quarta-feira, 20 de março de 2019

Gente de Expressão

Silva Neto (Eustáquio Silva) nasceu em Belo Horizonte-MG, em 28 de fevereiro de 1947. Filho de Euclides Silva e Maria José da Silva (ambos falecidos), casado com a Zênia epai do Emerson, Helberth e da Kênia. Radialista (locutor esportivo) e representante comercial, ao longo da carreira, Silva Neto trabalhou nas rádios Rural (Muzambinho), Nova Cidade (Juiz de Fora), Aurilândia (Nova Lima), Vanguarda (Ipatinga), Mineira, Inconfidência, Capital, América, Cultura e Rede Gerais (todas de Belo Horizonte).

No convívio profissional, trabalhou ao lado de Tony José, Afonso Alberto, Orlando Augusto, Fernando Rocha  Flávio Ancelmo, Chico Maia, Luiz Carlos Gomes, Jota Luiz, Jairo Anatólio Lima (1928/2009), Alair Rodrigues (1937/2012), Dirceu Pereira de Araújo (1941/2015), Olavo Kafunga (1914/1991), Vilibaldo Alves (1940/1994) e Gil Costa (1944/2006).

Siva Neto é um profissional com uma vasta experiência nacional e internacional, tendo transmitido jogos em  toda América do Sul, Estados Unidos e Japão.

sábado, 16 de março de 2019

Literatura

"Mistério da Fé: A irmandade do Santíssimo Sacramento da Matriz de Santo Antônio de Juiz de Fora (1854 –1962)"

De autoria de Paulo Sérgio Quiossa, a obra literária sobre a história do catolicismo e suas vertentes em Juiz de Fora constitui a conclusão de uma pesquisa para a dissertação de mestrado do autor em Ciência da Religião na Universidade Federal de Juiz de Fora.

A Irmandade do Santíssimo Sacramento se insere no fenômeno das corporações religiosas presentes na Igreja Católica do Brasil desde a época colonial trazida pelos colonizadores portugueses. Tais associações tinham basicamente três objetivos: culto a um santo; auxílio aos confrades na vida e organizar todo o ritual da morte dos mesmos confrades. Assim foi que, na colonização, estiveram presentes diversas irmandades religiosas, incluindo até mesmo, confrarias de escravos.

Em Juiz de Fora, as corporações tiveram início em 1854, com destaque para a Irmandade de Nosso Senhor dos Passos e a Irmandade do Santíssimo Sacramento da Matriz de Santo Antônio (hoje, Catedral Metropolitana). Estas duas foram criadas sob a liderança de homens ilustres da cidade como Henrique Guilherme Fernando Halfeld, José Antônio da Silva Pinto (Barão de Bertioga) e o primeiro vigário da cidade padre Tiago Mendes Ribeiro. 

Gente de Expressão

Paulo Emerich nasceu em Celina, distrito de Alegre, no sul do estado do Espírito Santo em 23 de fevereiro de 1931. Começou, em 1950, como locutor de alto falante e animador de comícios em sua cidade natal. Em 1952, já morando em Carangola-MG, ajudou a inaugurar a rádio Carangola AM, começando ali sua atuação no rádio. Em 1953 voltou ao Espirito Santo, desta feita para atuar na rádio Cachoeiro AM, de Cachoeiro de Itapemirim. Posteriormente, foi para o Rio de Janeiro e trabalhou nas rádios Continental e Relógio. Em 1954 veio para Juiz de Fora para prestar vestibular, e atendendo a um convite de Alceu Nunes da Fonseca(in memoriam), então proprietário da rádio Industrial, foi trabalhar na emissora, posteriormente, se transferiu para a PRB 3, . Formou em Farmácia pela faculdade de farmácia e odontologia da UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora), turma de 1956, tendo o médico Renato de Carvalho Loures (1913/1991) como paraninfo. Na política, Paulo Emerich se elegeu vereador por quatro mandatos, tendo sido presidente da Câmara por quatro vezes e chefe de gabinete, em Belo Horizonte, do então secretário de Interior e Justiça, Silvio Andrade de Abreu Júnior. 

