quarta-feira, 3 de junho de 2020

Foto histórica

Na década de 1980 nos estúdios da rádio Capital de Juiz de Fora.
Da esquerda para a direita:
Anderson Stehling (advogado), Antonio Dângelo (radialista) e Carlos Ferreira (radialista).
Antonio Dângelo (Antonio Mateus Dângelo) nasceu em São João del-Rei-MG, em 21 de setembro de 1946 e morreu em Juiz de Fora, aos 67 anos, em 20 de fevereiro de 2014

terça-feira, 2 de junho de 2020

Literatura

"Terra Incógnita"

O livro de contos do engenheiro nascido em Brazópolis e radicado em Campinas, Marcos Faria Gomes, é um conjunto de dez contos que atravessam momentos históricos diversos e se inspiram na tradição de contadores de "causos". Centrado nas paisagens e costumes da Serra da Mantiqueira, o livro apresenta ao leitor o cenário cultural regional, atraindo o interesse daqueles que valorizam a cultura brasileira. 

BRAZÓPOLIS OU BRASÓPOLIS ?

Com Z ou S ? 

por João Armando Braz de Faria*

O distrito de Vargem Grande passou a Vila, desmembrando-se de Itajubá em 1901, com o nome de Vila de São Caetano da Vargem Grande. Em 1909 passou a se chamar VILA BRAZ, em homenagem ao grande batalhador pela emancipação de nossa terra, e sua figura mais ilustre da política local, o Coronel Francisco BRAZ Pereira Gomes. Em 1923, pela Lei Estadual nº 843, a vila passou a cidade, com o nome de BRAZÓPOLIS, com "Z". Entretanto, pouco depois de 1950, alguns órgãos federais e estaduais passaram a grafar o nome de Brazópolis com "s", sem que houvesse uma lei específica, para este fim, da Assembléia Legislativa do Estado de Minas Gerais, a quem compete a alteração do nome das cidades mineiras. Mesmo a Assembléia Mineira, para alterar o nome de uma cidade, necessita que no corpo da lei esteja claramente definido que: "o topônimo de Brazópolis passa para Brasópolis", o que não aconteceu até hoje. Sendo assim, o nome oficial de Brazópolis é com "z". A alegação de que o nome deveria atender à regra ortográfica, de caráter federal, onde a letra com som de "z" entre duas vogais deve ser grafada com "s", não é de aplicação automática em nome de cidade, visto que caberia à Assembléia Legislativa aplicar tal regra se assim achasse cabível. Em 04/08/1967, a Lei Municipal nº 131/67 procedeu a alteração do nome da cidade para Brasópolis, com "S", esquecendo-se de que o nome (hoje sobrenome) emprestado à cidade era, sempre foi e sempre será, BRAZ, com "Z". Assim, a Lei Municipal nº 371/97 de 25/09/1997, resgatando a tradição, restabeleceu o nome original de BRAZÓPOLIS, com "Z".
*João Armando Braz de Faria é membro da ABLH (Academia Brazopolense de Letras e História).

segunda-feira, 1 de junho de 2020

Literatura

"Forças Armadas e política no Brasil"
O autor, o historiador José Murilo de Carvalho nos apresenta um livro amplo e rico. Diferente de muitos acadêmicos que já despejam sua opinião (muitas vezes preenchida de senso comum), o autor evita análises pessimistas na nova introdução que trata da presença das Forças Armadas na sociedade desde o ano da primeira edição do livro e na política, à partir do atual governo.

José Murilo de Carvalho pondera em seus argumentos e utiliza fatos para comprovar o caráter de mudança presente entre os militares desde a Redemocratização. Do ponto de vista político, o autor prova que não há interesse por parte desse grupo, tão mal interpretado, à direita e à esquerda.

Nos capítulos seguintes, o autor reproduz os textos da primeira edição, tratando da presença das Forças Armadas na República e em diversos acontecimentos desse período histórico. Um livro único na historiografia brasileira.


Gente de Expressão

domingo, 31 de maio de 2020

Literatura

“Francisco Cupello - A saga de um vencedor” 

De autoria de Mário Pellegrini Cupello, coautoria de Elizabeth Santos Cupello e selo da Editar Editora, a obra relata a trajetória de vida de Francisco Cupello, criador do Cine Glória de Valença em 1938, do Cine Glória de São João del-Rei em 1947, e do Circuito Cinematográfico Glória, com o qual possuiu 40 cinemas no Brasil.





sábado, 30 de maio de 2020

Um absurdo

ABSURDO é o que está acontecendo aqui na província num ano de eleição municipal.

A cidade faz aniversário e alguns políticos (as) abonados (as) financeiramente usam da prerrogativa de pagar-contratar publicidade na mídia local parabenizando a cidade pela data, numa clara, evidente campanha antecipada.

Teoricamente, nada ilegal. O condenável é que esses (as) são pessoas com cargos eletivos ou com filiação partidária e apesar da pandemia, estamos num ano eleitoral. A cidade não faz aniversário só em 2020. Fez em anos anteriores e eles (as) não apareceram, e se apareceram, foi com o mesmo propósito. Isso me faz acreditar no adágio popular de que "eleição não é santa, mas às vezes, faz milagre". Essa prática tira a isonomia que o processo eleitoral recomenda. Reconheço que a legislação eleitoral avançou, mas ainda precisa ser aperfeiçoada.

O artigo  5º da Constituição Federal preconiza que "Todos são iguais perante a lei...", mas aqui em terras tupiniquim alguns são mais iguais.
Cabe aqui ressaltar que à luz do direito, "aquilo que não é proibido, presume-se que seja permitido", não havendo ilegalidade nessas práticas.

