domingo, 29 de setembro de 2013

Miss Brasil 2013

O posto de Miss Brasil 2013 ficou com Jakelyne Oliveira, do estado do Mato Grosso, que recebeu a coroa da Miss Brasil 2012, Gabriela Markus. O evento aconteceu no Minascentro, em Belo Horizonte, Minas Gerais e  foi apresentado por Sérgio Marone e Sabrina Sato

A mato grossense, de Rondonópolis, que chegou a ser comparada com a atriz Bruna Marquezine, venceu a disputa entre 27 candidatas e competiu a final com a anfitriã da noite, a Miss Minas Gerais, Janaina Barcelos. Já o terceiro lugar ficou com Priscila Cidreira, a Miss Bahia.
Fonte: www.carlosferreirajf.blogspot.com

Literatura

 "Música Sertaneja: Uma Paixão Brasileira – Volume 2″

De autoria de André Piunti, o livro traz textos sobre os ritmos que foram introduzidos e que ajudaram a formar a música sertaneja ao longo da história, como polca, guarânia, música mexicana, entre outras tantas.

É um livro de textos mais curtos, com o intuito de ser o mais claro e direto possível, para que possa ser compreendido por todos, inclusive por quem não é tão familiarizado com a música sertaneja.

"Zico e Zeca"

Cantor Zeca, da dupla "Zico e Zeca", morre aos 81 anos em Rio Preto-SP

O cantor Zeca que fazia dupla sertaneja com Zico, morreu no início da tarde de sábado, 28/09, em São José do Rio Preto-SP, devido a uma pneumonia. Zeca estava internado no Hospital de Base em São José do Rio Preto, cidade onde residia, desde quinta-feira, 26/09. O parceiro de dupla, Zico, morreu no  Hospital das Clínicas, em Ribeira Preto em 31/05/2007, depois de cair do palco durante um show em Santa Rita do Passa Quatro. O corpo de Zeca será sepultado neste domingo, 29/09, ás 16h, no cemitério de Itajobi-SP. Zico (Antônio Bernardo da Costa - 04/01/31-31/05/2007) e Zeca (Domingos Paulino da Costa -12/09/32-28/09/2013), eram irmãos de Liu (Lincoln Paulino da Costa - 07/08/34-05/08/2012) e Léu, e primos de Vieira e Vieirinha.

Literatura

 "Música Sertaneja: Uma Paixão Brasileira – Volume 1"

Escrita pelo jornalista campineiro, André Piunti, a obra é um livro-agenda que narra a história da música sertaneja, desde seus primórdios até todo esse movimento iniciado nos últimos anos. Patrocinado pela Talismã, o autor do dos textos disponibilizou três meses de pesquisas para a conclusão do trabalho.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Futebol

“CALENDÁRIOS DESUMANOS ?“

      por  Antônio Carlos Corrêa

    Todos aqueles que estão ligados ao futebol brasileiro, reclamam constantemente que os calendários são desumanos.
    Meus amigos, os senhores parecem que vivem na Europa  e não no Brasil. O Brasil, é um país com hospitais públicos sucateados, escolas públicas vergonhosas, segurança pública inexistente, onde um policial arrisca sua vida todos os dias por menos de três mil reais por mês, aposentados que são massacrados pelo governo, médicos que queimam pestanas por anos em faculdades para aprender a salvar vidas, e vão trabalhar em hospitais ganhando salários que os faz trabalhar em vários lugares para ter uma vida justa, etc, etc e etc. E os senhores vem falar de calendários desumanos?
     Vários jogadores medíocres que conhecemos, ganham acima de trezentos mil reais, e se estiverem gripados, não ficam nem no banco de reservas, e após dez anos enganando em vários clubes, se aposentam e ficam dando pitacos pelo Brasil afora nos rádios e na TV, isto quando não vão para a política continuar enganando nosso povo.
    Sou formado, trabalhei em uma empresa por vinte e cinco anos insalubre, sem tirar férias durante onze anos, para conseguir ter uma casa e uma vida normal. Perdi a conta de quantas vezes trabalhei com febre, cortei um dedo num sábado, e na segunda estava trabalhando com o dedo enrolado.
     Após quarenta anos indo e vindo do trabalho de trem e de ônibus, me aposentei com nove mínimos. E hoje, para coroar todo esforço  que fiz pelo meu país, meu salário foi reduzido para três mínimos. E os senhores vem dizer  que o calendário é desumano? Se o calendário é desumano com os salários pagos a esse monte de perebas que os europeus deixam ficar no Brasil, o que dizer do resto dos brasileiros que trabalham realmente até doentes?
     Todos os clubes brasileiros estão em dificuldades financeiras, devendo a INSS, Fazenda, jogadores e etc. E por isto, precisam de calendários extensos, para pagar os salários exorbitantes dos técnicos e jogadores e etc. Perguntem aos jogadores, se concordam em diminuir os salários para diminuir os calendários?
     Cada ano se endivida mais com salários abusivos para os padrões salariais brasileiros, e os jogadores estão reclamando de que? Com os salários que os senhores ganham para bater uma bolinha duas vezes por semana meus amigos, em vez de ficarem curtindo boates, e festinhas em suas folgas, procurem saber como vive o resto do povo brasileiro fora do círculo de vocês? Vocês que estão reclamando de calendários desumanos, procurem uma associação de aposentados de seus estados, e fiquem sabendo como foi o calendário deles durante quarenta anos de trabalho?
    Os jogadores de terceira e quarta divisão, além de jogar em seus clubes, ainda têm que trabalhar em vários lugares como frentista de postos, cobradores de ônibus e etc.  Por isto meus amigos, caiam na real. Mas para um país que elegeu um presidente analfabeto, isto não é muito estranho não.
    Infelizmente, tem três coisas no Brasil, que bota um analfabeto rico. E quais são: Loteria, futebol e política. Mais fazer o que? Reclamem que os calendários são desumanos, para sobrar mais tempo para gastar dinheiro mole em boates e festas. Mas tome muito cuidado, pois tudo que vem mole, vai embora mole também. Já tem jogador rico aí viciado em pôquer, depois não reclamem da sorte.

