segunda-feira, 30 de julho de 2012

Eleições 2012

Vários cronistas esportivos serão candidatos nas eleições de outubro. Nesta primeira listagem, oFutebol Interior traz alguns locutores que buscam a eleição de vereador. Até o dia primeiro de outubro, o Futebol Interior irá apresentar novas matérias, divulgando vários outros candidatos ligados à crônica esportiva.

Em São Paulo, o polêmico jornalista Chico Lang, da TV Gazeta, busca novamente uma vaga como vereador, agora pelo PTB e apoiando o candidato a prefeito Celso Russomanno (PRB). Com 58 anos e sem esconder que é corintiano, Chico Lang está na imprensa esportiva faz mais de 30 anos, sendo figura carimbada na tradicional Mesa Redonda da TV Gazeta.

Região de Sorocaba
Em Sorocaba, depois de 17 anos narrando jogos do São Bento e Atlético, Vander Paiffer quer ser vereador pelo PT e aposta na candidatura da professora Iara Bernardi (PT) para prefeitura da cidade. Com 37 anos, Vander Paiffer atualmente empresta sua voz e vibração para a Rádio Cruzeiro do Sul FM de Sorocaba (FM 92,3).

Próximo a Sorocaba, na cidade de Porto Feliz, o repórter José Queiroz, que durante muitos anos foi repórter esportivo na Região, atuando em emissoras de Porto Feliz, Itu e Indaiatuba, quer manter-se vereador. Filiado ao PSDB, Coquinho, como é chamado e hoje com 57 anos, tem sido um dos mais votados a cada eleição e este ano está na chapa do candidato a prefeito, Gerão (DEM).

Em Campinas
Em Campinas, Jota Silva, dono de uma das vozes mais bonitas do Brasil e que faz parte da equipe de narradores da Rádio Central (AM 870) quer voltar a ter uma cadeira na Câmara Municipal. Com 57 anos e agora filiado ao PSB, Jota Silva apóia a candidatura do também radialista Jonas Donizetti (PSB).

Também em Campinas, buscando manter-se na Câmara Municipal, está Campos Filho. Hoje afastado dos microfones, Campos Filho chegou à Campinas justamente por ter se destacado como narrador esportivo em Rio Claro. Cidinho Campos, como era chamado o atual vereador pelo DEM, narrou muitos gols de Guarani e Ponte Preta, mas depois que ingressou na política deixou de lado suas atividades na locução esportiva. Com 59 anos, Campos Filho está na chapa que apóia o candidato a prefeito Márcio Pochmann (PT).

No Sul do Brasil
Fora do Estado de São Paulo, Haroldo de Souza, talvez o melhor narrador do Sul do Brasil, é candidato a reeleição em Porto Alegre. Com 67 anos e ainda em plena forma, Haroldo de Souza atua como narrador esportivo em Porto Alegre desde 1974, tendo trabalhado nas três principais emissoras do Rio Grande do Sul. Filiado ao PMDB, Haroldo está na chapa de vereadores que apóia a candidatura a Prefeito de José Fortunatti (PDT).
Fonte: www.futebolinterior.com.br/

Santos Dumont-MG
Na terra do pai da aviação a jornalista, apresentadora e que faz o plantão esportivo da Rádio Cultura, Alessandra Batista, é candidata a vereadora pelo PT.

Belo Horizonte-MG
Alberto Rodrigues, narrador da Itatiaia, é vereado e deve tentar a reeleição:

Ituiutaba-MG
Odeemes Braz é Narrador e diretor da Rádio Difusora, presidente da Ituiutabana e candidato:

Volta Redonda-RJ
Carlos Estevam é narrador da Rádio Sul Fluminense de Barra Mansa e candidato em Volta Redonda.

Santo Antonio de Pádua-RJ
O repórter esportivo Paulo Joel é candidato a vereador.

Literatura

"A herança e a procura"
Depois de lançar os livros de contos "Nó de sombras" (IMS/SP) e "Hóspedes do vento" (Nankin Editorial) e o romance "O estranho no corredor" (7 Letras), o escritor Chico Lopes, para comemorar seus 60 anos, completados em maio, acaba de se aventurar no pantanoso terreno da literatura de memória.

Com a segurança dos bons narradores, ele publica "A herança e a procura", bem construído mosaico de histórias em que passou a limpo as últimas quatro décadas, desde que resolveu deixar Novo Horizonte, no interior de São Paulo, para se fixar em Poços de Caldas, no Sul de Minas, onde coordena o cinevideoclube do Instituto Moreira Salles.

O resultado do esforço, que lhe custou três anos de trabalho, foi conseguir construir algo verdadeiro, calcado em coisas vistas e sentidas. O lado sofrido da escrita, revela Chico Lopes, veio sobretudo de algumas lembranças familiares e de pessoas que não existem mais. Também foi triste constatar as modificações de Novo Horizonte, que atualmente se expande em vilas e bairros periféricos.

Mas valeu o esforço de reconstrução – dos primeiros anos na Rua Antônio Sabino, onde ele viveu 16 anos, aos primeiros passos como escritor, passando pelo contato definitivo com seu mentor, Ignácio Loyola Brandão. Durante muito tempo, os dois mantiveram intensa correspondência.

sábado, 28 de julho de 2012

Série C 2012

Com a atuação decisiva do goleiro Rodrigo, que defendeu um pênalti cobrado por Pedro Júnior, na segunda etapa e jogando com dez, Leo Salino foi expulso, o Tupi conseguiu um bom resultado em Goiânia (GO), no Estádio Serra Dourada, na tarde deste sábado, 28/07: empate em 0 x 0 contra o Vila Nova (GO). Com o ponto conquistado, o Galo continua na lanterna do Grupo B, com dois pontos, mas agora tem dois jogos seguidos em casa, nos dois próximos sábados, contra o Santo André (SP) e o Brasilense (DF). 
Tupi: Rodrigo, Alex Travassos, Wesley Ladeira, Silvio e Fabrício Soares; George, Léo Salino, Henrique e Michel Cury (Assis); Fabinho (Allan) e Daniel (Cassiano). Técnico: Felipe Surian.
Vila Nova: Júlio Cesar; Marcelo (Jorginho), Toninho, Rafael Vaz (Cairo) e Reivan; César Gaúcho, Mateus Magro, Ricardinho e Rafael Carioca (Wescley); Marion e Pedro Júnior. Técnico: Jorge Saran
Arbitro: Marcos Mateus Pereira (MS), auxiliado por Carlos Emanuel Manzolilo (TO) e Ezequiel Barbosa Alves (MS)
Cartões amarelos: Léo Salino, Rodrigo, Allan (Tupi), Toninho, Matheus Magro, Cairo (Vila Nova)
Cartão vermelho: Léo Salino (Tupi)
Público e renda: R$ 70.380,00 – 11.627 pagantes (pessoas presentes)

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Série C 2012

                     Vila Nova-GO e Tupi-MG
Campeonato Brasileiro:
O Tupi de Juiz de Fora-MG, campeão brasileiro da Série D 2011 e vencedor do campeonato mineiro do interior 2012, joga neste sábado, 28/07, contra o Villa Nova-GO, no Estádio Serra Dourada, em Goiãnia-GO. E a RÁDIO CULTURA (http://www.radioculturasd.com.br/) vai transmitir, com toda sua equipe MULTIMÍDIA.
Narração: Edson Palma, Comentários e Entrevistas: Carlos Ferreira, Plantão: João Begati e Mesa de Áudio: João Batista.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Fluminense F.C.

Invencibilidade

Nos Brasileiros de pontos corridos, o limite de invencibilidade no início da campanha era do Flamengo em 2011, com 16 jogos invictos. O Fluminense tem 11, um recorde, considerando o Corinthians em 2011 e o Botafogo em 2007. Ambos sofreram o primeiro revés no 11º jogo. O Corinthians contra o Cruzeiro, por 1 x 0, ano passado. O Botafogo de Cuca caiu contra o Santos, por 3 x 0.

A última vez que um time chegou a este momento do campeonato sem derrotas foi em 1997, o Internacional, de Celso Roth, Christian e Arílson. Daquela vez, o Inter só perdeu em seu 14º jogo, por 1 x 0 para o Juventude de Caxias do Sul, depois de 09 vitórias e 04 empates nas 13 primeiras partidas.

Se considerar o Campeonato Brasileiro unificado, como a CBF faz desde 2010, são seis os campeões invictos. Cinco na Taça Brasil: Palmeiras (1960), Santos (1963, 1964 e 1965), Cruzeiro (1966); um no Campeonato Brasileiro de 1971 para cá: Internacional de 1979.

Palmeiras em 1960, Santos em 1963 e 1965 jogaram 04 partidas apenas. O Santos de 1964 e o Cruzeiro de 1966 disputaram seis partidas para ganhar o título invicto. O Internacional, em 1979, disputou 23 partidas para ganhar o campeonato invicto.

O Fluminense precisa de 38 rodadas. Cenários recentes e semelhantes ao que o Fluminense precisa fazer são a Juventus, campeã italiana invicta em 38 rodadas na temporada 2011/12 e o Arsenal, campeão inglês invicto, também em 38 rodadas na temporada 2003/04.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Os quase campeões

Os dez maiores vices do futebol brasileiro:

10 – O time que abre nosso top 10 é o Grêmio. O Tricolor tem nada menos do que 33 vices em sua galeria. A maioria deles vêm do Gaúchão, no qual os gremistas já estiveram na segunda colocação em 25 oportunidades.
09 – Em nono lugar está o Santa Cruz-PE. O time pernambucano soma nada menos do 34 vices em sua história, sendo 31 deles vindos do Estadual. Os outros três foram “conquistados” nas Séries B e D do Brasileiro e na Copa Nordeste .
08 – Com o mesmo número de vices do Santa Cruz está o América-RN, também com 34 segundas colocações. O time potiguar tem 32 vice-campeonatos estaduais, sem contar um na Série B e outro na C.
07 – Um dos times mais tradicionais do Brasil, o Remo vem na sétima colocação com 35 vices em sua história. Os paraenses foram vice-campeões estaduais em nada menos do que 32 oportunidades, sendo a mais recente em 2012.
06 – Aclamado pelos rivais como maior vice do Brasil, o Vasco é apenas o sexto colocado dessa lista. Apesar das piadas, o cruzmaltino tem “apenas” 36 vice-campeonatos ao longo de sua história, sendo três deles em nível nacional: dois Brasileiros e uma Copa do Brasil.
05 – Bem no meio da lista está o Paysandu, grande rival do Remo e, portanto, maior vice do Pará. O bicolor tem 36 vices, mesmo número do Vasco, sendo nada menos do que 35 no Estadual. O outro, solitário, é de uma Copa do Norte.
04 – Na quarta colocação do ranking de vices está o São Paulo. Com 39 segundas colocações em sua história, o Tricolor é, ao lado do Internacional, o clube com mais vices no Brasileirão: nada menos do que cinco vezes. Ao lado do rival Palmeiras é também o brasileiro com mais vices na Libertadores, com três.
03 – Na terceira colocação e, portanto, com a medalha de bronze, está o Flamengo. Apesar de os rubro-negros viverem chamando os vascaínos de vices, são eles quem estão na frente na lista, com nada menos do que 40 vices em sua galeria. O Mengão é, ao lado do Grêmio, o maior vice-campeão da Copa do Brasil, na qual foi segundo colocado em três oportunidades.
02 – O vice-campeão de nossa lista de vice-campeões é o Atlético-MG. O alvinegro tem nada menos do que 41 vices em sua história, sendo 35 deles no Mineiro – o Galo é o time que mais vezes foi segundo colocado em Minas Gerais.
01 - E o primeiro colocado da lista é o Cruzeiro, maior vice-campeão do futebol brasileiro. A Raposa ficou na segunda colocação em nada menos do que 48 oportunidades, sete a mais do que o Galo, segundo colocado da lista. Além de 30 vezes no Mineiro, o time celeste também coleciona outros quatro vices no Brasileiro, além de outros 14 em torneios diversos.
Fonte:

Tupi (Juiz de Fora-MG)

Apesar do esforço da diretoria para que permanecesse, o técnico Moacir Junior deixou na tarde desta segunda-feira, 23/07, o comando do Tupi. Moacir Júnior já havia colocado o cargo à disposição da diretoria na derrota para o Madureira por 1 x 0, no dia 14/07. Mas a atuação ruim e o empate com o Caxias, somadas às três derrotas anteriores, determinaram a saída do treinador, que em 12 pontos disputados, perdeu 11.

