sábado, 31 de março de 2012

Literatura

"O Palácio do Café"

O livro "O Palácio do Café", sobre a bolsa oficial do café, nos faz compreender a importância que o café assumiu para a época, gerando um quadro econômico que transformou nossa sociedade e nossa cultura. "O Palácio do Café" apresenta o contexto do café e, os reflexos na economia brasileira no início do século XX. Um rico acervo fotográfico do Porto de Santos revela a sofisticação e a riqueza desse período.


Millôr Fernandes (1924-2012)

Frases
* “Como são admiráveis as pessoas que não conhecemos muito bem”
* “O melhor movimento feminino ainda é o dos quadris”
* “Otimismo é atirar-se do 20° andar e, ao passar pelo 18°, constatar: até aqui, tudo bem”
* “Os corruptos podem ser encontrados em várias partes do mundo, quase todas no Brasil”
* “A corrupção anda tão generalizada que já tem político ofendido ao ser chamado de incorruptível”
* “Jornalismo é oposição. O resto é armazém de secos e molhados”
* “A verdadeira amizade é aquela que nos permite falar, ao amigo, de todos os seus defeitos e de todas as nossas qualidades”
* “As pessoas que falam muito, mentem sempre, porque acabam esgotando seu estoque de verdades”
* “Viver é desenhar sem borracha”
* “Democracia é quando eu mando em você, ditadura é quando você manda em mim”
* “Chato...Indivíduo que tem mais interesse em nós do que nós temos nele”
* “Esta é a verdade: a vida começa quando a gente compreende que ela não dura muito”
* “O dinheiro não dá felicidade. Mas paga tudo o que ela gasta”
* “Jamais diga uma mentira que não possa provar”
* “O cara só é sinceramente ateu quando está muito bem de saúde”
* “Quem mata o tempo não é assassino mas sim um suicida”
* “Pais e filhos não foram feitos para ser amigos. Foram feitos para ser pais e filhos
* “Quando todo mundo quer saber é porque ninguém tem nada com isso”
* “Viva o Brasil Onde o ano inteiro É primeiro de abril”.

Literatura

"Santos FC – 100 Anos de Futebol Arte"
O livro "Santos FC – 100 Anos de Futebol Arte" é uma obra ricamente ilustrada que apresenta a história centenária do clube que revelou ao mundo o Atleta do Século XX e elevou um simples esporte à categoria de arte.

Dois textos marcados pela emoção dão o pontapé inicial à obra. Primeiro, o presidente do clube, Luís Álvaro de Oliveira Ribeiro, expressa o orgulho de ser santista e a alegria em poder continuar o legado deixado pelo avô – um dos fundadores do clube. Em seguida, o Rei do Futebol, Pelé, faz uma declaração de amor e agradecimento ao Santos que, por si só, já “vale o ingresso”.

A obra é assinada por Odir Cunha, autor de diversos livros sobre o Santos FC. O historiador aproveita a ocasião do Centenário para homenagear os 22 maiores ídolos da história do clube, em um capítulo dedicado aos times de “Ouro” e “Prata”, apresentando a biografia e imagem de cada atleta selecionado. Entre os homenageados estão: Pelé, Zito, Gylmar, Carlos Alberto Torres, Pepe, Coutinho, Edu, Pagão, Clodoaldo, Giovanni, Robinho, Ganso e Neymar.

O Torcedor também tem cadeira cativa no livro. Em um capítulo reservado especialmente a ele, cerca de 30 santistas fanáticos, escolhidos entre milhares de concorrentes, reverenciam o clube do coração com histórias de alegria, tristeza e humor que demonstram sua paixão pelo Alvinegro Praiano.

Nessa festa centenária, não poderiam faltar também os santistas ilustres que participam com textos e fotografias feitos especialmente para o livro. Entre eles estão: Geraldo Alckmin, Aloizio Mercadante, Fausto Silva, Marcelo Tas, Eduardo Suplicy, Milton Neves, Mônica Waldvogel, Paulo Henrique Amorim, Chitãozinho e Xororó, Titãs, Arnaldo Antunes e Zeca Baleiro.

Assim, repleto de emoções, "Santos – 100 Anos de Futebol Arte" retrata a gloriosa história de um dos maiores clubes de futebol do mundo, com especial destaque para os grandes ídolos e os títulos por eles conquistados.

sexta-feira, 30 de março de 2012

O NOSSO SEGUNDO HINO

por Clóvis Campêlo*

Do mesmo modo que a música “Aquarela do Brasil”, do compositor baiano Ary Barroso, é considerada por muitos como o nosso segundo Hino Nacional, considero o frevo “Vassourinhas”, de Matias da Rocha e Joana Batista Ramos, como o segundo hino do estado de Pernambuco.


Consta que a música foi composta pela dupla em janeiro de 1909 e vendida ao Clube Vassourinhas por três mil réis em novembro do ano seguinte.


A história é confirmada pelo pesquisador Evandro Rabelo em texto postado no site da Fundação Joaquim Nabuco. Afirma o pesquisador que na sede do Clube Vassourinhas foi encontrado por ele um recibo datado de 18 de novembro de 1910, no valor acima citado, assinado pelos autores da música. Do mesmo modo, ainda segundo Rabelo, no 2º Cartório de Registro Especial de Títulos e Documentos, consta outro documento, assinado por Joana Batista, em 1949, onde declara que a marcha foi composta por ela e Matias da Rocha no dia 6 de janeiro de 1909, no arrabalde de Beberibe, em um mocambo de frente a estação do Porto da Madeira.


Joana Batista Ramos faleceu em 1952, na sua casa no bairro do Zumbi, aos 74 anos de idade. Um ano antes, porém, em 1951, quando o Clube Vassourinhas foi ao Rio de Janeiro participar com êxito do carnaval carioca, ela cantou a marcha famosa devidamente orquestrada.


Sendo uma das músicas mais gravadas e executadas em toda a história da música popular pernambucana, “Vassourinhas”, no entanto, é questionada por alguns estudiosos do assunto, no que tange à simplicidade da sua estrutura melódica, já que o frevo-de-rua exige virtuosismo e um amplo conhecimento musical por parte dos seus compositores.
Entretanto, em 1956, ao lado da Orquestra Mocambo, regida pelo maestro Nélson Ferreira, Félix Lins de Albuquerque, mais conhecido como Felinho, com seu clarinete, introduziu variações tão brilhantes na música que praticamente a recriou, tornando-se por isso reconhecido e admirado.


Assim como Nélson Ferreira, Felinho nasceu na cidade de Bonito, no agreste pernambucano, no dia 14 de dezembro de 1945, e faleceu no Recife, em 9 de janeiro de 1980, deixando uma vasta obra musical.


No que tange a Matias da Rocha pouco se sabe sobre a sua biografia, além de que tenha sido um dos fundadores do Clube Vassourinhas, em 1889. Segundo o texto de Evandro Rabelo supra citado, era elegante, negro, afilado, maestro, tocador de violão, primo de Joana Batista Ramos e autor de outras músicas que não tiveram a felicidade de serem perpetuadas. Ambos eram alfabetizados, já que assinaram o recibo de venda do frevo famoso.
Fonte: 

quinta-feira, 29 de março de 2012

Itaquerão

Itaquerão terá estátua de São Jorge do tamanho do Cristo Redentor

Padroeiro do Corinthians, São Jorge não será esquecido durante a realização de um sonho do clube: a construção de um estádio. O santo da Capadócia ganhará uma estátua em frente ao Itaquerão, com a mesma altura do Cristo Redentor, ou seja, 30 metros de altura. A estrutura de concreto teria o mesmo tamanho do Cristo se descontados os oito metros equivalentes ao pedestal do monumento carioca.

Para isso, além da estátua de São Jorge, o Itaquerão vai oferecer aos visitantes visitas guiadas pelo estádio. A ideia é criar fontes alternativas de receita, já que o Corinthians confirmou que não vai usar o estádio para a realização de show musicais.

Cabe aqui ressaltar que o estádio, embora o Corinthians se entitulle de sua propriedade, está sendo contruído com o dinheiro público e a duvida frequente é de que será "doado" ao clube paulista. Um fato a ser conferido.

Francimar Rosa dos Santos (Ditinho)

Atacante de 40 anos é internado após passar mal em jogo da 02ª divisão de Minas

O atacante Ditinho, da equipe da URT, de Patos de Minas, foi internado na quarta-feira à noite após o empate com o Araxá por 1 a 1, pelo Módulo II do Campeonato Mineiro (2ª divisão). O jogador de 40 anos, ídolo da URT, entrou no Hospital Vera Cruz com suspeita de infarto. No entanto, foi diagnosticado inflamação na vesícula. Ele não corre risco de morte.

O estado de saúde de Ditinho é estável, segundo informação prestada pelo Hospital da cidade de Patos de Minas. O atacante passou mal no vestiário. Imediatamente foi atendido e encaminhado para o hospital. Com a suspeita de infarto descartada pelos médicos, Ditinho deixou a UTI (Unidade de Terapia Intensiva) na manhã desta quinta-feira, 29/03. Ele será acompanhado por um cirurgião, que avaliará após os exames se o caso do jogador será cirúrgico ou apenas tratamento conservador.

Ditinho celebrou 40 anos na semana passada. Em seu currículo consta a artilharia do Campeonato Mineiro da 01ª divisão de 1999 e 2000 (ambos pela URT). Ele alcançou recentemente a marca de 100 gols pelo time mineiro. São 11 temporadas defendendo a URT.

O começo no futebol foi tardio. Aos 25 anos, Ditinho trabalhava como frentista. O treinador Ivan Silva, que trabalhou com ele em equipes de Guarulhos, o indicou para a formação de um novo elenco para a equipe da URT.

De acordo com o site oficial da URT, Ditinho além de ter sido artilheiro do campeonato mineiro em duas temporadas 1999 (12 gols) e 2000 (14 gols), ele participou da Copa do Brasil de 2000, enfrentando o Fluminense (fez 1 gol), e da edição de 2001, enfrentando o Mixto, de Cuiabá-MT.
Fonte: http://www.uol.com.br/

Francimar Rosa dos Santos – DITINHO, nasceu no dia 21 de março de 1972, na cidade paulista de São José dos Campos.

América-MG

Diante do menor público do Módulo I do Campeonato Mineiro, o América sofreu a sua terceira derrota, a segunda seguida, e ainda não conseguiu a classificação matemática às semifinais. O revés, dessa vez, foi para o Tupi, por 2 a 1.
Em cinco jogos como mandante no Estadual, o América só conseguiu levar mais que 500 torcedores à Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, no clássico com o Atlético: 4.067.

Até a partida de quarta-feira, o menor público do Módulo I do Campeonato Mineiro também havia sido registrado em um jogo do América. Foi na vitória por 1 a 0 sobre o Boa Varginha, pela sétima rodada. Na ocasião, 177 torcedores pagaram ingresso.

Jogos como mandante:
02ª rodada – América 2 x 0 Caldense – 439 pagantes
04ª rodada – América 2 x 1 Villa Nova – 255 pagantes
05ª rodada – América 1 x 2 Atlético – 4.067 pagantes
07ª rodada – América 1 x 0 Boa – 177 pagantes
09ª rodada – América 1 x 2 Tupi – 103 pagantes

Jogos como visitante:
01ª rodada – Democrata-GV 1 x 3 América – 3.627 pagantes
03ª rodada – Nacional 2 x 5 América – 309 pagantes
06ª rodada – América-TO 1 x 2 América – 1.559 pagantes
08ª rodada – Cruzeiro 2 x 1 América – 10.337 pagantes
Fonte: http://www.uai.com.br/

CONSIDERAÇÕES:
Esse américa ainda sobrevive por pura teimosia. O dia em que fechar as portas ninguém vai perceber, não fará falta!