domingo, 22 de setembro de 2013

Literatura

       “Correio de Araxá – Assuntos Impressos”
O livro, escrito por por Atanagildo Cortes, faz um apanhado não apenas dos fatos mais importantes noticiados pelo jornal "Correio de Araxá", ao longo de mais de cinco décadas de circulação ininterrupta, mas também os mais interessantes e inusitados fatos, ajudando a compreender melhor a evolução histórica da “Terra de Dona Beja”, em seus mais variados aspectos. Atanagildo conta também, na obra,entre outras coisas, detalhes pitorescos que envolveram a criação do periódico, como o fato de ele ter sido alvo da descrença de muitos, que duvidavam de seu êxito, no final dos anos de 1950. A obra,faz o leito compreender melhor a história de Araxá, “lugar alto onde primeiro se avista o sol”.
Fonte: www.diariodearaxa.com.br

Cognomes de Juiz de Fora e... Benfica de Minas

por Vanderlei Dornelas Tomaz*

 Freqüentemente, somos interrogados sobre a origem de algum cognome dado à cidade ao longo de sua história. De quem teria partido expressões como Barcelona Mineira, Manchester Mineira e Atenas de Minas? E Benfica? Será que em algum momento mereceu receber um cognome? Nas próximas linhas, você vai conhecer um breve relato esclarecedor dessa curiosidade.

   ATENAS MINEIRA: Quando o escritor Arthur de Azevedo esteve em Juiz de Fora, em 1907, para assistir a peça de sua autoria “O dote”, chamou a cidade de Atenas Mineira. Também revelou que, em visita anterior, chamara o município de Princesa do Paraibuna. O escritor Coelho Neto, que pertenceu à Academia Brasileira de Letras, também cognominara a cidade de Atenas de Minas.

   MANCHESTER MINEIRA: Em 1889, Juiz de Fora contava com duas fortes indústrias de tecidos: a Companhia Têxtil Bernardo Mascarenhas e a Companhia de Fiação e Tecelagem Industrial Mineira (a fábrica dos ingleses ou Morrit & Cia.). Na ocasião, estava sendo inaugurada a primeira usina da América Latina a produzir energia elétrica para iluminação pública. Foi quando surgiu na imprensa local o cognome de Manchester Brasileira, depois Manchester Mineira, para Juiz de Fora. A autoria é desconhecida. Rui Barbosa, durante a Campanha Civilista, em discurso realizado no antigo Theatro Municipal de Juiz de Fora, em 17 de fevereiro de 1910, também chamou a cidade de Manchester Mineira.
 
   BARCELONA MINEIRA: No dia 03 de abril de 1919, Rui Barbosa visitava a construção da futura sede da Associação Comercial. Naquela oportunidade, assinando o livro de visitas, assim escreveu: “Em Juiz de Fora, a Barcelona Mineira, cidade da indústria, do operariado e das relações liberais, a Associação Comercial é o coração das forças produtoras, em cujo futuro se contém o porvir deste Estado”.

