domingo, 31 de janeiro de 2010

Acadêmicos 4 x 0 Jatapu

Amistoso no campo do Spot Club Floresta, com vitória do Acadêmicos Luzianos sobre o Jatapu, po 4x 0, gols de Charlam, Cacau, Cristiano e Emerson. Foi possível reencontrar ex-atletas que atuaram por vários clubes: Fabiano Guru, que foi autor do primeiro gol do Tupi na Copa do Brasil, quando em 2004 o Tupi empatou com o Bangu po 2 x 2 em juiz de Fora e venceu por 1 x 0 em Moça Bonita, gol do Marinho, que hoje está no Villa Nova-MG. Além do Tupi, Guru atuou no Democrata-GV e no Entrerriense. Goleiro Eduardo (ex-Tupi, Sport, XV de Rio Novo, Varginha, Jaguaré-ES e Rio Branco-ES), Cacau (ex-Tupi, Macaé, Castelo-ES, Estrela do Norte-ES e futebol Goiano), Charlan (ex-Tupi, futebol Capixaba e futebol Goiano), Darlesson (ex-Tupi e Atlético de Três Corações), Cristiano (ex-Tupi e Alfenense), Diego (e-Tupi), além do Técnico Jésus Vieira (Fia) e do Massagista Wanderson Baltazar de Jesus (Castelo) que também trabalharam no Tupi. Pelos lados do Jatapu (time do bairro Floresta) o destaque fica por conta do meia Anderson Moreno (ex-Tupi-JF, Sport-JF, América-MG, América-SP, Juventude-RS, Camaçari-BA, futebol do Amazonas e futebol da Eslovênia e do zagueiro Wandinho, irmão do ex-goleiro Waldez, que foi conteporãneo de Romário no Vasco, e atuou também no Valeriodoce (Itabira) e na Ipanemense (Ipanema de Minas). O Acadêmicos Luzianos fundado em 1926 é presidido pelo Nelson Barbosa. Acadêmicos: Eduardo, Guariba, Darlesson (Léo), Nerinho e Diego (Cacau); Anderson, Mauro, Fabiano Guru e Charlam; Emerson (Nilmar) e Ciristiano. Técnico Jésus Vieira. Jatapu: Felipe, Porquinho, Adriano, Wandinho e Pretinho. Alex, Déo, Nei Grilo e Anderson Moreno; Tiago e Curumin (Edgar). Técnico: Emerson Barbosa. Árbitro: Waldeny Batista Leite. Cv: Anderson Moreno (Jatapu)

sábado, 30 de janeiro de 2010

Cruzeiro E.C.

Derrota quebra invencibilidade de 26 jogos do Cruzeiro Foram 26 jogos sem perder pelo Campeonato Mineiro. A série invicta do Cruzeiro terminou neste sábado. A derrota por 3 a 0 diante do Ipatinga acabou com a supremacia celeste no Estadual, que vigorava desde março de 2008. O último revés havia sido contra o Rio Branco, no Mineirão, por 1 a 0, no dia 13 de março. Na ocasião, o Cruzeiro entrou em campo com sua formação reserva, a exemplo do que aconteceu contra o Ipatinga, neste sábado. O jogo ficou marcado na memória dos cruzeirenses por uma falha do goleiro Andrey, que deu uma cambalhota após sofrer o gol. Contra o Ipatinga, apenas dois titulares foram escalados: Jonathan e Gilberto. De lá para cá, foram 19 vitórias e sete empates. Os triunfos mais expressivos ocorreram contra o rival Atlético. Em cinco jogos, foram quatro vitórias e uma igualdade, sendo duas goleadas por 5 a 0 nas finais de 2008 e 2009, respectivamente. (UAI) Confira todos os 26 jogos de invencibilidade do Cruzeiro: 2008 Democrata (GV) 1 x 2 Cruzeiro Ituiutaba 1 x 1 Cruzeiro Cruzeiro 2 x 0 Ipatinga Tupi 1 x 2 Cruzeiro Ituiutaba 4 x 4 Cruzeiro Cruzeiro 3 x 1 Ituiutaba Atlético 0 x 5 Cruzeiro Cruzeiro 1 x 0 Atlético 2009 Uberlândia 1 x 2 Cruzeiro Cruzeiro 5 x 0 Social Villa Nova 2 x 3 Cruzeiro Cruzeiro 5 x 0 Guarani Cruzeiro 2 x 1 Atlético-MG Uberaba 2 x 2 Cruzeiro Cruzeiro 4 x 1 Ituiutaba Cruzeiro 0 x 0 Tupi América 0 x 0 Cruzeiro Rio Branco 1 x 1 Cruzeiro Cruzeiro 7 x 0 Democrata (GV) Cruzeiro 1 x 0 Tupi Tupi 2 x 7 Cruzeiro Ituiutaba 1 x 4 Cruzeiro Cruzeiro 2 x 1 Ituiutaba Cruzeiro 5 x 0 Atlético Atlético 1 x 1 Cruzeiro 2010 Cruzeiro 6 x 0 Uberlândia Fonte: www.uai.com.br

Campeonato Mineiro

Atético-MG O Atlético enfrenta o Tupi, neste domingo, às 17h, no Mineirão, em busca da primeira vitória em jogos oficiais na temporada. No duelo entre clubes que têm o mesmo mascote, o objetivo do Galo de BH é somar três pontos em casa, aproveitando o fato de atuar novamente como mandante, mirando a ponta do Mineiro. E também conquistar o triunfo pela primeira vez sob o comando de Vanderlei Luxemburgo, em partidas válidas por um campeonato. Tupi-JF O Galo de Juiz de Fora vem de vitória na estreia, em casa, diante do Ipatinga, por 1 a 0. O bom começo de campeonato motivou ainda mais a equipe do técnico Leonardo Condé, que vem a Belo Horizonte tentar surpreender no Mineirão. O treinador não poderá escalar o volante Denílson e o armador Chiquinho, ambos emprestados pelo Atlético e impedidos de atuar por força de contrato. Outra ausência é Gedeon, outro que defendeu o Galo da capital, suspenso. Com isso, o time da Zona da Mata jogará no esquema 3-5-2. Times Atlético: Carini; Coelho, Werley, Jairo Campos e Leandro; Correa, Fabiano, Ricardinho e Evandro; Muriqui e Diego Tardelli Tupi: Eládio; Marcelinho, Fabrício Soares e Rizo; Henrique, Assis, Léo Salino, Samuel e Michel; Róbson (César) e Ademílson. A Rádio Cultura transmite o jogo: Narração: Edson Palma, Comentários: João Begatti, Entrevistas: Carlos Ferreira, Plantão: Alessandra Batista, Coordenação: Sérgio Rodrigues. OBS: Resultado de Sábado; Cruzeiro 0 x 3 Ipatinga

Fla-Flu

QUEM ENTRARÁ PARA A HISTÓRIA DO GRANDE CLÁSSICO? FALTA APENAS 1 PARA O GOL DE NÚMERO 500 DO FLUMINENSE CONTRA O FLAMENGO : http://www.flumania.com.br/estatisticas.htm Total de jogos: 372 Total de vitórias: 118 Total de empates: 121 Total de derrotas: 133 Total de gols pró: 499 Total de gols contra: 546 Não computados 10 jogos de Torneio Início nem o WO duplo ocorrido em 1998. Último jogo: Flamengo 2 x 0 Fluminense, 04.10.2009 - Maracanã - Brasileiro Último empate: Flamengo 1 x 1 Fluminense, 26.08.2009 - Maracanã - Sul-americana Gol: Roni Última vitória: Flamengo 1 x 4 Fluminense, 10.02.2008 - Maracanã - Carioca Gols: Thiago Neves (3) e Maurício Obs.: O América já levou 545 gols do Fluminense, o Bangu 539, o Botafogo 515 e o Vasco 466. MAIORES PÚBLICOS DA HISTÓRIA DO FLA-FLU : http://www.rsssfbrasil.com/miscellaneous/attflaflu.htm Colaboração: Alexandre Magno Barreto Berwanger

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

LAU (Liga Atlética Ubaense)

COMEÇAM AS COMPETIÇÕES NA LAU Carlos Roberto Sodré* Faturar só mesmo no campeonato regional da categoria principal. Talvez, por isso mesmo, que a entidade maior do nosso futebol, LAU, Liga Atlética Ubaense, só tem olhos para a principal categoria do esporte preferido do povo brasileiro: o futebol. O início do ano é aquela peleja. Até o tratamento com as categorias de base é feito com menosprezo. Chega alguém do comando e diz: “vai começar o campeonato dos meninos”. Conheço pessoas que dizem abertamente assim: ”tolerar esse campeonato de menino, até o meio do ano, não é mole:” Não se enganem, eles promovem é por que não tem outro jeito! É tempo de mais para competição de menos. Quero dizer que o calendário às vezes fica extenso demais até que chegue o campeonato regional. Para a Liga a única competição que vale a pena é o campeonato regional da categoria principal. O Nicolino José de Carvalho me disse que o presidente, por muitas vezes, reclamou dos recursos de que sua esposa teria destinado aos pagamentos de contas de água, luz, telefone e outros da entidade. No entanto senhor presidente, a LAU cobrou uma boa taxa dos clubes nas semifinais e finais do campeonato regional do ano passado, prática muito exercida em todos os campeonatos já realizados. Então é por isso que a Liga realiza, com tamanha dedicação os regionais, com presenças de profissionais de diversas partes do Brasil. O presidente está dizendo para todos, que o ex-vice-presidente da LAU, Nicolino José de Carvalho, é quem criou todas as taxas. O presidente não gosta de concorrente! A globalização está cheia de concorrência, senhor presidente! O senhor precisa aprender a lidar com as novidades do mundo moderno. Até hoje a LAU não tem á disposição dos dirigentes uma INTERNET. Depois de quarenta anos a serviço da comunicação mundial, o que facilita a vida de todos, essa novidade está longe de encurtar as distancias entre dirigentes de clubes e da entidade. A imprensa precisa conscientizar-se de que o futebol aqui é diferente do promovido pela televisão. Lá os clubes recebem uma boa quantia, enquanto que nas ligas, os clubes só conseguem se movimentar graças aos dirigentes, que são apaixonados. Aí acabam tirando do bolso aquilo que, muitas vezes, poderia ir para mesa dos seus filhos. Eu pergunto para os gênios: onde está a saída? Com quem está o mapa da mina? Para se ter uma idéia, nem os árbitros daqui foram escalados nos jogos finais das competições que fecharam o ano. O negócio é importar tudo. É assim que o presidente gosta! *Carlos Roberto Sodré é Locutor Esportivo

Cidade Administrativa

Cidade Administrativa será inaugurada em 4 de março, anuncia Aécio O governador Aécio Neves anunciou, nesta quinta-feira, 28/01, que no dia 13 de fevereiro começa a mudança das secretarias e órgãos estaduais para a Cidade Administrativa do Estado de Minas Gerais. Os primeiros servidores serão transferidos no dia 22 de fevereiro. Aécio também confirmou que o complexo de prédios que abrigará toda administração direta do Estado será inaugurado no dia 04 de março, data em que o ex-presidente Tancredo Neves, que dá nome à Cidade, completaria cem anos de nascimento. Estrutura para servidores O governador afirmou que no dia 18 de fevereiro toda a estrutura de transporte e alimentação estará funcionando para atender os servidores estaduais, inclusive as linhas ônibus que ligarão a estação do metrô Vilarinho à Cidade Administrativa, de forma gratuita para os servidores. Aécio Neves garantiu que já os primeiros funcionários que serão transferidos irão encontrar toda estrutura necessária para trabalhar com conforto. Cronograma de mudanças Para garantir maior comodidade para os servidores, a transferência será feita de forma gradual, entre fevereiro e outubro, com uma mudança mensal de 1.800 a 1.900 servidores. O serviço de transporte será aumentado gradativamente na medida em que os servidores forem transferidos. Já a alimentação e outros serviços estarão completamente em funcionamento até o final de abril. A Secretaria de Governo, Gabinete Militar do Governador, Núcleo Estado para Resultados, Secretaria de Planejamento e Gestão, Governadoria, Vice-Governadoria e todos os órgãos do Sistema Estadual do Meio Ambiente (Sisema) serão os primeiros a se transferirem para a Cidade Administrativa, entre os dias 13 e 28 de fevereiro. O governador explicou que cada servidor receberá um folheto com explicações sobre o local exato em que vai trabalhar e um crachá que dará acesso à Cidade Administrativa. Nos primeiros dias de trabalho, haverá funcionários nos diversos prédios para ajudar os servidores que tiveram dúvida. Fonte: www.uai.com.br

Goleiro

RODRIGO POSSO (ERMIS ARADIPPOU-CHIPRE) Rodrigo Posso Moreno nasceu em Moreira Sales-PR, tem 33 anos, 1,87m e começou nas categorias de base do Comercial de Moreira Sales-PR. Depois transferiu-se para o Cruzeiro-MG, onde profissionalizou-se. Passou ainda por Desportiva-ES, Rio Branco-MG, Tupi-MG, Tuna Luso-PA, Mirassol-SP, Remo-PA, ABC-RN, Gama-DF, Uberaba-MG e Ipatinga-MG. No final de 2008, Rodrigo Posso decidiu abandonar a carreira profissional e tornou-se diretor executivo do Ipatinga, clube que o atleta tem bastante identificação, sendo o jogador que mais vestiu sua camisa, porém, em 2009, Rodrigo Posso voltou a jogar profissionalmente após receber uma proposta do Ermis Aradippou, do Chipre, seu atual clube. Fonte: www.blogdorobertosilva.zip.net

Batavo

Batavo é a patrocinadora oficial do Flamengo Com investimento de R$ 22 milhões, a marca estampará as camisas da equipe de futebol profissional e das categorias de base do clube por um ano. A Batavo, marca pertencente à BRF Brasil Foods, anuncia o patrocínio à equipe de futebol profissional e das categorias de base do Clube de Regatas do Flamengo. Com investimento de R$ 22 milhões, a nova patrocinadora máster estampará a frente e as costas da camisa rubro-negra pelo período de um ano, com possibilidade de renovação.

