segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Futebol

Os 10 maiores salários do futebol mundial (em milhões de Euros por ano):
01 – Kaká (Milan) – 9 milhões 02 – Ronaldinho Gaúcho (Barcelona) – 8,89 milhões 03 – Lampard (Chelsea) – 8,16 milhões 04 – Terry (Chelsea) – 8,16 milhões 05 – Fernando Torres (Liverpool) – 7,92 milhões 06 – Shevchenko (Chelsea) – 7,8 milhões 07 – Ballack (Chelsea) – 7,8 milhões 08 – Cristiano Ronaldo (Manchester) – 7,68 milhões 09 – Henry (Barcelona) – 7,68 milhões 10 – Gerrard (Liverpool) – 7,68 milhões.

Comunicação

Rio de Janeiro-RJ Com a reestruturação da radio Tamoio-RJ, houve uma mudança no comando da emissora, saiu da direção geral o Sr. Rooselvet Veloso e assumiu o Sr. Charles Menezes Guerra, funcionario de carreira da radio de mais de 20 anos de casa. O novo diretor tomou posse do cargo no dia 01/04/2009. A rádio Tamoio AM 900 Khz pentence ao grupo Verdes Mares, de Fortaleza. A partida entre Vasco e Ceará, pela série B, realizada no Maracanã, teve a narração de Gomes Farias, deputado estadual em Fortaleza, chefe da equipe esportiva da Tamoio e torcedor confesso do Ceará. Colaboração: Alexandre Menezes Marília-SP Bandidos armados e encapuzados invadiram a área, em Lácio, onde ficam instalados os transmissores das rádios Dirceu AM e Diário FM. Eles renderam o segurança e com uma ferramenta, provavelmente um machado, tentaram destruir o transmissor. O gerente das emissoras, Carlos Cesar Travassos de Brito, esteve no local após o ato criminoso para constatar o ocorrido. Ataque a rádio Diário FM repercute na mídia; ANJ "deplora" atentado Jornais, rádios, e TVs destacam a notícia; entidades recriminam truculência Invasão da torre da Diário FM, rádio ligada ao grupo CMN (Central Marília Notícias), na madrugada de quinta-feira, teve repercussão imediata na mídia brasileira com destaques em jornais e canais de televisão de alcance nacional. A ANJ (Associação Nacional dos Jornais) afirmou que considera o atentado deplorável. "Quem atenta contra um veículo de comunicação atinge o direito de todos os cidadãos serem informados livremente". A nota teve destaque no jornal Folha de S.Paulo, na edição de sábado, e cobra ainda providências das autoridades na identificação dos autores e mandantes do atentado criminoso. Entre as entidades a Abert (Associação Brasileira de Emissoras de Rádios e Televisão) também publicou a invasão e destruição de retransmissores da rádio. Além da Folha, a maioria dos jornais impresso do interior, como o Jornal da Cidade de Bauru, deu a notícia. A repercussão do novo atentado, o segundo em quatro anos após a rádio ser incendiada em 2005, também teve destaque na mídia internacional e sites de notícias, como BOL e outros. O Portal Imprensa foi um dos primeiros a divulgar o atentado promovido por quadrilha armada, ainda na sexta-feira devido a agilidade da internet, e que destruiu os retransmissores da Diário FM. O blog de notícias do Knight Center for Journalism, da universidade de Austin, no Texas, também publicou a invasão criminosa. TVs fazem cobertura para rede nacional Televisões em rede nacional dão destaque para o atentado. Ontem, equipe da Band esteve na sede da CMN para gravar com o diretor José Ursílio, que mais uma vez lamentou a invasão criminosa. A entrevista está marcada para ir ao ar nesta segunda-feira, dia 31, no jornal da Band. Rede Record e TV Tem também deram destaque para o atentado ainda na sexta-feira. A Record fez reportagem completa com imagens e entrevistas e acompanhou as primeiras oitivas da polícia que ainda não tem pista sobre os autores do crime premeditado. 2005 A maioria das reportagens trouxe gancho falando do atentado de setembro de 2005, quando a sede da CMN foi invadida por outra quadrilha e teve 70% das instalações do jornal Diário e das duas rádios, Diário FM e Dirceu AM, incendiados criminosamente por assessores do ex-prefeito Abelardo Camarinha, que é investigado como mandante. Fonte: www.diariodemarilia.com.br

domingo, 30 de agosto de 2009

Futebol

Taça Minas Funorte 1 x 0 Valeriodoce Domingo - 30/08 José Maria Melo - 15h Gol contra:6-Iapa,aos 9'do 1ºT Módulo três Sport 3 x 3 Fabriciano Domingo - 30/08 Mário Helênio - 10h30 Gols: Alexandre,aos 14'e aos 21' do 1ºT e José Elder, aos 39'do 2ºT(Sport) Rodrigão, aos 07'e aos 44'do 1ºT e Everson, aos 10'do 2ºT Pouso Alegre 2 x 0 Varginha Domingo - 30/08 Cel. Erasmo Cabral - 15h Gols:Fernando Roberto,aos 16'do 1ºT e aos 24'do 2ºT Betim 1 x 2 Pirapora Domingo - 30/08 José Flávio - 16h Gols:Alcir,aos 44'do 1ºT(Betim);Paulo,aos 29 do 1ºe 20'do 2ºT(Pirapora) Série C O Campeonato Brasileiro da série C conheceu, neste domingo à tarde, os seus dois finalistas da temporada. América Mineiro e ASA, de Arapiraca-AL, vão buscar um título inédito em suas histórias. Guaratinguetá e Icasa-CE estão fora da disputa, mas os quatro já tinham, de forma antecipada, garantido suas vagas no Brasileiro da Série B, em 2010. A final será definida em dois jogos, com locais sorteados pela CBF, nesta segunda-feira. Confira os resultados das semifinais: América-MG 2 x 1 Guaratinguetá-SP (1 x 2 na ida) O América-MG bateu o Guaratinguetá nos pênaltis, por 7 a 6, após vencer por 2 a 1 no tempo normal e garantiu presença na final do Campeonato Brasileiro da Série C. No jogo de ida, no Vale do Paraíba, o time paulista venceu por 2 a 1, por isso o resultado levou a partida para os pênaltis. Diego Araújo perdeu a sétima cobrança do time paulista e Moisés converteu o último para o América. Icasa-CE 2 x 3 ASA-AL (1 x 1 na ida) Em Juazeiro do Norte, na tarde deste domingo, o ASA-AL venceu o Icasa, por 3 a 2 e se garantiu na final do Campeonato Brasileiro da Série C.

Fluminense e Santos

Neste domingo, Santos e Fluminense se enfrentam às 16:00, na Vila Belmiro. Trata-se de um dos clássicos mais tradicionais e equilibrados do futebol brasileiro. Por 79 vezes, o tricolor carioca e o alvinegro praiano entraram em campo lado a lado. Em 32 jogos, o Fluminense saiu vencedor. Em 18 jogos, a peleja terminou empatada. Por 29 vezes, o ganhador foi o Santos. Os fãs tricolores vibraram com 139 gols, e os santistas com 127. Em 05/03/1961, um Fluminense x Santos, no Maracanã, entraria para a história. Pelé, o camisa 10 do Santos, driblou sete jogadores tricolores e fez o famoso "gol de placa" em Castilho. A expressão foi inventada pelo jornalista Joelmir Beting, e a placa de bronze em homenagem ao tento foi instalada no Estádio Mário Filho algumas semanas depois. O maior público do confronto ocorreu em 26/10/1969, em jogo válido pelo Campeonato Brasileiro de 1969. 87.783 pessoas estiveram no Maracanã para ver o empate sem gols entre Fluminense e Santos. Em dezembro de 1995, Fluminense e Santos duelaram na semifinal do Campeonato Brasileiro. Em um confronto atípico, o Fluminense goleou na ida, e o Santos goleou na volta. A equipe paulista se classificou devido à melhor campanha na primeira fase do certame. Em 25/09/2005, aconteceu outro jogo fantástico entre as duas equipes. Em uma virada sensacional, o Fluminense venceu por 4 a 3 em Volta Redonda, e seguiu sonhando com a conquista do Campeonato Brasileiro. O último confronto se deu pelo turno do Campeonato Brasileiro de 2009. Com atuação sofrível, o Fluminense perdeu por 4 a 1, em pleno Maracanã. Lista completa dos jogos: 09/06/1918 - Santos 1 x 6 Fluminense - Vila Belmiro (Santos) 24/02/1930 - Santos 1 x 1 Fluminense - Vila Belmiro (Santos) 08/03/1931 - Fluminense 2 x 0 Santos - Atilio Marotti (Petrópolis/RJ) 03/05/1931 - Fluminense 4 x 2 Santos - Laranjeiras (Rio de Janeiro) 15/07/1933 - Santos 4 x 3 Fluminense - Vila Belmiro (Santos) 02/08/1933 - Fluminense 4 x 2 Santos - Laranjeiras (Rio de Janeiro) 08/10/1933 - Fluminense 1 x 2 Santos - Laranjeiras (Rio de Janeiro) 18/09/1938 - Santos 1 x 4 Fluminense - Vila Belmiro (Santos) 24/10/1943 - Santos 1 x 1 Fluminense - Vila Belmiro (Santos) 23/04/1947 - Santos 3 x 1 Fluminense - Vila Belmiro (Santos) 27/03/1948 - Fluminense 5 x 0 Santos - Laranjeiras (Rio de Janeiro) 14/04/1948 - Santos 2 x 2 Fluminense - Vila Belmiro (Santos) 15/05/1951 - Fluminense 3 x 0 Santos - Laranjeiras (Rio de Janeiro) 08/03/1952 - Santos 3 x 2 Fluminense - Pacaembu (São Paulo) 05/04/1953 - Fluminense 3 x 2 Santos - Maracanã (Rio de Janeiro) 23/05/1954 - Santos 1 x 2 Fluminense - Pacaembu (São Paulo) 17/04/1955 - Santos 2 x 1 Fluminense - Vila Belmiro (Santos) 26/05/1957 - Santos 2 x 2 Fluminense - Pacaembu (São Paulo) 05/04/1958 - Santos 3 x 0 Fluminense - Vila Belmiro (Santos) 24/03/1959 - Santos 2 x 1 Fluminense - Vila Belmiro (Santos) 18/04/1959 - Santos 1 x 1 Fluminense - Pacaembu (São Paulo) 14/04/1960 - Fluminense 4 x 2 Santos - Maracanã (Rio de Janeiro) 05/03/1961 - Fluminense 1 x 3 Santos - Maracanã (Rio de Janeiro) 23/03/1963 - Santos 2 x 4 Fluminense - Pacaembu (São Paulo) 22/03/1964 - Fluminense 0 x 1 Santos - Maracanã (Rio de Janeiro) 18/04/1965 - Fluminense 2 x 5 Santos - Maracanã (Rio de Janeiro) 10/03/1966 - Santos 0 x 1 Fluminense - Parque Antártica (São Paulo) 30/04/1967 - Fluminense 3 x 0 Santos - Maracanã (Rio de Janeiro) 21/09/1968 - Santos 2 x 1 Fluminense - Morumbi (São Paulo) 26/10/1969 - Fluminense 0 x 0 Santos - Maracanã (Rio de Janeiro) 18/11/1970 - Santos 1 x 0 Fluminense - Pacaembu (São Paulo) 13/11/1971 - Fluminense 3 x 1 Santos - Maracanã (Rio de Janeiro) 24/09/1972 - Fluminense 2 x 1 Santos - Maracanã (Rio de Janeiro) 21/05/1978 - Fluminense 1 x 0 Santos - Maracanã (Rio de Janeiro) 29/07/1978 - Santos 2 x 0 Fluminense - Vila Belmiro (Santos) 29/01/1984 - Santos 1 x 1 Fluminense - Morumbi (São Paulo) 26/02/1984 - Fluminense 0 x 1 Santos - Maracanã (Rio de Janeiro) 26/01/1985 - Fluminense 2 x 1 Santos - Maracanã (Rio de Janeiro) 10/03/1985 - Santos 1 x 1 Fluminense - Morumbi (São Paulo) 14/11/1987 - Fluminense 1 x 1 Santos - Maracanã (Rio de Janeiro) 09/11/1988 - Santos 2 x 1 Fluminense - Vila Belmiro (Santos) 09/09/1989 - Santos 0 x 1 Fluminense - Vila Belmiro (Santos) 15/09/1990 - Fluminense 5 x 2 Santos - São Januário (Rio de Janeiro) 03/04/1991 - Santos 1 x 1 Fluminense - Vila Belmiro (Santos) 23/02/1992 - Fluminense 4 x 0 Santos - Laranjeiras (Rio de Janeiro) 26/06/1993 - Santos 3 x 1 Fluminense - Vila Belmiro (Santos) 21/07/1993 - Fluminense 1 x 1 Santos - Laranjeiras (Rio de Janeiro) 18/09/1993 - Santos 0 x 2 Fluminense - Vila Belmiro (Santos) 31/10/1993 - Fluminense 3 x 4 Santos - Laranjeiras (Rio de Janeiro) 20/11/1994 - Fluminense 0 x 1 Santos - Maracanã (Rio de Janeiro) 30/08/1995 - Fluminense 1 x 0 Santos - Laranjeiras (Rio de Janeiro) 07/12/1995 - Fluminense 4 x 1 Santos - Maracanã (Rio de Janeiro) 10/12/1995 - Santos 5 x 2 Fluminense - Pacaembu (São Paulo) 22/08/1996 - Santos 1 x 0 Fluminense - Ibirapuera (São Paulo) 30/08/1997 - Fluminense 1 x 0 Santos - Maracanã (Rio de Janeiro) 22/01/1998 - Santos 2 x 2 Fluminense - Vila Belmiro (Santos) 03/02/1998 - Fluminense 2 x 3 Santos - Maracanã (Rio de Janeiro) 23/01/1999 - Fluminense 0 x 2 Santos - Maracanã (Rio de Janeiro) 03/02/1999 - Santos 4 x 1 Fluminense - Vila Belmiro (Santos) 05/08/2000 - Fluminense 2 x 1 Santos - Maracanã (Rio de Janeiro) 01/02/2001 - Fluminense 2 x 2 Santos - Maracanã (Rio de Janeiro) 24/11/2001 - Fluminense 2 x 1 Santos - Maracanã (Rio de Janeiro) 16/03/2002 - Fluminense 1 x 1 Santos - Maracanã (Rio de Janeiro) 25/08/2002 - Fluminense 1 x 1 Santos - Maracanã (Rio de Janeiro) 19/07/2003 - Fluminense 1 x 4 Santos - Giulite Coutinho (Mesquita-RJ) 23/11/2003 - Santos 3 x 1 Fluminense - Vila Belmiro (Santos) 17/07/2004 - Fluminense 1 x 0 Santos - Maracanã (Rio de Janeiro) 30/10/2004 - Santos 5 x 0 Fluminense - B. Teixeira (S.J.do Rio Preto/SP) 12/06/2005 - Santos 1 x 1 Fluminense - Vila Belmiro (Santos) 17/08/2005 - Fluminense 2 x 1 Santos - São Januário (Rio de Janeiro) 31/08/2005 - Santos 2 x 1 Fluminense - Vila Belmiro (Santos) [2 x 4] 25/09/2005 - Fluminense 4 x 3 Santos - R. de Oliveira (V.Redonda/RJ) 21/05/2006 - Fluminense 1 x 0 Santos - Maracanã (Rio de Janeiro) 20/09/2006 - Santos 1 x 1 Fluminense - Vila Belmiro (Santos) 12/08/2007 - Fluminense 3 x 0 Santos - Maracanã (Rio de Janeiro) 02/12/2007 - Santos 2 x 4 Fluminense - Vila Belmiro (Santos) 12/06/2008 - Fluminense 1 x 1 Santos - Maracanã (Rio de Janeiro) 14/09/2008 - Santos 2 x 1 Fluminense - Vila Belmiro (Santos) 24/05/2009 - Fluminense 1 x 4 Santos - Maracanã (Rio de Janeiro). Fonte: www.jornalheiros.blogspot.com/ Colaboração: Alexandre Magno Barreto Berwanger

