sexta-feira, 25 de julho de 2014

Pitangal (09/06/1942) e Pitangui (25/08/1949)

                           por Carlos Ferreira
Os irmãos Pitangal (Antonio de Paula Neto) e Pitangui (João Alves de Paula) fizeram sucesso no mundo da música sertaneja. Ambos nascidos na cidade de Santa Bárbara do Monte Verde, região de Juiz de Fora, filhos de Olegário de Paula e Maria Aparecida de Paula. Pitangal foi o primeiro que buscou o sucesso. Deixou sua terra natal e veio para Juiz de Fora. Aqui, em 1963, além de cantar, fazia programa sertanejo na Rádio PRB 3, emissora que ele lembra com carinho e que era localizada na rua São João, 197 (o segundo endereço da emissora na cidade). Juiz de Fora ficava pequena para os sonhos e projetos de Pitangal, que num ato de coragem, resolveu fazer sucesso em São Paulo. Na capital paulista, formou dupla com Aladim (Aladim era oriundo da dupla Amorim e Aladim e posteriormente, fez sucesso com Alan). Quando Pitangal resolveu experimentar o sucesso em São Paulo, trouxe para o seu lugar na PRB 3 seu irmão Pitangui, que trabalhou nas rádios Nova Cidade e Juiz de Fora AM. Estabelecido em Juiz de Fora, Pitangui fazia sucesso no rádio, era compositor e fez dupla com seu irmão Pitangal. Pitangal já havia formado dupla com João Pitanga (daí a origem Pitangui), Zé Caboclo, Serrano e Abel. Na condição de compositor, Pitangui escreveu cerca de 60 músicas, que foram gravadas pelo Trio Baque Duro (SP), Joldemir (MT), Goianito e Goianá (RJ) e pelos Filhos de Minas. Pitangui cantou com João Braga, Palmerindo e Juquinha. Cantando com Pitangal, o maior sucesso da dupla foi "Roda Morena". Depois de São Paulo, Pitangal retornou. Continuou cantando e voltou para o rádio. Trabalhou nas rádios Industrial, Capital, Nova Cidade, B3 e JF. Nos bons tempos da rádio Capital ela ocupava, com absoluto sucesso de audiência, dois horários. Das 05 às 07 da manhã e das 17 às 19 horas. No período da tarde o sucesso era fabuloso, com o seu "Pitangal na Capital" ele era a opção para quem não queria acompanhar programas policiais e esportivos das demais emissoras. Enquanto as concorrentes dividiam o público com o mesmo perfil de programa, Pitangal reinava absoluto. Hoje, Pitangal permanece no rádio, numa emissora FM com o seu tradicional programa "Recanto Sertanejo". Os irmão Pitangal e Pitangui possuem um estabelecimento comercial na Avenida Getúlio Vargas, 812, o tradicional "Armarinho Hora Certa", com alvará de localização com data de 1967. Além do comércio de produtos relativos a armarinho, Pitangal continua praticandio o ofício de relojoeiro. Recentemente a dupla gravou o CD "quem ama perdoa", com 14 regravações, além de um DVD, que teve como cenário, uma fazenda na cidade de Matias Barbosa. Pitangal é pai da Engenheira Civil Priscila Cristina (formada na UFJF) e de Geovane Alberto, que é formado em  Informática. Já o Pitangui, pai do João Marcos, do Gustavo e da Soraya, que lhe deu um neto, o Giovane. As principais emissoras de rádio do país, que no processo de valorização e reconhecimento do trabalho de nossos artistas, continua tocando músicas da dupla e as mais pedidas são: Roda Morena, Parede e Meia, Vem Moreninha, Vida do Sertanejo e Laço de Fita.

Literatura

"Nas margens: experiências de suburbanos com periodismo no Rio de Janeiro"
Através de uma investigação histórica ampla e cuidadosa sobre as pequenas e, muitas vezes, efêmeras folhas publicadas nas margens das ferrovias que cortam a cidade e dos meios hegemônicos de comunicação, o autor Leandro Climaco Mendonça realizou um criativo exercício de análise para superar as dificuldades de lidar com testemunhos dispersos e fragmentados e reconstruir a intensidade das experiências dos moradores dos subúrbios com o jornalismo, entre meados do século XIX e as primeiras décadas do século XX. Acompanhando as razões alegadas por cada jornalista ou diretor/proprietário para criar um jornal ou revista, o autor esmiuçou tensões e alianças entre diferentes experiências e práticas jornalísticas, dentro e fora dos subúrbios, e suas articulações com outras redes de comunicação social na cidade em meio ao silêncio ensurdecedor dos seus contemporâneos

segunda-feira, 21 de julho de 2014

21 de Julho de 1914

● Competição: Amistoso Não-Oficial (AD)
● Data: 21 de Julho de 1914
● Local: Estádio Álvaro Chaves “Laranjeiras” (no Rio de Janeiro)
● Público: Cerca de 3 mil Expectadores
● Árbitro: Harry Robinson (Inglaterra)
● Cartões Amarelos: Na Época Ainda Não Existia 

Gols do Brasil
● (1-0) Oswaldo Gomes
● (2-0) Osman
(28/1º)
(36/1º)

Seleção BrasileiraClube Pertencente
● Marcos Mendonça;
● Píndaro de Carvalho e
● Emmanuel Nery;
● Sylvio Lagreca,
● Rubens Salles © e
● Rolando;
● Abelardo,
● Oswaldo Gomes,
● Arthur Friedenreich,
● Osman e
● Formiga.
● (Fluminense/RJ)
● (Flamengo/RJ)
● (Flamengo/RJ)
● (AA São Bento/SP)
● (CA Paulistano/SP)
● (Botafogo/RJ)
● (Botafogo/RJ)
● (Fluminense/RJ)
● (Ypiranga/SP)
● (Ameérica/RJ)
● (Ypiranga/SP)
Lagreca e Rubens SallesFBS
Exeter City FC (Inglaterra)Clube Pertencente
● Reginald LORAM;
● Jack FORT e
● Samuel STRETTLE;
● Jimmy RIGBY,
● James LAGAN e
● Augustus HARDIM;
● Harold HOLT,
● Fred WHITTAKER,
● William HUNTER,
● William LOVETT e
● Fred GOODWIN.
● (Exeter City Football Club)
● (Exeter City Football Club)
● (Exeter City Football Club)
● (Exeter City Football Club)
● (Exeter City Football Club)
● (Exeter City Football Club)
● (Exeter City Football Club)
● (Exeter City Football Club)
● (Exeter City Football Club)
● (Exeter City Football Club)
● (Exeter City Football Club)
Tec: Sem RegistroFAF
Observações e Curiosidades
● Obs: Até 1922 não havia um “Técnico” propriamente dito. Quem convocava e treinava a seleção brasileira era uma “Comissão Técnica”, chamada Ground Comitee. Quem fazia o papel de técnico era o representante do time dentro de campo (“Capitão”).
● Obs: Na época o futebol brasileiro era dirigido pela Federação Brasileira de Sports (FBS)
● Ground Comitee ou Comissão Técnica: Sylvio Lagreca e Rubens Salles.
Estatísticas da Seleção Brasileira
AnoJVEDGMGSSaldo
● Em 19141100202
● Contra o Exeter City1100202
Ficha dos Atletas que Participaram da Partida
Nome do AtletaApelidoJogosGols
● Marcos Carneiro de Mendonça● Marcos10
● Píndaro de Carvalho Rodrigues● Píndaro10
● Emmanuel Augusto Nery● Nery10
● Sylvio Lagreca● Lagreca10
● Rubens Moraes Salles● Rubens Salles10
● Rolando De Lamare● Rolando10
● Abelardo de Lamare● Abelardo10
● Oswaldo Gomes● Oswaldo Gomes11
● Arthur Friedenreich● Friedenreich10
● Osman Medeiros● Osman11
● Afrodísio Xavier Camargo● Formiga10
Comissão TécnicaGround Comitee1 Jogo
Obs: Nome completo de Marcos: Marcos Cláudio Felipe Carneiro de Mendonça.
Fonte 1: www.rsssfbrasil.com
Fonte 2: www.jogosdaselecaobrasileira.wordpress.com
Colaboração: Alexandre Magno Barreto Berwanger