Radiodifusão

Rádio Manchete AM O narrador Daniel Pereira deixou a equipe de esportes da Rádio Manchete, permanecendo apena no SPOTTV Rádio Tamoio AM/FM O Grupo Verdes Mares (Rádio Tamoio AM) confirmou a compra da JB FM e em breve estará com sua programação no FM. Rádio Globo AM/FM O sistema GLOBO de rádio comprou a antiga Manchete FM , 89,3 e vai retransmitir toda sua programação em FM, a exemplo da CBN e da Tupi. Rádio MTV FM O Grupo Abril, um dos maiores grupos de mídia e detentora da marca MTV no Brasil, estuda a possibilidade de explorar a marca no mercado radiofônico de São Paulo. A sociedade que a Abril mantinha com a Viacom, que impossibilitava a transação, foi desfeita e agora empresa pode levar o projeto de criação da nova rádio adiante. Esse assunto não é novo, pois em meados de 2006 e 2007 essa possibilidade de transmitir uma programação em FM já era discutida. De acordo com informações do site Tela Viva, a Abril planeja levar o conteúdo da MTV para duas plataformas de distribuição que ainda têm grande potencial junto ao público jovem. Além da MTV FM, o grupo planeja também a exploração de um jornal com a marca. Segundo a matéria do Tela Viva, ainda não há nenhum modelo definido para a nova rádio. O grupo pode licenciar a marca, exigindo algum controle editorial para garantir que a rádio esteja de acordo com o público alvo. A alternativa é lançar uma rádio em parceria com uma empresa que tenha a frequência. Fonte: Tudo Rádio

Ipatinga F.C.

A diretoria do Ipatinga ainda não anunciou oficialmente, mas Gilson Kleina é o novo técnico do clube. O treinador é o substituto de Flávio Lopes, demitido na última terça-feira (26/01), e deixou o Boa Vista/RJ para assumir, pela segunda vez o Ipatinga. Sua primeira passagem aconteceu em 2007. Se não houver atraso na viagem, Kleina comandará seu primeiro treinamento no time do Vale do Aço na tarde desta quinta-feira (28), no campo do Industrial, no Bairro Bom Retiro, visando o jogo deste sábado (30), às 17h, contra o Cruzeiro, no Mineirão.

Cruzeiro E.C.

Empate mantém bom retrospecto celeste contra bolivianos Em oito jogos, são cinco vitórias, dois empates e apenas uma derrota O empate do Cruzeiro diante do Real Potosí, por 1 a 1, pela Copa Libertadores da América, nesta quarta-feira, ampliou o bom retrospecto celeste contra equipes bolivianas. Em oito partidas, são cinco vitórias azuis e dois empates. A goleada sofrida em 2008 para o mesmo Real Potosí foi o único revés da Raposa para equipes bolivianas em sua história. A primeira vez que o Cruzeiro enfrentou uma um clube boliviano foi em 1971, em um amistoso contra o The Strongest, em La Paz. Na ocasião, o time celeste contava com quatro atletas campeões mundiais de 1970 em seu elenco – Brito, Fontana, Piazza e Tostão – e recebeu uma série de convites para amistosos internacionais, inclusive na Bolívia. A Raposa venceu o The Strongest por 2 a 1, gols de Tostão e Dirceu Lopes. Em 1977, o Cruzeiro, então campeão da Libertadores do ano anterior, mais uma vez excursionou pelas Américas. Entre as equipes enfrentadas, as seleções do Uruguai, Chile, Equador, Colômbia, México e da Bolívia. Foram dois jogos contra os bolivianos, com um empate em 1 a 1 e uma vitória por 3 a 2. O Cruzeiro voltou a enfrentar bolivianos em 2008, pela Copa Libertadores da América, quando venceu por 3 a 0 o Real Potosí, no Mineirão, e perdeu por 5 a 1 em Potosí. No ano passado, o adversário foi o Universitário de Sucre. Foram duas vitórias estreladas: 1 a 0 na Bolívia e 2 a 0 no Mineirão. Confira o retrospecto do Cruzeiro contra bolivianos: Cruzeiro 2 x 1 The Strongest – La Paz – 09/02/1971 Cruzeiro 1 x 1 Seleção da Bolívia – Santa Cruz de La Sierra – 28/01/1977 Cruzeiro 3 x 2 Seleção da Bolívia – La Paz – 30/01/1977 Cruzeiro 3 x 0 Real Potosí – Belo Horizonte – 13/02/2008 Cruzeiro 1 x 5 Real Potosí – Potosí – 16/04/2008 Cruzeiro 1 x 0 Univ. Sucre – Sucre – 04/03/2009 Cruzeiro 2 x 0 Univ. Sucre – Belo Horizonte – 18/03/2009 Cruzeiro 1 x 1 Real Potosí – Potosí – 27/01/2010 Fonte: www.uai.com.br

VOTO OBRIGATÓRIO OU FACULTAVIVO?

Arcênio Rodrigues da Silva* No Brasil, o voto obrigatório está na Constituição Federal desde 1934. Há uma grande discussão nos meios acadêmicos e políticos acerca de propostas e idéias para a substituição do voto obrigatório pelo facultativo. Uma das principais discussões levantadas é a de que o voto é um direito e não uma obrigação e que, portanto, deve ser facultada ao eleitor a opção de se abster. "Entretanto, acredito que sua eliminação elevaria a abstenção a um nível inaceitável colocando em dúvida a legitimidade das eleições. Além do mais, acarretaria ainda mais, o desinteresse da sociedade pela vida política do nosso país, tornando o processo político mais elitista!", declara o advogado tributarista, Dr. Arcênio Rodrigues da Silva. Para o advogado, "a defesa do voto obrigatório é a salvaguarda do principal, senão o único, instrumento de participação direta no processo democrático em que o cidadão brasileiro/ eleitor tem a opção de votar nulo ou em branco no caso de insatisfação com os candidatos apresentados". Porém, os "defensores do voto facultativo" acreditam que tal iniciativa seria um instrumento de suma importância para a conscientização política na medida em que os partidos e seus candidatos teriam a dupla e dura missão de convencer os eleitores: primeiro exercer o voto e, segundo a votarem em suas propostas. Alegam também que "só no Brasil" o voto é obrigatório, comparando-se com os Estados Unidos, a França e a Grã-Bretanha!! "Então, porque não mencionar também a Austrália, a Itália e a Bélgica cujas legislações determinam a obrigatoriedade do voto?. Aliás, essas nações demonstram uma invejável estabilidade democrática, sendo suas instituições sólidas, há pelo menos meio século!", afirma Dr. Arcênio. Nos Estados Unidos, por exemplo, onde o voto é facultativo, não só a abstenção nas eleições tem sido bastante grande, como ela tende a se perpetuar nos mesmos grupos sociais e étnicos - basicamente, os dos discriminados socialmente, em especial os negros. "Ora, segundo a discussão política que atualmente chega à própria mídia, esse fenômeno estaria agravando a desigualdade, na medida em que os negros votam menos que os brancos, portanto os eleitos procuram atender mais os interesses de seus reais eleitores do que os dos não-votantes, de modo que a exclusão social dos negros aumenta e, com isso, mantém-se ou se acentua a abstenção eleitoral dos negros. Temos assim um círculo vicioso da exclusão, piorada pelo caráter facultativo do voto", acredita o advogado. Porque manter o voto obrigatório no Brasil?: Para o advogado tributarista, Arcênio Rodrigues da Silva, "a maior parte do eleitorado brasileiro somente tem contato com a política no momento do exercício democrático do voto; Aproximadamente 78% dos jovens - com idade entre 15 e 24 anos -, não se mostram interessados pelos assuntos políticos do país; Cerca de 95%, jamais participaram de qualquer movimento ou debate político; 94% dos brasileiros jamais participaram de associações, sindicatos etc. e, mais de 99%, não acreditam na classe política!". "Estes dados demonstram o baixíssimo nível de politização do povo brasileiro e o total desinteresse pela política. O ato de votar requer que o eleitor esteja preparado. E, a única forma de se obter esse preparo é o exercício à constância do voto. "Ademais, a desigualdade social, o nível de renda e o nível da escolaridade estão positivamente relacionadas com a diminuta participação política", acredita o advogado. "Diante deste cenário, não tenho dúvidas de que o voto obrigatório deva ser mantido no Brasil", finaliza o advogado. *Arcênio Rodrigues da Silva é, Administrador de Empresas e Advogado.

Viaduto das Almas vira desafio para carga de 140 toneladas

O tráfego nos dois sentidos do Viaduto Vila Rica, conhecido como Viaduto das Almas, no km 592 da BR-040, no município de Itabirito, foi interrompido às 14h de quarta-feira pela Polícia Rodoviária Federal (PRF). Desta vez, o fechamento do trecho não foi motivado por acidente, mas para que dois cavalos mecânicos acoplados que transportam uma peça da Petrobras chamada Manifold submarino, usada na extração de petróleo, pudessem passar com segurança. O lado direito da peça, que pesa 140 t, tem 5m de altura e 8,5m de largura, precisou ser erguido pelo sistema hidráulico da carroceria de 16 eixos, possibilitando que ela passasse por cima da mureta do viaduto. Com 262m de pista simples, o pontilhão tem 9m de largura, mas a operação foi necessária por causa do seu traçado em curva. Para transportar a Manifold submarino de Vespasiano, na Grande Belo Horizonte, ao Rio de Janeiro, são usados dois cavalos mecânicos da marca Volvo, cada um com capacidade para 200t de carga. “Um dos cavalos puxa e o outro auxilia. Somando a peça e os veículos são 262t de peso”, informou Marco Esteves, de 38 anos, motorista de um dos cavalos mecânicos. Ele admitiu que deu “um frio na barriga” ao passar pelo Viaduto das Almas, manobra que durou apenas três minutos. “Ele se sacudiu todinho e o operador que fica sentado do lado de fora, junto à carga, para auxiliar no transporte, disse que deu para ver todos os ferros do viaduto tremendo.” A previsão do motorista, que saiu de Vespasiano na terça-feira, é chegar ao Rio de Janeiro quarta-feira que vem. “Alguns fatores, como a chuva, podem atrasar a viagem”, ressaltou. A peça é transportada numa velocidade média de 40 quilômetros por hora nas retas, caindo para até cinco quilômetros por hora nas subidas. Durante todo o trajeto os condutores vão se falando por meio de rádio. À frente dos cavalos mecânicos, que só têm permissão para rodar das 8h às 18h, vão uma Kombi da empresa que faz o transporte e uma viatura da PRF, responsável por interromper o trânsito para a passagem da carga. De acordo com o motorista Esteves, a operação realizada no Viaduto das Almas terá de ser repetida em todas as pontes com menos de 6m de largura ao longo da 040. “(Do viaduto) até Congonhas (na Região Central) são pelo menos três pontes estreitas”, afirmou. Palco de várias tragédias e mortes, o Viaduto das Almas será substituído em breve por uma nova estrutura, que terá 460m de extensão e 21m de largura. A principal diferença entre o velho e o novo Vila Rica é que a ponte que está em fase final de elaboração é em linha reta, tem duas faixas de rolamento em cada direção e os sentidos contrários são separados por barreira física. O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) termina a construção de uma variante, que vai ligar a BR-040 ao novo pontilhão, para, enfim, inaugurá-lo. Fonte: www.uai.com.br

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

A dança continua...

Técnico Flávio Lopes deixa o Ipatinga Flávio Lopes não é mais o técnico do Ipatinga. O treinador chegou a um acordo com a direção do Tigre nesta terça-feira e, ainda sem clube, embarcou para o Mato Grosso do Sul, onde sua esposa trabalha. O Ipatinga estreou no Campeonato Mineiro com derrota por 1 a 0 para o Tupi, no último sábado, em Juiz de Fora. O Tigre busca novo técnico para enfrentar o Cruzeiro no sábado, às 17h, no Mineirão, pela segunda rodada do Estadual. O time do Vale do Aço ainda tem três treinos antes da viagem para Belo Horizonte, sexta-feira, às 14h. Fonte: www.uai.com.br

Futebol

BOTAFOGO Joel Santana assume a equipe do Botafogo O técnico Joel Santana está de volta ao futebol carioca. Ele acertou o seu retorno ao comando do Botafogo, após reunião encerrada no final da noite desta segunda-feira com o presidente do clube alvinegro, Maurício Assumpção. Ele já treina a equipe nesta terça-feira. Joel foi campeão carioca pelo Botafogo em 1997. Joel assume a vaga do técnico Estevam Soares, que não resistiu à goleada por 6 a 0 sofrida diante do Vasco, no Engenhão, e foi demitido pela diretoria do Botafogo no início da noite desta segunda-feira. O próximo jogo do alvinegro será quarta-feira, contra o Tigres. GOIÁS Jorginho é o novo técnico do Goiás O Goiás anunciou na noite de segunda-feira que Jorginho será o novo técnico do time. Ele vai substituir Hélio dos Anjos, que estava na equipe há mais de um ano. Em 2009, Jorginho assumiu interinamente o cargo de treinador do Palmeiras por sete jogos, conseguindo cinco vitórias, um empate e uma derrota. Foi cogitada a efetivação do comandante, mas a diretoria preferiu pela contratação de Muricy Ramalho.

