sábado, 4 de julho de 2015

Tocha Olímpica

Rio 2016
Tocha Olímpica passará por 300 cidades brasileiras
O símbolo dos Jogos Olímpicos vai passar por todos os estados brasileiros até chegar ao Rio de Janeiro, onde será usada para acender a pira Olímpica na cerimônia de abertura, no Maracanã

Principal símbolo das Olimpíadas, a Tocha Olímpica vai percorrer cerca de 300 cidades brasileiras, entre elas todas as capitais estaduais, até agosto de 2016, quando chegará ao Rio de Janeiro para a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos. O anúncio oficial do modelo da Tocha Olímpica e da Rota de Revezamento foi feito nesta sexta-feira, dia 03 de julho, em Brasília, durante cerimônia com a participação da presidente Dilma Rousseff.

A jornada da tocha começa em maio de 2016, na Grécia, onde será acesa em Olímpia, cidade-berço das Olimpíadas. Depois, viaja uma semana por cidades gregas até chegar à capital Atenas. De lá, a tocha segue, de avião, direto para o Brasil.

Durante a rota do revezamento no Brasil, a tocha será carregada por cerca de 12 mil condutores, movendo-se por 19,7 mil km de rota terrestre e 8,8 mil km de rota aérea, em até 04 cidades por dia. O objetivo é alcançar o maior número possível de pessoas, aumentar a participação do povo brasileiro em torno dos jogos, contar histórias do Brasil e promover celebrações diárias.

Foram escolhidos, inicialmente, 82 municípios do Brasil onde a Tocha Olímpica deverá pernoitar. Além de fazer parte da Rota, cada um desses municípios vai receber um grande evento, que inclui show musical nacional e outras atrações. No processo de indicação dos condutores da tocha, a população será chamada a indicar os escolhidos em cada cidade do roteiro. Isso será feito em parceria com os patrocinadores oficiais do revezamento. O circuito básico da tocha foi definido baseado em critérios logísticos, turísticos e culturais.

As lendas dos povos antigos afirmam que o fogo foi enviado dos céus como dádiva divina. Na mitologia grega, Prometeu roubou o fogo dos deuses no monte Olimpo e o ofereceu aos humanos. O fogo era tão importante que, em algumas sociedades, mantinha-se acesa uma chama perpétua. Na Grécia, muitas casas tinham uma lareira sagrada, que representava a vida ou o espírito das pessoas.

Na Grécia Antiga, uma tocha viajava para anunciar que os Jogos estavam chegando e as guerras deveriam cessar. Os Jogos Olímpicos originais destinavam-se a atiçar as chamas da adoração. Surgiram como festividades religiosas em honra a Zeus, supremo entre os deuses do Olimpo. Foram realizados a cada quatro anos, de 776 a.C. a 394 d.C., quando o imperador romano Teodósio decretou que “as festividades pagãs deviam cessar". A Grécia, que na época fazia parte do Império Romano, obedeceu.

Tocha olímpica na era moderna
A prática moderna de mover a tocha olímpica por meio de um sistema de revezamento desde Olímpia, na Grécia, até o local dos Jogos começou na edição de Berlim, em 1936. Embora na maior parte do tempo a tocha seja levada por alguém correndo, ela tem sido transportada de várias formas. Viajou de barco em 1948 para cruzar o Canal da Macha e foi levada de avião pela primeira vez em 1952, quando chegou a Helsinque. Acender a pira olímpica depois do revezamento da tocha tem sido um dos eventos mais emocionantes dos Jogos Olímpicos.

A cada edição, tenta-se acender a pira olímpica de maneiras mais belas e originais. Na cerimônia de abertura dos Jogos de 1992, em Barcelona, os espanhóis resolveram inovar. Um arqueiro disparou uma flecha com o fogo olímpico para acender a pira. Mas a filmagem de um cinegrafista amador revelou a farsa: a flecha passou por cima da pira, que foi acesa por um dispositivo automático.
Fonte: www.uai.com.br

Um comentário:

João Guilherme Maia disse...

Na minha opinião o Brasil não deveria ter feito a Copa do Mundo como também realizar a Olimpíada em 2016. Você já imaginou os milhões de reais que foram gastos e que ainda irão ser gastos com as Olimpíadas? E nós tendo maior dificuldades na nossa Saúde, na Educação Escolar, no Saneamento Básico, não tem explicação para essas aberrações que os nossos primeiros mandatários fizeram em trazer esses eventos para o Brasil, começando pelo governo Lula e agora no governo Dilma. Ficou provado que esses organizadores, como FIFA, o que interessa para eles não é o esporte e sim milhões que eles faturam em cada evento desse e para ver que é tudo combinado os dirigentes brasileiros não cobraram um imposto se quer da FIFA, a arrecadação dela com a Copa do Mundo foi limpinha, sem nenhum imposto. Enquanto isso, nós trabalhadores brasileiros temos que trabalhar quase cinco meses para pagar os nossos pesados impostos.