   BENFICA, VERDUN DA MANTIQUEIRA: O bairro Benfica também já recebeu um cognome. Durante a Revolução de 30, em Benfica aconteceram fortes combates. O poeta mineiro Carlos Drummond de Andrade, em duas de suas crônicas falou sobre o conflito em Benfica. A população local aderiu aos revolucionários. Soldados lutaram durante dias nas proximidades da estação ferroviária e nas regiões de Dias Tavares e da Remonta. Um jornal do Rio de Janeiro – o Correio da Manhã – na edição de 28 de outubro de 1930, em uma de suas manchetes, assim definiu o conflito: “Benfica, Verdun da Mantiqueira, resistiu até a hora da vitória aos ataques das tropas legalistas”. Verdun é uma cidade da França e, na Primeira Guerra Mundial, foi a última resistência contra os alemães.
*Vanderlei Dornelas Tomaz é historiador
Fonte: www.benficanet.com.br

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Literatura

               "As Ilusões Armadas - O Sacerdote e o Feiticeiro"

   

“A Ditadura Envergonhada” vai do golpe de 1964 até a edição do Ato Institucional nº 5; “A Ditadura Escancarada” começa do AI 5 e termina no extermínio da Guerrilha do Araguaia em 1973;

“A Ditadura Derrotada”; e “A Ditadura Encurralada” focam nas vidas de Geisel e Golbery, o retorno de ambos ao Planalto, os 4 primeiros anos do governo Geisel e terminando em outubro de 1977 no momento em que o general Sylvio Frota foi dormir, depois de ter visto um filme de James Bond, sem saber que Geisel o acordaria chamando-o ao Planalto para demiti-lo.

O grande diferencial da “saga” escrita pelo jornalista Elio Gaspari, ao contrário de quase a unanimidade dos livros que retrataram os anos de chumbo é que consegue fazê-lo por dentro do sistema, sob a ótica de quem estava no poder, como pensavam, porque faziam, quais os seus objetivos. Descreve com detalhes o funcionamento, a estrutura, a hierarquia e a mentalidade das forças Armadas e do sistema operante do período. Para isso teve como interlocutores duas centrais, figuras de todo o período: Ernesto Geisel e Golbery do Couto e Silva, o “Sacerdote” e o “Feiticeiro”. Seria impossível realizá-lo sem que Golbery entregasse a Gaspari seu arquivo e sem as demoradas conversas com Geisel a partir de 1979, que chegou a gravar depoimentos pessoais ao jornalista a partir de 1994.

Golbery e Geisel sempre estiveram no olho do furacão, já conspiravam antes do golpe de 1964 do qual foram 2 dos principais artífices. Durante a ditadura só ficaram na “geladeira” durante o governo Costa e Silva. Geisel era Chefe da Casa Militar quando Jânio renunciou e foi um dos líderes do movimento que tentou impedir a posse de João Goulart de 1961. Pós 64 foi também chefe da casa militar de Castello Branco, presidente da Petrobras no governo Médici, até o seu apogeu quando foi catapultado à presidência da República. Golbery sempre foi o intelectual das principais rebeliões militares desde os tempos de Getúlio Vargas, quando redigiu o manifesto que defenestrou Jango do Ministério do Trabalho de Vargas. Mentor intelectual da tentativa de impedir Jango de assumir o governo e novamente estava envolvido com a “gloriosa” de 1964, sempre atuando nas sombras. Foi o criador e primeiro presidente do SNI e Chefe do Gabinete Civil do governo Geisel.

A série é o mais completo e profundo painel da Ditadura Militar, um livro fundamental para as gerações futuras que se interessarem a lançar um olhar sobre esses anos. Descreve com riqueza de detalhes as últimas horas da presidência de João Goulart, a noite em que o exército “dormiu janguista” e “acordou revolucionário”, o endurecimento do regime, a resistência, a criação das guerrilhas, a caçada que foram submetidas, sua extinção e as torturas que foram impostas a militantes e simpatizantes da resistência.

Um de seus maiores êxitos é trazer à luz toda a dificuldade para desmontar toda essa máquina assassina que atuava nos porões do regime. Gaspari mostra como a partir de certo momento os ventos mudaram, os valores eram outros e mesmo aliados de outrora como os Estados Unidos já não pensavam do mesmo jeito na era Carter. As organizações internacionais passam então a pressionar o governo e até a Igreja sai de cima do muro, mas a resistência agora está no seio do poder. A “tigrada” resiste e sabota, utilizando violência e truculência sem limites contra as tentativas de ingerência nos seus poderes de “vida e morte” contra quem consideravam inimigos da pátria, tendo como seu ápice os episódios da bomba do Riocentro e da bomba na sede da OAB, deixando a cada dia o governo brasileiro em situação constrangedora diante de uma nova ordem internacional.

