terça-feira, 31 de maio de 2011

Tupi (Juiz de Fora)

Ricardo Drubscky é o novo técnico do Tupi
O Tupi acertou, na tarde desta terça-feira, 31/05, com Ricardo Drúbsky para dirigir a equipe na Série D do Campeonato Brasileiro.
Sebastião Ricardo Drubscky de Campos, de 51 anos, nasceu em Belo Horizonte-MG, em 20 de janeiro de 1960, já trabalhou no departamento de futebol do Cruzeiro, Atlético-MG e Atlético-PR, além de ter sido treinador. O seu último clube nesta função foi o Monte Azul, na Série A2 do Campeonato Paulista, em 2010 e 2011. Recentemente, esteve cotado para ser gerente de futebol do Fluminense. Já atuou no Ipatinga, ao lado de Enderson Moreira, técnico interino do clube carioca.

Ricardo Drubscky tem passagens como coordenador de categorias de base, treinador de times profissionais, e já foi gestor de futebol de clubes como Cruzeiro, Ipatinga, América-MG, Atlético Mineiro e Atlético Paranaense. Além destes times, o técnico já dirigiu o Mamoré-MG, Democrata-MG, Vila Nova-MG, Ipiranga-MG, Araçatuba-SP, Valeriodoce-MG, Botafogo-PB e Caxias-RS.

No Campeonato Paulista da Série A2 de 2009, o Monte Azul obteve a melhor campanha da sua história na competição, sendo o campeão da divisão de acesso.

No ano seguinte, quando disputou o Paulistão, o Monte Azul ficou na 18ª colocação, com apenas 15 pontos ganhos. Em sua campanha, o time teve um aproveitamento de apenas 33,3% (três vitórias, seis empates e 10 derrotas na competição).

Este ano, Ricardo foi o treinador do Monte Azul no início da campanha da equipe na A2 do Paulistão. Depois, a equipe se classificou para a segunda fase da competição, terminando em quarto lugar no Grupo 1. Os clubes que chegaram à decisão, no entanto, foram XV de Novembro, de Piracicaba e Guarani, de Campinas.

Ricardo Drúbsky foi campeão mineiro do módulo dois em 1997, dirigindo o Ipiranga de Manhuaçu e assume o Tupi para a Série D na próxima segunda-feira, 06 de junho.

Moacyr Júnior, outro nome cotado, deve assumir o o CRB de Alagoas, que vai disputar a Série C do Campeonato Brasileiro.

Será a primeira vez que Ricardo Drúbsky irá dirigir o quase centenário Tupi.

Literatura

"Mariano Procópio Ferreira Lage - Sua Vida, Sua Obra, Descendência, Genealogia "
 Engenheiro, nascido em Barbacena-MG, em 23 de junho de 1821, filho de José Ferreira Armond e de Maria José de Santana, a Baronesa de Sant'Ana, casou-se com Maria Amália Coelho de Castro Ferreira Lage. Deputado provincial (1861) e representante de Minas Gerais na Assembléia Geral do império (1861-1864/1869-1872), fundou a Companhia União e Indústria, com a qual projetou, construiu e deu nome à primeira estrada de rodagem pavimentada no Brasil, a União e Indústria, com 144 km pavimentados, ligando Petrópolis-RJ e Juiz de Fora-MG, (1856-1861), onde manteve um serviço de diligências, extinto (1869) em função da concorrência da Estrada de Ferro D. Pedro II, futura Central do Brasil, da qual foi seu diretor. Nesse mesmo ano, fundou e construiu a Escola Agrícola União e Indústria. Também instalou uma usina hidrelétrica em Juiz de Fora e foi inspetor das obras da alfândega do Rio de Janeiro-RJ. Foi presidente do Jockey Club carioca e oficial da Legião de Honra da França. Construiu a Villa Ferreira Lage, embrião do Museu Mariano Procópio, em Juiz de Fora, um dos mais significativos acervos artísticos, históricos e de ciências naturais do país, o primeiro museu de Minas Gerais, fundado (1915) por seu filho, Alfredo Ferreira Laje, que posteriormente doou-o ao município (1936). Investidor imobiliário e acionário, deixou muitos bens a sua família e morreu em Juiz de Fora, em 14 de fevereiro de 1872. Sua vida foi biografada por Wilson de Lima Bastos no livro "Mariano Procópio Ferreira Lage - Sua Vida, Sua Obra, Descendência, Genealogia ", em 1991.

Redivisão territorial

Tapajós
Senado aprova plebiscito sobre criação do estado de Tapajós.
Novo estado ocuparia cerca de 58% da área total do Pará.
Plebiscito sobre criação de Carajás, também no Pará, já foi aprovado.

O plenário do Senado aprovou na tarde desta terça-feira, 31/05, o projeto que prevê a realização de plebiscito sobre a criação do estado de Tapajós, que seria uma divisão do estado do Pará.

matéria já foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. E, em 5 de maio, o plenário da Câmara já havia aprovado um decreto legislativo que autoriza realização de plebiscito sobre a criação de Tapajós, que estaria localizado a oeste do Pará, ocupando cerca de 58% da área total do estado. Ao todo, 27 municípios estão previstos para o estado de Tapajós, que teria Santarém como capital, 27 municípios e 1,7 milhão de habitantes.

Após a promulgação da proposta pelo presidente do Congresso, José Sarney (PMDB-AP), o plebiscito poderá ser realizado em até seis meses, de acordo com a organização da Justiça Eleitoral.

Carajás
O Congresso já aprovou projeto que prevê um plebiscito sobre a criação do estado de Carajás, que estaria localizado a sul e sudeste do Pará e teria como capital a cidade de Marabá, com 39 municípios e 1,4 milhão de habitantes.

Pará
O novo Estado do Pará ficaria com 78 municípios e 2,9 milhões de habitantes, numa divisão do Pará em três Estados.
O novo estado seria formado por 39 municípios, com área equivalente a 25% do atual território do Pará.
G1

Literatura

"Município de Guarani, Esboço Histórico e Cronológico"

O pequeno município de Guarani teve a felicidade, talvez incomum, de despertar em um de seus habitantes o desejo de perpetuar a história de suas origens. Após trabalho incansável, devido aos poucos recursos do historiador e da época, Pedro Lopes de Abreu concluiu em agosto de 1931 o livro "Município de Guarani - Esboço Histórico e Cronológico", pela editora "O Lutador", de Belo Horizonte.
Os originais permaneceram durante todo este tempo guardados com carinho e sendo usados como fonte de pesquisa para jovens estudantes interessados na história da município para a prática de trabalhos escolares. 

"Guarani, terra querida"

Publicado em 1998 por Maria Aparecida Gaudereto de Abreu, "Guarani, terra querida", editora "O Lutador", obra que dá continuidade ao livro do avô e à história de Guarani entre os anos de 1921 e 1996. Guarani, cidade importante e de famílias tradicionais:
Abreu, Baesso, Buzinari, Delvaux, Cordeiro, Gaudereto, Guelber, Lopes, Moreira, Neves, Oliveira, Vieira e muitas outras de destacada relevância.
Colaboração: Pablo Pinto de Abreu
Fonte: www.cidadeguarani.com.br

CONSIDERAÇÕES:
Guarani é a moeda, o idioma e nome de clube de futebol no Paraguai.
Quatro clubes no futebol no Brasil adotaram o nome:
Guarani de Campinas-MG, Guarani de Divinópolis-MG, Guarani de Pouso Alegre-MG e Guarany de Sobral-CE.
Uma importante emissora de rádio do grupo associados de Belo Horizonte é a Rádio Guarani AM/FM/OC.
Em 1857 José de Alencar escreveu escreveu "O GUARANI" e dez anos mais tarde, em Milão, Carlos Gomes compôs a ópera "O GUARANI".

Atlético-MG

Embalado por vitórias nas duas primeiras rodadas do Campeonato Brasileiro, fato que não ocorria havia quase 21 anos, o Atlético busca agora o terceiro triunfo no começo da competição, sequência que não alcança desde a edição de 1980. Para isso, o time terá de superar o São Paulo, na quarta-feira da semana que vem, na Arena do Jacaré.

Na última vez que iniciou o Brasileirão com três vitórias, o Atlético contava com um dos grandes times de sua história. Do goleiro João Leite ao centroavante Reinaldo, o Alvinegro tinha ainda craques como o zagueiro Luisinho, o volante Toninho Cerezo e o atacante Éder.

No Brasileiro de 1980, o Atlético estreou vencendo o Fluminense por 3 a 2, no Maracanã. Em seguida, o time comandado por Procópio Cardoso ganhou do Palmeiras (2 a 0, no Mineirão) e do Flamengo do Piauí (2 a 0, no Estádio Santa Cruz, em Ribeirão Preto).

A equipe, que foi finalista e perdeu o título para o Flamengo, ainda emplacou mais dois triunfos no começo do campeonato de 1980: 4 a 1 na Desportiva-ES, no Estádio Engenheiro Araripe, e 2 a 0 no Guarani, no Mineirão.

1980
Fluminense 2 x 3 Atlético
Atlético 2 x 0 Palmeiras
Atlético 2 x 0 Flamengo-PI
Desportiva-ES 1 x 4 Atlético
Atlético 2 x 0 Guarani

2011
Atlético 3 x 0 Atlético-PR
Avai 1 x 3 Atlético
Atlético x São Paulo
Bahia x Atlético
Atlético x Atlético-GO
Fonte: http://www.uai.com.br/

Literatura

"Marechal Odylio Denys - Uma Vida Inimitável"

Escrito por Chermont de Britto (editora Francisco Alves) em um vasto número de documentos que ilustram a longa, trabalhosa e triunfante existência do Marechal Odylio Denys, que começa em 1922, com o levante da Escola Militar do Realengo, e termina em 1985, quando moreu aos noventa e três anos...;

Juiz de Fora-MG, 161 anos

Juiz de Fora "A TERRA DO POETA MURILO MENDES"
Hino de Juiz de Fora
De: Duque  Bicalho e Lindolfo Gomes

Viva a princesa de Minas
Viva bela Juiz de Fora
Que caminha na vanguarda
Do progresso estrada afora!

Das cidades brasileiras
Sendo a mais industrial,
Na cultura e no trabalho
Não receia outra rival.

