quarta-feira, 13 de novembro de 2019

Literatura

"PRB - 3 - Meu ouvinte, meu amigo - A história de Padre Wilson Valle da Costa" 

Escrito pela jornalista e sobrinha do biografado, Mari Ângela Herédia da Costa, o livro tem o prefácio do bispo emérito de Juiz de Fora, dom Eurico dos Santos Veloso e manifestações dos jornalistas Wilson Cid e Leda Nagle.

Wilson Valle da Costa nasceu em Juiz de Fora, em 08 de outubro de 1920. Filho Nicanor Damaso da Costa e Edina Valle da Costa. Sendo avós paternos Francisco Damaso da Costa e Guilhermina Belmira da Costa, e, avós maternos, José de Araújo Valle e Carlota de Araújo Valle. Foi padre, capelão do exército (fez parte da força de Paz da ONU - Organização das Nações Unidas, no canal de Suez), taxista, radialista. Padre Wilson morreu em Juiz de Fora, aos 44 anos, em 23 de abril de 1965.

Obs: Em 2005 a Câmara de Vereadores de Juiz de Fora o homenageou, entregando a seu irmão, Gilson Gonzaga Valle da Costa, o título de cidadão benemérito "post mortem", iniciativa do então presidente da casa, vereador Vicente de  Paula Oliveira (Vicentão), que fora batizado pelo padre Wilson, na capela de Torreões, distrito de Juiz de Fora.
É nome do Hospital de Toxicômanos, no bairro Linhares, de uma escola municipal na zona rural de Juiz de Fora e nome de rua em Santos Dumont.

Gente de Expressão

Mariangela Heredia (Mari Angela Heredia da Costa) nasceu em Juiz de Fora, em 13 de novembro de 1960. Filha de Gilson Gonzaga Valle da Costa (1919/2006) e Juny Heredia da Costa.

Carreira
Mariangela Heredia é jornalista, radialista, publicitário e professora, pós-graduada em Artes Visuais - SENAC - 2008  e Fake News - Knight Center - Texas - 2017  e ao longo da carreira trabalhou: TV Manchete - sucursal Brasília, Empresa Brasileira de Notícias (EBN) - Agência de notícias e Voz do Brasil, Jornal O Globo/Brasília, Jornal DataNews - especializado em informática / sucursal Brasília, TV Bandeirantes - Brasília, Jornal O Estado de São Paulo - Brasília, TV Executiva - MEC / UNESCO - Brasília e TV Justiça - Brasília.

Nomes relevantes com os quais trabalhou:
Marília Gabriela Leda Nagle, Silvia Faria e Jorge Bastos Moreno ( 1954/2017).

Coberturas jornalísticas
- ECO 92 - conferência mundial sobre o meio ambiente - Rio de Janeiro
- Congresso de Biotecnologia (1986) - Portugal e Bélgica
- Viagem presidencial aos Estados Unidos - Washington e Nova York - Sarney - 1985
- Encontro de Ganaderos - Zacatecas - Mexico - 1998  

Escritora
- "50 anos da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA)",
- "Meu Ouvinte, meu amigo - A história do Padre Wilson Valle da Costa",
- "César Asfor Rocha -20 anos de Superior Tribunal de Justiça",
- "Semeando Ideias - volumes 1 e 2 - Antônio Ernesto de Salvo - presidente CNA".

Literatura

"Brumadinho - A engenharia de um crime"

Não foi acidente. A frase pintada em cartazes de protesto logo após a maior tragédia socioambiental da história do Brasil não estava errada. A Vale sabia dos riscos elevados de ruptura da barragem da mina de Córrego do Feijão pelo menos desde o segundo semestre de 2017 e podia ter evitado a morte de 270 pessoas e danos à bacia do rio Paraopeba. O desastre de Brumadinho deixa um rastro documentado de negligência com a vida humana e com o meio ambiente.

Trabalho de investigação, de autoria dos jornalistas Lucas Ragazzi e Murilo Rocha, após o rompimento da barragem de Fundão, em Mariana, em 05 de novembro de 2015, quando 19 pessoas morreram, a Vale passou a promover, segundo a investigação jornalística, promovia painéis em que a segurança das estruturas nas minas era avaliada. Quatorze meses antes da tragédia de Brumadinho, uma especialista apontou que o Fator de Segurança da barragem Córrego do Feijão estava abaixo do mínimo.


Um nome que fez história na comunicação

Waldir Vieira (Waldir Gomes Vieira) nasceu em São Fidélis, no Norte Fluminense, em 31 de maio de 1944. Filho de Antonio Vieira e Ana Lina Gomes Vieira, foi casado com Maria Ângela, com quem teve dois filhos: Luciano e Lina.

Carreira
Iniciou carreira na sua terra natal, na rádio Coroados, de São Fidélis.

Rio de Janeiro
Em 1968, deixa São Fidélis e vai para o Rio de Janeiro. Em 1970 chega a rádio Globo e torna-se assistente de Haroldo de Andrade ( ), até conseguir um horário para o seu programa, o qual foi apresentado até 13 de novembro de 1985. Seu programa era diário e tinha também nas manhãs de domingo, no qual conversava com ouvintes, pelo telefone, e desafiava-os com uma charada. Os quadros fixos eram As Canções do Rei Roberto Carlos e a Carta da Vovó.

Waldir Vieira morreu no Rio de aneiro, aos 41 anos, em .13 de novembro de 1985).

Morte
No dia 13 de novembro de 1985, Waldir, cumpriu normalmente seu dia de trabalho na rádio Globo e após, foi para a agência, a Waldir Vieira Publicidade, que tinha na mesma rua, no bairro da Glória, onde ficava a rádio, de onde saiu por volta de 19 horas.

Waldir deu entrada no Hotel Ebony com uma jovem com quem já se apresentara ali outras vezes, a bancária Sueli Costa Pessanha, sua prima de 22 anos, moradora de Niterói e funcionária de uma agência do Bradesco em Nilópolis. Pegaram as chaves no quarto C-03 do 12.° andar do único e moderno “motel vertical” de alta rotatividade do centro do Rio de Janeiro. A partir daí, ninguém mais viu o casal. 

Com os apelos da emissora onde trabalhava, há 15 anos, o carro do radialista foi encontrado na rua Conde Lage, nos fundos do Hotel Ebony. 
Os corpos foram encontrados pelo jornalista Maurício Menezes, amigo e colega de trabalho de Waldir, segundo informava a edição do Jornal do Brasil à época.

Na 09ª Delegacia, onde ocorreu o inquérito, a versão aceita foi a de homicídio seguido de suicídio, Sueli teria matado Waldir e se matado. Outra versão é a de que os dois morreram asfixiados, causados por vazamento de gás.
Os peritos informaram que os corpos não apresentavam sinais de violência. 

Parecer do médico neurologista Carlos Bacellar. 
"Pelos hábitos do Waldir, a quem eu conhecia muito, não acredito que ele tenha feito pacto de morte. O corpo estava contraído, parecendo que ele tinha sido surpreendido por alguma coisa. A da mulher apresentava todas as características de que estava aguardando a morte"

Em 2011, o Hotel Ebony, passou a se chamar Hotel Diamond.