Futebol

Literatura

"A Ditadura Encurralada" 
Quarto livro de Elio Gaspari, narra o processo de isolamento político que o presidente Ernesto Geisel e seu chefe do Gabinete Civil, Golbery do Couto e Silva, impuseram à linha dura do regime militar. Nos mil dias que transcorreram entre o final da censura ao jornal "O Estado de S. Paulo", pouco depois da derrota eleitoral de 1974 (episódio narrado no terceiro volume da série), e a demissão do general Sylvio Frota, em 77, Geisel e Golbery se viram emparedados entre os representantes mais radicais da máquina repressiva e os movimentos sociais, que ganhavam novo fôlego. A morte do jornalista Vladimir Herzog e as manifestações estudantis de 77 haviam levado os militares a um impasse que Geisel resolveu à sua maneira: reforçando o poder em suas mãos e enfraquecendo a musculatura do regime.
Para escrever o livro, Elio Gaspari valeu-se de um precioso arquivo de papéis e gravações confidenciais reunidos por Golbery e pelo secretário particular de Geisel, Heitor Ferreira. O Sacerdote (Geisel) e o Feiticeiro (Golbery) são perfilados num texto de impressionante densidade narrativa, que completa o relato iniciado em "A ditadura derrotada" e conta, em detalhes inéditos, questões de Estado como o apoio brasileiro a um dos grupos de guerrilheiros em Angola, ou as complicadas relações dos militares com o governo americano.


terça-feira, 17 de setembro de 2013

Nossos vícios no futebol

por Pedro Cardoso da Costa*

Não conheço a fundo outros povos para dizer que somente o brasileiro seja um povo que costuma alimentar e perpetuar os vícios que cria. Vira e mexe falo disso e associo ao futebol por ser uma das representações maiores da nossa gente.
Durante três décadas, os times brasileiros venceram apenas cinco taças da Libertadores das Américas. Duas nos anos sessentas e, respectivamente, uma e duas nas décadas seguintes. O nosso argumento era que o brasileiro não valorizava o campeonato. O inverso do mesmo argumento é utilizado para criticar, mesmo que sutilmente, os europeus por não valorizarem abertamente o Mundial de Clubes.
Olha que existe uma grande diferença. Nesse formato de torneio, o time mais expressivo que os europeus enfrentam é o campeão sul-americano, geralmente na final. Ou seja, deveríamos reconhecer a lógica de uma oitava de final entre os grandes europeus ser muito mais relevante do que uma final com um time asiático, africano ou até das Américas.
Por aqui, os narradores e comentaristas esportivos indistintamente passam o jogo inteiro criticando e até instigando quem os ouça a se insurgir contra os árbitros em razão dos erros cometidos contra equipes brasileiras. Quando o mesmo erro favorece às equipes daqui, eles são bem amenos nas críticas e o máximo que dizem é que o time brasileiro não tem nada a ver com a falha da arbitragem. Tá bom. Esse conceito só vale para o Brasil!
Outra mania é os comentaristas mencionarem como os treinadores deveriam jogar. Aí são sempre as alternativas para vencer de um lado e do outro, como numa partida só um vence, nunca dizem qual é efetivamente a sugestão para valer.
Certa vez contestei as "sobras" de Falcão. Ele insistia em dizer que sobrariam três daqui, dois para acolá. Até que eu persuadir para que ele explicasse a razão de tanta sobra, vez que cada time entra com o mesmo número de jogadores, no mesmo espaço e quando sobram três de um lado, necessariamente existe a mesma quantidade livre do outro, salvo caso de expulsão ou jogador que sai contundido sem possibilidade de substituição. No mínimo deveria dizer qual das sobras era mais importante.
Outro hábito é dizer que houve falha individual ou coletiva quando o time toma um gol. Sem considerar a superioridade do ataque, todo gol forçosamente ocorre por falha. Técnico que substitui bem. Só acho que substitui bem quem escala mal. Não vislumbro outra explicação lógica alguém deixar melhor, o mais bem preparado para depois, quando o time fica em desvantagem, visto que o único motivo de mudança de um técnico brasileiro é o resultado. Nenhum altera para ampliação do resultado, por mais que o jogo esteja propício a isso.
Mas persistem outras coisas ilógicas. O gol na casa do adversário valer mais serve como incentivo e reconhecimento na interferência dos fatores extracampos; e ainda piora o fato dessa regra não servir para as finais. O mesmo se aplica para as vitórias por mais de dois gols fora de casa eliminarem a partida de volta nas duas primeiras fases da Copa do Brasil. Isso se assemelha às vitórias de três pontos antigamente, com a ressalva de que valiam para os jogos em casa ou fora.
Quando o time faz um, dois ou três gols, mesmo o adversário não oferecendo resistência, o recuo tem sido inevitável. Com isso, as grandes goleadas passaram a ser uma espécie em extinção. E, ainda, qualquer drible, jogada de efeito ser considerada desprezo ao adversário.
O circo se fecha com a não comemoração pelos gols contra equipes onde o atleta jogou alguns dias, sem nenhuma história marcante; o árbitro nunca apresenta o segundo cartão amarelo para o goleiro que faz "cera", além de os brasileiros considerarem falta qualquer contato no adversário, mesmo quando é este quem se atira sobre o outro, como se fosse dever do adversário abrir o caminho. Outras manias serão abordadas futuramente.