CORO
Das cidades brasileiras
Sendo a mais industrial,
Na cultura e no trabalho
Não receia outra rival.
Os seus filhos operosos
Asseguram-lhe o porvir,
Para vê-la grandiosa
Nunca têm mãos a medir...
Demos palmas, demos flores
Aos encantos da Princesa!
Ela é rica de primores
Da poesia e da beleza.
É a cidade aclamada,
Do trabalho e da instrução,
É do Cristo abençoada
Sob o sol da religião.


Prefeitura comemora 161 anos de JF com entrega do Mérito Henrique Halfeld


A maior honraria do município, o Mérito Comendador Henrique Guilherme Fernando Halfeld, será entregue nesta terça-feira, 31/05, a 25 personalidades e entidades que contribuíram para a projeção e valorização de Juiz de Fora. O evento faz parte das comemorações dos 161 anos da cidade. Os agraciados irão receber a medalha das mãos do prefeito Custódio Mattos, em solenidade marcada para as 19h, no Mirante do Morro do Imperador.

Instituído em 1973, através da Lei 4.496, o Mérito Comendador Henrique Halfeld busca homenagear, nos mais diversos campos da atividade humana, pessoas que se destacaram por comprovados e importantes serviços prestados a Juiz de Fora. A Medalha do Mérito é entregue há quase quatro décadas e simboliza o reconhecimento do município àqueles que defenderam seus interesses culturais, sociais, econômicos, políticos e humanitários. Os nomes dos agraciados são definidos por integrantes do Conselho do Mérito.

O nome da Comenda é uma homenagem a Henrique Guilherme Fernando Halfeld, nascido em 23 de fevereiro de 1797, na Alemanha. Chegou ao Brasil em 1825 e em 1836 foi nomeado "Engenheiro da Província de Minas Gerais" e designado para construir a Estrada do Paraibuna, que ligaria Vila Rica, então capital mineira, a Paraibuna, na divisa com o Rio de Janeiro. A nova estrada permitiu integrar a Província de Minas, o que propiciou o surgimento da cidade de Juiz de Fora. Henrique Halfeld faleceu em 22 de novembro de 1873.

Dentre os 25 agraciados estão os secretários de estado da saúde e da defesa social e o general comandante da 04ª Brigada de Infantaria Motorizada.
Fonte:
www.pjf.mg.gov.br

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Literatura

"Hélio Luz - Um xerife de esquerda" é mais do que um balanço dos dois anos de gestão do mais polêmico e conhecido delegado do Rio de Janeiro à frente da Polícia Civil. O autor, Cid Benjamin faz uma verdadeira radiografia da instituição. Nele,o tema da segurança pública,de tanta importância nos dias atuais,é tratado de forma leve e bem-humorada,mas nem por isso superficial.

Hélio Luz é uma figura completamente anticonvencional; delegado de Polícia e militante de esquerda, lacônico e franco, profissional sério e homem irônico, capaz de fazer a qualquer momento observações cortantes, diante de qualquer um, sempre propenso a rir e fazer rir, inclusive de si mesmo. Sua passagem pela chefia de Polícia do Rio de Janeiro foi um marco, até mesmo pelo contraste que se estabeleceu com a imagem pública, tão desgastada, da instituição que dirigiu. Seu estilo direto, típico de quem sempre diz o que pensa, surpreendeu uma opinião pública acostumada ao cinismo e à dissimulação.

Gente de Expressão

Humberto Zaghetto, nascido em Matias Barbosa-MG, em 05 de março de 1929, filho de Fortunato Zaghetto e Maria Dias Zaghetto. Casado com Helena Apparecida Rocha Zaghetto. Pai de duas filhas. Foi funcionário da TEXACO (Texa Companhia) durante 17 anos. Trabalhou na Companhia Paulista de Gás Acumulado por quatro anos, Moinho Fluminense por três anos e meio. Milita na Radiodifusão desde 1975. Trabalhou no histórico programa "CAMISA DEZ" da antiga TV Industrial, hoje TV Panorama, de 75 a 79. De 79 a 81 na Rádio Industrial, de 82 a 1997 na Rádio Capital, sucessora da Rádio Industrial. Trabalhou também na Rádio Juiz de Fora AM. Comentarista Esportivo, Repórter Policial, torcedor do Fluminense e do Tupynambás.

Filiação:
Fortunato Zaghetto nasceu em Pádova, Itália, em 21/06/1896, chegou ao Brasil em 1897. Casado com Maria Dias Zaghetto, pai de Augusto, Iracema, Odilon, Humberto e Fábio.
e morreu em Juiz de Fora em 07/08/1981. Naturalizado brasileiro, filho de Mário Camilo Zaghetto e Adriana Cardino Zaghetto. Comerciante, foi proprietário de armazém, olaria e cerãmica em Matias Barbosa e Armarinho, na praça da Estação, em Juiz de Fora.

Literatura


"É Deus Quem Faz as Escolhas - Deus escolhe quem ele quer: A vida do Padre Augusto Antonio da Silva"

A autora, Helenívia da Conceição Bispo de Oliveira, conta com riqueza de detalhes e fotos a vida religiosa do Padre Augusto Antonio da Silva, nascido em 26 de novembro de 1935 em Braz Pires-MG, que na arquidiocese de Juiz de Fora foi pároco em destacadas paróquias, Igreja do Rosário, no bairro Granbery e Santa Terezinha.

Radiodifusão

Político-patrão:
56 congressistas são sócios ou têm parentes em emissoras

O Ministério das Comunicações divulga, a partir desta segunda-feira (30/5), um documento chamado “caixa-preta” com os nomes de donos de emissoras de rádio e TV. Na lista, aparece o nome de 56 políticos que são sócios ou têm parentes em emissoras de rádio e TV.

De acordo com a legislação, o político pode ser sócio de rádio ou TV, mas não pode exercer cargo de diretor. No entanto, alguns políticos dirigem suas emissoras. De acordo com reportagem da Folha de S. Paulo, dos 56 congressistas que possuem rádio ou TV, 12 são do PMDB e 11 do DEM. A lista será atualizada a cada dois meses.

"Infelizmente, num universo de quase 10 mil concessões, é impossível fiscalizar tudo. Agora, porém, alguém poderá acessar a lista na sua cidade e descobrir que a rádio local é registrada no nome de um laranja", afirmou o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo.
Fonte: http://www.comunique-se.com/

Literatura

"Quem não se comunica se trumbica", de autoria de Florinda Barbosa e Lúcia Rito, traça a biografia de Abelardo Barbosa, o 'rei da comunicação de massa' no Brasil, um dos maiores ídolos populares do Brasil. Da infância e juventude no agreste de Pernambuco à mudança para o Rio de Janeiro nos anos 40, a peregrinação pelas rádios e a chegada à televisão, todos os fatos marcantes da vida do Velho Guerreiro estão relatados nesta biografia.

José Abelardo Barbosa de Medeiros nasceu em Surubim-PE em 30 de setembro de 1917 e morreu no Rio de Janeiro-RJ, no dia 30 de junho de 1988.
Foi casado com Florinda Barbosa por 41 anos e teve três filhos: José Amélio, Jorge Abelardo e José Renato.

Adil

Adil Pimenta de Souza Júnior nascido em 23 de julho de 1965 em São João Nepomuceno-MG. Filho do dentista Adil Pimenta de Souza (falecido em 2009) e de Lídia Maria Pereira de Souza. Para os moradores da cidade garbosa, ou a terra do craque galã, numa alusão a Heleno de Freitas, Adil é conhecido, carinhosamente, como Nica.

Adil iniciou carrreira no Botafogo de São João Nepomuceno e alçou voo até chegar ao Corinthians, um dos clubes de maior expressão em que Adil atuou. Ele veio da Portuguesa e foi emprestado ao Grêmio (marcou uns dos gols do Grêmio em uma vitória de 3 x 1 sobre o Fluminense, no Maracanã). Segundo o "Almanaque do Corinthians", de autoria do jornalista, Celso Dario Unzelte, Adil, no período, 1993/1994, realizou 57 partidas pelo timão, com 31 vitórias, 14 derrotas, 12 empates e marcou 08 gols.

Adil entrou pela primeira vez no futebol paulista, saindo do Tupi-JF e indo para o Guarani de Campinas (no passado, Jair Bala, que jogou com Ademir da Guia no Palmeiras e Pelé, no Santos, fez caminho semelhante, saiu do América-MG e entrou no futebol paulista através do Comercial de Ribeirão Preto). No futebol paulista, atuando pelo Juventus, contra o Santo André, no estádio Bruno José Daniel, Adil fez um gol que nem Pelé conseguiu. O goleiro Iram (capixaba de Linhares) fez um gol, de cabeça, no Juventus e estava comemorando. O árbitro autorizou a saíde e Adil., do meio-campo, acertou o gol. De acordo com o Futpedia, Adil disputou 109 jogos pelo campeonato brasileiro, com 32 vitórias, 36 empates, 41 derrotas e 10 gols marcados.

A Portuguesa foi o clube em que Adil mais atuou, com 28 jogos, 05 vitórias, 13 empates, 10 derrotas e 02 gols marcados. No Criciúma foram 21 jogos, 05 vitórias, 05 empates, 11 derrotas e 01 gol assinalado. No Bragantino Adil realizou 19 jogos, sendo 099 vitórias, 06 empates, 04 derrotas e 02 gols marcados. No Bahia a estatística assinala 14 jogos, 05 vitórias, 06 empates, 03 derotas e 04 gols marcados, sendo 02 contra o Atlético-MG, de quem o Adil era, comprovadamente, um carrasco. Em 1989, pelo campeonato mineiro, o Tupi havia vencido o Atlético do tércnico Jair Pereira e cia, no estádio Procópio Terixeira, em Juiz de Fora, com gol do Adil. Dando sequência ao campeonato brasileiro, no Grêmio, foram 13 jogos, com 05 vitórias, 03 empates, 05 derrotas e apenas um gol marcado contra o meu Fluminense, em pleno Maracanã. Atuando pelo Coritiba foram 10 partidas, com 02 vitórias, 03 empates e 05 derrotas. Pelo Corinthians, 02 jogos e duas derrotas. No Cruzeiro, uma partida e uma vitória e no Guarani, 01 jogo e uma derrota.

A última tempora de Adil disputando o campeonato brasileriro foi em 1997, pelo Criciúma, e os 03 últimos jogos foram:
- 30/08/97 - Palmeiras 0 x 1 Criciúma,
- 11/09/97 - Criciúma 2 x 0 Sport Recife,
- 12/10/97 - Criciúma 2 x 0 Bahia.

No Juventus, dirigido por Walter Zaparolli, Adil marcou 04 gols, sendo dois de tiro de meta, um olímpico e outo do meio-campo.
Adil no Tupi em duas etapas:
1988/1989 e 2000.