Literatura

"O Verbo e o Verso: Uma Leitura de Tempo e Eternidade, de Murilo Mendes"

De autoria do jornalista e professor, Edson Munck Jr, a obra propõe um exercício de leitura de "Tempo e eternidade", publicado por Murilo Mendes, em 1935, a partir das noções do sagrado que exsurgem nos poemas. Apoiado nas reflexões de Mircea Eliade sobre o mito e o sacro e conjugando-as com a fortuna crítica de José Guilherme Merquior, Murilo Marcondes de Moura, Laís Corrêa de Araújo, Júlio Castañon Guimarães, Martin Heidegger, Octavio Paz, dentre outros, quer-se ler a poética muriliana que coloca em jogo o modernismo e a tradição cristã. Um ano antes da publicação da obra, o poeta juizforano converte-se ao cristianismo. Em parceria com Jorge de Lima, elabora-se o projeto do referido livro sob a epígrafe “restauremos a Poesia em Cristo”, presente na publicação ao tempo de seu lançamento. Tempo e eternidade também representa, desse modo, esforços da intelectualidade católica brasileira no intuito de reconstruir o lugar da experiência com o divino em um contexto de industrialização e urbanização intensas no país. Todavia, como manifestação poética que é, a obra encerra em si questões que traduzem a condição do ser no mundo, e é justamente esse aspecto existencial que se quer investigar no presente trabalho. Assim, propõe-se a leitura do percurso da restauração da poesia no mundo moderno em três movimentos: do mundo caído, ao mundo em Cristo e, por fim, ao mundo vindouro

terça-feira, 12 de novembro de 2019

Um nome que fez história na comunicação

Zé de Barros (José Vicente de Barros)  nasceu em 18 de janeiro de 1932, em Conceição do Formoso, distrito de Santos Dumont. Pai de dois filhos, os médicos Rogério Cruzeiro de Barros e José Vicente de Barros Júnior.

José de Barros chegou a Juiz de Fora em 1944 e ficou 55 anos ininterruptos “no ar” num mesmo canal de emissora de rádio. Foi vereador por um mandato (1983/1988).

O radialista José de Barros morreu aos 84 anos, em 01 de outubro de 2016, na Santa Casa de Juiz de Fora e foi sepultado no dia 02/10, no cemitério Parque da Saudade, no bairro de Santa Terezinha.


sexta-feira, 8 de novembro de 2019

Literatura

"Sócios do filho: A verdade sobre os negócios milionários do filho do ex-presidente Lula"
Saqueados e saqueadores locupletaram-se todos. O sócio Jonas Suassuna, dono do Grupo Gol, associou-se ao filho (do ex-presidente Lula), Fábio Luís Lula da Silva para, com os irmãos Kalil e Fernando Bittar, formarem o que o autor deste livro, Marco Vitale, definiu como a Quadrilha Gol. De 2008 a 2016 eles promoveram repetidos assaltos aos cofres públicos usando como arma a influência política do ex-presidente. É disso que trata este livro. Em prosa despida de preciosismos, Marco Vitale deixa-se guiar pela soberania dos fatos para compor uma obra que alia o relato das maracutaias que vicejaram à sombra do Grupo Gol aos faits divers no entorno de seus personagens.

Lula livre, SIM!... Inocente, NÃO!

Por tudo e por todos, de forma isenta não é possível afirmar que nesse mar de lama todo, o senhor Luiz Inácio é inocente.

Pode-se questionar o tamanho da pena (08 e depois aumentada para 12), imposta por um juiz de primeira instância, parcial, que agiu, não em nome da lei, mas em projetos pessoais próprios, legislando em causa própria. Mesmo sem ser e sem querer ser jurista, afirmo que: pela idade, sexagenário, não oferecer risco físico (os condenados nessa estirpe, é só tirar o poder deles que as mazela cessam), que acredito que a pena foi exagerada.

E mesmo que Lula, pelos meios legais, consiga provar sua inocência, há quem afirme que ele merece "pegar uma cana" (expressão do vasto vocabulário do categorizado bolsonaro), por dois graves deslizes cometidos:
- Ter construído um estádio com dinheiro público e ofertado a seu clube de preferência;
- Por ter nos empurrado "goela abaixo" (expressão antiga, mas de cunho atual), uma candidata a "PRESIDENTA" tão despreparada como foi a senhora DR.

Também não é de bom alvitre negar os avanços proporcionados:
- Acesso a casa própria e ao ensino superior dos menos favorecidos;
- Melhor distribuição de renda, com o povo tendo acesso, inclusive, a viagens de avião. Quem não tem conhecimento dos protestos das "madames" nos aeroportos? 'Isso aqui está parecendo uma rodoviária".
Evidente que esses avanços incomodaram e ainda incomodam a poderosa elite escravagista.

Não podemos negar
- A obsessão de Lula pelos não-democratas Hugo Chaves (1954/2013) e Fidel Castro (1926/2016);

- A insistência em manter impune aqui no Brasil o italiano Cesare Battisti;
- A imediata deportação de um atleta Cubano que por ocasião dos jogos Panamericanos 2007, no Rio, ficou encantado pela liberdade (construindo com suor, sangue e lágrimas) que há por aqui, e tentou retardar seu retorno à ilha.

Os que, legitimamente, pensam diferente, não podem negar o auto grau de inteligência de Lula, a saber:
- Assumiu o poder e não aplicou a "teoria de Nero", manteve o que funcionava, principalmente, a economia, e aperfeiçoou outras;
- Quando no palanque, esbravejava para seus convertidos, "mídia golpista", "manipuladora" etc, nos bastidores, seu governo enchia as burras dessa mesma "mídia golpista", com fartas verbas publicitárias.
Pode-se afirmar que era, ou ainda é, preguiçoso, desinteressado em adquirir conhecimento, mas desprovido de inteligência, isso não! Podia no improviso falar "menas gente" ou algo parecido, por puro desleixo, mas tem, a seu jeito, o dom da palavra.

Há uma versão que diz o seguinte:
Certa vez, sem ocupar cargo eletivo, estava Lula no avião e a aeromoça apresentou duas opções de alimentação:
- Caviar e trufas empanadas. Ele optou pelo primeiro e a aeromoço se manifestou:
- "Enquanto lá fora o trabalhador está comendo arroz com feijão, o sr está aqui comendo caviar". 
E ele respondeu:
- "Muito bem, então você suspende o caviar e me traz um pouco de arroz com ovo frito", 
e ela respondeu:
- "Isso nós não temos"
E ele retrucou:
- Se você não tem arroz com ovo para me oferecer, porque está me criticando porque eu pedi caviar?"
Só os inteligentes são capazes disso.

Lula x Mídia
Quando Luiz Inácio Lula da Silva tomou posse, em janeiro de 2003, apenas 499 veículos de comunicação recebiam verbas de publicidade do governo federal. Em dezembro de 2010 esse número saltou para 8.094. Esses jornais, revistas, emissoras de rádio, de TV e "outros" estavam espalhados por 2.733 cidades. Em 2003, eram só 182 municípios.

Em tempo:
Agora entendo porque nas copas anteriores 08 estádios eram suficientes para abrigar o evento e aqui, se construiu 12, sendo cinco no meio do nada: Brasília, Cuiabá, Manaus, Natal e São Lourenço da Mata-PE.