Literatura

"O Efeito Marina"
"O Efeito Marina" é um relato pessoal de Alfredo Sirkis sobre o processo eleitoral de 2010, um período marcado por milhares de militantes verdes, colaboradores, simpatizantes e marineiros de todo o país.

Marina Silva ficou famosa por seu discurso sobre o desenvolvimento sustentável e preservação da natureza. Nascida em um seringal, no Acre, teve infância e adolescência de privações.

Foi alfabetizada aos 16 e depois ingressou na universidade, aderindo à militância política. A saúde frágil a levou a ter sua sentença de morte decretada por médicos mais de uma vez.

sábado, 19 de julho de 2014

RETRATAÇÃO NECESSÁRIA

NOTA DA REDAÇÃO: o texto abaixo é uma retração necessária, conforme o título elaborado pelo autor, mas é também uma reflexão acerca dos milhares de logadouros, prédio públicos e escolas públicas com o nome de ditadores criados pelo regime militar brasileiro entre 1964 e 1985.

por Silvio Prado*

Conforme dados do INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) 3.135 escolas do ensino básico da rede pública brasileira ostentam o nome de um dos 34 presidentes que governaram o país desde a Proclamação da República, 1889.

Desse total de escolas, 976 homenageiam presidentes impostos pela ditadura militar instaurada em 1964. Portanto, temos quase mil instituições destinadas ao ensino e aos valores democráticos homenageando brucutus demolidores da democracia, criando um regime que censurou, perseguiu, prendeu, torturou, matou e fez desaparecer corpos.

Dentre os ditadores, o marechal Castelo Branco, que governou entre 1964 e 1967é quem tem mais instituições escolares lembrando tão triste figura. Em segundo lugar, aparece Costa e Silva, criador do terrível Ato Institucional número 5. Porém, as marcas e homenagens aos ditadores brasileiros não se resumem aos prédios escolares.

Mesmo terminando em 1985, a ditadura deixou marcas, não apenas na vida dos diretamente perseguidos por ela. Por isso, entre os milhares de municípios brasileiros poucos não têm uma rua que ostente o nome de algum dos generais ditadores. No Rio de Janeiro, a conhecida ponte Rio-Niterói, oficialmente se chama Ponte Presidente Costa e Silva. Em Campinas, São Paulo, temos três bairros que lembram a ditadura e seus brucutus: Vila Castelo Branco, Vila Costa e Silva e Vila 31 de março, em homenagem ao dia do golpe.

No âmbito do esporte, os ditadores militares também foram homenageados. Temos em Itabaiana, Sergipe, o estádio presidente Emilio Garrastazu Médici. Em São Bernardo do Campo, o famoso Baetão, localizado no bairro Baeta Neves, verdadeiramente não se chama Baetão, mas Umberto de Alencar Castelo Branco, o primeiro dos ditadores.

Já o grandioso Mineirão, totalmente reconstruído para os jogos da Copa, não se chama Mineirão coisa nenhuma. Se não leva o nome de algum general ditador, o estádio ostenta o nome do ex-governador de Minas, Magalhães Pinto, proprietário do antigo Banco Nacional e um dos principais articuladores e financiadores do golpe.

Até recentemente, em Belo Horizonte, havia uma rua homenageando Dan Mitrione, o policial norte-americano que a CIA enviou para dar aulas de tortura para policiais brasileiros. Depois de cumprir sua missão por aqui, Mitrione foi prestar serviços macabros aos ditadores uruguaios, mas acabou sequestrado e morto pelo grupo guerrilheiro Tupamaro, grupo que trazia entre seus lideres a figura impar que hoje ocupa a presidência daquele país, José Mujica.

Sergio Paranhos Fleury, sanguinário delegado e símbolo da repressão imposta pelos militares, também foi homenageado com nome de rua na capital paulista.

No entanto, com os 50 anos do golpe militar ganha corpo um movimento para varrer de locais públicos o nome da gentalha que em 1964 arrancou do poder um governante democraticamente eleito. Causa repulsa saber que gente criminosa possa continuar sendo nome de rua, avenida, hospital, estádio de futebol, praça ou escola.

Se o nome do instrutor de tortura Dan Mitrione, depois de grande pressão popular, foi arrancado de uma rua de Belo Horizonte, o mesmo está acontecendo com escolas públicas da cidade de Salvador, Bahia. Desde o começo do ano, o colégio que se chamava presidente Emilio Garrastazu Médici passou a se chamar colégio estadual Carlos Marighela, baiano, comunista que, resistente aos militares, foi covardemente emboscado e morto na Alameda Casa Branca, São Paulo, no dia 4 de novembro de 1969. A comunidade escolar, ao tomar conhecimento do governo truculento de Médici, exigiu a mudança.

Outras escolas de Salvador andam pelo mesmo caminho. Alunos da escola Presidente Castelo Branco estão trocando o nome do ditador pelo de um personagem histórico incomparável: Nelson Mandela.

Na escola estadual do Bairro de Vila Nova, em Nova Iguaçu, Rio de Janeiro, Costa e Silva foi para o limbo e hoje o prédio escolar daquele bairro homenageia Abdias Nascimento, figura inquestionável na luta contra o racismo, criador do Teatro Experimental do Negro, perseguido pela ditadura e exilado durante os anos de chumbo nos Estados Unidos.

Também, em Cascavel, no Paraná, em março passado, alunos da EE Presidente Costa e Silva rebatizaram o prédio com o nome do Edson Luiz da Lima Souto, estudante assassinado em 1968 pela ditadura.