1988

26/10/88 - Juiz de Fora - Tupi 01 x 04 Desportiva - gol de Adil;
30/10/88 - Cabo Frio - Cabofriense 01 x 01 Tupi (02 x 04) - gol de Adil;
02/11/88 - Cariacica - Desportiva 01 x 01 Tupi ( 06 x 07) - gol de Adil;
06/11/88 - Juiz de Fora - Tupi 02 x 01 Cabofriense - gols de Adil e Jorge Luiz;
09/11/88 - Itaperuna - Porto Alegre 00 x 00 Tupi (07 x 06).
Técnico: Edvaldo Alves de Santa Rosa (Dida)
Elenco: Narezzi, Evaldo, Gomes, Pirapora, Malhado, Índio, Jorge Luiz, Serginho, Paulo Roberto, Luiz Alberto, Adil, Amarildo, Cláudius, Marcelo, Serginho, Carioca e Almir.
Artilheiros: Adil 03 gols e Jorge Luiz 01.
Obs: Tupi (Juiz de Fora-MG), Desportiva (Cariacica-ES), Cabofriense (Cabo Frio-RJ) e Porto Alegre, hoje Itaperuna (Itaperuna-RJ).

1989
Campeonato Mineiro da 1ª divisão:
Turno:12/03/89 - Juiz de Fora - Tupi 01 x 00 Atlético-MG - gol de Adil;
Retuno:18/06/89 - Uberlãndia - Uberlãndia 02 x 01 Tupi - gol de Adil;
25/06/89 - Juiz de Fora - Tupi 03 x 00 Rio Branco - gols de Silvinho, Adil e Marcelinho;
Técnicos: Hilton Chaves e Cléber Camerino (01)
Elenco:Júnior, Laguzza, Evaldo, Rildo, Marquinhos, Adilson, Jorge Luiz, Gomes, Marcelo, Magno, Deca, Ronaldo, Jorge Lima, Guto, Serginho, Zebu, Ailton, Osmar Bueno, Adil, Luiz Cláudio, Valtencir, Julinho, Marcinho, Lazinho, Cláudio Neves, Sivinho e Ronaldo ?.
Artilheiros:Adil e Osmar Bueno 05 gols, Jorge Luiz 04, Marcelinho e Zebu 03, Ronaldo e Gomes 02, Evaldo, Silvinho, Serginho e Marcinho.

Campeonato Brasileiro da 3ª Divisão

23/10/88 - Juiz de Fora - Tupi 00 x 00 Porto Alegre (04 X 05);

2000

O último gol da carreira do Adil aconteceu no dia 18 de junho de 2000, pelo campeonato mineiro do módulo dois, contra o Mamoré, em Pastos de Minas. O gol foi de falta.
Início do Octogonal.

04/06/00 - Divinópolis-MG - Estádio Waldemar Teixeira de Faria - Farião
Campeonato Mineiro do Módulo 2
Guarani 04 - gols de Alessandro Alves aos 24` do 01º t, Maciel aos 08`, Hgamenon aos 12`e Wallace aos 39`do 02º t.
Tupi 00
Guarani: Flávio, Alessandro Alves, Cláudio Roberto, Marquinhos Duarte e Luiz Almeida; Roberto, Alessandro Manhuaçu, Hgamenon (Dênio) e Guiba (Lela); Maurinho Veras (Wallace) e Macaé; Tec: Brandãozinho.
Tupi: Beto, Marcelo Cardoso, Wellington, Alexandre Pinto e Cacau (Charlam); Alemão, Andinho, Fabiano Guru (Renato Santiago) e Adil; Adalberto e Vinicius. Tec: Luiz Alberto.
A: Luiz Carlos Silva, A1: Rodrigo Otávio Baeta e A2: Edgar Sales Abreu.
Ca: Hgamenon (Guarani) e Andinho e Alexandre Pinto (Tupi) e Cv: Andinho (Tupi).

11/06/00 - Juiz de Fora-MG - Estádio Mário Helênio
Campeonato Mineiro do Módulo 2
Tupi 02 - gols de Geovani aos 33 ` e Adil aos 46`do 02º t
Nacional 00
Tupi: Beto, Marcelo Cardoso, Reginaldo, Alexandre Pinto (Wellington) e Cacau; Alemão, Cafu, Neomar, Ado (Geovane) e Adil; Adalberto (Vinicius). Tec: Luiz Alberto.
Nacional: Dida, Cleidson, Marcelo, Júnior (wandão0 e Adriano; Jessé, Délcio, Álisson e Esquerdinha; Dudu e Saldanha. Tec: Carlos Nogueira Aboccater.
A: Alício Pena Júnior, A1: Marco Antonio de Souza Machado e A2: Pedro de Alcãntara Campos.
Ca: Neomar, Adil e Alemão (Tupi) e Dida e Esquerdinha (Nacional).
PP: 1.271 torcedores, R: 5.852,50

18/06/00 - Patos de Minas-MG - Estádio Waldomiro Pereira
Campeonato Mineiro do Módulo 2Mamoré - 01 gol de Reinaldo Silva aos 35`do 02º t
Tupi 01 - gol de Adil, de falta, aos 40`do 02º t
Mamoré: Paulo Rodolfo, Edson (Cidão), Welison, Dentinho e Tóia; Taú, André, Marcelo e Messias (Clemilson); Reinaldo Silva (Reinaldo Maciel) e Nil. Tec: Renê Santana.
Tupi: Zé Luiz, Marcelo Cardoso, Reginaldo, Alexandre Falbo e Cacau; Alemão, Cafu, adil (Chem) e Charlam; Denilson (Vinicius) e Adalberto (Geovane). Tec: Luiz Alberto.
A: Antonio William Gomes, A1: Márcio Eustáquio Santiago e A2: Nivaldo Nepomuceno.
Ca: Wilson e Nil (Mamoré) e charlam (Tupi).
PP: 847 torcedores, PN: 121, PT: 968, R: 3.617,00.

22/06/00 - Montes Claros-MG - Estádio João RebelloCampeonato Mineiro do Módulo 2Ateneu 00
Tupi 01 - gol de Denilson aos 16`do 01º t
Ateneu: Wilson, Marron,Cristiano, Luiz Henrique e Anderson (Marcelinho); Paulinho (André), Claudiomir, Rogério e Carlos Afonso; Léo Julião e Ferreira (Márcio). Tec: Jurandy Gama Filho.
Tupi: Zé Luiz, Marcelo Cardoso, Reginaldo, (Wellington), Alexandre Falbo e Cacau; Alemão, Cafu, Adil e Charlam; Geovani (Vinicius) e Denilson (Chem). Tec: Luiz Alberto.
A: Lincoln Afonso Borjaile Bicalho, A1: Hamilton Rodrigues da Costa e A2: Célio Henrique Santos.
Ca: Cafu, Alemão e Denilson (Tupi).
PP: 421 torcedores, R: 1.990,00
Obs: Zagueiro Reginaldo sofreu uma grave contusão e ficou um longo período fora dos gramados.

25/06/00 - Juiz de Fora-MG - Estádio Mário Helênio
Campeonato Mineiro do Módulo 2
Tupi 02 - gols de Denilson aos 09 e 31`do 02º t
Uberaba 00
Tupi: Beto, Marcelo Cardoso, Wellington, Alexandre Falbo (Anselmo) e Cacau; Alemão, Cafu, Adil (Chem) e Charlam; Geovane (Vinicius) e Denilson. Tec: Luiz Alberto.
Uberaba: Baiano, Luizinho, Marcão, Elder e Carlos Alberto; Delta (Flávio), Hermes, Gustavo e Pael; Mauricinho e Cleber; Tec: Vandinho.
A: Marco Antonio Lima, A1: Euler Costa Nascimento e A2: Osmar Dias Camilo.
Ca: Geovane, Adil e Cacau (Tupi).
PP: 1.991 torcedores, PN: 581, PT: 2.572, R: 8.990,00

29/06/00 - Juiz de Fora-MG - Estádio Mário Helênio
Campeonato Mineiro do Módulo 2Tupi 00
Guaxupé 02 - gols de Cóia, de falta, aos 21`do 02º t e Lalo aos 42`do 02º t
Tupi: Beto, Marcelo Cardoso, Wellington, Alexandre Falbo e Cacau; Alemão, Cafu (Fasbiano Guru), Adil e Charlam; Neomar (Vinicius) e Denilson. Tec: Luiz Alberto.
Guaxupé: Aranha, Marquinho (Genilson), Brito, Amoroso e Luciano; Canário, Renato (Wilson), Ronaldinho e Cóia (Ismael); Emerson e Lalo. Tec: José Edson Barra Mansa.
A: Rogério Pereira da Costa, A1: Alexandre Santos Conceição e A2: Pedro de Alcãntara Campos.
Ca: Wellington e Cacau (Tupi) e Amoroso, Genilson e Canário (Guaxupé) e Cv: Canário (Guaxupé).
PP: 1.838 torcedores, PN: 571, PT: 2.409, R: 8.387,50.
OBSEVAÇÃO: Técnico Luiz Alberto, que tinha um bom elenco, mas não conseguia os resultado, foi demitido. Augusto Clemente assumiu até a trágica chegada do inexpressivo Nei da Mata, que havia sido rebaixado com o Valeriodoce.
Augusto dirigiu a equipe contra o Fabril, em Lavras e contra o Guarani, em Juiz de Fora. No jogo de Juiz de Fora (assistido por Nei da Mata), Adil recebeu o terceiro cartão amarelo e ficou fora do jogo contra o Nacional, em Uberaba. O Tupi perdeu o jogo por 1 x o 0 e Nei da Mata foi demitido, assumindo Augusto Clemente, o eterno interino.

02/07/00- Lavras-MG - Estádio Olímpico da Ufla. Campeonato Mineiro do Módulo 2
Fabril 01 gol de Marcos Silva aos 12`do 02ºt
Tupi 04 - 02 gols de Denilson aos 12 e 39`do 01ºt, Chem aos 26`do 02ºt e Charlam aos 42`do 02ºt.
Fabril: Carlão, Wagner, Wilson, Márcio e Marcos Silva (Júlio); Felipe (Andrade), Martim, Eduardo e Pedrinho (Tadeu); Victor e Clessinho. Tec: Ari Santos.
Tupi: Zé Luiz, Marcelo Cardoso, Alexandre Pinto, Alexandre Falbo e Charlam; Alemão, Cafu, Chem (Serginho), Fabiano Guru e Adil (Neomar); Denilson (Geovani). Tec: Augusto Clemente.
A: Antonio William Gomes, A1: Helbert Costa Andrade e A2: Dener Lima Azevedo.
Ca: Wilson (Fabril) e Alexandre Pinto, Alexandre Falbo, Charlam e Alemão (Tupi).