Família
Paulo Emerich tem um filho economista, Paulo Marcos Emerich e uma filha museóloga, Denyse Emerich, os dois últimos do casamento com a radialista Lonir Corrêa Cardoso (1932/2018), e um filho locutor de FM e professor de inglês, Gilvan Bernardes Emerich, do casamento com Neuza Maria de Moura Bernardes. Hoje, aos 88 anos, Paulo Emerich vive em Juiz de Fora, com a atual esposa, Maria Augusta Kneipp Emerich, com quem é casado desde 1975.     

Política
Paulo Emerich foi eleito para o primeiro mandato de vereador em 15 de novembro de 1970, com 3.803 votos*, um fenômeno para a época. Foi diplomado em 22 de dezembro de 1970, para o mandato 1971/1972, e foi reeleito por mais três mandatos, 1973/1976, 1977/1982 e 1983/1988. Paulo Emerich, foi em Belo Horizonte, chefe de gabinete do advogado juizforano, Silvio Andrade de Abreu Júnior, na secretaria de Interior e Justiça, durante os governos de Tancredo Neves e Hélio Garcia.

Cidadão Honorário
Em 1964, recebeu o título de Cidadão Honorário de Juiz de Fora, diploma assinado pelo presidente do legislativo municipal, Wilson Coury Jabour, pelo vice, Ignácio Halfeld (1912/1984) e pelo secretário, Amilcar Campos Padovani.

Os 3.803 votos, num período em que o colégio eleitoral era, cerca de 50% inferior ao atual, foi uma façanha. Na atual legislatura, com 19 vereadores, Adriano Miranda (PHS), eleito vereador em 2016, com 1.954 votos e Wagner França (PTB), assumiu em fevereiro de 2019, com 1.916 votos. Os demais, ultrapassaram a barreira dos 2 mil votos.

Nascido em Marica-RJ, em 31 de abril de 1903, Alceu Nunes da Fonseca erai radiodifusor. Além da industrial, de Juiz de Fora, dirigiu as rádios Carioca (Rio de Janeiro), Carioca (Feira de Santana-BA), Sul Fluminense (Barra Mansa-RJ), Cachoeiro (Cachoeiro de Itapemirim-ES), Capixaba (Vitória-ES), Ubaense (Ubá) e Barbacena (Barbacena-MG).

Literatura

"O Batuque Afro-brasileiro de Nélson Silva"

De autoria de Osvair Antonio de Oliveira, a obra contribui para uma melhor compreensão do mapa sócio-cultural desenhado na área de Minas Gerais. Tanto se comenta sobre os traços econômicos que deram a Juiz de Fora, em certo período, o título de Manchester Mineira. Pouco se mergulhou, na complexa paisagem humana da cidade e da região.  No livro, temos um breve retrato de Juiz de Fora e a trajetória do batuque afro-brasileiro, de Nélson Silva (1928/1969). Todo repertório musical do batuque afro-brasileiro e os batuqueiros. Há também entrevistas e depoimentos.

Gente de Expressão

Ismair Zaghetto nasceu em Juiz de Fora em 30 de agosto de 1933 (Maternidade Terezinha de Jesus, no bairro São Mateus). Filho do sapateiro João Zaghetto e de Maria Moreira Zagheto. Seu avô, Camilo Zaghetto, veio da Itália. Casado com Esmeralda de Assis Zaghetto, pai de quatro filhos: Formou-se em Ciências Sociais na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), em 1976, e pós-graduou-se em Cultura e Comunicação na mesma universidade.  Ismair implantou a Fundação Cultural Alfredo Ferreira Lage, a Funalfa, na gestão do ex-prefeito Mello Reis, da qual foi o primeiro superintendente. 

O sociólogo, jornalista, professor e escritor Ismair Zaghetto lecionou sociologia na Faculdade Machado Sobrinho (FCM).