Felipe Surian assume interinamente a equipe. Ele é funcionário do clube, foi auxiliar técnico de Leonardo Condé, Ricardo Drubscky (na campanha de Campeão Brasileiro da Série D), Alexandre Grasseli e de Moacir Júnior (na conquista do título de Campeão Mineiro do Interior e da vaga na Copa do Brasil/2013), e dirigiu o time B do Galo na Copa Integração de Futebol Regional, no primeiro semestre deste ano. O próximo compromisso dos Carijós será no sábado (28/julho), em Goiânia (GO), contra o Vila Nova. O time ocupa a última colocação no Grupo B da Série C, com um ponto ganho em quatro jogos.

Elenco
O volante Paulinho, o goleiro Eládio e o atacante Jefferson não participarão do elenco Carijó no restante do Campeonato Brasileiro da Série C. Paulinho voltou ao Atlético Mineiro, dono do seu passe, Eládio e Jeferson foram emprestados ao Valério, de Itabira (MG), que vai disputar a terceira divisão do futebol mineiro. Paulinho estava no Tupi, emprestado pelo Galo da capital, desde janeiro e jogou algumas partidas no Estadual. Eládio atuou pelo alvinegro juiz-forano de 2006 a 2010, com um pequeno intervalo em 2008, e havia retornado à Santa Terezinha em março – foi titular do time B que disputou a Copa Integração de Futebol Regional. Jefferson estava no Tupi desde julho de 2011 e fez parte do elenco campeão brasileiro da Série D.

CONSIDERAÇÕES:
A saída do treinador era inevitável, os resultados, ou a falta deles, não podem ser desprezados. Em que pese a boa campanha no mineiro, mas na Série C Moacir não conseguir fazer o time jogar. Em relação ao mineiro o time sofreu apenas duas alterações: na lateral direota saiu Flávio e chegou Alex Travassos, o que foi uma mudança para melhor. Já na cabeça de área saiu Jailton e chegou Caetana. Essa foi uma mudança para pior. Sem conseguir reeditar o futebol de temporadas anteriores, Caetano já nem figura no banco de reservas.

Vida que segue e que o novo treinaddor chegue logo, mas não me venham com soluções caseiras e nem essas invençoes mirabolantes tipo Jordan de Freitas e Alexandre Grasseli.

Marcos Roberto Dias Cardoso (26/06/1941 - 21/07/2012)

O cantor da Jovem Guarda Marcos Roberto morreu, na noite de sábado, 21/07, em Osasco, na região metropolitana de São Paulo. O músico estava internado no Hospital Municipal Antônio Giglio. A morte foi causada por múltipla falência de órgãos. O corpo do cantor foi enterrado na manhã de domingo no Cemitério Santo Antônio.

Marcos Roberto Dias Cardoso nasceu em 26/06/1941 e morreu em 21/07/2012. Na música, fez sucesso com "A última carta", que ficou meses em primeiro lugar nas paradas e vendeu mais de dois milhões de discos.

A última carta
Eu resolvi a lhe escrever a última carta

Para pedir mais uma vez a sua volta
Com sua ausência eu sofro tanto
E não consigo acreditar
Que você já me esqueceu e não quer voltar

Se você sentisse a saudade que eu sinto agora
Mandaria a carta que eu espero logo sem demora
Nossa casa sem você é triste não é mais aquela
Mas posso dizer que a felicidade ainda aqui te espera
Mas posso dizer que a felicidade ainda aqui te espera

Tento dormir mas a saudade não me deixa
É meia noite e outra vez estou chorando
Está carta manchada de lágrimas
Mais uma vez vai lhe dizer
Que estou morrendo apaixonado por você


Se você sentisse a saudade que eu sinto agora
Mandaria a carta que eu espero logo sem demora
Nossa casa sem você é triste não é mais aquela
Mas posso dizer que a felicidade ainda aqui te espera
Mas posso dizer que a felicidade ainda aqui te espera
Escreva-me, escreva-me, escreva-me a última carta, a a última carta.

sábado, 21 de julho de 2012

Praça Sete

Conheça a história dos quatro cantos da Praça Sete
Local no coração de Belo Horizonte completa 90 anos em setembro e já passou por mudança de nome, fechamento dos quarteirões, ganhou um obelisco e foi revitalizado em 2003

Quando setembro chegar, a Praça Sete vai completar 90 anos de seu batizado. Nascida na planta original da cidade como 14 de Outubro, numa referência à data de criação da Comissão de Estudos das Localidades Indicadas para a Nova Capital, só mesmo na comemoração do centenário da Independência do Brasil (7/7/1922) ela ganhou o nome definitivo e o coração dos belo-horizontinos. Em nove décadas, foram muitas as mudanças no espaço público, que teve bondes, assistiu à retirada de árvores e a construção do obelisco conhecido como Pirulito e, em 2003, mereceu um projeto de requalificação urbana. No entanto, uma das intervenções mais importantes da área, segundo os especialistas, foi o fechamento dos quatro quarteirões, em 1971, medida para ordenar o trânsito e, principalmente, favorecer os pedestres.

No início, os quarteirões agora quarentões dividiram as opiniões dos moradores: elogios de um lado, críticas do outro. Mas, no fim das contas, significaram uma conquista, uma das grandes vitórias dos pedestres sobre os veículos, avalia o arquiteto e urbanista Radamés Teixeira da Silva, de 88 anos, ex-professor da Escola de Arquitetura da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e chefe do Serviço de Plano Diretor da Prefeitura de BH nas décadas de 1950 e 1960. Naquele momento, os quarteirões fechados eram uma tendência nas grandes cidades e BH a incorporou com sucesso, “garantindo o bem-estar da comunidade”.

Ao lembrar aqueles tempos, quando os carros começavam a crescer em número e espremiam a população nas calçadas, o professor Radamés pergunta com sabedoria: “Quem gostaria de ver de novo aqueles trechos da Praça Sete com tráfego intenso de veículos?” E vai além, ao recomendar às autoridades que o exemplo seja estendido, hoje, a outros cruzamentos da região Central, os quais ele prefere não se antecipar, já que as intervenções demandariam pesquisas e estudos dos órgãos responsáveis. “Os quarteirões, em ruas com 20 metros de largura, tiveram um valor extraordinário para a sociedade, pois puseram à disposição dos pedestres metros quadrados preciosos. É preciso fechar outros quarteirões da cidade.” Segundo a arquiteta e urbanista Cláudia Pires, conselheira do Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB/Seção Minas Gerais), a iniciativa priorizou quem anda a pé numa praça que tem cruzamentos em diagonal.

Novos nomes
Vinte anos depois da chegada dos calçadões ao Centro, construídos durante o governo do prefeito Luiz Gonzaga de Souza Lima ( de 1967 a 1971), os quatro espaços receberam nomes homenageando povos indígenas que vivem em Minas. As denominações estão em placas, embora muita gente passe, apressadamente, sem prestar a menor atenção. Portanto, na próxima vez que transitar pelo local, conheça melhor os quarteirões fechados: Krenak ou Crenaque (trecho da Rua dos Carijós, entre a praça e Rua São Paulo), Pataxó (Rua dos Carijós até a Rua Espírito Santo), Maxacali ou Machacali (Rua Rio de Janeiro até a Rua dos Tupinambás) e Xacriabá (Rua Rio de Janeiro até a dos Tamoios).

Tombados junto com o conjunto urbano da Avenida Afono Pena, desde 1994, pelo Conselho Deliberativo do Patrimônio Cultural Municipal, os quatro quarteirões – o primeiro a ser implantado foi o Xacriabá – abrigam ícones arquitetônicos da cidade, como o Cine Brasil, de 1932, em processo de restauração para fins culturais; o prédio do antigo Banco da Lavoura (1946), hoje ocupado por outra instituição financeira; o edifício no qual funciona a Unidade de Atendimento Integrado, de 1919, que abrigou a sede do Banco Hipotecário e Agrícola do Estado de Minas Gerais; o prédio do antigo Bemge; e o Edifício Clemente de Faria.

As imagens da construção do calçadão ainda estão vivas na memória do bancário aposentado Gilmar Dias Duarte, de 77 anos, morador do Bairro Sion, na Região Centro-Sul de BH. “A maioria dos carros era importada e aqui na Rua Rio de Janeiro era possível estacionar. A obra despertou polêmica, pois muita gente não concordava com as mudanças”, recorda-se o bancário, que trabalhou durante 35 anos no prédio do Banco da Lavoura. Com simpatia, ele aponta instituições e lojas que saíram das imediações da Praça Sete, como o Instituto Médico-Legal, a Câmara Municipal, uma delegacia de polícia, uma bombonière e outros. “O fechamento foi bom para o povo”, acredita.

Dia do batismo
O nome Praça Sete de Setembro foi dado ao “coração de BH” pelo então presidente estadual de Minas, Raul Soares (1877-1924). Naquele dia de comemorações do Centenário da Independência do Brasil, foi lançada a pedra fundamental do monumento conhecido popularmente como Pirulito – o obelisco seria o marco comemorativo da grande data nacional, mas só foi inaugurado dois anos depois. Referência da cidade, o traçado físico original não é característico de uma praça, sendo, na verdade, um espaço central resultante do cruzamento de quatro eixos, que são as avenidas Afonso Pena e Amazonas e das ruas dos Carijós e Rio de Janeiro. Hoje na praça, segundo a BHTrans, há um trânsito diário de 75 mil veículos e o obelisco é o ponto que define as distâncias da capital para outras cidades.

LINHA DO TEMPO
1894 – Na planta original de BH, a Praça Sete tem o nome de Praça 14 de Outubro, data referente à criação da Comissão de Estudos das Localidades Indicadas para a Nova Capital
1922 –Praça recebe o nome de Sete de Setembro em homenagem ao centenário da Independência do Brasil
1924 – Inaugurado em 7 de setembro o obelisco conhecido como Pirulito
1994 –Conselho Deliberativo do Patrimônio Cultural Municipal tomba o conjunto urbano da Avenida Afonso Pena, incluindo a Praça Sete
1971 – No fim do ano, são fechados os quatro quarteirões da Praça Sete, os primeiros de BH
1991 – Em fevereiro, os quarteirões recebem, por lei municipal, o nome de povos indígenas de Minas: Maxakali, Krenak, Xacriabá e Pataxó
1989 – Prefeitura faz concurso para escolha de projeto de requalificação da Praça Sete
2003 –Em 29 de setembro, depois de um ano de obra, Praça Sete é reentregue à população, iniciativa que dá início à recuperação do Hipercentro
Fonte: www.uai.com.br/

Série C 2012

O Tupi conseguiu seu primeiro ponto na Série C do Campeonato Brasileiro, ao empatar com o Caxias (RS), por 2 a 2, em Juiz de Fora, na tarde deste sábado, 21/07. Wesley Ladeira, de cabeça, e Ademilson, de penalti, fizeram os gols Carijós. Leandro Lino e Éverton Garrone, os do clube gaúcho. O Galo continua na lanterna do Grupo B e encara, no próximo final de semana, o Vila Nova (GO), em Goiânia.
Tupi: Rodrigo, Alex Travassos (Assis), Silvio, Wesley Ladeira e Michel Loures; George, Léo Salino, Magalhães (Henrique) e Michel Cury; Fabinho (Daniel) e Ademilson. Técnico: Moacir Júnior
Caxias: Paulo Sérgio, Michel, Jean, Lino e Matheus; Humberto, Garrone, Diogo e Diniz (Thiago); Juba e Adriano (Badé). Técnico: Mauro Ovelha
Árbitro: Marcelo Alves dos Santos (MT)
Cartões amarelos: Sílvio, Wesley Ladeira, Leo Salino, Alex Travassos e Henrique (Tupi), Paulo Sérgio e Mateus (Caxias)
Cartão vermelho: Michel Loures (Tupi)
Público e renda: R$ 12.810 – 1.229 pagantes ( 1.679 pessoas presentes).