Literatura

“Viçosa do Ceará: Política e Poder” 

A obra, de autoria do historiador Eônio Fontenele, é um relato histórico que aborda a evolução política de Viçosa do Ceará, desde a chegada dos franceses à Ibiapaba, em 1590, até os dias atuais. O texto é marcado pelas curiosidades, trazendo quase todos os resultados eleitorais verificados na cidade desde a redemocratização de 1945 até a eleição de 2012. Destaca-se ainda a lista dos prefeitos municipais, vice-prefeitos e dos vereadores de Viçosa ao longo dos anos. Como resultado de anos de pesquisas, o autor destaca os acirramentos políticos que marcaram a vida da cidade onde nasceu Clóvis Beviláqua (1859-1944), como a sangrenta Tragédia da Tabatinga em 1878, a atuação do Monsenhor José Carneiro da Cunha (um dos idealizadores da construção, em 1938, da Igreja do Céu), as lutas pelo poder verificadas entre PSD e UDN (nos idos dos anos 1950 e 1960), o comício de Juscelino Kubitschek (na campanha eleitoral de 1955), além da existência de duas bandas de música (a ‘Democrata’ e a ‘Marreta’), cada uma associada a uma facção política.

terça-feira, 26 de maio de 2020

Notável personalidade

Tony Tornado (Antonio Viana Gomes) nasceu no Mirante do Paranapanema, no Oeste Paulista, na época distrito de Presidente Prudente, em 26 de maio de 1930.

Família
Filho de pai guianense (vivo aos 108 anos) e mãe brasileira, foi casado com a atriz Arlete Sales e tem um filho ator e cantor, Lincoln Tornado.Rio de 

Janeiro
Aos 11 anos de idade, mudou-se para o Rio de Janeiro, foi morador de rua, vendedor de amendoim e engraxate.

Estados Unidos
Morou em Nova York e lá, conheceu Tim Maia (1942/1998) e cantaram juntos para o público latino.

Carreira
Tony iniciou sua carreira artística nos anos 60 com o nome artístico de Tony Checker, dublando e dançando no programa "Hoje é dia de Rock" de Jair de Taumaturgo (1920/1970. 

Cantor
A bordo de músicas como “Podes crer, amizade”, “Deus negro” e “BR-3”, com a qual ele venceu o V Festival Internacional da Canção, em 1970, Tony Tornado se apresenta quarta-feira no Teatro Riachuelo, no Rio. Aos 89 anos de idade, mesmo depois de uma operação na cabeça do fêmur, o cantor — uma das referências da cultura negra e black no Brasil — ainda encara a vida com entusiasmo, humor e veemência quando necessário, com a vitalidade e o humor de quem se sabe privilegiado pelo DNA: seu pai está vivo e lúcido aos 108 anos .  

Ator
Fez novelas e filmes, com destaque para o personagem Gregório Fortunato, do seriado "Agosto", inspirado na obra do escritor juizforano Rubem Fonseca (1925/2020) e exibido pela TV Globo em 1993.

Literatura

"Os Onze: O STF, seus bastidores e suas crises"

Um completo relato sobre a atuação do principal tribunal do país, do Mensalão ao governo Bolsonaro. Desde o julgamento da ação penal 470, mais conhecida como Mensalão, o Supremo Tribunal Federal viu-se no centro do debate nacional. Seus integrantes se tornaram amplamente conhecidos e, também por isso, passaram a usar a opinião pública como fundamento para seus votos. Nos turbulentos anos de uma das maiores crises políticas e econômicas que o país já viveu, o protagonismo a que foi alçado o tribunal criou um conjunto novo de desafios. O jornalista Felipe Recondo, especialista na cobertura do STF, acompanha e analisa o cotidiano do Supremo há mais de uma década. Luiz Weber estuda o funcionamento do tribunal e analisa os movimentos e forças políticas que interagem com o STF. Ao longo de anos, os dois realizaram centenas de entrevistas para escrever Os onze: O STF, seus bastidores e suas crises. O livro traz histórias que permitem descrever os contornos, causas e consequências dos grandes casos que envolveram o tribunal, incluindo o recente e polêmico inquérito sobre fake news aberto por Dias Toffoli e comandado por Alexandre de Moraes. Onze é o número de ministros do Supremo, que atuam como “onze ilhas”. A expressão foi cunhada pelo ex-ministro do STF Sepúlveda Pertence e se consolidou como chave de interpretação para o funcionamento do tribunal, com a proliferação de decisões monocráticas e a sucessão de embates internos. Num momento em que o STF se vê sob o ataque de expoentes do governo federal e de militantes nas redes sociais, entender as dinâmicas da última instância do poder judiciário é mais importante do que nunca.

segunda-feira, 25 de maio de 2020

Foto histórica

   Tupynambás de Juiz de Fora em 1981
Em pé: Pedro Paulo, Evailton, Conceição, Julinho, Valdir Chaves e Afonso
Agachados: Santana, Mauro,Wagner,Getúlio e Tadeu.

Literatura

“Tanques e Togas: O STF e a ditadura militar”

De autoria do jornalista Felipe Recondo e organizado pela historiadora Heloísa Starling, a publicação é dedicada exclusivamente ao papel do Supremo Tribunal Federal nos anos de chumbo. Ao estudar um dos momentos mais sombrios da história dessa instituição, o autor contribui para que se entenda como o frágil Supremo dos primeiros anos da República veio a se transformar no superpoderoso STF dos dias de hoje. O golpe de 1964 recebeu imediatamente o apoio do então presidente do Supremo Tribunal Federal brasileiro, Ribeiro da Costa. Nos anos seguintes, a Constituição foi substituída por atos de exceção e garantias fundamentais foram suspensas, dando lugar a prisões políticas, cassações, tortura, censura, desaparecimentos e mortes. Como garantidores da Constituição, os ministros do Supremo nunca determinaram a abertura de inquéritos para atribuir responsabilidades nem confrontaram abertamente os militares. Poderiam fazê-lo? Estavam dispostos a fazê-lo? Tinham instrumentos ou liberdade para tal? Essas são algumas das questões que Recondo procura responder baseando-se em correspondências, petições, pareceres e acórdãos de julgamento, além dos diários do ministro do Supremo Aliomar Baleeiro.

sexta-feira, 22 de maio de 2020

Luís Alberto

Literatura

"Adolpho Lutz - Obra Completa"

Organizada pelo historiador Jaime Benchimol e pela bióloga e historiadora da ciência Magali Romero Sá, o livro é uma homenagem ao pesquisador e à sua trajetória. Adolpho Lutz (1855/1940) foi o precursor das modernas campanhas sanitárias e dos estudos epidemiológicos envolvendo, sobretudo, o cólera, a febre tifóide, a peste bubônica e a febre amarela.

