segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Jair Félix da Silva (Jair Bala)

Jair Bala: intimidade com a bola e a alegria
por Ludymilla Sá*

Conterrâneo de Roberto Carlos e ídolo do América, ele jogou no Botafogo de Garrincha, no Palmeiras de Ademir da Guia, no Cruzeiro de Tostão e Dirceu Lopes, no Santos de Pelé.
O futebol nos proporciona histórias memoráveis, repleta de personagens emblemáticos. Eterno ídolo do América, Jair Félix da Silva, o Jair Bala, é um deles. Carismático, bom papo, é daqueles jogadores que o torcedor jamais esquece. Verdadeiro cigano da bola, atuou no Botafogo de Garrincha, no Palmeiras de Ademir da Guia, no Cruzeiro de Tostão e Dirceu Lopes e no Santos de Pelé. No Coelho, tornou-se unanimidade depois de ser artilheiro do último Campeonato Mineiro disputado integralmente no Independência, em 1964, e da primeira conquista do alviverde no Mineirão, em 1971, invicto.

Em Belo Horizonte, Jair encontrou a estabilidade que lhe faltava. Segundo ele, na vida pessoal e na profissional. Mas antes de fixar residência na capital mineira, esse capixaba de Cachoeiro de Itapemirim, a terra de Roberto Carlos, rodou o Brasil e conheceu diferentes escolas do futebol brasileiro.

Na semana passada, ele visitou as obras do novo Independência, onde se emocionou ao lembrar passagens marcantes da carreira, com o bom humor que exibe constantemente na Bancada da TV Alterosa. A arena em quase nada lembra aquela onde ele conquistou a torcida americana, da qual é um dos maiores ídolos.

Ele contou que desde pequeno quis ser jogador de futebol. Não se via fazendo outra coisa. Queria ser como o pai, Zózimo Félix da Silva, o Batata. “Ele era o maior atacante de Cachoeiro, meu pai era o meu ídolo”, recorda, orgulhoso. Depois de começar no Estrela do Norte local, Jair foi parar na Gávea por mero acaso. “O Flamengo havia sido convidado a participar de um torneio de uma festa tradicional em minha cidade. No jogo, marquei um gol e o técnico deles, o Manuel Fleitas Solich, me convidou para ir para o Flamengo. Quase desmaiei, porque era o meu sonho.”

Jair Bala chegou juvenil ao rubro-negro, sendo promovido em 1962. Mas jamais teve contrato com o clube carioca, cujo time principal defendeu em 12 partidas, marcando dois gols. Ele passou a maior parte do tempo no time aspirante. A chegada do técnico Flávio Costa resultou na transferência de Jair para o Botafogo. “Um dia, ele me chamou no vestiário e disse que me trocaria por um par de chuteiras do Garrincha. Aí, foi a gota d’água. Renato Expedito, dirigente do Botafogo, me perguntou se eu queria jogar lá. Como o pessoal do Flamengo tinha sumido com o meu contrato de gaveta, não pensei duas vezes.”

No alvinegro carioca, em 1963, assinou o primeiro contrato como profissional. Ganhava cerca de Cr$ 4 mil mensais e fazia parte de uma roda de amigos com ninguém menos do que Garrincha, Gérson (também transferido do Flamengo) e Jairzinho. “Não saía de Pau Grande (distrito de Magé), na casa do Garrincha. Lá, a gente tomava uma cachacinha e comia era churrasquinho de gato.”

Segundo Jair, naquele tempo não havia espaço para vaidades. “Nada disso existia, minha filha. Hoje é que jogador é bobo e mascarado. Não joga nada e se acha craque. A nossa convivência era natural, todo mundo se ajudava, Djalma Santos era meu parceiro e Pelé nunca se colocou na posição de rei. Hoje é que ele explora essa imagem, pois vive disso.”

O futebol nos proporciona histórias memoráveis, repleta de personagens emblemáticos. Eterno ídolo do América, Jair Félix da Silva, o Jair Bala, é um deles. Carismático, bom papo, é daqueles jogadores que o torcedor jamais esquece. Verdadeiro cigano da bola, atuou no Botafogo de Garrincha, no Palmeiras de Ademir da Guia, no Cruzeiro de Tostão e Dirceu Lopes e no Santos de Pelé. No Coelho, tornou-se unanimidade depois de ser artilheiro do último Campeonato Mineiro disputado integralmente no Independência, em 1964, e da primeira conquista do alviverde no Mineirão, em 1971, invicto.