sábado, 29 de agosto de 2009

Literatura

Ex-ombudsman da Folha da Tarde lança o livro "70 lições de jornalismo"
Roberto Hirao, que exerceu o cargo de ombudsman da Folha da Tarde entre 1992 e 1994, lançou o livro “70 Lições de Jornalismo: Colunas do ombudsman da Folha da Tarde”, pela Publifolha, neste sábado (29/08), em São Paulo.
O livro reúne 70 colunas de Hirao durante dois anos de trabalho no jornal do Grupo Folha, com observações críticas e rigorosas sobre as matérias publicadas no veículo. A obra aborda também o tratamento da Folha da Tarde em fatos que vão do impeachment de Fernando Collor ao tetracampeonato da seleção brasileira de futebol. Em uma das colunas o ombudsman questiona a publicação da imagem do suicídio de uma estudante na Faculdade de Direito do Largo São Francisco.
O autor do livro foi repórter, redator e diretor de Redação. Começou sua carreira no Última Hora, assumiu a editoria de Cidades da Folha de S.Paulo em 1973 e participou do projeto que tornaria a Folha a maior publicação da imprensa brasileira. Na Folha da Tarde, foi editor e ombudsman.

Futebol

Módulo três Mamoré (Patos de Minas) 5 x 0 Fluminense (Araguari) Bernardo B. Queiroz - 16h A:Josué Otaciano dos Santos(FMF) A1:Marcelo Francisco dos Reis(FMF) A2:Valdeci Ângelo da Silva(FMF) 04ºA:Ronaldo Coelho Piau(Liga Local) Gols: Cinésio, aos 10'1T e 38'2T; Willian, aos 38'1T, Rodriguinho, aos 14'2T e Gigante, aos 20'2T (Mamoré) Público: 1.145 Renda: R$ 11.335,00 Guaxupé 2 x 2 Guarani Público: 450 pagantes Renda: R$ 3.515,00 Gols: Pantera aos 34'12ºT, Júlio César aos 17'2ºT (Guaxupé); Eronaldo aos 7'2ºT, Diego 47'2ºT (Guarani). Fabril 1 x 3 Tombense Gols: Bruno aos 42'1ºT (Fabril); Tiago Lima a 1''1ºT, Rafael Gomes aos 25'1ºT, aos 29'1ºT (Tombense) Contagem 4 x 0 Lavras Gols: Nivaldo aos 19', Nilo aos 40' e aos 65' e Fabrício aos 78' Série D Tupi 1x1 Macaé Mario Helenio - 16h A: Flávio Rodrigues Guerra/SP A1: Marco Antonio de Andrade Mota/SP A2: Junivam Rodrigues de Souza/SP 04º A: André Luiz Martins Dias Lopes/MG Observador: José Eugênio/MG Gols: Fabrício Soares, aos 07'1T (Tupi); Gedeil, aos 44'2T (Macaé). Público: 2.009 pagantes Renda: R$ 10.515,00 Cartões amarelos: Tupi - Darlan e Bigu Macaé - Uilian, André e André Gomes. Cartão vermelho: Tupi - Rafael Tupi: Eládio, João Júnior, Fabrício Soares e Marcelinho, Serginho e Rafael; Darlan (Michel), Felipe Fernandes (Felipe Canavan) e Bruno Ramos; Raphael Aguiar (Hugo) e Bigu. Técnico: Leonardo Condé. Macaé: Lugao, Uilian, André, Otávio e Bill; Gediel, Estive (Marciel), 10-Wallacer e 11-André Gomes; Léo Santos (Anderson) e Bruno Luiz (Jhon). Técnico: Toninho Andrade. - O jogo da volta acontece no dia 134/09, no estádio Godofredo Cruz, em Campos. CONSIDERAÇÕES: Depois do vexame dos 7 a 2 para o Cruzeiro no campeonato mineiro, foi a primeira vez que voltei ao estádio Mário Helênio. Trabalhei no jogo para a Rádio Globo Macaé, com Eraldo Manhães e Roberto Possati. Não tenho o hábito de ir ao estádio se não estiver trabalhando. - Macaé: Bem organizado, se preparou para a competição, está classificado e é um dos favoritos para subir. - Tupi: Ah! o Tupi, esse a gente já conhece, a enganação de sempre, quando dá impressão que vai, a coisa empaca. Não há solução. O mais lamentável é que tem gente que acredita (2.009 pagantes, corajosos. Eu já desisti, não acredito mais. Chega! Basta! É gastar vela com defunto ruim. Uberaba 2 x 0 Araguaia/MT Uberabão - 16h A: Eduardo Tomaz de Aquino Valadão/GO A1: Márcio Soares Maciel/GO A2: Edson Antônio de Souza/GO 04º A: Elmivan Alves Andrade/MG Observador: Angelo Antônio Ferrari/MG Gols: Hugo, ao 1'2T e 25'2T (Uberaba). Cartões amarelos: Uberaba - Rodrigo Paulista, Ivonaldo, Gustavo e Davison Araguaia - Valtinho, Alessandro, Pezão e Luiz Carlos Uberaba: Glaysson, Ivonaldo, Rodrigão, Rodrigo, Fabiano (Hugo), Saulo, Gustavo, Gabriel e Ipuã (Davidson); Leandro Bocão e Chico Marcelo (André Nascimento). Técnico: Erick Moura. Araguaia: Flávio Mendes, Raniel (DaniloT), Acassio, Luiz Carlos e Wagner; Fofão, Valtinho, Alessandro e Dinei (Abimael); Gaucho e Diogo (Pezão). Técnico: Marcos Birigui.

Doalcei Camargo

Morre o locutor esportivo Doalcei Camargo
Morreu nesta madrugada, de infarto, aos 79 anos, o locutor esportivo Doalcei Benedito Bueno de Camargo, da Rádio Tupi AM, Rio. Doalcei, nasceu em Itápolis, interior de São Paulo, mas mudou-se para Marília, onde o pai recebera o convite para trabalhar na Prefeitura da cidade. Doalcei cresceu nesta cidade e ainda jovem ingressou no rádio. Trabalhou na PRI 2 Rádio Clube (Marília). Aos 17 anos, em 1947, a convite do irmão Wolner Camargo, mudou-se para o Rio de Janeiro onde decolou em sua carreira, começando trabalhar na Rádio Tupi (AM 1280). Com a transferência de Wolner para a Rádio Globo, decidiu acompanhar o irmão e se transferiu para a Rádio Globo. Depois trabalhou na extinta Rádio Continental trabalhando com Valdir Amaral, além das Rádios Guanabara, atual Bandeirantes e Tamoio, todas também do Rio de Janeiro. Depois de algum tempo, retornou a Rádio Tupi e criou a figura do comentarista de arbitragem no rádio brasileiro e lançou Mário Vianna, um ex-árbitro de futebol, para comentar as arbitragens nas partidas. Outro comentarista de arbitragem que trabalhou com Doalcei, foi Benjamin Wright, pai de José Roberto Wright que atualmente trabalha na TV Globo e também é ex-árbitro de futebol. Doalcei também trabalhou na Rádio Nacional. Há algum tempo parou de narrar partidas de futebol e passou a participar da "Mesa Redonda", todos os domingos, de 12 às 15 horas, programa comandado pelo Luiz Ribeiro, da Rádio Tupi. Doalcei era tratado carinhosamente por "Dodô", pelos seus amigos e admiradores.
Fonte: www.joserobertomendonca.blogspot.com

Tupi e Macaé

E as duas equipes voltam a se encontrar em jogos eliminatórios depois de seis anos. Em 2003, pela segunda fase da Série C, o Macaé fazia a sua estreia em competições nacionais e acabou sendo eliminado pelo time Tupi. Na primeira partida, empate em 1 a 1 no Estádio Cláudio Moacyr. Já no duelo da volta, no dia 15 de outubro, o Tupi venceu por 2 a 1. Na terceira fase o Tupi foi eliminado pelo Bragantino. Série C/2003 01º Ituano (SP) - 32 pontos - 18 jogos 02º Santo André (SP) - 26 pontos - 18 jogos 11º Tupi (MG) - 20 pontos - 12 jogos 37º Macaé (RJ) - 11 pontos - 08 jogos TUPI/MG X MACAÉ/RJ Data/Hora: 29/08/2009 – 16h Local: Estádio Mário Helênio (Juiz de Fora) Árbitro: Flávio Rodrigues Guerra (SP), Auxiliado por: Marco de Andrade Motta (SP) e Junivan Rodrigues de Sousa (SP) - Tupi: Gonçalves (Eládio); João Júnior, Fabrício Soares e Marcelinho; Serginho e Rafael; Marcel, Darlan e Felipe Fernandes; Hugo e Bigu. Técnico: Lonardo Condé. - Macaé: Lugão; Uilian, André, Otávio e Bill; Gedeil, André Gomes, Steve e Wallacer; Bruno Luiz e Léo Santos. Técnico: Toninho Andrade.