Adolpho Lutz
Nasceu no Rio de Janeiro em 18 de dezembro de 1855. Filho dos suíços Gustav Lutz e Mathilde Oberteuffer, originários de Berna. Foi médico e cientista.  


Adolpho Lutz morreu no Rio de Janeiro, aos 84 anos, em 06 de outubro de 1940.

terça-feira, 19 de maio de 2020

Um nome que fez história na comunicação

Antonio Marcos (Antonio Marcos de Nazaret Campos) nasceu em Miradouro-MG em 11 de novembro de 1973.

Família
Filho de Honório Campos e Maria Rita Campos, casou-se em em Juiz de Fora Com a professora Márcia Lídia Cesário Campos, pai do Thiago Cesário Campos.

Formação
Formou-se em Comunicação Social (jornalismo) na UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora).

Carreira
Trabalhou nas TVs Tiradentes/afiliada Record e Panorama/afiliada Globo e nas rádios Solar AM e Panorama FM. Foi professor universitário na FAGOC (Faculdade Governador Ozanan Coelho), em Ubá-MG. Era colaborador do Jornal Panorama.

Premiação
Em abril de 2005, Antônio Marcos recebeu o prêmio Bola de Ouro, em Brasília, considerado o Oscar da comunicação esportiva no Brasil.  

Antonio Marcos morreu aos 31 anos, vítima de acidente automobilístico na estrada Juiz de Fora/Ubá, no dia 19 de maio de 2005, quando se deslocava para dar aula na FAGOG. 
O sepultamento, num clima de muita comoção, foi realizado no cemitério da Comunidade Luterana, no bairro da Glória, em Juiz de Fora, no dia 20 de maio.

O acidente
Aconteceu na MG 265, quilômetro 85, próximo ao trevo da Colônia Padre Damião. O Ford KA de Antônio Marcos bateu lateralmente numa Mitsubishi. O jornalista teve morte instantânea e os três passageiros da Mitsubish, José Lopes de Sá, Henrique José de Almeida Snaider e Sueli Barbosa de Sá, tiveram ferimentos leves e foram levados para o Hospital Santa Isabel, em Ubá.  

Literatura

“O Escravo Herói”
De autoria do historiador e cineasta Marcelo Nascimento, o livro narra toda a história do beato padre Victor (Francisco de Paula Victor - 1827/1905) antes mesmo dele nascer até a sua beatificação em 2015 e a construção da 01° igreja de Padre Victor no Brasil que é em Varginha.

Francisco de Paula Victor
Padre Victor, filho da escrava Lourença Maria de Jesus, nasceu em Campanha, em 12 de abril de 1827 e morreu em Três Pontas, aos 78 anos, em  23 de setembro de 1905

sábado, 16 de maio de 2020

Um nome que fez história na comunicação

Lonir Cardoso (Lonir Corrêa Cardoso) nasceu em Juiz de Fora, em 07 de março de 1932.

Família
Filha de Nair Luzia Timponi Corrêa e Solon Alvares Corrêa.  Foi casada com o também radialista Paulo Emerich, com quem teve dois filhos, Denyse Emerich e Paulo Marcos Emerich. 

Carreira 
Foi radialista e publicitária. Trabalhou nas extintas emissoras Industrial, Difusora, Capital, Sociedade, PRB-3, Nova Cidade e Solar. Pertenceu à diretoria da Associação dos Aposentados e Pensionistas das Autarquias do Brasil. Foi candidata a deputada federal e a vereadora. Foi fundadora e presidiu a Guarda Mirim Feminina.

· No início da década de 1950 foi radio atriz, interpretando textos do também radialista Natálio Luz;
· Ainda na década de 1950, atuou juntamente com Paulo Emerich, no programa de auditório Rancho Alegre, na rádio Industrial. Eles ficaram noivos durante um desses programas, casando-se em 1956;
· Foi redatora de textos de apresentação de enredos das escolas de samba e narrou desfiles de carnaval de Juiz de Fora, nas décadas de 1970 e 1980;
· Foi assessora de imprensa da prefeitura, durante o mandato do prefeito Francisco Antônio de Melo Reis;·
Na década de 1980 apresentou o programa de entrevistas Encontro com Lonir

Lonir Cardoso morreu em Juiz de Fora, aos 86 anos, em 16 de maio de 2018, sendo seu corpo velado em sepultado no cemitério Parque da Saudade, em 17/05.

Literatura

"O Cadete E O Capitão - A Vida de Jair Bolsonaro no Quartel"

Uma investigação sobre um momento controverso na trajetória de Jair Bolsonaro: o abandono da carreira militar e o ingresso na vida política. Jair Bolsonaro tornou-se uma figura pública em 1986, quando assinou na revista Veja um artigo em que reclamava do baixo soldo pago aos militares. Um ano depois, nas páginas da mesma revista, reapareceu numa reportagem que revelava um plano de estourar bombas em locais estratégicos do Rio de Janeiro. A revista publicou um desenho que detalhava o plano. O croqui, supostamente de autoria do capitão, comprovaria a conspiração em curso no Exército. Instado a prestar contas, Bolsonaro foi considerado culpado no primeiro julgamento, e mais tarde inocentado pelo Superior Tribunal Militar (STM). Após a decisão da corte, deixou a farda, passou à reserva e ingressou na política. Esta é a reportagem mais completa já escrita sobre esse período pouco conhecido. O autor o livro, o jornalista Luiz Maklouf Carvalho (1953/2020) examinou a documentação do processo (reproduzida no livro) e escutou as mais de cinco horas de áudio da sessão secreta, ambos disponíveis no STM. Também entrevistou personagens que atuaram no caso, entre jornalistas de Veja e militares colegas de Bolsonaro. Além de reunir indícios suficientes para apontar que a autoria do croqui, como sustentou Veja até o fim, era mesmo do capitão, o autor reconstitui, em 88 páginas com imagens e documentos, um episódio decisivo não apenas para a trajetória do presidente eleito em 2018, mas também para a redemocratização e o jornalismo no Brasil. 

segunda-feira, 11 de maio de 2020

Foto histórica

Escalação - 1958: 
Em pé: Klébis, Faninho, Aderbal, Hélio e Djalma; 
Agachados: Odyr, Francinha, Célio, Walter, Jorge Guimarães e Moacyr Toledo. 
Preparador físico: Professor Italo Pachoal Luiz (último à direita)

Literatura

"Pé-Frio" - Futebol e Neve no Brasil"

A obra, de autoria de Henrique Sudatti Porto e prefácio de Max Gehringer, relata os jogos disputados sob neve no país, que ocorreram entre 1975 e 1979. O primeiro foi a vitória do Juventude, de Caxias do Sul, sobre o Inter de Santa Maria por 2 a 0 e o último o empate sem gols entre Gaúcho e Farroupilha.