05/07/00 - Juiz de Fora-MG - Estádio Mário Helênio
Campeonato Mineiro do Módulo 2
Tupi 01 - gol de Geovane aos 44`do 02º t
Guarani 00
Tupi: Zé Luiz, Serginho (Geovani), Wellington, Anselmo e Marcelo Araújo (Léo); Cafu, Chem, Marcelo Cardoso, Fabiano Guru e Adil; Denilson (Neomar). Tec: Augusto Clemente.
Guarani: Fred, Alessandro Alves, Cláudio Roberto, Marquinhos Duarte e Ivan; Alexandre Schiavo, Dênio, Lela e Guiba; Maciel (Elcinho) e Wallace (Maurinho Veras). Tec : Brandãozinho.
A: Marco Antonio Lima, A1: Marco Antonio Gomes e A2: Osmar Dias Camilo.
Cafu e Adil (Tupi) e Cláudio Roberto, Maciel e Wallace (Guarani).
PP: 1.401 torcedores, PN: PT: R: 6.431,00
Campeão: Mamoré (Patos de Minas) e Vice: Guarani (Divinópolis).

Clubes em que atuou:
São Paulo:
Corinthians (São Paulo), Portuguesa de Desportos (São Paulo), Juventus (São Paulo), Guarani (Campinas), Santo André (Santo André), Bragantino (Bragança Paulista), Botafogo (Ribeirão Preto), Inter (Limeira), São José (São José dos Campos), Ferroviária (Araraquara) e Araçatuba;
Minas Gerais:
Cruzeiro (Belo Horizonte), Tupi (Juiz de Fora) e Botafogo (São João Nepomuceno);
Santa Catarina:
Figueirense (Florianópolis) e Criciúma
Rio Grande do Sul:
Grêmio (Porto Alegre);
Paraná:
Coritiba (Curitiba);
Bahia:
Bahia (Salvador);
Pernambuco:Sport (Recife),
Rio Grande do Norte:América (Natal),
Rio de Janeiro:América (Rio de Janeiro).
Espírito Santo:
Desportiva Capuxaba (Cariacica).
Colaboração: Fernando de Lélis e Nei Medina

Literatura

Em "Senhores ouvintes no ar... a cidade e o rádio", o autor, Fábio Martins, traça a trajetória do rádio e suas emissoras em Minas Gerais. Apresenta histórias que ajudam o leitor a construir a crônica de um meio de comunicação cuja presença na cidade contribui para dar forma à sua história.

O prefácio foi escrito pelo professor universitário Fernando Correia Dias.

Villa Nova Atlético Clube

por Wagner Augusto*

Os jogadores do Villa Nova se reapresentam na próxima quarta-feira, às 10h, no Estádio Municipal Castor Cifuentes, quando o técnico Leonardo Condé dará início às atividades com vistas à disputa do Campeonato Brasileiro da Série D. Afastado das competições nacionais desde 2007, o Leão do Bonfim estréia na Série D no dia 24 de julho, no jogo contra o Volta Redonda-RJ, no Estádio Raulino de Oliveira, agora chamando de Estádio da Cidadania.

Com a definição do Campeonato Capixaba, em que o São Mateus se sagrou o vencedor, o Grupo A6 ficou finalmente definido. O Boavista-RJ havia desistido da disputa e o Volta Redonda entrou em seu lugar. Com isso, a chave do Leão do Bonfim ficou assim constituída:

Villa Nova-MG
Volta Redonda-RJ
Sendas-RJ Formosa-DF
São Mateus-ES

Curiosa é a situação do Formosa, que embora esteja sediado no município homônimo, que fica situado no Leste do Estado de Goiás, o clube é filiado à Federação Brasiliense de Futebol e disputa o Campeonato do Distrito Federal.

*Wagner Augusto é Assessor de Imprensa do Villa Nova.

Literatura


Em "Brasil, a Europa dos Trópicos"
, o autor, Caio Lóssio Botelho, faz uma análise da infra-estrutura do Brasil, à luz da Geografia, e ressalta o papel de nossa pátria como "cabeça pensante do mundo tropical-equatorial", situação análoga ao da Europa em relação aos países temperados.


Caio Lóssio Botelho nasceu em Juazeiro do Norte-CE em 19 de abril de 1933. É Escritor e professor, graduado em geografia e história pela Faculdade Católica de Filosofia do Ceará.

Série D

Espírito Santo
O São Mateus é campeão Capixaba de 2011. Na tarde de domingo, 29/05, em Colatina, no Estádio Justiciano de Mello e Silva, venceu o Linhares, por 2 a 0. Como no primeiro jogo houve o empate por 1 a 1, a vitória deu o título ao Pitbull Capixaba e garantiu a equipe na Série D.

Este é o segundo título do São Mateus, que também tinha sido campeão em 2009, quando venceu o Rio Branco.

Pará
O Independente de Tucuruí venceu o Remo, por 2 a 0, no Navegantão, resultado que tirou o Remo da disputa pelo título e da vaga na Série D.

A eliminação pode deixar o Remosem competições oficiais nos sete meses restantes de 2011. A esperança ficaria para a desistência de Cametá ou Independente, que disputarão a vaga paraese na quarta divisão. O outro finalista, o Paysandu, disputa a Série C.

domingo, 29 de maio de 2011

Literatura

"Do ouvinte para o ouvinte - Rádio Muriaé: 60 anos de história".
A autora, Jornalista Ludmila Gusman, através de pesquisa para sua monografia de conclusão do Curso de Jornalismo na UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora), procurou resgatar a história da Rádio Muriaé, um trabalho pioneiro e de uma importância relevante. Apesar da perda do pai, seu grande incentivador o Professor Lúcio José Gusman, que morreu tragica e prematuramente, aos 57 anos, atropelado por um ônibus urbano na avenida Rio Branco, esquina com Floriano Peixoto, em 2002 , no centro de Juiz de Fora. Ludmila Gusman realizou a obra, que teve apoio da Lei de Incentivo Municipal Alcyr Pires Vermelho, em 2004. O prefácio do livro foi escrito por Haroldo de Andrade.

A beleza da língua portuguesa!

O que falta no texto abaixo?
"Sem nenhum tropeço, posso escrever o que quiser sem ele, pois rico é o português e fértil em recursos diversos, tudo permitindo, mesmo o que de início, e somente de início, se pode ter como impossível. Pode-se dizer tudo, com sentido completo, como se isto fosse mero ovo de Colombo.

Desde que se tente sem se pôr inibido, pode muito bem o leitor empreender este belo exercício, dentro do nosso fecundo e peregrino dizer português, puríssimo instrumento dos nossos melhores escritores e mestres do verso, instrumento que nos legou monumentos dignos de eterno e honroso reconhecimento.

Trechos difíceis se resolvem com sinônimos.
Observe-se bem: é certo que, em se querendo, esgrime-se sem limites com este divertimento instrutivo. Brinque-se mesmo com tudo. É um belíssimo esporte do intelecto, pois escrevemos o que quisermos sem o "E" ou sem o "I" ou sem o "O" e, conforme meu exclusivo desejo, escolherei outro, discorrendo livremente, por exemplo, sem o "P", "R" ou "F", ou o que quiser escolher. Podemos, em estilo corrente, repetir sempre um som ou mesmo escrever sem verbos.

Com o concurso de termos escolhidos, isso pode ir longe, escrevendo-se todo um discurso, um conto ou um livro inteiro sobre o que o leitor melhor preferir. Porém mesmo sem o uso pernóstico dos termos difíceis, muito e muito se prossegue do mesmo modo, discorrendo sobre o objeto escolhido, sem impedimentos.

Deploro sempre ver moços deste século, inconscientemente esquecerem e oprimirem nosso português, hoje culto e belo, querendo substituí-lo pelo inglês. Por quê?

Cultivemos nosso polifônico e fecundo verbo, doce e melodioso, porém incisivo e forte, messe de luminosos estilos, voz de muitos povos, escrínio de belos versos e de imenso porte, ninho de cisnes e de condores.

Honremos o que é nosso, ó moços estudiosos, escritores e professores.

Honremos o digníssimo modo de dizer que nos legou um povo humilde, porém viril e cheio de sentimentos estéticos, pugilo de heróis e de nobres descobridores de mundos novos."


Descobriu?

No texto não tem letra "A".

Colaboração: Alcides Ribeiro

Literatura

"Ética no Jornalismo"
Escrito pela Jornalista Luciene Tófoli, é uma proposta de reflexão sobre a prática jornalística a partir do Código de Ética profissional editado em 2007, em congresso nacional da categoria.
Observando os princípios básicos do antigo Código, de 1987, que vigorou durante vinte anos, o documento atual foi formatado à luz das novas exigências tecnológicas e de mercado, que influenciam o dia-a-dia da profissão.
Publicado pela Editora Vozes, o livro a
presenta o relato de dois casos emblemáticos - Ibsen Pinheiro e Escola Base - que ficaram conhecidos nacionalmente pelo desserviço que prestaram ao jornalismo e à sociedade. E, como complemento, traz informação sobre outros códigos de ética e sobre a própria legislação brasileira no que diz respeito ao jornalismo.
Luciene Tófoli é Jornalista formada pela UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora) e Mestre em Psicanálise, formada pelo CES/JF (Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora).Fonte: www.estantevirtual.com.br

Rio São Francisco

São Roque de Minas (MG) a Piaçabuçu (AL)
– Nenhum rio retrata tão bem a realidade do país quanto o São Francisco, o maior leito exclusivamente brasileiro, com 2,8 mil quilômetros de extensão. Da pacata São Roque de Minas, onde ele brota entre pedras da Serra da Canastra, à cidade colonial de Piaçabuçu (AL), lugarejo em que é engolido pelo Atlântico, o Velho Chico serpenteia montanhas, corta vales, atravessa a caatinga, rasga cânions e testemunha tanto a desigualdade social – longe de ser erradicada de suas margens – quanto os novos rumos da economia das cidades que compõem a imensa bacia.