Literatura

"Por Dentro do Governo Lula"

Com textos curtos, a publicação relata os principais episódios da gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De autoria da cientista política, historiadora, consultora e conferencista, Lúcia Hipólito, a obra nasceu do encontro de duas vontades: o convite da Editora Futura e o desejo da autora de reunir em um livro uma seleção de comentários que fez ao longo de seu trabalho no rádio.

quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Extinção/incorporação de municípios com menos de 05 mil habitantes: Eu sou contra!

por Viviane Campos*
Hoje eu PRECISO falar sobre a polêmica proposta de acabar com os municípios com menos de 05 mil habitantes. Agora sim, uma proposta chega bem pertinho de nós, que moramos, temos família ou vínculos, em municípios com poucos habitantes. Vamos lá:
Eu sou de Oliveira Fortes, com muito orgulho.
Cidade pacata, acolhedora... o meu aconchego.
É verdade que precisei sair de lá, me mudar para uma cidade maior, assim como muitos pares fazem, pois o campo de trabalho, como em todas as cidades pequenas, é limitado.
Mas gostaria aqui de fazer algumas reflexões...
Vamos começar com a saúde?
Gente... Não existe acolhimento igual. Em Oliveira as pessoas são tratadas como pessoas, humanas, seres ímpares e importantes. Nas cidades maiores, como em Juiz de Fora, por exemplo, as pessoas são tratadas como números (mais um, menos um, quem se importa?).
Mas por que em Oliveira o tratamento é tão bom e diferenciado?
É que existe alguém ali, no poder executivo, que zela e se preocupa com a população...
É que temos pessoas ali, no poder legislativo, que fiscalizam, pra saber se tudo corre dentro da legalidade e se a população está sendo bem atendida...
É  que temos ali uma equipe de funcionários públicos, que fazem o seu trabalho com muito amor e dedicação.
E a educação?
Ahhhh gente... essa é minha praia e falo com muita propriedade pra vocês... 
Que Ensino!!!!  
Vocês têm ideia da diferença de ensino (qualidade) das Escolas Municipais e Estadual (a cidade só possui uma) de Oliveira Fortes, para as Escolas públicas de cidades maiores? Eu tenho ideia e garanto... a diferença é enorme.
Mas quem está por traz desse ensino de qualidade?
O poder executivo, que se preocupa demais com a qualidade do ensino, o poder legislativo, que continua fiscalizando, e os funcionários públicos (professores, diretores, secretários, ASBs, etc), que prestam um serviço de excelência, atendendo nossos alunos, um a um, dentro de suas especificidades.
Eu, particularmente, tenho muito orgulho de ter estudado e ter tido a chance de trabalhar um tempo em Oliveira.  
Vamos refletir mais um pouco?
Oliveira Fortes tem escola nova, quadras poliesportivas prontas e em construção, prédios da saúde bem cuidados, calçamentos das ruas centrais muito bem cuidados e bonitos. Atualmente, pavimentação de ruas que ainda eram de terra.
A prefeitura olha por seu povo e ajuda na construção/reforma de moradias das pessoas mais necessitadas.
A prefeitura apóia os produtores rurais.
A prefeitura fornece transporte gratuito a estudantes da educação infantil, ensinos fundamental  e médio e até o ensino superior.
A prefeitura fornece transporte para casos mais específicos de saúde, com carros diários para Santos Dumont e Juiz de Fora e até para Belo Horizonte e São Paulo, quando necessário.
A prefeitura dá toda assistência para o pleno funcionamento do destacamento de polícia, que por sinal, presta um grande serviço a população, estando sempre prontos, em qualquer horário, para atender a qualquer chamado. Parabéns e obrigada, policiais militares de Oliveira Fortes. 
E além disso, verdade seja dita, quem nunca precisou de uma ajuda da prefeitura?
Eu também preciso abrir um parêntese e dizer... Talvez você não concorde com minha posição, porque conhece um funcionário público, ou um vereador, que não faz o seu trabalho com excelência. E eu concordo, que em qualquer lugar, seja no setor público ou privado, há funcionários competentes, outros nem tanto. Só não podemos generalizar e acreditar que todo serviço prestado por um funcionário público é ruim. O que temos que fazer é cobrar daqueles que são ruins, para que melhorem, e para isso existem as avaliações de desempenho, obrigatórias no setor público.
Ahhhh Oliveira Fortes...
Vejam que cidade linda, bem cuidada.
Vejam as benfeitorias que os prefeitos que por lá passam/passaram, têm feito pelo município.
Eu vi, convivi mais de perto com um prefeito, e sei da sua preocupação em fazer o melhor pra cidade.
Eu vejo as benfeitorias que o atual prefeito tem feito pela cidade.
Gente...
Se Oliveira Fortes, deixar de ser um município e passar a pertencer a Santos Dumont ou Barbacena, nosso povo ficará sem assistência individual.
Vocês acham que cidades maiores cuidarão da nossa cidade como é feito hoje em dia?
Será o fim da saúde de qualidade, educação de qualidade... tudo ficará "mais ou menos". Nós continuaremos com o fornecimento de tudo, mas daremos tchau para a qualidade.
Por isso EU SOU TOTALMENTE CONTRA o projeto que acaba com os municípios com menos de 05 mil habitantes.
*Viviane Campos, nascida em Oliveira Fortes e residente em Juiz de Fora, é engenheira civil e professora da rede estadual de ensino.

Literatura

"A Esperança Estilhaçada"

O que aconteceu exatamente? Como pôde acontecer? Qual terá sido a gênese da inverossímil seqüência de escândalos? Quem são e o que pensam os personagens do drama? Como será o rosto do Brasil redesenhado pela tempestade? Em busca das respostas para essas e tantas outras perguntas, o jornalista Augusto Nunes (nascido em Taquaritinga-SP, em ) reconstituiu a crise política que irrompeu em maio, consumiu o restante do ano, provocou a criação de três CPIs e não tem prazo para terminar.

Augustsmidt Riani

Morre em Ubá aos 77 anos, o ex-prefeito Augustsmidt Riani
Morreu na madrugada desta quarta-feira, 06/11, e foi sepultado no final da tarde, no Cemitério Memorial das Rosas, o ex-prefeito de Ubá, Augustsmidt Riani. O corpo foi velado no Cantinho São Francisco da Paróquia de São Januário.

Fiscal do INSS (Instituto Nacional da Previdência Social), Augustsmidt Riani, foi vice prefeito de Ubá por dois mandatos, de 1989/1992 e 2001/2004 e prefeito interino em duas ocasiões, 

Augustsmidt Riani nasceu em Juiz de Fora em 31 de maio de 1942. Filho do ex-deputado Clodesmidt Riani (que aos 99 anos, vive em Juiz de Fora) e Norma Geralda Riani, formado em direito pelo Instituto Vianna Júnior. Em Ubá, casou-se com Maria Alice d'Avila Riani e é pai dos advogados Frederico Augusto d'Avila Riani e Luiz Gustavo d'Avila Riani; da promotora de justiça Thereza Rachel d'Avila Riani Lana e da pedagoga Ana Cristina Riani Abrahão. Um dos seus irmão, o advogado Orlandsmidt Riani foi vice presidente do Tupi na primeira gestão de Àureo Carneiro Fortuna.

Clodesmidt Riani 
Nasceu em Rio Casca-MG, em 15 de outubro de 1920. Filho de Orlando Riani, operário e sindicalista e Maria Riani, mudou-se para Juiz de Fora com seis anos de idade. Casou-se com Norma Geralda Riani, em 04 de setembro de 1941, em Juiz de Fora, com quem teve 10 filhos. Foi cassado pelo golpe militar de 1964, tendo sido preso e levado para a Penitenciária Frei Caneca, em Ilha Grande. Após a anistia voltou a vida sindical e se elegeu novamente deputado estadual por Minas Gerais. Alguns anos depois do período de cárcere, a Assembléia Legislativa de Minas Gerias (ALMG) reabilitou seus direitos políticos.