Livros
- Machado Sobrinho: O Guerreiro da Utopia (2009), que fala sobre o professor Antônio Vieira de Araújo Machado Sobrinho;
- Itamar e o bando de sonhadores, sobre a trajetória do ex-presidente. 
“Maria Madalena do Brasil”, (2018),
- “O Almirante e a Bailarina”,
- “Vidas”, 
-   "O Código dos Sinos”

sexta-feira, 15 de março de 2019

Literatura

"O Negro - Trabalho, sobrevivências e conquistas", 

O livro, de Rita de Cássia Souza Félix Batista, aborda a história da população negra na região da Zona da Mata Mineira, especificamente, em Juiz de Fora. Segundo a historiografia oficial brasileira, o negro “aparece” nos livros didáticos apenas até 1888, na condição de escravo, instrumento de trabalho, em situação altamente negativada, destituído de direitos de cidadania.

Após a Abolição, o negro “desaparece” da historiografia oficial brasileira, que passou a dar ênfase aos movimentos migratórios e ao grande fluxo de imigrantes e suas famílias. A pesquisa baseou-se em informações coletadas em documentos contidos nos arquivos históricos existentes na cidade e depoimentos colhidos de negros idosos de Juiz de Fora.  

Gente de Expressão

Altino Correia (Altino Oliveira Correia) nasceu em Rio de Contas, no centro-sul da Bahia, em 30 de julho de 1934. Filho de Miguel Pedro Correia (1908/1985) e Alice Amélia Oliveira Correia (nascida em 1913, estando atualmente, com 105 anos de idade), casado com Apparecida, pai da Arlete, Arlene e Anete e avô de 07 netos, 06 meninos e uma menina.

Rádio
Radialista e jornalista, trabalhou nas rádios Presidente Venceslau/AM, de 1949 a 1967, Presidente Prudente AM/FM, de 1968 a 1972.
Trabalhou também nas rádios Globo/Excelsior (São Paulo), e Cidade e  Paulista (Presidente Prudente-SP).
TV
TV Globo em Bauru (03 anos), TV Bandeirantes em Presidente Prudente (08 anos) e Rede Vida de Televisão  (São José do Rio Preto-SP) - Comunicador Voluntário - por 20 anos.

Jornal
Correspondente - Última Hora - Estadão (08 anos), Folha de São Paulo (25 anos), Repórter do JB/Jornal do Brasil (03 anos), Free-lancer do Jornal O Globo (03 anos) e O Imparcial - Repórter (08 anos).

Assessorias de Comunicação
Cia. Elétrica Caiuá; Sabesp, FCT/Unesp (em atividades atualmente).

Altino Correia é tema central de um livro-reportagem produzido por
 Anne Abe, Camilla Saldanha, Nellise Pinheiro e Stephane Melo, quatro formandas em Jornalismo da FACOPP (Faculdade de Comunicações de Presidente Prudente/UNOESTE 2018), com 238 páginas, destacando as matérias de maior repercussão publicadas no decorrer dos últimos 50 anos de jornalismo.

Literatura

"ALTINO - O Repórter do Interior"

A história do jornalista Altino Oliveira Correia, é agora contada­­ no livro reportagem com 11 capítulos escritos e editados por Anne Abe, Camilla Saldanha, Nellise Pinheiro e Stephane Melo, produto da conclusão de curso na Faculdade de Comunicação Social de Presidente Prudente (FACOP), oeste paulista. Em 238 páginas impressas na Editora Midiograf, a trajetória do menino nascido em Rio de Contas, na Bahia, revela sua ousada e pontual atuação na ZYH-7, rádio Presidente Venceslau, e os degraus em seguida galgados nos principais jornais do País e na TV Bandeirantes. A fundamentação da obra ficou por conta de matérias encontradas da época, entrevistas com 22 pessoas e um acervo pessoal de Altino com 554 arquivos, entre jornais, matérias de televisão, etc.