Em Belém do Pará, homenageando a guerrilheira Helenira Resende, também morta pelos militares, centenas de estudantes exigiram o nome de Helenira substituindo o do truculento Costa e Silva.

Em Vitória, Espírito Santo, vereadores também propõe a troca do nome de escolas. Saem os militares, entram suas vítimas, ou seja, pessoas que deram a vida lutando por um regime democrático.

Indo além das escolas, o Comitê Memória e Justiça de Mato Grosso do Sul pede mudança no nome de duas importantes vias de Campo Grande, as avenidas presidente Costa e Silva e presidente Ernesto Geisel.

A famosa ponte Rio-Niterói, por exigência da Comissão Estadual da Verdade do Rio de Janeiro, logo deixará de ser Ponte presidente Costa e Silva para ganhar o nome do sociólogo Herbert de Souza, o Betinho.

Em Campinas, SP, os dois bairros que levam o nome de generais ditadores e o bairro que leva o nome 31 de Março também serão substituídos. Vitimas da truculência do regime certamente terão seus nomes devidamente lembrados na substituição.

Enfim, o Brasil parece experimentar uma interessante revisão de sua história. Na medida em que avança o debate sobre os anos de chumbo impostos pelos militares, a consciência democrática da população exige uma espécie de limpeza em milhares de locais públicos.

Ao invés de cultuar a memória de quem censurou, perseguiu, prendeu, torturou, matou e fez desaparecer corpos, a população passa a exigir que as vítimas da truculência militar (mesmo que muitas ainda tenham seus restos mortais desaparecidos) ocupem espaços que só devem ser ocupados por aqueles que acreditaram e lutaram por valores capazes de sustentar uma democracia.
*Silvio Prado é professor

Fonte: www.iranilima.com

Literatura

"O Barbeiro de Vila Rica"
Escrito pelo economista e professor Fuad Gabriel Yazbeck (in memoriam) e com prefácio de Laurentino Gomes, o romance é baseado em personagens e acontecimentos verídicos  sobre a Inconfidência Mineira. A obra traça uma linha histórica entre a trajetória de Tiradentes e a luta contra o domínio português no país, com início nos escombros do grande terremoto de Lisboa, e vai até a forca de Tiradentes, no "Largo da Lampadosa", no Rio de Janeiro
. Alexandre, personagem principal, barbeiro em Vila Rica (Ouro Preto) e amigo de Tiradentes (Joaquim José da Silva Xavier), é quem conduz o romance. Ao todo, foram quatro anos entre o início da pesquisa e a finalização do livro. Neste período o autor já lutava contra o câncer e, devido a doença, Fuad Yazbeck faleceu em 2013, deixando a viúva Lola Yazbeck, professora aposentada da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).

67ª edição da Corrida da Fogueira

Masculino
01º - Eberth da Silva Silvério - 22min16s*
02º - Flávio Carvalho Stumpf
03º - Jocemar Fernandes

Feminino
01ª - Érika Maria José Vieira - 26min20s*

* Vencedores em 2012/13/14

Literatura

Eduardo Campos - Um Perfil (1965-2014)

O dia 13 de agosto ficará marcado como um dos mais trágicos da política brasileira. Morreu Eduardo Campos, uma das raras lideranças surgidas nesse cenário tão combalido da nossa política.
A LeYa tinha no prelo "O Lado B dos Candidatos", dos jornalistas Chico de Gois e Simone Iglesias. No livro os autores traçam o perfil de cada um dos candidatos, destacando o lado menos conhecido de cada um, sem os costumeiros recursos pirotécnicos dos "marqueteiros" de plantão, sem maquiagens, sem discursos prontos.
No contexto dessa tragédia, a LeYa amplia e publica, em separado, o perfil de Eduardo Campos. Fazer qualquer prognóstico sobre o que acontecerá com o processo eleitoral a partir de agora tornou-se uma tarefa muito difícil. Os fatos nos atropelaram... Mas a história permanece!

segunda-feira, 14 de julho de 2014

O Rebu

A história
O Rebu se passa nos dias atuais, na região serrana do Rio de Janeiro. A história começa quando a poderosa empreiteira Ângela Mahler promove uma festa para celebrar a realização de um importante negócio com o também empreiteiro Carlos Braga (Tony Ramos), parceiro com o qual tem uma relação de interesse e velada hostilidade.
Angela tem um passado triste. Ela assume o controle da empresa após a morte do marido e dos filhos gêmeos em um acidente de helicóptero. Mesmo fragilizada, a empresária promove várias mudanças no negócio, e conta com o apoio da advogada Gilda Rezende (Cássia Kis Magro).
Tudo parece perfeito na comemoração até a chegada do misterioso Bruno Ferraz (Daniel de Oliveira), que sabe de informações secretas sobre a empreiteira de Angela. Se não bastasse esse mistério, ele é amante de Gilda e também se envolve com Duda.
Um grito de pavor da promoter Roberta (Mariana Lima) interrompe a comemoração. Um corpo é encontrado boiando na piscina da mansão. Todos passam a ser suspeitos do assassinato. Eis o "rebu".
Na trama original, assassinado e assassino foram motivo de suspense. O primeiro, Silvia (Bete Mendes), só foi conhecido no capítulo 50. O autor do crime, o próprio anfitrião da festa, Conrad, foi revelado no fim. A mulher era ex-namorada de Cauê, por quem o empresário nutria um ciúme obsessivo.
Dessa vez, o morto será conhecido logo na estreia. A Globo faz mistério, mas há um zum-zum-zum de que seria o personagem de Daniel de Oliveira. Na trama atual, a investigação do crime será conduzida pelo delegado Nuno Pedroso (Marcos Palmeira), sempre acompanhado de sua fiel assistente Rosa (Dira Paes).

Literatura

O Lado B dos Candidatos

Em outubro, os brasileiros vão eleger o(a) próximo(a) presidente da República, que terá como missão fazer o país crescer, gerar empregos, melhorar a qualidade da educação e da saúde, investir em infraestrutura e tornar o Brasil um país melhor. Os três principais concorrentes ao cargo - Dilma Rousseff, Aécio Neves e Marina Silva - aparecerão nas propagandas eleitorais como as melhores opções para o futuro e irão mostrar aquilo que consideram como pontos positivos em seus governos
A eleição presidencial de 2014 começou de um jeito e terminará de outro. Até a tragédia do dia 13 de agosto, que vitimou o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB), a disputa tinha tudo para ser classificada como a luta de uma avó contra dois netos de famílias tradicionais. Dilma é avó de Gabriel, Aécio Neves (PSDB) é neto de Tancredo Neves, e Eduardo tinha como avô Miguel Arraes. Mas a queda da aeronave que levava o presidenciável do PSB mudou os rumos da história e trouxe para o centro do palco uma personagem que já tivera luz própria em 2010: Marina Silva. Na disputa deste ano, por circunstâncias políticas, ela havia se ajustado na vaga de vice de Eduardo Campos.
Este livro tem como objetivo contar um outro lado dos três candidatos, tornando-os mais humanos e próximos à realidade, seja apontando seus defeitos (pessoais e administrativos) e particularidades, seja abordando questões polêmicas na atuação de cada um. A intenção não é transformar cada um deles em pequenos demônios, mas tirar dos três qualquer pretensão de se apresentarem como salvadores da pátria aos olhos dos eleitores.