Eleições 2012

De acordo com dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), 106 das 5.565 cidades brasileiras (ou 1,9% do total) terão candidato único nas eleições deste ano. A base de dados é a divulgada pelo TSE no dia 15 de julho último. Nesses casos, além do nome de um candidato, restará ao eleitor apenas a opção de votar em branco ou anular o voto.

Segundo a legislação eleitoral, para ser eleito prefeito, um candidato deve obter 50% de todos os votos válidos mais um voto, nas cidades com mais 200 mil eleitores. Nas cidades com menos eleitores do que este número, vence quem obtiver a maioria simples dos votos válidos. Nulos e brancos não são válidos. Assim, na prática, um candidato único só não é eleito se nem ele votar nele mesmo.

De acordo com o artigo 244 do Código Eleitoral, “se a nulidade atingir a mais de metade dos votos do país nas eleições presidenciais, do Estado nas eleições federais e estaduais ou do município nas eleições municipais, julgar-se-ão prejudicadas as demais votações e o tribunal marcará dia para nova eleição dentro do prazo de 20 a 40 dias".

Apesar disso, o TSE entende que a “nulidade” descrita no código é apenas considerada no caso da anulação de votos dados a candidatos, pela constatação de fraudes ou outros problemas. Logo, os votos nulos espontâneos não entram nessa conta.

Dessa forma, a votação de outubro se torna uma espécie de plebiscito, em que os eleitores das cidades deverão apenas confirmar ou não a eleição do concorrente.

Minas Gerais
Vinte e quatro cidades mineiras terão apenas um candidato a prefeito nas eleições de sete de outubro. Entre elas, Rodeiro, com 5.528 eleitores. Desses 24 candidatos, oito tentam a reeleição. Por outro lado, São João Nepomuceno tem um recorde de candidatos ao executivo: sete.

Em São João Nepomuceno os sete candidatos disputam os votos de 19.957 eleitores. A quantidade de candidatos é maior que em outras cidades da região: em Juiz de Fora são seis para 386.662 votantes, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Muriaé tem cinco postulantes ao cargo de prefeito para os 74.552 votantes, e Lima Duarte tem o mesmo número de candidatos. Lá 13.472 eleitores. Santos Dumont também tem cinco candidatos ao executivo municipal.

Piraúba, que na eleição passada teve duas mulheres na disputa, nesta, terá a atual prefeita e um candidato de oposição.

Fluminense Footbal Clube

Série C 2012

Tupi e Caxias
Tupi-MG: Rodrigo, Alex Travassos, Sílvio, Wesley Ladeira e Michel; George, Léo Salino e Michel Cury; Fabinho, Ademilson e Allan (Deon ou Henririque). Técnico: Moacir Júnior.
Caxias-RS: Paulo Sérgio, Michel, Leandro Lino, Jean e Mateus; Éverton Garroni, Umberto, Diogo Roque e Diniz. Juba e Adriano. Técnico: Mauro Ovelha.
Arbitragem: Marcelo Alves dos Santos (MT), Lincoln Ribeiro Taques (MT), Vander Antonio Zanoti (ES) e Flávio Henrique Coutinho Teixeira (MG).
Tupi: Campeão da Série D 2011 e campeão Mineiro do interior 2012
Caxias: 15° colocado da Série C 2011 e 2° colocado no Campeonato Gaúcho 2012
Obs: Será o primeiro confronto entre o Tupi e uma equipe Gaúcha.

Transmissão:
A RÁDIO CULTURA vai transmitir, com toda sua equipe MULTIMÍDIA.
Narração: Edson Palma, Comentários: João Begati, Entrevistas: Carlos Ferreira, Plantão: Evandro Begati e Mesa de Áudio: João Batista.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

"Homem Voa?"

por Adriana Focas
Paris, 23 de outubro de 1906. Às 16h, Santos-Dumont acomodou-se no 14 Bis e sinalizou ao público para que se afastasse. Motores funcionando, hélice girando, as rodas de bicicleta do pequeno avião começaram a se mover.

“… as duas rodas deixam de tocar o chão e o aeroplano começa a se erguer a dez centímetros, depois a 20, 30, meio metro, um metro, dois metros… e, com efeito, voa. Sua elegante silhueta, toda branca, descreve um gracioso arco à esquerda e desce, tocando suavemente o solo”, documentou um jornal parisiense da época.

A multidão ficou tão empolgada com o que acabara de ver que rodeou o avião e seu piloto, antes mesmo de o aparelho parar de se movimentar totalmente.

O menino que havia crescido mergulhado na literatura fantástica de Júlio Verne e que tinha a convicção de que um dia conseguiria realizar um dos maiores sonhos do homem, dava início a uma nova etapa da História.

O espetáculo foi baseado no livro de quadrinhos "Santô e os Pais da Aviação" de João Spacca e recebeu os prêmios: Funarte Myriam Muniz e Cena Minas. Além desses, concorreu ao Troféu HQ Mix de melhor roteiro adaptado. Em junho de 2011 foi indicado a 9 categorias do prêmio Sinparc Usiminas, onde recebeu os prêmios de melhor espetáculo, melhor direção e melhor iluminação.

Com bonecos de manipulação direta, teatro de sombras e trilha sonora composta por Clayton Barros exclusivamente para o espetáculo, a montagem apresenta a vida do gênio e seus inventos desde a infância até a vida adulta na Paris da Belle Epoque - período marcado por grandes conquistas tecnológicas.

Após pesquisar várias biografias de Santos Dumont, ficamos fascinados com sua história e com o desafio de adaptá-la ao teatro de formas animadas.

Por essa razão, resolvemos homenageá-lo com essa montagem para divulgar o menino sonhador fascinado pelas histórias de Júlio Verne, o homem obstinado pelo sonho de voar, o gênio que perseguiu e conquistou os ares estreitando as distâncias entre os povos.

Catibrum Teatro de Bonecos
A Catibrum Teatro de Bonecos foi fundada em 1991 com a proposta de pesquisar as manifestações da cultura popular brasileira e divulgá-las através dos títeres.

Sediada em Belo Horizonte, a Cia realiza montagens originais de espetáculos de teatro de formas animadas, oferece oficinas de confecção e manipulação de bonecos e coloca à disposição do público um amplo acervo de livros, vídeos e títeres de vários países.

Além dessas atividades, o grupo realiza o Festival Internacional de Teatro de Bonecos em Belo Horizonte com a responsabilidade de apresentar as mais variadas e inovadoras técnicas do teatro de animação. Com esta iniciativa, que ultrapassa fronteiras, impulsiona o surgimento de grupos, a formação de jovens artistas e estimula o gosto pela produção de qualidade, com critérios estéticos. O evento, considerado o maior da América Latina, este ano completou 12 edições realizadas anualmente com os mais relevantes participantes do Brasil e do exterior.

Graças ao prazer de dar vida ao inanimado e ao interesse em revelar a personalidade espirituosa de cada uma de suas criações, a Catibrum em comemoração a seus 20 anos realiza uma série de apresentações pelo país cativando público cada vez mais heterogêneo e reconhecimento da crítica.

Fazem parte da Catibrum: Lelo Silva, Adriana Focas, Amaury Borges, Eduardo Santos, Tim Santos, Admar Fernandes, Patrícia Lanari, Daniela Perucci, Luciana Gomes e Regina Gontijo.

Serviço
Espetáculo: Homem Voa?
Data e horário: Domingo, 22 de julho às 16h
Local: Teatro Solar (Avenida Presidente Itamar Franco)
Faixa etária recomendada: Livre
Fonte: www.catibrum.com.br/

Literatura

"Santô e os Pais da Aviação"
O título honorífico pela paternidade da aviação é uma polêmica que se arrasta há um século. Quem teria tido o privilégio de ser o dono do vôo pioneiro de um equipamento mais pesado que o ar? Seria o brasileiro Alberto Santos-Dumont ou os Wright, dois irmãos norte-americanos?

O cartunista João Spacca resolve colocar sua colher nessa polêmica e conta, nos quadrinhos de Santô e os pais da aviação, a evolução da tecnologia aeroespacial a partir da biografia romanceada de Santos-Dumont e dos irmãos Wright, desde seus primeiros pendores e esboços até a efetiva invenção (e sucesso) do avião, em 23 de outubro de 1906.

Durante o tortuoso percurso que levou ao vôo inaugural, há espaço para inúmeras peripécias, realizações e infortúnios vividos paralelamente pelos três, e por diversos outros inventores envolvidos com o sonho de voar. Fruto de um trabalho em conjunto, os primórdios da aviação são muito mais do que uma simples disputa entre nações, como o próprio Spacca explica com mais detalhe, na entrevista abaixo. Uma cronologia, um mapa da Paris de Santô, um texto introdutório e uma bibliografia acompanham a história.

Belo Horizonte-MG

Oitenta e cinco andares distribuídos em 350 metros de altura, tamanho três vezes e meio superior ao conjunto JK, há 40 anos o edifício mais alto de Belo Horizonte. Os números megalomaníacos, comuns em cidades como Dubai, Tóquio, Hong Kong e Nova York, podem fazer parte do cenário arquitetônico da capital mineira. O Projeto Complexo Andradas, do escritório de engenharia e arquitetura FarKasVölGyi, promete trazer para Minas o maior arranha-céu da América Latina, posto hoje ocupado pelo Trump Ocean Club International, de 300 metros de altura, localizado na Cidade do Panamá. Com ele, também viria o turismo arquitetônico, hoje responsável por mais de um terço das receitas de Dubai, nos Emirados Árabes.

A área com potencial para receber o novo skyscraper – termo em inglês utilizado para definir arranha-céus – está localizada ao longo do Bulevar Arrudas, em um terreno de cerca de 85 mil metros quadrados em frente ao Boulevard Shopping.

A área com potencial para receber o novo skyscraper – termo em inglês utilizado para definir arranha-céus – está localizada ao longo do Bulevar Arrudas, em um terreno de cerca de 85 mil metros quadrados em frente ao Boulevard Shopping. O secretário municipal de Desenvolvimento, Marcello Faulhaber, reconhece que o projeto já foi apresentado à prefeitura. “A ideia é fazer uma operação urbana nessa região e o terreno citado está sendo estudado, dentro do conceito do plano urbanístico. Entre as opções de destinação do espaço, está esse projeto”, garante o secretário.

Com investimento previsto de R$ 2 bilhões, o complexo arquitetônico incluiria, além da torre de vidro, uma arena multiuso com capacidade para 40 mil pessoas que, além de ser um espaço para realização de eventos esportivos, estaria apta a receber shows e grandes congressos e feiras. Um espaço de entretenimento com 40 mil metros quadrados também está previsto. “A proposta é que seja instalado ali o primeiro cinema Imax de Belo Horizonte. O local teria ainda um teatro e museus, além de uma pista de patinação no gelo. Tudo ligado à cena cultural”, explica Bernardo Farkasvölgyi, diretor do escritório de arquitetura e idealizador do projeto. No total, seriam 500 mil metros quadrados de área edificada, com 10 mil vagas de garagem disponíveis.