Gente de Expressão

Luiz Carlos Silva

Literatura

"Raízes Prudentinas Centenárias" 
De autoria do historiador Benjamin Resende, o livro conta com 260 páginas e as crônicas foram desdobradas em 04 ciclos históricos, desde a fundação em 1917 com as memórias de Francisco de Paula Goulart e José Soares Marcondes, considerados pioneiros e colonizadores. 
São momentos de construção: 
O 01º ciclo mostra como Presidente Prudente se estruturou no período dos coronéis da República Velha (1917/1930). 
O 02º ciclo histórico se estrutura no período da Era Vargas (1930/1945) e no período da República Liberal (1946/1964). 
O 03º momento de construção de Prudente se estrutura no período da Ditadura Militar (1964/1985) - do golpe à outorga da Constituição Cidadã de 1988. 
O 04º e último ciclo é representado pelo momento de construção de Prudente que se estrutura no período da Nova República, partindo da outorga da Constituição de 1988, até os dias de hoje.
O Livro chega ao Capítulo 100 com a relação nominal dos Prefeitos eleitos entre 1989 e 2017 e que exerceram seus mandatos executivos. Isto é, desde Paulo Constantino até o atual Prefeito Nelson Roberto Bugalho.

Presidente Prudente
Localizada no oeste paulista, com cerca de 250 mil habitantes e distante 550 km da capital do estado, Presidente Prudente é a principal cidade da região.

Limites
Norte: Flora Rica, Flórida Paulista e Mariápolis; 
Sul: Anhumas e Pirapozinho; 
Leste: Caiabu, Indiana e Regente Feijó; 

Oeste: Álvares Machado, Alfredo Marcondes e Santo Expedito.

Gente de Expressão

Luiz Carlos Silva

quinta-feira, 14 de março de 2019

Literatura

"HOMEM DIGNIDADE - Narciso Paulo Michelli – O Político mais autêntico e atuante de Ubá-MG e Região"
Breve relato sobre a trajetória de Narciso Paulo Michelli, um dos políticos mais atuantes e autênticos da Zona Da Mata Mineira, tendo sido 03 vezes Vereador, 03 vezes Prefeito de Ubá e 03 vezes Deputado Estadual mineiro, façanha que pode constar como Record no Guinness Book.  

Apesar da atuante e vitoriosa vida pública, dentro dos princípios cristãos, democráticos e patrióticos, agora aposentado, Narciso é um cidadão de parcos recursos e simples, constituindo um grande exemplo para as gerações futuras.

Gente de Expressão

Joaquim Carlos de Souza nasceu em Tocantins-MG, em 19 de fevereiro de 1949. Contador, professor, escritor, historiador, radialista, técnico agrícola, torcedor do Fluminense e membro das Academias de Letras de Ubá e Tocantins.

Escritor
- Maralonso - Saga, (2019),
- Ubá 160 anos- prefeitos - 1955/2020 (2017)
 - HOMEM DIGNIDADE - Narciso Paulo Michelli – O Político mais autêntico e atuante de Ubá-MG e Região - (2016)
- A Saga de Mário Alonso - O Lampião da Zona da Mata Mineira? (2016)
- Homem inesquecível, empresa inolvidável - Tributo de saudade (2015), 

Literatura

"Maralonso - A Saga'
Este é segundo livro daquele que foi considerado o lampião mineiro, resquício do cangaço da região tocantinense.  Após o sucesso do primeiro livro - "A SAGA DE MÁRIO ALONSO" - o único sobre a história completa deste também considerado como Robin Hood da  zona da mata mineira, o professor Joaquim Carlos de Souza, registra suas lembranças, da sua Tocantins mineira, após 1950, narrando suas saudades garrucheiras, através do seu herói ou poeta de brinquedo, o tocantinildo, que conta a sua concepção de herói e poeta, com sensibilidade, romantismo e nostalgia, narrando os causos do Maralonso, considerado herói para uns e bandido para outros.  Numa segunda parte, o autor, após minuciosa pesquisa, reúne e divulga para o leitor, o Maralonso sob a ótica e opinião de outros autores, apresentando os textos que publicaram sobre este personagem, mito ou lenda desta microrregião da zona da mata mineira.