Radiodifusão

O Ministério das Comunicações passou a exigir qualificação mínima para os responsáveis técnicos de emissoras de classe especial ou A, geradoras de seus próprios programas, e de classe B, com programas gerados por outras entidades operadoras, emissoras de radiodifusão sonora em ondas médias, com potência igual ou superior a 50 KW diurna. De acordo com a portaria publicada na semana passada, as emissoras devem apresentar, num prazo de 90 dias, as informações sobre os responsáveis técnicos. Com essa medida, o Ministério das Comunicações passa a cumprida a portaria nº 160, editada pelo próprio Minicom, em 1987, exigindo que o responsável técnico dessas emissoras seja engenheiro habilitado perante o CREA para a atividade, nos termos das Resoluções do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea), com vínculo empregatício com a entidade, de acordo com a legislação vigente. O objetivo dessa portaria é estabelecer as qualificações mínimas dos profissionais que tenham a responsabilidade técnica pela execução dos serviços de radiodifusão no país. As emissoras deverão encaminhar as informações sobre os responsáveis técnicos por meio de formulário padronizado que pode ser encontrado no site Minicom até 15 de abril. Fonte: Tele Síntese OBS: No Brasil, há 2.425 rádios em frequencia modulada (FM) , 1.774 emissoras que transmitem em onda média(OM) e 202 outorgas de televisões educativas.

Luiz Carlos Gasperin (10/05/1952-26/01/2010)

Morre Gasperin, goleiro bicampeão brasileiro pelo Inter Ex-jogador, que defendeu também o Grêmio, lutava contra um câncer de intestino Morreu na manhã desta terça-feira, aos 57 anos, em Curitiba, o ex-goleiro Gasperin. Ele lutava contra um câncer de intestino desde 2005. Gasperin jogou no Grêmio e no Inter, onde participou das campanhas dos títulos brasileiros de 1976 e 1979, além do vice-campeonato da Libertadores em 1980. Seu corpo deve chegar a Vacaria no fim da tarde, para ser velado durante a noite e sepultado na manhã de quarta. Gasperin deixa mulher, Noemi, e três filhos, Carlos Eduardo, Thiago e Cândice Bróglio Gasperin. Carreira Gaúcho de Sarandi, Luiz Carlos Gasperin mudou-se ainda criança para Vacaria, onde começou a jogar no time amador Brasil. Passou pelos juniores do Grêmio, e anos mais tarde, em 1975, defendeu o time profissional do clube porto-alegrense. Depois de uma breve passagem pelo Juventude, parou no Inter, onde ficou de 1976 a 1981 e conquistou dois títulos gaúchos, dois brasileiros e foi vice-campeão da Copa Libertadores. Depois de deixar o Inter, Gasperin ainda defendeu Cruzeiro, América-RJ, Botafogo, de Ribeirão Preto, e encerrou a carreira no Glória, de Vacaria, em 1989. No mesmo clube, começou a carreira de treinador. Como técnico, passou por vários clubes gaúchos, entre eles Caxias, Brasil de Pelotas, Santa Cruz e Esportivo. Treinou também times do interior de Santa Catarina e do Paraná, e era dono de uma papelaria em Curitiba. Fonte: www.zerohora.com.br

TV Digital

EBC realiza audiências para discutir implantação de TV digital em emissoras públicas Agência Brasil Brasília - O projeto Operador Único da Rede Nacional de TV Pública Digital Terrestre, que tem por objetivo a implantação e operação de uma plataforma de transmissões em sistema digital para emissoras públicas e estatais federais, será tema de audiências públicas realizadas pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC). As audiências públicas serão abertas a todos que tenham interesse no assunto e desejem esclarecimentos sobre o projeto e sua aplicação. A intenção é recolher e examinar as dúvidas existentes para que seja feito um aprimoramento do edital e dos contratos. As audiências serão realizadas nos dias 27 e 28 de janeiro. A primeira será realizada no Rio de Janeiro e a segunda, em Brasília. A implantação do projeto vai baratear custos e acelerar a migração para a nova tecnologia. A concessão para a exploração do serviço será dada à empresa vencedora pelo período de 20 anos e o financiamento será feito pela Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES). A lei que criou a EBC prevê a criação de uma Rede Nacional de Comunicação Pública e isso ocorrerá através da criação da plataforma digital comum. Por meio desta plataforma, as TVs legislativas (Câmara e Senado), do Poder Executivo (NBR), do Judiciário (TV Justiça) e a TV Pública federal (TV Brasil) exibirão suas programações em tecnologia digital. Haverá ainda a implantação de novas redes estatais do Ministério da Educação, do Ministério da Cultura e do Ministério das Comunicações. Emissoras privadas poderão alugar segmentos da plataforma para a transmissão digital em regiões que ainda não tenham instalado seu próprio sistema de transmissão. Edição: Lílian Beraldo Fonte: www.fndc.org.br

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Segunda-feira de mudanças

MG O governador Aécio Neves anunciou, nesta segunda-feira, que o jornalista e vereador de Belo Horizonte, Alberto Rodrigues, será o novo secretário de Estado de Esportes e Juventude. Ele substituirá o atual chefe da pasta, Gustavo Corrêa. O anúncio foi feito durante a solenidade de autorização das obras de reforma do estádio Magalhães Pinto (Mineirão), visando a Copa do Mundo de 2014. Filiado ao PV, o jornalista Alberto Rodrigues está no seu segundo mandato como vereador de Belo Horizonte. É membro da Comissão Permanente de Saúde e Saneamento da Câmara Municipal. Iniciou sua carreira como radialista na rádio Imbiara em 1958, na cidade de Araxá. Teve passagem por outras emissoras de Belo Horizonte e, atualmente, é narrador esportivo da Rádio Itatiaia. ITUIUTABA Técnico Nedo Xavier assume o Ituiutaba no lugar de Paulo Roberto Santos Motivo da dispensa foi a derrota para o Uberaba, em plena Fazendinha, por 3 a 0 Com o mau resultado alcançado na primeira rodada do Campeonato Mineiro, a direção do Ituiutaba demitiu, ainda nesse fim de semana, o técnico Paulo Roberto Santos. O motivo da dispensa foi a derrota para o Uberaba, em plena Fazendinha, por 3 a 0. O novo técnico já está confirmado e é Nedo Xavier, que deve assumir a equipe imediatamente. O treinador tem um longo histórico na equipe do Pontal do Triângulo. Nedo já levou o Ituiutaba às semifinais do Campeonato Mineiro. BOTAFOGO Estevam Soares não é mais o técnico do Botafogo Treinador deixa o comando depois de ser goleado pelo Vasco A diretoria do Botafogo anunciou nesta segunda-feira, em seu site oficial, que Estevam Soares não é mais o técnico do time. Após a derrota de 6 a 0 para o Vasco no último domingo, o treinador não resistiu e deixa o comando com o clube ocupando o terceiro lugar do Grupo B da Taça Guanabara. Joel Santana, Celso Roth e Alexandre Gallo são os cotados. GOIÁS Hélio dos Anjos deixa o Goiás Treinador foi demitido após derrota no clássico contra o Atlético-GO A diretoria do Goiás anunciou a demissão do técnico Hélio dos Anjos. A péssima campanha no Campeonato Goiano, com três derrotas em três partidas, foi o principal motivo da queda do treinador. Hélio estava no clube esmeraldino desde junho de 2008. Mesmo com o Goiás negando ter um favorito ao cargo, o nome de Celso Roth surge com força nos bastidores. O treinador teve uma boa passagem pelo clube em 2004 e está desempregado no momento. SÃO BENTO João Abelha não é mais técnico do São Bento. O treinador não resistiu a goleada sofrida para o Pão de Açúcar, por 5 a 0, no último domingo, pela quarta rodada do Campeonato Paulista da Série A2, e foi demitido nesta segunda-feira. Abelha se reuniu com a diretoria e foi comunicado de seu desligamento.

domingo, 24 de janeiro de 2010

Futebol

Ex-jogadores do Tupi que atuam em outras equipes: Futebol Mineiro: Serginho, João Júnior e Alan (Villa Nova), Lucas e Caetano (Ipatinga), Leandro Ferreira (América-BH), Ranieri (Caldense), Heraldo (Democrata-GV). Futebol Paulista: Renato Santiago e Leandro Lino (São José). Futebol Paranaense: Leandro Bocão (Toledo). Classificação do campeonato Mineiro 01 Cruzeiro 3 pontos, 02 Uberaba 3 03 Tupi 3 04 América-TO 1 05 América-MG 1 06 Atlético-MG 1 07 Villa Nova-MG 1 08 Caldense 1 09 Democrata-GV 1 10 Ipatinga 0 11 Ituiutaba 0 12 Uberlândia 0

Futebol

Futebol Mineiro Ituiutaba 0 x 3 Uberaba, Atlético 1 x 1 América-BH Vila Nova 1 x 1 América-TO Caldense 0 x 0 Democrata-GV Futebol Internacional PSV demite brasileiro por se recusar a fazer tratamento contra uso de drogas Segundo clube, Jonathan Reis teve substâncias proibidas detectadas em exame e não quis receber ajuda. 'Fizemos o que foi possível', diz diretor. O PSV Eindhoven, líder do Campeonato Holandês, anunciou a demissão do jovem atacante brasileiro Jonathan Reis, após a confirmação do resultado positivo em um exame antidoping realizado há alguns dias. Site do PSV destaca o rompimento do contrato do atacante Jonathan Reis Segundo o clube, Reis, que tem 20 anos, apresentou-se após as festas de fim de ano com cinco dias de atraso. Ainda de acordo com o site do PSV, o jogador exibiu uma fadiga excessiva nos treinamentos. Por este motivo, a diretoria do PSV decidiu realizar exames médicos, que detectaram o consumo de substâncias proibidas pelo jogador. O clube informou que aconselhou Reis a fazer tratamento numa clínica, mas o atleta rejeitou qualquer tipo de ajuda. Com isso, os dirigentes decidiram demitir Jonathan "de forma imediata". - Foi uma decisão dura, mas inevitável. Falamos sobre a situação com Jonathan Reis durante várias horas e chegamos à conclusão que não havia outra opção. Fizemos o que foi possível para ajudar na carreira de Jonathan. E o treinador Fred Rutten investiu muito tempo nele. No entanto, os esforços não levaram ao resultado desejado - disse o diretor do PSV Jan Reker no site oficial do clube. O atacante, revelado pelo Atlético-MG, chegou ao clube holandês em 2007. Em 2009, esteve emprestado ao Tupi, de Juiz de Fora, time da primeira divisão do Campeonato Mineiro. Colaboração: Alexandre Costa

sábado, 23 de janeiro de 2010

Tupi 1 x 0 Ipatinga

O Tupi, jogando no Estádio Radialista Mário Helênio, em Juiz de Fora, derrotou o Ipatinga por 1 a 0, gol de Ademilson,foto, aos nove minutos do segundo tempo. Na segunda rodada, Tupi e Ipatinga vão encarar os favoritos ao título. Enquanto o time de Juiz de Fora encara o Atlético, no domingo que vem, no Mineirão, o Ipatinga enfrenta o Cruzeiro, no sábado, também no Mineirão. Tupi: Eládio, Henrique, Marcelinho, Fabrício Soares, Michel; Denílson, Léo Salino, Gedeon e Chiquinho (Sammuel); Ademilson (Cézar), e Robson (Assis). Técnico: Leonardo Condé. Ipatinga: Raniere, Marcio Alemão, Max e Thiago Matias; Luizinho e Marinho Donizete; Max Cardoso, Leanderson (Afonso) e Danilo Dias; Jaja (Joabe) e Francismar (Amilton). Técnico Flávio Lopes. Cartões amarelos: Tupi- Fabrício Soares e Gedeon (Tupi); Márcio Alemão, Jajá, Tiago Matias e Danilo Dias (Ipatinga). Cartão vermelho: Gedeon (Tupi). Público pagante: 1783 Não pagante: 320 Píblico total: 2103 Domingo, 24/91: 10h30 - Ituiutaba x Uberaba 16h - Caldense x Democrata-GV 17h - Villa Nova x América-TO 17h - América x Atlético

Marcelo Rezende estreia segunda-feira na Band

Na próxima segunda-feira (25/01), o jornalista Marcelo Rezende faz a sua estreia na Band com uma série de reportagens especiais no Jornal da Band. As matérias vão falar sobre pessoas que descobriram a religião em momentos de desespero e sobre a busca da cura pela fé. “Escolhi essa tema porque estamos atravessando um período de tragédias; tsunami, terremotos, mortes pelo descuido dos governantes, etc. Me ocorreu que tínhamos que levar uma mensagem de esperança, de que existe algo muito maior”, explica Rezende. Atualmente, o jornalista se dedica à produção do programa Tribunal na TV, atração que estreia nesse trimestre sob seu comando. Fonte: www.comunique-se.com.br

Tupi e Ipatinga

Tupi: Eládio (Jeferson),Henrique (Adalberto), Fabrício Soares, Marcelinho e Michel; Denilson, Léo Salino, Gedeon (Assis)e Chiquinho; Robson e Ademilson. Técnico: Léo Condé. Ipatinga: Ranieri,Márcio Alemão, Thiago Mathias e Max; Luizinho e Marinho Donizete; Max Carrasco, Leanderson e Danilo; Francismar e Jajá. Técnico: Flávio Lopes. Árbitro: Emerson de Almeida Ferreira, Auxiliares: Flamarion Sócrates da Silva e Marco Antônio da Silva. A Rádio Cultura AM 1580 KHZ (www.cultura.radiomineira.com) transmite Tupi e Ipatinga. Narração: Edson Palma, Comentários: João Begati, Entrevistas: Carlos Ferreira, Plantão: Adão César e Alessandra Batista, Ãncora: Sérgio Rodrigues, Apoio técnico: Evandro Begati e Guilherme Almeida.