A torre gigante será totalmente comercial e somará 100 mil metros quadrados de área de vendas, não sendo dividida em salas, mas sim em andares corridos. “Estamos definindo como andares comerciais, que podem variar de uma área de 800 a 2,2 mil metros quadrados”, calcula Bernardo. A estimativa é de que cada metro quadrado seja comercializado por cerca de R$ 10 mil, via mercado direto. Em paralelo, e ainda sem estimativa de custos, estaria a incorporação das chamadas “torres gêmeas” (leia memória abaixo) ao projeto arquitetônico. “Ambas seriam transformadas em hotéis, sendo uma de três e outra de cinco estrelas”, afirma Bernardo. A pendência judicial com relação à desocupação das torres, no entanto, impede que os dois projetos caminhem juntos.
Fonte: www.uai.com.br/

terça-feira, 17 de julho de 2012

Associação Esportiva Ituiutabana

por Adeílton José*
A nossa gloriosa Associação Esportiva Ituiutabana está completando 79 anos. Um dos times mais tradicionais e amado de nossa cidade e região foi fundado em 17 de Julho de 1933 e tornou-se um dos clubes mais importantes do estado na década de 1980. A Ituiutabana possui uma bagagem de muitos títulos,

Nos anos 90, a alvianil de Coleto de Paula acabou deixando o futebol profissional fazendo com que sua reputação decaísse. Uma nova campanha vitoriosa só aconteceu em 2003 quando a Ituiutabana voltou ao cenário futebolístico. Para brigar pelo titulo da Segundona mineira enfrentando na grande final a equipe da Associação Atlética Paraisense. Perdendo o titulo nas cobranças de penalidades máximas. Com o acesso a Ituiutabana garantiu o direito de disputar o modulo dois de 2004. Mas por falta de recursos financeiros a equipe da alvianil mesmo se classificando para o hexagonal final do modulo dois não pode seguir na competição. A equipe foi julgada pelo tribunal da federação mineira e punida com suspensão de dois anos e e multa de cinquenta mil reais. o que mais tarde foi pago através de cestas básicas. Quitando assim suas dividas com a FMF. depois de 08 anos de ausência do futebol profissional a Ituiutabana volta a representar o futebol tijucano em competições realizadas pela mandatária maior do futebol mineiro. Demonstrando grande vitalidade e seguindo forte diante de tantas dificuldades que assolam o futebol brasileiro.

Através de uma diretoria competente e dedicada. e coesa a ituiutabana esta de volta e resurge forte prometendo já nesse seu retorno buscar acesso para o modulo 2 de 2013. E para isso um time forte e competitivo foi montado. E vale destacar aqui as contratações do goleiro Fernando Pompeu, os zagueiros Gilson Baiano e tuta, os volantes Vertinho, Joilson e Dinei, os atacantes Dalmo e Torres e tantos outros valores jogadores que já estão integrando o plantel de profissionais da alvianil de Coleto de Paula. Sem falar da comissão técnica que tem em seu comando o ídolo maior do povo tijucano Gilson Batata. A gerencia de futebol entregue a inteligência e competência do jovem Guilherme Ferreira e toda diretoria da Ituiutabana.

História
Em 1933, surge em Ituiutaba um time de futebol com o nome de "Associação Ituiutabana". Nesta época faziam parte do seu plantel os seguintes jogadores: Xaroca, Lili, Piriá, Reinaldo Bertoni, Jacaré, Quito, Napoleão, Alarico, Cícero Matraca, Joãozinho Novais e outros. Basicamente com a mesma equipe acima, em 17 de julho de 1933, foi fundada a "Associação Esportiva Ituiutabana — AEI".

O Sr. Coleto de Paula, que, sem dúvida, foi o seu maior baluarte, prestou valorosos serviços ao clube e à causa dos esportes em Ituiutaba, em razão disso a merecida homenagem de se colocar seu nome no estádio da AEI. Citamos aqui outra equipe da AEI (1940): Lili (Aloísio da Silva Novais, autor do livro "História Antiga de Ituiutaba"), Alarico, Gradim, Pará, Tião, Zizinho, Joãozinho Novais, Piriá, Nagib, Napoleão, Justo, Omar, Xaroca, Nadico, Nenê, Mica, Jacaré e outros. Em 1947 houve uma cisão no quadro social da AEI e ela perdeu os seguintes jogadores: Agenor, Gildo Cancella, Paulo Chaves, Lince, Leão, Ari, Onésio Brasileiro "Capitão" (Em 1948 foi formada a “Liga Ituiutabana de Futebol”, que realizou o I Campeonato de Futebol de Ituiutaba (oficial), do qual a AEI foi à campeã). Em 1951 a esquadra da "Véia" é reforçada com Juarez, Fiúco, Janjão, Airton, Paulo Maia, Alberto, Benedito e João Anésio, e foi campeã do I Torneio Regional do Triângulo, ficando o "Bôa" com o vice-campeonato, jogando com os seguintes craques: Agenor, Coelho, Nena, Jorge, Lince, Paulinho e outros.

A Associação Esportiva Ituiutabana formou com os outros dois clubes da cidade, o Ituiutaba Esporte Clube e o Atlético Clube Ituiutabano, no período de 1971 a 1976, e assim surgia a União Tijucana de Esportes para a disputa do Campeonato Mineiro.

A mascote da Associação Esportiva Ituiutabana sempre foi a pantera.

*Adeílton José é Assessor de Imprenda da Ituiutabana

Literatura

"A Mulher que Era o General da Casa"
Em "A Mulher que Era o General da Casa", o jornalista Paulo Moreira Leite reúne de perfis de personagens cuja ação individual contribuiu para a resistência civil à ditadura militar. No conjunto, os textos remetem o leitor a um passado que muitos prefeririam esquecer.

O texto mais alentado, e inédito, é sobre Therezinha Zerbini, que dá título ao volume. Mulher do único general que foi contra o golpe de 1964, Therezinha enfrentou a ditadura, colocando sua casa à disposição dos opositores do regime. Presa por oito meses, no mesmo cárcere em que esteve Dilma Rousseff, Therezinha seria pioneira da campanha da anistia.

Os perfis foram, em sua maioria, publicados em veículos em que o jornalista trabalhou nas últimas décadas. Revistos e atualizados para o livro, no entanto, formam um conjunto coeso.



A força do rádio local e regional

Rádio Carioca (Audiência).

Horário: 16/18 horas
- Rádio Tupi AM/FM - futebol aos domingos - 16/18 horas - 158.479 ouvintes por minuto,
- Rádio Tupi AM - futebol aos domingos - 16/18 - 61.116 ouvintes por minuto,
- Rádio Tupi AM - futebol aos domingos - 16/18 - ???
- Rádio Globo AM/FM - futebol aos domingos - 16/18 - 109.958 ouvintes por minuto,
- Rádio Globo AM - futebol aos domingos - 16/18 - 56.578 ouvintes por minuto,
- Rádio Globo FM - futebol aos domingos - 16/18 - 53.379 ouvintes por minuto.

Outras emissoras
- Transamérica FM - futebol aos domingos - 16/18 horas - 24.843 ouvintes por minuto,
- CBN AM/FM - futebol aos domingos - 16/18 - 14.908 ouvintes por minuto obs 2.
Obs: O somatório AM/FM da CBN representa o número de ouvintes do FM que são exatos 14.908, segundo o Ibope, o AM da CBN dá traço.
- Bandnews FM (Já com o José Carlos Araújo) que ainda não estreou na Bradesco Esportes FM tem 7.546 ouvintes por minuto.
- Rádio Nacional AM - Futebol aos domingos 16/18 horas - 2.349 ouvintes por minuto
- Fluminense AM futebol aos domingos - 16/18 - 1.705 ouvintes por minuto
- CBN AM, Metropolitana AM, Tamoio AM, Tropical AM, Machete AM e Super Rádio Brasil AM, neste horário do futebol de domingo, apresentam audiências que não chegam a pontuar na pesquisa Ibope.

Horário: 18/20 horas
- Rádio Tupi AM/FM - futebol aos domingos - 18/20 - 82.224 ouvintes por minuto.
- Rádio Globo AM/FM - futebol aos domingos - 18/20 - 58.582 ouvintes por minuto.
-Transamérica FM - futebol aos domingos - 18/20 - 25.454 ouvintes por minuto
- CBN AM/FM - futebol aos domingos - 18/20 - 14.908 ouvintes por minuto.
Obs: O somatório AM/FM da CBN representa o número de ouvintes do FM que são exatos 7.362, segundo o Ibope, o AM da CBN dá traço.
- Bandnews FM (com o José Carlos Araújo) que ainda não estreiou na Bradesco Esportes FM tem 2.370 ouvintes por minuto.
- Rádio Nacional AM - futebol aos domingos 18/20 horas - 1.410 ouvintes por minuto
- Fluminense AM futebol aos domingos - 18/20 - 1.213 ouvintes por minuto
- Tamoio AM futebol aos domingos - 18/20 - 263 ouvintes por minuto.
CBN AM, Metropolitana AM, Tropical AM, Machete AM e Super Rádio Brasil AM, neste horário do futebol de domingo, tem audiências que não chegam a registrar pontos significativos no Ibope.

A diferença da Rádio Tupi para a Rádio Globo, sobe ainda mais se contarmos os horários de abertura em encerramento. 15 horas: (Abertura) e às vezes 21 às 22 horas (pós jogo quando tem partidas às 18:30 ou a partir das 19 horas até as 22h (pós jogo quando não tem jogos às 18:30).

Em todos os programas esportivos semanais A TUPI é líder:
- Show do Apolinho de 17:00h às 19:00h que concorre com o Globo Esportivo vence com facilidade o programa da Rádio Globo
17/18horas, Rádio Tupi 1,62 contra 1,01 da Rádio Globo
18/19horas, Rádio Tupi 1,29 contra 0,88 da Rádio Globo,
O programa noturno Giro Esportivo de 22:00h às 00:00 também vence com o Panorama Esportivo.
22/23 horas - Rádio Tupi 0,98 contra 0,67 Rádio Globo.
23/00 horas - Rádio Tupi 0,83 a 0,57 Rádio Globo.
A Tupi é líder também aos sábados no pré e no pós jogo e na também bola rolando. Mais números da programação geral:

Sábados -
Show da Galera 15/16 - 1,82 Tupi - 1,05. Globo
Show da Galera 16/17 - 1,84 Tupi - 1,09. Globo
Abertura 17/18 - 1,48 Tupi / 1,13 Globo

Bola Rolando
18/19 - 1,31 Tupi e 0,85 Globo
19/20 - 0,63 Tupi e 0,36 Globo
20/21 - 0,69 Tupi e 0,56 Globo
21/22 - 0,65 Tupi e 0,47 Globo (pós jogo de Sábado).
A Super Rádio Tupi, também ganha da Globo nas jornadas esportivas e Bola rolando as quartas e quintas-feiras.
Fonte: IBOPE (Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística).

CONSIDERAÇÕES
Passei toda minha infãncia ouvindo Luciano Alves, Paulo Giovani, Haroldo de Andrade, Moacir Bastos, que após sua morte, teve o horário ocupado por Waldir Vieira, Gilberto Lima, Mário Luiz (aos domingos), posteriormente, Luiz de França, que passou de locutor noticiarista a comunicador, Roberto Figueiredo e os noticiaristas: Guilherme de Souza, Izak Zaltman, Glauco Fassheber e Paulo Cunha, além de uma passagem do Dirceu Rabello pela emissora. Samuel Correa na polícia, com Paulo Ricardo e Santos Neto, os radio atores Nelson Batinga, Honório de Souza, Leila Miranda e Aidê Fernandes.

Na equipe esportiva: Waldir Amaral, Jorge 'mengo' Cury, Edson Mauro, César Rizzo, Antonio Porto, Airton Rebelo e Luiz Penido (todos narradores), João Saldanha, Ruy Porto, Mário Vianna, Affonso Soares, Alberto Rodrigues e Cláudio Moisés (comentaristas), e os repórteres: Cléber Leite, Loureiro Neto, Gilson Ricardo, Fernando Carlos, além de Jairo de Souza e Dalton Ferreira, no plantão.

Hélio Tys e Áureo Ameno na produção, João Vitta no amarelinho, posteriormente, Gélcio Cunha.

Devo reconhecer que a emissora possui hoje dois grandes comunicadores: Roberto Canázio e Loureiro Neto, além de uma excelente equipe do show do Antonio Carlos. Além dos ótimos Luiz Nascimento e  Maurício Bastos, que poderia ser narrador de futebol e comandou o programa de domingo com extrema habilidade, sem a histeria do "titular" anteriore que, ao pregar a prática da rede, contribuiu para o avanço da Tupi.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Literatura

“Rádio X TV: O jogo da narração. A imaginação entra em campo e seduz o torcedor”
Com o intuito de entender a razão pela qual a narrativa radiofônica de jogos de futebol conquistou a preferência dos torcedores sobre a forma de narrar praticada na televisão, o professor da Faculdade de Comunicação (Facom) da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Márcio de Oliveira Guerra, desenvolveu sua tese de doutorado. O trabalho originou o livro “Rádio X TV: O jogo da narração. A imaginação entra em campo e seduz o torcedor”, que será lançado nesta segunda-feira, 16/07, às 19h30, no Fórum da Cultura.