Gente de Expressão

Francisco Barbosa (Francisco  de Souza Barbosa Júnior) nasceu em Juiz de Fora em 19 de março de 1958. Filho de um cearense e uma mineira, Francisco Barbosa iniciou carreira na rádio Difusora, em Juiz de Fora. Na rádio Sociedade, apresentou o programa "A Caminho De Um Novo Dia". No Rio de Janeiro desde 1981, Francisco Barbosa trabalhou nas rádios Cidade FM, Nacional AM, Del Rey FM, Estácio FM, Carioca AM, Globo FM e AM, e atualmente, trabalha na rádio Tupi AM/FM e teve uma passagem na rádio Sul Fluminense, de Barra Mansa. Barbosinha é irmão da jornalista Denise Barbosa e pai do também jornalista Bruno Torelli. Em 2014 foi candidato a deputado federal pelo PSD/RJ, obtendo 23.807 votos. Ele já havia se candidatado a vereador no Rio, ficando na primeira suplência.

sábado, 9 de março de 2019

Literatura

"Brizola"
Um livro que mostra para as novas gerações o lugar de Leonel Brizola na política brasileira Revivendo grandes momentos da história de Brizola, conseguimos entender o quanto foi fundamental a sua dedicação ao Brasil. Autor de pérolas como “estou pensando em criar um vergonhódromo para políticos sem vergonha” ou “Sou como uma planta no deserto, basta uma única gota de orvalho para me alimentar”, Brizola foi o único político que conseguiu se eleger governador em dois estados: Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. Resistiu à ditadura militar e teve uma imprescindível participação no processo de redemocratização do país. Ao seu lado nessa trajetória estiveram Clóvis Brigagão e Trajano Ribeiro, que agora revisitam seus baús repletos de memórias para contar fatos curiosos da vida política do gaúcho. São pontos de vista de dois companheiros que acompanharam de perto cada detalhe do retorno de Brizola ao Brasil e estiveram juntos na trajetória daquele que até hoje permanece no inconsciente coletivo de muitos brasileiros como um verdadeiro mito.

Gente de Expressão

Fernando Sérgio (Fernando Sergio Grandinetti Pinto), nasceu em 20 de maio de 1946 em Cruzeiro, no Vale do Paraíba Paulista, e desde os dois anos de idade seus pais, Antonio Francisco da Ascenção Pinto e Jandyra Grandinetti Pinto (já falecidos) mudaram-se para Juiz de Fora, onde foi criado. 
Início da carreira
Em Minas, fez seus estudos e, paralelamente, a convite do radiodifusor Gudesteu Mendes (1930/1976), iniciou-se, em 02 de junho de 1962, nas rádios Difusora e Industrial, na primeira, apresentando um programa de muito sucesso chamado "Chá das Três" e, na segunda, como apresentador do noticiário "Noticiarista T-9, além de ter feito teatro estudantil na cidade e sendo detentor do Premio Municipal de teatro como "melhor autor" em 1970 em diploma assinado pelo então secretário de cultura, Murílio de Avellar Híngel e pelo então prefeito, Itamar Franco (1930/2011), de quem sempre foi amigo. Fernando Sérgio também trabalhou por curto período de tempo na PRB-3, rádio Sociedade de Juiz de Fora. Além de ter tido um programa  chamado " A juventude é assim mesmo" na extinta Industrial de Juiz de Fora, tendo também feito telejornais, sendo editor de um deles e tendo levado o seu grupo teatral para a tv, representando algumas peças no video.  

CarreiraIniciou no dia 2 de junho de 1962, nas rádios Difusora e Industrial (Juiz de Fora)!
Em 1969, após o curso secundário, seguiu para estudar e trabalhar em publicidade em,Belo Horizonte, tendo feito estágio de jornalismo na rádio Itatiaia.
Desde 1970, trabalha na comunicação do Rio de Janeiro, sendo detentor de 21 prêmios ao long da carreira de comunicador.
Aqui alguns deles:
Premio Municipal de Teatro de Juiz de Fora como melhor autor!
Cidadão Benemérito do Estado do Rio de Janeiro (1991)
Comenda 500 anos de Angra dos Reis ( FS dirigiu a rádio de lá em 1992).
Medalha de Mérito do Clube Municipal do Rio de Janeiro.
Prêmio Rotary Club
Prêmio Lions de Comunicação.
Entre outros...