Francisco Carioca

'Adeus ao 'Carica'
Outra grande perda para o rádio do Rio foi a morte do comunicador Francisco Carioca, no final da noite desta sexta-feira, 28-08. Francisco Carioca estava internado há um mês no Hospital da Obra Portuguesa, no centro do Rio, morreu de insuficiência respiratória, no dia 28/08 e foi sepultado no cemitério São João Batista, em Botafogo.
Ele, Francisco Carioca, estava internado no Instituto Nacional do Câncer, e perdeu a batalha contra a doença, com a qual lutava há alguns anos.
Nascido em Ubá, Minas Gerais (mesma cidade natal de Ary Barroso), tornou-se carioca de coração, tanto que adotou o gentílico em seu nome.
Iniciou a carreira aos 17 anos, na Rádio Copacabana, encaminhado pelo próprio Ary. Sua longa trajetória incluiu ainda as emissoras Mayrink Veiga, Guanabara, Tupi, Mauá, Globo, Capital e Manchete, que foi sua última Casa.
Também foi o locutor oficial do Palácio Guanabara, sede oficial do Governo do Estado, onde anunciava eventos e solenidades.
Fora o rádio, foi casado com Rosemary Carioca e torcedor do Flamengo, da Mangueira e do Atlético-MG.
Atualmente, Francisco Carioca morava em Araruama, na Região dos Lagos, e a família ainda não decidiu onde será o sepultamento.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Procópio Cardoso Neto

Procópio Cardoso Neto (Salinas-MG, 21 de março de 1939) é um ex-jogador e técnico de futebol brasileiro. Procópio atuava como zagueiro. Política O ex-zagueiro Procópio Cardoso, que fez história no grande time do Cruzeiro, ao lado de Raul, Pedro Paulo, Natal, Tostão, Dirceu Lopes e outros, assinou a sua ficha de filiação ao Partido Democratas. Ele será candidato a deputado estadual nas próximas eleições. História Revelação do Renascença, Procópio foi contratado pelo Cruzeiro em 1959. Em sua primeira passagem, formou zaga com Nilsinho, Massinha e Cléver nas conquistas dos estaduais de 1959 e 1960. Foi para o São Paulo em 1961, jogou no Fluminense em 1964, tornando-se campeão carioca neste ano, mas voltou ao Cruzeiro em 1966, durante a disputa da Taça Brasil, quando fez dupla com William na conquista deste título nacional. Num jogo contra o Santos, pela Taça de Prata de 1968, foi atingido por Pelé e rompeu o tendão do joelho. A contusão aconteceu na melhor fase da carreira, quando aguardava a convocação para a Seleção. Depois, afastou-se dos campos por cinco anos, período em que foi supervisor e técnico do juvenil do clube. Em 1973 Procópio retornou ao futebol e contribuiu para levar o Cruzeiro às finais dos Brasileiros de 1973 e 1974. Jogou também pelo Atlético Mineiro, mas por apenas duas temporadas (se tornando Bicampeão Mineiro de 1962-1962). Entretanto, foi bem-sucedido como treinador, pois levou o Atlético à final do Brasileiro de 1980, às semi-finais da Taça Libertadores de 1981, e ao título da Copa Conmebol de 1992. Além de ter treinado algumas das equipes que conquistaram o inédito Hexacampeonato Mineiro do Galo de 1978 a 1983. Carreira Renascença (1956-1958) Cruzeiro (1959-1961) (1966-1974) São Paulo (1961) Atlético Mineiro (1962-1963) Fluminense (1963-1964) Palmeiras (1965-1966) Títulos como treinador Clube Atlético Mineiro Campeão da Copa Conmebol - 1992 Tricampeonato Mineiro - 1978, 1979 e 1980 Campeão da Taça Minas Gerais - 1979 Campeão do Torneio da Costa do Sol/Espanha - 1980 Campeão do Torneio de Amsterdã/Holanda - 1984 Vice-campeonato Brasileiro - 1980 Vice-campeonato da Copa Conmebol - 1995 Vice-campeonato Mineiro - 1984, 1996, 2003 É o segundo treinador que mais dirigiu o Galo, só perdendo para Telê Santana (com 434 jogos). Em 6 passagens como treinador do Atlético Mineiro comandou o time 328 jogos com 199 vitórias, 71 empates e 58 derrotas. [Períodos como treinador: 1978/1981; 1984/85; 1992; 1995/96; 2003; 2004/05] Cruzeiro Esporte Clube Vice-campeonato Mineiro - 1978 Títulos como jogador Clube Atlético Mineiro Bicampeonato Mineiro - 1962, 1963 Cruzeiro Esporte Clube Taça Brasil - 1966 Campeonato Mineiro - 1959, 1960, 1967, 1968 e 1973 Vice-Campeão Brasileiro - 1973, 1974 Atuou em 212 jogos pela equipe Celeste (duas passagens - entre 1959 e 1961 e entre 1966 e 1974) Fluminense Football Club Campeonato Carioca - 1964 Sociedade Esportiva Palmeiras Torneio Rio-São Paulo - 1965 Seleção Brasileira de Futebol Pela Seleção Brasileira jogou 10 vezes entre 1963 e 1968 com 5 vitórias, dois empates e três derrotas. Fonte: www.redemomento.com.br/jornal

Globo x Record

SEM TOMAR PARTIDO
Carlos Valadares*
Quero deixar claro que não tenho nenhuma preferência nessa briga entre Record e Globo. Tive a honra de trabalhar nas duas redes nacionais: na Globo foram quase 10 anos, na Record 14 anos. Na Globo cheguei quase virgem sobre televisão, pois era narrador esportivo da Rádio Itatiaia. Minha experiência em TV foi na Vila Rica, hoje Rede Bandeirantes, que pertencia a Força Nova de Comunicação, formada ainda pela Itatiaia e Jornal Diário de Minas. Depois de extinta a Força Nova, a Itatiaia foi se firmando até transformar-se na grande potência que é hoje.

Como dizia Januário Carneiro, saudoso patrão, professor e amigo, eu passei para a história da Rádio. Fui o principal narrador da 1ª Copa do Mundo transmitida pela Itatiaia com equipe e recursos próprios. Foi a Copa da Alemanha, em 1974. Ninguém mais pode fazer a mesma coisa, pode ser narrador da 2ª, 10ª, sei lá, mas da 1ª copa eu fui o narrador. Na verdade, tinha comigo o companheiro Haroldo de Souza, mas eu era o narrador principal. Numa equipe comandada por um bravo guerreiro do jornalismo esportivo, Oswaldo Faria também saudoso chefe e incentivador. Emanuel, meu querido padrinho, hoje o presidente da Rádio, nunca gostou de fazer parte dessas “aventuras”, preferia o comando dos bastidores.

Em 1978, depois de rápida passagem pela Inconfidência, já estava na Rede Globo, mas apenas como coadjuvante na copa da Argentina. Entretanto, em 1982, na Copa da Espanha, eu já era o segundo da Rede, o primeiro era o Luciano do Vale. Dessa Copa ficou a frustração do melhor time não vencer o Mundial, a Seleção de Telê Santana, naquela triste tarde no Estádio Sarriá, em Madri, para nós brasileiros, claro. Passei tempos sem nem querer ouvir falar em Paulo Rossi, o nosso carrasco, que fez os 3 gols da vitória da Itália; 3x2.

Em 86 já estava na Rede Record, onde permaneci durante 14 anos. Cheguei contratado por Paulo Machado de Carvalho, uma glória para qualquer profissional, mas 50% da Emissora já pertenciam a Silvio Santos. Naquele ano, a Copa foi no México e vestíamos a camisa SBT/Record. Pouco tempo depois, houve a negociação com o Bispo Edir Macedo que transformou a Record em uma grande rede nacional. Não cabe a mim discutir como. Durante todo o tempo que lá estive, nunca fui pressionado a freqüentar a Igreja Universal ou fazer qualquer tipo de doação. Os evangélicos que dirigiam a Rede sempre foram profissionais de alto nível e outros que não eram evangélicos e que participavam da direção da casa, como o Lafom, por exemplo, que também já passou para o andar de cima, um craque em programação de TV.

Contei essa “historinha” para dizer que estou triste com essa briga entre as duas emissoras, sem tomar partido, como jornalista que sou.
*Carlos Valadares é Jornalista
Fonte: www.redemomento.com.br/jornal

Hospital Linus Pauling

Vem aí um Hospital de Primeiro Mundo
O Hospital Linus Pauling será construído em um terreno de 15.000 m², localizado próximo ao hipermercado Carrefour, em Juiz de Fora (MG).
O projeto é criação do renomado arquiteto Jean Kamil, que idealizou um hospital horizontal com fachada arrojada e moderna. Com amplas dependências, Jean Kamil procurou transformar o ambiente de um hospital no propósito do Hospital Linus Pauling: ser um ambiente agradável e humanizado.
Além de ser um projeto que apresenta soluções inteligentes, é ecologicamente correto, pois atenção especial foi dada ao aproveitamento máximo da luz solar e da água da chuva, ao tratamento de esgoto e destino adequado dos resíduos.
Dessa forma, a fim de proporcionar o bem estar de pacientes, familiares, corpo clínico e colaboradores, o Hospital Linus Pauling contará com um amplo e confortável hall, apartamentos modernos com decoração diferenciada, jardins de inverno, inclusive nas unidades fechadas como os CTI’s. Um mini shopping foi projetado com lojas, centro de estética, bancos, restaurante e academia de ginástica.
Capacidade: Em sua primeira fase, serão 150 leitos para internação em apartamentos e 40 leitos em unidades fechadas (CTI Clínico, CTI Cirúrgico, CTI Infantil/Neonatal e Unidade Coronariana), além de um Centro Cirúrgico com 10 salas. E, ainda, serviço de emergência 24 horas e consultórios, leitos de observação e duas salas para pequenas cirurgias.

Literatura

LANÇAMENTO O Instituto Memória Editora, o BRDE e Ubiratan Lustosa convidam para o lançamento do livro: "O RÁDIO DO PARANÁ: FRAGMENTOS DE SUA HISTÓRIA", que acontecerá em 01/09/2009 - 19h00 - no Espaço Cultural Palacete dos Leões. (Av. João Gualberto, 530, Alto da Glória - Estacionamento interno gratuito). Contamos com a presença de todos e de cada um dos amigos, autores e leitores! Afinal, o Paraná que queremos somos nós que fazemos, por ação ou omissão. Anthony Leahy - EditorConselheiro da Academia Brasileira de Arte, Cultura e História - SPMembro do Instituto Histórico e Geográfico do Paraná e da Academia de Cultura de Curitiba-Paraná.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Jogos Olímpicos

Olimpíada de 2016 será transmitida por Globo, Record e Bandeirantes As Olimpíadas de 2016 (Rio de Janeiro/Brasil, Chicago/EUA, Madri/Espanha e Tóquio/Japão são as cidades candidatas), serão transmitidas pela Globo, Record e Bandeirantes.
A proposta encaminhada pela Globo ao COI-Comitê Olímpico Internacional solicitava os direitos não exclusivos para a TV aberta para a emissora e para a Bandeirantes. A exclusividade será para as demais mídias, como TV fechada, Internet, Rádio e celular. Com isso, a Record, que já detém os direitos exclusivos das Olimpíadas de 2012 (Londres) e dos Pan Americanos de 2011 (Guadalajara/México) e 2015 ( Bogotá/Colômbia, Lima/Peru e Toronto/Canadá são as cidades candiatas), também poderá transmitir o evento. A proposta da Globo, além de não requerer a exclusividade, incluiu a promoção da Olimpíada nas duas emissoras e garantias de cobertura, entre outros pontos. As negociações foram fechadas na última terça-feira (25/08), mas ainda não foram oficializadas pelo COI (Comitê Olímpico Internacional).