Márcio Guerra mapeia no livro as escolas de narradores. Cada locutor tem um estilo de narrar e busca formas de pintar na imaginação do torcedor o que acontece no campo, seja por meio de expressões retiradas da própria fala do povo ou por meio de bordões e expressões que facilitem a identificação do que ele está falando. Alguns narradores, naturalmente, falam mais rápido, outros usam a cadência para explorar mais os lances sem deixar de passar informações. O ritmo do jogo também influencia na narração, em jogos mais movimentados e dinâmicos, por exemplo, a narração tende a ser mais rápida.

“A televisão ainda não conseguiu se libertar do estilo marcante imposto pelo rádio, mesmo com todo o avanço tecnológico”, reflete o autor, mas isso não impede que a TV busque encontrar uma narrativa própria. Guerra conta que a exceção foi apresentada a ele em uma das entrevistas que fez para o trabalho, quando indicaram o nome de Silvio Luiz. Este narrador criou um estilo diferenciado porque percebeu que não era necessário falar o que as pessoas já estão vendo. E a partir daí, estabelece um diálogo com o torcedor. E é assistindo jogos nas arquibancadas ou em casa que ele encontra os diversos bordões.

A publicação inclui entrevistas com nomes importantes da locução esportiva no rádio e na TV como o dos locutores José Carlos Araújo e Ary Rocco.

No livro, o autor faz uma revisão da pesquisa bibliográfica do assunto, utiliza entrevistas, observação direta e analisa produções selecionadas. Com prefácio assinado pela professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Raquel Paiva, a obra estará disponível para venda no local do lançamento a R$ 30,00.
O Fórum da Cultura fica localizado na Rua Santo Antônio 1.112, Centro de Juiz de Fora.
Fonte: www.ufjf.br/

CONSIDERAÇÕES:
"Rádio X TV: o jogo da narração. A imaginação entra em campo e seduz o torcedor", é a segunda obra do jornalista, professor e escritor Márcio Guerra, a primeira foi "Você ouvinte é a nossa meta", célebre frase utilizada por Waldir Amaral, e que foi transformada em livro.

A Voz do Brasil


Enquanto os deputados federais ainda discutem o projeto que flexibiliza o horário da transmissão do programa A Voz do Brasil, o senador goiano Cyro Miranda (PSDB-GO) elaborou um projeto que visa a extinção da obrigatoriedade do programa nas rádios brasileiras. A proposta deve ser analisada após a volta do recesso parlamentar.

O projeto foi encaminhado à Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado, que deve analisar no segundo semestre deste ano o Projeto de Lei 41/2012. A proposta tem o parecer favorável do relator Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) e foi incluída na pauta da comissão, no entanto, como a reunião foi cancelada, o projeto só será apreciado após o recesso parlamentar.

O projeto de lei revoga a alínea “e” do art. 38 do Código Brasileiro de Telecomunicações, para extinguir a obrigatoriedade de retransmissão pelas emissoras de radiodifusão sonora. Em sua justificativa, Miranda aponta que a obrigatoriedade “cerceia a liberdade de expressão do radiodifusor e a opção de o ouvinte escolher a programação de sua preferência”. Além disso, o senador considera a transmissão obrigatória “uma ingerência injustificável do Estado em negócios privados e que ocasiona considerável perda de faturamento do setor”.

Na opinião do parlamentar, o fim da obrigatoriedade não implicará na morte do programa, pois as emissoras poderão continuar a veiculá-lo. “É importante frisar que não queremos extinguir o programa e sim a obrigatoriedade de veiculação”, declara o senador. “Se a emissora verificar que o programa tem boa audiência, ela própria vai se encarregar da veiculação. São as emissoras que vivem de mídia, elas conhecem o que seus ouvintes querem ouvir”, afirma.

Outro argumento do parlamentar é que o governo possuiu extensa rede de comunicação - com canais de rádio, TVs e sites da internet para veicular o programa governamental. “Apesar de concedidas pelo estado, as outorgas não saem de graça e as emissoras já prestam muitos serviços para o Estado; a veiculação obrigatória de horário político é um deles. Portanto, não acho justa essa imposição”, afirma o senador. O parlamentar afirma ainda que vai sugerir audiências públicas para discutir a proposta. Depois de passar pela Comissão de Ciência e Tecnologia, a proposta será submetida a emendas e, se for aprovada na Comissão, segue para a Câmara dos Deputados.

Durante o 26º Congresso Brasileiro de Radiodifusão, o presidente da Câmara dos Deputados, o petista Marco Maia, prometeu que o projeto de flexibilização do horário de transmissão da Voz do Brasil seria votado com urgência. Porém, o líder do PT na Câmara, o deputado Jilmar Tatto, se disse contra o projeto e que "os radiodifusores querem ganhar dinheiro com publicidade durante o horário das 19h às 20h e que pobre gosta de ouvir a Voz do Brasil". Além disso, Tatto pediu para que o projeto voltasse para a fase de estudos e, desde então, o projeto segue fora da pauta.

Literatura

"A Esquerda Que Não Teme Dizer Seu Nome"

O livro lança um desafio político de grande envergadura: reafirmar os princípios que orientam historicamente o pensamento da esquerda e renová-los, a partir das demandas da época.

Para o ensaísta e professor de filosofia Vladimir Safatle, a esquerda, nas últimas décadas, abriu mão dos fundamentos de sua luta política, acuada pelas críticas feitas às experiências comunistas no século xx, enfraquecida pelas políticas multiculturais e, quando no governo, seduzida pelos confortos do poder e pelas negociações do consenso.

Contra a acomodação e o esquecimento, o autor propõe que a esquerda recoloque no debate político tudo aquilo que é "inegociável": a defesa radical do igualitarismo, da soberania popular e do direito à resistência.

Em contraposição às políticas multiculturalistas, ele postula a necessidade de a esquerda ser "indiferente às diferenças" e retomar o universalismo.

Polêmico, Safatle diz que a esquerda precisa entender as necessidades do sujeito contemporâneo e que não há equívoco maior, atualmente, que contrapor o desejo dos indivíduos ao igualitarismo.

A esquerda que não teme dizer seu nome é uma leitura urgente e essencial para todos os que não têm medo da política e buscam a justiça social.

domingo, 15 de julho de 2012

Conselho Nacional de Trânsito (Contran)

A partir de janeiro de 2013, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) decidiu que os carros novos terão de ter kits antifurto. A decisão foi tomada depois de cinco anos de discussões.

Segundo as novas regras, 20% de todos os automóveis e caminhões novos terão de ter instalados sistemas de bloqueio e rastreamento. Em agosto, serão 100% dos veículos novos. Para as motos, o prazo de adequação para o total da frota vence em janeiro de 2014.

Apesar da instalação dos sistemas ser obrigatória, cada proprietário poderá decidir se vai ou não pagar para manter o serviço de rastreamento, que deverá ser contratado em uma empresa privada do ramo. Já o bloqueio deverá vir funcional, com a opção de ser acionado diretamente pelo proprietário.

Cada fabricante ou importador de veículo terá de homologar seu modelo no Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).

Hoje em dia, as empresas que oferecem esses kits os comercializam por preços que variam entre R$ 200 e R$ 500, mais cerca de R$ 50 mensais pela assinatura dos serviços de rastreamento.

Conforme informações do Contran, o esperado é que a nova regra possa contribuir para a diminuição do número de furtos de veículos e, consequentemente, do valor dos seguros.



sábado, 14 de julho de 2012

Madureira-RJ

Tiroteio em Madureira interrompe jogo em Conselheiro Galvão

Um tiroteio assustou moradores de Madureira, na Zona Norte do Rio de Janeiro, na tarde deste sábado. Bandidos do Morro São José Operário vestidos de preto e armados com fuzis teriam descido para tentar roubar um carro-forte. Ao tentarem abordar o veículo, o bando teria sido interceptado por uma patrulha da PM, o que deu início a um tiroteio.

A troca de tiros foi tão intensa que o jogo entre Madureira e Tupi, pela Série C, que estava sendo realizado no estádio Aniceto Moscoso, na rua Conselheiro Galvão, em Madureira, chegou a ser ser interrompido e houve corre-corre no estádio. Jogadores tiveram que se abaixar no gramado, ou procurar abrigo.

Madureira 1 x 0 Tupi

O Tupi sofreu sua terceira derrota no Campeonato Brasileiro da Série C, na tarde deste sábado (14/julho). Dessa vez, para o Madureira (RJ), por 1 a 0, em partida disputada no Estádio Aniceto Moscoso (Conselheiro Galvão), no Rio de Janeiro (RJ). O gol foi marcado por Derley, aos 22 minutos do segundo tempo. Com o resultado, o Galo continua na lanterna o Grupo B da competição, ainda sem pontuar. O próximo compromisso dos Carijós será no sábado (21/julho), em Juiz de Fora, contra o Caxias (RS).

Tupi: Rodrigo, Alex Travassos, Silvio, Adalberto e Michel Loures; George, Léo Salino, Michel Cury (Magalhães) e Allan; Fabinho (Daniel) e Ademilson (Deon). Técnico: Moacir Júnior
Madureira; Márcio, Tamaré, Pessanha, Zé Carlos e Zeca; Gilson, Rodrigo Souza, Rodrigo e Carlinhos (Michel Santos); Derley (Vitor Silva) e Bruno Luiz (Jeferson). Técnico: Luís Claudio
Árbitro: Dyorgines J. Padovani Andrade, auxiliado por Leonardo Mendonça e Ramires Santos Candido (todos do Espírito Santo) e 04º Árbitro: Daniel de Souza Macedo (RJ).
Cartões amarelos: Allan, Ademilson e Michelç Cury (Tupi) e Derley (Madureira)
Público e renda: R$ 2.840 – 326 pagantes (426 pessoas presentes)

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Leão x Galo


Villa Nova Atético Clube (Nova Lima-MG) x Clube Atlético Mineiro (Belo Horizonte-MG)
por Wagner Augusto Álvares de Freitas*

Neste sábado (14 de julho), o clássico mais antigo de Minas Gerais vai completar 100 anos: Villa Nova x Atlético se enfrentaram pela primeira vez no dia 14 de julho de 1912.

O primeiro jogo, um amistoso, ocorreu num festival em homenagem ao aniversário de Bueno Brandão, que era o presidente de Minas Gerais. O 14 de Julho era também comemorativo à liberdade e à independência dos povos americanos e por isso uma banda de música se apresentou durante o jogo.

O antigo campo do Atlético foi o palco da primeira partida entre Leão e Galo. O local era localizado na Av. Paraopeba, atual Rua Augusto de Lima, onde hoje está construído o Minascentro.

O capitão do Villa nesse amistoso foi John Clemence e o do Atlético, Meirelles. Na preliminar, os times de aspirantes de Atlético e Villa Nova se enfrentaram e o Galo venceu por 4x0.

FICHA TÉCNICA
14/07/1912 – domingo – Amistoso
Atlético 5x1 Villa Nova
Gols – Meirelles, Meirelles, Meirelles, Meirelles, Morgan (A) – Trevice (V)
Local – Estádio do Atlético na Av. Paraopeba (Belo Horizonte-MG)
Atlético – Nullo, Morethzon e Alfredo; Sebastião Laranjeiras, Henrique den Dopper e Proença Sigaud; Jair Reis, João Brito, Meirelles, Morgan e Aristides. Técnico – Francisco Neto.
Villa Nova – John Clemence, Willy Willians e Albert Clemence; George Fellews, Eduardo Morgan e Baptista; Dimas, Aristeu, Trevice, João Moreira e Machado. Técnico – Ground Committee.
Wagner Augusto Álvares de Freitas é jornalista.
FONTE: ALMANAQUE DO LEÃO DO BONFIM


Radiodifusão

Band lança em Porto Alegre mais uma FM com programação exclusiva sobre esporte

O Grupo Bandeirantes de Comunicação terá uma nova emissora de rádio em Porto Alegre. A partir de domingo, 15/07, entra no ar a Esportes FM 90.3. Será o segundo veículo do grupo (o primeiro foi lançado recentemente em São Paulo) com 24 horas de programação exclusiva sobre esporte.