Trajetória no Rio: 1971 - Rádio Continental - redator e noticiarista.
1973- TV Globo, tendo dirigido mais de duas centenas de gravações de comerciais em video.
De 71 até 76, foi coordenador da Publicidade Certa de propriedade do saudoso jornalista Ney Machado.
De 1976 em diante, Sistema Globo de Rádio, rádios: Mundial, tendo lançado o programa "Toca-Toca Mundial", rádio 98 FM ( comunicador da Matina 98), rádo Globo - Locutor de "O Globo no ar" e do "Seu redator chefe", além de comunicador.
1982 - Foi pioneiro na TVS do Silvio Santos apresentando o principal telejornal da emissora, quando esta se transformou na rede SBT.
1983 - Rádio e  TV Manchete,
1984 - Juntamente com Carlos Bianchini, Haroldo de Andrade, Paulo Lopes, Fernando Sérgio inaugurou a rádio Bandeirantes onde foi titular do "Programa Fernando Sérgio" das 16 horas às 19 horas, de segunda às sexta-feira,.
1985- Volta à rádio e TV Manchete,
 Depois de seis meses na Bandeirantes, foi para a  rádio Tupi por um ano.
Sempre convidado, ficou três anos na rádio Tamoio, do Sistema Verdes Mares, no Rio de Janeiro.
Mais alguns anos na rádio Tupi e Fernando Sérgio, depois de ser titular do seu programa de 09 ao meio-dia, foi dirigir a rádio de Angra dos Reis.
Voltou em 1998 para a rádio Manchete, depois para a rádio Globo onde fez as férias do Francisco Barbosa, Clóvis Monteiro,  Luiz de França (1946/2017), entre outros.
De 1989 até 2017 Fernando Sérgio atuou em vários programas que levaram o seu nome, em horários diferentes, mas desde a morte do Collid Filho (1930/2004), assumiu a madrugada da Tupi e por muitos anos deu a ela, segundo o IBOPE, o primeiro lugar de audiência.
Desde 1998 Fernando é proprietário da "FS Propaganda" e da produtora "CasaStudio".
Aposentado há cinco anos, Fernando Sérgio não pára e tem o seu programa de comentários e debates com imagem, de segunda à sexta-feira, no Facebook (Fernando Sergio Grandinetti Pinto ou Fernando Sergio Radialista) , no YouTube.com/ Fernando Sergio e na Rede Mais Esportes.

Fernando Sérgio é casado com a jornalista Samira Valente que é sua sócia e co-produtora dos seus programas e tem cinco filhos: Sergio Henrique, professor de Jiu-Jitsu, faixa preta quarto grau; Chistiano André, promoter que morou oito anos nos Estado Unidos e hoje gerencia um importante restaurante de Niterói; Marcelo "Piui", conhecido empresário em Niterói, Felipe Valente - empresário e Bruno Valente que morou dois anos na Austrália e de volta, é administrador de empresas, trabalhando no grupo Stone. 
Escritor
- 50 anos de comunicação – História, “causos” e Poesias (2012)

Literatura

"Minha vida com meu pai, Leonel Brizola"
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A obra conta em detalhes a vida de Leonel Brizola sob o ponto de vista de seu filho, João Otávio. Não é uma daquelas biografias 'chapa branca', onde sobram elogios. Da forma mais imparcial possível, João revela como era o seu pai no cotidiano. Não perde tempo enumerando suas grandes obras e conquistas - embora tenha orgulho delas. Afinal, o gaúcho foi o único político a se eleger governador por dois estados diferentes: Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. Amado por muitos, odiado por outros, ele é considerado o herdeiro político de dois ex-presidentes do Brasil, Getúlio Vargas e João Goulart. Filho de camponeses pobres dos pampas, Brizola formou-se em engenharia, casou com Neuza Goulart, irmã do ex-presidente, e teve Getúlio como um de seus padrinhos. João Otávio lembra como foram os primeiros anos do pai como político, esmiuçando momentos marcantes como o suicídio de Getúlio e o movimento legalista, liderado por Brizola para empossar Jango na presidência após a renúncia de Jânio Quadros. Íntimo tanto do pai quanto do tio, como nenhum de seus irmãos ou dos filhos de Jango foi, João narra em detalhes os questionamentos que um fazia ao outro. Em especial, conta como foi o golpe militar de 1964 e a tentativa de Brizola, barrada pelo próprio Jango, de retomar o movimento legalista para manter o presidente/cunhado no poder. Emocionante também são os quinze anos da família no exílio, onde, mesmo estando longe de tudo, Brizola continuava ausente da vida dos filhos, sempre pensando em política. A volta ao Brasil, a criação do PDT, o governo no Rio, a candidatura à presidência e a relação com a família Marinho são outros pontos fortes deste livro. Mais do que uma biografia, tem-se um retrato dos últimos sessenta anos do país.