Literatura

"Línguas indígenas e gramática universal"

O desconhecimento quase total sobre a natureza e as propriedades das línguas indígenas é um dos fatores que contribuem para a formação de opiniões equivocadas e preconceituosas. Por isso a importância desta obra, de autoria de Bruna Franchetto, Márcia Dâmaso Vieira, Marcus Maia e Míriam Lemle, que apresenta, em linguagem clara e objetiva, aspectos da gramática de cinco línguas do Brasil: Guarani Mbya,Tupinambá, Karajá, Kuikuro e Paumarí. 

Gente de Expressão

Maurício Menezes (Maurício Antonio Menezes) o"Danadinho" nasceu em Juiz de Fora-MG em 06 de novembro e é filho de  Mauricio Menezes (nome de rua no bairro Costa Carvalho) e Laura Freesz Menezes, ambos falecidos. É casado com a pedagoga Selda Sobral Santos Menezes. Seu avô, major Delfino (Delfino Costa Carvalho), fundou em Juiz de Fora o bairro Costa Carvalho, o qual o homenageia, com a rua major Delfino.

Carreira
Mauricio iniciou a carreira de locutor esportivo na antiga PRB-3, rádio Sociedade, emissora do "Grupo Associados" em Juiz de Fora, em 1965. No mesmo ano, no dia 05 de setembro, Maurício Menezes transmitiu o jogo de inauguração do estádio Mineirão, em Belo Horizonte.

O jogo
Seleção Mineira - 1, gol de Buglê aos 02 minutos do segundo tempo,
River Plate (Argentina) - 0.

Copa Rocca
Em julho de 1971, pela rádio Industrial, Maurício Menezes fez a primeira transmissão internacional do rádio esportivo de Juiz de Fora, narrando Argentina e Brasil, pela Copa Rocca, direto do estádio Monumental de Nuñez, em Buenos Aires. O comentarista foi Gabriel Gonçalves da Silva (1910/1985), o Bié. 

Rio de Janeiro
Quando Juiz de Fora se tornou pequena para seu talento, Maurí­cio foi para o Rio de Janeiro, permanecendo lá por 26 anos. Trabalhou nas rádios Nacional, de 1977 a 1984, Globo, de 1985 a 2003, e na TV Educativa, hoje Rede Brasil, de 1993 a 1994. Na TV Educativa, foi Superintendente de Esportes e apresentador do programa "Debate Esportivo", que ia ao ar aos domingos à noite. Além de Mauricio, participavam do programa: Áureo Ameno, Ronaldo Castro, Fernando Calazans ( hoje colunista do jornal O Globo),  Jaime Luís e Achilles Chirol (in memoriam). Mauricio Menezes, na época, reativou o debate esportivo na TV Educativa, que estava paralisado há 11 anos e que hoje permanece no ar, com outro nome.

Transmissões esportivas
Nas funções de locutor esportivo e coordenador de esportes, o "Danadinho" transmitiu as Copas do Mundo de 1982 (Espanha), 1986 (México), 1994 (EUA) e 1998 (França), esteve presente em 05 edições da Copa América: 1989 no Brasil; 1993 no Equador; 1995 no Uruguai; 1997 na Bolívia e 1999 no Paraguai. Transmitiu jogos em mais de 20 países e, com exceção do Amapá, transmitiu jogos em todos os estados brasileiros.

Juiz de Fora
Em julho de 2003, Maurício retornou a Juiz de Fora, foi um dos pioneiros na fundação da rádio Panorama FM. De volta pra casa, retomou um projeto antigo, de se tornar advogado, e em 2011 concluiu o curso de Direito na Universidade Salgado de Oliveira (UNIVERSO). Militando no direito, Maurício permanece atuante no meio esportivo, com suas informações e comentários nas mídias sociais.

terça-feira, 5 de novembro de 2019

Literatura

"Famigerado – a Vida e o Tempo de João Acácio, o Bandido da Luz Vermelha” 

De autoria do jornalista Gonçalo Júnior e com prefácio de Gil Gomes (1940-2018), a biografia do Bandido da Luz Vermelha traz um panorama da ação do psicopata e depoimento inédito de vítimas.

A história de João Acácio Pereira da Costa (1942-1998) ganha mais um capítulo e talvez a geração 2000 nem faça ideia de quem foi o Bandido da Luz Vermelha, condenado a 351 de prisão por todos os seus crimes. João Acácio aterrorizou os milionários de São Paulo na década de 1960, contudo há registros de crimes na década de 1949, a partir dos 07 anos de idade, quando ainda morava em Joinville, no norte de Santa Catarina. Além de praticar roubos de carros, assaltar casas, ele também estuprava e matava as vítimas.

O livro é fruto de quase 23 mil páginas dos 88 processos que correram contra João Acácio, três dezenas de entrevistas e consultas a laudos psiquiátricos. É apresenta ainda uma entrevista inédita, com a bióloga Ingrid Yazbek Assad, que quebrou o silêncio de 49 anos. Ela levou um tiro a um centímetro do coração, dado por João Acácio quando tentava estuprá-la. Ingrid reagiu e sobreviveu.

segunda-feira, 4 de novembro de 2019

Domingos Delmonte

Morre em Juiz de Fora, aos 98 anos, o empresário Domingos Delmonte

Morreu na manhã desta segunda-feira, 04-11, Domingos Delmonte. O corpo está sendo velado no cemitério Parque da Saudade e o sepultamento previsto para terça-feira, 05-11, às 10 horas.

Viúvo desde 2018, o empresário deixa 05 filhos (Ana Maria, Flávia, Eliane, João e Eduardo), 14 netos e 11 bisneto.

Empresário
Comerciante com ênfase no setor calçadista, fundou a loja Arpel (esquina da Halfeld com Rio Branco), e a Delmonte 388, (na Rua Marechal Deodoro), essa inaugurada por Domingos em 1943 e onde ainda trabalhava até o último mês de setembro. 

Literatura

"Vozes do Joelma: os gritos que não foram ouvidos"

Escrito por Marcos de Brito, Marcus Barcelos, Rodrigo de Oliveira e Victor Bonini, o livro traz histórias misteriosas do edifício Joelma, que vão além do incêndio que o atingiu, em 1974, e que deixou 191 mortos e mais de 300 feridos.

Algo que nem todos sabem, é que muito antes do Joelma arder em chamas no centro de São Paulo, o terreno já havia sido palco de um crime hediondo, no qual um homem matou a mãe e as irmãs e as enterrou no próprio jardim.

Devido às recorrentes tragédias que marcaram o local, há quem diga que ele é assombrado por ter servido como pelourinho, onde escravos eram torturados e executados. E sua maldição já fora identificada pelos índios, que deram-lhe o nome de Anhangabaú: águas do mal.





Mário Albino Esteves


Morre em Juiz de Fora, aos 57 anos, o advogado Mário Albino Esteves

Foi sepultado no cemitério Parque da Saudade, no último domingo, 03/11, o corpo do advogado e filantropo, Mário Albino Esteves, que morreu no sábado, 02/11. Formado em direito, Mário Albino, que deixa a esposa Elizabeth e os filhos Letícia e Álvaro,era 01 tenente R/2 do Exército e exercia o cargo de superintendente do Educandário Carlos Chagas.