Campeonato Mineiro com 16 equipes

CAMPEONATO MINEIRO COM 16 EQUIPES.
Vamos abraçar essa causa!!!

por Carlos Ferreira

Está em andamento o torneio em que a Federação Mineira insiste em chamar de Campeonato. Um torneio com apenas 12 participantes, turno único, classificando os 04 primeiros. A classificacação do América de Teófilo Otoni em 2011 entre os quatro "melhores" (em que pese o empenho da cidade, com participação dos torcedores e a imprensa, com 04 emissoras transmitindo os jogos), foi um exemplo de que algo precisa ser mudado. O América-TO nos 03 últimos jogos sofreu 20 gols e marcou apenas três. Mais uma vez árbitros de fora vieram para a festa. Os nossos apitadores, talvez, por culpa deles, participaram da construção do prédio, contrução dos elevadores, mas, quando o prédio ficou pronto, não puderam entrar nem pela área de serviço.

Me fez lembrar de uma música de um mineiro da cidade de Rodeiro, Zé Geraldo, "Cidadão"
"Ta vendo aquele edifício moço ?..."

No campeonato (ou seria torneio?) já tivemos no passado uma frase atribuída aos Perrelas de que é um "campeonato rural". Também foi atribuída aos Perrelas, mais recentemente, uma comparação, pejorativa por sinal, de que "a sala de troféus do Atlético é igual às praias capixabas, só tem mineiro" numa alusão ao maior número de títulos do rival.

Essas piadas são ótimas, ótimas para o torcedor, mas para o dirigente....

De janeiro a abril, período da primeira fase, pouco mais de 70 dias, 08 times realizam apenas 11 jogos, alguns deles deles só voltam às atividades em 2012.

O contrato mínimo de um atleta é de 90 dias.

Com esse número reduzido de participantes, equipes tradiocionais do nosso futebol estão de fora do cenário esportivo, e por consequência, as cidades também.

Defendo um campeonato com 16 equipes na A e 16 na B, o que daria o acréscimo de mais quatro partidas na primeira fase.

Pode paracer simplista o anseio de acrescentar mais quatro equipes, aumentado apenas mais quatro jogos, passando de 11 para 15 na primeira fase. Pode ser simplista para quem possui calendário para o ano todo, mas para nós do interior a realidade é outra, e só nós sabemos as dificuldades que encontramos. Se tem uma expectativa melhor ao buscar patrocínio no mercado local para um número maior de jogos, gerando emprego, renda não só para os Cronistas Esportivos, mas para atletas e comissões técnicas.

Com o número reduzido de participantes nos Módulo 1 e 2, equipes tradicionais do nosso futebol:

Valeriodoce (Itabira), Democrata (Sete Lagoas), Fabril (Lavras), Esportivo (Passos), Paraisense (São Sebastião do Paraíso), Rio Branco (Andradas), Esportiva (Guaxupé), Nacional (Uberaba), Trespontano (Três Pontas), Ideal (Ipatinga), Alfenense, Varginha e Pouso Alegre estão fora do cenário esportivo mineiro.

- No campeonato Carioca que tem Fluminense, Flamengo, Vasco e Botafogo, são 16 participantes, com dois grupos de oito, os times considerados pequenos, excluindo as semi-finais e finais das taças Guanabara e Rio, realizaram, no mínimo, 15 jogos. (Confesso que não gosto desse regulamento que prevê a posssibilidade de realização, ou não, de mais dois jogos);

- No campeonato Paulista que tem São Paulo, Corinthians, Palmeiras e Santos, são 20 participantes e oito classificados para a segunda fase, em que 12 equipes realizam 19 jogos, o campeão e o vice fazem 23 jogos.

Minhas sugestões:
Com ela vamos ter mais equipes em ação, mais atletas, comissões técnicas, árbitros e jornalistas trabalhando.
Campeonato Mineiro 2013
Série A = 16 equipes (subindo os seis melhores do módulo 2 que está em andamento.

Como financiar esses times?
Simples: Tirando 03% da verba da tv de cada clube do interior e 05% dos 03 da capital e repassar aos 04 times.

Essa minha tese vale, inclusive, para a Série B.
Série B = 16 equipes, com duas chaves de 08 já para 2013.

Vamos abraçar essa causa!!!







América 1 x 2 Tupi

Jogando na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, na noite desta quarta-feira (28/março), o Tupi venceu o América-BH por 2 a 1, aumentou a invencibilidade (agora seis jogos - cinco vitórias e um empate), sacramentou a posição no G4 (o grupo dos que vão se classificar às semifinais) e se aproximou das equipes da capital.


Wesley Ladeira abriu o placar no primeiro tempo, Ademilson, de penalti ampliou no início do segundo tempo e Alessandro descontou para os americanos.

Sem Michel Cury (contundido) e sem o substituto natural, Ulisses (fora por força contratual, já que o atleta pertence ao América), o técnico do Tupi Moacir Júnior escalou o polivalente Henrique no meio de campo e Flávio na lateral direita.

Durante o jogo, Georges recebeu o terceiro cartão amarelo e desfalca o time no próximo jogo que será será no dia 08 de abril, em Governador Valadares, contra o Democrata-GV.

Tupi-JF: Rodrigo, Flávio, Wesley Ladeira, Sílvio e Michel Loures; Jailton (Paulinho), George, Leo Salino e Henrique (Magno); Ademilson e Allan (Fabrício Soares). Técnico: Moacir Júnior.
O América-BH: Neneca, Rodrigo Heffner (Kaká), Gabriel, Everton Luís e Bryan (Pará); China, Moisés, Luciano (Sebastian) e Rodriguinho; Fábio Júnior e Alessandro. Técnico: Givanildo Oliveira
Árbitro: Emerson de Almeida Ferreira, auxiliado por Celso Luiz da Silva e Breno Rodrigues.
Cartões amarelos: Jailton, Michel Loures, George, Flávio, Rodrigo (Tupi), Gabriel, Pará (América-BH)
Renda e público: R$ 1.640,00 – 103 pagantes

quarta-feira, 28 de março de 2012

Associação Esportiva Ituiutabana

Lançada oficialmente a nova Associação Esportiva Ituiutabana
por Maurício Rocha*
Realizou-se no sábado, 24, no salão de eventos do Ituiutaba Clube, com a presença de inúmeros amantes do futebol e torcedores da Alvianil de Coleto de Paula, a solenidade de apresentação oficial da nova estrutura que dará início aos trabalhos para volta gloriosa da Associação Esportiva Ituiutabana, para os mais apaixonados Véia, ou somente Ituiutabana aos gramados como profissional.

A solenidade contou com as presenças do corpo de diretores que assumem perante a comunidade tijucana a responsabilidade de promover em Ituiutaba a volta da cidade ao futebol profissional em nível estadual. Estiveram também marcando presenças ilustres veieiras como Eurípedes Arantes Muniz (Capitão), Romel Anízio Jorge, ele que foi um dos maiores artilheiros da Véia; os empresários e que já acreditaram na nova diretoria, o representante do patrocinador Master da equipe, Kênio Castro diretor do Grupo Pontual de Supermercados que desde já acreditou na ideia de ver o futebol de Ituiutaba novamente em destaque. Os representantes das empresas que também fazem parte desse grupo de patrocinadores, CMV Construtora, Extincêndio e a grande marca de material esportivo Super Bolla que é a responsável em confeccionar o novo uniforme da Ituiutabana.

De forma especial marcou presença um grande número de jornalistas ligados ao sistema de comunicação e imprensa local entre eles: Sistema Cancella, Rádio Interativa, Rádio Difusora AM, Rádio Difusora FM, Jornal Hoje Em Dia, Gazeta do Pontal, Jornal do Pontal, Rede Vitoriosa, Vitrine Social e Sistema Globo de Comunicação Ituiutaba.

O lançamento contou com a participação especial da ex-BBB, Iris Estefanelli que desfilou a nova camisa de uniforme da Ituiutabana, a qual foi comercializada ainda no evento pelo valor de R$50,00, e que está à venda nas lojas da Rede Pontual de Supermercados, do Bairro Ipiranga e Plantina.

O presidente da Ituiutabana em seu pronunciamento apresentou oficialmente os membros da sua diretoria e os responsáveis em montar a equipe da Associação que irá disputar o Campeonato Mineiro da Terceira Divisão Mineira, o técnico, Gilson Batata; o diretor de futebol, Guilherme; o preparador físico, Rodrigo e o preparador de goleiros, Julio César.

Com a finalidade de amealhar recursos para a nova estrutura foi feito o lançamento de um sorteio de uma moto que será vendida por toda a cidade como forma de arrecadação de verbas para as primeiras despesas da equipe.

Série D 2012

CBF divulga tabela detalhada da Série D

O departamento de competições da CBF divulgou, na manhã desta quarta-feira, a tabela detalhada do Campeonato Brasileiro da Série D. Ao contrário dos anos anteriores, quando iniciou em meados de julho, a Quarta Divisão nacional tem início previsto para o dia 27 de maio e acabará em 30 de setembro. A fórmula de disputa, porém, segue a mesma do ano passado.

Os 40 times - 26 deles ainda não foram definidos - participantes serão divididos na primeira fase em oito grupos de cinco times cada. Na primeira fase, os cinco clubes jogarão entre si em turno e returno dentro do grupo. Os dois primeiros colocados da cada chavge avançavam para a fase seguinte.

A partir disso, a Série D começa a ser disputada em sistema de mata-mata, com partidas de ida e volta. Os times que se classificarem para as semifinais estarão garantidos na Série C de 2013. E as decisões da quarta divisão do futebol brasileiro serão disputadas nos dias 23 e 30 de setembro.

Até agora, apenas 14 representantes da Série D estão definidos. São eles: Penarol-AM, Araguaína-TO, Sampaio Corrêa-MA, Santos-AP, Comercial-PI, Campinense-PB, Vitória da Conquista-BA, Gurupi-TO, Cene-MS, Friburguense-RJ, Brusque-SC, Marília-SP, Brasil-RS e Juventude-RS.

Os Estados com o maior número de representantes serão São Paulo e Rio Grande do Sul, que contarão com três clubes cada. Além do Marília, as vagas paulistas serão preenchidas com os clubes de melhor colocação no Paulistão (com exceção dos que já estão garantidos nas Séries A, B e C). Já os gaúchos já têm garantido Brasil e Juventude, faltando o time de melhor colocação no Gaúcho.

Grupos da 01ª fase:
Grupo 01
Acre 1
Pará 1
Penarol-AM
Rondônia 1
Roraima 1

Grupo 02
Araguaína-TO
Comercial-PI
Mato Grosso 1
Sampaio Corrêa-MA
Santos-AP

Grupo 03
Campinense-PB
Ceará 1
Pernambuco 1
Pernambuco 2
Rio Grande do Norte 1

Grupo 04
Alagoas 1
Bahia 2
Paraíba 2
Vitória da Conquista-BA
Sergipe 1

Grupo 05
Cene-MS
Distrito Federal 1
Goiás 1
Goiás 2
Gurupi-TO

Grupo 06
Espírito Santo 1
Friburguense-RJ
Minas Gerais 1
Minas Gerais 2
Rio de Janeiro 2

Grupo 07
Brusque-SC
Marília
Paraná 2
Rio Grande do Sul 3
São Paulo 2

Grupo 08
Brasil-RS
Juventude-RS
Paraná 1
Santa Catarina 2
São Paulo 3
Fonte: http://www.futebolinterior.com.br/

Futebol

Tupi (Juiz de Fora) e América (Belo Horizonte)
América: Neneca; Rodrigo Heffner, Gabriel, Everton e Bryan; China, Moisés, Luciano e Rodriguinho; Alessandro e Fábio Júnior.
Tupi: Rodrigo, Henrique (Flávio), Wesley Ladeira, Sílvio e Michel; Jailton, Léo Salino, George e Henrique (Paulinho); Ademilson e Allan.
Arbitragem: Emérson de Almeida Ferreira, Celso Luiz da Silva, Breno Rodrigues e Hudson Fernandes da Silva.