Futebol mineiro

Módulo três
O técnico do Sport Guto Carvalho prepara o time para o jogo de domingo, contra o Fabriciano. O volante Raphael e do centroavante Wesley estão suspensos. O lateral-esquerdo Wellington e o volante Rincón foram dispensados. O time deve atuar com: Mário Júnior, Frank, Fabiano, Victor Brum e Guilherme; Mauro, Renato, Victor Costa e Pedro Henrique. Douglas e Alexandre. Além de Wellington e Rincón, foram dispensados os meias Alexsandro e Cacá. No início da competição, a direção do clube já havia desligado os meias Anderson e Rodolfo Sport x Fabriciano Domingo - 30/08 Mário Helênio - 10h30 A:Carlos Inácio Vítor(FMF) A1:Mauro Antônio Ferreira dos Santos(FMF) A2:Pablo Almeida Costa(FMF) 4ºA:Juan Carlos Montez Maia(Liga Local) Taça Minas Villa Nova X Tupi Quarta - 02/09 Castor Cifuentes - 20h A:Renato Cardoso Conceição A1: Jair Albano Félix A2: Wesley Moreira de Carvalho 4°A: Cláudio da Silva Prado (Liga local)

O Jornalista e o diploma

Jornalistas, estudantes, advogados e deputados defendem diploma
Durante audiência pública sobre a dispensa do diploma de jornalismo para o exercício da profissão, decidida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em junho, representantes de jornalistas, estudantes, advogados e parlamentares defenderam a regulamentação para a profissão de jornalista.
No debate promovido nesta quinta-feira pelas comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; e de Educação e Cultura, a deputada Jô Moraes (PCdoB-MG), criticou a decisão do Supremo e defendeu uma estratégia para que o Congresso aprove a Proposta de Emenda à Constituição 386/09, que restabelece a exigência de diploma para jornalista; ou o Projeto de Lei 5592/09, que dá nova regulamentação à profissão de jornalista. A deputada disse que esse assunto também precisa ser discutido na 1ª Conferência Nacional de Comunicação, que será realizada em dezembro, em Brasília.
O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cezar Britto, afirmou que é preciso haver regulamentação para o exercício do jornalismo, para possibilitar o afastamento de maus profissionais e garantir a qualidade técnica e ética na profissão.
Liberdade de expressão
Britto ressaltou que a liberdade de expressão é um princípio da Constituição brasileira, mas lembrou que a própria Constituição cria restrições para aperfeiçoar o exercício dessa liberdade, como a proibição do anonimato, a preservação da imagem e o direito de resposta.
A coordenadora do Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal de Goiás (UFG), Lis Caroline Lemos, questionou o fato de o STF ter julgado a exigência do diploma de jornalismo como um atentado à liberdade de expressão. Para ela, há outros problemas que são mais danosos à liberdade de expressão, como a concessão de rádio e TV para políticos.
Constituição de 1988
O presidente da OAB disse que a Constituição se refere à profissão de jornalista por duas vezes, de maneira implícita. A primeira vez, quando estabelece que é livre o exercício de qualquer profissão, desde que atendidas as qualificações que a lei estabelecer. A segunda vez, quando trata do sigilo da fonte, vinculando esse direito ao exercício profissional.
Além disso, Britto disse que a legislação já resguarda a figura do colaborador, ou seja, não é só o jornalista que escreve em jornal. Ele também defendeu o registro profissional de jornalista no Ministério do Trabalho como forma de regulamentação.
Decisões do Congresso
Já o presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Sérgio Murillo de Andrade, citou dois momentos em que o Congresso Nacional decidiu favoravelmente ao diploma. Ele lembrou que o fim da exigência de diploma foi debatido durante a Assembleia Constituinte de 1987/88, mas os constituintes decidiram não incluir essa regra na Constituição. Esse debate teria sido proposto, na época, pela Folha de S.Paulo.
Andrade ressaltou também que, em 2006, o Congresso aprovou uma lei que regulamentava o exercício da profissão de jornalista, mas essa lei acabou sendo vetada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva por ampliar o registro profissional.
A Associação Nacional dos Jornais (ANJ), a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), e os ministros do Supremo, Marco Aurélio Mello e Gilmar Mendes, foram convidados para a audiência, mas informaram que não poderiam comparecer.
Continua:
Íntegra da proposta:
Notícias relacionadas:
Reportagem - Sílvia Mugnatto/Rádio Câmara
Edição - Regina Céli Assumpção
Agência Câmara
Tel. (61) 3216.1851/3216.1852
Fax. (61) 3216.1856

Ah, O Primeiro Clássico!!!

(crônica de Nelson Rodrigues sobre a partida) Eu estou imaginando o campo, as duas torcidas e os times. Mas para visualizar a partida temos de inseri-la no velho Rio, o Rio machadiano, o Rio que era uma abundante paisagem de gordas. Na "belle époque", as mulheres iam para o futebol como se fossem para uma recepção no Itamarati. E elas demaiavam, vejam vocês, ainda tinham ataques. De vez em quando, faço a mim mesmo esta pergunta: - "Há quanto tempo não vejo uma mulher com ataque?" Elas matam e se matam, elas se atiram do sétimo andar, elas devoram um tubo de comprimidos. Mas não têm ataques, nem desmaiam. Ah, naquele tempo era lindo "ser histérica". E no futebol, quando entrava um gol, as mulheres desfaleciam, pareciam morrer em estertores. Os homens achavam sublime. O primeiro Fla-Flu não era Fla-Flu. Só muito mais tarde é que Mário Filho inventou e promoveu a abreviação. O Flamengo fez tudo, tudo para ganhar este primeiro jogo. Outro dia, conversei com um velho torcedor, mais velho que o século. E ele, falando fino e baixinho (como uma criança que baixa num tenda espírita), contou o que foi o nascimento do maior clássico do futebol brasileiro. O Flamengo era o time campeão do Fluminense, sem Oswaldo Gomes. Parece que na partida o futebol era um detalhe irrelevante ou mesmo nulo. Os dois times davam a sensação de que jogavam de navalha na liga. E, no entanto, houve um cínico e deslavado milagre: - ninguém saiu de maca, ninguém saiu de rabecão. Mas nunca se vira, em campo de futebol, ferocidade tamanha. E o Fluminense venceu. Vejam como, histórica e psicologicamente, esse primeiro resultado seria decisivo. Se o FIamengo tivesse ganho, a rivalidade morreria, ali, de estalo. Mas a vitória tricolor gravou-se na carne e na alma flamengas. E sempre que os dois se encontram, é como se o fizessem pela primeira vez. Fonte: www.jornalheiros.blogspot.com Colaboração: Alexandre Magno Barreto Berwanger

Primeiro Fla-Flu

Rio de Janeiro, 7 de julho de 1912.
Em 1911, o Fluminense levantara seu quinto campeonato carioca, vencendo todos os jogos do certame. Infelizmente, a campanha avassaladora despertou vaidades colossais entre os jogadores, e ocorreu então a cisão. Nove dos onze titulares campeões resolveram abandonar o clube, para fundar o departamento de futebol do Clube de Regatas do Flamengo. Apenas dois titulares permaneceram fiéis ao Tricolor: Oswaldo Gomes e James Calvert.
Sobre o episódio, Nelson Rodrigues escreveu, décadas mais tarde: "Eu gostaria de saber que gesto, ou palavra, ou ódio deflagrou a crise. Imagino bate-bocas homicidas. E não sei quantos Tricolores saíram para fundar o Flamengo. Hoje, nos grandes jogos, o Estádio Mário Filho é inundado pela multidão rubro-negra. O Flamengo tornou-se uma força da natureza e, repito, o Flamengo venta, chove, troveja, relampeja. Eis o que eu pergunto: - Os gatos pingados que se reuniram numa salinha imaginavam as potencialidades que estavam liberando? Há um parentesco óbvio entre o Fluminense e o Flamengo. E como este se gerou no ressentimento, eu diria que os dois são os irmãos Karamazov do futebol brasileiro."
Então chegara o dia do primeiro clássico: a clara tarde de 7 de julho de 1912. Todos esperavam um massacre do Flamengo sobre o Fluminense no campo de Laranjeiras. Afinal, era praticamente um duelo dos titulares campeões do ano anterior, contra os seus reservas. À equipe do Flamengo, por todas as razões, se impunha a sua vitória. [4]
As campanhas das equipes também justificavam o favoritismo rubro-negro. O Flamengo aplicara três sonoros banhos de bola: 16 a 2 no Mangueira, 6 a 3 no América e 7 a 4 no Bangu. Perdera apenas para o Paysandu, por 2 a 1. Já o Fluminense tropeçava, ainda golpeado pela cisão: derrotas de 2 a 1 para o Rio Cricket, e 5 a 0 para o Paysandu; uma vitória sobre o São Cristóvão (1 a 0); e um empate com o América (0 a 0).
O jogo começa e, já no primeiro minuto, acontece o momento sublime: Edward Calvert abre o placar para o Fluminense. Era o primeiro gol da história do Fla-Flu, que na época nem se chamava Fla-Flu ainda (o apelido perfeito seria criado pelo jornalista Mário Filho, décadas depois).
Logo em seguida, o Flamengo empatou, deixando o clássico eletrizante. Ali já estava a essência do Fla-Flu, em que cada minuto é melhor que o minuto que passou. E os minutos passavam, passavam, passavam, num ritmo ao mesmo tempo devagar e alucinante, como só acontece nos jogos entre Fluminense e Flamengo.
Aos 17 minutos do segundo tempo, a falta na entrada da área do Flamengo era a chance para o Fluminense. James Calvert, um dos dois heróis que resolveram ficar no Fluminense, cobra sem força, mas o goleiro Baena aceita. Era o primeiro frango homérico do Fla-Flu.
A meia-hora seguinte transcorreu da seguinte maneira: lentamente para os tricolores, rapidamente para os rubro-negros. Cada segundo que se escoava deixava o Fluminense mais perto do épico triunfo, e o Flamengo mais perto da humilhante derrota para os ex-reservas. O rubro-negro lançou-se todo para a frente e, a dois minutos do fim, conseguiu o milagre do empate. Parecia então definido que o primeiro Fla-Flu de todos os tempos terminaria empatado.
Mas... abençoado seja o Fla-Flu, das emoções modificadas, em que cada minuto fica melhor que o minuto que passou. No último lance do match, acontece o lance que ficará para sempre na história. James Calvert penetra rapidamente pela esquerda, e cruza forte e rasteiro. Bartholomeu aparece na área e fuzila Baena: gol do Fluminense! Era a vitória, a doce e santa vitória! No último minuto, da melhor forma possível, o Fluminense vencia o Flamengo pela primeira vez.
Amigos, aquele foi um dos jogos mais importantes da história do Fluminense. Se o Flamengo tivesse vencido, a rivalidade morreria ali, de estalo. O Rubro-Negro, com os ex-titulares do Fluminense, herdaria as glórias do Tricolor, que seria apenas mais um clube na cidade. Mas o Fluminense venceu, e desde então cada Fla-Flu pára a cidade, o estado, e o país inteiro. A vitória tricolor gravou-se na carne e na alma flamengas. [6]
Os tricolores celebraram o triunfo como se este fosse um campeonato inteiro. Para os flamenguistas, a derrota realmente foi um campeonato inteiro: aqueles dois pontos perdidos lhes custariam o troféu, que foi para o Paysandu.
Eis a escalação de heróis: Laport; Luiz Maia e José Bello; Pernambuco, Mutzembecker e João Leal; Oswaldo Gomes, Bartholomeu, Berhmann, Edward Calvert e James Calvert. Estes onze homens salvaram a história do Fluminense Football Club. Eles obtiveram a vitória que jamais poderá ser vingada.
Desde então, Fluminense e Flamengo quebram lanças em batalhas sensacionais. A cada vez que entram em campo, é como se fosse naquela clara tarde de 7 de julho de 1912. Fluminense 3 x 2 Flamengo.
- Campeonato Carioca de 1912.
- Data: 07/07/1912.
- Local: Laranjeiras.
- Fluminense: Laport; Luiz Maia e José Bello; Pernambuco, Mutzembecker e João Leal; Oswaldo Gomes, Bartholomeu, Berhmann, Edward Calvert e James Calvert. Técnico: Charles Williams.
- Flamengo: Baena; Píndaro e Nery; Cintra, Gilberto e Galo; Baiano, Arnaldo, Borgerth, Gustavo e Amarante. Técnico: Ground Commitee.
- Árbitro: Frank Robinson.
- Gols: Edward Calvert, James Calvert e Bartholomeu (Fluminense); e Arnaldo e Píndaro (Flamengo).
Colaboração: Alexandre Magno Barreto Berwanger