Educandário Carlos Chagas 
O Educandário foi fundado em 1932, por iniciativa de Eunice Gabbi Weaver (1902/1969), com o objetivo de atender os filhos sadios de hansenianos que buscavam orientação e proteção. Atualmente, é administrada pelo Rotary Club de Juiz de Fora e abriga crianças, adolescentes e adultos (dentre eles alguns portadores de necessidades especiais e órfãos), em estado de vulnerabilidade.

Literatura


"Treze Almas"

O incêndio no Edifício Joelma, em São Paulo, em 1974, deixou cerca de duzentos mortos e um mistério: treze pessoas, encontradas carbonizadas em um dos elevadores, jamais foram identificadas e seus corpos nunca foram reclamados por seus parentes. Enterradas no Cemitério da Vila Alpina, em São Paulo, seus túmulos passaram a receber a visitação pública e acredita-se que suas almas realizam milagres. Será mesmo verdade? Por meio desta surpreendente trama, conheça a história de Lina, uma das treze almas.

quarta-feira, 30 de outubro de 2019

Diocese de Leopoldina tem novo bispo

Dom Edson Oriolo foi nomeado pelo papa Francisco, em substituição a dom José Eudes

Dom Edson José Oriolo dos Santos, que desde 15 de abril de 2015, era bispo auxiliar da arquidiocese de Belo Horizonte, é filho de José Eugênio dos Santos e Alzira Oriolo dos Santos, nasceu em 18 de setembro de 1964, em Itajubá, no Sul de Minas. Dom Edson Oriolo, que foi ordenado bispo na catedral metropolitana de Pouso Alegre, vem substituir dom José Eudes Campos do Nascimento, nomeado bispo da diocese de São João Del-Rei.

Com posse prevista para 25 de janeiro de 2020, dom Edson Oriolo será o 08ª bispo de Leopoldina. Os anteriores foram: dom José Eudes Campos do Nascimento (2012/2018), dom Dario Campos (2003/2011), dom Célio de Oliveira Goulart (1998/2003), dom Ricardo Pedro Chaves Pinto Filho (1990/1996), dom Sebastião Roque Rabelo Mendes (1985/1989), dom Geraldo Ferreira Reis (1961/1985) e dom Delfim Ribeiro Guedes (1943/1960).

A Diocese
Criada em 28 de março de 1942 pela bula "Quae ad maius" do Papa Pio XII e pertencente, juntamente com a diocese de São João del-Rei, a província eclesiástica de Juiz de Fora, a diocese de Leopoldina é composta por 60 paróquias, organizadas em 06 foranias e abrange 34 municípios da Zona da Mata Mineira: Leopoldina, Além Paraíba, Antônio Prado de Minas, Argirita, Astolfo Dutra, Barão de Monte Alto, Cataguases, Dona Eusébia, Estrela Dalva, Eugenópolis, Guarani, Guidoval, Guiricema, Itamarati de Minas, Laranjal, Miradouro, Miraí, Muriaé, Palma, Patrocínio do Muriaé, Pirapetinga, Piraúba, Recreio, Rodeiro, Rosário da Limeira, Santana de Cataguases, Santo Antônio do Aventureiro, São Geraldo, São Sebastião da Vargem Alegre, Tocantins, Ubá, Vieiras, Visconde do Rio Branco e Volta Grande.

Literatura

"ENTRE CONTOS E CRÔNICAS: TUPI "FANTASMA DO MINEIRÃO" e SPORT "CAMPEÃO DO CENTENÁRIO DE JF"

A obra, escrita pelo jornalista juizforano Matheus Brum, relata, com riqueza de detalhes, as conquistas de dois, dos três clubes centenários de Juiz de Fora, Tupi (fundado em 26 de maio de 1912) e Sport (fundado em 24 de setembro de 1916). Através de minuciosas pesquisas em documentos, documentários, jornais, entrevistas, o autor rela a chegada do esporte no Brasil e sua chegada em Juiz de Fora através do centenário colégio Granbery (fundado em 08 de setembro de 1889). Na obra o leitor vai acompanhar relatos de ídolos e simpatizantes do Carijó e do Periquito.

Lançamento
04 de dezembro no salão nobre da câmara de vereadores de Juiz de Fora.

Juscélio Soares dos Reis

Morre em Juiz de Fora o contador Juscélio Soares dos Reis


Morreu na última segunda-feira, 28/10, na Santa Casa de Juiz de Fora, o contador Juscélio Soares dos Reis, proprietário do escritório "Reis Contabilidade".
O corpo foi velado na capela 02 do cemitério Parque da Saudade, no bairro de Santa Terezinha, e o sepultamento ocorreu às 15:30 horas, de terça-feira, 29/10.
Meu colega de profissão, um amigo de longa data, torcedor do Fluminense, formado Técnico em Contabilidade no colégio Pio XII e bacharel em Ciências Contábeis pela FACSUM (Faculdade do Sudeste Mineiro). Nascido em Rio Pomba, Juscélio fez toda sua carreira profissional em Juiz de Fora. Irmão do cinegrafista José Márcio Reis, casado com dona Tânia, pai da Natália e sogro do Guilherme.

Literatura

 “Dom Luciano Mendes de Almeida – Servo de Deus, irmão dos pobres”

Escrito pelo padre Francesco Sorrentino, o livro tem como objetivo proporcionar uma síntese das etapas significativas do percusso histórico da vida de dom Luciano Mendes de Almeida (1930/2006). Padre Francesco começou a estudar a vida e os escritos de Dom Luciano em 2011 e dedicou sua pesquisa de mestrado na Faculdade Jesuíta  de Teologia e Filosofia (FAJE), em Belo Horizonte,

segunda-feira, 21 de outubro de 2019

Um nome que fez história na comunicação

Carlos Valadares (Luiz Carlos Valadares) nasceu em Belo Horizonte, em 07 de fevereiro de 1946.

Carreira-rádio
Trabalhou nas rádios Inconfidência e Itatiaia (Belo Horizonte)

TV
Vila Rica, Globo, Record, SBT, OM/CNT e Band Minas.

Copas do Mundo
1974 (Itatiaia), 1978 e 1982 (TV Globo), 1986 (SBT/Record), 1990 e 1994 (SBT) e 1998 (Record).

Na TV Globo em 1979,  fez uma das mais comentadas reportagens da história do futebol mineiro, ao cobrir o feito de Nelinho, que chutou a bola para fora do Mineirão

Bordões
"Ora, ora, ora!", "Balançando a roseira" e "Sem coré-coré" 

Lagoa Santa
Mudou-se para Lagoa Santa, onde abriu sua estação de rádio, a Super FM 107,9 e lançou na internet o portal Rede Momento.

Carlos Valadares morreu aos 65 anos, em Lagoa Santa, na região metropolitana de Belo Horizonte, em 01 de janeiro de 2012.

literatura

“CONSTRUÇÃO DO TEMPO:  A história da paróquia Nossa Senhora Aparecida – Muriaé – MG”
A obra é o resultado da pesquisa realizada pelo historiador e autor Cristian Gomes Lima, fruto de ampla pesquisa documental e oral realizada ao longo de dois anos. O texto remonta, com a ajuda de um grande repertório histórico-fotográfico, a história da instituição desde as primeiras movimentações religiosas na antiga capelinha do início do século XX até os dias atuais, bem como as comemorações áureas realizadas no ano de 2015.  