O "Estado de Minas" percorreu municípios dos cinco estados banhados pelo São Francisco – Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Sergipe e Alagoas. Ao longo da caminhada, uma constatação: o chamado Rio da Integração Nacional é também espelho da economia brasileira. Por sua bacia navegam novos e audaciosos projetos que fomentam diferentes atividades produtivas.

As jazidas de gás natural descobertas na Região Central e no Noroeste de Minas, por exemplo, podem garantir ao Brasil a autossuficiência na produção do insumo. Ao mesmo tempo, a região enfrenta problemas comuns ao resto do país, que freiam o desenvolvimento brasileiro. A falta de investimentos em infraestrutura é um deles: o gargalo mais visível está na subutilização da hidrovia Pirapora (MG)-Petrolina (PE).

Os exemplos não param por aí. Hoje e ao longo da semana, o "EM" vai revelar novos rumos da Bacia do São Francisco e traçar um paralelo com a economia do Brasil. As primeiras reportagens da série mostram como o mercado imobiliário aquecido tem mudado a paisagem e criado empregos em Petrolina, mas alertam para a inflação ao longo do rio. É uma mostra de que, como no país, garantir crescimento sem perder o controle dos preços também é desafio no Velho Chico.

Petrolina (PE)
– A brisa que acompanha o São Francisco até o Oceano Atlântico testemunha que a construção civil, um dos principais termômetros de qualquer economia, anda em alta no Brasil. Em pleno semiárido, a cidade de Petrolina se tornou exemplo mais visível do crescimento do setor ao longo do Velho Chico. O município, o mais populoso às margens do rio, com 294 mil habitantes, passa por um processo de verticalização que transforma a paisagem da orla, cria empregos e contribui para recordes de expansão – em 2010, o Produto Interno Bruto da construção civil avançou 11,6% no país.

Somente às margens do São Francisco, pelo menos 10 grandes empreendimentos começaram a ser erguidos na última década em Petrolina. Quatro ainda estão em construção e a previsão é de que mais espigões sejam lançados em breve.

Juazeiro (BA)
Na vizinha Juazeiro, com 197,9 mil moradores e ligada a Petrolina pelos 801 metros da Ponte Presidente Dutra, construída na década de 1950 e cartão-postal de ambos os municípios, a verticalização da orla caminha mais lentamente. Apenas três arranha-céus foram erguidos às margens do São Francisco. Todos batizados com nomes de símbolos parisienses: condomínios Champs- Elysées (15 andares e 30 apartamentos), Torre Eiffel (12 andares e 45 apartamentos) e Arc de Triomphe (21 pavimentos). Os dois primeiros foram inaugurados na década passada. O último, ainda em obras, será entregue aos donos nos próximos meses.
Fonte: http://www.uai.com.br/

Literatura

"História do Maranhão"
(04.ª edição. Imperatriz: Ética, 2008), de Mário Martins Meireles, é a mais difundida obra sobre a história maranhense nas últimas cinco décadas.
Sua primeira edição data de 1960 (Rio de Janeiro: DASP), sendo reeditada em 1980 (São Luís: FUNCMA) e 1991 (São Paulo: Siciliano).

O livro aborda os fatos históricos a partir do final do século XVI, quando esta colônia portuguesa na América se dividia em Estado do Brasil e Estado do Maranhão, que compreendia todo o território ao Norte e Oeste, desde o atual Estado do Piauí até os limites com as possessões espanholas, no Amazonas;
- as diversas alterações territoriais e políticas no Estado do Maranhão e Grão-Pará;
- os vários conflitos pela disputa do espaço amazônica, sobretudo com os espanhóis, franceses, ingleses e holandeses;
- os governos no Pará e Maranhão, até 1772, quando as se deu a definitiva separação do Estado do Maranhão com o Grão-Pará;
- a Companhia do Comércio do Maranhão, implantada na gestão portuguesa do Marquês de Pombal;
- a marcante presença dos jesuítas;
- as rebeliões nativistas, destacando-se as de Manoel Beckman (o Bequimão) e a Balaiada;
- as lutas pela Independência; a economia algodoeira, que colocou o Maranhão em destaque na economia brasileira; a destacada cultura maranhense do século XIX, em que se destacaram Gonçalves Dias, João Francisco Lisboa, Sousândrade, dentre muitos outros;
- o Maranhão do século XX, seus governos e acontecimentos.
Fonte: http://www.eticaeditora.com.br/

Redivisão territorial

É hora de dividir, e nascer o Araguaia!
por Leandro Nascimento*
Lembro-me muito bem que em 1995 (apesar da minha pouca idade, mas já interessado na política do Mato Grosso) começava a discussão dos deputados federais Wellington Fagundes e Ricarte de Freitas para a criação do Estado de Mato Grosso do Norte, acompanhados pelos deputados estaduais do dito “Nortão”.

Já no início do novo milênio a discussão ainda alinhavada começava a ter grandes sonidos, foi quando em 2001 o então deputado estadual Silval Barbosa pediu ajuda ao senador Mozarildo Cavalcanti para colocar uma emenda substitutiva no PDC 55/95 e tornar o projeto somente um, ou seja, pedindo a criação do Estado do Araguaia, unindo os dois projetos que estavam na Câmara Federal, um que pedia a plebiscito para a criação do Estado do Mato Grosso do Norte e outro que pedia a criação do Estado do Araguaia.

Com isso os projetos se uniram no PDC 850/2001 que está tramitando até hoje na Câmara Federal de autoria do Senador Mozarildo Cavalcanti. Depois de 2003 quando o governador Blairo Maggi assumiu e fez inúmeras viagens ao interior pregando a descentralização, a presença de governo e com a quietude de Silval Barbosa a discussão mornou e acabou sumindo da mídia.

Lembro ainda de uma fala muito vaiada pelos presentes em uma audiência pública em Guarantã do Norte em meados de 2002 quando o então prefeito de Sinop, Nilson Leitão, disse que não era o momento de debater o assunto, pois era mais propaganda política do que realidade, e, que a divisão iria acontecer, mas levaria um tempo muito longo até realmente ser realidade.

Gosto de lembrar também da fala de Janete Riva candidata a vice governadora a imprensa em 2002, que a divisão do Estado era necessária devido a dimensão do Estado, que fazia com que o governo não conseguia estar presente em todos os rincões de Mato Grosso, mas que não era momento de falar em divisão, mas sim em integração. Na fala dela lembro-me ainda que ela disse que o PDC 850/2001 era loucura, pois o Araguaia e o Nortão estavam de costa um para o outro devido o Parque Nacional do Xingu.

O tempo passou, e já estamos em 2011, desde que a emenda substitutiva de Mozarildo Cavalcanti foi aprovada no plenário da Câmara passou-se 10 anos e uns de seus projetos foram aprovados, isso mesmo, o projeto que cria o estado do Tapajós dividindo o Pará, com isso nós os divisionistas começamos a sonhar com a possibilidade de Mato Grosso novamente ter a discussão da Criação do Estado Araguaia.

Em conversas com amigos que estavam na luta pela divisão na época, eles disseram estar de acordo em retornamos à discussão ampla do assunto, vejo que este é o momento de reanimarmos os ânimos e assim como disse o meu amigo Deputado José Riva, a discussão trará uma alerta, pois está sem força política.

Sou coerente em afirmar que temos prós e contras, que teremos problemas com a criação de um novo Estado, mas que teremos muitos benefícios, que com certeza será para melhorar ainda mais a qualidade de vida do nosso povo. Convido todos e todas, vamos nos unir em prol de um comum por nossa região, o Nortão e o Araguaia que estão de costas um para o outro, mas que este é o momento de virarmos de frente e nos tornarmos apenas um, nascendo dos nossos sonhos o Estado do Araguaia. Assunto continua no próximo artigo.
*Leandro Nascimento é Jornalista em Mato Grosso
Fonte: www.onortao.com.br

Rio Araguaia
O Rio nasce na Serra do Caiapó na divisa com os Estado de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul desaguando no rio Tocantins. Na metade do seu percurso o Araguaia se divide formando a maior ilha fluvial do mundo a Ilha do Bananal. O rio permite passeios de barco, praias, pescarias e camping. Ao longo do Rio existem vários outros pontos de acesso dentre eles Aruanã, Aragarças, Bandeirantes, Barra do Garças, Cocalinho, Itacaú, Luiz Alves, São Felix do Araguaia e São Miguel do Araguaia.

Literatura

"Maranhão do Sul: o estado da integração regional"
Durante muitos anos secretário do comitê suprapartidário para a criação do Estado do Maranhão do Sul, o autor, Wilton Alves Pereira, apresenta o histórico e embasamento do projeto de divisão territorial do Estado do Maranhão, que há muitos anos tramita no Congresso Nacional. Apresenta dados e mapas de todos os municípios envolvidos, atualizados até 2007.
Fonte: http://www.eticaeditora.com.br/

sábado, 28 de maio de 2011

Redivisão territorial

Estado da Gurguéia
O estado da Gurguéia, com 87 municípios, é uma proposta para uma nona unidade federativa do Brasill. Seria fruto do desmembramento de parte do sul do Piauí e foi batizado com o nome do rio homônimo. Se criado, o novo estado terá uma área de 155 568 km², ou seja, 61,85% da área total do atual estado do Piauí.

A capital do novo estado seria a cidade de Alvorada do Gurguéia. Também já contaria com uma universidade federal, a Universidade Federal do Vale do Gurgueia (UVG), com sede na cidade de Bom Jesus e que foi desmembrada da Universidade Federal do Piauí.

A região é considerada fértil para a agricultura.

O plebiscito sobre o assunto foi aprovado em 2006 pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara.

Literatura

"A Verdade Sufocada - A História que a esquerda não quer que o Brasil conheça"
Por Carlos Alberto Brilhante Ustra*
Louvável a visão do general Leônidas Pires Gonçalves, que na época, Ministro do Exército, designou um grupo de militares para a missão de deixar registrado para a história os fatos que levaram o Exército a lutar contra um grupo de subversivos e terroristas que tentavam implantar no Brasil uma ditadura comunista.

Acreditando que a Lei da Anistia cicatrizaria as feridas , decidiu o general Leônidas que o livro não fosse publicado naquela época.

Em 2006, vendo a historia ser reescrita ao longo desses anos, por participantes da subversão e do terrorismo, publiquei o livro "A Verdade Sufocada - A história que a esquerda não quer que o Brasil conheça".

Foram 20 anos de pesquisas em livros de autores que participaram da luta armada; em artigos publicados nos meios de comunicação social; em lembranças minhas e de companheiros; e, em dados colhidos no Orvil, projeto importantíssimo para a história recente do País.

