segunda-feira, 20 de julho de 2015

Viola Minha Viola

Ariclenes Venâncio Martins, o Lima Duarte, deve ser o novo apresentador do programa Viola Minha Viola, da TV Cultura de Sãon Paulo. Com a morte de Inezita Barroso, ocorrida em março, foi cogitada a possibilidade de extinção dio programa. Lima Duarte, 85 anos, mineiro de Sacramento e morador de Indaiatuba, na região de Campinas, além de ator, acumula a experiência de apresentador, por ter substituído Rolando Boldrin, no antigo programa Som Brasil, da TV Globo.
Sérgio Reis, de 75 anos, Renato Teixeira, de 70 e Léo Canhoto, da dupla Leo Canhoto e Robertinho, também tiveram seus nomes cogitados.

Literatura

"Festas de Carros de Boi"
Muitos pensavam que, com os meios de transportes modernos e evolução tecnológica, os carros de boi e as suas cantigas peculiares iriam desaparecer, e só os encontrariam em museus, telas de pinturas ou esquecidos em fazendas antigas. Contudo, ocorreu uma reinvenção para o uso dos carros de boi, saíram do labutar para o festejar. Neste trabalho o autor, Rogério Correa - nascido em Vazante-MG e radicado no Distrito Federal, mergulha na sua história, na cultura de um povo, e com riqueza de detalhes e fotografias, mostra o porquê das Festas de Carros de Boi fazerem parte do calendário cívico de algumas cidades Brasileiras. Especialmente, por encantar todos os participantes e visitantes de vários lugares do Brasil e do exterior, independente do sexo e idade. É paixão a primeira vista, seja pela cultura, pela tradição, por curiosidade, pelo festar e por ter se tornado um acontecimento histórico.

sábado, 18 de julho de 2015

Morre Dirceu Pereira

Morreu na madrugada de sexta feira, 18/07, , em Nova Lima, Região Metropolitana de Belo Horizonte, o jornalista e radialista Dirceu Pereira de Araújo. Dirceu Pereira estava internado no Hospital Biocor, em decorrência de complicações do quadro de diabetes.

O radialista tinha 74 anos, (nasceu no dia 28 de abril de 1941, em Belo Horizonte), e ficou conhecido por sua longa carreira na rádio Itatiaia, com o programa "Dirceu Pereira 20 horas". Ele também trabalhou na TV Alterosa, onde apresentou o programa "O Povo na TV", sucesso década de 1980. Ingressou na política como deputado estadual, entre os anos de 1989 a 1991, e foi prefeito de Ribeirão das Neves de 2001 a 2004.

Dirceu Pereira esteve diretamente ligado com o esporte mineiro, sendo presidente da Associação Mineira dos Cronistas Esportivos (AMCE) por três mandatos, e também foi vice-presidente em anos anteriores. Ele também foi diretor operacional e chefe de gabinete da Administração de Estádios do Estado de Minas Gerais (Ademg).

O corpo foi velado no salão nobre da Assembleia Legislativa de Minas Gerais e sepultado na manhã deste sábado, no Cemitério da Saudade, na Região Leste da capital mineira.

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Literatura

"Ditadura À Brasileira - 1964-1985 A Democracia Golpeada À Esquerda e À Direita"

Um livro fundamental para quem quer entender as peculiaridades da ditadura brasileira. Com seu estilo coloquial, direto e despojado, e após polemizar em torno do comportamento do Poder Judiciário e do escândalo político no livro Mensalão, Marco Antonio Villa agora desmistifica a ditadura brasileira, tanto em sua duração como em seus efeitos. Narra aqui a história desse período de maneira simples e objetiva, com o intuito de ser claro e transparente.

domingo, 12 de julho de 2015

Corrida da Fogueira -

68ª edição - Resultados
Masculino:
01º - Marcos Vinícius Coelho, de 24 anos, percorreu 07km no tempo recorde de 22min11s,
02º - Eberth Silvério, com 22min30s,
03º - Flávio Carvalho Stumpf, com 22min34s.

Feminino:
01º - Amanda Aparecida de Oliveira, de 18 anos, com 28min42s,
02º - Aline Barbosa dos Santos, com 30min06s,
03º - Talita de Oliveira Antunes, com 30min38s.

Literatura

"1964 - História do Regime Militar Brasileiro"
Marcos Napolitano, conhecido historiador da USP, discute neste livro sólido e bem escrito as principais questões desses “anos de chumbo” e faz um um balanço histórico do regime militar.
A ditadura durou muito graças ao apoio da sociedade civil, anestesiada pelo “milagre” econômico? Foi Geisel, com a ajuda de Golbery, o pai da abertura, ou foi a sociedade quem derrubou os militares do poder? Como era o dia a dia das pessoas durante o regime militar? Como a cultura aflorou naquele momento? O que aconteceu com a oposição e como ela se reergueu? Qual a reação da sociedade (e do governo) à tortura e ao “desaparecimento” de presos políticos?

sábado, 4 de julho de 2015

Tocha Olímpica

Rio 2016
Tocha Olímpica passará por 300 cidades brasileiras
O símbolo dos Jogos Olímpicos vai passar por todos os estados brasileiros até chegar ao Rio de Janeiro, onde será usada para acender a pira Olímpica na cerimônia de abertura, no Maracanã

Principal símbolo das Olimpíadas, a Tocha Olímpica vai percorrer cerca de 300 cidades brasileiras, entre elas todas as capitais estaduais, até agosto de 2016, quando chegará ao Rio de Janeiro para a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos. O anúncio oficial do modelo da Tocha Olímpica e da Rota de Revezamento foi feito nesta sexta-feira, dia 03 de julho, em Brasília, durante cerimônia com a participação da presidente Dilma Rousseff.