Na obra de 268 páginas, é possível acompanhar a dinâmica administrativa e pastoral da igreja do Porto ao longo do tempo juntamente com a vida e ação de cada padre que passou na comunidade, como é o caso de padre Maximino Benassati, padre Henrique de Groot, padre Ênio Martin, padre Pìo Locks, padre Tiago Prins, padre Henrique Revers, padre Jacques, padre Carlos Borges, padre Valdemar Tadeu, padre Luiz Neto e padre Silas Geraldo.

quinta-feira, 17 de outubro de 2019

Um nome que fez história na comunicação

Romeu Rainho (Romeu de Souza Rainho), nasceu em Juiz de Fora, em 25 de abril de 1929, filho de Antonio Gonçalves Rainho e Percília de Souza Rainho, pai de duas filhas Isabela e Renata e irmão da professora, escritora e poetisa Cleonice Rainho Thomaz Ribeiro (1919/2012).


Carreira
Radialista, radioator, redator, poeta, trovador, declamador, produtor e apresentador/animador de auditório.

Foi contratado como locutor na rádio Barbacena AM 820, em julho de 1948. Em abril de 1949, assumiu o cargo de diretor-artístico da rádio Barbacena, administrada pela Organização Radiointerior de Alceu Nunes da Fonseca (nascido em Marica-RJ, em 31 de abril de 1903 e já falecido). Emissora gerenciada à época, por José Theodorico de Paula (in memoriam).

Romeu Rainho alcançou notoriedade, declamando poemas dos mais consagrados poetas da língua portuguesa.

Idealizou e apresentou o programa "Valsas e Canções". Colaborou com a divisão de radioteatro da rádio Barbacena, através do programa "Cortina Sonora" ao lado dos companheiros Walmick Campos, Benedito Fernandes Carlos, Sérgio Fernandes, Nadyr Manoel da Silveira, Nilcea Prenassi e Elizabeth Dorotéia Araújo "Betty". A partir de abril de 1949, apresentou o programa de auditório "Parada Infantil" no Cine Brasil.

Em 1950, desligou-se da rádio Barbacena, sendo contratado pelo cantor e compositor Luiz Gonzaga (1912/1989), o "Rei do Baião" que, na oportunidade, estava fazendo "tournée" pelo Brasil sob o patrocínio do "Colírio Moura Brasil".

Romeu Rainho manteve-se por muito tempo nessa atividade, nessa mesma firma, como apresentador dos artistas que eram contratados para promoções publicitárias pelo interior do Brasil. Tornou-se mais tarde empresário nesse ramo artístico-comercial, tendo a seguir assumido sucessivos compromissos com outros famosos artistas e outras conceituadas empresas.

Romeu Rainho além de empresário, se tornou amigo de  Luiz Gonzaga (que havia prestado o serviço militar em Juiz de Fora), denominando-o carinhosamente como o "filho do velho Januário e da velha Santana" ou "pernambucano valente das redondezas da Serra do Araripe".

Em 1982, realizou uma entrevista com o cantor Luiz Gonzaga, um trabalho histórico, realizado no Museu da Imagem e do Som da FUNALFA (Fundação Cultural Alfredo Ferreira Lage), de Juiz de Fora. 

Gravou também um CD contendo as suas principais declamações com destaques para:
"Prece de São Francisco de Assis", 
"Oração de um Órfão de Guerra", de Orlando Cavalcante.
"Gente Humilde" e "Carolina", de Machado de Assis.

Em Juiz de Fora, foi assessor parlamentar do então deputado estadual José Maria André de Barros (atual prefeito de Recreio) e trabalhou na extinta rádio Juiz de Fora AM.

Romeu Rainho morreu em Além Paraíba, aos 88 anos, em 17 de outubro de 2017

Literatura

"Quase tudo - memórias"

Aos quinze anos, Danuza Leão freqüentava a casa do pintor Di Cavalcanti. Aos dezenove, foi a primeira modelo brasileira a desfilar no exterior. Aos vinte, casou-se com um importante dono de jornal que tinha o dobro da sua idade. Tempos depois, com três filhos pequenos, separou-se para viver um grande amor com um cronista e compositor pobre. Aos quarenta e poucos, já avó, comandou as noitadas das boates Regine's e Hippopotamus (o que lhe valeu capa da revista Veja com o título "A grande dama da noite").

Danuza foi dona de butique, membro de júri de programa de auditório, relações-públicas, entrevistadora de TV, produtora de novela, cronista social, e publicou um livro de enorme sucesso sobre etiqueta moderna. E agora conta (quase) tudo de sua vida extraordinária nestas deliciosas memórias. São muitas histórias alegres ou picantes de uma mulher que sempre prezou sua independência, mas também episódios tristes de quem sofreu perdas dolorosas.

E, como se não bastasse tudo o que é sábia e generosamente narrado ao longo deste livro, há o gran finale, com as melhores páginas que o leitor brasileiro provavelmente leu nos últimos anos. Sem fazer pregações, sem dar receitas, sem propor panacéias, Danuza Leão oferece com simplicidade e franqueza uma imensa lição de vida.

quarta-feira, 16 de outubro de 2019

Um nome que fez história na comunicação

Wilton Franco (Wilton Tupinambá Franco) nasceu em Santo Antônio de Pádua, no Noroeste do estado do Rio de Janeiro, em 25 de julho de 1930.

Carreira/rádio
Radialista, na década de 1950 Wilton Franco foi apresentador do programa "Balança Mas Não Cai", criação de Max Nunes (1922/2014) e Paulo Gracindo (1911/1995), rádio Nacional do Rio de Janeiro. 

Carreira/TV
Na década seguinte, saiu do rádio para faze sucesso na TV  dirigindo e fazendo participações nos  programas "Essa Gente Inocente" e "Os Trapalhões" nas emissoras Excelsior, Record, Tupi e  Globo.

SBT
Em 1981 foi o idealizador e apresentador do programa "O Povo na TV", que tinha as participações de Sérgio Malandro e Wagner Montes (1954/2019).

Wilton Franco morreu aos 82 anos, na cidade de Penha, no litoral norte de Santa Catarina, em 13 de outubro de 2012. 

Literatura

"Que país é esse?

O livro, de autoria de Millor Fernandes, reúne crônicas e ilustrações que refletem a realidade brasileira e que, mesmo com o passar dos anos, têm a capacidade de permanecerem atuais. Nestas páginas está o Brasil que conhecemos, com a complexidade de suas leis, a redundância de seus impostos e os disparates sociais.

O autor
Irmão do jornalista Hélio Fernandes (nascido em 17 de outubro de 1920), Millôr Viola Fernandes nasceu no bairro do Méier, no Rio de Janeiro, em 16 de agosto de 1923, filho do espanhol Francisco Fernandes e da brasileira Maria Viola Fernandes. Inicialmente, registrado Milton, aos 17 anos, Millôr, já órfão de pai (morto em 1925, aos 36 anos) e mãe(morta em 1934), e amparado pela má grafia do escrivão, que gravou o T semelhante ao L e o N, semelhante ao R, ele resolveu adotar, em definitivo, o Millôr. Foi desenhista, jornalista, escritor, dramaturgo e tradutor. Millôr Fernandes, morreu no Rio de Janeiro, aos 88 anos, em 27 de março de 2012.


Um nome que fez história na comunicação

Mário Vianna (Mário Gonçalves Vianna) nasceu no Rio de Janeiro em 06 de setembro de 1902. Quando jovem foi engraxate, jornaleiro, empacotador de velas, fiscal da guarda civil e também fez parte da polícia especial.  Carreira Entrou no meio esportivo como árbitro de futebol, treinador e comentarista de arbitragem e garoto propaganda de uma marca de lâmina de barbear. 