No meu livro, que parte da mídia continua a boicotar, pois não quer que o Brasil saiba das atrocidades cometidas na época, demonstro a admiração e o respeito que merecem esses abnegados militares que contribuiram para que o projeto Orvil fosse uma realidade.
*Carlos Alberto Brilhante Ustra é Coronel R/1
Fonte: http://www.averdadesufocada.com/

Liga dos Campeões

Barcelona 3 x 1 Manchester
O futebol arte foi premiado neste sábado, no mítico Wembley, em Londres. Comandado por Lionel Messi, que marcou o segundo gol e fez a jogada que originou o terceiro, o Barcelona veceu o Manchester United por 3 a 1 e conquistou o quarto título da Liga dos Campeões.

Estádio: Wembley, em Londres (Inglaterra)
Barcelona: Valdes, Daniel Alves (Puyol), Mascherano, Piqué e Abidal; Busquets, Xavi e Iniesta; Pedro (Affelay), Lionel Messi e David Villa (Keita).Técnico: Pep Guardiola.
Manchester: Van der Sar, Fábio (Nani), Ferdinand, Vidic e Evra; Carrick (Scholes), Giggs, Park e Valencia; Chicharito e Rooney. Técnico: Alex Ferguson
Gols: Pedro, aos 26 minutos, Rooney, aos 34 minutos do primeiro tempo; Lionel Messi, aos oito minutos, David Villa, aos 23 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Daniel Alves e Valdes (Barcelona); Carrick (Manchester United)
Árbitro: Viktor Kassai (HUN), Auxiliares: Gabor Eros (HUN) e György Ring (HUN).
Público pagante: 87.695

Curiosidade:
Seis homens conquistaram a Liga dos Campeões como técnico, depois de tê-la conquistado como jogador. Aconteceu com Miguel Muñoz, do Real Madrid, Giovanni Trapattoni, zagueiro do Milan, técnico da Juventus, Carlo Ancelotti, pelo Milan, Frank Rijkaard, volante do Milan, técnico do Barcelona, Johan Cruyff e Guardiola.

Dos seis, Cruyff Guardiola são os únicos a fazer as duas coisas no mesmo lugar. Cruyff em 1971, foi campeão da Copa dos Campeões da Europa pelo Ajax, numa decisão contra o Panathinaikos, em Wembley. Depois de conquistar mais dois troféus, em 1972 em Roterdã, em 1973 em Belgrado, Cruyff ganhou com treinador do Barcelona em 1992, numa decisão contra a Sampdoria, em Wembley.

Guardiola fazia parte daquela campanha, sua única de campeão da Liga dos Campeões como jogador. Como técnico, Guardiola venceu em Roma, final contra o Manchester United, em 1990. Onze anos depois, Pep Guardiola volta a ser campeão contra o mesmo Manchester United, conquistando seu terceiro caneco, o segundo como técnico, no mesmo lugar onde ganhou como jogador. Com a conquista, Pep Guardiola chegou ao seu décimo título na carreira.

Literatura

"Rompendo o Silêncio"
"Rompendo o Silêncio"
Na guerra a primeira vítima é a verdade. Temas dos quais hoje se fala abertamente, em 1985 ainda eram tabu. Um deles era a verdade sobre a guerrilha urbana vivida no país nos grandes centros no fim dos anos 60 e década de 70. A maioria dos “noventa milhões em ação”, ainda inebriada pelo Tricampeonato ignorava os fatos de então. Foi um período em que o Estado e terroristas se digladiavam pelo violento uso das armas, travavam uma guerra surda em plena calçada à luz do dia e no interior dos apartamentos, os chamados aparelhos, com mortes de ambos os lados, inclusive de inocentes. Concedida a anistia política em que os contendores supostamente varreram para debaixo do tapete seus antagonismos ideológicos, e restabelecida a democracia, iniciou-se uma outra guerra não menos suja, a das palavras. Revolução, diziam uns. Golpe, chamavam-no outros. Subversivo passou a ser chamado de defensor da democracia, possivelmente a que aprenderam com Fidel, Mao e Stalin. Algumas expressões já eram conhecidas no jargão revolucionário: “roubo a banco” era apenas "expropriação”, ou “assassinato" era j"ustiçamento”. Como perdoar não significa esquecer, em agosto de 1985 irrompe um processo de denuncismo no país. A então atriz e deputada federal do PT,Bete Mendes, quando fazia parte da comitiva presidencial ao Uruguai afirmara em carta ao Presidente José Sarney que enfim reencontrara, após longos 15 anos, aquele que fora, segundo ela, seu “torturador”, o Cel Ustra. Elizabeth Mendes de Oliveira, vulgo ROSA, pertencera à organização VAR-PALMARES e fazia parte do setor de inteligência do grupo. O então Major Carlos Alberto Brilhante Ustra fora comandante de um órgão militar de combate à subversão, DOI/CODI/II Exército, durante três anos e quatro meses, na década de 70, e responsável pela sua prisão. E agora era o Adido Militar do Exército no Uruguai. Suas denúncias tiveram ampla divulgação na mídia e ROSA envidou todos os esforços para que o coronel fosse exonerado. Usando de seus parcos recursos e com a ajuda de amigos, o Cel Ustra tenta, timidamente, esclarecer à opinião pública quem eram esses “defensores” da democracia treinados em Moscou e em Cuba, e provar as inverdades da atriz. Há detalhes de relacionamento pessoal da sua família com presos, nega veemente as afirmações de Bete Mendes, explora detalhes da brutalidade empregada pelos terroristas, e apresenta provas dos depoimentos da atriz perante o Tribunal Militar tais como seu arrependimento de ter se engajado na luta armada. Vinte anos depois dos fatos, ainda vale a pena ler Rompendo o silêncio, mas a nova geração talvez o leia com um certo muxoxo como se fosse um filme de aventura de fim de noite. Mas há mais história do que estória.

Redivisão territorial

Estado do Maranhão do Sul

O Maranhão do Sul é uma proposta para uma nova unidade federativa do Brasill. Com apoio aberto da elite política local, a aprovação do plebiscito aconteceu no Senado em 2007. Com o desmembramento do sul do estado do Maranhão, se discute também qual seria a nova capital. Os locais mais prováveis são as cidades de Imperatir, Açailãndia, Barra do Cordas e Balsas, apesar de algumas opiniões serem favoráveis à criação de uma nova cidade para esse fim, a exemplo de Palmas, a capital do Tocantins. Imperatriz, na margem direita do Rio Tocantins é a mais cotada para ser a capital do novo estadso.

De acordo com o projeto, o Estado do Maranhão do Sul seria criado pelo desmembramento de 49 municípios sul-maranhenses e que terá entre eles, além de Imperatir, Açailãndia, Barra do Cordas e Balsas, Nova Iorque, Carolina, Itinga, Cidelândia, São João do Paraíso, Estreito, Vila Nova dos Martírios, São Pedro D’Água Branca, João Lisboa, Amarante, Senador La Rocque, Buritirana, Tasso Fragoso, Ribamar Fiquene, Porto Franco, Governador Edison Lobão, Montes Altos, Campestre, Riachão e Brejão, mais 24 outros municípios.

O projeto que tramita no congresso é de autoria do ex-deputado federal Sebastião Torres Madeira, hoje prefeito de Imperatriz e um defensor intransigente da causa.

Literatura

"A Marquesa de Santos"

Nascida em São Paulo, Domitila de Castro Canto e Melo (1797-1867) entrou para a história do Brasil como marquesa de Santos, seu título de nobreza.

Titília, como era chamada pelos mais íntimos, foi confundida com uma prostituta na porta do Teatro da Constituição. Na ocasião, a nobre barrada tentava frequentar os eventos exclusivos da nobreza.
Por conta da confusão, dom Pedro 1º. encerrou a apresentação teatral. O episódio ocorreu no início do famoso romance entre os dois.

Porém, a marquesa era casada, desde os 16 anos de idade, com o alferes Felício Pinto Coelho de Mendonça. Seu casamento foi um dos maiores eventos vistos na pequena São Paulo do século 19.

O livro "A Marquesa de Santos (1813-1829)", escrito originalmente na década de 20, conta as aventuras amorosas da jovem paulista enquanto recria o ambiente da cidade de São Paulo.
Neste volume, um romance histórico clássico, escrito pelo paulista Paulo Setúbal, que era muito popular nos anos 30 e 40, quando vendia milhares de exemplares.

O primeiro da série foi "1808-1834: As Maluquices do Imperador", que vendeu milhares de exemplares em pouco tempo. "A Marquesa de Santos" segue a mesma linha, e com mais apelo popular, por se tratar de uma atrevida história de amor de nosso primeiro imperador. O livro é todo ilustrado com reproduções de gravuras e pinturas da época.

Economia popular - DDD

Ligações entre cidades vizinhas ficam mais baratas para 68 milhões de brasileiros
Cerca de 68 milhões de moradores de 560 municípios brasileiros vão pagar mais barato para falar por telefone fixo com municípios vizinhos a partir de hoje (28). Os usuários de 39 regiões metropolitanas e de três regiões integradas de desenvolvimento poderão fazer chamadas para cidades que tenham continuidade geográfica e o mesmo código de área nacional (DDD) ao custo de ligação local.

Os valores das ligações entre fixos e móveis não sofrerão alterações. A mudança nas tarifas faz parte da revisão do regulamento sobre áreas locais para o Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC), promovida pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

As regiões metropolitanas contempladas no regulamento são:
Porto Alegre (RS), Curitiba (PR), Londrina (PR), Maringá (PR), Baixada Santista (SP), Campinas (SP), Belo Horizonte (MG), Vale do Aço (MG), Rio de Janeiro (RJ), Grande Vitória (ES), Goiânia (GO), Vale do Rio Cuiabá (MT), Salvador (BA), Aracaju (SE), Maceió (AL), Agreste (AL), Campina Grande (PB), João Pessoa (PB), Recife (PE), Natal (RN), Cariri (CE), Fortaleza (CE), Sudoeste Maranhense (MA), Belém (PA), Macapá (AP), Manaus (AM), Capital (RR), Central (RR), Sul do Estado (RR), Florianópolis (SC), Chapecó (SC), Vale do Itajaí (SC), Norte/Nordeste Catarinense (SC), Lages (SC), Carbonífera (SC) e Tubarão (SC).