Federação Paulista cerceia trabalho da Imprensa

As tentativas de cerceamento do trabalho da Imprensa no Brasil não cessam. Outra vez, a Federação Paulista de Futebol insere no regulamento do Campeonato preceito que proibe a presença de jornalistas dentro de campo em flagrante desrespeito à Constituição da República, que agasalha a liberdade da informação em nosso país. No ano passado, a Jovem Pan recorreu ao Judiciário e o ilustre juiz de direito Carlos Henrique Abraão concedeu medida liminar, abrindo aos nossos repórteres a possibilidade de exercer seu trabalho. Da mesma forma, um outro magistrado paulista, o Dr. Luiz Beethoven Giffone Ferreira, acolheu pedido semelhante da Jovem Pan, questionado a tese no Campeonato Brasileiro. Agora porém, surpreendentemente, a proposta liminar da emissora foi repelida pela juiza Patrícia Maiello Ribeiro Prado que, em seu despacho, manteve a censura imposta pela Federação ao direito à informação. O fundamento da decisão se prende à necessidade de manter segurança de todos durante o jogo e ao fato de que não há uma proibição geral da transmissão, mas apenas quanto a atuação dos repórteres. A emissora recorreu da decisão. Há mais de meio século tendo seus repórteres atuando nas transmissões esportivas, jamais um jornalista foi acusado de ter sido causador de qualquer distúrbio no gramado. De outra parte, a informação do repórter é absolutamente necessária para a própria segurança de todos, pois é o rádio que esclarece o público nos estádios a respeito de todos os fatos que ali ocorrem. O recurso da Jovem Pan será apreciado aogra pela desembargadora Dra. Ana de Lourdes Coutinho Silva. A Rádio Jovem Pan de São Paulo continua confiando em que o Poder Judiciario Brasileiro não permitirá que se desnature o mais sagrado principio-base das sociedades democráticas: a liberdade de Imprensa e o correlato direito do povo de ser bem informado. Fonte: www.jp.com.br

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

SÓ NÃO FOI O MELHOR PORQUE ERA TÍMIDO

Carlos Roberto Sodré* Recebo um outro pedido para escrever sobre um atleta que brilhou até aos quarenta anos de idade, como jogador de futebol profissional. Trata-se de Álvaro. Ao contrário do que muita gente pensa, Álvaro não nasceu em Ubá, ele nasceu em Recreio, perto de Muriaé, onde também nasceu Zezé, ponta esquerda do Fluminense RJ, na década de oitenta, hoje morando no céu. Este é o primeiro capítulo, entre outros que virão por aí. Não é possível escrever sobre um atleta, dessa envergadura, em apenas uma crônica, até por que não sei tudo sobre ele, ainda. Jogou e foi titular do América do Rio de Janeiro. Do melhor time do América nos anos setenta. Na época recebeu convites para jogar em outros clubes do Brasil. Como o Flamengo, por exemplo. Mas outras equipes também interessaram em contratar o jogador. Porém a legislação muito rígida, e naquela época o atleta era quase um escravo do clube, dificultou assim sua saída. Hoje o jogador é escravo, não mais do clube, mas do empresário. Mas não foram só esses obstáculos que atrapalharam a vida de Álvaro: sua timidez também pode ser vista como uma vilã da história. Ficamos amigos em 1985, quando fui trabalhar no extinto Armarinho Santo Antônio LTDA. Nos finais de semana nossos encontros eram sempre na UFA, clube criado numa época anterior pelos funcionários da empresa, Ali bem no meio da piscina, num sol de arrebentar mamona, foi que Álvaro me disse:” por eu ser tão calado, deixei de ganhar muito dinheiro com o futebol. Uma vez o Flamengo quis me contratar, outras equipes também quiseram, no entanto fiquei muito tempo no América. A idade chegou e eu acabei jogando futebol em equipes ainda menores que o Alvi rubro carioca.” Álvaro citou o exemplo de Edmundo, que naquela ocasião, estava começando:”veja o exemplo do Edmundo, garoto começou agora e já fala pelos cotovelos. Não queria falar tanto, mas pelo menos o suficiente para a grande mídia me valorizar.” Álvaro não escondeu o desejo que tinha em jogar no futebol paulista:”lá os jogadores são bem remunerados, e no final do mês a grana sai, mesmo”. Apesar de envolver em algumas confusões o ex atacante e agora comentarista esportivo, Edmundo conseguiu ganhar fama e dinheiro, porém não sei se é feliz. É verdade que foi a partir dessa década que a televisão passou a dar mais importância ao futebol, missão que antes era exercida somente pelo rádio, jornais e revistas. Aos sessenta anos de idade Álvaro tem muita história para contar. Sua humildade e timidez não permitem, por exemplo, que ele fale que de todas as convocações da seleção brasileira, no período do auge da carreira, ele esteve relacionado. Naquela ocasião a antiga CBD, Confederação Brasileira de Desporto, hoje CBF, Confederação Brasileira de Futebol, relacionava quarenta atletas. Com início no Esporte Clube Aymorés, Álvaro fez a bola rolar redondinha pelos gramados do Brasil. A fanática do torcida do Cruzeiro de Guidoval fala com orgulho da passagem vitoriosa de Álvaro, quando na oportunidade o melhor lateral esquerdo de nossa região e um dos melhores do Brasil, vestiu e foi campeão no ano de 1990 com a camisa alvi negra. Numa partida emocionante disputada no campo do Aymorés, que teve a arbitragem de José Roberto Wright, que tinha chegado da Copa do Mundo da Alemanha. O Cruzeiro venceu o Pombense pelo placar de 3x2, conquistando um título inédito para os guidovalenses. Álvaro foi mais uma vez um dos destaques do time. *Carlos Roberto Sodré é Locutor Esportivo

Arbitragem

Tupi x Ipatinga Sábado - 23/01 Mário Helênio - 17h A:Emerson de Almeida Ferreira(CBF/FMF) A1:Flamarion Sócrates da Silva(CBF/FMF) A2:Marco Antônio da Silva(CBF/FMF) Ituiutaba x Uberaba Domingo - 24/01 Fazendinha - 10h30 A:Elmivan Alves Andrade(CBF/FMF) A1:Celso Luiz da Silva(CBF/FMF) A2:Janette Mara Arcajo(CBF/FMF) Caldense x Democrata Domingo - 24/01 Ronaldão - 16h A:Ricardo Marques Ribeiro(FIFA/MG) A1:Márcio Eustáquio Santiago(FIFA/MG) A2:Wesley Moreira de Carvalho(FMF) América x Atlético Domingo - 24/01 Mineirão - 17h A:Cleisson Veloso Pereira(CBF/FMF) A1:Helbert Costa Andrade(CBF/FMF) A2:Guilherme Dias Camilo(CBF/FMF) Villa Nova x América/T.O. Domingo - 24/01 Castor Cifuentes - 17h A:Adriano Alves de Oliveira(FMF) A1:Marconi Helbert Vieira(FMF) A2:Frederico Soares Vilarinho(FMF) Fonte: FMF

Futebol Mineiro

Ipatinga O técnico Flávio Lopes já escalou o Ipatinga para a estréia do Campeonato Mineiro, diante do Tupi, sábado, 23/01, às 17h, em Juiz de Fora. A única dúvida estava no meio-campo, entre Evandro e Danilo. Apesar do treinador não confirmar de maneira oficial, a vaga deverá ficar com Danilo. O Ipatinga entrará em campo com: Ranieri; Márcio Alemão, Thiago Mathias e Max; Luizinho, Max Carrasco, Leanderson, Danilo e Marinho Donizete; Francismar e Jajá. América Depois de negociar o Bruno Mineiro com o Atlético-PR, o América anunciou a contratação de outros dois atacantes, velhos conhecidos da torcida mineira: Fábio Júnior e Joãozinho. Na última temporada, Fábio Júnior, de 32 anos, defendeu o Brasiliense na Série B do Campeonato Brasileiro. Mineiro de São José do Avaí, distrito de Manhuaçu, Fábio Júnior já atuou no Cruzeiro, Atlético, Palmeiras e Roma. Joãozinho, de 29 anos, é outro o outro reforço. Revelado pelo Cruzeiro, também já defendeu o Ipatinga e outros clubes. Atlético Por indicação de Vanderlei Luxemburgo, a diretoria do Atlético acertou a contratação do atacante Obina. Cruzeiro Cruzeiro e Uberlãndia abriram o campeonato mineiro 2010, com o time celeste goleando po por 6 a 0, gom 03 gols de Kléber, e Thiago Ribeiro, Cláudio Caçapa e Diego Renan, marcando um gol, cada.

LIGA ESTÁ DE OLHO NO DINHEIRO DO RURAL

Carlos Roberto Sodré* Debruçar sobre as teclas do meu computador para falar de gente decente e que faz um trabalho também decente é acima de tudo prazeroso. Assim eu começo desenhar nos meus pensamentos como é que deverá ser o campeonato rural que vai começar a partir do dia sete de fevereiro. Certa vez o nosso amigo Miguel da Lanchonete Holliday disse, com todas as letras, o seguinte: ”haverá um tempo em que só vai restar no futebol de Ubá o campeonato rural. E com um agravante: vamos ter sempre um futebol cada vez mais inflacionado.” Parece até palavras de um profeta. O que vejo no futebol de nossa Ubá, leia-se área em que é comandada pela LAU, Liga Atlética Ubaense, entidade que dirige os rumos do nosso futebol, ou pelo menos deveria dirigir. O que falta para ter esse comando de verdade? Planejamento. É exatamente isto que falta. Campos abandonados, clubes sem diretorias, alguns quebrados pelos altos gastos que os campeonatos regionais lhes impuseram. Esta é talvez a maior constatação. Meu caro leitor comece a partir de agora a perceber que tem muita gente ligada à imprensa esportiva que não valoriza nem um pouco as divisões de base dos clubes, a não ser quando é para fazer média com algum empresário, ou coisa do gênero. O clube por sua vez valoriza só da boca pra fora, com raras exceções. José Cardoso Neto, Nicolino José de Carvalho e Jorge Luiz Vieira formam o trio que irão comandar mais um ruralzão. Desejo todo sucesso do mundo para eles, afinal as edições anteriores foram só elogios. Haverá seus problemas. No futebol sempre há uma reclamação aqui outra ali. Dezessete equipes deverão movimentar cerca de oitocentos e cinqüenta atletas, levando em consideração que cada equipe deve assinar cinqüenta atletas, sendo vinte e cinco no primeiro quadro e vinte e cinco no segundo. Valentes, corajosos e destemidos. È assim que eu considero que são os dirigentes das respectivas equipes que começam o novo ano com as velhas preocupações: colocar o ônibus na estrada e meter a mão no bolso, sempre. São uns heróis dignos de aplausos. Mas muito mais que aplaudir, temos que ver as dificuldades que esses voluntários enfrentam. São verdadeiros soldados sem farda. Em um exército que tem gente das FARC. O que fazer quando a parte financeira fala mais alto? O presidente da Liga Atlética Ubaense já perguntou quanto é que o campeonato rural vai movimentar para os cofres da entidade. É presidente, quanto é que LAU tem dado em termo de apoio para o futebol rural?! O profeta tem razão. O campeonato rural, disputado na cidade, é o único com sobrevivência garantida, por enquanto!!! *Carlos Roberto Sodré é Locutor Esportivo

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Jornal

São Paulo ganha seu primeiro jornal popular Nesta quarta-feira (20/01), o Mais chega às bancas de São Paulo. O novo jornal, do grupo Lance!, é voltado para as classes C e D e custará R$ 0,50. É o primeiro diário com esse formato da capital paulista. O Rio de Janeiro possui dois títulos nessa linha: Meia Hora e Expresso da Notícia. Em Minas Gerais, existe o Super Notícia, considerado um fenômeno de vendas. O Mais será em formato tablóide, com até 28 páginas e tiragem de 75 mil exemplares. Na redação, 32 profissionais são responsáveis por duas grandes editorias: Geral e Esportes. Até o dia 27/01, o jornal circula de maneira experimental. No início, o Mais circula apenas no impresso, mas em breve ganhará uma versão digital. Fonte: www.comunique-se.com.br

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Rádio Digital

Ministro promete: Rádio Digital sai em fevereiro Governo anuncia sistema de rádio digital até fevereiro29/12/09 Até meados de fevereiro de 2010, o governo federal quer anunciar o sistema de rádio digital a ser adotado no Brasil. Foi o que revelou o ministro das Comunicações, Hélio Costa, em reunião com sete empresários e dirigentes de associações de radiodifusão, em encontro na sede do Ministério das Comunicações. - O rádio foi o primeiro veículo de comunicação de massa e será o último a entrar na era digital. A digitalização permitirá um novo modelo de negócio e uma nova revolução no rádio - afirmou o ministro. Segundo Hélio Costa, é chegada a hora de definir um padrão de rádio digital para o Brasil. De acordo com o ministro, o rádio digital permitirá realizar transmissão em ondas curtas com qualidade de som acima da média, o que representará um avanço na política pública de comunicação. Será possível fazer mais transmissões para atingir lugares distantes da Amazônia, cujas comunidades hoje são servidas apenas pela Rádio Nacional da Amazônia, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Hélio Costa apontou que a digitalização do rádio vai agregar outros serviços ao cidadão, que terá acesso à transmissão de dados, fotos, gravações e até mesmo a impressão de dados. O aparelho de rádio será transformado em uma estação multimídia. Fonte: JB Online

SEFIP (Sistema Empresa de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social)

Décimo Terceiro Salário Prazo para entrega da GFIP/SEFIP da competência 13/2009 termina em 29-1-2010 Desde 2005, devem ser apresentadas SEFIP – Sistema Empresa de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência distintas para os fatos geradores referentes ao mês de dezembro, competência 12; e para os fatos geradores referentes ao Décimo Terceiro Salário, competência 13. O SEFIP é um aplicativo desenvolvido pela CAIXA, por meio do qual o empregador/contribuinte consolida os dados cadastrais e financeiros da empresa e trabalhadores, para a geração da GRF – Guia de Recolhimento do FGTS e informações de interesse da RFB – Secretaria da Receita Federal do Brasil e da Previdência Social e do CCFGTS – Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. Neste Comentário, estamos demonstrando os campos para preenchimento do SEFIP no caso de pagamento do Décimo Terceiro Salário, bem como os prazos para sua apresentação. 1. OBRIGAÇÃO ACESSÓRIA A entrega da GFIP/SEFIP da competência 13 constitui uma obrigação acessória destinada, exclusivamente, a informar a base de cálculo da contribuição previdenciária sobre o 13º Salário. Desde a versão 8.0, o SEFIP está habilitado para o cumprimento desta obrigação. Já para os anos de 1999 a 2004, é facultativa a entrega de GFIP/SEFIP para a competência 13, exceto nos casos de retificação que será obrigatória a separação das bases de cálculo. 2. GFIP/SEFIP DO 13º SALÁRIO A GFIP/SEFIP da competência 13 deve ser utilizada exclusivamente para prestar informações à Previdência Social, relativas a fatos geradores das contribuições relacionadas ao Décimo Terceiro Salário, ou seja, não há o que se falar em recolhimento do FGTS através da GRF. 2.1. PRAZO O prazo para apresentação da GFIP/SEFIP da competência 13 (somente com informações à Previdência Social) é até o dia 31 de janeiro do ano seguinte ao da referida competência. Desta forma, a GFIP/SEFIP da competência 13/2009 deve ser apresentada até o dia 29-1-2010. 2.2. RECOLHIMENTO Na prática, a remuneração do Décimo Terceiro Salário e o FGTS sobre esta parcela são preenchidos e recolhidos: a) na GRF, por exemplo, da competência 11/2009 (1ª parcela), paga até o dia 7-12-2009; b) na GRF da competência 12/2009 (2ª parcela), paga até o dia 7-1-2010. 3. INFORMAÇÕES DECLARADAS Na GFIP/SEFIP da competência 13, o empregador deve informar, quando for o caso: a) a base de cálculo das contribuições previdenciárias da competência 13, referentes ao Décimo Terceiro Salário; b) o valor da dedução do Décimo Terceiro do salário-maternidade, a ser abatido das contribuições devidas para a competência 13; c) o valor da compensação, a ser abatido das contribuições devidas para a competência 13; d) o valor referente a competências anteriores, inferiores ao limite mínimo para recolhimento, a ser incluído na GPS da competência 13; e) o valor da retenção sobre nota fiscal/fatura sofrida em dezembro e que foi abatido na GPS da competência 13.