domingo, 13 de julho de 2014

Copa do Mundo

Copa do Brasil termina com a segunda maior média de público na história dos Mundiais
Em termos absolutos, a Copa de 2014 também foi a segunda maior da história
As festas nas arquibancadas em todos os jogos no Mundial do Brasil marcaram a competição, elogiada por torcedores estrangeiros e brasileiros. Gente de todos os cantos, de todas as cores, de todas as bandeiras. E os números dão uma dimensão disso tudo, com 3.429.873 torcedores nas 64 partidas do torneio. É o segundo maior público da história do torneio. A média também foi a segunda maior, com 53.591 espectadores. Considerando o formato atual, com 32 países, trata-se dos maiores números até hoje.

Até este domingo a Fifa contabilizava 3,35 milhões de pessoas. Foi quando o telão do Maracanã revelou o público da final (74.738), com alemães e argentinos disputando a bola com muita intensidade em campo. O número igualou o recorde do torneio, de Argentina 2 a 1 Bósnia, em 15 de junho, no mesmo local.
A decisão contou com 4.066 alemães, 4.461 argentinos e 12.984 brasileiros - os demais ingressos não tiveram uma definição de localização, fazendo com que as três nacionalidades citadas tivessem muito mais gente envolvida. Somente da imprensa foram 2,5 mil pessoas credenciadas, um recorde neste Mundial.

Público total da Copa do Mundo, por edição
01º) Estados Unidos 1994 - 3.587.538 (52 jogos)
02º) Brasil 2014 - 3.429.873 (64 jogos)
03º) Alemanha 2006 - 3.359.439 (64 jogos)
04º) África do Sul 2010 - 3.178.856 (64 jogos)
05º) França 1998 - 2.785.100 (64 jogos)
06º) Coreia e Japão 2002 - 2.705.197 (64 jogos)
07º) Itália 1990 - 2.516.215 (52 jogos)
08º) México 1986 - 2.394.031 (52 jogos)
09º) Espanha 1982 - 2.109.723 (52 jogos)
10º) Alemanha 1974 - 1.774.022 (38 jogos)
11º) México 1970 - 1.603.975 (32 jogos)
12º) Inglaterra 1966 - 1.563.135 (32 jogos)
13º) Argentina 1978 - 1.545.791 (38 jogos)
14º) Brasil 1950 - 1.045.246 (22 jogos)
15º) Chile 1962 - 893.172 (32 jogos)
16º) Suécia 1958 - 819.810 (35 jogos)
17º) Suíça 1954 - 768.607 (26 jogos)
18º) Uruguai 1930 - 590.549 (18 jogos)
19º) França 1938 - 375.700 (18 jogos)
20º) Itália 1934 - 363.000 (17 jogos)

Média público da Copa do Mundo, por edição
01º) Estados Unidos 1994 - 68.991 (52 jogos)
02º) Brasil 2014 - 53.591(64 jogos)
03º) Alemanha 2006 - 52.491 (64 jogos)
04º) México 1970 - 50.124 (64 jogos)
05º) África do Sul 2010 - 49.669 (64 jogos)
06º) Inglaterra 1966 - 48.847 (32 jogos)
07º) Itália 1990 - 48.388 (52 jogos)
08º) Brasil 1950 - 47.511 (22 jogos)
09º) Alemanha 1974 - 46.685 (38 jogos)
10º) México 1986 - 46.039 (52 jogos)
11º) França 1998 - 43.517 (64 jogos)
12º) Coreia e Japão 2002 - 42.268 (64 jogos)
13º) Argentina 1978 - 40.678 (38 jogos)
14º) Espanha 1982 - 40.571 (52 jogos)
15º) Uruguai 1930 - 32.808 (18 jogos)
16º) Suíça 1954 - 29.561 (26 jogos)
17º) Chile 1962 - 27.911 (32 jogos)
18º) Suécia 1958 - 23.423 (35 jogos)
19º) Itália 1934 - 21.352 (17 jogos)
20º) França 1938 - 20.872 (18 jogos).
Fonte: www.uai.com.br

Literatura

"Marina: A Vida por uma Causa"
Em formato de livro-reportagem, "Marina: A Vida por uma Causa" (Mundo Cristão, 2010), elaborado e escrito pela jornalista Marília de Camargo César, é a biografia da presidenciável.

O volume dedica um capítulo ao caso Hildebrando Pascoal. Acusado de torturar e matar o mecânico Agilson Santos Firmino, o coronel reformado da PM e ex-deputado marcou negativamente a história do estado do Acre. O crime, por sua brutalidade e repercussão internacional, não poderia ser esquecido em um trabalho como este.


Com prefácio do cineasta Fernando Meirelles, além de narrar os problemas de saúde a conversão à fé evangélica, conta a trajetória da menina que cresceu em um seringal, aprendeu a ler na adolescência e tornou-se deputada estadual, senadora e ministra.

Copa do Mundo

           Alemanha x Argentina
 As seleções principais dos dois países já se enfrentaram 20 vezes, com 09 vitórias da Argentina, 05 empates e 06 triunfos da Alemanha. Nestes jogos, foram assinalados ao todo 56 gols, sendo 28 argentinos e 28 alemães.

Confrontos: 
08/06/1958 - Argentina 1 x 3 Alemanha Ocidental - Malmö Stadion (Malmö, Suécia)
16/07/1966 - Alemanha Ocidental 0 x 0 Argentina - Villa Park (Birmingham, Inglaterra)
14/02/1973 - Alemanha Ocidental 2 x 3 Argentina - Olympiastadion (München, Alemanha Ocidental)
05/06/1977 - Argentina 1 x 3 Alemanha Ocidental - La Bombonera (Buenos Aires, Argentina)
12/09/1979 - Alemanha Ocidental 2 x 1 Argentina - Olympiastadion (Berlin, Alemanha Ocidental)
01/01/1981 - Argentina 2 x 1 Alemanha Ocidental - Estádio Centenário (Montevideo, Uruguai)
24/03/1982 - Argentina 1 x 1 Alemanha Ocidental - Monumental de Núñez (Buenos Aires, Argentina)
12/09/1984 - Alemanha Ocidental 1 x 3 Argentina - Rheinstadion (Düsseldorf, Alemanha Ocidental)
29/06/1986 - Argentina 3 x 2 Alemanha Ocidental - Azteca (Cidade do México)
16/12/1987 - Argentina 1 x 0 Alemanha Ocidental - José Amalfitani (Buenos Aires, Argentina)
02/04/1988 - Alemanha Ocidental 1 x 0 Argentina - Olympiastadion (Berlin, Alemanha Ocidental)
08/07/1990 - Alemanha Ocidental 1 x 0 Argentina - Stadio Olimpico (Roma, Itália)
15/12/1993 - Argentina 2 x 1 Alemanha - Orange Bowl (Miami, Estados Unidos)
17/04/2002 - Alemanha 0 x 1 Argentina - Gottlieb-Daimler-Stadion (Stuttgart, Alemanha)
09/02/2005 - Alemanha 2 x 2 Argentina - Rheinstadion/LTU Arena (Düsseldorf, Alemanha)
21/06/2005 - Alemanha 2 x 2 Argentina - Frankenstadion (Nürnberg, Alemanha)
30/06/2006 - Alemanha 1 x 1 Argentina [PK 4x2] - Olympiastadion (Berlin, Alemanha)
03/03/2010 - Alemanha 0 x 1 Argentina - Allianz Arena (München, Alemanha)
03/07/2010 - Argentina 0 x 4 Alemanha - Green Point (Cape Town, África do Sul)
15/08/2012 - Alemanha 1 x 3 Argentina - Waldstadion (Frankfurt, Alemanha)
13/07/2014 - Alemanha x Argentina - Maracanã (Rio de Janeiro, Brasil)