Transmissão:
A Rádio Cultura de Santos Dumont AM 1580 (www.radioculturasd.com.br) transmite nesta qarta-feira, 28/03, direto de Sete Lagoas-MG, Tupi (Juiz de Fora) e América (Belo Horizonte), com toda equipe esportiva da Cultura de Sete Lagoas, AM 1420.
Narração: Magela Ribeiro, Comentários: Geraldo Padrão, Reportagens: Marcelo Aguiar e Wanderson Vitinho, Plantão: Lucas Castilho.

Literatura

"É Mentira, Chico?"

Copa América

O novo presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), José Maria Marin, explicou que cedeu ao Chile o direito de sediar a Copa América de 2015, em troca da edição seguinte do torneio, em 2019, para poder "proteger" a Seleção Brasileira. Sua lógica é simples: se perdesse o título do Mundial de 2014, jogando em casa, o time do Brasil seria "apedrejado" ao atuar no País no ano seguinte.

Além disso, a alegria de uma eventual conquista do título mundial em 2014 poderia ser frustrada um ano depois se o Brasil não repetisse a performance e não fosse campeão da Copa América em casa. "Diriam que ganhamos a Copa de 2014 até por sorte", explicou Marin.

Marin assumiu o comando CBF no começo do mês, após a renúncia de Ricardo Teixeira, e desembarcou nesta terça-feira em Zurique, na Suíça, para sua primeira reunião na Fifa. Uma de suas primeiras ações no cargo foi justamente a de abandonar a organização da Copa América de 2015, aceitando uma proposta de troca com o Chile pela edição de 2019, que será no Brasil.

"Se a gente ganha a Copa de 2014 e perdemos em 2015, a festa duraria só um ano", afirmou Marin. "Se a gente perde em 2014, a Seleção iria ser apedrejada durante a Copa América", completou o dirigente, que também destacou a "overdose" de futebol no Brasil em 2014 e 2015 se o calendário tivesse sido mantido. "O calendário prejudicaria muito os clubes."

Literatura

"Vinicius Portenho"
Vinicius de Moraes foi muito admirado em suas idas e vindas por Montevidéu e Buenos Aires, nas décadas de 1950 e 1960, chegando a receber o apelido de Portenho Honorário. Nestas duas capitais, ele deu vida à bossa nova e criou um novo hábito para seus moradores. Na Argentina, estreou no La Fusa, o templo da bossa daquela época, onde gravou um LP lendário.


"Vinicius Portenho" traça um perfil do poeta e músico que escolheu as ruas argentinas e uruguaias para difundir sua arte e passar bons momentos com os amigos. Notívago, boêmio, grande apreciador de uísque, mulherengo e excêntrico, Vinicius cantou a liberdade individual, a alegria, a sofisticação e a promessa de realização das fantasias sexuais. O homem que interpretou a bossa nova não só como um gênero musical, mas como uma atitude perante a vida.


terça-feira, 27 de março de 2012

Radiodifusão

O diretor do Departamento de Outorgas do Ministério das Comunicações, Demerval da Silva Júnior, detalhou ontem as licitações de novas TVs comerciais que serão feitas este ano e em 2013. Ele disse que o objetivo será atender a toda a demanda reprimida, ou seja, os leilões vão atender às cidades onde haja disponibilidade de canais para instalação de emissoras. Para viabilizar esse modelo, será feito um cruzamento entre os pedidos e os canais vagos. Já as licitações de rádios FM, que também começam em 2012, levarão um pouco mais de tempo para serem concluídas.

O Ministério das Comunicações vai editar este ano um novo regulamento de TV aberta e de rádio, consolidando todas as normas do setor inclusive para retransmissoras e repetidoras de TV. A anatel está participando das discussões e colaborando para a edição da norma. Segundo Demerval Júnior, o texto da consulta pública já está pronto e deve ser divulgado em breve. Sobre o decreto que estabeleceu regras mais rigorosas para verificar a capacidade de investimento dos interessados em explorar os serviços de rádio e TV, o diretor explicou que o objetivo foi "dificultar a atuação de laranjas no setor".

O Ministério pretende ainda editar o regulamento de sanções. A multa máxima foi atualizada para R$ 76.155,21.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Mulheres na sociedade

Nas primeiras décadas do século passado, escritoras e educadoras ajudaram a construir a cultura de Juiz de Fora

Década de 1930. Governo Vargas. Os intelectuais discutiam e implementavam um novo país. Em meio ao turbilhão de mudanças que atingia política, arte e educação, as mulheres tomaram para si novos papéis. Nessa época, inúmeras figuras deixaram marcas na história da cidade. Como observa a doutora em ciência e cultura Vanda Arantes do Vale, educadoras e escritoras despontaram no cenário urbano local, dispostas a ocupar outros espaços.

1918 - 1973
Na primeira metade do século XX, ousada era a mulher que se dedicava à escrita. Em um futuro próximo, o cenário se transformaria, mas foi preciso que muitas pioneiras insistissem em grafar pensamentos e ideias. Nascida em 1918, Cosette de Alencar se deparou com um segundo desafio literário. Seu Pai, Gilberto de Alencar, era escritor respeitado. "Foi duplamente difícil para Cosette despontar nas letras", explica a professora e doutora Moema Rodrigues Brandão Mendes, pesquisadora do acervo da família Alencar. De acordo com ela, a autora de "Giroflê, giroflá" se destaca na história cultural local, tendo escrito uma única obra. Suas crônicas, entretanto, são inúmeras e, segundo Moema, apresentam considerável riqueza intelectual. "Deve-se levar em conta que essa qualidade enfrentava adversidades do dia a dia, pois Cosette trabalhava para o 'Diário Mercantil'. Ou seja, o texto tinha que sair." Em 1967, foi considerada a melhor cronista de Minas, com publicações na imprensa de Belo Horizonte, São João del Rei e Rio de Janeiro.

Moema ressalta ainda as correspondências trocadas pela autora juiz-forana com outros literatos, como Carlos Drummond de Andrade e Cecília Meirelles. Entre os assuntos, chamam a atenção comentários sobre a produção dos interlocutores. Com a morte de Gilberto, a filha, ex-diretora da Escola Normal, assumiu a biblioteca do pai, constituída de três mil volumes, manuscritos de obras publicadas e de duas inéditas. "Ela não tinha intenção de se projetar no futuro. Mas, como todo escritor, guardava papel e, com isso, a memória", diz a pesquisadora. Fernando de Alencar, irmão de Cosette, e a esposa Dóris Marlene Rocha de Alencar foram os responsáveis pela organização do acervo, que hoje se encontra no Museu de Arte Murilo Mendes (Mamm). Cosette dá nome à escola municipal do Bairro Santa Catarina. "Uma homenagem que se refere à educadora. Quanto ao seu valor literário, faltam reconhecimentos por aqui", observa Moema.

Cleonice Rainho escrevia o tempo todo. Sempre sentiu-se atraída pela página em branco. Wanderley Luiz de Oliveira, autor da biografia "Cleonice Rainho, a busca e o encontro", comenta que a escritora, nascida em Além Paraíba, não costumava frequentar festas e jantares. Preferia o incessante trabalho. Por conta dele, viajou pelo Brasil e por vários países, tendo estudado na Universidade de Lisboa, em Portugal. Sua ligação com a pátria colonizadora, aliás, concretizou-se na fundação, em 1955, da Associação de Cultura Luso-Brasileira, dirigida por ela até 1980. "Fiel às origens, Cleonice se preocupou em resgatar as tradições portuguesas", salienta Oliveira.

Autora de cerca de 30 obras, herdou do pai, Antônio Gonçalves Rainho, o pendor para a poesia. Ao longo da carreira, a escritora - que passou a vida ao lado do marido, Jacy Thomaz Ribeiro, já falecido - atuou ativamente na imprensa e nos movimentos culturais regionais, teve trabalhos traduzidos para mais de dez idiomas e recebeu inúmeros prêmios. "Ela não está na mídia, mas faz parte do imaginário local e é respeitada nacionalmente e no exterior", observa o biógrafo. Professora emérita da UFJF e Cidadã Honorária de Juiz de Fora, Cleonice parou de escrever há uma década. No último dia 15, completou 97 anos. "Trata-se de uma vida de dedicação. Ela produziu muito, em verso e prosa. Foi professora severa, mas com coração de ouro", elogia Oliveira, sinalizando que a autora só não se envolveu com a dramaturgia pois faltou tempo.

Coordenadora da Sociedade Filarmônica de Juiz de Fora, Maria do Carmo Volpi de Freitas agia com firmeza. Atrás da postura enérgica, entretanto, escondiam-se afabilidades oferecidas aos músicos. "Raro era o ensaio no qual ela não trazia lanche para um, roupa para o outro", lembra o maestro Ciro Tabet, que conviveu com Dona Carminha, como era conhecida por aqui. Formada em direito, atuou também como professora e escritora, fazendo parte das Academias de Letras de Juiz de Fora e Mineira, em Belo Horizonte. Trabalhou nos colégios São José (atual Vianna Jr.) e Granbery. De acordo com Ciro, a Filarmônica mantinha agenda considerável de apresentações sob o comando da advogada, casada com o presidente da instituição, José de Freitas e Silva. "Dona Carminha movimentava as promoções musicais. Dos quadros da entidade, saíram elementos que fundaram escolas e grupos."

Natural de São João Nepomuceno, ela foi também uma das fundadoras da primeira faculdade de direito da cidade. Tornou-se bastante conhecida entre artistas, alunos e advogados. "Ela marcou o cenário local na época", assegura Tabet, ressaltando as dificuldades superadas pela eterna parceira. Como a Filarmônica sempre teve ações gratuitas, muitos recursos saíam do bolso da coordenadora. Na opinião de Vanda Arantes do Vale, o exemplo de Dona Carminha abre as portas para uma necessária pesquisa acerca da música em Juiz de Fora. Vanda destaca ainda a posição da advogada na sociedade: "casada com um homem intelectualizado, ela buscou mais espaço para a atuação feminina".

Maria do Céu
1902 - 2002
Destemor e acolhimento. Em tempos de ditadura militar, Maria do Céu Corrêa Mendes lidava com armas responsáveis por transformá-la em uma figura icônica de Juiz de Fora. Como menciona a cientista social Shirley Lucindo Torres, que conviveu com a educadora, ela acreditava firmemente na liberdade de expressão. "E isso antes de modismos do politicamente correto." Segundo Shirley, um momento marcante se deu em meados dos anos 1960, na antiga Faculdade de Filosofia e Letras de Juiz de Fora (Fafile), onde Maria do Céu atuou desde os primeiros anos. Uma professora de antropologia foi censurada por citar, em sala de aula, a teoria da evolução. "Dona Maria do Céu manteve um posicionamento firme a favor da acadêmica. Aquilo me marcou profundamente."

Já na década de 1970, a educadora - que frequentou a Universidade Livre do Porto, em Portugal - participou da criação da revista "Hora", do curso de Letras da UFJF. "A publicação estava equiparada ao que havia de melhor no Brasil", comenta Shirley, enfatizando que o projeto nasceu em um cenário árido. Aliás, qualquer proposta que chegasse à professora encontrava meios de germinar. Ela abriu as portas da própria casa para discussões e atividades culturais. Assim surgiu o Centro de Ação Cultural (CAC). "Dona Maria do Céu se expressava através do acolhimento de ideias e da generosidade", atesta Shirley. De acordo com ela, a educadora, que morreu aos 100 anos em 2002, também marcou a história da cidade ao defender a preservação do patrimônio público e lutar pela anistia de presos políticos. "A presença dela nos julgamentos tinha significado, por conta de seu prestígio." Embora tenha sido reconhecido em vida, segundo Shirley, a figura merece ser estudada. "Falta uma biografia", apregoa. A professora Vanda Arantes do Vale completa: "o CAC também carece de pesquisas aprofundadas".