A jornada da tocha começa em maio de 2016, na Grécia, onde será acesa em Olímpia, cidade-berço das Olimpíadas. Depois, viaja uma semana por cidades gregas até chegar à capital Atenas. De lá, a tocha segue, de avião, direto para o Brasil.

Durante a rota do revezamento no Brasil, a tocha será carregada por cerca de 12 mil condutores, movendo-se por 19,7 mil km de rota terrestre e 8,8 mil km de rota aérea, em até 04 cidades por dia. O objetivo é alcançar o maior número possível de pessoas, aumentar a participação do povo brasileiro em torno dos jogos, contar histórias do Brasil e promover celebrações diárias.

Foram escolhidos, inicialmente, 82 municípios do Brasil onde a Tocha Olímpica deverá pernoitar. Além de fazer parte da Rota, cada um desses municípios vai receber um grande evento, que inclui show musical nacional e outras atrações. No processo de indicação dos condutores da tocha, a população será chamada a indicar os escolhidos em cada cidade do roteiro. Isso será feito em parceria com os patrocinadores oficiais do revezamento. O circuito básico da tocha foi definido baseado em critérios logísticos, turísticos e culturais.

As lendas dos povos antigos afirmam que o fogo foi enviado dos céus como dádiva divina. Na mitologia grega, Prometeu roubou o fogo dos deuses no monte Olimpo e o ofereceu aos humanos. O fogo era tão importante que, em algumas sociedades, mantinha-se acesa uma chama perpétua. Na Grécia, muitas casas tinham uma lareira sagrada, que representava a vida ou o espírito das pessoas.

Na Grécia Antiga, uma tocha viajava para anunciar que os Jogos estavam chegando e as guerras deveriam cessar. Os Jogos Olímpicos originais destinavam-se a atiçar as chamas da adoração. Surgiram como festividades religiosas em honra a Zeus, supremo entre os deuses do Olimpo. Foram realizados a cada quatro anos, de 776 a.C. a 394 d.C., quando o imperador romano Teodósio decretou que “as festividades pagãs deviam cessar". A Grécia, que na época fazia parte do Império Romano, obedeceu.

Tocha olímpica na era moderna
A prática moderna de mover a tocha olímpica por meio de um sistema de revezamento desde Olímpia, na Grécia, até o local dos Jogos começou na edição de Berlim, em 1936. Embora na maior parte do tempo a tocha seja levada por alguém correndo, ela tem sido transportada de várias formas. Viajou de barco em 1948 para cruzar o Canal da Macha e foi levada de avião pela primeira vez em 1952, quando chegou a Helsinque. Acender a pira olímpica depois do revezamento da tocha tem sido um dos eventos mais emocionantes dos Jogos Olímpicos.

A cada edição, tenta-se acender a pira olímpica de maneiras mais belas e originais. Na cerimônia de abertura dos Jogos de 1992, em Barcelona, os espanhóis resolveram inovar. Um arqueiro disparou uma flecha com o fogo olímpico para acender a pira. Mas a filmagem de um cinegrafista amador revelou a farsa: a flecha passou por cima da pira, que foi acesa por um dispositivo automático.
Fonte: www.uai.com.br

Literatura

"Júlio Mesquita e Seu Tempo em quatro volumes"
No livro o autor narra a trajetória do filho de imigrantes portugueses analfabetos, nascido em Campinas em 1862. Júlio Mesquita aprendeu a ler por acaso, meteu-se na luta abolicionista na adolescência, estudou direito e, com 26 anos, em 1888, empregou-se em um jornal com 904 assinantes. Fez a empresa dar lucro e acabou comprando O Estado de S. Paulo. Em 1927, ano de sua morte, o jornal tinha 48,6 mil assinantes. Um crescimento de 10,5% ao longo de 40 anos. Júlio Mesquita dividiu as carreiras de jornalista e político. Foi vereador, deputado, líder de bancada e dirigente partidário. Esteve metido em todas as grandes tramas políticas do tempo, ganhando e perdendo batalhas pela democracia. A narrativa empolgante dá conta das múltiplas dimensões de uma figura excepcional e do jornal que ajudou a transformar o Brasil em um país moderno. Títulos dos volumes: Volume 1: O jornal de prelo; Volume 2: O jornal de rotativa; Volume 3: O jornal moderno; Volume 4: O tempo econômico.
Fonte: www.livrariacultura.com.br