Vinculada à rede nacional, a Esportes FM prevê programação local intensa. Nos finais de semana, a 'Jornada Esportiva Band Ipanema' também será transmitida na 90.3, além dos pré e pós-jogos. Programas especiais farão parte da grade aos sábados e domingos, além das atrações de automobilismo, basquete, vôlei, lutas, corridas e diversas outras modalidades esportivas.

Durante a semana, de segunda a sexta, a rádio contará com três programas locais. Das 10h às 12h, o ouvinte terá o 'Nossa Área Notícias', com o comando de Zé Aldo Pinheiro e Fabiano Baldasso, abordando as notícias mais importantes do dia. Num segundo momento, Zé Aldo terá a participação de dois cronistas no “Nossa Área Grenal', com debates entre colorados e gremistas.

Das 18h às 19h, o programa 'Futebol na Geral', que conquistou fãs na AM, estará na FM sob o comando de Eron Dalmolin, Paulo Pires e Ribeiro Neto, com a mesma mistura de informação, debate e humor. Das 20 às 22 horas, os ouvintes poderão acompanhar entrevistas, debates, trilha sonora e muito informação no 'Band Esporte Show', com Vagner Martins e Carlos Guimarães, programa que traz uma edição das principais informações do dia.
Fonte: www.comunique-se.com.br/


quinta-feira, 12 de julho de 2012

Literatura

"Célio de Castro - Trajetória"
Organizado por seu filho, Rodrigo Célio de Castro, a obra "Célio de Castro – Trajetória" é a reunião de diversos depoimentos de personalidades, entre médicos, políticos, familiares, artistas e intelectuais, de Minas Gerais e do Brasil, sobre a expressiva atuação do ex-prefeito na medicina e na política. O livro é mais uma forma de homenagear o tão querido Dr. Beagá e também deixar registrada a sua importante passagem pela recente história brasileira. Produzido pelo editor Paulo Lemos, o livro, além dos depoimentos, apresentará diversas fotos mostrando Dr. Célio em vários momentos de sua vida.

Londres 2012

Porta-bandeira brasileiro nasceu na França, mora na Bélgica, é casado com americana e torce pelo Real Madrid

Ele nasceu na França, mora na Bélgica, é casado com uma americana e fala português com sotaque. Só que diz gostar de futebol. Mas o clube de coração é espanhol, o Real Madrid. Este é o porta-bandeira brasileiro dos Jogos Olímpicos de Londres, Rodrigo Pessoa, o maior cavaleiro da história do país.

Os pais, cariocas, se mudaram para Chantilly, na França, em 1965. Rodrigo nasceu sete anos depois. E fez toda a sua carreira na Europa, principal centro mundial do hipismo. Apesar disso, diz não ter ficado em dúvida ao escolher competir pelo Brasil.

Os motivos da escolha são claros, ele diz: manter a tradição do hipismo nacional iniciada por seu pai, Nelson Pessoa, que era o maior cavaleiro da história nacional até surgir Rodrigo, tricampeão da Copa do Mundo (98/99/2000) e medalha de ouro nos Jogos de Atenas no saltos.

O principal resultado do cavaleiro, em Atenas-2004, veio com atraso. Vice-campeão da prova individual de saltos, Rodrigo Pessoa viu sua prata virar ouro quando o vencedor foi desclassificado, meses depois, por um flagrante de doping em sua montaria. Rodrigo recebeu a medalha em uma cerimônia improvisada no Rio de Janeiro.

O cavaleiro competirá sua sexta Olimpíada e agora acumula a função de técnico e o cavalo das maiores glórias de Rodrigo foi Baloubet du Rouet, aposentado desde 2007. Além de conduzir o brasileiro ao ouro na Grécia, Baloubet foi reconhecido pelo refugo nos Jogos de Sydney, em 2000. Agora, em Londres, competirá com o cavalo Rebozo.
Fonte: www.uol.com.br/







terça-feira, 10 de julho de 2012

Literatura

"Dom Eugenio Sales: o Guardião da Fé"

O Rio de Janeiro e o Brasil devem a Dom Eugenio Sales o que não se pode pagar: prestígio e consideração que sua pessoa espalhou entre pós. Discreto, como e de seu temperamento, durante 30 anos a frente da Arquidiocese do Rio de Janeiro sempre deu lições de equilíbrio, moderação e solidariedade, nas horas mais críticas da nossa história recente. Um dos mais influentes religiosos junto ao Vaticano em todos os tempos.

Dom Eugênio de Araújo Sales (11/11/20-09/07/12)

Morre Dom Eugênio Sales

Nascido em Acar-RN, em 11 de novembro de 1920, fez seus primeiros estudos em Natal-RN e ingressou, em 1931, no Seminário Menor. Estudou Filosofia e Teologia no Seminário da Prainha, em Fortaleza-CE. No dia 21 de novembro de 1943, foi ordenado sacerdote.

Em 1954, aos 33 anos, foi nomeado bispo auxiliar de Natal-RN pelo papa Pio 12. Em 1962, foi designado administrador apostólico da Arquidiocese de Natal, função que exerceu até 1965. Já em 1964, tornou-se administrador apostólico da Arquidiocese de Salvador-BA e, quatro anos depois, arcebispo de Salvador e primaz do Brasil, pelo papa Paulo 6º.

Em 1969, dom Eugênio foi nomeado cardeal pelo papa Paulo 6º. Dois anos depois, virou arcebispo do Rio de Janeiro-RJ, função que exerceu até 2001, quando sua renúncia foi aceita. Dom Eugênio Sales possuía os títulos de cardeal protopresbítero (o mais antigo em idade e/ou nomeação entre os cardeais presbíteros) e arcebispo emérito (aposentado) da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Tupi

O ortopedista Cezar Esteves é o novo médico do Tupi, em substituição a José Roberto Maranhas (que deixou também, por questões pessoais, a vice-presidência de Futebol do Galo). A supervisão do Departamento Médico Carijó ficará a cargo do médico Márcio Itaboray. Ambos já trabalharam no Tupi, em meados da década passada, e foram apresentados aos atletas na tarde desta segunda-feira (09/julho).

Cezar Esteves é formado em Barbacena (MG), fez residência médica no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Rio de Janeiro), tem especialização em joelho (em Lyon, França) e Mestrado (na UFRJ). Atualmente coordena o Curso de Medicina da Unipac (Universidade Presidente Antonio Carlos).

domingo, 8 de julho de 2012

Literatura

"Rádio X TV: o jogo da narração. A imaginação entra em campo e seduz o torcedor"
A obra é um estudo realizado pelo jornalista e professor Márcio de Oliveira Guerra, com o objetivo de mostrar como a narrativa radiofônica do futebol conquistou o torcedor e o quanto a narração do jogo pela televisão encontra ainda dificuldade para cativar este mesmo torcedor. Como as duas mídias (rádio e tv) se “encontraram” com o futebol.

A paixão popular pelo futebol interfere no desenvolvimento do rádio e televisão e contribui no desenvolvimento da comunicação. As escolas de narradores que surgiram e que neste estudo são mapeadas. Futebol e rádio: fenômenos de massa que cresceram juntos. A busca da tv de uma forma alternativa de retratar o jogo de futebol.

Através de entrevistas feitas com cronistas esportivos e torcedores nos estádios, foi discutida a distinção entre as narrativas de rádio e televisão. A tese defendida neste trabalho demonstra que, em termos de narrativa, o futebol ainda é um espetáculo eminentemente radiofônico. O que não impediu a descoberta de um caminho alternativo para a tv fugir do modelo tão ma rcante do rádio. A metodologia adotada inclui, além de revisão da pesquisa bibliográfica na área, a realização de entrevistas e a observação direta e análise das produções selecionadas.

Fla-Flu

FLUMINENSE 1 X 0 FLAMENGO

Motivo: Campeonato Brasileiro
Local: Estádio do Engenhão, Rio de Janeiro (RJ)
Data/Hora: Domingo, 8/7/2012, às 16h (de Brasília)
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães (RJ)
Auxiliares: Dibert Pedrosa Moisés (Fifa-RJ) e Rodrigo Pereira Joia (Fifa-RJ)
Público/Renda: R$ 1.149.110,00 / 38.862 ( 32.591 pagantes )Cartões amarelos: Fred, Deco, Bruno, Carlinhos (FLU); González, Ibson, Bottinelli (FLA);
Gols: Fred, 10'/1ºT (1-0)
FFC: Diego Cavalieri; Bruno, Gum, Anderson e Carlinhos; Edinho, Jean e Deco (Valencia, 33'/2°T); Thiago Neves (Wagner, 38'/2ºT), Wellington Nem e Fred (Samuel, 30'/2ºT). Técnico: Abel Braga.
CRA: Paulo Victor; Luiz Antonio, González (Arthur Sánchez, 15'/2ºT), Marllon e Magal; Amaral (Matheus, 32'/2ºT), Ibson, Renato e Bottinelli; Diego Maurício (Adryan, Intervalo) e Vagner Love. Técnico: Joel Santana.
Obs.: Tendo o Fla-Flu comemorado o primeiro centenário no dia anterior, em uma semana marcada por muitas comemorações e ampla divulgação por parte da imprensa, o Fluminense obteve a sua 120ª vitória, com 124 empates e 137 derrotas, 512 gols pró e 562 gols contra, mantendo a fama de ganhar a maioria dos jogos mais badalados.
Colaboração: Alexandre Magno.

Literatura

"Os Hinos do Futebol Carioca - de Coelho Neto a Lamartine Babo"
O professor e músico Bruno de Castro Souza lançou, na livraria da Travessa do Barra Shopping no Rio de Janeiro, o livro “Os Hinos do Futebol Carioca – de Coelho Neto a Lamartine Babo”. O livro, baseado em uma dissertação de mestrado da Universidade Castelo Branco, trata de duas das maiores paixões brasileiras: música e futebol. Ele é uma pesquisa sobre os hinos oficiais e populares dos clubes do Rio de Janeiro.


Neste trabalho Bruno Castro apresenta a origem, a história e o valor dos hinos dos clubes cariocas, mostrando ao longo do livro, os nomes de seus criadores, sejam dos oficiais, como dos populares na já consagrada obra de Lamartine Babo.
O autor traz numa linguagem simples um momento de lazer esportivo e leva o leitor a buscar e a conhecer informações sobre o hinário oficial e popular dos clubes, além de contribuir com conteúdos social, político e econômico abordado nos mesmos. Ele traça uma linha do tempo que vai da chegada de Charles Miller ao Brasil, passando por Coelho Neto, autor, por exemplo, do primeiro hino do Fluminense, feito em 1915, até a popularização dos temas através das marchas de Lamartine.

Como amante do futebol e do samba, o autor presenteia os leitores com um CD que está encartado no livro onde interpreta, acompanhado um time de músicos de primeira linha sob a direção musical de Wanderson Martins, os 14 hinos abordados dos times Fluminense, Flamengo, Botafogo, América e Vasco da Gama.

Macaé-RJ

Estive em Macaé e não gostei do que vi e vivi

Estive em Macaé para transmitir o jogo Macaé e Tupi pelo campeonato Brasileiro da Série C, mas infelizmente, não deixaram.

Chegamos ao belíssimo estadio que deveria ser bem administrrado pelo poder público, mas infelizmente, demonstra não ser, e eu explico. Todas as emissoras de Rádio quando vão transmitir uma partida de futebol fora de seu estado, encaminham uma solicitação por e-mail para a EMBRATEL, que é muito zelosa e eficiente nos serviços prestados. Esta encaminha o pedido para a operadora de telefonia que atende ao município em que o jogo vai ser realizado.

No caso de Macaé, chegamos ao estádio com a antecedência de sempre, mas infelizmente, nossas cabines não estavam identificadas e não haviam as linhas de transmissões (LP), instaladas. Nem a nossa e nem a da outra emissora de Juiz de Fora. Posteriormente, chegou um cidadão com a camisa da operadora, foi até a central de transmissão instalada no térreo do estádio, nos informou que nossas linhas estavam nas cabines 05 e 10, respectivamente, mas sequer, teve o cuidado de verificar se nossos áudios de transmissões estavam chegando até a central, e imediatamente, deixou as dependêcias do estádio, sem revolver os nossos problemas.