Em seu gabinete no Museu Mariano Procópio, Geralda Ferreira Armond Marques seguia noite adentro. "Muitas vezes, foi preciso mandar buscá-la", menciona o atual diretor da instituição, Douglas Fasolato. De acordo com ele, são inegáveis os esforços de Geralda, no cargo entre 1944 e 1980. Entre suas ações, está a organização de impressos e manuscritos, possibilitando a abertura da biblioteca e do arquivo do museu ao público. "Ela nos deixou importantes instrumentos de pesquisa. Fez tudo o que era possível na época", atesta Douglas, informando que a fundação vem reeditando internamente um guia histórico desenvolvido pela ex-diretora.

Também poeta e conferencista, Geralda assumiu o comando do museu após a morte de Alfredo Lage, seu primo. Antes disso, era colaboradora assídua. "Ela, porém, não é uma unanimidade. Alguns criticam seu posicionamento político. De qualquer forma, é preciso recuperar sua memória e reconhecer sua dedicação", sinaliza Fasolato. Na gestão de Geralda, o prédio Mariano Procópio foi ampliado, e a Villa Ferreira Lage, reorganizada. Rangel Coelho, no livro "Meu barro municipal", de 1977, aponta a falta de dinamismo da instituição no período, mas defende a ex-diretora. Durante o III Encontro Luso-Brasileiro de Museus-Casas, da Fundação Casa de Rui Barbosa, a museóloga Lygia Martins Costa também enfatizou o devotamento de Geralda: "quantas lutas, compenetrada de sua missão, teve pela frente."
Fonte: TM

Crucifixo, chatice e intolerância

por Carlos Alberto di Franco* - O Estado de S.Paulo

Carlos Brickmann, jornalista arguto e politicamente incorreto, decidiu entrar no vespeiro do despejo do crucifixo de todas as dependências do Poder Judiciário do Rio Grande do Sul. Vale a pena registrar o seu comentário.

"Há religiões; também há a tradição, há também a história. A Inglaterra é um estado onde há plena liberdade religiosa e a rainha é a chefe da Igreja. A Suécia tem plena liberdade religiosa e uma igreja oficial, a Luterana Sueca. A bandeira de nove países europeus onde há plena liberdade religiosa exibe a cruz.

O Brasil tem formação cristã; a tradição do país é cristã. Mexer com cruzes e crucifixos vai contra esta formação, vai contra a tradição. A propósito, este colunista não é religioso; e é judeu, não cristão. Mas vive numa cidade que tem nome de santo, fundada por padres, numa região em que boa parte das cidades tem nomes de santos, num país que já foi a Terra de Santa Cruz. Será que não há nada mais a fazer no Brasil exceto combater símbolos religiosos e tradicionais?

Se não há, vamos começar. Temos de mudar o nome de alguns Estados e cidades como Natal, Belém, São Luís e tantas outras. E declarar que a Constituição do País, promulgada 'sob a proteção de Deus', é inconstitucional.

Há vários símbolos da Justiça, sendo os mais conhecidos a balança e a moça de olhos vendados. A balança vem de antigas religiões caldeias. Simboliza a equivalência entre crime e castigo. A moça é Themis, uma titã grega, sempre ao lado de Zeus, o maior dos deuses. Personifica a Ordem e o Direito.

Como ambos os símbolos são religiosos, deveriam desaparecer também, como o crucifixo?"

Em São Paulo, cidade cosmopolita e multicultural, basta bater os olhos nas estações da Linha Azul do Metrô: Conceição, São Judas, Saúde, Santa Cruz, Paraíso, São Joaquim, Sé, São Bento, Luz, Santana. E aí, vamos ceder ao fervor laicista e mudar o nome de todas elas?

Carlos Brickmann foi certeiro. Mostrou a insensatez e a chatice que estão no fundo da decisão de um Judiciário ocupado com o crucifixo e despreocupado com processos que se acumulam no limbo da inoperância e do descaso com a prestação da justiça à cidadania. Na escalada da intolerância laicista, crescente e ideológica, não surpreenderia uma explosão de ira contra uma das maravilhas do mundo e o nosso mais belo e festejado cartão-postal: o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro.

O Estado brasileiro é laico. E é muito bom que seja assim. Mas a laicidade do Estado não se estende por lei, decreto ou decisão judicial a toda a sociedade. O Estado não pode abolir ou derrogar tradições profundas da sociedade, pois estaria extrapolando o seu papel e assumindo a inaceitável função de tutor totalitário de todos nós.

Como já escrevi neste espaço opinativo, o laicismo, tal como hoje se apresenta e "milita", não é apenas uma opinião, um conjunto de ideias ou uma convicção, que se defende em legítimo e respeitoso diálogo com outras opiniões e convicções, como é próprio da cultura e da praxe democrática. Também não se identifica com a "laicidade", que é algo positivo e justo e consiste em reconhecer a independência e a autonomia do Estado em relação a qualquer religião ou igreja concreta, e que inclui, como dado essencial, o respeito pela liberdade privada e pública dos cultos das diversas religiões, desde que não atentem contra as leis, a ordem e a moralidade pública.

O laicismo militante atual é uma "ideologia", ou seja, uma cosmovisão - um conjunto global de ideias, fechado em si mesmo -, que pretende ser a "única verdade" racional, a única digna de ser levada em consideração na cultura, na política, na legislação, no ensino, etc. Por outras palavras, o laicismo é um dogmatismo secular, ideologicamente totalitário e fechado em sua "verdade única", comparável às demais ideologias totalitárias, como o nazismo. Tal como as políticas nascidas dessas ideologias, o laicismo execra - sem dar audiência ao adversário nem manter respeito por ele - os pensamentos que divergem dos seus "dogmas" e não hesita em mobilizar a "Inquisição" de certos setores para achincalhar - sem o menor respeito pelo diálogo - as ideias ou posições que se opõem ao seu dogmatismo.

Alegará que são interferências do pensamento religioso ou de igrejas, quando um democrata deveria pensar apenas que são outros modos de pensar de outros cidadãos, que têm tantos direitos como eles; e sem reparar que o seu laicismo militante, dogmático, já é uma pseudorreligião materialista e secular, como o foram as ditaduras comunistas e o nazistas.

Pratica-se, então, o terrorismo ideológico, pelo sistema de atacar os que, no exercício do seu direito democrático, pensam e opinam de forma diferente da deles, acusando-os de serem - somente por opinarem de outra maneira - intransigentes, tirânicos, ditatoriais - três características das quais o laicismo, na realidade, parece querer a exclusividade.

O Brasil, não obstante o empenho dos proselitistas ideológicos, é um país tolerante. Na religião, igualmente, o Brasil tem sido um modelo de convivência. Ao contrário de muitas regiões do mundo marcadas pelo fanatismo e pelo sectarismo religioso, o Brasil é um sugestivo caso de relação independente e harmoniosa entre religião e Estado.

É preciso, sem dúvida, desenvolver o senso crítico contra os desvios da intolerância, do fanatismo e de certas manifestações de estelionato religioso tão frequentes nos dias que correm. Mas não ocultemos os estragos causados pelo fundamentalismo laicista.

Estado laico, sim. Mas articulado com o Brasil real, tolerante, aberto, miscigenado.

*Carlos Alberto di Franco é doutor em Comunicação, é professor de Ética e diretor do Master em Jornalismo.
E-mail: difranco@iics.org.br

Santiago de Compostela

Como se preparar psicológica e espiritualmente para o Caminho de Santiago de Compostela

por Pe. Getúlio Vieira*

Os estrangeiros vêem os brasileiros como incorrigíveis improvisadores, avessos ao planejamento, imagem que acabamos por reforçar, por exemplo, em nossos preparativos para a Copa do Mundo. Porém, durante dois anos, orientado por uma amiga de Porto Alegre (RS), planejei trilhar o Caminho Francês até Santiago de Compostela. Não conhecia quase nada do assunto. 

Trocamos, então, farta correspondência. Li artigos e livros de peregrinos; assisti a vídeos e documentários; pesquisei o mapa da Espanha e fotos do Caminho. Preparei-me também fisicamente, sempre tendo claro que o escopo principal era buscar, no silêncio do Caminho, um enriquecimento espiritual, um aprofundamento na Doutrina Cristã, um encontro pessoal com o Jesus de Tiago Maior.

Pensei meu Caminho como um Retiro Espiritual; em, seguindo a Seta Amarela, onipresente na Via Láctea Jacobeia, redescobrir uma nova face  do sentido da vida; em dialogar com Deus, com as pessoas no Caminho e com minha alma. Assim, ainda na fase de preparação, permiti que Santiago e seu Caminho entrassem em minha vida.

E você, tem planos de percorrer esta Via Milenar? Não pestaneje. Vá. Antes, porém, treine para ouvir sua voz interior. Desconecte-se do som de seus IPads, IPods, IPhones, TV, rádio, etc. e comece a conversar com o Deus de Tiago. Não consegue? Abra o Novo Testamento ou seu Salmo preferido e leia palavra por palavra, degustando-as, ruminando cada frase; medite e vivencie cada cena evangélica, interiormente, emoldurando-a numa tela colorida.

Não queira ir ao Caminho para se divertir, fazer turismo barato, quebrar recordes. Caso vá acompanhado, ao caminhar, que cada um siga seu ritmo. Ouse caminhar sozinho. Aprecie o horizonte, contemple a  Mãe Natureza, converse com ela (ar, água, sol, sombra, árvores, pedras, solo, aves), ame-a profunda e apaixonadamente.

Já mesmo hoje, morando em grandes cidades, observe o seu entorno, o agir das pessoas, suas fisionomias. Adivinhe seus mundos interiores (já é um treino). Escute o trânsito. Observe os jardins, a rica arquitetura. Nada se repete: tudo é vida ou gera vida, e neste universo vivo cada pessoa (per-sona = vibra por si) é irrepetível.

Treine ouvir o silêncio; ele mora no Caminho. Se você é religioso, agende, alguns dias antes da viagem, uma conversa com seu líder espiritual para limpeza de alma. Se é católico, faça uma confissão geral e comungue. Já no Caminho, em Roncesvalles, participe da Santa Missa noturna. É como um Ato de Entrega aos cuidados de Santa Maria do Caminho e seu Filho Espiritual, Tiago Maior. São os Anjos Protetores de toda viagem. Receba a bênção do Altíssimo e vá repousar. Seu sonho começa a acontecer.

Já na trilha, abandone o orgulho e os vícios. Esconda o celular, descarte os itens de maquiagem. Empunhe o cajado, vista a Mochila. Olhe o horizonte. Respire fundo e sorria. Você já é um Peregrino rumo a Compostela. Com você e em você o Caminho vive.

*Getúlio Vieira é padre e membro da ACACS/SP - Associação de Confrades e Amigos do Caminho de Santiago de Compostela.  
Fonte: http://www.encontrodeperegrinos.blogspot.com/

Literatura

"O Silêncio contra Muamar Kadafi"
Correspondente em Paris do jornal "O Estado de São Paulo", o jornalista Andrei Netto publicará um livro sobre os conflitos que acompanhou de perto entre manifestantes e defensores do governo de Muamar Kadafi. Em outubro do ano passado, o jornalista foi ao país do norte da África confirmar a morte do ditador que ficou 42 anos no poder- para um veículo de comunicação brasileiro, a rádio Estadão-ESPN, de São Paulo.

Além de acompanhar os confrontos entre governo local e oposição, Andrei Netto chegou a ficar preso durante oito dias em uma cidade próxima a Trípoli, capital da Líbia.

Depois dessa experiência o jornalista escreveu "O Silêncio contra Muamar Kadafi" a ser lançado em breve.

domingo, 25 de março de 2012

João Mineiro

Morreu na noite de sábado, 24/03, aos 76 anos o cantor sertanejo João Mineiro (João Sante Angelo) após complicações decorrentes do diabetes. O artista estava internado na UTI do Hospital Paulo Sacramento, em Jundiaí, interior de São Paulo e lutava contra a doença há pelo menos 1 ano e meio. Ele já havia sido internado em março do ano passado na Santa Casa de Andradas com insuficiência cardíaca e hipertensão. Há seis meses, foi submetido a uma angioplastia.