Seis jogos da lista acima foram duelos válidos por Copas do Mundo: 1958, 1966, 1986, 1990, 2006 e 2010.

Em 1958, na Suécia, a Alemanha Ocidental venceu por 3 a 1, de virada. A Argentina, vestida com camisas amarelas do IFK Malmö, clube local, abriu o placar com Corbatta, mas a Alemanha Ocidental virou com dois gols de Rahn e um de Seeler.

Em 1966, na Copa da Inglaterra, houve empate sem gols em Birmingham. Vinte anos depois, na Cidade do México, Alemanha Ocidental e Argentina decidiram o Mundial. Com gols de Brown e Valdano, os argentinos abriram 2 a 0. Os alemães empataram graças aos tentos de Rummenigge e Völler. Mas, aos 38 minutos do segundo tempo, Burruchaga marcou o gol do bi argentino.

Em 1990, na Itália, novamente a decisão da Copa do Mundo foi entre Argentina e Alemanha Ocidental, no Estádio Olímpico de Roma. Andreas Brehme, de pênalti, aos 40 minutos do segundo tempo, marcou o gol do tricampeonato alemão.

Em 2006, na Alemanha, os dois gigantes voltaram a se enfrentar, no Estádio Olímpico de Berlim. A Argentina abriu o placar com Roberto Ayala, a Alemanha empatou com Klose, e a partida foi para os pênaltis. Neuville, Ballack, Podolski e Borowski converteram para a Alemanha. Cruz e Maxi Rodríguez converteram para a Argentina, mas Lehmann defendeu as cobranças de Roberto Ayala e Cambiasso. A vitória por 4 a 2 nas cobranças levou a Alemanha à semifinal.

Em 2010, na Cidade do Cabo, na África do Sul, na fase das quartas-de-final daquele Mundial, a Alemanha venceu a Argentina facilmente, por 4 a 0, com gols de Thomas Müller, Klose 2 e Friedrich.

Em 2014, Alemanha e Argentina farão a final da Copa do Mundo do Brasil, no Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro. A decisão entre as duas tradicionais seleções se repetirá pela terceira vez na história dos Mundiais. A Alemanha busca seu quarto título, e a Argentina quer sua terceira taça.

03/07/2010 - Argentina 0 x 4 Alemanha
Ficha Técnica
03/07/2010 - Argentina 0 x 4 Alemanha - Green Point (Cape Town, África do Sul)
Motivo: Copa do Mundo de 2010 - Quartas-de-final.
Público: 64.100 presentes.
Árbitro: Ravshan Irmatov (Uzbequistão).
Auxiliares: Rafael Ilyasov (Uzbequistão) e Bakhadyr Kochkarov (Quirguistão).
Argentina: Romero; Otamendi (Pastore), Demichelis, Burdisso e Heinze; Mascherano, Maxi Rodríguez, Messi e Di María (Agüero); Tévez e Higuaín. Técnico: Diego Maradona.
Alemanha: Neuer; Lahm, Mertesacker, Friedrich e Boateng (Jansen); Khedira e Schweinsteiger; Thomas Müller (Trochowski), Özil e Podolski; Klose. Técnico: Joachim Löw.
Gols: Thomas Müller (3' do 1º tempo), Klose 2 (23' do 2º tempo e 44' do 2º tempo) e Friedrich (29' do 2º tempo).

30/06/2006 - Alemanha 1 x 1 Argentina [PK 4 x 2]
Ficha Técnica
30/06/2006 - Alemanha 1 x 1 Argentina [PK 4 x 2] - Olympiastadion (Berlin, Alemanha)
Motivo: Copa do Mundo de 2006 - Quartas-de-final.
Público: 72.000 presentes.
Árbitro: Lubos Michel (Eslováquia).
Auxiliares: Roman Slysko (Eslováquia) e Martin Balko (Eslováquia).
Alemanha: Lehmann; Friedrich, Mertesacker, Metzelder e Lahm; Frings, Schneider (Odonkor), Ballack e Schweinsteiger (Borowski); Podolski e Klose (Neuville). Técnico: Jürgen Klinsmann.
Argentina: Abbondanzieri (Franco); Coloccini, Roberto Ayala, Heinze e Sorin; Luis González, Mascherano, Riquelme (Cambiasso) e Maxi Rodriguez; Tévez e Crespo (Cruz). Técnico: José Pekerman.
Gols: Roberto Ayala (4' do 2º tempo) e Klose (35' do 2º tempo).
Prorrogação: 0 x 0.
Definição por pênaltis:
- para a Alemanha, Neuville, Ballack, Podolski e Borowski converteram;
- para a Argentina, Cruz e Maxi Rodríguez converteram, Roberto Ayala e Cambiasso perderam;
- Alemanha 4, Argentina 2.

08/07/1990 - Alemanha Ocidental 1 x 0 Argentina
Ficha Técnica
08/07/1990 - Alemanha Ocidental 1 x 0 Argentina - Stadio Olimpico (Roma, Itália)
Motivo: Copa do Mundo de 1990 - Decisão.
Público: 73.603 presentes.
Árbitro: Edgardo Codesal Méndez (México).
Auxiliares: Armando Pérez Hoyos (Colômbia) e Michal Listkiewicz (Polônia).
Alemanha Ocidental: Illgner; Berthold (Reuter), Augenthaler, Buchwald, Kohler e Andreas Brehme; Häßler, Matthäus e Littbarski; Völler e Klinsmann. Técnico: Franz Beckenbauer.
Argentina: Goycochea; Simón, Serrizuela e Ruggeri (Monzón); Lorenzo, Basualdo, Burruchaga (Calderón), Troglio e Sensini; Maradona e Dezotti. Técnico: Carlos Salvador Bilardo.
Gol: Andreas Brehme, de pênalti, aos 40 minutos do segundo tempo.
Expulsões: Monzón e Dezotti.