Copas do Mundo
Trabalhou nas copas de 1950 (Brasil) e 1954 (Suíça). Apitou os jogos Espanha 3 x 1 Estados Unidos na copa de 1950 e Suíça 2 x 1 Itália na copa do 1954. Foi 01º árbitro assistente, "bandeirinha 1", nos jogos:
- Uruguai 8 x 0 Bolívia, em 02 de julho de 1950 no estádio Independência, em Belo Horizonte, sendo o árbitro principal o inglês George Reader e o 02º  assistente o iugoslavo Leo Lemesic;
-  Áustria 1 x 0 Escócia em 16 de junho de 1954, no estádio Hardturm, em Zurique, sendo o árbitro principal o belga Laurent Franken e o 02º assistente o suíço Josef Guld.

Treinador
Em 1957, deixou a arbitragem e foi ser técnico do Palmeiras, dirigindo a equipe em 16 jogos, com 04 vitórias, 04 empates e 08 derrotas.
Obs: O jornal "O Globo', de  03 de outubro de 1962 informava que ele havia acertado para dirigir a Portuguesa, mas não informa se era a paulista ou carioca.

Rádio  Esportivo
Na década de 1960, trabalhou nas rádios Bandeirantes/São Paulo e Globo/Rio, ficando na emissora carioca por mais de 20 anos.  
Mário Vianna morreu no Rio de Janeiro, aos 87 anos, em 16 de outubro de 1989

Literatura

"Os Doze - A vida e o legado dos apóstolos'


Doze, homens. Doze chamados. Doze vidas. Doze histórias. A obra, de John David Stewart, é um estudo breve e treze lições, aborda a vida e os feitos dos doze apóstolos, esclarecendo dúvidas sobre sua origem, chamado, história e morte. Com este livro você aprenderá fatos pouco conhecidos sobre a vida dos apóstolos e um pouco da tradição e lendas que surgiram com o passar dos anos sobre cada um deles. Este exercício pode ajudá-lo a compreender melhor o Novo Testamento ao entender e conhecer a vida daqueles que o escreveram.  

Um nome que fez história na comunicação

Gil Gomes (Cândido Gil Gomes Júnior), nasceu na Mooca, bairro de imigrantes italianos, em São Paulo, em 13 de junho (dia de Santo Antonio) de 1940. Torcedor da Portuguesa, o radialista era casado com Eliana Izzo, sua segunda mulher, com quem teve duas filhas, Flávia e Nathalie. Antes dela, Gil foi casado por 14 anos com a escritora Ana Vitória Vieira Monteiro, com quem teve três filhos: Daniel, Vilma e Guilherme, que morreu ainda jovem,vítima de uma hepatite C.

Carreira    
Inicialmente, militou no rádio esportivo, posteriormente, dedicou-se ao jornalismo policial e investigativo.    

Rádio/TV  
Trabalhou nas rádios Marconi, Tupi, Capital, Globo e Record e no SBT.    

Literatura  
Escreveu "Gil Gomes conta os crimes que abalaram o Brasil",  onde narrou crimes de repercussão nacional.
"Gil Gomes - Histórias do Mundo Real", escrito por Antonio Valter Kuntz, o livro é uma coletânea de narrativas apresentadas nos programas de rádio e selecionadas pelo próprio Gil Gomes para publicação.       
Gil Gomes morreu em São Paulo, aos 78 anos, em 16 de outubro de 2018. 

Velório e sepultamento 
O corpo foi velado no na capela do obelisco, no Ibirapuera, zona sul de São Paulo, e sepultado na manhã de quarta-feira, 17/10, no cemitério vertical de Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo.    

Obs: Algumas biografias registram que ele teria nascido na cidade de Sorocaba, n o interior paulista..

Literatura

quinta-feira, 3 de outubro de 2019

Esse nome fez parte do folclore de Juiz de Fora

Antônio Macário (Antonio Felício Macário) nasceu em Rio Espera em 23 de novembro de 1941 e morava de aluguel  na rua deputado Arlindo Janine, no bairro Parque
Independência, em Juiz de Fora. Antes de chegar a Juiz de Fora, ele trabalhou como pedreiro em Ouro Branco, região central de Minas e, em 1972, mudou-se para Juiz de Fora para trabalhar em fazendas da região. Desde então, começou a compor o cenário do calçadão da rua Halfeld, com suas apresentações.

Premiação
Agraciado com a "Medalha Nelson Silva", Antônio Felício Macário fazia parte do folclore e da cultura de Juiz de Fora com apresentações no tradicional calçadão da rua Halfeld, tocando viola,  sanfona, pandeiro, cavaquinho e bandolim.

Canções
Suas canções preferidas eram "Marca da ferradura" (Tonico e Tinoco), "Cabelo de trança (Jacó e Jacozinho), "O Milagre do ladrão" (Zilo e Zalo) e "Boi tufão" (Trio Parada Dura). 

Outras cidades
Em Conselheiro Lafaiete onde também se apresentava, era conhecido como o "Cantador da Rodoviária". Além de Juiz de Fora e Conselheiro Lafaiete, ele fazia apresentações em Santos Dumont, Barbacena e Viçosa.

Antonio Macário morreu na Policlínica de Conselheiro Lafaiete, aos 70 anos, vítima de infarto agudo do miocárdio, em 14 de novembro de 2012. O corpo foi velado e sepultado na cidade Rio Espera

Hécules Santos

Morre em Belo Horizonte, aos 45 anos, o jornalista Hércules Santos
Morreu na madrugada desta quinta-feira, 03/10, na capital mineira, o jornalista Hécules Santos. Ele estava internado no Hospital Semper, desde a última segunda-feira, 30/09 para tratamento de sinusite e morreu em função de complicações de uma pneumonia. O corpo está sendo velado na capela 01 do cemitério Bosque da Esperança e o sepultamento está previsto para sexta-feira, 04/10, às 09 horas.
Hécules Leonardo dos Santos era casado com Daniela Cristina Dias, de 42 anos, e pai de dois filhos, Bernardo de 03 anos e Ulisses, de 01 ano.

Mineiro de Belo Horizonte, Hércules Santos era formado em jornalismo pelo centro universitário Newton Paiva. foi estagiário na antiga rádio Mineira e iniciou carreira na rádio Caratinga, passando pelas rádio Globo e CBN, de 2002 a 2017. Atualmente, estava na rádio Super Notícia FM.

sábado, 28 de setembro de 2019

Gente de Expressão

Fernando Luiz (Fernando Luiz Baldioti) nasceu em Juiz de Fora em 14 de março de 1955. Filho de Adilceu Baldioti (1919/1967) e Dolores Bitarello Baldioti (1925/2019).

Fernando Luiz, o "repórter feliz" é radialista (desde 1977), jornalista (provisionado desde 1978), cerimonialista e carnavalesco. 

Formação
Formado em Comunicação Social (jornalismos pela Universo (Universidade Salgado de Oliveira), com Pós Graduação na UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora).

Carreira
Iniciou na rádio Industrial, levado por Tony Martins (1944/2001), e trabalhou nas rádios Capital Sociedade, Super B3,  Nova Cidade, Nova Amizade, Juiz de Fora AM e FM, 107,7 FM e Globo (todas de Juiz de Fora).