Liguei para a EMBRATEL, e esta, com a eficiência de sempre, nos informou que nossos áudios chegavam com perfeição em sua central e eram encaminhados para o DG (central de distribuição) de Macaé. Depois de vários contatos com o DG de Macaé, fomos informados por um funcionário de nome Carlos, de que havia um "CABO PARTIDO" no DG, o que estava impedindo a conexão com nossas emissoras. Em momento algum, fomos informados que o problema seria solucionado. Tentamos um contato com o "supervisor" de plantão da operadora, mas ele, sequer atendeu o telefone.

Durante o nosso martírio, fomos informado pelo "tomador de conta" do estádio, de que na sexta-feira à tarde a operadora de Macaé fez contato com ele para testar a linha de transmissão, mas ele, o "tomador de conta", tinha um outro compromisso e não pode abrir as dependências do estádio para o tão necessário e importante teste.

Ainda durante o nosso calvário, foi possível perceber que há uma certa animosidade entre os "representantes" da prefeitura e integrantes da operadora, o que se houver, nós, visitantes, não temos nada com isso, e providências precisam e devem ser tomadas.

Espero que os meus colegas das outras cidades que vão a Macaé para transmitir os confrontos, não tenham os seus legítimos direitos de trabalhar, cerceados, como nós tivemos.

Lamentável!

Série C 2012

Macaé 4 x 2 Tupi

Atuando com um jogador a menos desde o início do segundo tempo, o Tupi Futebol Clube foi derrotado pelo Macaé (RJ), 4 a 2, na tarde deste sábado (7/julho), no Estádio Cláudio Moacyr de Azevedo, o Moacyrzão de Macaé, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro da Série C. Os gols do Galo foram marcados na segunda etapa, por Ademilson aos cinco minutos (de cabeça) e Alex Travassos aos 27 (em cobrança de falta, que desviou na zaga adversária antes de entrar). William (7’ 1º tempo), Wallacer (9’ 2ª etapa, de pênalti – lance que originou a expulsão de Wesley Ladeira), Douglas (30’) e Zambi (42’) marcaram para o Macaé. O próximo compromisso dos Carijós é no sábado (14/julho), contra o Madureira (RJ), no Estádio Aniceto Moscoso, no Rio de Janeiro.


O Tupi jogou com Rodrigo, Alex Travassos (Henrique), Silvio, Wesley Ladeira e Magalhães; Assis, George, Caetano, Léo Salino e Michel Cury (Fabinho); Ademilson e Allan (Cassiano). Técnico: Moacir Júnior

O Macaé atuou com Luiz Henrique, Edson, Ramon, Douglas e Elton; Gedeil, Norton (Marcos Vinicius), Wagner e Wallacer (Bruno Barra); Zambi e Willian (Jones). Técnico: Toninho Andrade

Árbitro: Devarly Lira do Rosário, auxiliado por Edson Glicério dos Santos e Fábio Faustino dos Santos (todos do Espírito Santo)

Cartão vermelho: Wesley Ladeira (Tupi).
Fonte: www.tupijf.com.br/

Público e renda: R$ 3.620 – 262 pagantes (562 pessoas presentes)

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Fla-Flu

Cem anos de Fla-Flu tem sumiço de bola, telegrama e multa por goleada

O clássico Fla-Flu é considerado o mais charmoso do futebol brasileiro, mas poderia também ser tratado como o mais inusitado. Em 100 anos de confrontos, os jogos entre Flamengo e Fluminense acumulam tantos causos que é difícil acreditar que eles ocorreram só em partidas entre os dois clubes.

De jogo anulado a bola perdida, de mascote azarado a craque consagrado, quase tudo já aconteceu durante um Fla-Flu. Dez desses acontecimentos foram descritos abaixo pelo UOL Esporte. Cada um a sua maneira, eles ajudam a contar a história do clássico, que faz aniversário neste sábado.

BOLA NA ARQUIBANCADA PARA JOGO POR 20 MINUTOS
Em dezembro de 1916, Flamengo e Fluminense se enfrentaram em General Severiano pelo Campeonato Carioca. O jogo era duro e, durante uma disputa, jogadores acabaram chutando a bola no telhado da arquibancada do estádio. Naquela época, não havia bolas reserva. O jogo ficou parado por 20 minutos até que conseguissem recuperar a bola. No final, o Flu acabou vencendo o Fla por 3 a 1.

TORCIDA TRICOLOR INVADE O CAMPO E JOGO É ANULADO
No dia 22 de outubro de 1916 o Campeonato Carioca teve seu 1º jogo anulado. O Flamengo vencia o Fluminense por 2 a 1, quando o Rubro-negro teve um pênalti a seu favor. Sidney cobrou e o goleiro Marcos de Mendonça defendeu. O árbitro mandou repetir a cobrança por duas vezes. Conselheiros e torcedores do Flu invadiram o gramado e interromperam a partida. Como o regulamento dizia que um jogo não podia ficar paralisado por mais de cinco minutos, o confronto foi anulado

FALSA PROVOCAÇÃO CAUSA REAÇÃO VERDADEIRA
O atacante Preguinho, do Fluminense, entrou em campo para o Fla-Flu das finais de 1928 louco para se vingar do goleiro rival Amado. Dias antes, Preguinho havia recebido um telegrama de Amado dizendo que ele não marcaria nenhum gol naquela partida - ele marcou dois na vitória do Flamengo por 4 a 1. Depois do jogo, soube-se que Amado nunca enviou a correspondência para seu adversário. O telegrama falso acabou causando uma reação real. Melhor para o Flu.

BOLA PRA LAGOA QUE O JOGO É DE CAMPEONATO
A final do Carioca de 1941 foi disputada em um campo ao lado da Lagoa Rodrigo de Freitas. O Flu precisava empatar para ser campeão e ganhava o jogo por 2 a 1 até os 39min do 2º tempo. O Fla, então, conseguiu empatar e partiu para o ataque. Os jogadores tricolores passaram a chutar as bolas para dentro da lagoa. Remadores rubro-negros ficaram de prontidão para recuperá-las, mas o esforço foi em vão.

GOLEADA DO FLA GERA MULTA PARA JOGADORES DO FLU
A goleada de 6 a 1 do Flamengo sobre o Fluminense em 1956 doeu no bolso dos jogadores tricolores. Todos os que estiveram em campo foram multados em 20% do seu salário por causa daquela partida. O goleiro Veludo, que foi reserva da seleção brasileira na Copa do Mundo de 1954, recebeu uma punição ainda maior. Teve 60% do seu salário cortado por causa da derrota. A multa causou impacto na autoestima do goleiro, que depois daquele jogo nunca mais foi o mesmo. Sua carreira mingou e, anos depois, Veludo se aposentou devido a problemas ligados ao alcoolismo.

CAI-CAI DE RIVELINO TIRA FLAMENGO DA DISPUTA
Botafogo, Flamengo e Fluminense disputavam até a última rodada o título do Carioca de 1976. O Botafogo abriu vantagem e precisava de uma vitória contra o Goytacaz para ser campeão, enquanto Flamengo e Fluminense se enfrentavam – precisavam vencer e torcer por um tropeço do alvinegro. O Flu abriu o placar, mas o Fla empatou no 02º tempo. No final do jogo, três jogadores do Flu foram expulsos. Sabendo que, se o Flamengo virasse, o time poderia se sagrar campeão, o craque Rivelino preferiu não arriscar. Colocou a mão na coxa e deixou o campo. O Flu já havia feito suas substituições. Sem o número mínimo de jogadores em campo, o árbitro encerrou a partida. Fla e Flu empataram e deram o título para o Botafogo.

"LA MANO DE DIOS" TRICOLOR
A vitória de 1 a 0 do Fluminense sobre o Flamengo em jogo do torneio Roberto Gomes Pedrosa de 1968 foi chorada. O gol da vitória do tricolor saiu só no segundo tempo após um lance, no mínimo, estranho. O ponta-direita Wilton recebeu um lançamento de Samarone, driblou o goleiro do Flamengo, Marco Aurélio, com um toque de mão e fez o gol. O árbitro não marcou a irregularidade e, hoje, o tento é lembrado como a "mão de deus tricolor", em alusão ao gol de Maradona na Copa de 1986.

URUBU TRAZ AZAR PARA O FLAMENGO
Um urubu interrompeu o Fla-Flu decisivo da fase final do Carioca de 1983. A ave, que é símbolo do Fla, foi solta pela torcida rubro-negra e invadiu o gramado. Depois de gandulas tentarem sem sucesso apanhar o animal, o jogador tricolor Aldo conseguiu. O jogo recomeçou e Assis, do Flu, fez o único gol da partida. Na rodada seguinte, o Flu se sagraria campeão e Assis entraria para a história do clube.

O FLA-FLU DAS DIRETAS JÁ
O Fla-Flu da final da taça Guanabara de 1984 virou também uma disputa política. Em meio à campanha das Diretas Já, jogadores do Fluminense posaram para fotos ao lado de Paulo Maluf, que na época era candidato a presidente pelo partido alinhado ao regime militar. Rapidamente, a torcida do Flamengo declarou seu apoio a Tancredo Neves. O Fla venceu o jogo por 1 a 0 e, mais tarde, Tancredo venceu a eleição, mas morreu antes de assumir.

O DIA EM QUE O GALINHO VIROU DEUS
O Fla-Flu que abriu o Campeonato Carioca de 1986 marcou a transformação de Zico em um mito. O jogador do Flamengo entrou em campo sendo provocado pela torcida do Fluminense, time que havia ganhado os três últimos estaduais. Mesmo assim, marcou três gols na vitória de 4 a 1 do Fla sobre o Flu e, naquele jogo, ratificou ser um dos maiores da história do clube da Gávea.
Fonte: www.uol.com.br/

Literatura

Delizete Carnaúba

Morre Delizete Carnaúba

Morreu nesta sexta-feira, 06/07, aos 76 anos, a professora apossentada Delizete Costa Carnaúba Correa de Souza. Dona Delizete Carnaúba travou uma batalha com a justiça para ver condenados e presos os dois homens que seriam os responsáveis pelas mortes de cinco membros de sua família. Os acusados, embora condenados, jamais cumpriram as penas.

Na tragédia o casal Carnaúba perdeu a filha Adriana, de 31 anos, o genro Júlio César Ferreira Viana, de 32, as netas Victória, de 02 anos e Theodora, de 07 meses, e a tia de Júlio César, Isabel Benedicta, de 93 anos.

No dia 05 de abril de 1996, uma sexta-feira santa, a família Carnaúba se deslocava da fazenda Boa Vista, em Senador Cortes, para levar a filha Victória ao médico em Mar de Espanha, quando em Santa Helena, distrito de Bicas, o fusca da família foi colhido pela blazer do empresário Ismael Keler Lot,  que segundo os autos, praticavam um "pega". com o médico Ademar Pessoa Cardoso, que estava em templa. Os dois envolvidos foram julgados e condenados mas não cumpriram as penas. Ao médico não cabe mais recurso, mas a justiça ainda não ordenou a sua prisão. Já o empresário, embora condenado, aguarda julgamento de recursos.

A morte da filha, do genro e das netas deixou o casal Carnaúba sem herdeiros. Júnior, filho de Delizete, morreu de embolia gasosa em 1965, com dois anos de idade. A Aids matou seu outro filho, João, aos 18 anos, em 1987, e o neto José Geraldo, aos seis anos, em 1988, ambos hemofílicos, foram infectados por sangues contaminados.