Casos pitorescos
Teve o caso do Aita, ex-atacante do Grêmio de Bagé, que foi chamado de última hora para jogar, que recém-casado, deixou sua lua de mel, precisando ainda encarar a adversidade climática, além do ex-goleiro do Criciúma, Jurandir, que colocou uma meia calça e jornais entre o corpo para conseguir jogar.

sábado, 9 de maio de 2020

Um nome que fez história na comunicação

Rogério Varandas (Rogério Paes Varandas) nasceu em Barbacena em 05 de janeiro de 1952. 

Família
Filho de Dirceu Ferreira Varandas (1928/1986) e Lygia Paes Varandas. Casado com Merle Ivâni Azevedo Varandas, pai de dois filhos (Flávius Azevedo Varandas e Thiagus Azevedo Varandas). 

Carreira
Radialista, na comunicação barbacenense, trabalhou nas rádios Barbacena AM, Correio da Serra AM e Sucesso FM, nas funções de editor, locutor noticiarista e repórter. Também atuou como diretor de jornalismo na rádio Fama FM, de Carandaí, MG.   

Nomes relevantes com os quais trabalhou
Walmick Campos, Sérgio Fernandes, Marinho Luiz da Rocha, Nadyr da Silveira, Marcus Vinícius Moreira Paes, Barbosa Silva, Odécio Reis, José Francisco dos Reis Fortes, Adaulto Ayres Machado, José Antônio Lopes, Cristovam Abranches, Paulo Jorge Barbosa, Rogério Barbosa, Antônio Marcos Pinto, Gê Menezes, Victor Vicency, Jairo César Attademo, Mônica Coelho, Vera Lúcia Gonçalves, Gláucia Lara Resende, Antônio Duarte, José Rubens Albuquerque, Souza Fontes...  

Funções paralelas ao rádio
Atuou na Companhia de Cimento Barroso (departamento de vendas) com bases em Barroso e Barbacena, de 1972,a 1985.Foi diretor nas áreas de Esporte e Assistência Beneficente da Inspetoria São João Bosco – Colégio Salesianos, em Barbacena.  

Pesquisador e historiador, foi idealizador do do projeto: “RADIODIFUSÃO: a história das emissoras de rádio em Barbacena”, trabalho de pesquisa iniciado em 05 de agosto de 2005.

Rogério Varandas morreu em Barbacena, aos 67 anos, em 04 de maio de 2019.
Morreu em casa no bairro do Carmo, enquanto dormia. O corpo foi velado complexo mortuário Paz Eterna e sepultado no domingo, 05/05, no cemitério Parque Repouso da Saudade, em Barbacena.



Literatura

“A primeira vez do Moleque”

De autoria de Henrique Sudatti Porto, o livro com 290 páginas, com fotos, histórias, fichas técnicas dos jogos e dos atletas, além de curiosidades, do Grêmio Esportivo Juventus, de Jaraguá do Sul, em Santa Catarina. Jaraguá do Sul, localizada entre Joinville e Blumenau, no norte catarinense, é a terra do lateral esquerdo Filipe Luís, do atacante Clayton, ex-Atlético-MG. Mas atleta que se projetou a partir do Juventus, só o atacante Toto, que na década de 1990 vestiu as camisas de Flamengo e Cruzeiro.

terça-feira, 5 de maio de 2020

Um nome que fez história na comunicação

Claudiney Coelho (Claudiney de Oliveira Penna) nasceu em  Rio Novo-MG, em 18 de maio de 1947. 

Família
Filho de Joaquim de Oliveira Penna (in memoriam) e Nair Machado Penna (falecida em 19/05/1947). Irmãos: Joaquim de Oliveira Penna Júnior e Geraldo de Oliveira Penna (ambos falecidos) e Nerina Penna do Nascimento (nascida em Rio Novo em 16/11/1938 e, atualmente, residente na cidade de Mendes, estado do Rio). Após ficar viúvo, seu pai mudou-se para Mendes e lá casou-se com Maria de Lurdes Andrósio Penna (in memoriam), com quem teve quatro filhos, José Martins Penna, Maria Aparecida Martins Penna, Walquíria Martins Penna e Ana Cristina Martins Penna (in memoriam). Órfão de mãe com dois dias de vida, Claudiney foi criado em Juiz de Fora por sua tia materna Dolores Machado Coelho.

Carreira
Radialista (Locutor, repórter e humorista), teve carreira destaca nas rádios Difusora, Industrial, Nova Cidade e JF AM e TV Tiradentes, afiliada do SBT.
Torcedor do Vasco da Gama, Claudiney era um artista completo, um showman, comunicador de primeira linha, humorista e radialista versátil. Tive o privilégio de transmitir vários carnavais de Juiz de Fora ao lado de Claudiney, Tony Martins (1942/2001), Wilson de Almeida (1932/1998), Geraldo Magela Tavares (1927/2015) e outros bons companheiros.   

Humorista
No humor, sua criação maior foi "Zé do Morro", personagem de tanto sucesso no rádio e na tv. 
Claudiney Coelho morreu em Juiz de Fora, aos 62 anos, em 05 de maio de 2010.

Claudiney Coelho morreu na Santa Casa de Juiz de Fora, aos 62 anos, em 05 de maio de 2010, em decorrência de um AVC (Acidente Vascular Cerebral)..O corpo foi velado na capela mortuária do bairro de São Benedito e sepultado no cemitério Parque da Saudade, no bairro de Santa Terezinha.