Nas regiões metropolitanas de Foz do Rio Itajaí (SC), São Paulo e a Grande São Luís (MA), todos os municípios já são considerados como área local. Também serão incluídas na mudança as áreas de desenvolvimento integrado que incluem o Distrito Federal e as cidades do Entorno (DF/GO/MG), o polo de Petrolina e Juazeiro (PE/BA) e a Grande Teresina (PI).

A lista de todas as localidades contempladas com a mudança pode ser acessada na página da Anatel na internet.
Fonte: Agência Brasil

Literatura

"Nicarágua: a Revolução das Crianças"

"Nicarágua: a Revolução das Crianças" nesta narrativa o autor Caco Barcellos conta a história de Zapote e sua gente. Zapote, o comandante de uma trincheira nas ruas de Masaya, que tinha de obedecer à mãe e voltar para casa “cedo”, e que estava apaixonado pela professora, porque Zapote, que nos dias de julho de 1979, contava 12 anos. Podia-se encontrar entre seus comandados soldados de até 09 anos.

A revolução das crianças, como a chamou o autor, passará à história; e dela será testemunho único esta reportagem épica.

Copa União

A polêmica da Copa União de 1987 parece não ter fim. No início da noite desta sexta-feira, o Sport informou que a Justiça Federal derrubou a resolução da CBF que confirmava o Flamengo como campeão brasileiro daquele ano, ao lado do clube pernambucano.

Segundo o diretor jurídico do Sport, Arnaldo Barros, a CBF terá um prazo de 48 horas para atender a solicitação da justiça.

De acordo com Arnaldo Barros, a CBF e Ricardo Teixeira podem ser punidos com uma multa pesada se não cumprirem o determinado em até 48 horas.

No Flamengo, quem trata do assunto é o procurador-geral do clube, Rafael de Piro, que está em Portugal a trabalho. O diretor jurídico do futebol rubro-negro, Michel Assef Filho, salientou que o clube ainda não foi informado da decisão.

No dia 21 de fevereiro deste ano, a CBF reconheceu o Flamengo como campeão brasileiro de 1987. A decisão, a princípio, colocaria fim a uma polêmica que já dura mais de 24 anos. Na ocasião, o presidente do Sport, Gustavo Dubeux, afirmou que não aceitaria dividir o título com o clube carioca e ressaltou que tomaria as providências cabíveis.
Fonte: GE

Literatura

"Abusado, o dono do morro Dona Marta"
"Abusado, o dono do morro Dona Marta" livro-reportagem de Caco Barcellos, é uma verdadeira lição sobre a lógica, os meandros e a forma como operam as grandes corporações criminosas que comandam o tráfico de drogas e outras atividades criminosas no Rio de Janeiro.

Através da história de Juliano VP (codinome de um conhecido traficante carioca), sua infância, adolescência, entrada e ascensão no tráfico da favela Santa Marta, no Rio de Janeiro, o jornalista traça um retrato histórico da ocupação do morro pelo Comando Vermelho (CV), principal facção criminosa do estado, e da implantação de sua cruel disciplina.

Contudo, não se trata apenas de um livro sobre a história do comércio de drogas. Juliano é um personagem extremamente fascinante, um criminoso com refinado gosto literário, preocupado com o destino da comunidade favelada do Rio de Janeiro e cujos contatos iam desde os violentos chefes do CV até importantes intelectuais cariocas.

Empate fora de casa é "vitória" deveria ser sepultado!

Foi-se o tempo que prevalecia os aspectos campo e torcida como destacada interferência
por Ariovaldo Izac*
O velho jargão no futebol de que ‘empate fora de casa é vitória’ deveria ser sepultado. Há algum tempo jogar no campo do adversário não é bicho de sete cabeças, principalmente se o gramado for bom. Foi-se o tempo que prevalecia os aspectos campo e torcida como destacada interferência ao mandante.

De fato décadas passadas era um pesadelo jogar no campo do adversário, porque a pressão sobre time e arbitragem fugiam do controle. Intimidavam árbitros e bandeirinhas até com agressões quando chegavam ao estádio e intervalos de jogos, sem que órgãos competentes aplicassem punições exemplares aos clubes que protegiam agressores.

Ônibus de delegações dos visitantes eram depredados e atletas recebiam ameaças ao longo dos corredores até os vestiários. E no gramado ‘choviam’ objetos de toda natureza na direção deles, num flagrante gesto de intimidação.

Além disso, na época os estádios recebiam milhares de torcedores dos mandantes prontos para proporcionar um barulho ensurdecedor. Claro que esse incentivo estimulava jogadores ao ataque, encurralando o adversário.

Hoje tudo mudou. Representantes da arbitragem e delegações visitantes têm proteção policial antes mesmo da chegada ao estádio. Assim, sem a viciada coação, já não é praxe arbitragens caseiras. E o barulhinho de algumas centenas de torcedores do time da casa não é suficiente para assustar o time visitante: E mais: se a equipe da casa não se ajustar durante a partida, seus torcedores trocam aplausos por cobrança sistemática e até vaias nos erros grosseiros.

Por essas razões a treinadorzada precisa se reciclar, mudar o conceito sobre jogos fora de casa. Claro que é cabível os cuidados em circunstâncias desfavoráveis. Mas quando enfrentar times tecnicamente inferiores, não há motivo para a opção defensiva, de se respeitar demais o adversário. Isso acontece por causa da maldita concepção de que o empate no campo do adversário é um bom resultado. Nesse caso, uma ‘ova’.
*Ariovaldo Izac é Jornalista
Fonte: http://www.futebolinterior.com.br/

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Literatura

"Rota 66, a Polícia que mata"
"Rota 66, a Polícia que mata" é um livro consagrado pelo público e pela crítica. O jornalista Caco Barcellos desmonta a intricada rede que forma o "esquadrão da morte" montado por policiais militares em São Paulo.

O livro é resultado de sete anos de rigoroso trabalho de pesquisa e investigação, em que o autor mostra como é o sistema de extermínio e seus métodos de atuação e como o sistema incentiva esse tipo de ação. .

Caco Barcellos (Cláudio Barcelos de Barcellos), nasceu na periferia de Porto Alegre, na Vila São José do Murialdo no dia 05 de março de 1950.

Série D

O Campeonato Brasileiro da Série D já tem clubes 33 classificados, restando assim somente sete vagas para a última divisão nacional. Os Estados que ainda precisam definir seus participantes são Acre, Espírito Santo, Pará, Piauí, Rondônia, Roraima e Sergipe. A competição começa no dia 17 de julho.

Três clubes que haviam conseguido a classificação pelos campeonatos estaduais desistiram da competição. Crac-GO, América de Teófilo Otoni-MG e Boavista-RJ foram substituídos por Itumbiara-GO, Tupi-MG e Volta Redonda-RJ.

Outros dois Estados correm o risco de ficar sem representantes na Quarta Divisão: Paraíba e Piauí. A briga judicial entre Botafogo e Treze pode deixar a Paraíba sem um representante na Série D. Isso porque o prazo para indicar o representante do Estado na quarta divisão nacional se expirou na última segunda-feira, 23/05. A FPF está proibida de oficializar o Treze como o campeão estadual, uma vez que o Botafogo ainda batalha na justiça para conseguir a vaga na final.

A Segunda Comissão Disciplinar do Tribunal de Justiça Desportiva da Paraíba (TJD-PB) divulgou edital, na última segunda-feira, marcando para a próxima terça-feira, dia 31, o julgamento da polêmica envolvendo a partida entre Treze 4 a 0 Botafogo, realizada no dia 08 deste mês.

Já a situação do Piauí envolve a disputa pelo poder na Federação local. A briga política no Estado adiou as semifinais do primeiro turno, que estava marcado para a última quarta-feira. O representante do Piauí será o campeão do turno, que corre o risco de parar nos Tribunais.
Equipes classificadas:
Alecrim-RN (rebaixado Série C 2010)
Anapolina-GO (classificada via estadual)
Bahia de Feira-BA (classicado via estadual)
Brusque-SC (campeão Copa SC 2010)
CENE-MS (campeão Copa MS 2010)
Cerâmica-RS (classificado como vice da Copa RS 2010)
Cianorte-PR (Classificado via estadual)
Coruripe-AL (classificado via estadual)
Cruzeiro-RS (classificado via estadual)
Cuiabá-MT (classificado via estadual)
Formosa-GO (classificado via estadual)
Gama-DF (rebaixado Série C 2010)
Guarani de Juazeiro-CE (classificado via estadual)
Gurupi-TO (campeão estadual 2010)
Itumbiara-GO (classificado via estadual)
Juventude-RS (rebaixado Série C 2010)
Metropolitano-SC (classificado via Copa SC)
Mirassol-SP (classificado via estadual)
Oeste-SP (classificado via estadual)
Operário-PR (classificado via estadual)
Penarol-AM (campeão estadual 2010)
Porto-PE (classificado via estadual)
Sampaio Corrêa-MA (campeão estadual 2010)
Santa Cruz-PE (classificado via estadual)
Santa Cruz-RN (campeão estadual)
São Raimundo-PA (rebaixado Série C 2010)
Sendas-RJ (campeão Copa RJ 2010)
Trem-AP (campeão estadual 2010)
Treze-PB (classificado via estadual)
Tupi-MG (classificado via estadual)
Villa Nova-MG (classificado via estadual)
Vitória da Conquista-BA (campeão Copa BA 2010)
Volta Redonda-RJ (classificado via estadual).

Fonte: Futebol Interior

Literatura

"João Saldanha: Uma vida em Jogo" reconstitui, com emoção, talento e qualidade inigualáveis os bem-vividos 73 anos de vida de João Alves Jobim Saldanha., gaúcho do Alegrete, o jogador, o dirigente, o técnico, o brilhante e consagrado comentarista esportivo do País, sua personalidade forte e brilhantíssima carreira. O jornalismo, as aventuras, a paixão pelo Botafogo, as brigas, os debates, as frases antológicas e seu amor pela vida e pelo povo brasileiro estão nas páginas deste livro de André Iki Siqueira.
Fonte: http://www.livrosdefutebol.com.br/

Série C

Ipatinga-MG
Após uma longa indefinição, o Ipatinga enfim definiu o nome do técnico que irá comandar a equipe no Campeonato Brasileiro da Série C. Trata-se de Ney da Matta, que já dirigiu o clube em quatro oportunidades e irá assinar contrato por seis meses. Junto com ele chegam ao Tigre o preparador físico Anderson Nicolau e o treinador de goleiros Júlio César.