Gente de Expressão

Paulo Lopes (Vicente de Paula Reis Ribeiro) nasceu em Urucânia, na época, distrito de Ponte Nova-MG, em 03 de fevereiro de 1947. Aos 12 anos, por influência do pai, se tornou seminarista, na cidade histórica de Mariana-MG, quando descobre sua verdadeira vocação, a comunicação. No seminário, dominava as apresentações. Era locutor e líder dos grupos de trabalho. Com isso, seu pai começou a perceber o talento do garoto e aceitou sua desistência do Seminários, aos 14 anos de idade. No Rádio, seu primeiro trabalho aconteceu aos 16 anos, na Rádio Sociedade AM, 1010 khz, em Juiz de Fora-MG. Ele passou num teste e se tornou repórter policial. Em 1969, levado por Alfredo Raymundo, que dirigia as rádios Globo Rio e BH, ao passar por Juiz de Fora, o ouviu na rádio Sociedade, foi para a rádio Globo, em Belo Horizonte-MG), onde ficou em primeiro lugar com o programa "A Cidade contra o Crime". Em seguida, se mudou para o Rio de Janeiro, onde trabalhou por 15 anos, primeiro na rádio Globo e depois, na rádio Tupi. Lá, começou a fazer um programa destinado mais ao público feminino, e acabou se tornando o "Amigão das Mulheres". Ainda no Rio, trabalhou na rádio Bandeirantes (AM 1.360 kHz). Após sair da Tupi (RJ), se mudou para São Paulo onde foi trabalhar na rádio Globo. Nesta época, alcançou o seu auge, chegando a ter cerca de 600 mil ouvintes por minuto. Também fez programa na TV. Sua estréia aconteceu no início da década de 1990, quando apresentou por mais de um ano, um programa de variedades no SBT. Em 2000, também comandou um programa de debates na TV Bandeirantes. Em 2001, saiu da rádio Globo e foi para a rádio Capital AM 1040, ficando lá até 2018. Casado pela segunda vez, Paulo Lopes é pai de Alessandra, Ana Paula, Fabiana, Natália e Paulo Henrique.

quinta-feira, 7 de março de 2019

Literatura

“Criação da Faculdade de Medicina de Juiz de Fora e da UFJF: Um recorte na nossa história”  

Escrito pelo médico e professor aposentado da faculdade de medicina da UFJF José Carlos de Castro Barbosa (1933/2019), um dos 18 primeiros alunos do curso de medicina em Juiz de Fora. O livro destaca a presença entre os formandos, o médico e empresário Juracy de Azevedo Neves e uma única mulher, da turma de 1958. Os formandos tiveram como paraninfo o presidente da república da época, o médico mineiro Juscelino Kubitscheck de Oliveira (1902/1978), que veio do Rio de Janeiro para a solenidade. Juscelino, em 23 de dezembro de 1960 assinou decreto criando a UFJF, que encampou a faculdade de medicina. Os médicos Mozart Geraldo Teixeira, Paulo Japiassu Coelho, João Felício Fernandes Júnior e Gil Horta, esses e outros profissionais pertenceram ao primeiro quadro docente da Faculdade de Medicina de Juiz de Fora.