29/06/1986 - Argentina 3 x 2 Alemanha Ocidental
Ficha Técnica
29/06/1986 - Argentina 3 x 2 Alemanha Ocidental - Azteca (Cidade do México)
Motivo: Copa do Mundo de 1986 - Decisão.
Público: 114.600 presentes.
Árbitro: Romualdo Arppi Filho (Brasil).
Auxiliares: Erik Fredriksson (Suécia) e Berny Ulloa Morera (Costa Rica).
Argentina: Pumpido; Brown, Ruggeri e Cuciuffo; Giusti, Batista, Burruchaga (Trobbiani), Enrique e Olarticoechea; Maradona e Valdano. Técnico: Carlos Salvador Bilardo.
Alemanha Ocidental: Schumacher; Berthold, Jakobs, Förster, Briegel e Brehme; Eder, Matthäus e Magath (Hoeneß); Rummenigge e Allofs (Völler). Técnico: Franz Beckenbauer.
Gols: Brown (23' do 1º tempo), Valdano (11' do 2º tempo), Rummenigge (29' do 2º tempo), Völler (36' do 2º tempo) e Burruchaga (39' do 2º tempo).

16/07/1966 - Alemanha Ocidental 0 x 0 Argentina
Ficha Técnica
16/07/1966 - Alemanha Ocidental 0 x 0 Argentina - Villa Park (Birmingham, Inglaterra)
Motivo: Copa do Mundo de 1966 - Primeira Fase.
Público: 51.419 presentes.
Árbitro: Konstantin Zecevic (Iugoslávia).
Alemanha Ocidental: Tilkowski; Schulz, Hottges, Weber, Beckenbauer e Schnellinger; Brulls e Overath; Seeler, Haller e Held. Técnico: Helmut Schön.
Argentina: Roma; Marzolini, Perfumo, Ferreiro e Rattin; Albrecht, Onega e Solari; González, Artime e Más. Técnico: Juan Carlos Lorenzo.
Expulsão: Albrecht.

08/06/1958 - Argentina 1 x 3 Alemanha Ocidental
Ficha Técnica
08/06/1958 - Argentina 1 x 3 Alemanha Ocidental - Malmö Stadion (Malmö, Suécia)
Motivo: Copa do Mundo de 1958 - Primeira Fase.
Público: 31.156 presentes.
Árbitro: Reginald Leafe (Inglaterra).
Argentina: Amadeo Raul Carrizo; Federico Vairo, Juan Francisco Lombardo e Nestor Raul Rossi; Jose Varacka e Pedro Rodolfo Dellacha; Oreste Omar Corbatta, Norberto Menendez, Alfredo Hugo Rojas, Osvaldo Bernardo Cruz e Eliseo Prado. Técnico: Guillermo Stábile.
Alemanha Ocidental: Fritz Herkenrath; Herbert Erhardt, Horst Szymaniak, Horst Eckel e Erich Juskowiak; Georg Stollenwerk, Hans Schafer, Fritz Walter e Alfred "Aki" Schmidt; Helmut Rahn e Uwe Seeler. Técnico: Sepp Herberger.
Gols: Rahn 2 e Seeler para a Alemanha Ocidental, Corbatta para a Argentina.
Fonte:www.jornalheiros.blogspot.com.br

Literatura

terça-feira, 8 de julho de 2014

Copa do Mundo

                      Brasil x Alemanha
Brasil e Alemanha são as duas seleções mais vitoriosas da história do futebol. O domínio das duas nações estabelece estatísticas impressionantes em Copas do Mundo. São as duas equipes com mais finais disputadas: 07 cada uma. Outra: pelo menos um dos dois países esteve entre os quatro primeiros colocados em todas as edições do torneio, com exceção da primeira, em 1930, no Uruguai.

Confiram a lista completa com as 21 partidas da Seleção Brasileira principal contra a Alemanha, incluindo o período da Alemanha Ocidental (12 vitórias brasileiras, 05 empates e 04 triunfos alemães, 39 gols do Brasil e 24 gols da Alemanha):
05/05/1963 - Alemanha Ocidental 1 x 2 Brasil - Volksparkstadion (Hamburg, Alemanha Ocidental)
06/06/1965 - Brasil 2 x 0 Alemanha Ocidental - Maracanã (Rio de Janeiro, Brasil)
16/06/1968 - Alemanha Ocidental 2 x 1 Brasil - Neckarstadion (Stuttgart, Alemanha Ocidental)
14/12/1968 - Brasil 2 x 2 Alemanha Ocidental - Maracanã (Rio de Janeiro, Brasil)
16/06/1973 - Alemanha Ocidental 0 x 1 Brasil - Olympiastadion (Berlin, Alemanha Ocidental)
12/06/1977 - Brasil 1 x 1 Alemanha Ocidental - Maracanã (Rio de Janeiro, Brasil)
05/04/1978 - Alemanha Ocidental 0 x 1 Brasil - Volksparkstadion (Hamburg, Alemanha Ocidental)
07/01/1981 - Brasil 4 x 1 Alemanha Ocidental - Centenário (Montevideo, Uruguai)
19/05/1981 - Alemanha Ocidental 1 x 2 Brasil - Neckarstadion (Stuttgart, Alemanha Ocidental)
21/03/1982 - Brasil 1 x 0 Alemanha Ocidental - Maracanã (Rio de Janeiro, Brasil)
12/03/1986 - Alemanha Ocidental 2 x 0 Brasil - Waldstadion (Frankfurt, Alemanha Ocidental)
12/12/1987 - Brasil 1 x 1 Alemanha Ocidental - Mané Garrincha (Brasília, Brasil)
16/12/1992 - Brasil 3 x 1 Alemanha - Beira-Rio (Porto Alegre, Brasil)
10/06/1993 - Brasil 3 x 3 Alemanha - Robert F. Kennedy Stadium (Washington, EUA)
17/11/1993 - Alemanha 2 x 1 Brasil - Müngersdorfer Stadion (Köln, Alemanha)
25/03/1998 - Alemanha 1 x 2 Brasil - Gottlieb-Daimler Stadion (Stuttgart, Alemanha)
24/07/1999 - Brasil 4 x 0 Alemanha - Jalisco (Guadalajara, México)
30/06/2002 - Brasil 2 x 0 Alemanha - Estádio Internacional (Yokohama, Japão)
08/09/2004 - Alemanha 1 x 1 Brasil - Olympiastadion (Berlin, Alemanha)
25/06/2005 - Alemanha 2 x 3 Brasil - Frankenstadion (Nürnberg, Alemanha)
10/08/2011 - Alemanha 3 x 2 Brasil - Gottlieb-Daimler Stadion (Stuttgart, Alemanha)
08/07/2014 - Brasil x Alemanha - Mineirão (Belo Horizonte, Brasil)

O jogo de 30 de junho de 2002, em Yokohama, foi a decisão da Copa do Mundo da Coreia do Sul e do Japão. O Brasil venceu a Alemanha por 2 a 0, com dois gols de Ronaldo, e faturou sua quinta taça.