Graciliano Ramos se enganou com o futebol

Carlos Roberto Sodré*
Os gênios também cometem equívocos. Nascido em 27 de outubro de 1892, na cidade Quebrangulo, sertão de Alagoas, morrendo em 20 de março de 1953 na cidade do Rio de Janeiro. Graciliano Ramos apostava no insucesso do futebol aqui no Brasil. Escritor romancista, dono de obras requisitadas em todas as faculdades, universidades e inclusive no ensino médio como: Caetés, Vidas Secas, Memórias do Cárcere e tantas outras, o gênio escritor não acreditava que o futebol fosse virar essa paixão nacional. Na época, no início do século passado, o esporte que dominava a preferência dos brasileiros era o Remo. Talvez quando disse que não acreditava no sucesso do futebol aqui no Brasil, fosse porque ainda não tivesse visto que os meios de comunicação, principalmente o rádio e a televisão, o rádio era uma idéia embrionária e a televisão nasceria em 18 de setembro de 1950. Com o passar dos anos esses veículos passaram a ocupar o coração dos brasileiros. Os jornais já existiam, mas nem todos tinham acesso às informações. Com o advento do rádio e a televisão, as informações se popularizaram. Pelo visto o Gênio escritor brasileiro cometeu um grande engano, mas já está perdoado. Tem crédito, muito crédito junto a todos nós. Mas será que Graciliano Ramos estava mesmo de todo errado? O futebol é mesmo tudo isso que dissemos? Ou será que deixamos de fazer tantas outras coisas importantes, enquanto nos concentramos só no esporte bretão? Muitas coisas acontecem no Brasil, diariamente, fora dos gramados. No Senado escândalos. No mundo a pandemia da gripe influenza A, ou gripe suína. Perto daqui, se procurar, também vai achar escândalos. Inclusive no futebol. É só procurar. Eu também gosto de futebol, afinal de contas sou brasileiro, mas como diz o Rei Roberto Carlos, “a vida tem outras coisas”. Entre outras coisas que a vida tem, que tal dedicar um pouco mais de tempo à família, uma boa leitura, Graciliano Ramos por que não? Faço tudo isso, ainda sobra tempo para ver o Fluminense tirar o Flamengo de mais uma competição. Por tudo isso, sou feliz. Seria muito mais, se pudesse ver todas as gerações daqui da nossa terra, do nosso lugar, da Zona da Mata, pisar pelos gramados e mostrar todo talento do jogador brasileiro. No entanto, a mentalidade de algumas pessoas é diferente. Pensam em campeonatos, onde o nosso atleta fica em último plano. Por diversas vezes citei aqui o exemplo do Industrial Futebol Clube, com o comando do senhor Maurício Singulane. Nas próximas edições, vou falar do Operário Futebol Clube da cidade de Cataguases. Este também sempre tratou com respeito a prata da casa. *Carlos Roberto Sodré é Locutor Esportivo

27 de agosto - dia de Santa Mônica

Mônica nasceu em Tagaste, atual Argélia, na África, no ano 331, no seio de uma família cristã. Desde muito cedo dedicou sua vida a ajudar os pobres, que visitava com freqüência, levando o conforto por meio da Palavra de Deus. Teve uma vida muito difícil. O marido era um jovem pagão muito rude, de nome Patrício, que a maltratava. Mônica suportou tudo em silêncio e mansidão. Encontrava o consolo nas orações que elevava a Cristo e à Virgem Maria pela conversão do esposo. E Deus recompensou sua dedicação, pois ela pôde assistir ao batismo do marido, que se converteu sinceramente um ano antes de morrer.
Tiveram dois filhos, Agostinho e Navígio, e uma filha, Perpétua, que se tornou religiosa. Porém Agostinho foi sua grande preocupação, motivo de amarguras e muitas lágrimas. Mesmo dando bons conselhos e educando o filho nos princípios da religião cristã, a vivacidade, inconstância e o espírito de insubordinação de Agostinho fizeram que a sábia mãe adiasse o seu batismo, com receio que ele profanasse o sacramento.E teria acontecido, porque Agostinho, aos dezesseis anos, saindo de casa para continuar os estudos, tomou o caminho dos vícios. O coração de Mônica sofria muito com as notícias dos desmandos do filho e por isso redobrava as orações e penitências. Certa vez, ela foi pedir os conselhos do bispo, que a consolou dizendo: "Continue a rezar, pois é impossível que se perca um filho de tantas lágrimas".
Agostinho tornou-se um brilhante professor de retórica em Cartago. Mas, procurando fugir da vigilância da mãe aflita, às escondidas embarcou em um navio para Roma, e depois para Milão, onde conseguiu o cargo de professor oficial de retórica.Mônica, desejando a todo custo ver a recuperação do filho, viajou também para Milão, onde, aos poucos, terminou seu sofrimento. Isso porque Agostinho, no início por curiosidade e retórica, depois por interesse espiritual, tinha se tornado freqüentador dos envolventes sermões de santo Ambrósio. Foi assim que Agostinho se converteu e recebeu o batismo, junto com seu filho Adeodato. Assim, Mônica colhia os frutos de suas orações e de suas lágrimas.Mãe e filho decidiram voltar para a terra natal, mas, chegando ao porto de Óstia, perto de Roma, Mônica adoeceu e logo depois faleceu. Era 27 de agosto de 387 e ela tinha cinqüenta e seis anos.
O papa Alexandre III confirmou o tradicional culto a santa Mônica, em 1153, quando a proclamou Padroeira das Mães Cristãs. A sua festa deve ser celebrada no mesmo dia em que morreu. O seu corpo, venerado durante séculos na igreja de Santa Áurea, em Óstia, em 1430 foi trasladado para Roma e depositado na igreja de Santo Agostinho.

Séries C e D

Série C América/MG x Guaratingueta/SP Domingo – 30/08 Independência – 16h A:Luis Antonio Silva dos Santos/RJ A1:Wendel de Paiva Gouveia/RJ A2:Francisco Pereira de Sousa/RJ 4ºA:Luiz Carlos da Silva/MG Série D Tupi/MG x Macaé/RJ Sábado – 29/08 Mário Helênio – 16h A:Flávio Rodrigues Guerra /SP A1:Marco A. de Andrade Motta Jr/SP A2:Junivan Rodrigues De Sousa/SP 4ºA:André Luiz Martins Dias Lopes /MG Uberaba/MG x Araguaia/MT Sábado – 29/08 Uberabão – 16h A:Eduardo Tomáz de Aquino Valadão/GO A1:Márcio Soares Maciel/GO A2:Edson Antonio de Souza/GO 4ºA:Elmivan Alves Andrade/MG

Futebolo Mineiro - resultados

Taça Minas
Tupi 2 x 0 Funorte (Montes Claros) Terça - 25/08 Estádio Mário Helênio - 20h A: Joel Tolentino Damata Júnior(CBF/FMF) A1: Jair Albano Félix(CBF/FMF) A2: Cinthia Mara da Silva(CBF/FMF) 4ºA: Juan Carlos Montez Maia(LFJF)
Gols: Marcones e Matheuzinho (Tupi).
Público: 148 pagantes
CV: Jaiminho (Tupi) e Clayton (Funorte)
O Tupi volta a campo pela Taça Minas no dia 02 de setembro, às 20h, em Nova Lima, contra o Villa Nova. América 2 x 4 Villa Nova Quarta - 26/08 Estádio Independência - 20h A:Átila Carneiro Magalhães(CBF/FMF) A1:Helbert Costa Andrade(CBF/FMF) A2:Guilherme Dias Camilo(CBF/FMF) Gols: Léo, aos 05'do 1ºT e Yan, aos 19'do 2ºT(América) e Eraldo, aos 06'do 1ºT; Carciano, aos 18'do 1ºT; Silas, aos 42'do 1ºT e Carlos Magno, aos 44'do 1ºT(Villa Nova) Público: 401 pagantes Renda: R$3.225,00
Módulo três
Fluminense (Araguari) 2 x 3 Unitri (Uberlãndia)
Quarta - 25/08
Estádio Sebastião César - 20h
A: Antônio Alves Costa Júnior
A1: Wesley Moreira de Carvalho
A2: Aline Cristina da Silva
04º A: Cleibimar Resenda Ferreira(Liga local)
Gols: Saulo, aos 41'do 1ºT e 25'do 2ºT, Gilberto, aos 16'do 2ºT(Unitri) e Fábio, aos 14'do 1ºT e Robson, aos 24'do 1ºT(Fluminense)
Público: 668 pagantes
Renda:R$5.320,00

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Literatura

Jornalista lança livro sobre relacionamento entre assessoria e redação
No dia 05/09, durante o Intercom Curitiba, o jornalista Rodrigo Capella lança o livro "Assessor de imprensa: fonte qualificada para uma boa notícia". Montada com base em entrevistas com diversos profissionais, a obra busca compreender o relacionamento entre assessores de imprensa e jornalistas de redação.
De acordo com o autor, a assessoria de imprensa deve funcionar como uma extensão da redação. O assessor atuar como um facilitador para o jornalista, trabalhando para ganhar a sua confiança.
Atuando em uma empresa de assessoria de imprensa, Capella utiliza os conhecimentos adquiridos durante a pesquisa e elaboração do livro no cotidiano. O uso do Follow up é um exemplo disso. O autor aborda a fundo o tema: pesquisou a literatura disponível e foi a campo. Munido de gravador e muitas perguntas, ele fez contatos com experientes colegas de redação e de assessorias de imprensa, além de estudiosos sobre o assunto, para investigar até quando o trabalho de um pode ajudar no de outro, sem ultrapassar os limites éticos.
Neste livro, Rodrigo Capella revela, por exemplo, que algumas barreiras foram superadas, mas ainda há um bom caminho a percorrer, com a profissionalização e o respeito entre colegas

Série D

Um regulamento confuso e esdrúxulo causou uma reviravolta no Campeonato Brasileiro da Série D.
O diretor técnico de competições da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Virgilio Elísio, afirmou oficialmente nesta terça-feira, ao Portal Futebol Interior, que Macaé-RJ e Chapecoense-SC já estão classificados para a 4ª fase, mesmo sem terem jogado a 3ª fase.
De acordo Elísio, que tentou explicar o regulamento confuso, os dez times classificados para a 3ª fase, vão se enfrentar em jogos de ida e volta, no formato de mata-mata. Os cinco vencedores passam de fase, assim como os três melhores perdedores.
É justamente neste ponto em que houve toda a confusão. O regulamento não específica de forma clara qual seria o critério para avaliar o "melhor" perdedor: se valeria os resultados apenas da fase ou então a somatória de todas as fases. "Nós já falamos disso antes e, agora, voltamos a esclarecer.
Os melhores serão definidos pela somatória de toda a competição, não somente na terceira fase da Série D", esclareceu Elísio ao FI.
Dois garantidos
Com esta afirmação, Macaé e Chapecoense já estão classificados à 4ª fase. Eles têm 17 pontos no geral e, mesmo que percam os dois jogos da 3ª fase, se manteriam entre os três mellhores perdedores.Outros times que estão perto da classificação pela vaga de índice técnico são: Tupi-MG, Cristal-AP e São Raimundo-PA.
O primeiro soma 15 pontos, enquanto os outros dois têm 14 pontos cada.
Marmelada?
O regulamento esdrúxulo da CBF pode ter ainda um segundo agravante. É que, como têm 14 pontos cada, Cristal e São Raimundo também podem se classificar juntos, caso façam o famoso "jogo de compadres".A explicação é simples. Abriu-se um precedente para que ambos possam "combinar" de cada um vencer uma partida por 1 a 0. Assim, os dois chegariam a 17 pontos e fariam a disputa de vencedor nos pênaltis. O perdedor também estaria classificado, pois assim como Macaé e Chapecoense, chegariam aos 17 pontos e não poderiam ser alcançados pelos demais perdedores.
Outro absurdo!
O festival de besteiras da CBF, entretanto, não param por aí. Como já estão classificados, abre-se a possibilidade de Macaé e Chapecoense "venderem" seus confrontos contra Tupi-MG e Londrina-PR, respectivamente. Isso não causaria estranhesa, uma vez que os clubes se mantêm a duras penas para disputar a Série D, uma vez que não recebem verba alguma da entidade máxima do futebol.
Veja os confrontos da 3ª fase:
Macaé-RJ x Tupi-MG
Londrina-PR x Chapecoense-SC
Alecrim-RN x Sergipe-SE
Araguaia-MT x Uberaba-MG
Cristal-AP x São Raimundo-PA Fonte: www.futebolinterior.com.br