O cantor está sendo velado desde às 7h deste domingo no velório municipal Adamastor Fernandes, no centro de Jundiaí. Às 16h30, o corpo seguirá para a cidade natal do cantor, Andradas, no Sul de Minas Gerais, região de Poços de Caldas, onde será sepultado na tarde de segunda-feira, 25/03.

João Mineiro ganhou fama em sua primeira dupla, com Marciano, que durou até 1992, quando seguiu carreira junto com Mariano. Em quase 40 anos de carreira, foram mais de 20 milhões de discos vendidos, com sucessos como "Viola está chorando", "Seu amor ainda é tudo" e "Ainda ontem chorei de saudade".

João Mineiro deixa dez filhos. Ele morava emCampo Limpo Paulista-SP onde era proprietário de um pesqueiro e casado há 15 anos com Luciana Aparecida da Silva, com quem teve duas filhas: uma de 12 e outra de 6 anos.
Já do seu primeiro casamento com Eugênia Sant’Ângelo, foram 08 filhos. A mais famosa filha é a cantora Celina Sant’Ângelo, que juntamente com sua amiga Adriana, formaram a dupla sertaneja "As Marcianas", que surgiu na década de 1980 e teve como grande sucesso a música "Vou te amarrar na minha cama", de 1992.


Futebol

Tupi 3 x 1 Guarani

O Tupi deu um importante passo para a classificaçãono G4 ao vencer o Guarani de Divinópolis por 3 a 1 em Juiz de Fora. Os gols que deixaram o Galo em quarto lugar no torneio, com 13 pontos (dentro do grupo que se classifica para a próxima fase) foram marcados por Ademilson, Michel Cury e Allan. Magalhães descontou para a equipe bugrina. O próximo compromisso dos Carijós é na quarta-feira (28/março) em Sete Lagoas, contra o América-BH. Já o Guarani, vai receber a Caldense em Diovinópolis.

Tupi: Rodrigo, Henrique, Sílvio, Wesley Ladeira e Michel Loures; Jailton, George, Leo Salino (Flávio) e Michel Cury (Ulisses); Ademilson e Allan (Paulinho). Técnico: Moacir Júnior
Guarani: Tiago Régis, Luizinho, Márcio Santos, Bruno Maia e Magalhães; André, Léo Medeiros, Ivan e Walter Minhoca (Alex); Chico Marcelo (Ely Thadeu) e Marinho (Diogo Fernando). Técnico: Gian Rodrigues
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro, auxiliado por Pablo Almeida Costa e Frederico Soares Vilarinho
Cartões amarelos: Silvio, Michel Loures (Tupi) Chico Marcelo, Magalhães e Márcio Santos (Guarani).

Jogo-treino 

Em jogo-treino realizado na manhã deste domingo, 25/03, o time B do Tupi venceu o Oba-Oba (equipe amadora de Juiz de Fora, formada em sua maioria por ex-atletas profissionais) por 2 a 0. Os gols foram marcados no segundo tempo, aos 08 minutos, por Cassiano e aos 17, por Evandro Paulista. A atividade serviu para dar ritmo aos jogadores Carijós que não estão atuarndo regularmente no Campeonato Mineiro.

O auxiliar técnico Felipe Suriane escalou no jogo-treino: Eládio (Victor Hugo), Weverton, Magno, William e Thiago (Bruno); Assis, Paulinho (Michel Filho) e Renan; Evandro Paulista, Cassiano (Guilherme) e Jefferson. 

Musa
Renata Vasconcellos, representante do Tupi no concurso "Musa do Campeonato Mineiro", tem 23 anos (20 de junho de 1988), nasceu em Juiz de Fora e é formada em Direito. Trabalha como gerente jurídica de uma loja de calçados da cidade e tem como colegas de trabalho vários integrantes da torcida organizada Tribo Carijó. “Foi com eles que comecei a ir aos jogos do Galo. Aquela partida contra o Santa Cruz (primeira da final da Série D do Campeonato Brasileiro) é inesquecível”, ressalta a Musa

A escolha para representar o Tupi no concurso se deu de forma natural. Além de bela, charmosa, simpática, comunicativa e Carijó, Renata tem experiência no assunto, pois já ganhou um concurso parecido, o de “Musa do Yahoo”. As regras do concurso e o prazo e o mecanismo de votação devem ser divulgados na terça-feira, 27/03, pela organizadora do Evento.
 

sexta-feira, 23 de março de 2012

A MAIS NOVA COMPANHEIRA

por Clóvis Campêlo

Conheci-a há alguns anos atrás e, de início, não imaginei o que ela pudesse me propiciar.
Achei apenas que seria mais uma companhia para essa vida da qual eu tenho certeza que já vivi mais da metade.
Essas coisas são assim, simplesmente acontecem, não mandam aviso, não sinalizam, não deixam que nos preparemos para recebê-las.
No entanto, não me fiz de rogado. Aceitei-a, não digo que com o coração completamente desarmado, mas com a serenidade necessária.
A primeira crise, porém, mostrou-me que a nossa convivência não seria necessariamente pacífica. Senti-me atingido e, o que é pior, privado de exercer algumas das coisas das quais mais gosto.
A crise passou e voltamos a conviver, ou melhor, coexistir pacificamente. Tive consciência, porém, de que alguns limites estavam definitivamente estabelecidos. Eu não mais seria o mesmo. Mesmo assim, a coisa não me pareceu tão trágica.
A crise seguinte aconteceria ao retornar de uma viagem a São Luís do Maranhão. Sabia que havia exagerado e extrapolado alguns dos limites durante a viagem. Mas, sabem como é: a gente viaja, fica longe do nosso habitat natural, perde algumas das referências diárias e termina saindo da linha. Não imaginava, porém, que a sua manifestação seria tão violenta. Confesso que assustei-me com o que tive de suportar. A partir daquela data, sabia que teria de tomar mais cuidados. Guardei tudo na memória. Precisava não mais me esquecer. Mas, como todos nós sabemos, a memória é pragmática e utilitária e precisa sempre reciclar os seus arquivos para puder acumular as informações que realmente são necessárias naquele momento vivido. E todo aquele conhecimento acumulado pela experiência do sofrimento saiu de cena. Mesmo assim, dois anos se passaram e nada aconteceu. Eu inocentemente com a guarda aberta e ela calada, quieta, como se nada tivesse a reclamar.
Domingo passado, amigos, inesperadamente para mim, a coisa estorou novamente. Nunca a vi tão violenta, descontrolada, raivosa, vingativa. Temi perder o controle da situação, coisa que nunca havia acontecido antes. Hoje, alguns dias depois, posso dizer que se situação ainda não se normalizou. Arrefeceu, porém. E estamos mais uma vez naquela fase de negociação, procurando estabelecer de maneira conveniente o espaço que cada um pode ocupar em paz. Confesso que desta vez passei a respeitá-la muito mais, tive a percepção exata da sua força. Não quero mais o confronto, juro. Quero viver em paz com ela. Deixo isso bem claro e evidente. Não dá para suportar a dor. Terrível. A partir de hoje, farei tudo o que ela disser. Agora eu sei quem é que dá as ordens. Não sou louco.
Rendo-me, portanto, à artrite gotosa.

Fonte: www.geleiageneral.blogspot.com.br 

Chico Anysio

Morreu nesta sexta-feira, 23/03, aos 80 anos, o humorista Francisco Anysio de Oliveira Paula Filho, o Chico Anysio.  O artista estava internado no Hospital Samaritano, em Botafogo, na zona sul do Rio de Janeiro, desde o dia 22 de dezembro de 2011, quando apresentou um quadro de hemorragia no aparelho digestivo. Ele teve o problema controlado e chegou a deixar o CTI, mas retornou por causa de uma infecção pulmonar.

FAMÍLIA DE ARTISTAS
Durante seus mais de 60 anos de carreira, Chico Anysio influenciou diversos humoristas brasileiros com seus famosos personagens caricatos. No entanto, o talento parece ter ficado mesmo no DNA do comediante, que era pai de 07 filhos biológicos sendo que 5 deles estão envolvidos com a arte.

Humoristas são três: Nizo Neto, Lug de Paula e Bruno Mazzeo. Nizo ficou conhecido na TV principalmente pelo seu personagem Ptolomeu, na Escolinha do Professor Raimundo.
Já Lug de Paula viveu o aclamado personagem Seu Boneco na Escolinha. Com o jargão “Eu vou pra galera!”, o comediante é um dos mais lembrados da atração. Outro personagem marcante do ator é o Calunga, servo fiel do Vampiro Bento Carneiro. O personagem também é dono de um bordão conhecido: "É meia-noite em ponto, patrão!".

Bruno Mazzeo é o filho de Chico Anysio mais conhecido atualmente. Responsável pelo programa Cilada, que virou também filme, o comediante ainda foi roterista de atrações como A Diarista e Sai de Baixo. Como ator, participou das novelas Malhação, Pé na Jaca e Beleza Pura. Nos cinemas, além do filme de Cilada, ele participou do filme Muita Calma Nessa Hora.

Além dos filhos biológicos, Chico ainda era pai adotivo do também comediante André Lucas (André Lucas de Oliveira Paula). O ator é conhecido por por interpretar Seu Aranha, o "Puliça", na Escolinha do Professor Raimundo.

Além dos filhos humoristas, Chico Anysio ainda era pai do diretor de imagem Rico Rondelli e do DJ Cícero Chaves. Seus outros dois filhos, Rodrigo e Vitória, não seguiram a carreira artística.

Mas a família de famosos não para por aí. Para quem não sabe, o humorista era tio do ator Marcos Palmeira (Marcos Palmeira de Paula nascido no Rio de Janeiro-RJ, em 19 de agosto de 1963), da atriz e diretora Cininha de Paula (Maria Lupicínia Viana de Paula Gigliotti - nascida no Rio de Janeiro-RJ, em 23 de junho de 1959 e filha de Lupe Gigliottii (Maria Lupicínia Viana de Paula Gigliotti, nascida em Maranguape-CE, em 01 de julho de 1927 e morreu no Rio de Janeiro-RJ, em 19 de dezembro de 2011) tio-avô da atriz Maria Maya (Maria Antônia Gigliotti Campos Maya, nascida no Rio de Janeiro-RJ, em 29 de junho de 1981), filha de Cininha com o ator e diretor Wolf Maia (Walfredo Campos Maya Júnior, nascido em Goiãnia-GO, em 10 de setembro de 1953). Chico era irmão de Zelito Viana (José Viana de Oliveira Paula, nascido em Fortaleza-CE, em 05 de maio de 1938), pai de Marcos Palmeira e Luppi Gigliotti, falecida em 2011.

Casamentos:
Chico Anysio foi casado com Nancy Wanderley (nasceu no Rio de Janeiro-RJ, em 25 de fevereiro de 1927 e morreu em Florianópolis-SC, em 19 de dezembro de 2008), mãe de Lug de Paula (Lug Wanderley de Oliveira Paula, nascido no Rio de Janeiro-RJ, em 1957), Rose Rondelli (Rosemyr Rondelli, nasceu no Rio de Janeiro-RJ, em 1934 e morreu em 01 de janeiro de 2005), mãe de Nizo Neto (Francisco Anízio de Oliveira Paula Neto, nascido no Rio de Janeiro-RJ, em 27 de abril de 1964) e Rico Rondelli), Regina Chaves (Cícero Chaves), Alcione Mazzeo, nascida em Santos-SP, em 27 de maio de 1951 e mãe de Bruno Mazzeo (Bruno Mazzeo de Oliveira Paula, nascido no Rio de Janeiro-RJ, em 03 de maio de 1977), Zélia Cardoso de Melo (Zélia Maria Cardoso de Mello nascida em São Paulo-SP, em 20 de setembro de 1953), mãe de Rodrigo e Vitória e Malga di Paula.