O duelo deste 08 de julho de 2014, em Belo Horizonte, será a semifinal da Copa do Mundo do Brasil. O vencedor do confronto enfrentará o ganhador de Holanda x Argentina na decisão do Mundial, no Rio de Janeiro. domingo, 13 de julho.

Observação: Ocorreram ainda 4 jogos da Seleção Brasileira contra a Alemanha Oriental (seleção mais fraca que a da Alemanha Ocidental, não considerada pela FIFA nas estatísticas da atual Alemanha):
26/06/1974 - Brasil 1 x 0 Alemanha Oriental - Niedersachsenstadion (Hannover, Alemanha Ocidental)
26/01/1982 - Brasil 3 x 1 Alemanha Oriental - Castelão (Natal, Brasil)
08/04/1986 - Brasil 3 x 0 Alemanha Oriental - Serra Dourada (Goiânia, Brasil)
13/05/1990 - Brasil 3 x 3 Alemanha Oriental - Maracanã (Rio de Janeiro, Brasil)

Observação II: Entre as Seleções Olímpicas, houve três partidas, todas disputadas nos torneios de futebol dos Jogos Olímpicos (Helsinki-1952, Los Angeles-1984 e Seul-1988):
24/07/1952 - Alemanha 4 x 2 Brasil - Pallokenttä (Helsinki, Finlândia)
01/08/1984 - Brasil 1 x 0 Alemanha Ocidental - Stanford Stadium (Palo Alto, EUA)
27/09/1988 - Brasil 1 x 1 Alemanha Ocidental [PK 4x3] - Estádio Olímpico (Seul, Coreia do Sul)

Observação III: A Seleção Brasileira disputou também 3 jogos contra combinados e clubes alemães:
22/05/1963 - Combinado Alemão 0 x 3 Brasil - (Berlin, Alemanha Ocidental)
13/06/1972 - Brasil 2 x 0 Hamburg - Mineirão (Belo Horizonte, Brasil)
26/05/1974 - Combinado do Sudoeste Alemão 2 x 3 Brasil - (Ludwigshafen, Alemanha Ocidental).
Fonte: www.jornalheiros.blogspot.com.br

Literatura

sábado, 5 de julho de 2014

COPA DO MUNDO

Lesões graves durante Mundiais: lista tem Pelé, Puskas, Beckenbauer e espaço para heróis
Corte de Neymar da Copa do Mundo não é "privilégio" do camisa 10 da Seleção

Em 1962, no Chile, o "rei do futebol" teve uma lesão muscular no segundo jogo do Mundial, contra a Tchecoslováquia, e viu a conquista do título fora das quatro linhas. Amarildo, seu substituto, se destacou em campo e foi peça importante na celebração da segunda conquista mundial da Seleção

Quatro anos de preparação que vão embora em segundos, nas palavras de um médico. Ser cortado no meio de uma Copa do Mundo deve ser um dos momentos mais dolorosos na carreira de um jogador de futebol. Craque da Seleção Brasileira, Neymar passou por essa sensação desagradável nesta sexta-feira, em Fortaleza, ao fraturar uma vértebra na vitória sobre a Colômbia. Agora o Brasil segue sem sua principal estrela para a semifinal, diante da Alemanha, na próxima terça-feira, às 17h, no Mineirão. Mas a saída de um dos craques no meio da competição não é novidade ao longo da história. Destaques como Pelé, Puskas e Beckenbauer já sofreram desse mal. Ainda houve lesões que abriram espaços para novos heróis, como Goycochea, Márcio Santos e Materazzi. Veja abaixo uma lista de jogadores lesionados durante os Mundiais.

Pelé
A frustração de Neymar já foi sentida por grandes craques das Copas do Mundo e por desconhecidos, que entraram na vaga de atletas lesionados e se consagraram. Há também os casos de contusões que chamaram atenção pela gravidade, não pelo personagem envolvido. Porém, a maior inspiração para a sequência da Seleção Brasileira está em Pelé, aclamado como o melhor jogador de todos os tempos. Em 1962, no Chile, o “rei do futebol” teve uma lesão muscular no segundo jogo do Mundial, contra a Tchecoslováquia, e viu a conquista do título fora das quatro linhas. Amarildo, seu substituto, se destacou em campo e foi peça importante na celebração da segunda conquista mundial da Seleção. Quatro anos mais tarde, em 66, na Inglaterra, Pelé se machucou novamente, mas o roteiro foi diferente, com o time canarinho eliminado e os donos da casa campeões. Será que Felipão encontrará um Amarildo para substituir sua principal estrela? Manifestações em redes sociais pedem que um "novo Amarildo" entre para ajudar a Seleção.

Puskas
A Hungria de 1954 perdeu a final para a Alemanha e o time que era a sensação da Copa da Suíça terminou sem o título. Ferenc Puskas era o grande craque da equipe e, durante a fase de grupos, ajudou os húngaros na vitória por 8 a 3 sobre os germânicos. Depois de se lesionar na goleada, ele só voltou para a final, mas viu os alemães ganharem por 3 a 2 e serem campeões.

Beckenbauer
Considerado o maior jogador da Alemanha de todos os tempos, Franz Beckenbauer se machucou numa semifinal de Copa, em 1970, no México. Como o técnico Helmut Schon já havia feito as substituições permitidas, o Kaiser foi para o sacrifício com uma tipoia improvisada para continuar em campo contra os italianos. Em jogo frenético, a Azzurra venceu e foi para a final contra o Brasil.

Reposição
Há casos de lesões que são minimizadas pela reposição ocorrida. Pumpido (1990), Ricardo Rocha (1994) e Nesta (2006) sofreram contusões que os fizeram perder o Mundial. Mas, em todos os casos, os substitutos deram conta do recado. Na Copa da Itália, Goycochea entrou no gol da Argentina para não sair mais, e ajudou o time a ficar com o segundo lugar, se destacando pelos pênaltis defendidos. Quatro anos depois, nos Estados Unidos, o zagueiro brasileiro deu lugar a Márcio Santos, peça eficiente no tetra.

Por fim, o italiano Nesta cedeu espaço para Materazzi, autor do gol que permitiu à Itália levar a decisão contra a França, em 2006, para os pênaltis. O título ficou com a Azzurra e o defensor foi celebrado. Outro lance curioso vivido por ele foi a cabeçada disparada por Zinedine Zidane, que teve repercussão mundial.