Comunicacão

Estreia de Jorge Kajuru no Esporte Interativo é adiada A estréia do jornalista e apresentador Jorge Kajuru no canal Esporte Interativo, que seria nesta segunda-feira (18/01), foi adiada para o dia 25/01, às 20h, para que ele finalize seu tratamento contra diabetes. O jornalista, que comandará o programa Kajuru Sob Controle, diz que exagerou na alimentação. “Perdi o controle emocional e acabei comendo mais do que podia. O pós-cirúrgico do diabetes é sofrido demais...”, afirma. BandNews FM ocupa lugar da rádio CBN em Ribeirão Preto-SP A rádio CBN deixará de transmitir seu conteúdo em Ribeirão Preto (SP) para dar lugar à BandNews FM. A substituição é fruto de uma parceria do Sistema Thathi de Comunicação com a rádio do Grupo Bandeirantes de Comunicação. A parceria não envolve as outras empresas do grupo, como a Thathi TV e a rádio 79 AM. Todos os profissionais que trabalham na rádio são contratados pela empresa de Ribeirão, mas a equipe passará por uma reformulação. Fonte: www.comunique-se.com.br

domingo, 17 de janeiro de 2010

Futebol Carioca

Todos os campeões do futebol Carioca Flamengo* - 31 títulos Fluminense - 30 Vasco - 22 Botafogo - 18 América - 07 Bangu - 02 Paissandu - 01 São Cristóvão - 01 * Em 1979 o Flamengo "venceu" dois campeonatos no mesmo ano. Desconheço duas Copas do Brasil, duas Libertadores na mesma temporada, portanto, aqui cabe ressalvas.

O HAITI É AQUI? O NOROESTE É AQUI!

Juliana Ribeiro Rodrigues*
Nesta hora peço permissão a Caetano e inspiração a Deus para descrever o que sinto com o horror no Haiti. É impossível não se prostrar perante a diminuta inabilidade humana, ante a legítima incapacidade de reação dos haitianos, diante da incompetência dos homens do mundo, que conhecem a fragilidade, a vulnerabilidade dos “outros” e nada fazem, afinal “eles” ou “aqueles lá” estão tão distantes quando ponderamos ajuda eficaz, aquela que cria condições dignas de vida, porém aumentamos o zoom quando se fala em ajuda humanitária, doação de grana, depois do desastre. Como pode? Agora inverto o meu pedido e solicito permissão a Deus para questionar os seus filhos, meus irmãos, e inspiração poética a Caetano para fazer estes questionamentos de maneira que não pareça ofensiva ou arrogante, porque faço parte deste mundo, sou filha, irmã e me sinto inábil, incapaz, incompetente. O que fazer? Estarrecida, recuo o zoom e faço um link com a realidade que me cerca e me certifico que o poeta estava movido por um verdadeiro senso de localidade, quando cantou que “o Haiti é aqui”, pois traço um paralelo e afirmo, guardando as devidas proporções, que o Noroeste Fluminense está para o Estado do Rio de Janeiro assim como o Haiti está para o mundo, sem autopiedade. Todos conhecem as nossas fragilidades, nossas vulnerabilidades, nossa pobreza e nada fazem, afinal estamos tão distantes, nosso acesso é difícil, estradas horríveis e quando os corriqueiros, digo, anuais desastres nos assolam, ficamos na mídia por uns poucos dias, rola alguma ajuda humanitária e grana mesmo, que é necessária, nenhuma. Vivemos como no Haiti, acumulando um déficit, que vai contra qualquer programa de governo que prima pela diminuição da desigualdade social, econômica e ambiental. E, por falar nela, na desigualdade, podemos dizer que tem começo na distribuição desigual de recursos do governo, onde os que são menos recebem menos, para continuar sendo menos. Este é o nosso fardo? Sermos eternamente menos? Pobres em recursos ambientais, econômicos e sociais? Quando nos será permitido o tão sonhado “desenvolvimento”? Sem essa de ter que ficar pedindo dinheiro com um pires em uma mão e um projeto que nunca passa na outra. O Noroeste Fluminense, assim como o Haiti e outras localidades reconhecidamente pobres, vulneráveis do mundo, deveria ter um aporte de recursos garantido para que tenha plenitude de ação e consiga preparar seu povo para dar resposta quando necessário, pois ninguém está livre da força inigualável da natureza que, ao agir, não distingue pobres, ricos ou intermediários. O que se reconhece nos momentos difíceis são os mais bem preparados, os mais bem adaptados às adversidades. E estes somos nós, os pobres do mundo que, acredita Darwin, sobreviveremos!

*Juliana Ribeiro Rodrigues é Bióloga, especialista em Direito Ambiental e servidora municipal em Miracema-RJ atuando junto à Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Agropecuário.
Fonte: www.blogovagalume.blogspot.com Colaboração: Angeline Coimbra (Niterói-RJ/Miracema-RJ)

TJ-MG

TJ-MG adquire prédio por R$ 70,7 milhões Economia obtida: o aluguel custaria R$ 48 milhões Locação feita na gestão anterior levantou suspeitas O Tribunal de Justiça de Minas Gerais adquiriu por R$ 70,7 milhões o edifício Twin Towers, conjunto que havia sido alugado pela gestão anterior numa controvertida operação imobiliária. A locação, pelo prazo de cinco anos, teria o custo de R$ 48 milhões. O imóvel foi desapropriado e declarado de utilidade pública por decreto do governo estadual. Os recursos são do próprio TJ-MG, a partir de suplementação orçamentária aprovada pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Segundo informa a assessoria de imprensa do TJ-MG, durante a solenidade de entrega das chaves o desembargador Francisco Kupidlowski, síndico do prédio, "comparou o presidente Sérgio Resende ao rei Leônidas, comandante das tropas espartanas na batalha das Termópilas que, liderando 300 guerreiros, combateu bravamente os persas". A aquisição do imóvel foi definida no comunicado oficial como uma "façanha". Trata-se de mais um ato do atual presidente do TJ-MG revendo decisões da administração do desembargador Orlando Adão Carvalho. Logo depois de assumir o cargo, Resende cancelou a construção de uma nova sede para o TJ-MG, estimada, na época, em R$ 519 milhões. No final da gestão de Carvalho, chegou a haver lançamento da pedra fundamental, com a presença do vice-governador Antônio Anastasia (PSDB). A obra foi cercada de suspeitas. A comissão de licitação, formada por cinco desembargadores, renunciara por causa de supostas ilegalidades no edital. Em maio de 2009, a Folha revelou que o Conselho Nacional de Justiça recebera do então procurador-geral da República, Antonio Fernando Souza, cópia de correspondência que circulou entre desembargadores do tribunal mineiro com acusações de "negociata" no aluguel do Twin Towers. "É claro que tudo é mentira", afirmou ao jornal, na ocasião, o ex-presidente Carvalho. Em novembro último, por maioria, a Corte Especial do STJ rejeitou a queixa-crime movida pelo ex-presidente do TJ-MG contra o desembargador Doorgal Gustavo Borges de Andrada, a quem se atribuiu a autoria de um e-mail com as acusações. O Twin Towers acolhe desde o ano passado a 3ª Vice-Presidência do TJ-MG, quatro cartórios de recursos a outros tribunais, duas câmaras criminais e 10 câmaras cíveis. Abriga os gabinetes de 60 desembargadores e outros setores, como os departamentos médico e odontológico e a biblioteca.

Rádio Cultura

A Rádio Cultura de Santos Dumont-MG, AM 1580 KHZ, administrada pela Sociedade Mineira de Comunicação, empresa sediada em Juiz de Fora-MG, informa: O campeonato mineiro de 2010 terá transmissão aqui na Cultura, COM DESTAQUE ESPECIAL PARA O TUPI, e a competição começa nesta quarta-feira, 20/01, com Cruzeiro e Uberlãndia. Narração: Edson Palma, Comentários: João Begatti, Entrevistas: Carlos Ferreira, Plantão: Adão César, Coordenação: Alessandra Batista. No sábado, 23/01: Tupi e Ipatinga. No domingo, 24/01: Atlético e América. Na internet: www.cultura.radiomineira.com No orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=97354075