Literatura

"MARIA, A MAIOR EDUCADORA DA HISTÓRIA - Os dez princípios usados por Maria para educar seu filho, Jesus"

Se educar é uma tarefa dificílima, imagine educar a criança mais instigante que pisou nesta Terra, o menino Jesus. Por que não foi escolhido um grupo de intelectuais entre os fariseus ou especialistas em filosofia grega para formar o homem que dividiria a História? Havia milhares de candidatos, mas uma jovem destacou--se diante do olhar do Autor da existência. Seu nome: Maria. Ela tornou-se a mulher mais famosa da História. A única exaltada em dois livros sagrados, a Bíblia e o Alcorão. Entretanto, sua personalidade continua sendo uma das mais desconhecidas. Quem foi Maria? O que ela tinha de especial? Agora a Psicologia, a Psiquiatria e a Pedagogia avaliam sua personalidade e, em especial, os dez princípios que ela utilizou na educação do menino Jesus. Não é uma análise nem católica nem protestante, mas investigativa. O resultado? Surpreendente. Descobriu-se que a inteligência de Maria era fascinante e sua capacidade de ensinar, deslumbrante. Os princípios utilizados pela mãe de Jesus são uma fonte de lucidez para a educação moderna.


Um nome que fez história na comunicação

José Carlos de Lery Guimarães* nasceu em Juiz de Fora em 21 de janeiro de 1933.
 
Família
Filho de Phintias Caiaffa Guimarães* (1902/1961) e Maria da Conceição de Lery Guimarães (in memoriam), pai de Bertrand de Lery Guimarães, irmão do jornalista Heitor Augusto de Lery Guimarães (19??/2002) e Ângela Maria de Lery Guimarães, sobrinho de Jarbas de Lery Santos* (1897/1963), primo de Mário Helênio de Lery Santos* (1925/1995) e tio de Ludwig Birkner de Lery Guimarães e Lorita Birkner de Lery Guimarães. .

Carreira
Foi jornalista, advogado, professor universitário, procurador do INSS, compositor, trovador e teatrólogo. Trabalhou nas principais emissoras de TV e rádio de Juiz de Fora e na rádio Continental do Rio de Janeiro.

Carnaval
Compôs "Mascarada Veneziana", campeã do carnaval de 1966, com a escola de samba Feliz Lembrança. Escreveu a letra e Nelson Silva (1928/1969), o samba.
Tinha grande apreço por Paris, a capital francesa. 
José Carlos de Lery Guimarães morreu em Juiz de Fora, aos 66 anos, em 05 de maio de 1999. 
- José Carlos de Lery Guimarães é nome de rua no bairro Parque Independência.  
- Phintias Guimarães é nome de galeria no centro. 
- Jarbas de Lery Santos é nome de praça no bairro São Mateus e rua no Largo do Riachuelo. 
- Mário Helênio de Lery Santos é nome do estádio municipal de Juiz de Fora.  

segunda-feira, 4 de maio de 2020

Literatura

"Aldir Blanc: Resposta ao tempo"
Os 10 meses que levou para nascer podem ser considerados os únicos em que Aldir conheceu o marasmo. Logo na infância teve contato com o mundo da música, nascido e criado na zona norte, berço do samba no Rio de Janeiro. Formado em Medicina, encontrou nas letras a felicidade e o sucesso. Autor de romances e contos colaborou no diário O Pasquim e fez grandes parcerias para escrever alguns dos maiores sucessos da história da Música Popular Brasileira, como “O bêbado e a equilibrista”, “Corsário”, “Dois pra lá, dois pra cá” e muitas outras. Na obra, o autor, Luiz Fernando Vianna conta a história de um dos maiores letristas da MPB, reunindo cerca de 450 composições de Aldir. Suas parcerias com nomes como João Bosco, Ivan Lins, Guinga e Moacyr Luz, entre outros, foram sucesso na voz de alguns dos maiores intérpretes brasileiros como Elis Regina e Danilo Caymmi. O livro ainda revela documentos e fotos que ajudam a retratar a vida pessoal e profissional deste grande nome da música brasileira.

Gente de Expressão

domingo, 3 de maio de 2020

Literatura

"Sud Mennucci: Memórias de Piracicaba, Porto Ferreira, São Paulo…"

A obra é uma extensa biografia de Sud Mennucci (1892/1948) foi produzida pelo seu neto, o escritor paulistano Ralph Mennucci Giesbrecht.

No livro é possível conhecer toda a trajetória de Sud Mennucci, desde sua infância até sua morte em 1948, passando por episódios marcantes ao longo de sua vida.

Sud Mennucci nasceu em Piracicaba, em 20 de janeiro de 1892 e morreu em São Paulo, aos 56 anos, em 22 de julho de 1948.

sexta-feira, 24 de abril de 2020

Foto histórica

Garrincha no América de Teófilo Otoni
Em 1972 os fazendeiros daregião do Vale do Mucuri lamentavam o fato de o América, clube da cidade de Teófilo Otoni, não conseguir levar público para o estádio. Foi quando tiveram a ideia de conseguir um atrativo a mais para a equipe.

A proximidade de um dos diretores do América de Teófilo Otoni com pessoas ligadas ao Botafogo convenceu Garrincha a defender o clube mineiro por um curto período. 

Garrincha ficou no América por pouco mais de um mês, mas sua presença foi suficiente para o público lotar os estádios, tanto nos treinos quanto nos jogos da equipe.

Agilson, ex-volante do time de Teófilo Otoni, que é pai do Fahel, ex-jogador do Botafogo, atuou com Garrincha em 1972.

Fahel
Leandro Fahel Matos nasceu em Teófilo Otoni, 15 de agosto de 1981.

Clubes
América (Teófilo Otoni),
América (Belo Horizonte),
Ipatinga,
Marítimo, Paços de Ferreira e Beira Mar (Portugal),
Atlético-PR,
Goiás,
Botafogo,
Bahia,
Paysandu (Belém),
Grêmio Novohorizontino,
Juventude (Caxias do Sul).