Caçula de oito irmãos, Chico Anysio nasceu no dia 12 de abril de 1931, no município de Maranguape, no Ceará. Aos 07 anos mudou-se para o Rio de Janeiro, após a falência da empresa de ônibus da família. Morador do Catete, contrariou a vontade do pai e do irmão mais velho — botafoguenses convictos — e se tornou vascaíno. Sonhava em ser jogador de futebol.

Mas a carreira esportiva logo foi esquecida, quando Chico passou em testes para ser locutor e ator da Rádio Guanabara. Ele ficou em segundo lugar, perdendo apenas para Silvio Santos. Nos anos 50, também trabalhou nas rádios Mayrink Veiga, Clube de Pernambuco e Clube do Brasil. Foi na Mairink Veiga que criou o programa que se tornaria um de seus maiores sucessos, "Escolinha do Professor Raymundo", inicialmente composta por três alunos: Afrânio Rodrigues (o que sabia tudo), João Fernandes (o que não sabia nada) e Zé Trindade (o que embromava o professor).

Sua estréia na TV aconteceu em 1957, na extinta TV Rio, no programa “Aí vem dona Isaura”. Foi lá que o Professor Raimundo teve sua primeira aparição no vídeo, como o tio da protagonista que vinha do Nordeste — até então o programa só havia sido veiculado pelo rádio.

Mas foi na Globo que teve seus programas humorísticos de maior sucesso e onde desenvolveu a maioria de seus personagens. Entre as atrações, destaque para “Chico city” (1973-1980), “Chico total” (1981 e 1996) e “Chico Anysio show” (1982-1990) e "Escolinha do professor Raimundo". Alguns desses personagens quase que se misturam à história da televisão brasileira, como o ator canastrão Alberto Roberto, o pão-duro Gastão Franco, o coronel Pantaleão, o pai-de-santo Véio Zuza, o velhinho ranzinza Popó, o alcoólatra Tavares e sua mulher Biscoito (Zezé Macedo) e o revoltado Jovem.

CRIAÇÕES
Alberto Roberto
O apresentador de talk-show ficou famoso por sua rede de cabelo e os incansáveis “por que?” dirigidos à seus entrevistados. Galvão Bueno, Tony Ramos e Malu Mader foram alguns dos vários famosos que participaram de um tét-a-tét com o apresentador. Alberto Roberto dava dores de cabeça ao preocupado diretor Da Júlia, interpretado pelo ator Lúcio Mauro.

Cheio de si, um dos bordões mais famosos de Alberto é exatamente a declaração "Eu sou um símbalo sescual."

Azambuja
De voz arranhada, Paulo Maurício Azambuja desfilava seu penteado black power e sua ginga de malandro em golpes mirabolantes, sempre atrás de dinheiro fácil. No quadro, Chico dividia os palcos com Wilson Grey, que interpretava Linguiça, parceiro de Azambuja, e sempre arruinava seus planos. “Tô consigo e não abro!" é a frase mais célebre da personagem.

Baiano
Com Paulinho Boca de Profeta, interpretado por Arnaud Rodrigues, Baiano integrava o conjunto Baiano e os novos Caetanos, em homenagem a Caetano Veloso. Com o bordão "Legal… Tô numa boa. Tá sabendo, Paulinho…?", o baiano de Chico abusava de sua fala mansa em discussões filosóficas e paródias musicais.

Bento Carneiro
O vampiro caipira de Chico é uma das personagens mais célebres do humorista. De maquiagem pálida, cabelos brancos e olhos cavernosos, Valdevino Bento Carneiro arrancava risadas do público com seu sotaque caipira e jeito de jeca. Medroso, o Drácula brasileiro não saia de seu castelo sem a companhia do corcunda Calunga, interpretado por seu filho, o ator Lug de Paula. Seus quadros terminavam sempre com a rima "Bento Carneiro, vampiro brasileiro… pfftt!"

Justo Veríssimo
Justo Veríssimo de Santo Cristo era um político que, além de se orgulhar em ser corrupto, não suportava os pobres. Suas frases “Tenho horror a pobre!” e “Quero que pobre se exploda!” acabaram fazendo sucesso nos anos 90 com o personagem Caco Antibes, interpretado por Miguel Falabella em Sai de Baixo.

Professor Raimundo
Dentre as 209 personagens criadas por Chico, não há nenhuma mais célebre e amada do que o Professor Raimundo Nonato Canavieira. Sua popularidade era tanta que humorista transformou o quadro do Chico Anysio Show em programa próprio, intitulado A escolinha do professor Raimundo. O humorístico foi ao ar de 1990 à 1995 e voltou ao ar em 1999, como um quadro no Zorra Total. Com Raimundo Nonato, Chico expunha, de maneira bem humorada, as mazelas vividas pelo magistério brasileiro com o bordão "E o salário, ó!". Outra frase célebre da personagem é "É vapt-vupt!", reutilizada por diversos apresentadores televisivos durante o anúncio dos intervalos comerciais.

Nazareno
O marido fanho e debochado Nazareno Luís do Amor divino ficou famoso por seu bordão "Ca-la-da!”, utilizado quando maltratava sua esposa Sofia, interpretada pelas atrizes Leila Miranda e, posteriormente, Thelma Reston. Ao interpretar a empregada voluptuosa cobiçada por Nazareno, quem deslanchou sua carreira foi a modelo e apresentadora Monique Evans. Para quem sentia pena de Sofia, considerada horrorosa e insuportável pelo marido, Nazareno deixava a dica: "Tá com pena? Leva pra você!".

Haroldo, o hétero
Com o personal trainer Haroldo, o hétero machão, Chico Anysio arrancava as gargalhadas da plateia ao expor as peripécias de um homossexual enrustido, constantemente lembrado de sua “identidade secreta” pela amiga transexual Leon, interpretada por Paulette e, posteriormente, Eduardo Martini. Tentando esconder o disfarce, Haroldo ameaçava mulheres com o bordão "Agora sou hétero. Mordo você todinha!"

Painho
Com Painho de Todos os Santos, Chico assumia a persona e os trejeitos de um pai-de-santo homossexual ao receber suas baianas, sempre ansiosas por receber conselhos de seus búzios.

Profeta
Com o profeta de longas barbas brancas Jesuíno, Chico Anysio quebrava o tom humorístico de seus programas com mensagens filosóficas que levavam o público a pensar. De voz pausada e serena, o Profeta encerrava os programas de Chico, compartilhando um pouco de sua sabedoria com seus fãs. Pensamentos como “É bem melhor, dez por cento de um do que cem por cento de nada”, permeavam o quadro.

quarta-feira, 21 de março de 2012

ALAE (Associação de Livre ao Apoio ao Excepcional)

SÍNDROME DE DOWN


Psicólogas do Instituto Mater Dei, de São Paulo, Ana Maria Leal Ghilard e Vani Catarina Kavaliauska são as convidadas da ALAE (Associação de Livre ao Apoio ao Excepcional) para a comemoração do Dia Internacional da Síndrome de Down. Hoje, dia 21 de março, no CCBM (Centro Cultural Bernardo Mascarenhas), na Avenida Getúlio Vargas, número 200, centro de Juiz de Fora-MG, elas vão falar sobre "Residência inclusiva - Um novo espaço para pessoas com deficiência intelectual", seguida da exibição do filme "City Down - A história de um diferente".
Apenas sete portadores de síndrome de Down possuem nível superior no país

Dados do Censo de Ensino Superior elaborado pelo MEC (Ministério da Educação) apontam que há, atualmente, 2.173 alunos portadores de necessidades especiais matriculados em universidades, sendo 1.135 em instituições públicas e 1.038, em particulares. Porém, desse total, o ministério não sabe precisar quantos têm síndrome de Down. A pasta nem sequer tem programas específicos para esse público. As ações são majoritariamente voltadas à questão de acessibilidade.

Em Goiãnia, Kalil Assis Tavares, de 21 anos, primeiro aluno Down aprovado no vestibular da Universidade Federal de Goiás (UFG)

Aos 19 anos, Jéssica Mendes de Figueiredo sente um misto de ansiedade e expectativa. Assim como a maioria dos jovens nesta idade, a menina está radiante com o novo status de caloura universitária. Na semana passada, ela começou a cursar fotografia no Instituto de Ensino Superior de Brasília (Iesb). Em dois anos, Jéssica fará parte do pequeno grupo de brasileiros com síndrome de Down que possuem diploma de educação superior — atualmente são apenas sete, segundo o Ministério da Educação.

Fonte: www.uai.com.br

Literatura

"Basta Um Olhar"


Inspirada na vida real, nas experiências com o filho Pedro Gabriel, de 1 ano e 4 meses, a administradora de empresas, Kelly Kathlyn Antunes Barbosa, lança hoje, Dia Internacional da Síndrome de Down, o livro “Basta um Olhar”.

Nas páginas, Kelly Antunes e o marido Lavousier Lemos contam como descobriram, bem depois do nascimento, que o filho era portador da síndrome.

Além de contar as experiências, a autora do livro dá orientações e informações sobre a síndrome.

21 de março


Portador de síndrome de down vive mais, porém com poucas oportunidades sociais
Em três décadas, pessoas com síndrome de Down tiveram a expectativa de vida ampliada em 40 anos. Contudo, maior longevidade não foi acompanhada por oportunidades sociais
As pessoas com síndrome de Down já foram tratadas como eternas crianças. Se no século passado tinham sobrevida de 30 anos, atualmente podem viver até os 70, segundo o maior especialista da síndrome do país, o médico geneticista Zan Mustacchi. No Dia Internacional da Síndrome de Down, a boa notícia vem acompanhada de uma preocupação: garantir a essas pessoas uma ocupação e até uma aposentadoria digna.

Palavra de especialista

Zan Mustacchi (médico geneticista)

No século passado, mais precisamente até à década de 1980, as pessoas com síndrome de Down tinham sobrevida de 20, 30 anos. Hoje, a expectativa de vida é de 60, 70 anos. A primeira coisa que mudou foi a exigência dos pais, que passaram a obrigar os médicos que cuidavam dos irmãos de Down a aplicarem os mesmos conhecimentos em ambos. Antes, as pessoas com Down nem mesmo tinham indicação de tomar as vacinas, pois havia o mito de que iriam morrer cedo. Outra questão que melhorou é que as pessoas com Down nascem com cardiopatia congênita e 50% têm indicação de cirurgia cardíaca, mas eles eram os últimos a ser operados e ainda assim, quando havia vagas disponíveis. Hoje, antes dos seis meses, todos eles operam. Também a alimentação melhorou. É sabido que as pessoas com a trissomia do cromossomo 21 têm uma imaturidade hepática e, para elas, é necessária uma nutrição com mais proteína de peixe e menos carne vermelha, além da ingestão de produtos da horta, sem agrotóxicos. Aos meus pacientes, recomendo ainda ser infiel às marcas da indústria, evitando consumir os mesmos corantes e conservantes a vida toda. Ao mudar as marcas, variam os conservantes ingeridos. Por fim, a imunização, alimentação e a cirurgia cardíaca repercutiram em melhor qualidade de desenvolvimento das pessoas com síndrome de Down, mas ainda falta oferecer oportunidades sociais. Essa é a palavra-chave para um futuro melhor.

terça-feira, 20 de março de 2012

Tupi (Juiz de Fora) e Villa Nova (Nova Lima)

Galo x Leão
por Wagner Augusto Álvares de Freitas*
Rivais desde o longínquo ano de 1923, Villa Nova Atlético Clube e Tupi Fooot Ball Club reeditarão um dos jogos mais tradicionais do interior de Minas Gerais nesta quarta-feira, 21/03, em Juiz de Fora.

Será o 80º confronto entre eles.