Grêmio Maringá

Grêmio Maringá nos Campeonatos Brasileiros Campeonato Brasileiro 1977 19/10 Gremio Maringá 2x0 Avaí - 15.193 Pagantes, gols de Nivaldo e Freitas. 23/10 Operário 0x1 Grêmio Maringá - 19.767 Pagantes, gol de Itamar. 30/10 Grêmio Maringá 1x0 Caxias - 15.250 Pagantes, gol de Nivaldo. 6/11 Grêmio Maringá 1x1 Coritiba - 13.375 Pagantes, gol de Ferreirinha. 10/11 Grêmio Maringá 3x1 Dom Bosco - 15.515 Pagantes, gols de Nivaldo, Itamar e Ed (do dom bosco, contra). 16/11 Grêmio Maringá 2x1 Grêmio - 32.194 Pagantes, gols de Itamar (2). 20/11 Internacional 3x0 Grêmio Maringá - 24.361 Pagantes. 24/11 Juventude 1x0 Grêmio Maringá - não divulgado. 27/11 Joinville 2x1 Grêmio Maringá - gol de Ferreirinha, publico não divulgado. 2º Fase 4/12 XV de Piracicaba 3x0 Grêmio Maringá - Publico não divulgado. 11/12 Grêmio Maringá 0x1 Flamengo - 24.762 Pagantes. 14/12 Grêmio Maringá 3x0 ABC - Publico não divulgado, gols de Nivaldo (3). 18/12 Cruzeiro 0x0 Grêmio Maringá - 30.005 Pagantes. 13 jogos, 6 vitórias (3 de 3 pontos), 2 empates e 5 derrotas, 14 gols feitos e 13 sofridos. Saldo +1, somou 17 Pontos, ficou em 31º lugar. Total de Publico nos jogos em casa: 116.289 pagantes, média de 19.381 por jogo. os calclulos só dividi por 6, pois só um jogo não tem os numeros divulgados. Campeonato Brasileiro de 1978 26/3 Grêmio Maringá 0x1 Internacional – 16.821 Pagantes. 2/4 Grêmio Maringá 3x1 Chapecoense – 8.779 Pagantes, gols de Lula, Itamar e Cosme (contra). 6/4 Grêmio Maringá 0x0 Caxias – 9.043 Pagantes. 12/4 Grêmio Maringá 3x1 Colorado – 8.959 Pagantes, gols de Lula e Itamar (2). 16/4 Londrina 2x3 Grêmio Maringá – 17.072 Pagantes, gols de Nivaldo, Lula e Itamar. 23/4 Grêmio Maringá 1x1 Joinville – 13.865 Pagantes, gol de Itamar. 26/4 Grêmio Maringá 0x1 Coritiba – 12.061 Pagantes. 30/4 Atlético-PR 3x1 Grêmio Maringá – 3.449 Pagantes, gol de Lula. 4/5 Figueirense 1x1 Grêmio Maringá – 2.272 Pagantes, gol de Itamar. 7/5 Grêmio 3x2 Grêmio Maringá – 18.369 Pagantes, gols de Lula e Itamar. 11/5 Brasil 0x4 Grêmio Maringá – 3.530 Pagantes, gols de Nivaldo e Lula (3). 14/5 Juventude 1x0 Grêmio Maringá – 5.642 Pagantes. Na 2º fase 21/5 Colorado 3x2 Grêmio Maringá – 2.731 Pagantes, gols de Nivaldo e Itamar. 24/5 Chapecoense 0x0 Grêmio Maringá – 2.058 Pagantes. 28/5 Grêmio Maringá 2x0 Figueirense – 5.662 Pagantes, gols de Nivaldo e Ferreirinha. 4/6 Grêmio Maringá 2x1 Atlético-PR – 6.207 Pagantes, gols de Didi e Itamar. 17/6 Londrina 3x1 Grêmio Maringá – 8.326 Pagantes, gol de Itamar. 24/6 Grêmio Maringá 4x0 Brasil – 3.879 Pagantes, gols de Ferreirinha, Valdir e Itamar (2). Fase final 2/7 Grêmio Maringá 3x0 Vitória – 11.112 Pagantes, gols de Nivaldo e Lula (2). 5/7 Grêmio Maringá 1x2 Corinthians – 27.310 Pagantes, gol de Itamar. 9/7 Cruzeiro 0x0 Grêmio Maringá – 23.984 Pagantes. 13/7 Caxias 3x1 Grêmio Maringá – 4.264 Pagantes, gol de Ferreirinha. 16/7 Americano 2x0 Grêmio Maringá – 1.390 Pagantes. 20/7 Grêmio Maringá 1x2 Bahia – 2.735 Pagantes, gol de Ênio. 23/7 Vasco 1x1 Grêmio Maringá – 18.492 Pagantes, gols de Ferreirinha. 25 jogos, 8 vitórias (3 de 3 pontos), 6 empates e 11 derrotas, 36 gols feitos e 32 levados. Média de Publico em 12 jogos Total de Publico: 126.433, Média de 10.536 por jogo. os calculos foi dividido por 12 jogos em casa. Campeonato Brasileiro de 1979 23/9 Grêmio Maringá 2x0 Desportiva – 5.017 Pagantes, gols de Zé Carlos Amaral e Neguinho. 26/9 Grêmio Maringá 3x2 Caldense – 10.307 Pagantes, gols de Sapuá, Bugrão e Jacy. 28/9 Grêmio Maringá 0x0 Caxias – 8.572 Pagantes. 30/9 Brasil 0x0 Grêmio Maringá - 2.706 Pagantes. 3/10 São Paulo-RS 1x1 Grêmio Maringá – 2.895 Pagantes, gol de Paulo César. 10/10 Grêmio Maringá 2x0 Colatina – 10.509 Pagantes, gols de Zé Carlos Amaral e Hamilton. 17/10 Chapecoense 2x3 Grêmio Maringá – 2.593 Pagantes, gols de Itamar, Paulo César e Décio (contra). 23/10 Operário-PR 0x2 Grêmio Maringá – 6.883 Pagantes, gols de Zé Carlos Amaral e Sapua. 3/11 Grêmio Maringá 2x0 Criciúma – 6.467 Pagantes, gols de Itamar. Na 2º fase 8/11 Grêmio Maringá 1x0 Joinville – 3.403 Pagantes, gol de Itamar. 11/11 Figueirense 0x0 Grêmio Maringá – 8.341 Pagantes. 15/11 Grêmio Maringá 1x4 Operário-MS – 10.938 Pagantes, gol de Florisvaldo. 18/11 Grêmio Maringá 2x3 São Bento – 2.598 Pagantes, gols de Zé Carlos Amaral e Itamar. 21/11 Comercial-MS 1x0 Grêmio Maringá – 4.255 Pagantes. 24/11 Botafogo-RJ 1x0 Grêmio Maringá – 5.615 Pagantes. 28/11 ABC x Grêmio Maringá *jogo não disputado em comum acordo entre os clubes como 1 não disputado, foram 15 jogos, 7 vitórias, 4 empates e 4 derrotas, 19 gols, 14 contra. 18 pontos. Média de Publico em 8 jogos: total Publico: 57.811, média de 7.226. os calculos foram feitos divididos por todos os 8 jogos. Campeonato Brasileiro de 1982 17/1 Internacional 3X0 Grêmio Maringá – 15.184 Pagantes. 20/1 Grêmio Maringá 0X0 Ponte Preta – 11.589 Pagantes. 24/1 Taguatinga 1x2 Grêmio Maringá – 1.527 Pagantes, gols de Nei e Paulo César. 28/1 Goiás 1x1 Grêmio Maringá – 7.249 Pagantes, gol de Edevaldo Lima. 3/2 Grêmio Maringá 2x0 Taguatinga – 2.913 Pagantes, gols de Ademir e Paulo César. 7/2 Grêmio Maringá 2x2 Goiás – 10.980 Pagantes, gols de Ademir e Paulo César. 14/2 Grêmio Maringá 2x0 Internacional – 18.361 Pagantes, gols de Ademir e Paulo César. 17/2 Ponte Preta 1x0 Grêmio Maringá – 4.664 Pagantes. Na 2º fase 28/2 Náutico 3x0 Grêmio Maringá – 10.512 Pagantes. 7/3 Grêmio Maringá 2x2 Grêmio – 15.022 Pagantes, gols de Toninho Taino e Paulo César. 11/3 Grêmio Maringá 3x4 Guarani – 19.330 Pagantes, gols de Ademir e Bugrão (2). 14/3 Grêmio 4x1 Grêmio Maringá – 18.800 Pagantes, gol de Isaías. 17/3 Guarani 3x1 Grêmio Maringá – 7.154 Pagantes, gol de Toniho Taino. 25/3 Grêmio Maringá 0x0 Náutico – 1.690 Pagantes. 14 jogos, 3 vitórias, 5 empates e 6 derrotas, 16 gols feitos, 24 tomados. colocação 25º. em 82, 26º em 78 e 28º em 1979. Média de Publico em 7 jogos. total Publico 79.165, média de 11.309. os calculos foram divididos por todos os 7 jogos em casa (assim como os outros campeonatos). Colaboração: Fernando Justino (Londrina-PR)

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Os centuriões da ‘ditabranda’ na hora da verdade

Antônio Manoel Góes*
No governo FHC, dois projetos para regulamentação dos direitos coletivos e individuais, preconizados na Carta de 1988, foram o pano de fundo da polêmica recém-ocorrida em Brasília. Eram os PNDH-Plano Nacional de Direitos Humanos, 1 e 2, que visavam a destrinchar o que a Constituição estabelecera genericamente, aperfeiçoados em sua terceira versão. Os documentos anteriores foram, sem dúvida, substanciais avanços no processo, mas com atalhos cujo objetivo nada sutil era o de não que contrariar os militares, em cujo ciclo autoritário foi criado um aparelho de repressão e tortura dos ‘inimigos’ do regime de exceção. O atual foi mais fundo e ensejou a resistência de supostos ‘intocáveis’. Nenhum sistema baseado no estado democrático de direito pode permitir, usando a linguagem da atual interação informatizada, que sejam ‘deletadas’ nódoas infamantes empregadas para combater ‘crimes ideológicos’ por ditaduras fortuitas dos pretendentes a ‘salvadores’ da pátria, em seus arreganhos furibundos contra o comunismo ‘internacional’ e outras falácias inerentes ao longo tempo da guerra fria. O general Geisel cunhou a ‘distensão lenta e gradual’, precavido com virtual retomada de um onda de ‘excessos libertários’, agarrado à tese do ‘devagar se vai ao longe’. A corda foi esticada até 1979, quando saiu uma Lei de Anistia capenga, que ensejou o retorno de ilustres personagens da política, ciências e afins, banidos pelos famigerados Atos Institucionais como ‘personas non gratas’ da Nação. Mas a interpretaram como inclusiva das sevícias do aparelho repressor estatal, sob a desculpa de ‘combater a subversão’. Passaram a borracha nos torturadores e ponto final. Acontece que, em todos os países ditos ‘civilizados’, a tortura é delito imprescritível e é aí que o bicho pega. Na realidade, o país fora transformado num imenso quartel de 8 milhões e meio de quilômetros quadrados, onde as excelências fardadas passaram a donas absolutas da verdade, com poder de vida e morte sobre os cidadãos à paisana. A exemplo de Hitler, que previa o ‘Reich dos mil anos’ e só durou quinze, nossos oficiais-generais das três armas estabeleceram um consórcio na caserna, revesando-se no comando do Planalto, onde ruminariam e decretariam todos os editos de caráter imperial, avalizados por um Congresso ‘permitido’, desde que não sonhasse em pisar em seus engraxados coturnos. Face ao ‘assanhamento’ de alguns parlamentares, as casas congressuais foram fechadas duas vezes por não fazerem o dever de bancada. Deputados e senadores cassados, dadas suas idéias ‘esquerdizantes’ e ‘alienígenas’, que não se ‘coadunavam’ com os valores ocidentais(e cristãos) da ‘Terra de Santa Cruz’. Implementou-se a lei do ‘ame-o ou deixe-o’, impondo-se uma definitiva saída: sermos todos ‘vaquinhas de presépio’ no imenso pastoril de horrores que podou os ainda incipientes arremedos de conquistas sociais do governo Goulart ou, caso contrário, darmos no pé, numa escapada sob tiros na nuca e a justificativa de que teríamos caído no enfrentamento subversivo com ‘a lei e a ordem’. Embora, pessoalmente, limitado à contraposição abortada contra o 1º de abril, em Palmeira dos Índios(Alagoas), casado, aos 21, com duas filhas bebês, Isabel e Cláudia, atravessei anos a fio desconfiado de que poderia acabar demitido do Banco do Brasil, preso e levado para degredo nas masmorras de Recife e Fernando de Noronha. Passei ileso, até pela inexpressividade do que era, um desconhecido ‘aprendiz-de-marxismo’ do agreste-sertão alagoano. Todavia, foi um estágio de quase duas décadas e meia de impotência contra os que usurparam nossos ideais de edificar um país com uma multidão de ‘joões-da-silva’ encarnando a figura rebelde do ‘operário em construção’ de Vinicius de Moraes, que teria aprendido a dizer ‘não’. A organização de trabalhadores foi varrida do mapa, execrada como inspiradora de uma ‘república sindicalista’ a soldo de Moscou, Havana e Pequim, perigo iminente à preservação da sacrossanta propriedade privada. Na realidade, nossos generais fizeram mais uma vez o jogo do ‘grande irmão do norte’, de olho na apropriação de nossas potencialidades, à época um país com população majoritariamente campesina. Daí terem acelerado, no pós-1964, o êxodo rural, fechando as portas à agropecuária familiar que sustentava os pequenos produtores dos grotões, enxotados para as metrópoles, de preferência no ‘sul-maravilha’, onde terminaram vítimas do odioso ciclo da favelização nos grandes e médios centros urbanos. Afinal, era preciso tocar a produção fabril com mão-de-obra barata e trocá-la por espelhinhos e outros penduricalhos no mercado externo. O ‘milagre’ brasileiro mandava-nos de volta, em nossa indolência indígena, ao remoto tempo de Cabral e Vaz de Caminha. Enquanto os jogadores brasileiros, de cabelos cortados no estilo ‘reco’, abiscoitavam a Copa no México, com a comissão técnica e o comando da seleção dando 'ordem unida' em Pelé e companhia, Garrastazu Médici mandava os ‘órgãos de segurança’ liquidar jovens insurretos(e idealistas), inconformados com o ‘trancamento’ do regime. Os militares achavam-se (e ainda se acham hoje em dia, pode crer) ‘mais preparados’ do que os civis para pensar o modelo de Brasil que interessa aos bolsões massacrantemente majoritários de ‘paisanos’. Lembro-me de um subgerente, antigo aluno do Colégio Militar, no BB-Botafogo, onde trabalhei a partir de 1971, que simplesmente idolatrava os oficiais(de capitão para cima) da Escola de Estado Maior, na Praia Vermelha. Todos beneficiários de ‘cheque-ouro’ no limite consentâneo com suas estrelas, gemadas ou não. Eram, na verdade, amáveis, educados, aguardando o atendimento, entre um cafezinho e outro, nas poltronas estofadas onde a ‘clientalha’ não tinha vez. Também, pudera! Naquele ‘bem-bom’ de facilidades garantidas pelo manjado ‘sabe com quem está falando...’ Cito esse lado, digamos, permissivamente ‘ameno’ dos anos de chumbo para lembrar o competente desempenho midiático ‘oficial’ naquela época de ‘Pra frente, Brasil!’ Afinal, ganhamos uma Copa do Mundo, com Dadá ‘Maravilha’, indicado pelo dedo ‘linha-dura’ de Médici, no banco do escrete canarinho e festejamos nas ruas cantando a marcha de Miguel Gustavo, logo transformada em dobrado nas bandas de música dos batalhões. O espírito da decantada ‘superioridade’ castrense pairava sobre nossas cabeças, prenunciando longevidade à intentona de 1964, glorificada como ‘revolução redentora’ nos veículos de comunicação, apoiadores do golpe contra Jango. Agora, na primeira década do século vinte e um, aguça-nos o desejo de conhecer a ‘verdade’. Qual a razão de terem surgido organizações clandestinas de brasileiros revoltados com aquela ‘democracia mais ou menos relativa’, uma ‘ditabranda’(como escreveram na Folha de São Paulo, recentemente) diante do chileno Pinochet e gorilas argentinos, que trucidaram milhares, a maioria deles até hoje insepultos? Aqui, entretanto, nossos ‘inefáveis’ militares, acolitados por uma horda de civis dignos da tenebrosa Gestapo do ‘fuhrer’ chucrute, patrocinaram ‘aulas práticas’ nos DOI-Codi, onde, por exemplo, no Rio de Janeiro(rua Barão de Mesquita-Tijuca, atual regimento da P.E.), o deputado Rubem Paiva teria sido torturado, morto e esfolado, depois de resistir aos interrogatórios, homenzarrão que era, de dois metros de altura e força descomunal. É pertinente nos interessarmos em saber das barbaridades que os cândidos velhinhos de hoje, dóceis e faceiros, incapazes de matar um mísero pernilongo, cometeram décadas atrás, quando eram moços e vigorosos, contra patrícios discordantes da quartelada que apeou do poder constitucional um presidente eleito(originariamente como ‘vice’) pelo voto consagradoramente popular. Queremos que paguem pelas atrocidades contra seus prisioneiros, manietados, indefesos, destroçados no pau-a-arara, sob o furor covarde de choques provocados por condutos energizados e introduzidos em retos e vaginas, além de seios deixados em carne viva pela brasa de charutos do Fleury e outros facínoras menos votados. A recente chiadeira, face ao projeto para regulamentação de Direitos Humanos inseridos na Lei Maior e à insólita ameaça de sublevação de comandantes militares contra o presidente Lula, chefe supremo de nossas Forças Armadas até 01º de janeiro de 2011, conduz-nos a uma chula e velha máxima que encerra a mais cristalina das verdades: ‘Pimenta no...dos outros é refresco’.
*Antônio Manoel Góes é Jornalista e integrante de movimentos sociais.