O Jornalista e o diploma

DIAGRAMADOR É EQUIPARADO A JORNALISTA POR NÃO PRECISAR DE DIPLOMA PARA EXERCER A FUNÇÃO Foi aceito o pedido em ação trabalhista de um diagramador de um jornal, de Brusque, que pretendia seu enquadramento como jornalista. Os juízes da 1ª Turma do TRT/SC discordaram do voto da relatora Mari Eleda Migliorini e, por maioria, mantiveram a decisão de 1ª Instância por entenderem que não é necessário o diploma de jornalismo para exercer a atividade. O autor ingressou com a ação pedindo o seu enquadramento como jornalista e as diferenças salariais previstas nas convenções coletivas da categoria e a aplicação da jornada de trabalho especial de 5 horas. O jornal contestou a pretensão do empregado, alegando que ele não poderia ser enquadrado como jornalista por não ter diploma de ensino superior. Essa tese foi afastada pelo juiz Hélio Garcia Romero, titular da VT de Brusque e autor da sentença de primeiro grau de outubro de 2008. Ele fundamentou a decisão no art. 4º do Decreto-lei 972/76, que diz não ser necessária a graduação em jornalismo ou comunicação social para o exercício da função de jornalista/diagramador. Inconformado com a sentença, o jornal recorreu ao Regional catarinense. A juíza redatora do processo, Águeda Maria Lavorato Pereira, ajustada ao entendimento do magistrado Romero, acrescentou em seu voto que “esta discussão, aliás, restou superada uma vez que em recente decisão proferida no julgamento do Recurso Extraordinário nº 511961 (em 17.06.09), o pleno do STF derrubou a exigência de diploma para o exercício da profissão de jornalista”. Na avaliação da magistrada, hoje se pode dizer que não só a função de diagramador, mas mesmo aquelas mais comumente associadas a atividade fim dispensam graduação em jornalismo. Com esse entendimento, o jornal terá que pagar ao empregado as diferenças salariais estabelecidas nas convenções coletivas de trabalho dos jornalistas e as horas extras trabalhadas além da 5ª diária. A decisão não é definitiva pois ainda cabe recurso para o Tribunal Superior do Trabalho.

Futebol

Série D A CBF definiu ontem as datas do mata-mata contra o Macaé, na terceira fase da competição. O primeiro jogo doacontece no próximo sábado, às 16h, em Juiz de Fora, no Estádio Mário Helênio. A segunda partida será no dia 13 de setembro, às 15h, em Campos, no Norte Fluminense, no Estádio Godofredo Cruz, campo do Americano. Taça Minas Tupi e Funorte Terça - 25/08 Estádio Mário Helênio - 20h A:Joel Tolentino Damata Júnior(CBF/FMF) A1:Jair Albano Félix(CBF/FMF) A2:Cinthia Mara da Silva(CBF/FMF) 04ºA:Juan Carlos Montez Maia(LFJF)

A guerra profana

Por Luciano Martins Costa A disputa entre as poderosas redes Globo e Record, que não tem entre seus protagonistas nenhum personagem que possa ser chamado de santo, coloca em debate mais uma vez a questão da propriedade dos meios de comunicação. O conflito, que vem sendo chamado de guerra religiosa, porque uma das partes, a Record, é um dos mais belos frutos da iniciativa do empreendedor religioso Edir Macedo, deveria estar provocando amplos questionamentos na imprensa sobre a exploração dos serviços de comunicação no Brasil. Mas não se vê por aí nenhuma disposição dos jornais e revistas em questionar as ilegalidades e favorecimentos que marcam o setor de rádio e televisão. Enquanto isso, as duas emissoras disputam a atenção do público com reportagens e editoriais que extrapolam as mais comezinhas recomendações do bom jornalismo.

Villa Nova e América

Wagner Augusto Álvares de Freitas* Em seu último jogo-treino antes da estreia na Taça Minas, o Villa Nova empatou por 0x0 com o time reserva do Cruzeiro na tarde da segunda-feira (24/8), na Toca da Raposa II. A equipe celeste foi composta por atletas que não participaram ou que pouco atuaram na vitória por 4x2 sobre o Náutico. O Leão do Bonfim iniciou o treinamento com este time: Alan Faria; Carlos Magno, Carciano, Fernando e Magal; Leandro Paraná, João Paulo, Luís Ricardo e Silas; Eraldo e Allan. Nesta terça-feira, pela manhã, houve um treinamento recreativo no Mineirão. Na quarta-feira, o Leão do Bonfim, que busca o terceiro título da Taça Minas Gerais, faz o clássico contra o América, no Estádio Independência, às 20h. Até o momento, foram contratados 15 reforços para a competição: Alan Faria, Gessé e Rodrigo (goleiros); Carciano, Weldes e Fernando (zagueiros); Leandro Paraná e Renan (volantes); Carlos Magno, Silas e Marlon (meias); Allan, Jessé, Eraldo e Ely Thadeu (atacantes). O último a chegar foi o goleiro Rodrigo, 23 anos, vindo do Itaúna. Seis amistosos foram realizados durante a intertemporada de 15 dias no Sesi de Betim: 3x0 na Seleção do Uni-BH; 4x0 no Vila Nova (Santa Luzia); 3x1 no Athletic (júnior) (São João Del Rei), 1x1 contra o Contagem, derrota por 2x1 para o Betim e o empate por 0x0 com o Cruzeiro. Leão x Coelho Segundo números levantados por Carlos Paiva, competente historiador do América e autor da enciclopédia do clube, a estatística dos confrontos entre Villa Nova e América é esta: TOTAL DE JOGOS: 270 VITÓRIAS DO VILLA NOVA: 91 VITÓRIAS DO AMÉRICA: 104 EMPATES: 75 GOLS MARCADOS PELO LEÃO: 375 GOLS MARCADOS PELO COELHO: 416 TOTAL DE GOLS NO CLÁSSICO: 791 A primeira partida foi disputada no dia 22 de novembro de 1916, em Nova Lima, com triunfo do Villa Nova por um placar elástico e desconhecido. O último jogo entre os tradicionais rivais foi válido pelo Campeonato Mineiro deste ano, em Nova Lima, no dia 15 de fevereiro do corrente: 1x1 (gols de Carlos Eduardo para o Leão e Edgard, de pênalti, para o Coelho). Os times-bases do Leão que conquistaram a Taça Minas Gerais foram estes: 1977 Ganga; Dê (Índio), Bosco, Dias e Alan; Pirulito, China e Claudinho; Ronaldo, Dirceu Bilisquete e Tonho (Jurandi) Técnicos – Arizona, Anísio Clemente, Tenente Djalma Martins de Almeida e Martim Francisco. 2006 Glaysson; Mateus, Eddiê (César), Carciano e Marcel; André, Emerson, Paulo César e Márcio Guerreiro; Jil (Clodoaldo) e Márcio Diogo (Eraldo) Técnico – Francisco Carlos Ferreira da Silva —Pirulito FONTE: LIVRO VILLA NOVA: 100 ANOS DE GLÓRIA EM VERMELHO E BRANCO, PÁGINAS 544, 545 E 546, DE MINHA AUTORIA. *Wagner Augusto Álvares de Freitas é Assessor de Imprensa do Villa Nova

MÍDIA DE DEUS

Igrejas na televisão, acesso e limites Ericson Meister Scorsim* Nos últimos anos, a televisão tornou-se um instrumento valioso e poderoso para a difusão da fé pelas igrejas. Estabeleceu-se a disputa pela angariação dos fiéis. Será que as igrejas podem acessar os canais de televisão? Entendo que, a princípio, a resposta é positiva. A Constituição tanto respeita a liberdade religiosa quanto garante a liberdade de comunicação social. É garantido o "livre exercício dos cultos", bem como "na forma da lei, a proteção dos seus locais de culto e as suas liturgias". Entendo que está amparada a transmissão ao vivo do culto, da pregação ou da missa quanto qualquer outra manifestação religiosa, ainda que gravada. Por isso há a proteção para que as igrejas tenham acesso à televisão. Agora, será que as igrejas podem ser proprietárias de emissoras de televisão? A igreja é uma instituição dedicada ao exercício do culto e à propagação da fé. É uma associação privada sem fins lucrativos. Os fiéis fazem doações na expectativa de que o dinheiro seja aplicado no custeio da instituição e em obras de assistência social, por razões de solidariedade, caridade etc. Alguns, a bem da verdade, esperam algo em troca de sua fé. O problema é o desvio dos recursos dos fiéis para o enriquecimento privado dos gestores e controladores da igreja. Se configurada a coação psicológica para forçar a arrecadação de recursos, haverá séria ilegalidade. Não é admissível que as igrejas possuam emissoras de televisão de natureza comercial, isto é, com finalidades lucrativas. A igreja não é um negócio, nem um instrumento para o enriquecimento privado. Ela não pode servir como plataforma eleitoral para candidatos a cargos públicos. Se uma determinada igreja criar e mantiver uma televisão comercial haverá desvio de finalidade. Os administradores que eventualmente pratiquem abusos na gestão da instituição devem ser punidos. Ora, se a TV é da igreja, então, obviamente, a programação deve ser compatível com a natureza religiosa. Ou seja, a programação deve estar voltada para o ensino da religião, da cultura, da informação e do culto. Falta de limites Existem limites para o acesso à televisão pelas igrejas. É que a televisão aberta utiliza-se da radiodifusão. Esta requer o uso das freqüências do espaço eletromagnético. As frequências constituem um bem público e escasso. Por que, ao invés de se conceder um canal de televisão para cada igreja, não se impõe um canal único a ser compartilhado entre todas? Com a tecnologia digital é perfeitamente possível combinar as diversas programações das diferentes organizações religiosas em um único espaço. Todas as religiões têm, a princípio, o direito constitucional de acesso à televisão. Assim, deve ser garantido o acesso aos católicos, protestantes, evangélicos, judeus, islâmicos, espíritas etc. Outros grupos sociais têm igual direito, tais como partidos políticos, sindicatos, empresas de comunicação, associação de cidadãos etc. É fundamental que o Estado garanta a igualdade de oportunidades de acesso à televisão para todos os grupos sociais, sejam religiosos, sejam não religiosos. É necessário encontrar um ponto de equilíbrio nesta história. Como a atividade de televisão é um serviço público, o poder público tem o dever de regular e fiscalizar a utilização de canais de televisão e a compra de tempo de programação nas emissoras comerciais pelas entidades religiosas. O Brasil vive uma mistura perigosa entre Estado e religião. Há uma confusão entre poder político e grupos religiosos que não é saudável para democracia. Isto ocorre, em parte, pela falta de clareza quanto aos limites quanto ao acesso pelas igrejas à televisão. É importante discutir estes limites, pois a lei que trata da radiodifusão é do ano de 1962. É um dispositivo totalmente desatualizado e em descompasso com a Constituição. A falta de limites precisos e seguros é prejudicial ao Estado Democrático de Direito. Cabe aos cidadãos a tarefa de cobrar urgentemente do Congresso Nacional o trabalho legislativo de qualidade. A aprovação de uma nova legislação para equacionar este sério problema significará um avanço histórico para a sociedade. *Ericson Meister Scorsim é Advogado, mestre em Direito (UFPR), doutor em Direito (USP), especialista em Regulação da TV Digital, autor do livro TV Digital e Comunicação Social (Fórum, 2008), Joinville, SC. Fonte: www.observatoriodaimprensa.com.br