*Pedro Cardoso da Costa é Bacharel em Direito

Literatura

"A Ditadura Derrotada"
Elio Gaspari narra o desmonte gradual da ditadura militar empreendido por Ernesto Geisel, o Sacerdote, e Golbery do Couto e Silva, o Feiticeiro, e a grande derrota eleitoral do governo ditatorial, em 1974. A partir de exaustiva pesquisa documental, Gaspari conta como os dois generais aos poucos desmontaram a ditadura que haviam ajudado a construir.
O relato que inaugura a série "O Sacerdote e o Feiticeiro" vai de junho de 1971, quando um bilhete anunciava que o novo presidente seria "o Alemão", à avassaladora vitória da oposição nas eleições parlamentares de 1974. Geisel, o Sacerdote, e Golbery, o Feitceiro, atuaram juntos no comando do regime militar brasileiro e o conduziram à derrocada.

domingo, 15 de setembro de 2013

Peróxido de hidrogênio

Água oxigenada
O peróxido de hidrogénio que, em solução aquosa, é conhecido comercialmente como água oxigenada, é um líquido claro de fórmula química H2O2. Foi descrito a primeira vez por Louis Jacques Thénard, numa reacção de peróxido de bário com ácido nítrico.1
Trata-se de um líquido viscoso e poderoso oxidante. É incolor à temperatura ambiente e apresenta característico sabor amargo. Quantidades pequenas de peróxido de hidrogénio gasoso ocorrem naturalmente no ar. O peróxido de hidrogénio é instável e quando perturbado, rapidamente se decompõe (através da enzima Catalase, presente em nosso corpo), de H2O2, em água(H2O) e oxigênio(O2) com libertação de calor. Deste modo, quando ele é transformado em água e oxigénio pela catalase, acaba por matar bactérias e vírus anaeróbicos (que não sobrevivem à presença de oxigénio), pois libera oxigénio puro, tendo a função de "Desinfectante Oxidante". Embora não seja inflamável, é poderoso agente oxidante que pode sofrer combustão espontânea em contacto com matéria orgânica ou alguns metais como o cobre ou o bronze.
O peróxido de hidrogénio é encontrado em concentrações baixas (3-9%) em muitos produtos domésticos para uso medicinal e como clareador da roupa e do cabelo. Na indústria, o peróxido de hidrogénio é usado em concentrações mais elevadas para clarear tecidos, pasta de papel, e ainda como combustível para ajuste e correcção nas trajectórias e órbitas de satélites artificiais no espaço. Na área médica é usado como desinfectante ou agente esterilizante em autoclave de plasma. Na área química é usado como componente da espuma de borracha orgânica e outras substâncias químicas. Noutras áreas como na investigação é usado para medir a actividade de algumas enzimas como a catalase.
O peróxido de hidrogénio actua ainda em diversos mecanismos de degradação de aminoácidos (em associação com amino-oxidases), por conta de seu poder oxidante elevado. Tal composto ainda pode actuar na fotossíntese (ciclo do glioxilato), e na síntese de glicose a partir de fontes que não contenham carboidratos (gliconeogénese).
Usos gerais:
clareamento de cabelos;
como antisséptico a 3%;
usada junto com o peróxido de benzoíla no tratamento da acne;
no clareamento dental.
na medicina veterinária.
em processos de esterilização a baixa temperatura, na forma de plasma.
Obs.: A água oxigenada vendida comercialmente é uma mistura de água e peróxido de hidrogénio, sendo que o peróxido de hidrogénio representa entre 3% e 9% desta mistura. Apesar de ser muitas vezes empregada dessa forma, "água oxigenada" não é sinonimo de "peróxido de hidrogênio".
Fonte: www.wikipedia.org

Literatura

"A Ditadura Escancarada"
É o segundo volume da série sobre a ditadura militar no Brasil, escrito pelo jornalista Elio Gaspari. Cobre o intervalo de 1969 (logo após a edição do Ato Institucional no 5) até o extermínio da guerrilha do Partido Comunista do Brasil, nas matas do Araguaia, em 1974. Foi a fase mais dura da mais duradoura das ditaduras nacionais. Ao mesmo tempo, foi a época das alegrias da Copa do Mundo de 1970, do aparecimento da TV em cores e de inéditas taxas de crescimento econômico. O Milagre Brasileiro e os Anos de Chumbo se desenrolam simultaneamente, mas nas páginas de A ditadura escancarada há mais do chumbo que do milagre. Isso se deve à convicção do autor de que a tortura e a coerção política dominaram o período. 

sábado, 14 de setembro de 2013

Acantose nigricans

A Acantose nigricante ou acantosis nigricans é uma doença rara da pele, caracterizada por hiperqueratose (excesso de queratina) e hiperpigmentação (lesões de cor cinza e engrossadas, que dão um aspecto verrugoso).
É frequentemente associada à obesidade e endocrinopatias, como hipotireoidismo ou hipertireoidismo, acromegalia, doeça do ovário policístico, diabetes insulino-resistente, síndrome metabólica, e Síndrome de Cushing.

