quarta-feira, 1 de março de 2017

APAE/JF

Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais de Juiz de Fora foi fundada em 16 de junho de 1968, por um grupo de pais de crianças portadoras de necessidades especiais. Antes mesmo de a instituição ter uma sede, esses pais trabalhavam com o desenvolvimento dos filhos em casa. Ele se reuniam em grupos de cinco mães e aplicavam os exercícios que tinham aprendido, de casa em casa.

Para aprender a fazer esse trabalho os pais iam a ABAE, Associação Barbacenense de Apoio aos Excepcionais, onde as crianças também eram consultadas com um médico neurologista.

Esse trabalho voluntário realizado pelas próprias mães dos excepcionais e em casa durou cerca de dois meses até que o grupo conseguiu um espaço para desenvolver essa atividade. O local foi o salão São Geraldo, emprestado pela Igreja da Glória. Com a conquista de um espaço próprio, o segundo passo era trazer e adaptar o trabalho já desenvolvido em Barbacena para Juiz de Fora.

Durante dois anos, os trabalhos foram desenvolvidos no salão até que o então prefeito da cidade, Agostinho Pestana da Silva Netto (1928/2008), filho de uma das fundadoras da Apae, Ondina Pestana e irmão de três excepcionais, doou o terreno onde hoje funciona a entidade, no bairro de Santa Terezinha. Agostinho Pestana, que foi prefeito de Juiz de Fora no biênio 1971/1972 é pai do deputado federal Marcus Pestana.

A verba para a construção da sede foi angariada através do também ex-prefeito Adhemar Rezende de Andrade junto ao deputado alemão Herman Gorgen. Várias pessoas da sociedade local já dirigiram a APAE, e uma das mais destacadas é Maria Izabel Marques (Dona Táta), uma das fundadoras.

APAE Juiz de Fora, rua Custódio Tristão, nº 02, bairro de Santa Terezinha.

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