História da Taça Minas

Wagner Augusto Álvares de Freitas* Criada em 1973 com o intuito de ser uma competição similar à glamourosa Taça Guanabara, a Taça Minas teve vários status ao longo da sua trajetória. No começo, era um torneio que mobilizava multidões, haja vista que na decisão de 1976 o público pagante na vitória do Atlético sobre o Cruzeiro - por 2x1, na prorrogação - foi de 101.404, recorde absoluto de todos os tempos. A histórica desorganização da Federação Mineira de Futebol, porém, tratou de minar a Taça Minas que só voltou a despertar a atenção dos clubes a partir de 2003, quando passou a valer ao campeão uma vaga na Copa do Brasil. Em 1973, 1975, 1976, 1999 e 2000, a Taça Minas Gerais valeu como uma etapa preliminar do Campeonato Mineiro, classificando os melhores colocados para o certame estadual. Em 1977, 1980, 1981 e seguidamente desde 2003, o torneio é disputado à parte do Campeonato Mineiro, sem qualquer implicação para o mesmo. Em 1979 e 1982, a Taça Minas Gerais foi equivalente à Primeira Fase do Mineiro, contemplando o seu campeão com um ponto extra para a etapa decisiva. Em 1983, o troféu foi equivalente ao Segundo Turno da Primeira Fase do Campeonato Mineiro. E, finalmente, em 1984, 1985 e 1986, a Taça Minas Gerais foi colocada em disputa no Primeiro Turno da Primeira Fase do Mineiro. Desnecessário frisar que nos demais anos a Taça não foi disputada por absoluta incompetência da FMF. Não seria muito mais lógico determinar uma padronização para que em cada ano a Taça Minas Gerais seja colocada em disputa na Primeira Fase do Campeonato Mineiro? A Taça Guanabara criou raízes no Rio de Janeiro exatamente por ficar com o vencedor do Primeiro Turno do Campeonato Carioca. ANO - CAMPEÃO - VICE 1973 - Cruzeiro - Atlético 1974 - Não houve a competição 1975 - Atlético - Cruzeiro (1) 1976 - Atlético - Cruzeiro 1977 - Villa Nova - América 1978 - Não houve a competição 1979 - Atlético - Cruzeiro 1980 - Uberaba - América (2) 1981 - Democrata-GV - Uberlândia 1982 - Cruzeiro- Atlético 1983 - Cruzeiro - Atlético 1984 - Cruzeiro - América (3) 1985 - Cruzeiro - Atlético 1986 - Atlético - Uberlândia 1987 a 1998 - Não houve a competição 1999 - URT - Democrata-GV 2000- URT - Ipatinga 2001 e 2002 - Não houve a competição 2003 - Uberlândia - Araxá 2004 - Ipatinga - Democrata-GV 2005 - América- Caldense 2006 - Villa Nova - Uberaba 2007 - Ituiutaba - Tupi 2008 - Tupi - América Estatística das conquistas Cruzeiro - 05 Atlético - 04 Villa Nova e URT - 02 América, Uberaba, Democrata-GV, Uberlândia, Ipatinga, Ituiutaba e Tupi – 01 OBS. 1 - O Cruzeiro foi punido pela Justiça Desportiva por escalar o lateral-direito Luís Fábio nos jogos contra Fluminense de Araguari e União Tijucana, válidos pela Taça Minas Gerais. Foi o primeiro caso de “gato” no futebol mineiro a vir à tona, e por isso o imbróglio ficou famoso. Luís Fábio, na verdade, se chamava Ananias, e a documentação foi fraudada para diminuir em três anos sua idade. O Luís Fábio verdadeiro era amigo de infância de Ananias e os dois, que eram também vizinhos no Bairro Cardoso, em Belo Horizonte, foram fazer um teste no Cruzeiro em 1967. Ananias foi aprovado, e o colega, não. No entanto, Ananias já tinha estourado a idade e por isso teve a sua documentação trocada pela de Luís Fábio, que era mais jovem. Com isso, Ananias pôde dar seqüência à carreira na base do Cruzeiro até ser profissionalizado. O jogador disputou o Campeonato Mineiro de 1970 pelo Atlético de Três Corações e voltou ao Cruzeiro, jogando normalmente até que a mutreta fosse descoberta. O Cruzeiro, então, perdeu a vaga na decisão da Taça Minas Gerais para o União Tijucana, de Ituiutaba, que fez a Final contra o Atlético, perdendo os dois jogos. Posteriormente, o Cruzeiro recorreu da decisão e conseguiu reverter o panorama nos tribunais. A FMF remarcou a decisão da Taça Minas Gerais entre Atlético e Cruzeiro para janeiro de 1976. O Galo voltou a vencer os dois jogos por 2x1 e sagrou-se campeão novamente. Ninguém foi punido no caso Ananias, que seguiu em frente na carreira, depois de uma leve suspensão, jogando até no América-MG posteriormente. OBS. 2 - Outra lambança dos dirigentes da FMF: as partidas da Final foram marcadas sem o diálogo com o Uberaba, que não concordou com as datas e os mandos de campo, considerando que o regulamento da competição era omisso em relação a isso. O time do Triângulo Mineiro não compareceu às partidas, e o América foi declarado campeão da Taça Minas Gerais. O Uberaba recorreu da decisão e conseguiu reverter o quadro no tapetão. A Justiça Desportiva determinou a realização de novos jogos, e já em 1981, dentro de campo, o Zebu superou o Coelho e ficou com o título. OBS. 3 - O Cruzeiro ficou com a posse definitiva do troféu, após conquistar a Taça Minas Gerais pela terceira vez consecutiva. O regulamento que criou o torneio previa que a posse definitiva do laurel ficaria com o clube que o vencesse por cinco vezes alternadas ou três consecutivas. Wagner Augusto Álvares de Freitas é Jornalista e Escritor

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Guarda Municipal

Guardas municipais recebem carteiras funcionais e spray de pimenta
Na próxima terça-feira, 25/08, às 09h, na sede da Guarda Municipal (GM – Rua Professor Ernesto Evangelista, 140, São Bernardo) o Prefeito Custódio Mattos e o secretário de Administração e Recursos Humanos e comandante da GM, Vítor Valverde, entregam aos guardas as carteiras funcionais e o spray de pimenta. O documento comprova a inclusão de cada integrante à instituição e o spray passa a ser mais um instrumento de defesa da GM.
Para fazerem uso do spray de pimenta, todos os 136 guardas municipais voltaram ao treinamento, mesmo já tendo passado por instruções durante a formação. A capacitação foi ministrada pelos profissionais do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate), na 3ª Companhia de Missões Especiais (3ª CME), da Polícia Militar. Além de informações gerais sobre o material, os guardas ainda experimentaram os efeitos do spray. Cuidados com o manuseio, condições de aplicação e legalidade do uso também foram pontos abordados. As orientações seguiram as determinações da Portaria nº 1.382 e de sua instrução nº 1, que estabelecem normas, impõem limites e orientam sobre o uso correto do spray.
A opção pelo emprego deste tipo de produto e essas normas demonstram preocupação da Prefeitura de Juiz de Fora (PJF) em dar melhores condições de trabalho para a GM, e o treinamento adequado demonstra o cuidado e a responsabilidade sobre seu uso. As determinações do comando são para que o spray só seja utilizado em último caso, respeitando o preparo que os guardas receberam durante a formação quanto ao uso progressivo da força. Antes de qualquer ação física, o guarda sempre recorre à verbalização, buscando negociar a solução do problema. Esgotadas todas as estratégias de persuasão, ele recorre à atuação mais incisiva, sendo o spray o último recurso desta escala. Fonte: www.pjf.mg.gov.br

24 de agosto de 1954

Carta-Testamento ""Mais uma vez, as forças e os interesses contra o povo coordenaram-se e novamente se desencadeiam sobre mim. Não me acusam, insultam; não me combatem, caluniam e não me dão o direito de defesa. Precisam sufocar a minha voz e impedir a minha ação, para que eu não continue a defender, como sempre defendi, o povo e principalmente os humildes. Sigo o destino que me é imposto. Depois de decênios de domínio e espoliação dos grupos econômicos e financeiros internacionais, fiz-me chefe de uma revolução e venci. Iniciei o trabalho de libertação e instaurei o regime de liberdade social. Tive de renunciar. Voltei ao governo nos braços do povo. A campanha subterrânea dos grupos internacionais aliou-se à dos grupos nacionais revoltados contra o regime de garantia do trabalho. A lei de lucros extraordinários foi detida no Congresso. Contra a justiça da revisão do salário mínimo se desencadearam os ódios. Quis criar liberdade nacional na potencialização das nossas riquezas através da Petrobrás e, mal começa esta a funcionar, a onda de agitação se avoluma. A Eletrobrás foi obstaculada até o desespero. Não querem que o trabalhador seja livre. Não querem que o povo seja independente. Assumi o Governo dentro da espiral inflacionária que destruía os valores do trabalho. Os lucros das empresas estrangeiras alcançavam até 500% ao ano. Nas declarações de valores do que importávamos existiam fraudes constatadas de mais de 100 milhões de dólares por ano. Veio a crise do café, valorizou-se o nosso principal produto. Tentamos defender seu preço e a resposta foi uma violenta pressão sobre a nossa economia, a ponto de sermos obrigados a ceder. Tenho lutado mês a mês, dia a dia, hora a hora, resistindo a uma pressão constante, incessante, tudo suportando em silêncio, tudo esquecendo, renunciando a mim mesmo, para defender o povo, que agora se queda desamparado. Nada mais vos posso dar, a não ser meu sangue. Se as aves de rapina querem o sangue de alguém, querem continuar sugando o povo brasileiro, eu ofereço em holocausto a minha vida. Escolho este meio de estar sempre convosco. Quando vos humilharem, sentireis minha alma sofrendo ao vosso lado. Quando a fome bater à vossa porta, sentireis em vosso peito a energia para a luta por vós e vossos filhos. Quando vos vilipendiarem, sentireis no pensamento a força para a reação. Meu sacrifício vos manterá unidos e meu nome será a vossa bandeira de luta. Cada gota de meu sangue será uma chama imortal na vossa consciência e manterá a vibração sagrada para a resistência. Ao ódio respondo com o perdão. E aos que pensam que me derrotaram respondo com a minha vitória. Era escravo do povo e hoje me liberto para a vida eterna. Mas esse povo de quem fui escravo não mais será escravo de ninguém. Meu sacrifício ficará para sempre em sua alma e meu sangue será o preço do seu resgate. Lutei contra a espoliação do Brasil. Lutei contra a espoliação do povo. Tenho lutado de peito aberto. O ódio, as infâmias, a calúnia não abateram meu ânimo. Eu vos dei a minha vida. Agora vos ofereço a minha morte. Nada receio. Serenamente dou o primeiro passo no caminho da eternidade e saio da vida para entrar na História."" Getúlio Vargas

Literatura

Jornalista Altamiro Borges lança “A ditadura da mídia” O jornalista Altamiro Borges lançou o livro “A ditadura da mídia”. Com essa publicação, Altamiro Borges dá uma importante contribuição ao debate, no ano em que se realiza a Conferência Nacional da Comunicação.
O jornalista cita Gramsci, ao concordar que a grande mídia atua como um “partido do capital”. Em contrapartida, também “nunca sofreu tantos questionamentos da sociedade”. São paradoxos que colocam em novo patamar a luta pela democratização da mídia.
O autor aborda a importância crescente dos meios alternativos contra-hegemônicos de informação, que vem sendo ocupados, estrategicamente, por movimentos sociais, sindicais e partidos de esquerda.
Depois de fazer um levantamento histórico sobre a concentração da mídia voltada para os interesses e o mundo de valores das classes dominantes, e de seu poder de fogo na mão de poucas empresas e/ou oligarquias familiares (caso particular do Brasil), e de muitas de suas intervenções sempre desfavoráveis às causas populares. O autor define a obra como de “denúncia política”.
O livro foi dividido em cinco capítulos:
01- Poder mundial a serviço do capital e das guerras;
02- A mídia na berlinda na América Latina rebelde;
03- Concentração sui generis e os donos da mídia no Brasil;
04- De Getúlio a Lula, histórias da manipulação da imprensa;
05- Outra mídia é urgente: as brechas da democratização.
"A ditadura da mídia" (São Paulo, Editora Anita Garibaldi/Associação Vermelho). Nas livrarias custa R$ 20. Mas pode ser adquirido pela metade do preço, se comprado em maior quantidade, por entidades dos movimentos sociais e sindicais.
- Contatos pelo endereço eletrônico <aaborges1@uol.com.br>.