Embora possa ocorrer em qualquer local da superfície corpórea, a área mais atingida é a região posterior do pescoço, seguida pelas axilas, face lateral do pescoço, superfícies flexoras dos membros, região periumbilical, inframamária, mucosa oral ou mesmo, dobras do corpo e pregas cutâneas, em casos raros, planta dos pés e palma das mãos, que se tornam espessas e aveludadas.

As principais causas são as endocrinopatias: a obesidade é o distúrbio mais comum, freqüentemente associado ao hiperinsulinismo, ao diabetes mellitus e à resistência à insulina. A doença pode afetar pessoas saudáveis ou pode estar associada a outros problemas de saúde. Alguns casos são herdados geneticamente e é mais comum a ocorrência entre pessoas afrodescendentes e é freqüentemente encontrada em pessoas com diabetes.

Alguns medicamentos, como o hormônio do crescimento ou os contraceptivos orais (pílula) também são citados como possíveis causas para o surgimento da acantose. Casos graves podem estar relacionados à ocorrência de neoplasias malignas, mais comumente do trato gastrointestinal ou genitourinário, mas sua ocorrência é mais rara.

Manifestações clínicas 
A acantose nigricante evolui lentamente provocando o escurecimento progressivo das áreas afetadas e as lesões não são acompanhadas de qualquer outro sintoma.

Tipos de acantose nigricans:
A síndrome de Miescher, que é uma forma benigna e hereditária;
A síndrome de Gougerot Carteaud, que é também uma forma benigna e possivelmente hereditária, mas que aparece em mulheres jovens;
A pseudo-acantose nigricans que é uma forma juvenil benigna que se associa a obesidade e alterações endocrinológicas.
A acantose maligna, manifestação paraneoplásica do adulto que se associa com freqüência a um tumores do tubo digestivo e do fígado, bem como linfomas e melanoma.
FONTE: www.carlosferreirajf.blogspot.com

Literatura

"A Ditadura Envergonhada"
O livro é o primeiro volume da série As Ilusões Armadas sobre a ditadura militar no Brasil, escrito pelo jornalista Elio Gaspari. Cobre o intervalo de 31 de Março de 1964 (deposição de João Goulart) até o período imediatamente posterior ao Ato Institucional no 5 (13 de dezembro de 1968), passando pela realização da famosa aula de tortura dada por um tenente, no Rio de Janeiro. Desde o golpe que tirou João Goulart do poder até o dia em que Ernesto Geisel entregou sua faixa presidencial. No primeiro volume, Elio Gaspari defende que a ditadura era uma grande bagunça e, por isso, Médici obrigou-se a iniciar uma severa perseguição aos opositores do governo.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Ediminas S/A- Editora Gráfica e Industrial de Minas Gerais

 "Hoje em Dia"
O controle acionário da Ediminas S/A- Editora Gráfica e Industrial de Minas Gerais (jornal  Hoje em Dia) foi passado para o controle Grupo Bel. As negociações foram finalizadas nesta semana e divulgada pela própria empresa, que publicou comunicado oficial em sua página. A Ediminas, que até então pertencia ao Grupo Record, é a proprietária do jornal Hoje em Dia, diário que circula na capital e no interior há 25 anos.

"Os grupos Record e Bel já foram parceiros em outros negócios bem sucedidos envolvendo o segmento da radiodifusão e seguem mantendo, com a negociação ora concluída, o mesmo alto nível de relacionamento institucional e de respeito aos seus colaboradores, fornecedores, clientes e parceiros comerciais", diz o comunicado.

O assunto sobre a venda surgiu em agosto passado, quando a Veja noticiou que o acordo seria fechado por R$ 40 milhões. Com 46 anos de mercado, o Grupo Bel é pioneiro em radiodifusão no país, tendo sido responsável por colocar no ar a primeira rádio FM estéreo do Brasil.
Fonte:

Literatura

"MRS Logística S. A.: a ferrovia de Minas, Rio e São Paulo, uma nova ordem no conceito de transporte"
Escrito por José Emílio de Castro Buzelin, Eduardo José de Jesus Coelho e João Bosco Setti, o livro é o resultado de uma parceria com a MRS, sendo dividido em três partes principais: Na primeira aborda a recente história da MRS a partir do processo de desestatização da RFFSA em 1996. Em seguida uma viagem fotográfica pela história das duas ferrovias formadoras da malha (EFCB e EFSJ). E por fim o parque de tração, apresentando todos os modelos das locomotivas diesel-elétricas e elétricas, com tabelas e fotos referentes às fases históricas e seus padrões de pintura. Também os guindastes e as locomotivas alugadas pela MRS são abordados em anexos ao final da obra. Impresso em off set em papelcouche brilho, com todas as legendas em português e inglês, e tendo ao final um resumo do texto em inglês.