Correspondente
Inconfidência (Belo Horizonte) e Globo (Rio de Janeiro).

Televisão: 
TV Industrial e TV Tiradentes.

Jornal
Jornal dos Sports, Diário Regional, Jornal TER Notícias, Jornal Voz do Samba, Jornal Zona Sul, JF News.

Gestor
Foi diretor de e esportes das rádios Nova Amizade, Nova Cidade, Globo e JF AM e FM, presidente da Escola de Samba Real Grande e  secretário da Liga das Escolas de Samba de Juiz de Fora (LIESJUF).

Premiações
Troféu Bola de Ouro (prêmio máximo da crônica esportiva),
Troféu Pandeiro de Ouro,  
Troféu Imprensa, 
Troféu Fernanda Miller, 
Comendador do e sporte, 
Comendador do samba.
Cidadão Benemérito de Juiz de Fora, 
Cidadão Honorário da cidade Patos de Minas.

Atualmente Fernando Luiz trabalha na secretaria de comunicação da Prefeitura de Juiz de Fora, é diretor de comunicação da LIESJUF e diretor de comunicação do E.C. São Carlos.  

Um nome que fez história na comunicação

Jorge de Castro (Manoel Jorge de Castro) nasceu em Santos Dumont-MG, em 30 de maio de 1944. casado com Maria Helena (falecida em 2019), pai de três filhos (duas moças e um rapaz). Torcedor do Flamengo, era primo do radialista Antonio de Castro e contemporâneo de grandes nomes da comunicação: Halmalo Silva, Tota Meneguel, Edson Palma, Itamar Vidal (1938/2017), Adão César (1951/2011), Gilberto Freire (1944/1994), Sebastião Chagas/Barranco (1955/2010) e Jurandir Borges (in memoriam). No rádio teve várias funções: Locutor apresentador, noticiarista, gerente. Jorge de Castro morreu aos 70 anos, no Hospital de Santos Dumont, em 28 de setembro de 2014, sendo sepultado no cemitério local no dia 29/09. 
CONSIDERAÇÕES

Jorge de Castro, o nosso eterno Sr Jorge, foi um dos grandes amigos que o rádio me proporcionou. Nosso entrosamento no programa matinal no rádio de Santos Dumont era perfeito, só comparado ao que tive com o Márcio Augusto (1945/2012), no rádio de Juiz de Fora..

terça-feira, 24 de setembro de 2019

Literatura

 "A Europa Hipnotizada - A escalada da extrema direita"

O livro consiste em registro de fatos marcantes da História, com base na experiência e vivência de seu autor, o jornalista Milton Blay.


O texto traz questões relacionadas a imigração, terrorismo, refugiados, islamofobia, antissemitismo, o status do jornalismo, fake news, redes sociais.
Tudo sob o prisma do momento pelo qual passa não só a Europa, mas também o Brasil e o restante do mundo.

segunda-feira, 23 de setembro de 2019

Gente de Expressão

Halmalo Silva nasceu em Santos Dumont, em 15 de abril de 1933. Filho de Joaquim Rodrigues da Silva e Lindaura Gonçalves Silva. É viúvo de Lurdette Saint-Clair Silva (nascida em Manaus), pai do Marco Andre, (nascido no Rio de Janeiro e falecido aos 22 anos, em 1986), pai da Karina (nascida em Porto Alegre) e da Andréia e do Rafael Rodrigo (ambos nascidos em Fortaleza).

Início
Halmalo Silva teve primeiro contato com a comunicação, quando estudava no Instituto Granbery, de Juiz de Fora, ao ser locutor de auto falante do colégio. Fez teste de locução para a rádio Industrial (Juiz de Fora).

Carreira/rádio
Rádios Cultura (Santos Dumont), PRB3 (Juiz de Fora), Jornal do Brasil, Relógio, Continental, Tupi, Globo e Guanabara (Rio de Janeiro), Continental (Porto Alegre), Clube, Dragão do Mar e Iracema (Fortaleza), Clube e Sociedade (Salvador).

Carreira/jornal
Trabalhou no jornal O Dia, quando este pertencia a seu fundador, Chagas Freitas (1914/1991)

Carreira/TV
TV Manchete (Fortaleza) e TV Manchete (Rio de Janeiro).

Pela TV Manchete cobriu a Copa do Mundo no México em 1986 e as Olimpíadas de Seul (Coréia do Sul) em 1988. Fez transmissões esportivas nos Estados Unidos. 

Ao logo da carreira, trabalhou com Waldir Amaral (1926/1997), Jorge Cury (1920/1995), Oduvaldo Cozzi (1915/1978), Celso Garcia (1929/2008), Affonso Soares (1923/2007), Alberto Léo (1950/2016), Rubens Furtado (1931/2011), Mário Helênio (1925/1995), Éder Jofre, Paulo Stein, Márcio Guedes, Glauco Fassheber, Celso Martineli.

Atualmente, aposentado, Halmalo Silva vive no bairro de Laranjeiras, na Zona Sul do Rio de Janeiro.

sábado, 21 de setembro de 2019

Dia do rádio

por Bone Jr*
Antigamente, o dia do radialista era comemorado no dia 21 de setembro! Todavia, uma lei criada em 2006 transferiu essa data para o dia 07 de novembro. Agora, celebram a profissão nas duas datas. E por que não? O radialista, afinal, exerce uma profissão muito importante para a sociedade e merece, uma comemoração dupla. Além das vozes que escutamos em nossos aparelhos eletrônicos, diversos outros profissionais trabalham nos bastidores para que o rádio seja sintonizado por nós. Aos técnicos, produção, redatores,  roteiro, projetos, criação, e muitos outros: parabéns! Esse dia também é seu.  
O Rádio já teve seus dias de glórias e conquistas, mas hoje com algumas exceções os horários são ocupados por supostos profissionais, que alugam ou arrendam de seus permissionários. Rádio não tem dono é concessão pública. 
Os que levam a sério sua profissão, que nela crêem, e se dedicam, prestam inestimáveis  serviços a coletividade e a cultura do País. Seja na informação precisa e imediata, no serviço de utilidade pública, lazer, diversão, cultura musical, eventos esportivos, mensagens de paz e fraternidade. Desde a forma de se noticiar as informações, até as músicas que hoje dominam o mercado. Algo que nunca mudou, todavia, é a paixão de todos os radialistas pela sua profissão. Parabéns,caros colegas. São vocês que mantém a magia do rádio viva. 
*Bone Jr é radialista radicado na cidade de Santos

sexta-feira, 20 de setembro de 2019

Luiz Augusto Carvalho Gomes

Morre em Juiz de Fora, aos 61 anos, o radialista Luiz Augusto, o "tio Lula"
Morreu nesta sexta-feira, 20/09, na Santa Casa de Juiz de Fora, o ex-repórter esportivo Luiz Augusto.
O corpo está sendo velado na igreja adventista de Matias Barbosa e o sepultamento previsto para às 17 horas, no cemitério municipal de Matias.

Luiz Augusto (Luiz Augusto Carvalho Gomes, o tio Lula) nasceu em Petrópolis, em 07 de setembro de 1958. Casado com a professora Parminha Nery e pai do Thúlio Nery Gomes e do Douglas Nery Gomes.

Carreira
Torcedor do Fluminense, fez cobertura de eleições e carnavais, foi setorista do Tupi e trabalhou nas rádios Capital AM, Nova Cidade AM e JF AM (Juiz de Fora) e RMB FM (Matias Barbosa).