Títulos
Taça Guanabara (2009 e 2010),
Taça Rio (2010),
Campeonato Carioca (2010),
Campeonato Baiano (2012 e 2014).

Atualmente, é treinador do Juventude.

Literatura

"Penso, logo duvido"

O livro, de autoria do jornalista João Paulo Cunha, tem cerca de 70 artigos distribuídos em 400 páginas, que traçam o caminho do Brasil desde o início dos escândalos da Operação Lava Jato e a reeleição de Dilma Rousseff (PT) até o início do governo Jair Bolsonaro (PSL), passando pelo impeachment da ex-presidente e pelo mandato de Michel Temer (PMDB).

Tendo sempre a política como substância, o livro forma uma espécie de panorama de sua produção jornalística, lançando luz sobre temas tão amplos quanto específicos sobre diversos campos do conhecimento – como a filosofia, a psicologia, a produção artística, a religiosidade, mas também a urgência das pautas populares como a questão agrária e a ocupação do espaço urbano.


quinta-feira, 23 de abril de 2020

Foi um bom locutor

Joelson Jame (Joelson Jaime Laureano, o Joe) nasceu no estado do Rio de Janeiro em 1963.

Carreira
Radialista (locutor), no rádio, Joe começou a carreira em Três Rios, se transferindo, posteriormente, para Juiz de Fora para trabalhar na primeira emissora FM da cidade. Em 1988 se transferiu para a segunda rádio FM de Juiz de Fora, e logo depois foi para a Itatiaia FM.

Joelson Jaime morreu em Juiz de Fora, aos 49 anos, em 23 de abril de 2012. 
Seu corpo foi encontrado, com sinais de violência, no final da manhã de uma segunda-feira, 23/04, na estrada vicinal que liga Juiz de Fora a Chácara, a poucos metros do entroncamento com a BR-267, na altura do km 82, entre o bairro Floresta e a fazenda São Fidélis, região sudeste da cidade. Foi velado e sepultado no cemitério municipal de Juiz de Fora.



Literatura

"VIDA DO VIAJANTE: A SAGA DE LUIZ GONZAGA"

Tão longe chegou o canto de Gonzaga que quem rebobina sua saga é Dominique Dreyfus. Sua intimidade com o rei do baião vem desde a infância, passada dos dois aos treze anos na cidade pernambucana de Garanhuns. Dominique recebeu a notícia da morte de Gonzaga numa madrugada em Paris, pela voz entristecida de João Gilberto, o papa dos desafinados, autor do baião "Bim Bom". Ao colocar o Nordeste no mapa da MPB, o frondoso Gonzagão ainda espalhou descendentes artíticos de várias estirpes, do pornoxaxado de duplo sentido de Genival Lacerda ao pop cult de Gilberto Gil e Caetano Veloso. De Alceu Valença a Raul Seixas, de Elba Ramalho a Geraldo Azevedo - numa ramificação de estilos que deságua no mangue beat de Chico Science, Mundo Livre e Mestre Ambrósio - todos de alguma forma são seus súditos. O reio do baião vai para o trono da eternidade.

A autora
Dominique Dreyfus, uma francesa de Poitiers, livre-docente em Letras e Literatura, formada na Sorbonne. Ela foi redatora-chefe da revista Guitare & Clavier, dirigiu a edição francesa da revista Rolling Stone, trabalhou como repórter de cultura do Jornal Libération e comandou ainda a Rádio Latina de Paris.

Notável personalidade

Flavinho da Juventude (Flávio Aluízio Carneiro) nasceu em Ubá, em 23 de abril de 1950. 

Família/estudos
Filho de mãe-lavadeira, padrasto-motorista, analfabeto até os 21 anos, engraxate até os 23 e formado em Química na UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora) aos 52 anos,Flavinho, além de sambista, é professor de Química e Matemática

Samba  
É integrante da Escola de Samba Juventude Imperial, do bairro Furtado de Menezes, desde os 13 anos. É autor de 17 sambas vitoriosos. Foi o primeiro animador de quadra da cidade.     

Afro-descendência  
Sua participação do movimento negro se deu com a filiação ao Movimento Negro Unificado, ao Conselho Municipal de Valorização da População Negra, ao Grupo de Estudos Afro-Brasileiro Acotirene e ao Batuque Afro-Brasileiro de Nelson Silva.    
CD  
Gravou o CD "Uma História de Vida", com com nove sambas de sua autoria.    Atualmente, recolhido ao lar, Flavinho vive a expectativa de que Juiz de Fora possa ter devolvida, seus carnavais de outrora. 

Literatura

quarta-feira, 22 de abril de 2020

Um nome que marcou época na comunicação

Paulo Moreno (José de Castro Gonçalves) nasceu em Santarém, no Oeste do Pará, em 02 de março de 1928.

Carreira
Radialista (locutor, radio-ator e dublador). Na rádio Tupi do Rio, foi destaque na novela "O Direito de Nascer", fazendo papel de Dom Jorge Luiz Belmonte, numa adaptação de Eurico Silva, do original de Felix Cangnet e direção de Odair Marzano, que tinha no elenco Jomeri Pozzoli, Ida Gomes, Honório de Souza, Neli Vilanova, Leda Maria e outros (as).

Juiz de Fora
Além do rádio Carioca, atua no rádio de Juiz de Fora (cidade em que tinha um relacionamento amoroso) como radioator na rádio PRB 3 ao lado de Mário César (Mário Manzolilo de Morais), Iná Coelho (1927/2006), Terezinha Ribeiro (in memoriam), Vitória Campos (in memoriam) e outros (as).

Jingle
"Quem dá o recado é Paulo Moreno é Paulo Moreno prá você" "Quem dá o recado é Paulo Moreno é Paulo Moreno olê lê lê".

Frases
"Como é bom ter a consciência do dever cumprido" eram algumas das frases permanentes do programa.  

Programa "Paulo Moreno Atende"
Quando morreu, apresentava na extinta rádio Globo Rio AM 1220 o programa "Paulo Moreno Atende", das 07 às 09, que teve o horário ocupado por Paulo Giovanni.

Paulo Moreno morreu no Rio de Janeiro, aos 49 anos, em 1977.
Obs: É nome de rua no bairro Novo Leblon, região da Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro.