Feriados

Feriados nacionais Os feriados nacionais são definidos pelas seguintes leis: nº 662/1949), nº 6.802/1980), nº 9.093/1995), e nº 10.607/ 2002. Os feriados nacionais são: Data - Feriado - Motivação 01º de janeiro - Confraternização Universal - social, 21 de abril - Tiradentes - cívica, 01º de maio - Dia do Trabalho - social, 07 de setembro - Independência do Brasil - cívica, 12 de outubro - Nossa Senhora Aparecida - religiosa (católica), 02 de novembro - Finados - religiosa (católica), 15 de novembro - Proclamação da República - cívica, 25 de dezembro - Natal - religiosa (cristã). Constituição. Por sua vez, a Constituição dispõe que as eleições são realizadas no primeiro domingo de outubro, em primeiro turno, e no último domingo de outubro, quando houver segundo turno. É também feriado nacional o dia em que se realizarem eleições de data fixada pela Feriados nacionais "pontos facultativos" Paixão de Cristo - móvel (religião católica) Corpus Christi - móvel (religião católica) Véspera de Natal - 24 de dezembro - ponto Facultativo depois das 14hs Véspera de Ano Novo - 31 de dezembro - ponto Facultativo depois das 14h. Feriados móveis São feriados que dependem da Páscoa. Os judeus celebram a Páscoa segundo o que prescreve o livro do Êxodo, no capítulo 12, no dia 14 do mês de Nissan. É a celebração da libertação da escravidão do Egito para a liberdade da Terra Prometida por Deus a Abraão. O cristianismo celebra a Páscoa cristã, Ressurreição de Cristo, acompanhando de certa forma a data Páscoa judaica. Mas o calendário judeu é baseado na Lua, então a data da Páscoa cristã passou a ser móvel no calendário cristão, assim como as demais datas referentes à Páscoa, tanto na Igreja Católica como nas Igrejas Protestantes e Igrejas Ortodoxas. O primeiro Concilio geral da Igreja, o de Nicéia, no ano 325, determinou que a Páscoa cristã seria celebrada no domingo seguinte à primeira Lua cheia após o equinócio da primavera do hemisfério Norte (21 de março); podendo ocorrer entre 22 de março e 25 de abril. Outros feriados que dependem da Páscoa: Carnaval (terça-feira) - quarenta e sete dias antes da Páscoa. Quaresma - inicia na quarta-feira de cinzas e termina no Domingo de Ramos (uma semana antes da Páscoa). Sexta-feira Santa - a sexta-feira imediatamente anterior Sábado da Solene Vigília Pascal - o sábado de véspera Pentecostes - o sétimo domingo após a Páscoa. Domingo da Santíssima Trindade - Domingo após o Pentecostes. Corpus Christi - a quinta-feira imediatamente após o Domingo da Santíssima Trindade. Sobre o "feriado" de carnaval Na Lei brasileira o "feriado de Carnaval" não é um feriado oficial. Neste dia algumas empresas funcionam, outras não. Não se pode exigir pagamento de horas extras para trabalhar na terça-feira de Carnaval. Este é um dia comum, como qualquer outro. OBS: Tramitam no congresso nacional projetos que visam transformar (oficializar) em feriados nacionais a terça-feira de Carnaval, a sexta-feira da Paixão e a quinta-feira de Corpus Christi.

Alberto Santos Dumont (20/07/1873-23/07/1932)

HISTÓRICO DO PAI DA AVIAÇÃO Nasceu no dia 20 de julho de 1873, numa pequena casa avarandada em estilo colonial, na Fazenda Cabangu, na cidade de Palmira, atual Santos Dumont, em Minas Gerias. Filho de Henrique Dumont e de D. Francisca de Paula Santos, iria tornar-se o membro mais ilustre da prole (o sexto dos oito irmãos). Foi batizado na cidade de Valença - Rio de Janeiro e passou a infância numa fazenda de café perto de Ribeirão Preto - SP. Desde cedo, mostrou grande interesse pelo vôo, lendo tudo que conseguia a respeito de balões. Estudou no Brasil, na Inglaterra, na França e acabou indo morar em Páris, naquela época, o maior centro de pesquisas aeronáuticas do mundo. Conhecedor de Engenharia, Química e Mecânica, Santos=Dumont aplicou sua fortuna pessoal primeiro para desenvolver balões de vôo livre, depois, para aperfeiçoar dirigíveis e, finalmente, para construir aviões. Em 1898, construiu seu primeiro balão esférico, descrito por ele próprio como o "menor, o mais belo, o único que teve um nome: Brasil". No dia 19 de outubro de 1901, fez a viagem de ida e volta entre Saint Cloud e a Torre Eiffel, que contornou duas vezes. Estava, enfim, assegurada a dirigibilidade dos balões. Porém, ele queria mais, no dia 23 de outubro de1906, perante os juízes do Aeorclub de França e de uma pequena multidão que foi ao Parque Bagatelle, o brasileiro voou 60 metros com seu avião "14 - BIS". O homem conseguia voar, pela primeira vez na história, com um aparelho mais pesado que o ar! Estava, assim, resolvido o problema do vôo mais pesado que o ar. A repercussão dessa façanha foi algo indescritível. Toda a imprensa mundial notificou a nova conquista do homem, e as homenagens se sucederam. Em 1907, Santos Dumont voltou sua atenção para os hidroplanos - lanchas velozes impulsionadas por motores de avião. Seu aparelho Nº 18 era desse tipo, com ele fez diversas experiências no rio Sena , em Paris, tentando navegar a mais de 100 Km/h. Santos= Dumont deixou de voar em 1909, após doze de trabalho. O tremendo esforço, os diversos acidentes e as emoções recebidas por seus méritos deixaram-no com a saúde abalada. Em 1918, manifestou vontade de retornar à sua casa natal. E em 1919, após receber a Casa de Cabangu como prêmio, passou a se dedicar à profissão de criador de gado holandês. Foi um tempo à procura do descanso e do esquecimento. A Primeira Grande Guerra (1914/1918) minara sua saúde. Na Revolução Constitucionalista de1932,viu brasileiros lutando entre si e empregando o avião com arma de combate. Seu trágico desaparecimento ocorreu em 23 de julho de 1932, em Guarujá, São Paulo. Vivera intensamente 59 anos. DEU ASAS AO MUNDO E GLÓRIA AO BRASIL!

O JORNALISMO DERROTADO

Marcos Rolim* A julgar pelos noticiários, um fantasma assola o Brasil: o Programa Nacional de Direitos Humanos em sua 3º versão (PNDH-III). Todas as potências da Santa Aliança unem-se contra ele: setores da mídia, políticos conservadores, o agronegócio, os militares e a cúpula da Igreja. Os críticos afirmam que o programa propõe a “revisão da Lei de Anistia”, que é autoritário ao propor “controle sobre os meios de comunicação”, além de ser “contra o agronegócio”. Radicalizando, houve quem –fora dos manicômios - identificasse no texto disposição por uma “ditadura comunista”. É hora de denunciar esta farsa onde a desinformação se cruza com o preconceito e a manipulação política. Auxiliei a redigir o texto final do Programa, juntamente com os professores Paulo Sérgio Pinheiro e Luiz Alberto Gomes de Souza. A parte que me coube foi a da Segurança Pública, mas participei de todos os debates. Assinalo, assim, que a 11ª Conferência Nacional de Direitos Humanos havia proposto uma “Comissão de Verdade e Justiça”; nome que traduzia a vontade de “investigar e punir” os responsáveis pelas violações durante a ditadura. O PNDH-III, entretanto, propôs uma “Comissão da Verdade”, porque prevaleceu o entendimento de que o decisivo é a recuperação das informações, ainda sonegadas, sobre as execuções e a tortura. O Programa não fala em “revisar a Lei da Anistia”; pelo contrário, afirma que a Comissão deve “Colaborar com todas as instâncias do Poder Público para a apuração de violações de Direitos Humanos, observadas as disposições da Lei nº 6.683, de 28 de agosto de 1979”. Para quem não sabe, a lei citada é a Lei de Anistia. A notícia, assim, era o afastamento da pretensão punitiva. O caminho escolhido, como se sabe, foi o oposto; o que não assinala informar mal, mas desinformar, simplesmente. No mais, é interessante que os críticos nunca tenham se manifestado quando, no período do presidente Fernando Henrique Cardoso, propostas muito semelhantes foram apresentadas. Senão vejamos: no que diz respeito aos conflitos agrários, o PNDH-I (1996) já propunha “projeto de lei para tornar obrigatória a presença no local, do juiz ou do Ministério Público, no cumprimento de mandado de manutenção ou reintegração de posse de terras, quando houver pluralidade de réus, para prevenir conflitos violentos no campo, ouvido também o INCRA”. O PNDH-II, seis anos depois, repetiu a proposta. Qual a novidade, neste particular, do PNDH-III? Apenas a idéia de mediação dos conflitos; prática que tem sido usual e que seria institucionalizada por lei. A Senadora Kátia Abreu, então, pode ficar tranqüila. Se o governo apresentar o projeto, ela terá a chance de se posicionar contra a mediação de conflitos e exigir que o tema seja resolvido à bala, como convém a sua particular concepção de democracia. Quanto à reação ao tal “ranking” de veículos comprometidos com os direitos humanos, o assombro é ainda maior, porque o primeiro PNDH trouxe a ideia de: “Promover o mapeamento dos programas de rádio e TV que estimulem a apologia do crime, da violência, da tortura, das discriminações, do racismo,(...) e da pena de morte, com vistas a (...) adotar as medidas legais pertinentes”. A mesma proposta foi repetida no PNDH-II. Assinale-se que o PNDH-II propôs, além disso: “Apoiar a instalação do Conselho de Comunicação Social, com o objetivo de garantir o controle democrático das concessões de rádio e TV (...) e coibir práticas contrárias aos direitos humanos” e “Garantir a fiscalização da programação das emissoras de rádio e TV, com vistas a assegurar o controle social (...) e a penalizar as empresas (...) que veicularem programação ou publicidade atentatória aos direitos humanos”. Uau! Não são estas as armas dos inimigos da “liberdade de expressão”? Mas, se é assim, porque os críticos não identificaram o “ovo da serpente” na época? Mais uma vez, ao invés de aprofundar o debate sobre as políticas públicas, a maior parte da mídia se deliciou com a reação vexatória dos militares, com o oportunismo da direita e com o medievalismo da Igreja e o fez às custas da informação, para não variar. *Marcos Rolim é Jornalista e Sociólogo, Professor da Cátedra de Direitos Humanos do IPA e consultor em segurança pública e direitos humanos. Ex-presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Rio Branco A.C. (Espírito Santo)