Getúlio Vargas (1882-1954)

Getúlio Dornelles Vargas nasceu no dia 19 de abril de 1882, em São Borja-RS e morreu no dia 24 de agosto de 1954, no Rio de Janeiro-RJ. Bacharel pela Faculdade de Direito de Porto Alegre (1907), elegeu-se pelo Partido Republicano Rio Grandense, deputado estadual, deputado federal e líder da bancada gaúcha, entre 1923 e 1926. Foi Ministro da Fazenda de Washington Luís (1926-27) e presidente do Rio Grande do Sul (1927-1930).
Em 1929 candidatou-se à presidência da República na chapa oposicionista da Aliança Liberal. Derrotado, chefiou o movimento revolucionário de 1930, através do qual assumiu em novembro deste mesmo ano o Governo Provisório (1930-34), o então presidente Washington Luís.
Durante este período, Vargas criou a Justiça do Trabalho (1930), o Ministério da Justiça e o salário mínimo (1940), a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) (1943), a carteira profissional, a semana de 48 horas de trabalho e as férias remuneradas. Criou ainda a Companhia Siderúrgica Nacional (1940), a Vale do Rio Doce (1942), a Hidrelétrica do Vale do São Francisco (1945) e entidades como o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística -1938).
Foi derrubado pelos militares em 1945.
Afastado do poder, Getúlio Vargas retirou-se para sua fazenda em São Borja, no Rio Grande do Sul, apoiando a candidatura do general Eurico Dutra, seu ex-ministro da Guerra, à presidência da República. Nas eleições para a Assembléia Nacional Constituinte de 1946, Vargas foi eleito senador por dois estados: Rio Grande do Sul, na legenda do Partido Social Democrático (PSD), e São Paulo, pelo Partido Trabalhista Brasileiro (PTB). Por esta legenda, foi também eleito representante na Câmara dos Deputados por sete estados: Rio Grande do Sul, São Paulo, Distrito Federal, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia e Paraná. Assumindo seu mandato no Senado como representante gaúcho, Getúlio Vargas exerceu também a legislatura que se seguiu (1946-1949). Candidato à presidência da República pelo PTB, em 1950, Getúlio Vargas derrotou os candidatos, Eduardo Gomes (UDN) e Cristiano Machado (PSD), elegendo-se com 3.849.000 votos.
Vargas enfrentava oposição cerrada por parte da UDN, em especial do jornalista Carlos Lacerda, proprietário do jornal carioca Tribuna da Imprensa.
O atentado realizado contra Lacerda no início de agosto de 1954, no qual foi morto o major-aviador Rubem Florentino Vaz, detonou a crise final do governo, pelo envolvimento da guarda pessoal de Vargas no episódio. Para a investigação do que ficou conhecido como Atentado da Toneleros, foi instaurado um inquérito policial-militar, pelo Ministério da Aeronáutica. Pressionado pelas Forças Armadas, durante reunião ministerial realizada na madrugada de 23 para 24 de agosto, Vargas se viu confrontado com a eminência da renúncia ou deposição, e suicidou-se com um tiro no coração, deixando uma carta-testamento em que acusava os inimigos da nação como os responsáveis por seu suicídio.

domingo, 23 de agosto de 2009

Série D

Série C
Série C Guaratinguetá e Icasa largaram na frente nas semifinais,na luta por uma vaga na final do Campeonato Brasileiro da Série C.
Os paulistas venceram o América por 2 a 1.
Já os cearenses seguraram o empate contra o ASA, por 1 a 1, em Arapiraca, interior de Alagoas.
Série D
*Macaé 3 x 1 Paulista *Macaé está classificado e enfrenta o Tupi na próxima fase.
*Araguaia x Uberlãndia**
*Araguaia está classificado e enfrenta o Uberaba na próxima fase.
** Uberlãndia pode ter Valtinho e Thiago Fofão como reforços na Taça Minas.

As 100 vitórias brasileiras na F1

001. 1970-EUA - Emerson Fittipaldi (Lotus-Ford) 002. 1972-Espanha - Emerson Fittipaldi (Lotus-Ford) 003. 1972-Bélgica - Emerson Fittipaldi (Lotus-Ford) 004. 1972-Grã-Bretanha - Emerson Fittipaldi (Lotus-Ford) 005. 1972-Áustria - Emerson Fittipaldi (Lotus-Ford) 006. 1972-Itália - Emerson Fittipaldi (Lotus-Ford) 007. 1973-Argentina - Emerson Fittipaldi (Lotus-Ford) 008. 1973-Brasil - Emerson Fittipaldi (Lotus-Ford) 009. 1973-Espanha - Emerson Fittipaldi (Lotus-Ford) 010. 1974-Brasil - Emerson Fittipaldi (McLaren-Ford) 011. 1974-Bélgica - Emerson Fittipaldi (McLaren-Ford) 012. 1974-Canadá - Emerson Fittipaldi (McLaren-Ford) 013. 1975-Argentina - Emerson Fittipaldi (McLaren-Ford) 014. 1975-Brasil - José Carlos Pace (Brabham-Ford) 015. 1975-Grã-Bretanha - Emerson Fittipaldi (McLaren-Ford) 016. 1980-EUA-Long Beach - Nelson Piquet (Brabham-Ford) 017. 1980-Holanda - Nelson Piquet (Brabham-Ford) 018. 1980-Itália - Nelson Piquet (Brabham-Ford) 019. 1981-Argentina - Nelson Piquet (Brabham-Ford) 020. 1981-San Marino - Nelson Piquet (Brabham-Ford) 021. 1981-Alemanha - Nelson Piquet (Brabham-Ford) 022. 1982-Canadá - Nelson Piquet (Brabham-BMW) 023. 1983-Brasil - Nelson Piquet (Brabham-BMW) 024. 1983-Itália - Nelson Piquet (Brabham-BMW) 025. 1983-Europa - Nelson Piquet (Brabham-BMW) 026. 1984-Canadá - Nelson Piquet (Brabham-BMW) 027. 1984-EUA-Detroit - Nelson Piquet (Brabham-BMW) 028. 1985-Portugal - Ayrton Senna (Lotus-Renault) 029. 1985-França - Nelson Piquet (Brabham-BMW) 030. 1985-Bélgica - Ayrton Senna (Lotus-Renault) 031. 1986-Brasil - Nelson Piquet (Williams-Honda) 032. 1986-Espanha - Ayrton Senna (Lotus-Renault) 033. 1986-EUA-Detroit - Ayrton Senna (Lotus-Renault) 034. 1986-Alemanha - Nelson Piquet (Williams-Honda) 035. 1986-Hungria - Nelson Piquet (Williams-Hond) 036. 1986-Itália - Nelson Piquet (Williams-Honda) 037. 1987-Mônaco - Ayrton Senna (Lotus-Honda) 038. 1987-EUA-Detroit - Ayrton Senna (Lotus-Honda) 039. 1987-Alemanha - Nelson Piquet (Williams-Honda) 040. 1987-Hungria - Nelson Piquet (Williams-Honda) 041. 1987-Itália - Nelson Piquet (Williams-Honda) 042. 1988-San Marino - Ayrton Senna (McLaren-Honda) 043. 1988-Canadá - Ayrton Senna (McLaren-Honda) 044. 1988-EUA-Detroit - Ayrton Senna (McLaren-Honda) 045. 1988-Grã-Bretanha - Ayrton Senna (McLaren-Honda) 046. 1988-Alemanha - Ayrton Senna (McLaren-Honda) 047. 1988-Hungria - Ayrton Senna (McLaren-Honda) 048. 1988-Bélgica - Ayrton Senna (McLaren-Honda) 049. 1988-Japão - Ayrton Senna (McLaren-Honda) 050. 1989-San Marino - Ayrton Senna (McLaren-Honda)
051. 1989-Mônaco - Ayrton Senna (McLaren-Honda) 052. 1989-México - Ayrton Senna (McLaren-Honda) 053. 1989-Alemanha - Ayrton Senna (McLaren-Honda) 054. 1989-Bélgica - Ayrton Senna (McLaren-Honda) 055. 1989-Espanha - Ayrton Senna (McLaren-Honda) 056. 1990-EUA - Ayrton Senna (McLaren-Honda) 057. 1990-Mônaco - Ayrton Senna (McLaren-Honda) 058. 1990-Canadá - Ayrton Senna (McLaren-Honda) 059. 1990-Alemanha - Ayrton Senna (McLaren-Honda) 060. 1990-Bélgica - Ayrton Senna (McLaren-Honda) 061. 1990-Itália - Ayrton Senna (McLaren-Honda) 062. 1990-Japão - Nelson Piquet (Benetton-Ford) 063. 1990-Austrália - Nelson Piquet (Benetton-Ford) 064. 1991-EUA - Ayrton Senna (McLaren-Honda) 065. 1991-Brasil - Ayrton Senna (McLaren-Honda) 066. 1991-San Marino - Ayrton Senna (McLaren-Honda) 067. 1991-Mônaco - Ayrton Senna (McLaren-Honda) 068. 1991-Canadá - Nelson Piquet (Benetton-Ford) 069. 1991-Hungria - Ayrton Senna (McLaren-Honda) 070. 1991-Bélgica - Ayrton Senna (McLaren-Honda) 071. 1991-Austrália - Ayrton Senna (McLaren-Honda) 072. 1992-Mônaco - Ayrton Senna (McLaren-Honda) 073. 1992-Hungria - Ayrton Senna (McLaren-Honda) 074. 1992-Itália - Ayrton Senna (McLaren-Honda) 075. 1993-Brasil - Ayrton Senna (McLaren-Ford) 076. 1993-Europa - Ayrton Senna (McLaren-Ford) 077. 1993-Mônaco - Ayrton Senna (McLaren-Ford) 078. 1993-Japão - Ayrton Senna (McLaren-Ford) 079. 1993-Austrália - Ayrton Senna (McLaren-Ford) 080. 2000-Alemanha - Rubens Barrichello (Ferrari) 081. 2002-Europa - Rubens Barrichello (Ferrari) 082. 2002-Hungria - Rubens Barrichello (Ferrari) 083. 2002-Itália - Rubens Barrichello (Ferrari) 084. 2002-EUA - Rubens Barrichello (Ferrari) 085. 2003-Grã-Bretanha - Rubens Barrichello (Ferrari) 086. 2003-Japão - Rubens Barrichello (Ferrari) 087. 2004-Itália - Rubens Barrichello (Ferrari) 088. 2004-China - Rubens Barrichello (Ferrari) 089. 2006-Turquia - Felipe Massa (Ferrari) 090. 2006-Brasil - Felipe Massa (Ferrari) 091. 2007-Bahrain - Felipe Massa (Ferrari) 092. 2007-Espanha - Felipe Massa (Ferrari) 093. 2007-Turquia - Felipe Massa (Ferrari) 094. 2008-Bahrain - Felipe Massa (Ferrari) 095. 2008-Turquia - Felipe Massa (Ferrari) 096. 2008-França - Felipe Massa (Ferrari) 097. 2008-Europa - Felipe Massa (Ferrari) 098. 2008-Bélgica - Felipe Massa (Ferrari) 099. 2008-Brasil - Felipe Massa (Ferrari) 100. 2009-Europa - Rubens Barrichello (Brawn-Mercedes)