O ALMANAQUE DO LEÃO DO BONFIM traz a relação completa das partidas:
21/10/1923 – Villa Nova 1x1 Tupi – Amistoso
20/08/1933 – Tupi 1x3 Villa Nova – Campeonato Mineiro
15/10/1933 – Villa Nova 3x0 Tupi – Campeonato Mineiro
17/06/1951 – Tupi 1x1 Villa Nova – Torneio Municipal de Juiz de Fora
06/04/1969 – Villa Nova 1x1 Tupi – Campeonato Mineiro
21/05/1969 – Tupi 2x2 Villa Nova – Campeonato Mineiro
08/07/1970 – Tupi 1x1 Villa Nova – Campeonato Mineiro
16/08/1970 – Villa Nova 2x0 Tupi – Campeonato Mineiro
08/04/1971 – Villa Nova 1x2 Tupi – Campeonato Mineiro
30/05/1971 – Tupi 2x0 Villa Nova – Campeonato Mineiro
25/07/1971 – Tupi 1x1 Villa Nova – Seletiva do Campeonato Bras. da Série B
14/08/1971 – Villa Nova 2x1 Tupi – Seletiva do Campeonato Bras. da Série B
19/03/1972 – Villa Nova 3x2 Tupi – Campeonato Mineiro
19/04/1972 – Tupi 2x0 Villa Nova – Campeonato Mineiro
11/03/1976 – Tupi 1x0 Villa Nova – Taça Minas Gerais
23/07/1980 – Tupi 0x0 Villa Nova – Taça Minas Gerais
03/08/1980 – Villa Nova 0x1 Tupi – Taça Minas Gerais
20/09/1980 – Villa Nova 1x0 Tupi – Campeonato Mineiro
29/03/1981 – Villa Nova 4x1 Tupi – Torneio da Morte
03/05/1981 – Tupi 1x1 Villa Nova – Torneio da Morte
21/06/1981 – Villa Nova 3x1 Tupi – Campeonato Mineiro
27/09/1981 – Tupi 0x1 Villa Nova – Campeonato Mineiro
07/02/1982 – Tupi 0x0 Villa Nova – Amistoso
28/02/1982 – Villa Nova 4x0 Tupi – Amistoso
25/07/1982 – Villa Nova 3x1 Tupi – Campeonato Mineiro
06/10/1982 – Tupi 3x0 Villa Nova – Campeonato Mineiro
29/04/1984 – Tupi 1x2 Villa Nova – Amistoso
06/05/1984 – Villa Nova 2x1 Tupi – Amistoso
10/06/1984 – Tupi 2x2 Villa Nova – Campeonato Mineiro
29/09/1984 – Villa Nova 0x3 Tupi – Campeonato Mineiro
27/07/1985 – Villa Nova 0x1 Tupi – Campeonato Mineiro
16/10/1985 – Tupi 1x0 Villa Nova – Campeonato Mineiro
08/02/1986 – Tupi 1x1 Villa Nova – Campeonato Mineiro
19/03/1986 – Villa Nova 2x2 Tupi – Campeonato Mineiro
12/10/1986 – Villa Nova 0x1 Tupi – Torneio de Acesso da CBF
19/10/1986 – Tupi 1x1 Villa Nova – Torneio de Acesso da CBF
25/03/1987 – Tupi 0x0 Villa Nova – Campeonato Mineiro
07/06/1987 – Villa Nova 3x0 Tupi – Campeonato Mineiro
16/03/1988 – Villa Nova 3x3 Tupi – Campeonato Mineiro
04/05/1988 – Tupi 1x0 Villa Nova – Campeonato Mineiro
01º/04/1989 – Villa Nova 2x4 Tupi – Campeonato Mineiro
21/02/1990 – Tupi 2x1 Villa Nova – Campeonato Mineiro
23/05/1990 – Villa Nova 2x0 Tupi – Campeonato Mineiro
17/02/1991 – Tupi 2x1 Villa Nova – Supercopa Minas Gerais
07/04/1991 – Villa Nova 1x1 Tupi – Supercopa Minas Gerais
01º/09/1991 – Villa Nova 2x1 Tupi – Campeonato Mineiro
13/10/1991 – Tupi 3x1 Villa Nova – Campeonato Mineiro
29/03/1992 – Villa Nova 1x2 Tupi – Supercopa Minas Gerais
21/04/1992 – Tupi 1x4 Villa Nova – Supercopa Minas Gerais
07/06/1992 – Villa Nova 0x0 Tupi – Supercopa Minas Gerais
28/06/1992 – Tupi 0x0 Villa Nova – Supercopa Minas Gerais
09/09/1992 – Villa Nova 2x2 Tupi – Campeonato Mineiro
26/09/1992 – Tupi 1x3 Villa Nova – Campeonato Mineiro
20/02/1993 – Villa Nova 1x1 Tupi – Campeonato Mineiro
17/03/1993 – Tupi 2x0 Villa Nova – Campeonato Mineiro
02/10/1994 – Tupi/Manchester 2x1 Villa Nova – Campeonato Bras. da Série C
05/10/1994 – Villa Nova 0x0 Tupi/Manchester – Campeonato Bras. da Série C
21/01/1996 – Tupi 1x1 Villa Nova – Amistoso
23/08/1998 – Villa Nova 2x1 Tupi – Campeonato Brasileiro da Série C
09/09/1998 – Tupi 1x1 Villa Nova – Campeonato Brasileiro da Série C
23/09/2001 – Tupi 1x1 Villa Nova – Campeonato Brasileiro da Série C
21/10/2001 – Villa Nova 0x0 Tupi – Campeonato Brasileiro da Série C
10/03/2002 – Tupi 0x3 Villa Nova – Campeonato Mineiro
28/04/2002 – Villa Nova 5x0 Tupi – Campeonato Mineiro
26/01/2003 – Tupi 3x1 Villa Nova – Campeonato Mineiro
29/02/2004 – Villa Nova 3x0 Tupi – Campeonato Mineiro
03/09/2006 – Tupi 1x0 Villa Nova – Taça Minas Gerais
05/11/2006 – Villa Nova 2x0 Tupi – Taça Minas Gerais
25/02/2007 – Tupi 2x2 Villa Nova – Campeonato Mineiro
26/03/2008 – Villa Nova 0x2 Tupi – Campeonato Mineiro
14/09/2008 – Tupi 2x0 Villa Nova – Taça Minas Gerais
04/10/2008 – Villa Nova 3x0 Tupi – Taça Minas Gerais
02/11/2008 – Villa Nova 0x1 Tupi – Taça Minas Gerais
08/11/2008 – Tupi 3x1 Villa Nova – Taça Minas Gerais
25/02/2009 – Tupi 1x1 Villa Nova – Campeonato Mineiro
02/09/2009 – Villa Nova 2x2 Tupi – Taça Minas Gerais
07/10/2009 – Tupi 0x0 Villa Nova – Taça Minas Gerais
17/02/2010 – Villa Nova 1x0 Tupi – Campeonato Mineiro
29/01/2011 – Tupi 1x1 Villa Nova – Campeonato Mineiro

ESTATÍSTICA
79 Jogos
25 Vitórias do Villa Nova
24 Vitórias do Tupi
30 Empates
106 Gols Pró-Villa Nova
90 Gols Pró-Tupi
*Wagner Augusto Álvares de Freitas é jornalista e escritor

Rede Pampa

Rádo Grenal
A Rádio Jornal O Sul AM 780, emissora que iniciou suas operações recentemente em Porto Alegre, assumiu um novo nome fantasia: Rádo Grenal AM. A emissora que é controlada pela Rede Pampa adotou o nome de um dos principais clássicos do futebol brasileiro, alimentado pela rivalidade presente entre os torcedores das equipes gaúchas Grêmio e Internacional. O novo nome da rádio estreou no último dia 18 deste mês e a estação ainda não tem logomarca definida.

A Rádio Grenal é na verdade a Rádo Jornal o Sul com um novo nome fantasia. Foram feitas poucas mudanças na grade de programação na estação, rádio que já era totalmente voltada ao futebol e esporte local. A nova estação de Porto Alegre tem a intenção de promover o futebol gaúcho na capital do Rio Grande do Sul, aumentar a presença da Rede Pampa nos meios esportivos e também oferecer um canal irreverente para os torcedores acompanharem seus times. A estação já cobre a agenda de jogos das duas principais equipes de futebol de Porto Alegre.

Nos últimos dois anos a estação levou ao ar o nome do Jornal O Sul, uma das principais publicações impressas do sul do país, também controlada pela Rede Pampa.

Além da Rádio Grenal AM, a Rede Pampa mantém uma série de emissoras no ar em Porto Alegre e arredores. São elas: Pampa AM 970, Jovem Pan 2 FM 97.5 (afiliada da rede paulista em Porto Alegre), 104 FM 104.1 (atual líder geral de audiência na capital segundo o Instituto Ibope), Eldorado FM 96.7, Continental FM 98.3, Liberdade FM 95.9, Caiçara AM 1020, Princesa FM (em dois canais fora de Porto Alegre) e Praia FM (presente no litoral gaúcho).

Grenal é o nome que se dá a partida entre Grêmio e Internacional, disputada desde 1909.
Fonte: http://www.tudoradio.com/

Literatura

CONVITE ESPECIAL - Lançamento do livro
"GERALDO SANTANA – Sonho, Música e Realidade"
Autor: Wanderley Luiz de Oliveira
28 de março de 2012
Quarta-feira, às 20:00 horas
Museu do Crédito Real
Av. Getúlio Vargas, 455 – 03º andar “Salão Multimeios”

Geraldo Santana nasceu em Coronel Pacheco-MG, em 30/03/1930 e morreu em Juiz de Fora, aos 81 anos, em 19/10/2011. Autor, em parceria com Carlos Odilon e Messias da Rocha, dos hinos do Tupi, Sport e Tupynambás (Juiz de Fora), torcedor do Flamengo (Rio de Janeiro) e Tupynambás (Juiz de Fora) e tinha uma forte ligação com o Botafogo (Rio de Janeiro), para o qual compôs a música "Avante Botafogo".

Em 1974, foi campeão do carnaval em Juiz de Fora, pela escola de Samba Partido Alto, com o samba-enredo "Chica da Silva, emancipação da mulher brasileira", em parceria com Armando Aguiar, o Mamão.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Futebol

Tupi (Juiz de Fora-MG)

Programação:
Terça-feira (20/março)
09h – Treino tático, em Santa Terezinha
13h – Início da concentração,

Quarta-feira (21/março)
20h30 – Tupi x Villa Nova, pelo Campeonato Mineiro, no Estádio Mário Helênio

Quinta-feira (22/março)
16h – Reapresentação, com treino técnico, em local a definir

Sexta-feira (23/março)
09h – Treino tático, em Santa Terezinha
13h – Início da concentração,

Sábado (24/março)
16h – Jogo contra o Guarani, pela oitava rodada do Campeonato Mineiro, no Estádio Mário Helênio

Villa Nova (Nova Lima-MG)
O Villa Nova acertou a contratação do atacante Anderson Costa, 28 anos, que defendia o Criciúma. O atleta foi aprovado nos exames médicos na manhã desta segunda-feira e já assinou contrato, com duração de três meses.

Anderson Costa foi revelado nas categorias de base do Vasco, chegando à equipe profissional em 2003. Posteriormente, atuou por várias outras equipes brasileiras e tem também uma vasta experiência internacional.

O gerente de futebol, Wellis Vaccari, corre contra o tempo para regularizar o jogador para o mesmo poder enfrentar o Tupi, na quarta-feira (21/3), às 20h30, em Juiz de Fora.

FICHA DO ATLETA
Nome: Anderson Costa
Posição: Atacante
Data de Nascimento: 13/3/1984
Naturalidade: Rio de Janeiro/RJ
Altura: 1,88m
Clubes:
Vasco da Gama
Córdoba (Espanha)
Vasco da Gama
Dínamo Zagreb (Croácia)
Vitória de Guimarães (Portugal)
Aris Salômica (Grécia)
BahiaLucena (Espanha)
Duque de Caxias/RJ
Pro Vercelli (Itália)
Guarani/SP
Santo André
Al Wakra (Catar)
Criciúma/SC.