AM/FM


O Ministério das Comunicações já encaminhou à Casa Civil a minuta do decreto que estabelece as diretrizes legais para a migração dos canais de rádio AM para a faixa de FM. O texto passa agora por análise técnica para então ser assinado pela presidente Dilma Rousseff.

A expectativa é de que o decreto seja editado no próximo dia 25 de setembro, data oficial em que se comemora o Dia do Rádio.

A migração poderá ocorrer tão logo autorizada nos municípios onde o espectro de FM estiver livre.  A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatek) está encarregada de estudar o plano básico do rádio para verificar a disponibilidade de canais.

Nas cidades onde não houver canais vagos, as emissoras terão de aguardar a liberação dos canais 5 e 6, ocupados pela TV analógica, conforme houver a execução do cronograma de desligamento do sinal

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Literatura

"Aparecida" 
A obra faz parte das atividades de comemoração pelo aniversário de 300 anos do encontro da Imagem de Nossa Senhora Aparecida, 1717, por três pescadores no Rio Paraíba do Sul. O livro de fotografias revela a simbologia e os detalhes da arte sacra e da religiosidade popular que contemplam o maior santuário mariano do mundo, captadas pelo olhar do fotógrafo Fábio Colombini.

O livro "Aparecida" apresenta a beleza da arquitetura, da arte sacra e da fé do povo brasileiro. A obra inédita tem apoio do Santuário Nacional e foi concebida e realizada ao longo de sete anos pelos artistas Claudio Pastro, responsável pelas obras, painéis e vitrais da Basílica, e pelo fotógrafo Fabio Colombini, que produziu um dos raros ensaios fotográficos com a imagem da Mãe Aparecida. A fotografia estimula o ver e enxergar da beleza da fé transformada em arte pelo próprio povo brasileiro. Somado ao texto de Cláudio Pastro, o livro é composto por poesias de Adélia Prado.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Série D 2013

Confira os confrontos das quartas de final da Série D!
Duelo entre Aparecidense e Mixto não acontecerá, devido ao goleiro massagista

Os dois últimos classificados às quartas de finais do Campeonato Brasileiro da Série D foram conhecidos na noite de terça-feira, 10/09. O Tiradentes e o Plácido de Castro, beneficiados pelo resultado do primero jogo, confirmaram a vaga e seguem lutando pelo acesso à Série C.

Os confrontos:
Juventude-RS x Metropolitano-SC
Salgueiro-PE x Plácido de Castro-AC
Botafogo-PB x Tiradentes-CE
Aparecidense-GO (ou Tupi-MG) x Mixto-MT

Os times que jogarão a primeira a partida em casa são: Metropolitano-SC, Botafogo-PB, Plácido de Castro-AC e Aparecidense-GO (caso passe o time Goiano. Se passar o Tupi, o primeiro jogo será em Cuiabá), já que na somatória das duas fases, os adversários fizeram melhor campanha. De acordo, com o artigo décimo segundo:

Art. 12 – Para as terceira, quarta e quinta fases os mandos de campo dos jogos de volta pertencerão aos clubes que obtiverem sucessivamente:

01º) maior número de pontos ganhos em toda a competição (soma das fases);
02º) maior saldo de gols em toda a competição (soma das fases).

A definição das datas e horários deve ser oficializada nesta quarta-feira pela CBF. Mas, o STJD já pediu que o jogo entre Aparecidense e Mixto, não seja realizado, aguardando o julgamento do caso do goleiro massagista, que será na segunda-feira, dia 16/09.
Os classificados, já estarão com vagas garantidas na Série C 2014.
Fonte: www.futebolinterior.com.br

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Literatura

"Click aqui, click ali e divirta-se na sala de aula"

O livro da professora e escritora Juliana de Paula Iennaco Grilo leva o leitor a penetrar mais no mundo da informática e da educação, como se fossem caminhos duplos que, de repente, se cruzam, se unificaram.
Criando e brincando, a autora nos conduz a uma via de esclarecimento, e assuntos que nos parecem difíceis ou complicados tornam-se meros jogos ou técnicas fáceis de se trabalhar.
Na obra a autora apresenta diversas abordagens no uso das novas tecnologias - mídias sociais, e-books e blogs - na educação formal.

Futebol

domingo, 8 de setembro de 2013

Literatura

"Beco das Garrafas"
De autoria do escritor Marcello Cerqueira, a obra revive boas lembranças na memória do brasileiro cinquentão em diante.

O Beco das Garrafas, em Copacabana, na Zona Sul carioca foi praticamente o local de origem da Bossa Nova, um dos mais importantes movimentos da MPB.

Localizado na Rua Duvivier, o histórico espaço era frequentado pacificamente por artistas, boêmios, marginais, prostitutas, políticos, empresários e simples trabalhadores, numa expressiva composição daquele Brasil que "era feliz e não sabia".