Fundação 
O Rio Branco foi fundado em 21 de Junho de 1913 e sua história se confunde com a história de tantos outros clubes criados nos primeiros anos do Século XX. Segundo Antônio Miguez, um dos fundadores do Rio Branco, em entrevista ao jornalista Oscar Gomes Filho, autor da mais importante obra já publicada sobre um clube de futebol no Espírito Santo - "Rio Branco Atlético Clube - Histórias e Conquistas (1913-1987)", base deste relato, a história do Rio Branco se inicia em Maio de 1913. Das "peladas" e "rachas" em campos de áreas descobertas, os meninos dos Sul América e do XV de Novembro (equipes ligadas a instituições de ensino tradicionais da época, Colégio Estadual e Escola Normal) já se divertiam com o futebol e os dois outros times já pensavam em competições, o Rui Barbosa (que teve vida efêmera) e o Victoria Foot-Ball Club, fundado por meninos brancos e ricos. Mas os pobres também gostavam dos "rachas". Entre eles, José Batista Pavão e Antônio Miguez, até então balconistas em uma casa de ferragens. Os dois, em uma das muitas conversas sobre futebol, em conjunto com Edmundo Martins, também balconista, decidiram fundar um time. No segundo domingo de Junho marcaram uma nova reunião e trouxeram vários convidados. O primeiro a aceitar o convite foi Nestor Ferreira Lima, que apesar de estudar no Colégio Estadual, não jogava no Sul América. Os meninos presentes, todos entre 14 e 16 anos, trocaram idéias e discutiram sobre tudo, da bola inglesa aos gorros. Nova reunião foi marcada, desta vez para a fundação do clube. A reunião foi marcada para o dia 21 de Junho de 1913 e os convidados deveriam levar uma sugestão de nome para o novo clube. E chegou o dia. Todos presentes com suas melhores roupas. As sugestões de nomes foram variadas, desde nomes de personalidades da História do Brasil e datas comemorativas. Também várias sugestões de nomes de heróis portugueses, mas os mais populares já davam nomes a clubes existentes em Vitória (Saldanha da Gama e Álvares Cabral). Interessante notar que foi assim em vários locais do país. As alternativas forma se escasseando, quando um dos jovens, que Antônio Miguez não se recorda, sugeriu uma homenagem aos próprios jovens que o idealizaram, jovens e vigorosos. Surgiu o "Juventude e Vigor". A importante reunião aconteceu na casa de Nestor Ferreira Filho, na Rua Sete de Setembro, mais precisamente num cômodo cedido pelo pai deste, junto ao seu escritório de contabilidade. Entraram para a história do "mais querido" do Estado os fundadores Edmundo Martins, Antônio Miguez, Gervázio Pimentel, José Fiel, José Batista Pavão, Cláudio Daumas, Otávio Alves de Araújo, Hermenegildo Conde, Adriano Macedo, Antônio Gonçalves de Souza e Nestor Ferreira Filho, que seria seu primeiro presidente. A Troca de Nome: de Juventude e Vigor para Rio Branco Um pouco depois de sua fundação, alguns de seus fundadores, convidados pelos joves de 14 a 16 anos, não se sentiram bem com a denominação, pois não eram mais adolescentes e lembraram que os demais fundadores também deixariam de sê-los. Neste período, o Juventude e Vigor também 'amadureceu', com a adesão dos jogadores do Rui Barbosa. Pedido feito e aceito. A decisão, em uma reunião realizada em 10 de Fevereiro de 1914, foi rápida e uma afirmação com referência aos acontecimentos que marcavam a história republicana daquele tempo: homenagear o Chanceler José Maria da Silva Paranhos Júnior, conhecido como o Barão de Rio Branco. Saía de cena o nome "Juventude e Vigor" e surgia o RIO BRANCO FOOTBALL CLUB. A Troca de Cores: de Auri-verde para Alvi-negro A mudança de nome não atingiu as cores verde e amarela da bandeira do clube e do uniforme do time. Segundo o jornalista Oscar Gomes Filho, tudo leva a crer que a decisão de mundaça de cores ocorreu em uma reunião realizada em 20 de Maio de 1917. Segundo o ex-presidente Luiz Gabeira, "o verde e o amarelo desbotavam muito, eram cores ingratas". O problema com cores não era exclusivo do Rio Branco. O Clube de Regatas Flamengo, que outrora defendia as cores azul e amarela, também decidiu modificar suas cores para vermelho e preto. E, pelo país afora, casos semelhantes se repetiram. Na hora de escolherem a nova cor, Giberto Paixão, que aderira ao clube em companhia da maioria dos 'ex-jogadores' do Sul América, fez a sugestão aos companheiros: "Vamos colocar o preto e branco, que pegam muito bem, como era na camisa do Sul América". Querido pela educação que tratava a todos e admirado e respeitado pelas qualidades técnicas que faziam dele o melhor jogador do time e de Vitória, Paixão teve a idéia aclamada pelos companheiros. O clube adotava, assim, as cores que, para alegria de Paixão, eram não apenas do extinto Sul América, mas também do Botafogo, do Rio de Janeiro, clube pelo qual outros meninos torciam (o clube carioca, por sua vez, adotara o preto e branco, em sua fundação, numa imitação ao Juventus da Itália). Estádio: conquista árdua e demorada É comum dizerem que o Rio Branco nasceu em Jucutuquara, mas o correto é que o Rio Branco cresceu em Jucutuquara. A sua fundação ocorreu no Centro de Vitória, especificamente na Rua Sete de Setembro. Mas, certamente, o clube teve toda a sua vida ligada a Jucutuquara. No início, as partidas do clube eram disputadas em campos existentes em áreas descobertas, usando bolas de meia ou enchendo bexigas de boi. Em Jucutuquara, havia uma grande área usada para represamento das águas da maré, que, na secagem, produzia sal. Era a 'salina". Abandonada por longo tempo, transformou-se em um terreno reto, sem gramas, mas excelente para as 'peladas'. Mas, o local era utilizado pelos meninos do bairro. Com poucas, ou quase nenhuma opção, os meninos do Juventude e Vigor foram parar no Bairro de Lourdes, em área utilizada pelo 'Tiro de Guerra", do Exército Brasileiro. A utilização durou pouco. A turma do Victória fez valer seu prestígio, recorrendo ao Barão de Monjardim. O Barão não só impediu a utilização da área pelo Juventude e Vigor, como ainda cedeu o terreno para o Victória. O clube passou então a treinar em Vila Velha, em área então pertencente a família Araújo, identificado como campo do Bom Retiro (local identificado, na década de 90, como vizinha à Maternidade). Mas, logo após, ainda em 1916, segundo Antônio Miguez, o Juventude e Vigor decidiu ocupar, efetivamente, o campo de Jucutuquara. Foi necessário realizar um aterro, trabalho facilitado em face da localização do terreno, ao pé do morro (um aterro 'natural', com deslocamento de terra do morro). Arrancaram 'tocos', aterraram e a 'salina' ficou maior. Foi erguido, no local, o campo de jogo, separado dos torcedores por uma cerca de arame liso. A área ainda não agradava aos fundadores. Afinal, o Victória já tinha um campo, cercado com folhas de zinco e local para torcedores (degraus de madeira cobertos, batizados de 'arquibancadas'). O Rio Branco precisava melhorar suas instalações, não podia admitir aquela situação. O jornal "Diário da Manhã", em sua edição de 28 de Setembro de 1915, anunciava que o então presidente, Otávio Araújo, apresentara a planta do esplêndido campo de 'sports' que seria, depois de pronto, um dos melhores do Brasil. Esta informação também foi matéria de outro periódico, o "O Curioso", datado de 12 de Setembro. Assim, com o esforço dos 'meninos', o Rio Branco inaugurou em 1919 o "Estádio de Zinco", que a imprensa da época chamava, orgulhosamente, de "O Majestoso Ground de Jucutuquara". A inauguração foi contra o Fluminense, de Niterói, na época um dos grandes clubes do Rio de Janeiro e reforçado de vários atletas do tricolor Fluminense e de outros times do Rio. A partida de inauguração terminou empatada em 2 x 2. O Estádio de Zinco era um marco. Todos os times do Estado queriam jogar naquele 'campo'. Em 1929, a equipe do Flamengo, já uma equipe grande e popular em todo o país se apresentou no Estádio. E o Rio Branco não perdoou, vitória de 2 x 1 para os capa-pretas. Mesmo ocupando a área desde 1916, o Rio Branco não era o legítimo possuidor da mesma. A área ficava sob a administração da Liga de Esportes. Somente em 1934, depois de vencer uma batalha contra dirigentes do Victoria, que quase conseguiram que o Estado lhes doasse a área, o então Presidente Carlos Marciano de Medeiros, o Capitão Carlito Medeiros, conseguiu que o Interventor Federal do Estado, Capitão João Punaro Bley, realizasse a doação ao Rio Branco, por meio do Decreto 4.969, publicado no Diário Oficial em 24 de Junho de 1934. O Rio Branco cresceu. O time alvinegro já se tornara um patrimônio do Espírito Santo e o Estádio de Zinco estava pequeno e obsoleto. Os dirigentes rio-branquenses não se omitiram, tomando a responsabilidade de construir o novo Estádio. Partiu-se para a construção do Estádio Governador Bley. Ao ser inaugurado, em 30 de Maio de 1936, o Estádio Governador Bley era o 3º maior do país, símbolo da grandeza do clube, do desenvolvimento de Vitória e um orgulho para o povo capixaba (à época, apenas dois estádios o superavam, São Januário, do Vasco da Gama, e o Estádio da Laranjeiras, do Fluminense, ambos no Rio de Janeiro, então a Capital Federal). No dia seguinte, 31 de Maio de 1936, a torcida capa-preta lotou todas as dependências para assisitr a primeira partida no local, entre Rio Branco e a forte equipe do Fluminense. Desta vez, não deu para o Brancão, o Fluminense ganhou por 2 x 0. Mas, com a construção do Estádio, o clube entrou em sérias dificuldades financeiras. Com as contratações de jogadores de outros Estados, e seus altos salários, o Rio Branco ganhava quase tudo, diminuia o interesse das torcidas, tamanha a superioridade do clube, ocasionando rendas menores e aprofundamento da crise. As dívidas foram se tornando insolúveis. E o Decreto de doação deixava explícito: "... se o clube ficar em condições de não solver os compromissos contraídos para a construção do Estádio, o terreno e as benfeitorias nele existentes deverão reverter à propriedade do Estado, que a seu turno, responderá por todos os débitos existentes". A situação complicou ainda mais em 1937, quando o Presidente Carlito Medeiros rompeu com a 'situação' governista local. Em Março de 1939, foi anunciado o fechamento do Estádio. Em 22 de Abril de 1939, o Estádio reabriu e, a partir de então, também era a sede oficial do Serviço de Educação Física do Governo do Espírito Santo. O Rio Branco perdia o domínio da praça esportiva de Jucutuquara, que administrada pelo Estado, serviria a todos os clubes. Uma curiosidade é que o Estado, conforme previa o Decreto, não honrou as dívidas com os colaboradores riobranquenses. Segundo Oscar Fomes Fiilho, apenas alguns dirigentes ligados ao Victória é que receberam seus créditos. O clube afundado em dívidas e sem Estádio praticamente acabou. Em 23 de Dezembro de 1939, sob o comando de Laonte de Lima Soares, vários dirigentes se reuniram e fundaram o Riobranquinho Futebol Clube. O nome era diminutivo, mas a chama de idealismo de seus dirigentes, na conservação de sua tradição, era a mesma dos meninos fundadores do Juventude e Vigor. Mantiveram-se unidos, juntos, encobertos pelas cores preta e branca da gloriosa camisa do Rio Branco Football Club. Ressaltando que já havia sido constituído um Riobranquinho, no início da década de 30, mas era informal e simbólico. Os atletas usavam esta denominação para jogos nas férias e em finais de temporadas, atuando e difundindo o nome do clube nos bairros de Vitória e no interior. Atuando sempre que o Rio Branco Football Club estivesse inativo, sem jogos promovidos pela Liga. Em 08 de Março de 1941, foi eleito Presidente Luiz Gabeira, um riobranquense das primeiras horas, que ja fora Presidente do clube em 1930. Cumpridas as exigências legais para funcionar por breve período como Riobranquinho, restabelecida a normalidade administrativa e mantendo o time vitorioso, como fora desde a sua fundação, os dirigentes alvinegros realizaram um Assembléia Geral em 18 de Março de 1941, para deliberar sobre a criação de uma nova agremiação. Tendo como lema a frase "Tudo em benefício do Rio Branco", criaram o RIO BRANCO ATLÉTICO CLUBE. A partir daquele momento, o clube teria, no escudo, a sigla RBAC, de memoráveis conquistas. Apenas em 27 de Março de 1958 é que o Estádio Governador Bley voltou para o Rio Branco. A retomada do Estádio, um desejo de todos os presidentes que passaram pelo clube, teve seus capítulos finais em 1954, quando alguns deputados apresentaram Projeto de Lei autorizando o Governo a doar ao clube CR$ 300.000,00 para a construção de um Estádio no Bairro da Bomba (não foi encontrado registros de quando o Rio Branco adquiriu este terreno). O autor do projeto era o deputado Luiz de Lima Freitas, ex-presidente do clube, e contou com o forte apoio de José Buaiz, Dirceu Cardoso e Jefferson de Aguiar. Em 1958, o deputado Jose Buaiz apresentou projeto prevendo a retomada do Estádio Governador Bley. O projeto de lei, relatado pelo então deputado Cristiano Dias Lopes Filho, teve aprovação unânime na Assembléia. O projeto previa que para a devolução do Estádio, o Governo do Estado deveria ser ressarcido de todos os valores que pagara aos credores do clube. O Governador da época, Francisco Lacerda de Aguiar, sancionou a Lei 1.402, em 27 de Março de 1958. Apenas em 1960, mais precisamente no dia 21 de Novembro, tendo o Rio Branco dado como pagamento das dívidas quitadas pelo Estado o terreno da Bomba (onde hoje se situa a Rádio Espírito Santo, na avenida Reta da Penha, em frente à EMESCAM), o Estádio Governador Bley voltou a ser propriedade do Rio Branco. O valor da transação alcançou a soma de CR$ 1.800.000,00. Em 1972, já sob a Presidência de Kleber Andrade, houve a decisão de venda Estádio Governador Bley. O Estádio foi utilizado, em partidas oficiais do clube, até o ano de 1974. Durante o período compreendido entre 1974 e 1983, data de inauguração do Estádio Kleber Andrade (cujo nome homenageia o ex-presidente, cujo falecimento ocorreu em 12 de Julho de 1978, em um fatídico acidente automobilístico), o Rio Branco mandava seus jogos no Estádio Engenheiro Araripe, até então de propriedade da Companhia Vale do Rio Doce, mantenedora da Associação Desportiva Ferroviária Vale do Rio Doce. O Estádio Kleber Andrade, foto abaixo, é mais uma prova do empreendedorismo dos dirigentes do clube, tendo sido inaugurado em 1983. A primeira partida oficial no novo Estádio do Rio Branco, que ao término de suas obras, seria o terceiro maior Estádio particular do país (perdendo apenas para o Morumbi e para o Beira-Rio), ocorreu em 07 de Setembro de 1983, em uma partida que o capa-preta venceu o Guarapari por 3 x 2 (três gols de Arildo Ratão). Infelizmente, o período de utilização do Estádio Kleber Andrade coincidiu com um período de muitas dificuldades financeiras e administrativas do clube, algumas causadas inclusive pelos elevados investimentos realizados nesta Praça Esportiva. Desde a sua inauguração, o clube conquistou apenas dois títulos estaduais da 1ª divisão (1983 e 1985), entrou em colapso financeiro, desistiu de participar de um campeonato oficial, voltou em 2005, e seguindo as normas vigentes da atual legislação esportiva, voltou disputando a 02ª divisão, cujo título conquistou (utilizando a equipe e comissão técnica do Vilavelhense). O elevado passivo fiscal, trabalhista e cível levou a uma situação irreversível. A antiga sede administrativa e social, localizada na Ilha de Santa Maria, foi desapropriada pelo Governo do Estado no ano de 2003. O clube ainda luta na Justiça para reaver o direito aos valores referentes a area, tendo em vista um processo de permuta ilegal e imoral promovido pelos Dirigentes da época. Em 2008, visando concluir as obras e dotar o Espírito Santo de uma moderna arena esportiva, o Governo do Estado também desapropriou o Estádio Kleber Andrade (pelo valor de R$ 6.800.000,00), com os recursos ficando bloqueados para o pagamento das dívidas do clube. As negociações para pagamento das dívidas estão em curso e, no final de 2009, restavam poucos processos a serem solucionados. O Maior Patrimônio Depois uma série de administrações que não conseguiram resolver completamente os problemas do clube, restou ao Rio Branco, como patrimônio físico, uma área de aproximadamente 60.000m² localizada em Portal de Jacaraípe (Serra - ES). E, obviamente, o clube não perdeu o seu maior patrimônio: a sua imensa e apaixonada torcida, a TORCIDA CAPA-PRETA.
Fonte: www.rbac.esp.br 
Colaboração: Alexandre Magno Barreto Berwanger