Ney da Matta é atual secretário da Cultura da cidade de Ipatinga e já atutou no clube em outras oportunidades, como técnico, auxiliar e gerente de futebol. O treinador tem passagens por clubes como Crac-GO, Marília-SP, Uberlândia-MG, Valeriodoce, entre outros. Em 2002, Ney da Mata dirigia o Ipatinga no acesso da Série C à Série B.

Reforços
Além do treinador, o time do Vale do Aço anunciou um pacotão com nove reforços. Chegam ao clube os zagueiros Cláudio Luiz (que já passou pelo próprio Ipatinga) e Renato (ex-Marília); os laterais-direito Bosco (ex-Atlético) e Osvaldir (ex-América-TO), o lateral-esquerdo Bruninho (ex-Uberaba), o volante Tiago Gaúcho (ex-Gama), além dos atacantes Roberto Jacaré (ex-Mogi Mirim) e Reinaldo (ex-Crac de Catalão-GO)

O Ipatinga estreia na competição no dia 23 de julho, pela segunda rodada, diante do Madureira, no Rio de Janeiro. O clube faz parte do Grupo C, ao lado de Macaé, Marília, Madureira e Brasiliense

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Campeonato Mineiro com 16 equipes: Um objetivo possível???

Terminou no último dia 15/05 o torneio em que a Federação Mineira insiste em chamar de Campeonato. Um torneio com apenas 12 participantes, turno único, classificando os 04 primeiros. A classificacação do América de Teófilo Otoni (em que pese o empenho da cidade, com participação dos torcedores e a imprensa, com 04 emissoras transmitindo os jogos), foi um exemplo de que algo precisa ser mudado. O América-TO nos 03 últimos jogos sofreu 20 gols e marcou apenas três. Mais uma vez árbitros de fora vieram para a festa. Os nossos apitadores, talvez, por culpa deles, participaram da construção do prédio, contrução dos elevadores, mas, quando o prédio ficou pronto, não puderam entrar nem pela área de serviço.
Me fez lembrar de uma música de um mineiro da cidade de Rodeiro, Zé Geraldo, "Cidadão"
"Ta vendo aquele edifício moço ?..."
O jogo Atlético e América foi uma torre de babel com os 04 árbitros, todos de estados diferentes, nenhum de Minas.
Seria pelos erros que cometem em prol dos grandes?
- E o gol mal-anulado do América-TO, contra o Cruzeiro, na fase de classificação?
- E o penalti contra o América-MG, em Sete Lagoas, mas que o goleiro pegou?
- E o América e Cruzeiro em Varginha?
- Porque o Alício Pena Júnior apita poucos jogos dos grandes. Seria pelo rigor dele na aplicação dos cartões, sem olhar a cor e o peso da camisa?
Confesso que não sei quem pode explicar essas questões.
No campeonato (ou seria torneio?) já tivemos no passado uma frase atribuída aos Perrelas de que é um "campeonato rural". Também foi atribuída aos Perrelas, mais recentemente, uma comparação, pejorativa por sinal, de que "a sala de troféus do Atlético é igual às praias capixabas, só tem mineiro" numa alusão ao maior número de títulos do rival.
Essas piadas são ótimas, ótimas para o torcedor, mas para o dirigente....
Na final, um eliminado da Libertadores pelo Once Caldas e o outro eliminado pelo rebaixado Grêmio Prudente na Copa do Brasil, só restou o título do "rural". Os especialistas afirmam que foi o título do "rural" que garantiu o emprego do treinador.
De de 29 janeiro a 17 de abril, período da primeira fase, pouco mais de 70 dias, 08 times realizaram apenas 11 jogos, 05 cinco deles só voltam às atividades em 2012.
O contrato mínimo de um atleta é de 90 dias.
Com esse número reduzido de participantes, equipes tradiocionais do nosso futebol estão de fora do cenário esportivo, e por consequência, as cidades também.
Defendo um campeonato com 16 equipes na A e 16 na B, o que daria o acréscimo de mais quatro partidas na primeira fase.
Pode paracer simplista o anseio de acrescentar mais quatro equipes, aumentado apenas mais quatro jogos, passando de 11 para 15 na primeira fase. Pode ser simplista para quem possui calendário para o ano todo, mas para nós do interior a realidade é outra, e só nós sabemos as dificuldades que encontramos. Se tem uma expectativa melhor ao buscar patrocínio no mercado local para um número maior de jogos, gerando emprego, renda não só para os Cronistas Esportivos, mas para atletas e comissões técnicas.
Na últumima TERCEIRONA mineira em que a Federação insiste em chamar de segunda divisão, nós tivemos duas emissoras de Sete Lagoas (Cultura e Eldorado) acompanhando o Democrata, duas de Nova Serrana (Industrial e Liberdade) acompanhando o Nacional, uma de Patrocínio (Difusora) acompanhando a Patrocinense, uma de Juiz de Fora e outra de Santos Dumont (Rádio Cultura) acompanhando o Sport.
O Sport-JF foi um um bom exemplo dessa movimentação com o aproveitamento de bons jogadores que estavam no Tupi, e, com o Tupi sem atividade, estiveram em ação, disputando uma competição oficial.
Com o número reduzido de participantes nos Módulo 1 e 2, equipes tradicionais do nosso futebol:
Valeriodoce (Itabira), Democrata (Sete Lagoas), Fabril (Lavras), Esportivo (Passos), Paraisense (São Sebastião do Paraíso), Social (Cel Fabriciano), Rio Branco (Andradas), Esportiva (Guaxupé), Nacional (Uberaba), Trespontano (Três Pontas), Ideal (Ipatinga), Alfenense, Varginha e Pouso Alegre estão fora do cenário esportivo mineiro.
- No campeonato Carioca que tem Fluminense, Flamengo, Vasco e Botafogo, são 16 participantes, com dois grupos de oito, os times considerados pequenos, excluindo as semi-finais e finais das taças Guanabara e Rio, realizaram, no mínimo, 15 jogos. (Confesso que não gosto desse regulamento que prevê a posssibilidade de realização, ou não, de mais dois jogos);
- No campeonato Paulista que tem São Paulo, Corinthians, Palmeiras e Santos, são 20 participantes e oito classificados para a segunda fase, em que 12 equipes realizaram 19 jogos, Ponte Preta, Portuguesa, Mirassol e Oeste jogaram 20 vezes, São e Palmeiras jogaram 21 vezes e Santos e Corinthians fizeram 23 jogos.
Minhas sugestões:Com ela vamos ter mais equipes em ação, mais atletas, comissões técnicas, árbitros e jornalistas trabalhando.
Campeonato Mineiro 2012Série A = 16 equipes (Patrocinense e Tricordiano, Uberlãndia e URT estão prontos para a disputa)
Como financiar esses dois times?
Simples: Tirando 03% da verba da tv de cada clube do interior e 04% dos 03 da capital e repassar aos 04 times.
Série A = 16 equipes
01 - Cruzeiro (Belo Horizonte),
02 - Atlético (Belo Horizonte),
03 - América (Belo Horizonte),
04 - América (Teófilo Otoni),
05 - Villa Nova ( Nova Lima),
06 - Tupi (Juiz de Fora),
07 - Caldense (Poços de Caldas),
08 - Uberaba,
09 - Guarani (Divinópolis),
10 - Democrata (Governador Valadares),
11 - Ituiutaba,
12 - Nacional (Nova Serrana),
13 - Patrocinense,
14 - Tricordiano (Três Corações).
15 - Uberlãndia,
16 - URT (Patos de Minas).
Série B = 16 equipes, com duas chaves de 0801 - Ipatinga,
02 - Funorte (Montes Claros),
03 - Formiga,
04 - Tombense (Tombos),
05 - Mamoré (Patos de Minas),
06 - Poços de Caldas.
Demais vagas serão preenchidas pelos 10 melhores da Série C.O Cruzeiro jogou em Uberlãndia (futura capital do estado do Triãngulo) contra uma equipe Paulista e não retornou mais, alegando que o time paulista teve mais torcida. Faltou inteligência ao Cruzeiro. Jogar no Triãngulo e no Sul de Minas contra equipes de São Paulo é um erro, mas em época de Mineirão e Independência fechados, pode-se perfeitamente jogar nessas regiões e em Juiz de Fora, contra equipes do Sul, da Bahia, Pernambuco (quando tiver), Ceará e Goiás. Mas os mandatários só querem o Mineirão, e depois reclamam da invasão de times de outros estados (RJ e SP) aqui em Minas. A má vontade deles e o silêncio de boa parte da mídia contibuiem para essa invasão. Por ocasião do jogo Tupi e Cruzeiro, entrevistei o Supervisor do Cruzeiro Valdir Barbosa, sugerindo a ele que com o Mineirão fechado, o Cruzeiro levasse seus jogos para Pouso Alegre, Poços de Caldas e Juiz de Fora. O Supervisor colocou todos os impecílios possíveis. Se eles não querem, que venham Botafogo (com 8.914 pagantes em um simples amistoso), Flamengo e Fluminense.
*Carlos Ferreira é Cronista Esportivo
 
Um cidadão nascido na zona rural do município de Palma e com muito orgulho pela origem, humilde, mas digna.

Precisava ser assim?por Dijair Brilhantes* e Bruno Lima Rocha*
No final de semana de 14 e 15 de maio, chegaram ao fim os principais campeonatos estaduais. Depois de quatro meses finalmente conhecemos os campeões. Com exceção do carioca que acabou no primeiro dia deste mês, já que o Flamengo venceu os dois turnos e não foi preciso disputar afinal, os outros todos terminaram neste domingo.
No início dos estaduais, os clubes ditos "grandes" desprezaram a competição. Mas com os fracassos na Santander Libertadores e na Copa Kia do Brasil (mais essa!), os estaduais que por aqui já foi apelidado de "ruralito", "cafezinho" entre outros, viraram tema de Copa do Mundo.
Tem time que precisava perder as competições consideradas prioridade, para valorizar o campeonato estadual? Isso é reflexo de uma falta de modéstia e perspectiva. Alguns clubes de uns anos para cá, criaram uma "mania" de grandeza excessiva que acabou virando soberba.
Parabéns ao Santos, que pode não ganhar a Copa Libertadores (embora já esteja na semi-final), mas valorizou o Paulistão e sagrou-se campeão. Os outros caíram do "cavalo", e apenas amenizaram o "fiasco" que proporcionaram nas competições que julgavam as mais importantes do ano.
*Dijair Brilhantes é estudante de jornalismo e *Bruno Lima Rocha é editor do portal Estratégia e Análise.
Fonte: www.estrategiaeanalise.com.br