Jovem chegado à boêmia, e arriscando vez por outra um violão, Marcello Cerqueira fazia parte daquela caravana onde despontavam para fama Tom e Vinícius, Chico Buarque, Nara Leão, Dolores Duran, que é uma forte presença no livro, e tantos outros.

O livro lembra que apesar daquele clima envolvente, vivia submerso no Beco das Garrafas um mundo de pessoas tristes e solitárias, que as circunstâncias levaram à prostituição, à perda de identidade e à miséria.

Série D

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Literatura

"A vida de jornalista como ela é – o melhor do blog de Duda Rangel"
Escrito pelos irmão gêmeos, Anderson Couto e Emerson Couto, o livro reúne 110 textos dos mais de 500 produzidos para o blog em quatro anos. São contos, crônicas, poesias e paródias, organizados em 16 capítulos temáticos. O blog foi criado em janeiro de 2009 e tem atualmente uma média de 75 mil visitas por mês.
Assim como no blog, "A vida de jornalista como ela é" tem o fictício Duda Rangel como narrador. Duda é um jornalista que perde o emprego, a mulher e o rumo de sua vida. Sem dinheiro para fazer terapia e sem competência para o suicídio, decide criar sua página na web, em que fala com bom humor das dificuldades e dos prazeres da profissão. 

Impressos

Diário de S. Paulo e jornais da Rede Bom Dia são vendidos para agência digital

O controle acionário dos impressos que formam a Rede Bom Dia e o Diário de S. Paulo trocou de mãos. Na noite dessa quinta-feira, 05/09, o Grupo Traffic divulgou a venda das marcas para a Cereja Comunicação.

Sem informar os valores e outros detalhes do acerto, “em razão de um compromisso de confidencialidade”, a Traffic garantiu que a negociação com a agência digital foi fechada na segunda-feira, 02/09.

Mantida até o início da semana pelo jornalista e empresário J. Hawilla (dono da Traffic), a Rede Bom Dia leva às bancas do interior paulista cinco títulos regionais: Bauru, Sorocaba, Rio Preto, Jundiaí e ABCD. Juntas, as publicações empregam mais de 30 jornalistas.

Com sede em Osasco, o Diário de S. Paulo conta com mais de 40 profissionais na redação. Em junho, o veículo demitiu jornalistas e reduziu a versão impressa, indo de 64 para 48 páginas, conforme divulgou o Comunique-se na ocasião.

Apesar de vender os jornais da Traffic, J. Hawilla segue carreira como empresário de comunicação. Ele é o principal acionista da TV Tem, emissora afiliada à Rede Globo que opera em parte do interior de São Paulo.
Fonte: www.portal.comunique-se.com.br

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Literatura

"Um olhar para o passado"
Escrito pelo dentista e pesquisador, Carlos Augusto Machado Veiga, o livro faz parte das comemorações dos 90 anos de emancipação do município de Bicas-MG. A obra traz registros históricos importantes de Bicas e região fundamentados em entrevistas, pesquisas em arquivos particulares, jornais e cartórios. O autor apresenta os detalhes da luta dos biquenses pela emancipação de seu povoado em relação a Mar de Espanha e a atuação de personalidades ilustres como o 2º Barão de Catas Altas, Antônio José Gomes Bastos. A família do autor publica o tradicional jornal "O Município", que que circula há 97 anos.
Bicas-MG
As mais antigas crônicas relatam que os primeiros a pisarem nas terras pertencentes ao Município de Bicas foram os Tropeiros, que estabeleciam pausadas provisórias, abrigando-se em choupanas cobertas de taboas. A localidade ficou conhecida, a princípio, por "Arraial das Taboas", topônimo originado das águas que corriam das coberturas de taboas, que por ocasião das fortes chuvas caiam em grossas bicas.

Uma segunda versão diz que, enquanto pousavam, os tropeiros abasteciam com água suas bicas para continuarem a viagem com suas mercadorias.

O povoado desenvolvido ao redor da estação ferroviária, no auge da produção cafeeira, era o centro exportador do produto. A criação e o comércio de gado determinaram a ocupação e progresso da região. A instalação das oficinas da então Leopoldina Railway veio fortalecer o desenvolvimento da localidade.

O Povoado que deu origem à atual cidade de Bicas surgiu no século XIX, tendo sido levada à categoria de Distrito, em 19/09/1890, incorporado, então, ao Município de Mar de Espanha. Passou o referido Distrito a integrar, nesse mesmo ano, ao Município de Guarará. Bicas permaneceu como parte integrante de Guarará até 1923, quando foi emancipado.

A independência de Bicas se deu no dia 07/09/1923, sendo instalado em 01/01/1924. O Distrito foi elevado à categoria de Município pela Lei Estadual nº 893 em 10/09/1925.

A Comarca, no entanto, só foi criada e instalada em 29/06/1935, sendo hoje, composta pelos Municípios de Bicas, Guarará, Pequeri e Maripá de Minas.