Literatura

Fauzi Salomão Kanso

Morreu na manhã desta segunda-feira, 19/03, em Campinas, o cronista esportivo Fauzi Kanso. Fauzi tinha 66 anos e vinha lutando contra um tumor no fígado, mas acabou morrendo em sua residência no distrito de Barão Geraldo.

Fauzi Kanso era irmão de Ally Kanso, também narrador esportivo e que marcou época nos anos 1960 na equipe 1040 da Rádio Tupi de São Paulo. De Votuporanga, Fauzi Kanso passou pelo rádio de Ribeirão Preto. Ele encerrou a carreira em Campinas nas rádios Brasil e Cultura, em meados dos anos 1970, quando passou a dedicar exclusivamente a vida empresarial. Como empresário, Fauzi Kanso fez sucesso no ramo da limpeza e segurança e, em 1996, foi candidato a prefeito de Campinas.

A seu próprio pedido, o velório e o enterro serão realizados em Votuporanga, cidade onde o cronista foi criado e passou toda juventude. Em 1998, Fauzi Kanso foi agraciado com o título de "cidadão votuporanguense" e o enterro acontecerá na manhã desta terça-feira no cemitério local.

Fauzi Salomão Kanso começou no rádio esportivo nos anos 1960 atuando pela Rádio Clube de Votuporanga como narrador de futebol. Ao lado de Luiz Rivoiro, premiado comentarista esportivo, narrou a melhor fase da inesquecível Associação Atlética Votuporanguense. Teve também uma rápida passagem pela Rádio Piratininga de Votuporanga, onde atuou ao lado do J. Háwilla e Sérgio Carvalho.
Fonte: http://www.futebolinterior.com.br/

Patrimônio público

Dois patrimônios tombados de Juiz de Fora estão em risco: a Fazenda da Tapera e a Capela Santa Terezinha estão em péssimas condições. Os moradores reclamam do abandono e do descaso com os imóveis históricos.

Fazenda da Tapera
Dentro de um casarão de pau a pique, construído no início do século XVIII, há registros da visita do imperador Dom Pedro II. A Fazenda da Tapera já teve grande importância na época, mas atualmente o prédio está vazio e é sustentado apenas por escoras de madeira.

A família dona do terreno doou a propriedade para a Santa Casa com o objetivo de transformá-lo em um centro de cuidados para crianças e idosos. O processo ainda está na justiça, e os moradores reclamam do abandono do local.

Capela Santa Terezinha
No mesmo bairro fica uma das primeiras capelas da América Latina com o nome de Santa Terezinha. O local está tomado pelo mato alto, pela ferrugem e pelas rachaduras. O espaço ficou vazio por algum tempo, mas reabriu em 2011 com a celebração de missas aos sábados. Porém, depois de uma forte chuva, o padre resolveu fechar as portas novamente.

A capela foi construída por policiais militares na década de 1920, e atualmente está sob responsabilidade do 2º Batalhão. Os dois prédios são tombados pelo patrimônio histórico do município. Segundo a Fundação Cultural Alfredo Ferreira Lage (Funalfa), a obrigação de manter o bem continua sendo do proprietário. O órgão ressalta ainda que a fiscalização acontece para que sejam respeitadas as características originais do imóvel.

Segundo o comando da 4ª Região da Polícia Militar, foi feito um estudo para a reforma da capela, mas que aguarda patrocínio para dar início às obras. Já a Santa Casa informou que tem projetos em andamento para a recuperação da fazenda, mas também aguarda verbas para começar a restauração.
Fonte: TM

Ernani Pires Ferreira (14/11/34-17/03/12)

Morre Ernani Pires Ferreira, a Voz do Jockey Club Brasileiro
Principal nome do turfe nacional, Ernani Pires Ferreira morreu na madrugada de sábado, 17/03, aos 77 anos, vítima de edema pulmonar e parada cardiorrespiratória, no Hospital Espanhol, no centro do Rio. O corpo foi velado no Jockey Club da Gávea e sepultamento no Cemitério do Caju. zona portuária do Rio, na tarde de domingo, 18/03.

Nascido no Recife no dia 01 de novembro de 1934, chegou muito jovem ao Rio de Janeiro. Além de Locutor, foi empresário e trabalhou por 18 anos na diretoria do Senac.

Ernani iniciou a carreira como locutor, na Rádio Jornal do Brasil, na equipe de José Euvaldo Peixoto e o primeiro GP Brasil que transmitiu foi o de 1967, quando venceu o cavalo brasileiro Duraque, do Haras Gabriel Homsy, conduzido por Antônio Ricardo, pai do jokei Ricardinho. Narrou o GP Brasil por 41 anos consecutivos.

Além da Gávea, transmitiu páreos em Correas, Campos, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre, no Uruguai, Argentina, França e na Inglaterra.

No dia 17 de julho de 1983, entrou para o Guiness Book, o Livro dos Recordes, ao conseguir a marca de pronunciar 351,6 palavras por minuto.

Ernani Pires Ferreira transmitiu mais de 71 mil páreos em sua carreira de Locutor de Turfe.

Casou-se três vezes e teve cinco filhos.

domingo, 18 de março de 2012

Literatura

"Teófilo Otoni - a República e a Utopia"
Escrito pelo jornalista Nilmário Miranda, o livro retrata a história de Teófilo Benedito Otoni, que nasceu no dia 27 de novembro de 1807, na cidade do Serro-MG. Destacou-se como jornalista, político, humanista e empreendedor.

Considerado um dos três maiores ícones da política brasileira, juntamente com Tiradentes e Juscelino Kubitsheck, Teófilo Benedito Ottoni.

O autor
Nilmário Miranda é jornalista e escritor. Nasceu em Teófilo Otoni em 11 de agosto de 1947. É autor de "Dos filhos deste solo", livro de 650 páginas, lançado em agosto de 1999, juntamente com o jornalista Carlos Tibúrcio.


Teófilo Otoni-MG

Estive em Teófilo Otoni e não gostei do que vi.
Ao longo de mais de vinte anos militando no rádio esportivo de Juiz de Fora e região, não havia tido a oportunidade de realizar uma transmissão esportiva em Teófilo Otoni. Em função do confroto América e Tupi rumei para essa importante cidade do Vale do Mucuri, da qual tenho muitos amigos que são dessa região (Pavão, Poté, Itambacuri e outras, além, é claro da Teófilo Otoni) e aqui vou tecer algumas considerações.

Encontrei uma cidade de povo hospitaleiro, com as ruas repletas de calouros e veteranos da UFVJM (Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri) recolhendo moedas para a tradicional chopada.

Mas não gostei:
- Do abandono do "rio" ou seria esgoto a céu aberto? que corta a cidade. Muito lixo, mas um odor fétido forte, falta de conservação e o depósito do esgoto in natura direto no leito do rio.

- Da falta de identificação dos órgãos públicos, o prédio da prefeitura nos causa a impresão de ser a sede do Forum, e não possui a tão necessária do PREFEITURA DE TEÓFILO OTONI.
No prédio da Cãmara também não é diferente, não há identificação.

- Na praça Germãnica o monumento aos alemães carece de conservação, assim como carece de conservação e até a construção do passeio público (local de passagem de pedestres entre as construções e a via pública), que em alguns lugares recebe o nome de "CALÇADA" e em outas, de "PASSEIO". Aqui em Juiz de Fora o código de posturas determina que a construção e conservação de passeio/calçada é de responsabilidade do proprietário do imóvel, mas cabe o poder público a fiscalização.

- Na principal praça da cidade o espaço público merece uma revitalização total e plena. Normalmente a praça central é o ponto de encontro das pessoas e em Teófilo Otoni não é diferente. Mas para que o morador e os visitantes possam usufrir do espaço público, é necessário a sua devida conservação.

Para de fato ostentar o slogan "Circuito Turístico Predaras Preciosas" há muito por se fazer.
Tenho um amigo que diz: Ir a Poços de Caldas e não andar de Teleférico e ir a Teófilo Otoni e não comprar carne de sol é o mesmo que ir a Roma e não visitar o Papa. Exageros a parte, o mercado municipal onde se vende e compra a carne de sol, merece uma melhor atenção especial, a rigor, é o local em que muitas pessoas tem sua fonte de renda para o sustento de suas famílias.

Evidente, que Teófilo Otoni não precisa se assemelhar a Poços de Caldas no quesito conservação do patrimônio público, beleza natural e hospitalidade, mas há muitos avaços da belíssima Poços que podem ser aplicados na cidade da região do Mucuri.

Me causa estranheza essa falta de conservação, já que a cidade  é administrada pela prefeita Maria José Haueisen Freire, uma senhora de 81 anos (27/09/1930), de tradicionalíssima família, prefeita reeleita pelo PT (Partido dos Trabaladores), partido que está no comando do país no seu décimo ano, sendo oito com o senhor Luiz Inácio e no segundo ano da senhora Dilma Rousseff.
 
Havendo afinidade partidária em o governante municipal e o poder central, pode se concluir que com o aporte de verbas federais, as melhorias acontecem. Pode até até ser que a afinidade existe e de que as verbas vieram. Mas se vieram, não foram aplicadas na aparência da cidade.
 
América 1 x 3 Tupi
Pela primeira vez trabalhando na Arena do Dragão, um estádio pequeno e modesto, mas aconchegante. Gostei muito do atendimento dispensado aos visitantes, inclusive nós da imprensa. Conheci o senhor Maron Mattar, irmão de Nassri Mattar, e que no passado estudou na tradicional Academia de Comércio aqui de Juiz de Fora.

Futebol mineiro

América-TO 1 x 3 Tupi-JF
O Tupi venceu o América-TO por 3 a 1 na tarde do último sábado, 17/03, jogando no Estádio Nassri Mattar, em Teófilo Otoni, e alcançou o G4 do Campeonato Mineiro. O time de Juiz de Fora tem um jogo a menos, que será cumprido em casa, na quarta-feira, 21/03, às 20h30, contra o Villa Nova. Os gols do Galo foram marcados por Henrique - aos 18 minutos do primeiro tempo e aos 29 da segunda etapa – e Ademilson, aos 37 da fase final. Diego Faria, cobrando pênalti, diminuiu para o Dragão.

O Tupi teve quatro desfalques: o lateral-direito Flávio, o volante Jailton e os meio-campistas Leo Salino e Michel Cury (os três primeiros suspensos pelo terceiro cartão amarelo, e o último por contusão).

Tupi: Rodrigo, Henrique, Silvio (William), Wesley Ladeira e Fabrício Soares; George, Paulinho (Magno), Michel Loures e Ulisses (Jefferson); Ademilson e Allan. Técnico Moacir Junior.

O América-TO: Raphael Barrios, Carlos Alberto (Wesley), Ricardo Duarte, Rodrigo Sena e Leandro Smith, Luizinho (Vinicius Nogueira), Felipe Dias, Luciano Mourão e Diego Faria; Geraldo e Maicon (Celinho)

Árbitro: Renato Cardoso Conceição, auxiliado por Celso Luiz da Silva e Pedro Araújo Dias Cotta. Cartões amarelos: Wesley Ladeira, Paulinho, Ulisses, Henrique, George, Jefferson (Tupi), Luizinho, Leandro Smith e Felipe Dias (América-TO).

Público: 1.560 pagantes
Renda: R$ 13.770,00

Em quarto lugar no campeonato, com nove pontos, o Tupi só perde essa vaga (provisória) nas semifinais se na rodada deste domingo, 18/03, Villa Nova, Guarani ou Caldense vencerem seus jogos, contra, respectivamente, Atlético (em Nova Lima), Uberaba (em Uberaba) e Cruzeiro (em Poços de Caldas).

Para o jogo contra o Villa, Wesley Ladeira, com o 03º cartão amarelo, vai desfalcar o time.