Literatura

"Blumas da História - Ciganos & escravos no Brasil"

Este livro, de autoria de Assede Paiva, é em defesa dos ciganos. Intolerância, exclusão, preconceito, injustiças, castigam os ciganos há mil anos! No Brasil, desde 1568.

O autor Investigou, com riqueza de detalhes, apesar da dificuldade de obtenção de fontes primárias, o envolvimento de ciganos no processo escravista no Brasil. A abordagem é original porque o autor não se deteve e nem aceitou premissas estabelecidas de que ciganos foram os principais negociantes de escravos no Valongo (Rio de Janeiro).

terça-feira, 21 de abril de 2020

Foto histórica

Time do Manchester no estádio de Juiz de Fora em 1994, tendo o Neymar pai no elenco e o Neymar Júnior como mascote.
Em pé: Wander, Sérgio Bigode, William, Alexandre Pinto, Jairo e Roberto Carlos
Agachados: Cléver , Helbert, Neymar Santos, Emerson e Marco Santos, o Macarrão.
Mascote: Neymar Júnior.

Machester, que tinha a águia como mascote,  foi uma tentativa de união dos três clubes de futebol de Juiz de Fora (Tupynambás, Tupi e Sport) que disputou o campeonato mineiro da segunda divisão em 1994, subindo para a primeira, em segundo lugar. E que em 1995, ficou em último lugar, e foi rebaixado. Paulinho de Almeida (1932/2007) que havia sido o primeiro treinador do Volta Redonda (fundado em 09 de fevereiro de 1976), foi o primeiro treinador do time juizforano.

Literatura

sexta-feira, 17 de abril de 2020

Wellington Xavier Costa

Morre em Juiz de Fora, aos 79 anos, o radialista Wellington Costa

Wellington Costa, que sofria do mal de Alzheimer, morreu na madrugada desta sexta-feira, 17/04, vítima de hemorragia interna e pneumonia. Ele estava internado na UPA da Regional Leste.
Corpo está sendo veladona capela 01 do cemitério Parque da Saudade e o sepultamento previsto para às 16:30h.

Wellington Xavier Costa nasceu no bairro de Bela Vista, região do Bixiga, zona sul de São Paulo, em 03 de maio (dia do sertanejo) de 1940.  Filho de Vinícius Xavier e Nely Xavier Costa (ambos falecidos), casado com Ana Maria Dias e pai de quatro filhos: Marcos Vinícius, Carlos Eduardo, Aline e Karina Marques Costa.

Formação
Formado em Gestão Ambiental pela UNIPAC (Universidade Presidente Antonio Carlos).

Carreira
Radialista (locutor apresentador e locutor noticiarista), trabalhou nas rádios Super B3, Nova Cidade, Nova Amizade e Juiz de Fora AM, todas em Juiz de Fora. Trabalhou na TV Jornal do Comércio, de Recife-PE.

Na comunicação, Wellington Costa teve destacados trabalhos realizados com Oscar Mugica, Natálio Luz, Claudiney Coelho (1947/2010) e Cláudio Temponi (1932/2005).

Na iniciativa privada trabalhou em várias multinacionais, com destaque para Esso e Kodak.

Literatura

quarta-feira, 15 de abril de 2020

Foto histórica

Diretores da Escola de Samba Real Grandeza comemorando o bi campeonato em 1995. 
Da esquerda pra direita:
Em pé: Robson Campos, Luiz Carlos Masson (atual presidente), Klinger Boaventura de Mello (ex-presidente), Fernando Luiz Baldioti, Presidente e  Luiz Eduardo Schmitz; 
Agachados: André Roux, Júlio Meurer e Emmanuel Serdeira, o Canela (in memoriam).                Foto: Repórter Fotográfico Jairo Antonio de Souza.   

terça-feira, 14 de abril de 2020

Literatura

"Dakir Polidoro: A Hora do Despertador"

De autoria de  Moacir Pereira, a obra retrata a vida e carreira do radialista e político catarinense, Dakir Polidoro. Dakir foi eleito e reeleito prefeito de Florianópolis por conta do seu trabalho e pela sua credibilidade, e em função da fama que surgiu com o nome que ele fez no rádio, sem imagem e nem internet, numa época onde tudo era muito mais difícil. Dakir Polidoro, que é nome de rua, no bairro Campeche, em Florianópolis, morreu em 18 de janeiro de 2005, e era pai de oito filhos.

Gente de Expressão

Literatura

"Futebol, o jogo da memória: Um estádio no coração da cidade"

Escrito pelo jornalista catarinense Polidoro Júnior, o livro é um acervo de fotos memoráveis dos grandes eventos esportivos, dos craques inesquecíveis, dos lances decisivos e dos personagens que povoam essa história que define a identidade de Florianópolis. Reveja Lica, Rubão, Cavalazzi, Calico jogarem novamente sob os olhos assombrados de torcidas apaixonadas. Saiba como a crônica esportiva nasceu e cresceu em função do estádio que era referência em Santa Catarina. Acompanhe os dirigentes  fundando clubes e organizando os eventos. O livro com cenas que continuam na lembrança de todos os que conviveram essa época de ouro e que conta a saga de um espaço esportivo que nasceu junto com a paixão pelo futebol do autor.