Literatura

"História do Rádio AM de Ponta Grossa"
A cidade de Ponta Grossa, no Paraná tem a história do seu rádio AM contada em livro, pelo escritor Aldo Mikaelli. A publicação é o exemplo do que pode a vontade e a determinação de uma pessoa quando esta se dispõe a partilhar os seus sonhos para juntos construir algo de valor para toda uma comunidade. O livro editado pela Secretaria de Estado da Cultura do Paraná e impresso na Imprensa Oficial do Estado, é uma bem cuidada resenha da memória e da história do rádio AM desde as primeiras experiências até o surgimento da PRJ-2, Rádio Clube Pontagrossense, em 1938 e daí até os dias atuais. Do pioneirismo de Manoel Machuca e Abílio Holzmann segue-se uma sucessão de empreendedores, dirigentes, técnicos, produtores, locutores e profissionais de comercialização. Gente que deu corpo e alma a um dos mais importantes segmentos da comunicação representada pelas múltiplas oportunidades que o rádio oferecia e continua oferecendo.
Fonte: www.carosouvintes.org.br/

Londres 2012

Olímpiadas
O técnico Mano Menezes anunciou na tarde desta quinta-feira os 18 convocados para representar a Seleção Brasileira nos Jogos Olímpicos.O técnico também deixou quatro jogadores na lista de espera: Marquinhos(zagueiro), Guiliano(meia), Casemiro (volante) e Gabriel(goleiro).

Os três jogadores acima dos 23 anos foram o atacante Hulk (Porto), o zagueiro Thiago Silva (Milan) e o lateral Marcelo (Real Madrid).

As duas ausências mais notadas foram do zagueiro David Luiz e do lateral direito Daniel Alves.

Os convocados
Goleiros
Neto (Fiorentina-ITA)
Rafael (Santos)

Zagueiros
Thiago Silva (Milan-ITA)
Bruno Uvini (São Paulo)
Juan (Inter de Milão-ITA)

Laterais
Rafael (Manchester United-ING)
Danilo (Porto-POR)
Alexsandro (Porto-POR)
Marcelo (Real Madrid-ESP)

Volantes
Romulo (Vasco da Gama)
Sandro (Tottenham-ING)

Meias
Oscar (Internacional)
Lucas (São Paulo)
Ganso (Santos)

Atacantes
Leandro Damião (Internacional)
Neymar (Santos)
Hulk (Porto-POR)
Alexandre Pato (Milan-ITA).

Literatura

"Machado de Assis Atemporal"

Organizado pelo professor Darlan de Oliveira Gusmão Lula, o livro "Machado de Assis Atemporal" traz artigos publicados por docentes do Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora (CES/JF). As professoras e pesquisadoras Maria Elizabeth Sacchetto e Nícea Helena Nogueira apresentam ao leitor, respectivamente, "Dom Casmurro: um novo olhar" e "Nem romântico, nem realista: a ruptura na obra de Machado de Assis".

Fonte: www.cesjf.br/

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Libertadores

Todos os campeões:
2012 Corinthians (BRA) - invicto -  Boca Júniors
2011 Santos (BRA) Peñarol (URU) 0x0 e 2x1
2010 Internacional (BRA) Chivas Guadalajara (MEX) 2x1 e 3x2
2009 Estudiantes Cruzeiro (BRA) 0x0 e 2x1
2008 LDU Quito (EQU) Fluminense (BRA) 4x2 e 1x3 (3x1 pen.)
2007 Boca Juniors Grêmio FBPA (BRA) 3x0 e 2x0
2006 Internacional (BRA) São Paulo 2x1 e 2x2
2005 São Paulo Atlético Paranaense (BRA) 1x1 e 4x0
2004 Once Caldas (Colombia) Boca Júniors 0x0 e 1x1 (2x0 pen.)
2003 Boca Júniors Santos 2x0 e 3x1
2002 Olimpia São Caetano (Brasil) 0x1 e 2x1 (4x2 pen.)
2001 Boca Júniors Cruz Azul (México) 1x0 e 0x1 (3x1 pen.)
2000 Boca Júniors Palmeiras (Brasil) 2x2 e 0x0 (4x2 pen.)
1999 Palmeiras (Brasil) Deportivo Cáli (Col) 0x1 e 2x1 (4x3 pen.)
1998 Vasco da Gama (Brasil) Barcelona (Equador) 2x0 e 2x1
1997 Cruzeiro Sporting Cristal (Perú) 0x0 e 1x0
1996 River Plate América Cáli (Col) 0x1 e 2x0
1995 Grêmio FBPA Atletico Nacional (COL) 3x1 e 1x1
1994 Vélez Sarsfield (Argentina) São Paulo 1x0 e 0x1 (5x4 pen.)
1993 São Paulo Universidade Católica (CHI) 5x1 e 0x2
1992 São Paulo Newell's Old Boys (ARG) 0x1 e 1x0 (3x2 pen.)
1991 Colo Colo (Chile) Olimpia 0x0 e 3x0
1990 Olimpia Barcelona (Equador) 2x0 e 1x1
1989 Atletico Nacional (COL) Olimpia 0x2 e 2x0 (5x4 pen.)
1988 Nacional Newell's Old Boys (ARG) 0x1 e 3x0
1987 Peñarol América Cáli (Col) 0x1, 2x1 e 1x0
1986 River Plate América Cáli (Col) 2x1 e 1x0
1985 Argentinos Juniors (ARG) América Cáli (Col) 1x0,0x1,1x1 (5x4 p.)
1984 Independiente Grêmio FBPA 1x0 e 0x0
1983 Grêmio FBPA Peñarol 1x1 e 2x1
1982 Peñarol Cobreloa (Chile) 0x0 e 1x0
1981 Flamengo (Brasil) Cobreloa (Chile) 2x1, 0x1 e 2x0
1980 Nacional Internacional (BRA) 0x0 e 1x0
1979 Olimpia Boca Juniors 2x0 e 0x0
1978 Boca Juniors (Invicto) Deportivo Cáli (Col) 0x0 e 4x0
1977 Boca Juniors Cruzeiro 1x0,0x1,0x0 (5x4 p.)
1976 Cruzeiro River Plate 4x1, 1x2 e 3x2
1975 Independiente Unión Española (Chile) 0x1, 3x1 e 2x0
1974 Independiente São Paulo 1x2, 2x0 e 1x0
1973 Independiente Colo Colo (Chile) 1x1, 0x0 e 2x1
1972 Independiente Universitario (Peru) 0x0 e 2x1
1971 Nacional Estudiantes 0x1, 1x0 e 2x0
1970 Estudiantes (Invicto) Peñarol 1x0 e 0x0
1969 Estudiantes (Invicto) Nacional 1x0 e 2x0
1968 Estudiantes Palmeiras 2x1, 1x3 e 2x0
1967 Racing Club (ARG) Nacional 0x0, 0x0 e 2x1
1966 Peñarol River Plate 2x0, 2x3 e 4x2
1965 Independiente Peñarol 1x0, 1x3 e 4x1
1964 Independiente (Invicto) Nacional 0x0 e 1x0
1963 Santos (Invicto) Boca Júniors 3x2 e 2x1
1962 Santos Peñarol 2x1, 2x3 e 3x0
1961 Peñarol Palmeiras 1x0 e 1x1
1960 Peñarol (Invicto) Olimpia 1x0 e 1x1

OBS:
Torneio Sul-Americano de Clubes
1948 Vasco da Gama River Plate
Desde 1998 equipes do México participam da Taça Libertadores.
Em 1948 o Torneio sul-americano de clubes, foi promovido pela equipe do Colo-Colo do Chile, em uma única edição e, posteriormente reconhecida oficialmente pela Conmebol como competição continental.
Fonte: www.campeoesdofutebol.com.br/




quarta-feira, 4 de julho de 2012

Literatura

"Era uma vez...a televisão"
Era uma vez... "Terezinhaaaaaaa", "Um instante, maestro. Nossos comerciais, por favor!", "Gracinha". Era uma vez... em preto-e-branco, em cores, a cabo. Era uma vez... emoção, entretenimento, informação. Era uma vez... a televisão brasileira, a primeira da América Latina, inaugurada em 18 de setembro de 1950, em São Paulo, por Assis Chateaubriand, a qual se tornou uma das melhores do mundo. Era uma vez... 49 anos de atividades em todas as emissoras de TV do Rio de Janeiro e de São Paulo; as lembranças desses anos, dos trabalhos, dos grandes momentos, dos atores, atrizes, comediantes, apresentadores e programas estão reunidas neste livro de João Lorêdo. Uma leitura agradável, informativa, cativante.
Fonte: www.livrariaresposta.com.br/

O autor
João Luiz Rodrigues Maia de Alvarenga Lôredo, filho de Etelvino Lôredo e Luzia Rodrigues Maia de Alvarenga, nasceu no Rio de Janeiro-RJ em 04 de julho de 1930 e morreu em Juiz de Fora-MG em 23 de janeiro de 2012. Era considerado um dos fundadores da televisão no Brasil. Em Juiz de Fora, João Lorêdo teve passagens pela TV Tiradentes, hoje TV Alterosa e TVE, prestando consultoria artística e dirigindo o "Programa Léo Peixoto" , "Show da tarde", com o comunicador Claudinei Coelho, além de paricipações no programa "Mesa de Debates". Irmão do comediante Jorge Lorêdo, intérprete do personagem Zé Bonitinho, escrevia e dirigia textos humorísticos, tendo trabalhado com os principais nomes da área no país, como Chico Anysio e Jô Soares. Ajudou também a criar jornalísticos, como o "Fantástico".






Tupi (Juiz de Fora-MG)

O atacante Daniel, que estava sendo observado pela Comissão Técnica do Tupi desde o último dia 20, foi aprovado e será o oitavo reforço do Galo para a disputa do Campeonato Brasileiro da Série C. A regularização do atleta deve ser efetivada nas próximas horas e ele ficará à disposição do técnico Moacir Júnior já para a partida de sábado (07/julho), contra o Macaé (RJ)

Daniel Amorim Dias da Silva tem 22 anos (nasceu em 15 de setembro de 1989), começou sua carreira no Santarritense (MG), passou por São José (SP) e Aquidauanense (MS) e estava no Brasiliense (DF).

Os outros sete reforços Carijós para a disputa da Série C: Alex (goleiro), Alex Travassos (lateral), Adalberto (zagueiro), Caetano (volante), Magalhães (meio-campista), Deon e Fabinho (atacantes).
Fonte: www.tupijf.com.br/

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Literatura

"Pelas Ruas e Calçadas"

A obra "Pelas Ruas e Calçadas" foi escrita por Raymundo José Moura da Silva, maranhense de Coelho Neto.
Fonte: www.raymundjose.blogspot.com/

Villa Nova (Nova Lima-MG)

por Wagner Augusto
Os jogadores do Villa Nova se reapresentaram na manhã desta segunda-feira, 02/07, ao técnico Reinaldo Lima e ao auxiliar-técnico Miranda com vistas à preparação para a disputa da Taça Minas. O Leão do Bonfim estreia no dia 22 de agosto diante do Boa Varginha, em partida marcada para o Estádio Dilzon Melo, no Suyl de Minas.

Durante esta semana os atletas ficarão por conta de atividades físicas com o preparador Vinícius Breno, sempre no período da manhã, no Estádio Municipal Castor Cifuentes. O elenco leonino é composto por atletas jovens, muitos deles formados no próprio clube.

Júnior
O time júnior do Villa Nova, treinado por Pirulito, goleou o Contagem por 5x0, no domingo de manhã, e classificou-se para a decisão da Copa Integração da categoria. O adversário do Leão na grande decisão será o América, em partida única a ser realizada no próximo final de semana.

Campeão em 2005, 2008 e 2011, o Villa busca seu quarto título da Copa Integração.



Literatura

"História do Rádio Brasileiro"
Em "História do Rádio Brasileiro", a professora e jornalista Magaly Prado se debruça sobre as fases pelas quais o rádio no país passou, partindo da década de 1920, quando ocorreu a primeira transmissão oficial do veículo no Brasil, até os anos 2000, quando a internet possibilitou que cada pessoa pudesse fazer sua própria rádio.

Como pontos cruciais na evolução do veículo, Magaly Prado destaca ainda a chegada ao mercado do rádio de pilha, nos anos 1960, permitindo a mobilidade, a implantação da FM na década seguinte, quando as emissoras decidiram apostar na segmentação de público, e já nos anos 2000, a entrada de redes "all news", com notícias 24 horas por dia. O livro ainda mapeia comunicadores célebres e programas que permanecem no ar por muito tempo.