Em Belo Horizonte, Jair encontrou a estabilidade que lhe faltava. Segundo ele, na vida pessoal e na profissional. Mas antes de fixar residência na capital mineira, esse capixaba de Cachoeiro do Itapemirim, a terra de Roberto Carlos, rodou o Brasil e conheceu diferentes escolas do futebol brasileiro.

Na semana passada, ele visitou as obras do novo Independência, onde se emocionou ao lembrar passagens marcantes da carreira, com o bom humor que exibe constantemente na Bancada democrática da TV Alterosa. A arena em quase nada lembra aquela onde ele conquistou a torcida americana, da qual é um dos maiores ídolos.

Ele contou que desde pequeno quis ser jogador de futebol. Não se via fazendo outra coisa. Queria ser como o pai, Zózimo Félix da Silva, o Batata. “Ele era o maior atacante de Cachoeiro, meu pai era o meu ídolo”, recorda, orgulhoso. Depois de começar no Estrela do Norte local, Jair foi parar na Gávea por mero acaso. “O Flamengo havia sido convidado a participar de um torneio de uma festa tradicional em minha cidade. No jogo, marquei um gol e o técnico deles, o Manuel Fleitas Solich, me convidou para ir para o Flamengo. Quase desmaiei, porque era o meu sonho.”

Jair Bala chegou juvenil ao rubro-negro, sendo promovido em 1962. Mas jamais teve contrato com o clube carioca, cujo time principal defendeu em 12 partidas, marcando dois gols. Ele passou a maior parte do tempo no time aspirante. A chegada do técnico Flávio Costa resultou na transferência de Jair para o Botafogo. “Um dia, ele me chamou no vestiário e disse que me trocaria por um par de chuteiras do Garrincha. Aí, foi a gota d’água. Renato Expedito, dirigente do Botafogo, me perguntou se eu queria jogar lá. Como o pessoal do Flamengo tinha sumido com o meu contrato de gaveta, não pensei duas vezes.”

No alvinegro carioca, em 1963, assinou o primeiro contrato como profissional. Ganhava cerca de Cr$ 4 mil mensais e fazia parte de uma roda de amigos com ninguém menos do que Garrincha, Gérson (também transferido do Fla) e Jairzinho. “Não saía de Pau Grande (distrito de Magé), na casa do Garrincha. Lá, a gente tomava uma cachacinha e comia era churrasquinho de gato.”

Segundo Jair, naquele tempo não havia espaço para vaidades. “Nada disso existia, minha filha. Hoje é que jogador é bobo e mascarado. Não joga nada e se acha craque. A nossa convivência era natural, todo mundo se ajudava, Djalma Santos era meu parceiro e Pelé nunca se colocou na posição de rei. Hoje é que ele explora essa imagem, pois vive disso.”
*Ludymilla Sá é Jornalista
Fonte: http://www.uai.com.br/

CONSIDERAÇÕES:
No milésimo gol de Pelé, marcadoo contra o Vasco no Maracanã, na segunda etapa Jair Bala o substituiu.

6 comentários:

jacilene disse...

jair bala panelero ,,montou o ipiranga mg em 1995;; com jogadores dele,,me deixou na cerca um bom tempo ..nao tenho nenhuma saldade dele;; panelero,,e tem mais bebia muito e começava a chorar em preleçao ,, mala

jacilene disse...

jair bala., panelero montou o ipiranga em 1995 com o time todo dele,me largou na cerca o campeonato todo,,nao tem moral de homem,, alem disso bebe muito e chora em preleçoes,, mala

jacilene disse...

jair bala panelero ,,montou o ipiranga mg em 1995;; com jogadores dele,,me deixou na cerca um bom tempo ..nao tenho nenhuma saldade dele;; panelero,,e tem mais bebia muito e começava a chorar em preleçao ,, mala

jacilene disse...

jair bala panelero ,,montou o ipiranga mg em 1995;; com jogadores dele,,me deixou na cerca um bom tempo ..nao tenho nenhuma saldade dele;; panelero,,e tem mais bebia muito e começava a chorar em preleçao ,, mala

jacilene disse...

jair bala panelero ,,montou o ipiranga mg em 1995;; com jogadores dele,,me deixou na cerca um bom tempo ..nao tenho nenhuma saldade dele;; panelero,,e tem mais bebia muito e começava a chorar em preleçao ,, mala

jacilene disse...

jair mala . panelero montou o ipiranga de manhuaçu em 1995 com jogadores dele ,, nao foi a lugar nenhum .. jair mala ,, panelero beberrao e chorao em preleçao,, mala.