Gente de Expressão

sexta-feira, 10 de abril de 2020

Literatura

“Dicionário da República - 51 Textos Críticos”
Organizado por Lilia Moritz Schwarcz e Heloisa MurgelStarling, o livro tem textos de Alberto Ribeiro Gonçalves de Barros, Alessandro de Almeida Pereira, André Botelho, Angela Alonso, Angela de Castro Gomes, Bruno Viveiros Martins, Celso Lafer, Cicero Araujo, Cláudia Viscardi, Conrado Hübner Mendes, Cristiano Paixão, Evaldo Cabral de Mello, Fernando Filgueiras, Flávio Gomes, Gabriel Pancera, Gustavo Henrique Tuna, Gustavo Marangoni Costa, Hélgio Trindade, Heloisa Murgel Starling, Helton Adverse, João Fragoso, José Murilo de Carvalho, Junia Ferreira Furtado, Keila Grinberg, Kenneth Maxwell, Lilia Moritz Schwarcz, Luís Falcão, Magda Ricci, Marcela Telles, Marcello Basile, Marco Aurélio Nogueira, Maria Filomena Gregori, Maria Tereza Aina Sadek, Marilena Chaui, Matias Spektor, Milton Meira do Nascimento, Newton Bignotto, Oscar Vilhena, Patrícia Reis, Patrícia Valim, Paula Mendes Lima, Pauliane de Carvalho Braga, Pedro Duarte, Petrônio Domingues, Renato Bigliazzi, Ronaldo de Almeida, Ronaldo Lemos, Sérgio Abranches, Sérgio Cardoso e Sílvio Luiz de Almeida.

terça-feira, 7 de abril de 2020

Um nome que fez história na comunicação

Eimar Santos (Eimar dos Santos Villela) nasceu em Nilópolis, na Baixada Fluminense, em 29 de fevereiro de 1938.

Família
Filho de Romualdo Villela e Maria dos Santos Villela, casado com Alzira Helena de Oliveira Villela (nascida em Santos Dumont em 05 de agosto de 1938), pai de quatro filhos: Gilcimara, Gilce Helena, Sandra e Eimar Júnior. 

Carreira
Radialista (Locutor esportivo, animador de auditório e apresentador de eventos), trabalhou na rádio Cultura e foi o idealizador da tradicional Copa Cultura de Futebol amador. No rádio, atuou ao lado de Edson Palma, Sandro Leite, Luciano Leite, Marco Evangelista, Adão César (1951/2011), Jorge de Castro (1944/2014), Itamar Vidal (1938/2017), Jurandyr Borges (1927/2010) e outros. 

Além do rádio, Eimar Santos era técnico em telecomunicações na TELEMIG (Telefonia de Minas Gerais).

Eimar Santos morreu em Santos Dumont, aos 51 anos, em 15* de novembro de 1989, sendo seu corpo sepultado no cemitério local.

*15 de novembro de 1989 foi o dia de votação, em segundo turno, para presidente da república, na disputa Collor x Lula e Eimar Santos estava no estúdio da emissora orientando os ouvintes/eleitores em quais seções votar, quando passou mal. Foi socorrido pelo operador de áudio Marco Evangelista e levado ao hospital, quando chegou sem vida, vítima de uma parada cardíaca.

Literatura

"Um francês no Vale do Carangola"

De autoria de Françoise Massa, que encontrou por acaso em um celeiro antigo na região da Bretanha, na França, cartas de um imigrante francês radicado no Vale do Carangola: o médico Alexandre Bréthel. As cartas, enviadas entre 1862 a 1887, quando a região era ainda coberta por florestas, inspiraram, em 1975, a pesquisa e tese de doutorado da autora na Universidade Sorbonne, a mais importante universidade Parisiense e uma das 100 melhores universidades do mundo. A tradução do livro é da jornalista Heloísa Azevedo da Costa. Alexandre Marie Bréthel morreu em Porciúncula, no Noroeste Fluminense, em 1901.

07 de abril

Dia do Jornalista, comemorado em 07 de abril, foi instituído em 1931, por decisão da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), como homenagem ao médico e jornalista Giovanni Battista Líbero Badaró, morto por inimigos políticos em 1830.

Líbero Badaró era um oposicionista ao imperador D. Pedro I e foi o criador do Observatório Constitucional, jornal independente que focava em temas políticos até então censurados ou encobertos pelo monarca. Badaró era defensor da liberdade de imprensa e morreu em virtude de suas denúncias e de sua ideologia que contrariava os homens do poder.
A morte de Badaró alimentou ainda mais a crise que começava a se instaurar no império de D. Pedro I. A revolta de populares e políticos que eram contra a repressão do monarca tornaram sua permanência no poder cada vez mais perigosa, uma vez que atos violentos estavam acontecendo frequentemente. Esse foi um dos fatores que levaram à renúncia de D. Pedro em 07 de abril de 1831. 

Padroeiro
O padroeiro dos jornalistas e dos escritores é São Francisco de Sales, cuja data é comemorada em 24 de janeiro.

Francisco de Sales
O Papa Pio XI foi quem declarou São Francisco de Sales, o santo deste dia, padroeiro dos jornalistas e escritores católicos, já que nunca abandonou a arte da escrita. Nascido na Savóia em 1567 tornou com o socorro de Deus um exemplo de mansidão. Formado em Direito, e com tudo para ser um ótimo advogado, Francisco contrariou os pais e acertou na vocação, ao entrar no Sacerdócio que advoga espiritualmente pelo povo de Deus. Depois de ordenado sacerdote foi, depois de um tempo, sagrado Bispo com a missão de lidar com os Católicos que foram para os Calvinistas.Usou Francisco de folhetos e todos os meios possíveis para naquela época conscientizar sobre a doutrina, isto através de encontros, diálogos, palestras e muito testemunho. Indo para a Genebra, na Suíça, acabou nas mãos dos Calvinistas, porém conseguiu ser pastor, sábio, prudente , e escritos de caráter pastoral e acético.Por fim encontramos o Tratado amor de Deus e a conhecida Filotéia, ainda hoje, influencia pessoas e situações. Outro grande mérito foi ter orientado para a vida espiritual a alma da Santa Joana e São Vicente de Paulo. Francisco de Sales morreu em 1622.

Literatura

"República e Democracia - Impasses do Brasil Contemporâneo"

Organizado pelos professores André Botelho e Heloísa Murgel Starling, a obra conta com a participação de especialistas em diferentes áreas do conhecimento, com o objetivo de promover o debate sobre o contexto político, social e cultural do Brasil contemporâneo.

O livro, segundo os organizadores em sua apresentação, “articular nossas convicções democráticas e nossas dúvidas sobre o presente”, apoiados em pesquisas universitárias e desafiados pelos acontecimentos em curso no país desde o impeachment da presidente Dilma Rousseff, em 2016.

A obra se divide em quatro partes e promete romper com modelos lineares de interpretação, analisando sob perspectiva sócio-histórica, a sociedade, o Estado e a cultura brasileira.