Outros dois grandes defensores se lesionaram em Copas:Baresi e Gamarra. O italiano perdeu grande parte da competição nos Estados Unidos, e só voltou a campo na decisão contra a Seleção Brasileira. O líbero ainda desperdiçou um pênalti. Já o paraguaio se machucou em 1998, contra a França, e se despediu da Copa no “Gol de Ouro” marcado por Lauren Blanc, único da história dos Mundiais. Gamarra carrega o símbolo de ter sido eficiente na marcação sem cometer nenhuma falta na competição.

Lances violentos
O francês Patrick Battiston passou por um susto em 1982, na Espanha. Em uma dividida com o goleiro alemão, Schumacher, ele quebrou três dentes e foi cortado. Os Bleus foram às quartas daquele torneio, mas saíram para a Alemanha. Outra ausência durante o Mundial aconteceu em 1994, no jogo entre Estados Unidos e Brasil. Leonardo acertou cotovelada em Tab Ramos, que fraturou o rosto. O jogador brasileiro pegou quatro jogos de gancho e também ficou fora da disputa, com Branco assumindo a titularidade.
Fonte: www.superesportes.com.br

Literatura

quinta-feira, 3 de julho de 2014

"XÔ CAPETA" 1

Fé forçada - Record intima artistas a inaugurar templo da Universal e cria mal-estar

A Record está convidando apresentadores, atores e jornalistas para a inauguração do templo de Salomão, projeto faraônico da Igreja Universal do Reino de Deus, no próximo dia 31, em São Paulo. Os convites, no entanto, estão sendo interpretados como intimação, porque a Universal é liderada pelo "bispo" Edir Macedo, dono da Record. "Não se recusa convite do dono da empresa", justifica um jornalista, que pede para não ser identificado.

A iniciativa da Record gerou constrangimentos nos bastidores da emissora. Elenco e executivos contrários à convocação argumentam que não se deve misturar religião com trabalho. Profissionais temem se "queimar" no mercado se aparecerem em fotos e reportagens sobre a inauguração do templo, que deverá contar com a presença da presidente Dilma Rousseff, contrariando conselhos de assessores do PT. Alguns artistas já estão providenciando viagens e compromissos fora de São Paulo no dia 31 para terem uma boa desculpa para a ausência.

Todos os apresentadores, os principais jornalistas e algumas dezenas de atores já foram ou serão convocados para irem à inauguração da igreja, que terá lugar para 10 mil pessoas sentadas.

"XÔ CAPETA" 2

Calote
Por decisão da Justiça a Igreja Mundial do Poder de Deus do "apóstolo" Valdemiro Santiago, por decorrência do débito junto ao Grupo Bandeirantes de Comunicação, terá 10% do faturamento bruto da denominação penhorado para quitar dividas.

A medida faz parte do processo que o Grupo Bandeirantes move contra a denominação evangélica/neo pentecostal Igreja Mundial do Poder de Deus (IMPD), o qual rompeu o contrato de locação de horário no Canal 21 UHF, em outubro passado, após recorrente inadimplência.
Para que a dívida seja quitada pela igreja,  foi determinado pela Justiça a penhora de 10% do faturamento bruto da denominação, os quais são provenientes de dízimos e ofertas.

Por mais inviável que pareça, na prática cálculo sobre dízimos e ofertas(doações), a Justiça acredita que a Mundial precisará registrar um valor mínimo em suas operações mensais.Em fevereiro, a Band já havia conseguido a penhora de R$ 2,1 milhões de contas da Mundial.

Fonte: www.carlosferreirajf.blogspot.com

Literatura

terça-feira, 1 de julho de 2014

Mobilidade urbana

Laranjal/Palma/Miracema

O ônibus que faz a linha Cataguases-MG/Pádua-RJ, além de Leopoldina-MG, passa por Laranjal, Palma e Miracema (MG-285 e RJ-200), e as três cidades permanecem sem uma rodoviária decente. Miracema é a única que possui, na verdade, uma rodoviária adaptada. O local que já foi estação ferroviária, foi adaptado para rodoviária. Com os adventos atuais, a expressão "mobilidade urbana" está na moda, e é bastante usada. Em se tratando de "mobilidade urbana", não se pode tolerar ônibus intermunicipal, e até, interestadual, trafegando pelas ruas apertadas de Laranjal, Palma e Miracema, para ter acesso aos pontos de parada do veículo. Essa prática cria transtorno para os moradores, atrasa e dificulta as viagens e não traz benefícios.

Locais
- Em Laranjal, a margem direita da BR 116 (Rio/Bahia), sentido Leopoldina/Muriaé é um um local apropriado para a construção da rodoviária.
- Em Palma, vejo o acesso ao centro da cidade, trevo de Barão de Monte Alto, sentido Laranjal/Miracema como um local próprio.
- E em Miracema, vejo na saída para Pádua, próximo a entrada da fazenda Saionara, como ponto ideal para essa merecida e necessária rodoviária.

Estamos em um ano eleitoral e vislumbro, com muito, otimismo essas possibilidades. Mesmo não sendo especialista no assunto, acredito ser obras de baixo custo, compatível com a dimensão populacional das cidades:
Laranjal-MG (6.465-IBGE/2010), Palma-MG (6.545-IBGE/2010) e Miracema-RJ (26.843-IBGE/2010).

Sugestões de nomes:
Laranjal: Terminal Rodoviário Deputado Sérgio Naya,
Palma: Terminal Rodoviário Prefeito Luiz Teixeira,
Miracema: Terminal Rodoviário Professor Luiz Delco.

Asfalto
Tenho acompanhado pelo portal da prefeitura de Palma (www.palma.mg.gov.br) o empenho do prefeito para buscar verba e viabilizar o asfaltamento da estrada Palma/Cisneiro/Itapiruçu. Quero sugerir ao prefeito que inclua no projeto, o asfaltamento da estrada Itapiruçu/Angaturama/Recreio. O programa "Caminhos de Minas" do governo estadual pode ser a solução para a verba necessária à execução das obras. A parte "urbana" de Coqueiros também necessita de calçamento/asfalto.

Literatura

Mobilidade urbana

                        Arco Metropolitano
O trecho do Arco Metropolitano inaugurado nesta terça, 01/07, liga Itaguaí, na Região Metropolitana do Rio, a Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, onde se conecta à BR-116 (Rio-Petrópolis), trecho duplicado sob concessão da CRT, até Magé, e de lá à BR-493 até Manilha, em trecho que está sendo duplicado.

O Arco Metropolitano, de 145 quilômetros de estrada no entorno da Região Metropolitana do Rio, liga as cidades de Itaboraí, Guapimirim, Magé, Duque de Caxias, Nova Iguaçu, Japeri, Queimados, Seropédica e Itaguaí.

O projeto do arco tem mais de 40 anos, mas só em 2008, após ser incluído no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) começou a ser construído, com investimentos do governo federal e estadual que somam R$ 1,9 bilhão. Seu nome oficial é Rodovia BR-493/RJ-109.

O Arco Metropolitano liga polos industriais importantes como o Porto de Itaguaí, a Refinaria Duque de Caxias, e o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro, em Itaboraí.

Literatura