vila Brasília e Vila Sta. Cecilia.

As construções são boas. Todas Casa de Pedra, um Monte de Casteloeb um Condado do Ipê. E todas possuem muito Conforto. Tem várias praças rodeadas de Jardins Amália, Jardim Normandia, Jardim Paraíba, Jardim Veneza, Jardim Tiradentes, Jardim Suíça e Jardim Europa. Poderia também chamar Siderlândia, pois tem óticas Sider, um hotel Sider Palace e Sider shopping. 

Caieira muito bem! A água é farta. Tem um rio de Água Limpa, Três Poços e Quatro Açudes. Quanto ao brejo, este foi Aterrado. A diversão é por conta do passeio no Aero Clube ou, pra quem gosta, um Retiro espiritual no Centro de Niterói. Somos um povo religioso, não temos dinheiro pra ir a Roma, por isso oramos com o Padre Josimo aos pés da Santa Cruz pedindo proteção a Santo Agostinho, Santa Rita, São Geraldo, São Carlos, São Lucas, Santa Inês, São Cristóvão, São Luiz São João. E assim segue a nossa vida nessa pacata Cidade, onde todos os bairros tem seu valor e sua importância.

Autor desconhecido

Literatura

"Andrelândia - 3500 anos de história"
Obra de autoria de Marcos Paulo de Souza Miranda, revela os aspectos mais importantes da história da cidade, desde as primitivas ocupações indígenas até os dias atuais. Aspectos administrativos, geográficos, econômicos, culturais, sociais, ambientais, genealógicos  e muitos outros são abordados de maneira profunda e fundamentada em pesquisas históricas de mais de duas décadas.  O livro é ricamente ilustrado com fotografias e documentos.

Andrelândia (terra de André) é filha de Aiuruoca (18340, neta de Baependi (1814), bisneta de Campanha (1798), trineta de São João del-Rei (1913) e tetraneta de Vila Rica, antiga Ouro Preto (1711). 
Andrelândia (terra de André) foi Vila Bela do Turvo (1864), Cidade do Turvo (1868), Turvo (1891) e, finalmente, Andrelândia (1930). 
Andrelândia (terra de André) é mãe de São Vicente de Minas e Bom Jardim de Minas (nascidas em 1938) e de Piedade do Rio Grande e Madre de Deus de Minas (nascidas em 1953).
Andrelândia (terra de André) é avó de Carrancas (1948), Minduri (1953) e da caçula Arantina (1962).